Moro num prédio bem novo, com área de lazer, e, de tão sem ter o que fazer, cometi a cagada de entrar pro conselho de proprietários. Óbvio que me rendeu um monte de briga com vizinho, mas também com a única mulher do conselho: uma gostosa da minha idade (quase 40), casada, com dois filhos da mesma idade que o meu.
Brunette (o nome dela) era professora de Educação Física na juventude, morava no litoral e só veio pra capital depois que casou com um cara muito, muito, mas muito sem noção e mal-educado. Dá pra ver que ela cuidou do corpo. Depois que teve os filhos, claro, deu uma engordadinha, mas eu sempre olhava com tesão pra rabeta dela na piscina, de longe, sem a minha patroa perceber — minha especialidade. Além disso, todo mundo no prédio tem uma certa raiva dela por ser tão chata e escrota.
Mas já faz uns anos que entrei na vibe do "foda-se tudo" e tento dar em cima de tudo que aparece na minha frente. Ela não ia ser exceção, ainda mais que eu imaginava encurralando ela em qualquer canto do prédio que cruzasse.
Comecei a operação cumprimentando ela com mais carinho que o normal, sempre com um sorriso. Um dia, esperando o elevador com mais tempo, falei me fazendo de besta: "Tô te vendo mais magra, parece que você tá usando bem a academia." Notei que ela ficou surpresa, mas também percebi que ela já tava esperando aquilo — o que me mostrou que minhas olhadas na bunda dela não eram tão disfarçadas quanto eu pensava.
Subimos no elevador, a viagem era curta, falamos do prédio (como sempre), mas dessa vez cortei com um: "Tem que usar a academia, senão ninguém vai. Eu vou tarde, então não vejo ninguém." Ela respondeu: "Eu vou de manhã, com meu personal, e de vez em quando à tarde vou na bicicleta, mas só como exceção." Ok, ela desceu. Desci depois, pensando na hipotética situação de ficarmos os dois sozinhos na academia ou em qualquer outro lugar.
Passaram-se os dias e não a vi mais. Fui várias vezes... Às vezes no gym pensando em pegar ela, mas óbvio, bem loser, nada.
A gata é bem na dela, nunca me deu abertura pra nada, verdade, então o risco era grande. Aliás, já discutimos por causa do Conselho de condomínio mais de uma vez; mas minha cabeça insistia que tinha uma chance mínima, ou pelo menos é o que a gente quer pensar, nós homens que já não ligamos mais pra chifrar nossas mulheres e queremos justificar de algum jeito, zero culpa, mas é mais ou menos assim.
Um dia, chego de treinar tarde, com umas cervejas a mais, nada demais, entro no elevador, e ele desce pro subsolo. "Puta que pariu", pensei, quando a porta abre e entra a morena, vestida como se tivesse voltado de jantar com as amigas, bem arrumada mas sem mostrar muito, com outra vizinha do prédio igualmente vestida, mas mais velha (uma coroa bem feia). Cumprimentos educados entre todos (notei que as duas estavam bem altinhas, rindo e falando alto). A velha desce primeiro, graças a Deus, e quando o elevador segue, não hesitei e falei pra morena: "Imagino que não vai pra academia tão tarde, né?" haha os dois, e ela responde: "E por que não?" haha os dois, leve mordida no lábio inferior dela (lembrei da Marielita @maritainfiel) e eu olhando nos olhos dela, apertei o andar da academia.
Os dois de jeans, eu de camiseta, ela com uma blusinha justa gostosa. Ela ri e passa a mão na testa, o andar dela chega logo (o meu eu não tinha apertado). Ela faz menção de descer e eu falo: "Academia, não?" Ela me olha nos olhos, morde o lábio, estico minha mão educadamente pra segurar a porta. Aquele instante durou uma vida; com cara séria ela diz: "Cê acha?" ... e com poucas palavras, segurando a mão dela, falo: "Sim", balançando a cabeça. Ela entrou no elevador sem olhar de relance pra porta do apartamento dela. As portas se fecharam e eu puxei ela pra perto, me aproximei mais enquanto ela parecia hesitar, inclinei a cabeça e mirei sem dúvida primeiro no pescoço dela, bem devagar, segurando ela pela cintura, sentindo o quanto ela tava dura. A mulher gostosa que eu gosto tem aquela parte nas costas, em cima da bunda, aquela curva lombar quando ela arqueia e fica dura, para meu coração e deixa minha pica dura dura dura!! Ela estava curvada perfeitamente e dura como cimento.
Ela ficou imóvel enquanto eu passava a mão no pescoço dela, que seguiu até atrás da orelha, quando ouvi o primeiro gemido que me tranquilizou completamente; não tinha mais volta!!
Quando ataquei atrás da orelha, sem perceber, virei ela levemente para apoiar de lado, e ela sozinha se virou completamente para que eu continuasse no pescoço e encostasse a bunda na minha pica, quase estourando.
Outro prazer imbatível é colocar as duas mãos na barriga de uma mulher se arqueando de prazer vestida!! Top 3 na minha escala de prazer. Além disso, enfiar as mãos aos poucos entre o jeans apertado, e chegar na Zona Franca, sentindo os gemidos, a respiração, o arqueio, a esfregada de bunda que a gente tava dando, e ohhh maravilha, uma micro calcinha fio dental já encharcada; tive que me segurar pra não gozar feito um moleque antes de chegar no último andar, hehe.
Claramente, ambos tava pouco se fodendo se o elevador parasse, se alguém visse ou ouvisse, absolutamente nada.
Chegamos no último andar, escuro, a luz automática do hall acendeu e entramos na academia que tava toda apagada, e não tem chave. Rápido, coloquei um banco reto de supino na frente da porta, pelo menos se alguém entrasse ia bater em algo, não muito. Peguei ela pela cintura e aí sim, o primeiro beijo violento direto, sem selinho, sem doçura já; a academia é toda de vidro, mas se tá escuro lá fora, não dá pra ver dos outros prédios ou quase.
Apertei ela contra a parede, tocando tudo que podia e desabotoando aquela camisa que explodia; pude ver o que minha mulher ciumenta comentava no verão "ela fez os peitos, a puta" e eu me fazendo de besta, dizia, "verdade, nem dá pra notar" jogando o queixo pra frente bem de besta como a gente faz. A verdade é que estavam bem feitos, duros mas compactos; sou de mão bem grande e cabiam confortavelmente pra apertar bem forte e, como um amigo diz, "trancar os bicos". Ela tirou minha camiseta e se ajoelhou no chão pra baixar minha calça jeans; que nessa noite eu não tava de cinto e tava meio larga. A calça caiu no chão e ao mesmo tempo ela baixou minha cueca com as duas mãos rápido pra meu pau já meio molhado pular igual um chicote, que a morena habilidosa pegou como um urso pega salmão pulando contra a corrente no ar (liga nessa metáfora, não copia, seus trouxas).
Ela começou a chupar com um certo desespero, quase até o talo e arranhando com os dentes; notando a morbidez ou desespero dela (não tava muito preocupado em saber o que rolava), comecei a enfiar na boca dela até o fundo, pressionando a cabeça dela contra a parede, abrindo bem as pernas e segurando ela pela nuca. O que começou com desespero, seguiu com uma metida e tirada suave "você quer até o fundo, né?" ..... "hshsishshs" incompreensível, mas com a cabeça ela deu o sinal pra meter até onde a ânsia vinha. Foram 10 minutos que tive que me concentrar forte pra não gozar, em casa não se usa isso, então me imagine; se eu tivesse pernas de macaco, estaria rasgando o chão da academia!! "Sobe logo que quero te arrebentar toda" falei.... "por favor..... mete logo, tô pegando fogo" ela disse e me deu um beijo de língua violento!
Virei ela com força, baixei a calça já semiaberta, e dei uma chupada de bunda em pé que fez os joelhos dela tremerem (outro top 3 na minha escala de prazer) poderia ficar horas assim, língua, dedo, língua, dedos, mãos, tudo; mas ela me puxou pelo cabelo e me fez subir forte; assim como vinha e o Enzo batia de fora da área, enfiei forte na buceta suculenta com meu pau todo lubrificado pela chupada violenta que ela tinha dado, e começou uma bombada mais forte que a chupada de pau que ela me deu "ahahahahyyyy vai vai me dá forte, vaiiiii" ela sussurrava; pra que, que prazer, não aguentava mais, primeiro me agarrei forte nela e mordi o pescoço dela, apertava os peitos dela com força, enfiava as duas mãos no clitóris dela, batendo uma forte nela enquanto metia bem duro e respirava pesado no ouvido dela e falava "que rabo divino, como você gosta que eu enfie, hein"; ao mesmo tempo me segurando pra não gozar, tava quase estourando a cabeça. Aliviei um pouco, me joguei pra trás e olhei o panorama geral. Agora ela apoiada com as mãos no espelho, bem arqueada e jogando a bunda forte pra trás, quase sentando na minha pica, os dois ainda com a calça jeans nos tornozelos... ela me olha de lado e fala "você gosta da minha bunda, fica olhando ela na piscina, adoro, e você morre de vontade de partir ela no meio, não é?" nem minha cabeça nem minha pica conseguiam entender o que tava rolando, haha, a gatinha era uma puta total o tempo todo, tava pegando fogo pra transar comigo!! haja aí mesmo apertei ela contra o vidro e metralhei até perceber que ela gozava forte e as pernas tremiam, tirei a pica e comecei a bater uma em cima daquele rabo, gozando tudo com jatos que quase chegaram na nuca dela. Caímos mortos num colchonete que tinha a dois metros, ainda com as calças arriadas os dois!!! morena: "uhfff é verdade que academia de tarde é boa hein" hahaha rimos igual adolescentes os dois e começamos a conversar besteira um tempinho. Quando parecia que o encontro ia acabar, ela faz menção de levantar, também não pensei duas vezes e ataquei aquele rabo de novo assim que ela virou as costas, primeiro mordendo as nádegas, e depois dando uma linguada começando quase no umbigo dela! ela dá um suspiro forte e fala "é mesmo que você queria me partir" ... vem, e me pega pela mão. Além da academia, tem um banheiro, um chuveiro e uma sauna pequena que quase não usa, ela de mãos dadas comigo e com um colchonete na outra, me leva pra sauna (desligada graças a deus, senão teria que chamar o resgate em vez de escrever isso), jogando primeiro o colchonete e me sentando em cima dele, ela se agacha, abre minhas pernas e me começa a dar uma esfregada magistral de pau, sem mãos, abria minhas pernas pelos joelhos, e chupava minhas bolas, de lado, e ameaçando o cu... "cê gosta, né?" ....."mais ou menos, falo" Com o pau quase voando e a pressão sanguínea no alerta! Ela vira, enfia meu pau na buceta molhada de novo e misturada com vários sucos!! Começa a pular de um jeito brutal no meu pau, curvada, e eu agarrado nas tábuas como se tivessem aberto as portas do avião e todo mundo voasse pra dentro!! Ela começa a tocar o cu e enfiar um dedo, enquanto eu, atônito, não reagia "cê quer? todo seu......" Minha incredulidade atrofiou a função executiva do meu cérebro, não sabia por onde começar....depois de minutos assim, começo a enfiar meus pseudo dedos gigantes, primeiro o polegar, depois só o indicador e depois indicador e médio!! Ela já gritava, morena, mas a acústica do sauna não ajudava; levanto, ajoelho ela no degrau do sauna com a colchonete, molhado como a pista de água do bailando depois que fiquei sentado com aquela besta em cima de mim quase 10 minutos; ela se ajeitou como quis e pegou meu pau apontando bem e enfiando à vontade o centímetro meu que quis; o cu tava apertado, apesar dos dedos e da dilatação e dos vários sucos, mas depois de um tempo, entrou quase todo (não tenho o pauzão, mas um 17 x 4 cm. me basta e sobra) começamos a foder como se nos conhecêssemos há uma vida; ela gemia como uma louca, morena "arrebenta ele, vai arrebenta, aí tá, todo seu, vaiiiii" não aguentei nem 10 minutos, acho; "vou encher teu cu de porra" "simsim vai, enche ele, vaiiiii ahhhhhh" antes de eu gozar ela gozou mal mal mal, gritava, gemia, se contorcia toda!! tremendo. Depois que eu gozei, ela desabou no degrau de cima semi morta! Tentei levantar ela e ela disse, me deixa assim um tempo, por favor, faz um tempão que não me comem, e não me comem assim. E soltou tudo, hehe, o marido tem um amante, é um bosta, só sustenta ela. Ela quer se separar, mas os filhos... ela tem medo dele, é meio troglodita; sei lá, dei ouvidos pra ela um pouco; sem pensar por dentro que muitas dessas coisas também aconteciam comigo, faz anos que quero me separar, mas sempre alguma coisa me impede de ser definitiva; as coisas da vida.
Terminei conversando pelado, com a maior vadia do condomínio, que todo mundo no prédio odeia, como amantes que se entendem pra caralho; hehe. Nos despedimos separados, ela primeiro (o marido estava viajando e ela podia tomar banho na casa dela) e eu fiquei pra tomar um banho lá em cima, a pica dura ainda, e estourada.
Quando tava indo embora, passei pelo espelho e estavam as marcas das mãos e os peitos da morena, ia fazer acampamento e limpar... mas que merda, quem ia perceber, hehehe.
No dia seguinte, recebo mensagem da morena: "O espelho, pelo amor de Deus!!! Todo manchado, a faxineira me disse: 'Então vocês usam a academia à noite aqui, hein?'" Muito bom, pensei, mas ela morrendo de vergonha me disse.
Não sei como isso vai continuar, talvez eu a encontre em outro lugar do prédio.
Abraços.
Brunette (o nome dela) era professora de Educação Física na juventude, morava no litoral e só veio pra capital depois que casou com um cara muito, muito, mas muito sem noção e mal-educado. Dá pra ver que ela cuidou do corpo. Depois que teve os filhos, claro, deu uma engordadinha, mas eu sempre olhava com tesão pra rabeta dela na piscina, de longe, sem a minha patroa perceber — minha especialidade. Além disso, todo mundo no prédio tem uma certa raiva dela por ser tão chata e escrota.
Mas já faz uns anos que entrei na vibe do "foda-se tudo" e tento dar em cima de tudo que aparece na minha frente. Ela não ia ser exceção, ainda mais que eu imaginava encurralando ela em qualquer canto do prédio que cruzasse.
Comecei a operação cumprimentando ela com mais carinho que o normal, sempre com um sorriso. Um dia, esperando o elevador com mais tempo, falei me fazendo de besta: "Tô te vendo mais magra, parece que você tá usando bem a academia." Notei que ela ficou surpresa, mas também percebi que ela já tava esperando aquilo — o que me mostrou que minhas olhadas na bunda dela não eram tão disfarçadas quanto eu pensava.
Subimos no elevador, a viagem era curta, falamos do prédio (como sempre), mas dessa vez cortei com um: "Tem que usar a academia, senão ninguém vai. Eu vou tarde, então não vejo ninguém." Ela respondeu: "Eu vou de manhã, com meu personal, e de vez em quando à tarde vou na bicicleta, mas só como exceção." Ok, ela desceu. Desci depois, pensando na hipotética situação de ficarmos os dois sozinhos na academia ou em qualquer outro lugar.
Passaram-se os dias e não a vi mais. Fui várias vezes... Às vezes no gym pensando em pegar ela, mas óbvio, bem loser, nada.
A gata é bem na dela, nunca me deu abertura pra nada, verdade, então o risco era grande. Aliás, já discutimos por causa do Conselho de condomínio mais de uma vez; mas minha cabeça insistia que tinha uma chance mínima, ou pelo menos é o que a gente quer pensar, nós homens que já não ligamos mais pra chifrar nossas mulheres e queremos justificar de algum jeito, zero culpa, mas é mais ou menos assim.
Um dia, chego de treinar tarde, com umas cervejas a mais, nada demais, entro no elevador, e ele desce pro subsolo. "Puta que pariu", pensei, quando a porta abre e entra a morena, vestida como se tivesse voltado de jantar com as amigas, bem arrumada mas sem mostrar muito, com outra vizinha do prédio igualmente vestida, mas mais velha (uma coroa bem feia). Cumprimentos educados entre todos (notei que as duas estavam bem altinhas, rindo e falando alto). A velha desce primeiro, graças a Deus, e quando o elevador segue, não hesitei e falei pra morena: "Imagino que não vai pra academia tão tarde, né?" haha os dois, e ela responde: "E por que não?" haha os dois, leve mordida no lábio inferior dela (lembrei da Marielita @maritainfiel) e eu olhando nos olhos dela, apertei o andar da academia.
Os dois de jeans, eu de camiseta, ela com uma blusinha justa gostosa. Ela ri e passa a mão na testa, o andar dela chega logo (o meu eu não tinha apertado). Ela faz menção de descer e eu falo: "Academia, não?" Ela me olha nos olhos, morde o lábio, estico minha mão educadamente pra segurar a porta. Aquele instante durou uma vida; com cara séria ela diz: "Cê acha?" ... e com poucas palavras, segurando a mão dela, falo: "Sim", balançando a cabeça. Ela entrou no elevador sem olhar de relance pra porta do apartamento dela. As portas se fecharam e eu puxei ela pra perto, me aproximei mais enquanto ela parecia hesitar, inclinei a cabeça e mirei sem dúvida primeiro no pescoço dela, bem devagar, segurando ela pela cintura, sentindo o quanto ela tava dura. A mulher gostosa que eu gosto tem aquela parte nas costas, em cima da bunda, aquela curva lombar quando ela arqueia e fica dura, para meu coração e deixa minha pica dura dura dura!! Ela estava curvada perfeitamente e dura como cimento.
Ela ficou imóvel enquanto eu passava a mão no pescoço dela, que seguiu até atrás da orelha, quando ouvi o primeiro gemido que me tranquilizou completamente; não tinha mais volta!!
Quando ataquei atrás da orelha, sem perceber, virei ela levemente para apoiar de lado, e ela sozinha se virou completamente para que eu continuasse no pescoço e encostasse a bunda na minha pica, quase estourando.
Outro prazer imbatível é colocar as duas mãos na barriga de uma mulher se arqueando de prazer vestida!! Top 3 na minha escala de prazer. Além disso, enfiar as mãos aos poucos entre o jeans apertado, e chegar na Zona Franca, sentindo os gemidos, a respiração, o arqueio, a esfregada de bunda que a gente tava dando, e ohhh maravilha, uma micro calcinha fio dental já encharcada; tive que me segurar pra não gozar feito um moleque antes de chegar no último andar, hehe.
Claramente, ambos tava pouco se fodendo se o elevador parasse, se alguém visse ou ouvisse, absolutamente nada.
Chegamos no último andar, escuro, a luz automática do hall acendeu e entramos na academia que tava toda apagada, e não tem chave. Rápido, coloquei um banco reto de supino na frente da porta, pelo menos se alguém entrasse ia bater em algo, não muito. Peguei ela pela cintura e aí sim, o primeiro beijo violento direto, sem selinho, sem doçura já; a academia é toda de vidro, mas se tá escuro lá fora, não dá pra ver dos outros prédios ou quase.
Apertei ela contra a parede, tocando tudo que podia e desabotoando aquela camisa que explodia; pude ver o que minha mulher ciumenta comentava no verão "ela fez os peitos, a puta" e eu me fazendo de besta, dizia, "verdade, nem dá pra notar" jogando o queixo pra frente bem de besta como a gente faz. A verdade é que estavam bem feitos, duros mas compactos; sou de mão bem grande e cabiam confortavelmente pra apertar bem forte e, como um amigo diz, "trancar os bicos". Ela tirou minha camiseta e se ajoelhou no chão pra baixar minha calça jeans; que nessa noite eu não tava de cinto e tava meio larga. A calça caiu no chão e ao mesmo tempo ela baixou minha cueca com as duas mãos rápido pra meu pau já meio molhado pular igual um chicote, que a morena habilidosa pegou como um urso pega salmão pulando contra a corrente no ar (liga nessa metáfora, não copia, seus trouxas).
Ela começou a chupar com um certo desespero, quase até o talo e arranhando com os dentes; notando a morbidez ou desespero dela (não tava muito preocupado em saber o que rolava), comecei a enfiar na boca dela até o fundo, pressionando a cabeça dela contra a parede, abrindo bem as pernas e segurando ela pela nuca. O que começou com desespero, seguiu com uma metida e tirada suave "você quer até o fundo, né?" ..... "hshsishshs" incompreensível, mas com a cabeça ela deu o sinal pra meter até onde a ânsia vinha. Foram 10 minutos que tive que me concentrar forte pra não gozar, em casa não se usa isso, então me imagine; se eu tivesse pernas de macaco, estaria rasgando o chão da academia!! "Sobe logo que quero te arrebentar toda" falei.... "por favor..... mete logo, tô pegando fogo" ela disse e me deu um beijo de língua violento!
Virei ela com força, baixei a calça já semiaberta, e dei uma chupada de bunda em pé que fez os joelhos dela tremerem (outro top 3 na minha escala de prazer) poderia ficar horas assim, língua, dedo, língua, dedos, mãos, tudo; mas ela me puxou pelo cabelo e me fez subir forte; assim como vinha e o Enzo batia de fora da área, enfiei forte na buceta suculenta com meu pau todo lubrificado pela chupada violenta que ela tinha dado, e começou uma bombada mais forte que a chupada de pau que ela me deu "ahahahahyyyy vai vai me dá forte, vaiiiii" ela sussurrava; pra que, que prazer, não aguentava mais, primeiro me agarrei forte nela e mordi o pescoço dela, apertava os peitos dela com força, enfiava as duas mãos no clitóris dela, batendo uma forte nela enquanto metia bem duro e respirava pesado no ouvido dela e falava "que rabo divino, como você gosta que eu enfie, hein"; ao mesmo tempo me segurando pra não gozar, tava quase estourando a cabeça. Aliviei um pouco, me joguei pra trás e olhei o panorama geral. Agora ela apoiada com as mãos no espelho, bem arqueada e jogando a bunda forte pra trás, quase sentando na minha pica, os dois ainda com a calça jeans nos tornozelos... ela me olha de lado e fala "você gosta da minha bunda, fica olhando ela na piscina, adoro, e você morre de vontade de partir ela no meio, não é?" nem minha cabeça nem minha pica conseguiam entender o que tava rolando, haha, a gatinha era uma puta total o tempo todo, tava pegando fogo pra transar comigo!! haja aí mesmo apertei ela contra o vidro e metralhei até perceber que ela gozava forte e as pernas tremiam, tirei a pica e comecei a bater uma em cima daquele rabo, gozando tudo com jatos que quase chegaram na nuca dela. Caímos mortos num colchonete que tinha a dois metros, ainda com as calças arriadas os dois!!! morena: "uhfff é verdade que academia de tarde é boa hein" hahaha rimos igual adolescentes os dois e começamos a conversar besteira um tempinho. Quando parecia que o encontro ia acabar, ela faz menção de levantar, também não pensei duas vezes e ataquei aquele rabo de novo assim que ela virou as costas, primeiro mordendo as nádegas, e depois dando uma linguada começando quase no umbigo dela! ela dá um suspiro forte e fala "é mesmo que você queria me partir" ... vem, e me pega pela mão. Além da academia, tem um banheiro, um chuveiro e uma sauna pequena que quase não usa, ela de mãos dadas comigo e com um colchonete na outra, me leva pra sauna (desligada graças a deus, senão teria que chamar o resgate em vez de escrever isso), jogando primeiro o colchonete e me sentando em cima dele, ela se agacha, abre minhas pernas e me começa a dar uma esfregada magistral de pau, sem mãos, abria minhas pernas pelos joelhos, e chupava minhas bolas, de lado, e ameaçando o cu... "cê gosta, né?" ....."mais ou menos, falo" Com o pau quase voando e a pressão sanguínea no alerta! Ela vira, enfia meu pau na buceta molhada de novo e misturada com vários sucos!! Começa a pular de um jeito brutal no meu pau, curvada, e eu agarrado nas tábuas como se tivessem aberto as portas do avião e todo mundo voasse pra dentro!! Ela começa a tocar o cu e enfiar um dedo, enquanto eu, atônito, não reagia "cê quer? todo seu......" Minha incredulidade atrofiou a função executiva do meu cérebro, não sabia por onde começar....depois de minutos assim, começo a enfiar meus pseudo dedos gigantes, primeiro o polegar, depois só o indicador e depois indicador e médio!! Ela já gritava, morena, mas a acústica do sauna não ajudava; levanto, ajoelho ela no degrau do sauna com a colchonete, molhado como a pista de água do bailando depois que fiquei sentado com aquela besta em cima de mim quase 10 minutos; ela se ajeitou como quis e pegou meu pau apontando bem e enfiando à vontade o centímetro meu que quis; o cu tava apertado, apesar dos dedos e da dilatação e dos vários sucos, mas depois de um tempo, entrou quase todo (não tenho o pauzão, mas um 17 x 4 cm. me basta e sobra) começamos a foder como se nos conhecêssemos há uma vida; ela gemia como uma louca, morena "arrebenta ele, vai arrebenta, aí tá, todo seu, vaiiiii" não aguentei nem 10 minutos, acho; "vou encher teu cu de porra" "simsim vai, enche ele, vaiiiii ahhhhhh" antes de eu gozar ela gozou mal mal mal, gritava, gemia, se contorcia toda!! tremendo. Depois que eu gozei, ela desabou no degrau de cima semi morta! Tentei levantar ela e ela disse, me deixa assim um tempo, por favor, faz um tempão que não me comem, e não me comem assim. E soltou tudo, hehe, o marido tem um amante, é um bosta, só sustenta ela. Ela quer se separar, mas os filhos... ela tem medo dele, é meio troglodita; sei lá, dei ouvidos pra ela um pouco; sem pensar por dentro que muitas dessas coisas também aconteciam comigo, faz anos que quero me separar, mas sempre alguma coisa me impede de ser definitiva; as coisas da vida.
Terminei conversando pelado, com a maior vadia do condomínio, que todo mundo no prédio odeia, como amantes que se entendem pra caralho; hehe. Nos despedimos separados, ela primeiro (o marido estava viajando e ela podia tomar banho na casa dela) e eu fiquei pra tomar um banho lá em cima, a pica dura ainda, e estourada.
Quando tava indo embora, passei pelo espelho e estavam as marcas das mãos e os peitos da morena, ia fazer acampamento e limpar... mas que merda, quem ia perceber, hehehe.
No dia seguinte, recebo mensagem da morena: "O espelho, pelo amor de Deus!!! Todo manchado, a faxineira me disse: 'Então vocês usam a academia à noite aqui, hein?'" Muito bom, pensei, mas ela morrendo de vergonha me disse.
Não sei como isso vai continuar, talvez eu a encontre em outro lugar do prédio.
Abraços.
12 comentários - La vecina mala del Edificio...
matan tus frases che me cague de risa quizas te las robe
a favoritos y recmendado
Como digo siempre, pongo 9 y no 10 porque no hay foto en bolas de ella
fueron puntos