Depois daquela noite intensa e com a ressaca passando, amanhecemos espalhados na cama. O cheiro de sexo e a lembrança do prazer da noite foram muito agradáveis. Vê-las juntas e saber que, de agora em diante, somos um só e uma nova família foi incrível. Os problemas das últimas semanas simplesmente sumiram. Dinheiro era só um detalhe menor e não havia mais segredos nos condicionando. Eu podia falar, pensar ou dizer o que quisesse, e elas sabiam que podiam contar comigo para qualquer coisa, afinal, são minhas mulheres. Viqui e Andrea, minhas mulheres. Vê-las daquele jeito me deixou com muito tesão, mas não sabia se alguém estava acordado. Então, tomei um banho no banheiro privativo do quarto e fui para a sala tomar café. Lá, encontrei a Naty com seu sorriso feliz de sempre, mas com um olhar inquisidor que me fez prever um interrogatório que eu não estava com vontade de enfrentar, porque não sabia o quão mente aberta a garota realmente era. Perguntei pelo Nico, e ela me respondeu que ele dormia profundamente por causa do álcool que tinha bebido na noite anterior.
Claro que fiz de desentendido e servi uma xícara de café para reviver um pouco. Naty me perguntou pelas garotas, e eu disse que, assim como o Nico, ainda estavam dormindo. A verdade é que eu não falava muito; era uma situação meio desconfortável, como dois oponentes se estudando. Tomamos café em silêncio, só nos olhando. Parecia que a boa vibe do dia anterior tinha sumido. Num momento, quando terminei meu café e me levantei para deixar a xícara e ir em direção à piscina, já que o dia parecia maravilhoso, ela me para e diz: "Se você for dar uma caminhada lá fora, posso te acompanhar, porque aqui parece que não vai ter vida por um bom tempo e não quero ficar entediada". Não tive outra escolha a não ser aceitar, ainda que de má vontade.
Saímos para caminhar pela trilha. A paisagem era realmente linda, mas nem se comparava à garota e como ela estava vestida — algo que eu nem tinha reparado antes, já que, com os nervos, não prestei atenção na roupa. Ela estava com um pareô amarelo bem suave e uma camiseta. camiseta branca solta como as que se usam hoje em dia, perguntei aonde ela queria ir e ela disse vamos caminhar pela trilha até chegar na lagoa, assim fizemos e em silêncio, mais desconfortável impossível, ela estava agarrada no meu braço e de vez em quando como sem querer esbarrava o peito que ficava mais perto do meu braço, coisa linda mas eu percebia cada vez mais que gostava da girl, depois de um tempo e de caminhar um longo trecho em silêncio por uma trilha que não era a principal por onde vínhamos já que ela quis pegar outro caminho chegamos num espaço que ficava muito bem entre as árvores e a água, como não tinha lugar de descanso nem bancos ela se acomodou na grama que estava perto da gente, me convidou pra sentar e quando eu já estava me acomodando ela me deu a primeira facada, que maneira de foder vocês ontem à noite, foi a primeira coisa que ela soltou sem rodeios, da próxima fechem melhor a porta já que o Nico pode ver e com a vontade que ele tem da Viqui é provável que ele queira comer ela, eu fiquei gelado não sabia como reagir já que mesmo fantasiando em ter uma família assim nunca cheguei a processar a informação de tudo que acontecia tão rápido, precisava me situar com tudo que estava rolando, e tentei formar a frase mais bem elaborada que pude, então soltei como deu, digo que sim que a verdade foi muito gostoso e que me dava muita pena que ela descobrisse nossa situação daquela maneira, não queria que ela nos interpretasse mal mas que éramos um casal não normal por assim dizer, mais que casal éramos um trio familiar, e que sinceramente esperava que ela não nos julgasse como degenerados ou algo parecido, ela soltou uma risada forte que me surpreendeu pra ser realista, me disse pra não ser bobo que não incomodava nada pra ela muito pelo contrário que era algo que ela achava foda mas que me aconselhava que o Nico não soubesse já que pra ele eu era uma espécie de modelo a seguir e realmente não queria ter que Lidar com o fato de que ele queria me imitar, além disso ela ainda comentou que o que tinha visto a excitou demais, a ponto de ela ter feito uma punheta de campeonato. Esse último comentário me deixou de queixo caído, não sei que cara fiz, mas ela só ria. E a última estocada foi quando ela me contou que, meio dormindo, me viu olhando pra sua virilha na noite passada e lembra de parte do que as meninas diziam, se referindo a quanto eu gostava do que via. Puta merda, foi pesado, não sabia onde enfiar a cara nem o que dizer. Tentei articular frases explicando que não queria que ela me interpretasse mal, que ela era muito gostosa, mas que jamais faltaria com respeito por causa do Nico, que eu realmente gostava muito dele. Ela parecia realmente estar curtindo tudo, porque ria cada vez mais alto, até que em um momento, como se estivessem contando a piada mais engraçada do mundo, ela caiu pra trás, deixando à vista o que estava escondido debaixo do pareo. Pra ser exato, não tinha nada, ela estava sem calcinha, a filha da puta. E ver aquela buceta linda me deixou em alerta total em dois segundos. Quando ela se levantou, me viu olhando diretamente pra sua buceta lisinha. Não disse nada, só me olhava e ria, curtindo os resultados. Quando saí da hipnose, olhei pra ela e ela me disse, como se nada tivesse acontecido: "Gostou da minha xoxota?" Eu murmurei: "É linda". Ela comentou que quando saía assim com minha sobrinha, gostavam de andar livres pra aproveitar o clima, nem sutiã ela usava. E como se não fosse nada, puxou a regata e apareceu seu peito lindo, coroado por um mamilo rosa lindíssimo. Ela me olhava como esperando alguma reação, e na verdade não tive coragem de fazer nada. É a namorada do meu sobrinho e eu não podia fazer nada. Então ela tomou a iniciativa e me disse pra relaxar, que ela sabia que eu gostava e que era algo natural, afinal ela era só a namoradinha do meu sobrinho, não estavam casados nem nada. Além disso, o Nico não podia reclamar, já que numa festa há pouco tempo ela tinha flagrado ele... com sua prima enquanto ela chupava o pau dele, ambos com uns tragos a mais, na conversa ele confessou que tinham transado algumas vezes e ela tinha dito que isso era algo que tinham em comum.
Fiquei gelado, comento, porque as duas transaram com o Nico, ela ri e me diz como vocês três transamos com todos, mas diferente de vocês, separados, e era justamente por isso que não queria que o Nico soubesse, já que ele ia pedir para fazerem o mesmo e ela realmente não tinha vontade de carregar uma responsabilidade dessas. Enquanto conversávamos, ela continuava com as pernas abertas e eu contemplando a buceta dela, que naquele momento já refletia uma umidade bem evidente.
Pergunto por que ela não praticava com meu sobrino se tinha gostado do que viu, e ela me responde que, diferente do que o Nico viu, ele não estaria maduro para algo assim, já que mal conseguia levar adiante o relacionamento com a namorada, e, na verdade, minha sobrinha pensava o mesmo. Ela precisava de alguém mais seguro de si, e o Nico tinha sérios problemas de segurança por ser gay e masturbador. Ela diz que gostava muito dele, mas ele precisava amadurecer mais e ela não queria apressar o processo, e o que tinha visto na noite anterior era justamente o que precisava para aguentar esse relacionamento.
Eu a olhava meio atônito, mas o fato de ela confessar que transava com minha sobrina, a confissão de que tinha se masturbado nos vendo na noite anterior, e vê-la com as pernas abertas era uma combinação muito perigosa que estava fazendo estragos em mim. O pau estava quase explodindo e as bolas já estavam inchadas. Ela percebeu e, como se nada tivesse acontecido, perguntou se podia ver meu pau. Eu a olhava e não acreditava na situação, mas a verdade é que sempre gostei de ser um pouco alfa, e o fato de uma garota doce me colocar nessa situação estava me incomodando muito. Não era só mais um otário, mas alguém com certo respeito por um sobrino que, na verdade, ainda precisava amadurecer e tinha uma gostosa como namorada. Então... assumi o papel que mais me convinha, me levantei, tirei meu pau que já estava vazando líquido no máximo e, sem perguntar nada, encostei nos lábios dela. Acho que ela não esperava que eu fosse tão direto, porque até então era ela quem guiava a situação, mas que merda, se me procura me encontra. Então não hesitei, encaixei bem o pau naquela boca doce e pensei comigo: vai até ela se arrepender por ser uma puta. Ela abriu a boca sem reclamar e começou a chupar meu pau como uma experiente. Como essa mina chupa, é incrível! Só de lembrar, já fico duro. Ela babava completamente, ia até a garganta e sem frescura. E como disse antes, não sou nenhum superdotado, mas ela mandava ver, engolia e lambia como uma louca. Quando percebi que ela estava se acomodando e provavelmente pensando que ia me chupar até eu gozar, tirei daquela boca doce, a levantei, me abaixei, virei ela e comecei a comer aquele cu gostoso que me deixava louco. Lambia o cu e use a palavra: buceta, e que use a palavra: buceta mais gostosa, por favor, era um manjar. Ela reclamava como se estivessem matando ela, eu cutucava o clitóris para esquentar mais e mais, apertava o asterisco e alternava os dedos dentro dela. Ela gritava enquanto apertava os peitos com uma mão – era o paraíso. Estava chupando descontroladamente aquele cu que tanto me excitou, no meu melhor momento, quando sinto uma mão na minha cabeça e uma voz feminina no meu ouvido dizendo: “Até que enfim você comeu ela, que filho de uma puta você é”. Era a Viqui. Fiquei gelado, não sabia o que dizer ou fazer. Ela acariciou minhas costas e disse: “Continua, que essa puta aprenda o que é um homem. Depois a gente conversa, amor”. Então ela continuou andando e se posicionou na frente da mina, tirou o short que estava usando e colocou a use a palavra: buceta na boca dela, ordenando: “Chupa, garota. Se você fode meu marido, me chupa também”. Ver essa nova atitude da Viqui me excitou muito, então, sem vacilar e no meu novo papel de super macho, comecei a cutucar o… ano com meu dedo sem piedade, primeiro um, depois dois e assim um atrás do outro, quando ela queria reclamar Viqui tampava mais sua boca com sua buceta, enquanto estávamos nisso eu encaixei o pau no seu cu e comecei a colocar na entrada, ufa que apertado estava aquilo, enfiei devagar para não machucar, queria que a garota aproveitasse não que me odiasse, pressionava e soltava, entrava aos poucos, até que ela mesma num movimento brusco enfiou todo o pau, que mesmo não sendo extremamente longo mas sim normal porém grosso, sentir a umidade da sua buceta nas minhas bolas era uma delícia, ela se movia furiosamente, enquanto eu literalmente comia a buceta da Viqui que estava desfeita de prazer, num momento Viqui virou os olhinhos e começou a gozar descomunalmente a ponto de um jato de líquido banhar o rosto da Naty que bebeu tudo que pôde, foi tão gostoso ver tudo que dei mais forte no cu da menina, os peitos batiam de um lado pro outro e a garotinha bufava de prazer, Viqui me incentiva a arrebentar a bunda da menina então dei mais forte ainda, como a posição realmente fodia minhas pernas principalmente, virei ela e coloquei de barriga pra cima levantei as pernas, firmei bem o cu da moça e enfiei de uma vez novamente naquele cu gostoso, a garota jogou a cabeça pra trás e abriu a boca babando como louca, começou um gozo enorme enquanto Viqui tinha tirado a regata dela pra não sujar e acariciava seus lindos peitos, jatos de squirt e xixi saíam da buceta e isso me levou ao limite, anunciei que ia gozar e ela pediu pra não gozar dentro do seu cu, achei estranho na verdade, rápido perguntei onde então porque não aguentaria muito, e ela mesma enfiou na buceta assim como estava, foi demolidor sentir aquela umidade mas não queria deixá-la grávida, e ela me olhou e soltou, tranquilo tomo pílula há anos, Ele nem tinha terminado de falar e eu já estava enchendo de porra a buceta apertada que ela tinha. Foram rios de porra que eu descarreguei, como se na noite anterior não tivesse transado nada. Fiquei imóvel e muito cansado, deitei no meio das duas e a Naty me diz que adora a sensação de se sentir cheia de porra. Enquanto ela falava, a Viqui me beijava e acariciava, retomando seu papel de esposa recém-casada, e nos diz: "Bom, pessoal, vamos indo que os outros já estão acordando. Imaginei que vocês duas estavam envolvidas em algo, já que ontem à noite te vi quando estava se masturbando", ela diz para a Naty. "Era questão de tempo até você querer transar com meu marido, mas da próxima vez, e eu te garanto que você vai querer mais, é só pedir para a gente primeiro, não nos deixe de lado". E, terminada a frase, ela deu um beijo daqueles que arrancou o sorriso mais lindo dos lábios dela.
Chegamos na cabana e o Andre e o Nico já estavam tomando café da manhã. A Naty estava andando meio estranho, então dissemos que ela tinha caído e que ia tomar banho. O Nico nem ligou, porque estava doido olhando o bumbum da Viqui e do Andre. Obviamente, como ele me conhece, sabia perfeitamente que o bumbum da garota estava bem arrombado.
No resto dessas miniférias, fomos muito mais cuidadosos. Transávamos na floresta ou quando o Nico dormia por causa do álcool. Minha sobrinha tinha ligado avisando que vinha, mas nunca apareceu, e os dias foram acabando. Então voltamos à rotina, já que, como eu disse antes, por causa do dinheiro que eu tinha ganhado, tínhamos que terminar a construção da nossa nova casa. Foi nisso que ficamos durante a semana, e nos finais de semana voltaríamos para a cabana que havíamos alugado para o verão inteiro. O Nico viajou com os pais — eram as férias dele — e, de quebra, me pediu se era possível cuidar da namorada para que ela não ficasse sozinha. Eu disse: "Sem problema, vai tranquilo que aqui a gente cuida dela". E para completar, apareceu a Jessy e, aparentemente, a sobrinha que tanto se fez anunciar. Tinha muita coisa para contar, e já parecia mais um harém do que uma... família, o que deixarei para outra história.
Claro que fiz de desentendido e servi uma xícara de café para reviver um pouco. Naty me perguntou pelas garotas, e eu disse que, assim como o Nico, ainda estavam dormindo. A verdade é que eu não falava muito; era uma situação meio desconfortável, como dois oponentes se estudando. Tomamos café em silêncio, só nos olhando. Parecia que a boa vibe do dia anterior tinha sumido. Num momento, quando terminei meu café e me levantei para deixar a xícara e ir em direção à piscina, já que o dia parecia maravilhoso, ela me para e diz: "Se você for dar uma caminhada lá fora, posso te acompanhar, porque aqui parece que não vai ter vida por um bom tempo e não quero ficar entediada". Não tive outra escolha a não ser aceitar, ainda que de má vontade.
Saímos para caminhar pela trilha. A paisagem era realmente linda, mas nem se comparava à garota e como ela estava vestida — algo que eu nem tinha reparado antes, já que, com os nervos, não prestei atenção na roupa. Ela estava com um pareô amarelo bem suave e uma camiseta. camiseta branca solta como as que se usam hoje em dia, perguntei aonde ela queria ir e ela disse vamos caminhar pela trilha até chegar na lagoa, assim fizemos e em silêncio, mais desconfortável impossível, ela estava agarrada no meu braço e de vez em quando como sem querer esbarrava o peito que ficava mais perto do meu braço, coisa linda mas eu percebia cada vez mais que gostava da girl, depois de um tempo e de caminhar um longo trecho em silêncio por uma trilha que não era a principal por onde vínhamos já que ela quis pegar outro caminho chegamos num espaço que ficava muito bem entre as árvores e a água, como não tinha lugar de descanso nem bancos ela se acomodou na grama que estava perto da gente, me convidou pra sentar e quando eu já estava me acomodando ela me deu a primeira facada, que maneira de foder vocês ontem à noite, foi a primeira coisa que ela soltou sem rodeios, da próxima fechem melhor a porta já que o Nico pode ver e com a vontade que ele tem da Viqui é provável que ele queira comer ela, eu fiquei gelado não sabia como reagir já que mesmo fantasiando em ter uma família assim nunca cheguei a processar a informação de tudo que acontecia tão rápido, precisava me situar com tudo que estava rolando, e tentei formar a frase mais bem elaborada que pude, então soltei como deu, digo que sim que a verdade foi muito gostoso e que me dava muita pena que ela descobrisse nossa situação daquela maneira, não queria que ela nos interpretasse mal mas que éramos um casal não normal por assim dizer, mais que casal éramos um trio familiar, e que sinceramente esperava que ela não nos julgasse como degenerados ou algo parecido, ela soltou uma risada forte que me surpreendeu pra ser realista, me disse pra não ser bobo que não incomodava nada pra ela muito pelo contrário que era algo que ela achava foda mas que me aconselhava que o Nico não soubesse já que pra ele eu era uma espécie de modelo a seguir e realmente não queria ter que Lidar com o fato de que ele queria me imitar, além disso ela ainda comentou que o que tinha visto a excitou demais, a ponto de ela ter feito uma punheta de campeonato. Esse último comentário me deixou de queixo caído, não sei que cara fiz, mas ela só ria. E a última estocada foi quando ela me contou que, meio dormindo, me viu olhando pra sua virilha na noite passada e lembra de parte do que as meninas diziam, se referindo a quanto eu gostava do que via. Puta merda, foi pesado, não sabia onde enfiar a cara nem o que dizer. Tentei articular frases explicando que não queria que ela me interpretasse mal, que ela era muito gostosa, mas que jamais faltaria com respeito por causa do Nico, que eu realmente gostava muito dele. Ela parecia realmente estar curtindo tudo, porque ria cada vez mais alto, até que em um momento, como se estivessem contando a piada mais engraçada do mundo, ela caiu pra trás, deixando à vista o que estava escondido debaixo do pareo. Pra ser exato, não tinha nada, ela estava sem calcinha, a filha da puta. E ver aquela buceta linda me deixou em alerta total em dois segundos. Quando ela se levantou, me viu olhando diretamente pra sua buceta lisinha. Não disse nada, só me olhava e ria, curtindo os resultados. Quando saí da hipnose, olhei pra ela e ela me disse, como se nada tivesse acontecido: "Gostou da minha xoxota?" Eu murmurei: "É linda". Ela comentou que quando saía assim com minha sobrinha, gostavam de andar livres pra aproveitar o clima, nem sutiã ela usava. E como se não fosse nada, puxou a regata e apareceu seu peito lindo, coroado por um mamilo rosa lindíssimo. Ela me olhava como esperando alguma reação, e na verdade não tive coragem de fazer nada. É a namorada do meu sobrinho e eu não podia fazer nada. Então ela tomou a iniciativa e me disse pra relaxar, que ela sabia que eu gostava e que era algo natural, afinal ela era só a namoradinha do meu sobrinho, não estavam casados nem nada. Além disso, o Nico não podia reclamar, já que numa festa há pouco tempo ela tinha flagrado ele... com sua prima enquanto ela chupava o pau dele, ambos com uns tragos a mais, na conversa ele confessou que tinham transado algumas vezes e ela tinha dito que isso era algo que tinham em comum.
Fiquei gelado, comento, porque as duas transaram com o Nico, ela ri e me diz como vocês três transamos com todos, mas diferente de vocês, separados, e era justamente por isso que não queria que o Nico soubesse, já que ele ia pedir para fazerem o mesmo e ela realmente não tinha vontade de carregar uma responsabilidade dessas. Enquanto conversávamos, ela continuava com as pernas abertas e eu contemplando a buceta dela, que naquele momento já refletia uma umidade bem evidente.
Pergunto por que ela não praticava com meu sobrino se tinha gostado do que viu, e ela me responde que, diferente do que o Nico viu, ele não estaria maduro para algo assim, já que mal conseguia levar adiante o relacionamento com a namorada, e, na verdade, minha sobrinha pensava o mesmo. Ela precisava de alguém mais seguro de si, e o Nico tinha sérios problemas de segurança por ser gay e masturbador. Ela diz que gostava muito dele, mas ele precisava amadurecer mais e ela não queria apressar o processo, e o que tinha visto na noite anterior era justamente o que precisava para aguentar esse relacionamento.
Eu a olhava meio atônito, mas o fato de ela confessar que transava com minha sobrina, a confissão de que tinha se masturbado nos vendo na noite anterior, e vê-la com as pernas abertas era uma combinação muito perigosa que estava fazendo estragos em mim. O pau estava quase explodindo e as bolas já estavam inchadas. Ela percebeu e, como se nada tivesse acontecido, perguntou se podia ver meu pau. Eu a olhava e não acreditava na situação, mas a verdade é que sempre gostei de ser um pouco alfa, e o fato de uma garota doce me colocar nessa situação estava me incomodando muito. Não era só mais um otário, mas alguém com certo respeito por um sobrino que, na verdade, ainda precisava amadurecer e tinha uma gostosa como namorada. Então... assumi o papel que mais me convinha, me levantei, tirei meu pau que já estava vazando líquido no máximo e, sem perguntar nada, encostei nos lábios dela. Acho que ela não esperava que eu fosse tão direto, porque até então era ela quem guiava a situação, mas que merda, se me procura me encontra. Então não hesitei, encaixei bem o pau naquela boca doce e pensei comigo: vai até ela se arrepender por ser uma puta. Ela abriu a boca sem reclamar e começou a chupar meu pau como uma experiente. Como essa mina chupa, é incrível! Só de lembrar, já fico duro. Ela babava completamente, ia até a garganta e sem frescura. E como disse antes, não sou nenhum superdotado, mas ela mandava ver, engolia e lambia como uma louca. Quando percebi que ela estava se acomodando e provavelmente pensando que ia me chupar até eu gozar, tirei daquela boca doce, a levantei, me abaixei, virei ela e comecei a comer aquele cu gostoso que me deixava louco. Lambia o cu e use a palavra: buceta, e que use a palavra: buceta mais gostosa, por favor, era um manjar. Ela reclamava como se estivessem matando ela, eu cutucava o clitóris para esquentar mais e mais, apertava o asterisco e alternava os dedos dentro dela. Ela gritava enquanto apertava os peitos com uma mão – era o paraíso. Estava chupando descontroladamente aquele cu que tanto me excitou, no meu melhor momento, quando sinto uma mão na minha cabeça e uma voz feminina no meu ouvido dizendo: “Até que enfim você comeu ela, que filho de uma puta você é”. Era a Viqui. Fiquei gelado, não sabia o que dizer ou fazer. Ela acariciou minhas costas e disse: “Continua, que essa puta aprenda o que é um homem. Depois a gente conversa, amor”. Então ela continuou andando e se posicionou na frente da mina, tirou o short que estava usando e colocou a use a palavra: buceta na boca dela, ordenando: “Chupa, garota. Se você fode meu marido, me chupa também”. Ver essa nova atitude da Viqui me excitou muito, então, sem vacilar e no meu novo papel de super macho, comecei a cutucar o… ano com meu dedo sem piedade, primeiro um, depois dois e assim um atrás do outro, quando ela queria reclamar Viqui tampava mais sua boca com sua buceta, enquanto estávamos nisso eu encaixei o pau no seu cu e comecei a colocar na entrada, ufa que apertado estava aquilo, enfiei devagar para não machucar, queria que a garota aproveitasse não que me odiasse, pressionava e soltava, entrava aos poucos, até que ela mesma num movimento brusco enfiou todo o pau, que mesmo não sendo extremamente longo mas sim normal porém grosso, sentir a umidade da sua buceta nas minhas bolas era uma delícia, ela se movia furiosamente, enquanto eu literalmente comia a buceta da Viqui que estava desfeita de prazer, num momento Viqui virou os olhinhos e começou a gozar descomunalmente a ponto de um jato de líquido banhar o rosto da Naty que bebeu tudo que pôde, foi tão gostoso ver tudo que dei mais forte no cu da menina, os peitos batiam de um lado pro outro e a garotinha bufava de prazer, Viqui me incentiva a arrebentar a bunda da menina então dei mais forte ainda, como a posição realmente fodia minhas pernas principalmente, virei ela e coloquei de barriga pra cima levantei as pernas, firmei bem o cu da moça e enfiei de uma vez novamente naquele cu gostoso, a garota jogou a cabeça pra trás e abriu a boca babando como louca, começou um gozo enorme enquanto Viqui tinha tirado a regata dela pra não sujar e acariciava seus lindos peitos, jatos de squirt e xixi saíam da buceta e isso me levou ao limite, anunciei que ia gozar e ela pediu pra não gozar dentro do seu cu, achei estranho na verdade, rápido perguntei onde então porque não aguentaria muito, e ela mesma enfiou na buceta assim como estava, foi demolidor sentir aquela umidade mas não queria deixá-la grávida, e ela me olhou e soltou, tranquilo tomo pílula há anos, Ele nem tinha terminado de falar e eu já estava enchendo de porra a buceta apertada que ela tinha. Foram rios de porra que eu descarreguei, como se na noite anterior não tivesse transado nada. Fiquei imóvel e muito cansado, deitei no meio das duas e a Naty me diz que adora a sensação de se sentir cheia de porra. Enquanto ela falava, a Viqui me beijava e acariciava, retomando seu papel de esposa recém-casada, e nos diz: "Bom, pessoal, vamos indo que os outros já estão acordando. Imaginei que vocês duas estavam envolvidas em algo, já que ontem à noite te vi quando estava se masturbando", ela diz para a Naty. "Era questão de tempo até você querer transar com meu marido, mas da próxima vez, e eu te garanto que você vai querer mais, é só pedir para a gente primeiro, não nos deixe de lado". E, terminada a frase, ela deu um beijo daqueles que arrancou o sorriso mais lindo dos lábios dela.
Chegamos na cabana e o Andre e o Nico já estavam tomando café da manhã. A Naty estava andando meio estranho, então dissemos que ela tinha caído e que ia tomar banho. O Nico nem ligou, porque estava doido olhando o bumbum da Viqui e do Andre. Obviamente, como ele me conhece, sabia perfeitamente que o bumbum da garota estava bem arrombado.
No resto dessas miniférias, fomos muito mais cuidadosos. Transávamos na floresta ou quando o Nico dormia por causa do álcool. Minha sobrinha tinha ligado avisando que vinha, mas nunca apareceu, e os dias foram acabando. Então voltamos à rotina, já que, como eu disse antes, por causa do dinheiro que eu tinha ganhado, tínhamos que terminar a construção da nossa nova casa. Foi nisso que ficamos durante a semana, e nos finais de semana voltaríamos para a cabana que havíamos alugado para o verão inteiro. O Nico viajou com os pais — eram as férias dele — e, de quebra, me pediu se era possível cuidar da namorada para que ela não ficasse sozinha. Eu disse: "Sem problema, vai tranquilo que aqui a gente cuida dela". E para completar, apareceu a Jessy e, aparentemente, a sobrinha que tanto se fez anunciar. Tinha muita coisa para contar, e já parecia mais um harém do que uma... família, o que deixarei para outra história.
0 comentários - Las cosas de la vida V Familia, vida, mis dos lunas.