Mariana voltou duas horas depois, entreguei o CD e constatei que a calcinha da mãe dela estava completamente encharcada do meu sêmen e dos fluidos da sua buceta. Ela subiu para deixar o DVD e a peça no lugar e pegou minha cópia das chaves da casa dela. Eu também dei uma cópia das minhas para que ela pudesse entrar e me acordar de manhã. O resto do dia passamos entre mamadas, vendo vídeos pornô, conversando sobre o que a excitava e o que não... Planejando a dominação da mãe dela. Ela me disse que não queria que eu fosse gentil, que a mãe estava muito dominada pelo pai e precisava de um tratamento duro.
Na segunda-feira de manhã, ela me acordou aparecendo na minha cama com seu uniforme, simplesmente puxou o lençol e enfiou meu pau na boca. Vê-la com o rabo empinado, a mochila da faculdade e chupando pau como uma profissional fez com que eu não aguentasse muito. Gozei na boca dela, disse para não lavar e ir assim para a aula. Dei dinheiro para ela comprar pílulas anticoncepcionais, não queria uma gravidez, pelo menos não tão cedo. Depois fui trabalhar.
Cinco minutos depois de chegar em casa à tarde, tocaram a campainha.
Ana – Você é um pervertido filho da puta!
Eu – Sim.
Ana – Vou contar para meu marido e vamos te denunciar!!
Eu – Acho que não.
Ana – Filho da puta, como assim não?
Eu – Primeiro, a garota já tem idade em que, se o sexo for consentido, não é crime; segundo, como você deve ter visto no vídeo, mais consentido impossível, ela até me pede para enfiar meu pau na sua buceta. Terceiro, você é muito mal comida, tenho seu diário e não quer que seu marido saiba que você chora nos cantos pedindo pau, nem que sua filha já é uma putinha completa.
Ana – Mas…!!
Eu – Mas nada, você não está aqui por isso.
Ana – E por que estou aqui então?
Eu – Porque você é uma mãe invejosa e não consegue aceitar que as pessoas aproveitem o sexo e você não.
Ana – Não, ela é só uma garotinha!!
Eu – De garotinha já tem pouco, como você deve ter visto, mas entra e a gente discutimos.
Fechei a porta atrás dela, entramos na sala, sentei no sofá, ela ficou em pé.
Ana – Te tratamos como um amigo, meu marido te convidou pra jantar em casa!
Eu – Hahaha, é, talvez não devesse ter feito isso.
Ana – E o que você quer?
Eu – Você, tá muito gostosa, precisa de uma boa foda e olha que sorte, moro logo acima.
Ana – Nem fodendo, deixa minha filha em paz e esquece a gente.
Eu – Sua filha? Sua filha não quer se separar do meu pau.
Apertei o play da TV e saiu a cena daquela manhã, a filha dela com as pastas da faculdade chupando meu pau, era a parte final, dava pra ver quando eu gozava na boca dela, ela sorria, me agradecia e ia embora. Ana olhava a tela com os olhos arregalados.
Eu – Olha, ela já fode que é uma profissional, e chupa pau que é uma maravilha, posso fazer coisas com ela que você nem imagina, nessa idade elas são muito maleáveis. Ou então, posso fazer com você.
Ana – E o que faria comigo?
Já começava a ceder, isso me excitou.
Eu – Ela é minha putinha, eu adoro. Vou controlar o que ela faz e com quem por muito tempo, vai ser divertido. Mas eu quero uma puta, uma mascote, uma promíscua sem nenhum tipo de consciência, pode ser ela ou você.
Ana – E vai deixá-la em paz?
Eu – Nem fudendo, ela é gostosa demais, mas digamos que as coisas não vão passar de um certo nível. Com você não vai ser assim, vou fazer o que me der na telha sem nenhum tipo de limite, mas não vou te causar marcas físicas e não vou acabar com seu casamento.
Ela chorava de raiva, me olhava, olhava a tela, descobriu a câmera que estava gravando, mas se limitou a olhar pra ela e pra mim.
Ana – O que eu tenho que fazer?
Eu – Pra começar, mostra esses peitos, puta.
Ana – Não me chama assim.
Eu – Vou te chamar do jeito que eu quiser, tira os peitos, puta.
Ela começou a desabotoar, usava uma blusa de gola alta, olhava pro chão...
Eu – Me olha!!
Ela continuou desabotoando... tirou a blusa e ficou à vista seu par de peitos espetacular. peitos sob um sutiã horroroso cor da pele.
Eu - Tira esse sutiã, putinha, me mostra esses dois peitões estupendos.
Ana - Não chame eles assim
Eu - E como você quer que eu chame?? peitos?? kkkk, são grandes e lindos, são os peitos da minha putinha e vou chamar como eu quiser.
Ela soltou o sutiã, quando caiu no chão ela se cobriu com as mãos. Me olhou, não foi preciso mais, afastei suas mãos, me levantei e fiquei atrás dela. A agarrei pelos cotovelos e coloquei suas mãos atrás da cabeça, empurrei um pouco suas costas para que ela estufasse o peito. Fiquei na frente dela admirando. Me aproximei ajoelhando na frente dela, desabotoei sua calça. E de uma puxada baixei a calça e a calcinha horrorosa. Ela tremia, mas não se moveu, me afastei para contemplá-la.
Eu - Você é muito linda, putinha, não entendo o imbecil do seu marido, sério que ele te fica de calcinha??
Ana - Sim, ele é meio santarrão.
Eu - Pois é uma pena, com esse corpo você tá pedindo pra ser montada que nem uma puta, você grita com ele?
Ana - Nem de brincadeira, ele me levaria no médico, ou pior, no pastor.
Eu - Você gostaria de gritar quando te fode.
Ana - Normalmente nem dá tempo de eu esquentar direito, sozinha... eu gosto de gemer, com ele na verdade não.
Eu - E ele não te vê pelada?
Ana - Ele sai do quarto quando me visto, e no banheiro tenho que trancar a porta, o que mais você quer? você já leu.
Eu - Nada, só deixar claro em quem você vai transformar num corno. O vídeo da sua filha te excitou?
Ana - Não deu tempo, eu estava muito brava, na verdade.
Eu - Bom, senta nesse sofá, abre as pernas nos braços do sofá, vamos ter uma sessão de vídeos.
Mudei a câmera de lugar, dava pra ver ela de pernas abertas e a tela da televisão. Coloquei todos os vídeos que tinha gravado da Mariana, em ordem, desde a declaração de amor no primeiro dia, a mensagem pra mãe depois da primeira chupada de pau, as fotos no provador, a perda da virgindade... e a chupada daquela amanhã. Ela olhava admirada.
Ana - Não acredito, minha menina.
Eu - Ela não é mais, agora é minha putinha, igual à mamãe, brinca com sua buceta e com seus peitos, faça uma boa masturbação enquanto vê sua filha se transformar na minha putinha.
Ela começou a acariciar os seios, a brincar com sua buceta, sua respiração foi ficando ofegante conforme os diferentes vídeos passavam, ela suspirava. Esqueceu de mim, enfiava os dedos na sua racha gemendo, no final teve um orgasmo intenso e me olhou.
Ana – Você é um pervertido.
Eu - E você uma porca, acabou de ver os vídeos pornô da sua menina.
Ana - É, acho que sou, vai fazer o mesmo comigo que fez com ela?
Eu - E mais coisas.
Ana - Como o quê?
Fique de quatro no chão, vou te comer para finalizar nosso acordo.
Coloquei a câmera na frente em uma cadeira na mesma altura do rosto dela, dava para ver suas tetas balançando.
Eu - Olhe para a câmera e diga seu nome completo e endereço...
Ela olhou para a câmera e fez o que eu mandei... eu enquanto isso passava o pau na sua racha.
Eu - Agora diga que é a mamãe puta
Ana - Sou a mamãe puta!!
Comecei a enfiar o pau.
Eu - E o que a mamãe puta quer?
Ana - Seu pau!!
Eu - Hahaha, tive que ensinar sua menina a dizer isso.
Ana - Faz tempo que queria dizer isso, enfia em mim!!
Continuei brincando com sua buceta, enfiando a ponta do pau e tirando. Ela tentava recuar para enfiar mais, mas eu não deixava.
Eu - Diga o nome do seu marido, a empresa dele, que ele é um impotente e um corno...
Ana - Porra!! Meu marido se chama Manuel... trabalha na... na... É um corno!! a partir de agora é o maior corno de Rosário, sua mulher e sua filha comem o mesmo pau... Tá bom assim?
Eu - Perfeito.
Continuei empurrando até enfiar tudo. Ela uivava.
Ana- puta, que gostoso!
Eu . Gostou, mamãe puta?.
Ana - Adorei.
Continuei comendo ela até não aguentar mais, saí da sua use the word: buceta e me aproximei do rosto dela, gozando em cima.
Ana - Ummm, adorei.
Eu, se masturbe e goze de novo olhando para a câmera enquanto engole minha porra, é um vídeo dedicado ao corno do seu marido, então faça direito.
Ela se ajoelhou e com um dedo recolhia o sêmen do rosto e levava à boca, com a outra mão enfiava os dedos na use the word: buceta, seus peitos tremiam e o rosto estava vermelho... demorou um pouco mas gozou murmurando corno!! corno!!
Ana - E agora? vai me foder quando quiser??
Eu - Hahaha, não seja tarada. A putinha me disse que o corno está viajando.
Ana - Sim, alguns dias.
Eu - Bom.
Eu - E agora se vista e faça o que eu mandei.
Ela se vestiu e foi embora, parei a câmera e mandei uma mensagem para a Mariana dizendo para passar em casa antes de ir para a dela.
Às seis da tarde apareceu minha putinha.
Mariana - Fala.
Eu - Esta tarde quero que você converse com sua irmã e, de repente, mostre a buceta toda depilada, para ela se surpreender, tem que convencê-la a se depilar também.
Mariana - mas pra quê? ela não é como eu, é mais recatada, a gente fala de homens sim, mas daí a ter fotos pornô, nem louca.
Eu - Tem que convencer, se oferece para depilar ela e aproveita para meter a mão, deixar ela excitada, vou te dar a câmera e você filma tudo e de quebra mata sua vontade de ficar com outra mulher.
Mariana - não vai ser fácil, mas vou fazer, sei que ela também se masturba.
Eu - bom, então fica mais fácil, diz que passar os dedos com a buceta toda lisinha é mais intenso. Ah, fala pra sua mãe subir, vão querer ficar sozinhas, né?
Mariana foi embora e minutos depois a Ana chegou em casa, mal entrou, tirou a blusa que estava usando, não tinha colocado sutiã, então seus peitos saíram do confinamento do tecido.
Enquanto dávamos tempo para as garotas ficarem sozinhas, ficamos conversando sobre várias coisas, que ela Ela foi criada sempre muito próxima da religião, e foi lá que conheceu o marido, que foi o primeiro homem da sua vida e seu único namorado. Pedi que preparasse algo para comer, mas nua, ela não hesitou em tirar toda a roupa, tinha trocado a roupa íntima, era menor, mas não menos horrorosa, era uma calcinha totalmente antiestética para um corpo como o da Ana.
Eu – Ana, vamos ter que trocar toda essa roupa horrível que você tem, nem dá vontade de te comer vendo você com essas calçolas enormes.
Ana – amanhã eu vou às compras, mas depois do jantar, vamos fazer amor, estou muito excitada
Eu – fazer amor?, nem fodendo, vou te comer, como se fode uma puta, e você está excitada?, melhor dizendo você vai ficar com tesão como uma puta no cio.
Ana – sim estou com tesão e quero que você meta, tudo, que me faça gozar e me dê o leitinho na boca.
Eu – assim que eu gosto de te ouvir falar.
Comemos um petisco que Ana preparou rapidamente e acompanhamos com um vinho suave, que teve o efeito desejado na Ana, suas bochechas ficaram vermelhas e dava para ver que ela estava nervosa, fechava as pernas e abria, até que se levantou, arrancou (literalmente) minhas calças e cueca e começou a chupar meu pau como um bezerro faminto. Quando estava prestes a gozar, a levantei e virando-a, fui sentando-a sobre o pau, que foi entrando suavemente na buceta que era um mar de fluidos. Ela ficou pulando no meu pau até que agarrou os peitos e beliscou forte os mamilos, tendo um orgasmo que por costume silenciou. Eu meti mais forte, e com uma forte palmada na bunda, disse para ela gritar o que quisesse, e Ana se soltou completamente, sem parar de pular em cima de mim, gritava:
Ahhhhhhh, que prazer, aaaahhhhhhhhm como você me come filho da putaaaaaaa, ahhhhhhhhhh, mmmmmmmmmm siiiiiiiii estou gozando de novo, ahhhhhahhhhhhhhhhhhh.
Depois de um orgasmo tão intenso, Ana estava vermelha, ofegante, com os olhos fechados, suas costas suadas contra meu peito; meu pau ainda estava dentro dela, tive a ideia de fazer força com os músculos da base do pau e endurecê-lo dentro dela. Foi aí que descobri que Ana era multiorgásmica, porque imediatamente ela começou a se mexer de novo, chegando a um novo orgasmo em minutos.
Ana – quero que me arrombe o cu como fez com minha filha.
Eu – isso fica pra depois, agora você tem que me chupar e engolir tudo que sair, sem desperdiçar nada.
Ana, muito aplicada, me chupou até que, me contorcendo, eu despejei todo o conteúdo da minha próstata na boquinha sedenta dela. Ana se surpreendeu, mas fazendo um esforço, engoliu tudo.
Eu – Bom, é hora de voltar pra casa, se vista e vá direto pro quarto das meninas ver o que está rolando.
Ana – com o que vou me encontrar?
Eu – hmm, não sei.
Ela me deu um beijo profundo na boca que ainda dava pra sentir o gosto do sêmen, mas como era meu, não me importei.
Pouco depois, recebi uma mensagem da minha putinha: "deu tudo certo". Com um sorriso de orelha a orelha, fui dormir. Tinha uma terça-feira complicada, com uma apresentação importante para uns clientes importantes da empresa. A nova dona ia estar presente, então tinha que acordar bem cedo pra preparar tudo. Naquela terça, levantei mais cedo que o normal, por isso não vi minha vizinha como tinha pedido. Deixei um bilhete dizendo que nos veríamos à tarde.
Foi um dia realmente cheio de surpresas. A apresentação foi excelente, e conquistamos um cliente importante. A senhora Laura me chamou no escritório e me parabenizou pelos resultados, dizendo que no fim do mês eu seria recompensado pelo esforço.
Cheguei em casa e troquei de roupa. Fiz um pouco de barulho no chão do meu apartamento pra avisar à putinha que tinha chegado. Não passaram cinco minutos e ela já estava entrando na minha casa. Fechou a porta, se ajoelhou, abaixou meu shorts e começou a chupar meu pau. Enquanto ela fazia isso, vi que a câmera estava sobre a mesa; eu tinha deixado lá de manhã. Falei pra Mariana que se deixasse porque eu queria ver o que ela tinha gravado, conectei no televisor e apareceram ela e a irmã, as duas de calcinha e sutiã. Mariana comentou que tinha depilado tudo e que era super confortável, além de como era bom se masturbar sem pelos.
Mariana – Você não tem ideia do conforto que é, e além disso, quando você passa os dedinhos, a sensação é muito melhor.
Marina – E você de onde tirou essa ideia de raspar tudo? – disse rindo.
Mariana – A gente sempre comenta isso entre minhas amigas, quer ver como ficou?
Marina – Nããão, você tá maluca.
Mariana – Ah, mana, que santinha você é, olha como ficou – e tirou a calcinha que estava usando.
Marina primeiro virou o rosto, mas a curiosidade falou mais alto e ela começou a olhar. Dava pra ver que Mariana já estava excitada, então sentou na cama e abriu as pernas, mostrando pra irmã toda a buceta sem um único pelo.
Mariana – Se quiser, eu deixo a sua igual.
Marina – Sei não, a verdade é que parece bem melhor que essa floresta que eu tenho aqui embaixo – disse e mostrou toda a mata ruiva pra Mariana.
Marina – Tá bom, mas com cuidado, hein? Não vai me machucar.
Mariana – Vou no banho pegar a máquininha e a espuma do papai, ah, e um creme pra não irritar.
Mariana foi e voltou num instante, com uma toalha e os utensílios para depilar Marina, que estava um pouco envergonhada. Com um pouco de resistência da irmã, Marina pôs mãos à obra, demorando mais do que o necessário nas áreas próximas ao clitóris e aos pequenos lábios da buceta de Marina.
Quando Marina relaxou, fechou os olhos e Mariana aproveitava pra olhar pra câmera e sorrir, enquanto a irmã soltava pequenos gemidos. Ela estava muito excitada. Mariana, quando terminou de cortar o matagal, passou um óleo por toda a região e Marina já não se aguentava, gemia com vontade. Então Mariana aproximou a boca e deu uma lambida por toda a buceta da irmã, que abriu os olhos, mas não mudou de posição, Mariana entendeu isso como um sinal claro para continuar, então dedicou-se a chupar sua irmã até que ela teve um orgasmo intenso.
Capturei as melhores imagens do vídeo onde se via Marina nua tocando a própria buceta, e mais tarde passando as mãos com creme, que Mariana propositalmente havia colocado no lugar errado. Guardei em formato de imagem, criei um e-mail fantasma e enviei para Marina, com o título "te viram"...
Na segunda-feira de manhã, ela me acordou aparecendo na minha cama com seu uniforme, simplesmente puxou o lençol e enfiou meu pau na boca. Vê-la com o rabo empinado, a mochila da faculdade e chupando pau como uma profissional fez com que eu não aguentasse muito. Gozei na boca dela, disse para não lavar e ir assim para a aula. Dei dinheiro para ela comprar pílulas anticoncepcionais, não queria uma gravidez, pelo menos não tão cedo. Depois fui trabalhar.
Cinco minutos depois de chegar em casa à tarde, tocaram a campainha.
Ana – Você é um pervertido filho da puta!
Eu – Sim.
Ana – Vou contar para meu marido e vamos te denunciar!!
Eu – Acho que não.
Ana – Filho da puta, como assim não?
Eu – Primeiro, a garota já tem idade em que, se o sexo for consentido, não é crime; segundo, como você deve ter visto no vídeo, mais consentido impossível, ela até me pede para enfiar meu pau na sua buceta. Terceiro, você é muito mal comida, tenho seu diário e não quer que seu marido saiba que você chora nos cantos pedindo pau, nem que sua filha já é uma putinha completa.
Ana – Mas…!!
Eu – Mas nada, você não está aqui por isso.
Ana – E por que estou aqui então?
Eu – Porque você é uma mãe invejosa e não consegue aceitar que as pessoas aproveitem o sexo e você não.
Ana – Não, ela é só uma garotinha!!
Eu – De garotinha já tem pouco, como você deve ter visto, mas entra e a gente discutimos.
Fechei a porta atrás dela, entramos na sala, sentei no sofá, ela ficou em pé.
Ana – Te tratamos como um amigo, meu marido te convidou pra jantar em casa!
Eu – Hahaha, é, talvez não devesse ter feito isso.
Ana – E o que você quer?
Eu – Você, tá muito gostosa, precisa de uma boa foda e olha que sorte, moro logo acima.
Ana – Nem fodendo, deixa minha filha em paz e esquece a gente.
Eu – Sua filha? Sua filha não quer se separar do meu pau.
Apertei o play da TV e saiu a cena daquela manhã, a filha dela com as pastas da faculdade chupando meu pau, era a parte final, dava pra ver quando eu gozava na boca dela, ela sorria, me agradecia e ia embora. Ana olhava a tela com os olhos arregalados.
Eu – Olha, ela já fode que é uma profissional, e chupa pau que é uma maravilha, posso fazer coisas com ela que você nem imagina, nessa idade elas são muito maleáveis. Ou então, posso fazer com você.
Ana – E o que faria comigo?
Já começava a ceder, isso me excitou.
Eu – Ela é minha putinha, eu adoro. Vou controlar o que ela faz e com quem por muito tempo, vai ser divertido. Mas eu quero uma puta, uma mascote, uma promíscua sem nenhum tipo de consciência, pode ser ela ou você.
Ana – E vai deixá-la em paz?
Eu – Nem fudendo, ela é gostosa demais, mas digamos que as coisas não vão passar de um certo nível. Com você não vai ser assim, vou fazer o que me der na telha sem nenhum tipo de limite, mas não vou te causar marcas físicas e não vou acabar com seu casamento.
Ela chorava de raiva, me olhava, olhava a tela, descobriu a câmera que estava gravando, mas se limitou a olhar pra ela e pra mim.
Ana – O que eu tenho que fazer?
Eu – Pra começar, mostra esses peitos, puta.
Ana – Não me chama assim.
Eu – Vou te chamar do jeito que eu quiser, tira os peitos, puta.
Ela começou a desabotoar, usava uma blusa de gola alta, olhava pro chão...
Eu – Me olha!!
Ela continuou desabotoando... tirou a blusa e ficou à vista seu par de peitos espetacular. peitos sob um sutiã horroroso cor da pele.
Eu - Tira esse sutiã, putinha, me mostra esses dois peitões estupendos.
Ana - Não chame eles assim
Eu - E como você quer que eu chame?? peitos?? kkkk, são grandes e lindos, são os peitos da minha putinha e vou chamar como eu quiser.
Ela soltou o sutiã, quando caiu no chão ela se cobriu com as mãos. Me olhou, não foi preciso mais, afastei suas mãos, me levantei e fiquei atrás dela. A agarrei pelos cotovelos e coloquei suas mãos atrás da cabeça, empurrei um pouco suas costas para que ela estufasse o peito. Fiquei na frente dela admirando. Me aproximei ajoelhando na frente dela, desabotoei sua calça. E de uma puxada baixei a calça e a calcinha horrorosa. Ela tremia, mas não se moveu, me afastei para contemplá-la.
Eu - Você é muito linda, putinha, não entendo o imbecil do seu marido, sério que ele te fica de calcinha??
Ana - Sim, ele é meio santarrão.
Eu - Pois é uma pena, com esse corpo você tá pedindo pra ser montada que nem uma puta, você grita com ele?
Ana - Nem de brincadeira, ele me levaria no médico, ou pior, no pastor.
Eu - Você gostaria de gritar quando te fode.
Ana - Normalmente nem dá tempo de eu esquentar direito, sozinha... eu gosto de gemer, com ele na verdade não.
Eu - E ele não te vê pelada?
Ana - Ele sai do quarto quando me visto, e no banheiro tenho que trancar a porta, o que mais você quer? você já leu.
Eu - Nada, só deixar claro em quem você vai transformar num corno. O vídeo da sua filha te excitou?
Ana - Não deu tempo, eu estava muito brava, na verdade.
Eu - Bom, senta nesse sofá, abre as pernas nos braços do sofá, vamos ter uma sessão de vídeos.
Mudei a câmera de lugar, dava pra ver ela de pernas abertas e a tela da televisão. Coloquei todos os vídeos que tinha gravado da Mariana, em ordem, desde a declaração de amor no primeiro dia, a mensagem pra mãe depois da primeira chupada de pau, as fotos no provador, a perda da virgindade... e a chupada daquela amanhã. Ela olhava admirada.
Ana - Não acredito, minha menina.
Eu - Ela não é mais, agora é minha putinha, igual à mamãe, brinca com sua buceta e com seus peitos, faça uma boa masturbação enquanto vê sua filha se transformar na minha putinha.
Ela começou a acariciar os seios, a brincar com sua buceta, sua respiração foi ficando ofegante conforme os diferentes vídeos passavam, ela suspirava. Esqueceu de mim, enfiava os dedos na sua racha gemendo, no final teve um orgasmo intenso e me olhou.
Ana – Você é um pervertido.
Eu - E você uma porca, acabou de ver os vídeos pornô da sua menina.
Ana - É, acho que sou, vai fazer o mesmo comigo que fez com ela?
Eu - E mais coisas.
Ana - Como o quê?
Fique de quatro no chão, vou te comer para finalizar nosso acordo.
Coloquei a câmera na frente em uma cadeira na mesma altura do rosto dela, dava para ver suas tetas balançando.
Eu - Olhe para a câmera e diga seu nome completo e endereço...
Ela olhou para a câmera e fez o que eu mandei... eu enquanto isso passava o pau na sua racha.
Eu - Agora diga que é a mamãe puta
Ana - Sou a mamãe puta!!
Comecei a enfiar o pau.
Eu - E o que a mamãe puta quer?
Ana - Seu pau!!
Eu - Hahaha, tive que ensinar sua menina a dizer isso.
Ana - Faz tempo que queria dizer isso, enfia em mim!!
Continuei brincando com sua buceta, enfiando a ponta do pau e tirando. Ela tentava recuar para enfiar mais, mas eu não deixava.
Eu - Diga o nome do seu marido, a empresa dele, que ele é um impotente e um corno...
Ana - Porra!! Meu marido se chama Manuel... trabalha na... na... É um corno!! a partir de agora é o maior corno de Rosário, sua mulher e sua filha comem o mesmo pau... Tá bom assim?
Eu - Perfeito.
Continuei empurrando até enfiar tudo. Ela uivava.
Ana- puta, que gostoso!
Eu . Gostou, mamãe puta?.
Ana - Adorei.
Continuei comendo ela até não aguentar mais, saí da sua use the word: buceta e me aproximei do rosto dela, gozando em cima.
Ana - Ummm, adorei.
Eu, se masturbe e goze de novo olhando para a câmera enquanto engole minha porra, é um vídeo dedicado ao corno do seu marido, então faça direito.
Ela se ajoelhou e com um dedo recolhia o sêmen do rosto e levava à boca, com a outra mão enfiava os dedos na use the word: buceta, seus peitos tremiam e o rosto estava vermelho... demorou um pouco mas gozou murmurando corno!! corno!!
Ana - E agora? vai me foder quando quiser??
Eu - Hahaha, não seja tarada. A putinha me disse que o corno está viajando.
Ana - Sim, alguns dias.
Eu - Bom.
Eu - E agora se vista e faça o que eu mandei.
Ela se vestiu e foi embora, parei a câmera e mandei uma mensagem para a Mariana dizendo para passar em casa antes de ir para a dela.
Às seis da tarde apareceu minha putinha.
Mariana - Fala.
Eu - Esta tarde quero que você converse com sua irmã e, de repente, mostre a buceta toda depilada, para ela se surpreender, tem que convencê-la a se depilar também.
Mariana - mas pra quê? ela não é como eu, é mais recatada, a gente fala de homens sim, mas daí a ter fotos pornô, nem louca.
Eu - Tem que convencer, se oferece para depilar ela e aproveita para meter a mão, deixar ela excitada, vou te dar a câmera e você filma tudo e de quebra mata sua vontade de ficar com outra mulher.
Mariana - não vai ser fácil, mas vou fazer, sei que ela também se masturba.
Eu - bom, então fica mais fácil, diz que passar os dedos com a buceta toda lisinha é mais intenso. Ah, fala pra sua mãe subir, vão querer ficar sozinhas, né?
Mariana foi embora e minutos depois a Ana chegou em casa, mal entrou, tirou a blusa que estava usando, não tinha colocado sutiã, então seus peitos saíram do confinamento do tecido.
Enquanto dávamos tempo para as garotas ficarem sozinhas, ficamos conversando sobre várias coisas, que ela Ela foi criada sempre muito próxima da religião, e foi lá que conheceu o marido, que foi o primeiro homem da sua vida e seu único namorado. Pedi que preparasse algo para comer, mas nua, ela não hesitou em tirar toda a roupa, tinha trocado a roupa íntima, era menor, mas não menos horrorosa, era uma calcinha totalmente antiestética para um corpo como o da Ana.
Eu – Ana, vamos ter que trocar toda essa roupa horrível que você tem, nem dá vontade de te comer vendo você com essas calçolas enormes.
Ana – amanhã eu vou às compras, mas depois do jantar, vamos fazer amor, estou muito excitada
Eu – fazer amor?, nem fodendo, vou te comer, como se fode uma puta, e você está excitada?, melhor dizendo você vai ficar com tesão como uma puta no cio.
Ana – sim estou com tesão e quero que você meta, tudo, que me faça gozar e me dê o leitinho na boca.
Eu – assim que eu gosto de te ouvir falar.
Comemos um petisco que Ana preparou rapidamente e acompanhamos com um vinho suave, que teve o efeito desejado na Ana, suas bochechas ficaram vermelhas e dava para ver que ela estava nervosa, fechava as pernas e abria, até que se levantou, arrancou (literalmente) minhas calças e cueca e começou a chupar meu pau como um bezerro faminto. Quando estava prestes a gozar, a levantei e virando-a, fui sentando-a sobre o pau, que foi entrando suavemente na buceta que era um mar de fluidos. Ela ficou pulando no meu pau até que agarrou os peitos e beliscou forte os mamilos, tendo um orgasmo que por costume silenciou. Eu meti mais forte, e com uma forte palmada na bunda, disse para ela gritar o que quisesse, e Ana se soltou completamente, sem parar de pular em cima de mim, gritava:
Ahhhhhhh, que prazer, aaaahhhhhhhhm como você me come filho da putaaaaaaa, ahhhhhhhhhh, mmmmmmmmmm siiiiiiiii estou gozando de novo, ahhhhhahhhhhhhhhhhhh.
Depois de um orgasmo tão intenso, Ana estava vermelha, ofegante, com os olhos fechados, suas costas suadas contra meu peito; meu pau ainda estava dentro dela, tive a ideia de fazer força com os músculos da base do pau e endurecê-lo dentro dela. Foi aí que descobri que Ana era multiorgásmica, porque imediatamente ela começou a se mexer de novo, chegando a um novo orgasmo em minutos.
Ana – quero que me arrombe o cu como fez com minha filha.
Eu – isso fica pra depois, agora você tem que me chupar e engolir tudo que sair, sem desperdiçar nada.
Ana, muito aplicada, me chupou até que, me contorcendo, eu despejei todo o conteúdo da minha próstata na boquinha sedenta dela. Ana se surpreendeu, mas fazendo um esforço, engoliu tudo.
Eu – Bom, é hora de voltar pra casa, se vista e vá direto pro quarto das meninas ver o que está rolando.
Ana – com o que vou me encontrar?
Eu – hmm, não sei.
Ela me deu um beijo profundo na boca que ainda dava pra sentir o gosto do sêmen, mas como era meu, não me importei.
Pouco depois, recebi uma mensagem da minha putinha: "deu tudo certo". Com um sorriso de orelha a orelha, fui dormir. Tinha uma terça-feira complicada, com uma apresentação importante para uns clientes importantes da empresa. A nova dona ia estar presente, então tinha que acordar bem cedo pra preparar tudo. Naquela terça, levantei mais cedo que o normal, por isso não vi minha vizinha como tinha pedido. Deixei um bilhete dizendo que nos veríamos à tarde.
Foi um dia realmente cheio de surpresas. A apresentação foi excelente, e conquistamos um cliente importante. A senhora Laura me chamou no escritório e me parabenizou pelos resultados, dizendo que no fim do mês eu seria recompensado pelo esforço.
Cheguei em casa e troquei de roupa. Fiz um pouco de barulho no chão do meu apartamento pra avisar à putinha que tinha chegado. Não passaram cinco minutos e ela já estava entrando na minha casa. Fechou a porta, se ajoelhou, abaixou meu shorts e começou a chupar meu pau. Enquanto ela fazia isso, vi que a câmera estava sobre a mesa; eu tinha deixado lá de manhã. Falei pra Mariana que se deixasse porque eu queria ver o que ela tinha gravado, conectei no televisor e apareceram ela e a irmã, as duas de calcinha e sutiã. Mariana comentou que tinha depilado tudo e que era super confortável, além de como era bom se masturbar sem pelos.
Mariana – Você não tem ideia do conforto que é, e além disso, quando você passa os dedinhos, a sensação é muito melhor.
Marina – E você de onde tirou essa ideia de raspar tudo? – disse rindo.
Mariana – A gente sempre comenta isso entre minhas amigas, quer ver como ficou?
Marina – Nããão, você tá maluca.
Mariana – Ah, mana, que santinha você é, olha como ficou – e tirou a calcinha que estava usando.
Marina primeiro virou o rosto, mas a curiosidade falou mais alto e ela começou a olhar. Dava pra ver que Mariana já estava excitada, então sentou na cama e abriu as pernas, mostrando pra irmã toda a buceta sem um único pelo.
Mariana – Se quiser, eu deixo a sua igual.
Marina – Sei não, a verdade é que parece bem melhor que essa floresta que eu tenho aqui embaixo – disse e mostrou toda a mata ruiva pra Mariana.
Marina – Tá bom, mas com cuidado, hein? Não vai me machucar.
Mariana – Vou no banho pegar a máquininha e a espuma do papai, ah, e um creme pra não irritar.
Mariana foi e voltou num instante, com uma toalha e os utensílios para depilar Marina, que estava um pouco envergonhada. Com um pouco de resistência da irmã, Marina pôs mãos à obra, demorando mais do que o necessário nas áreas próximas ao clitóris e aos pequenos lábios da buceta de Marina.
Quando Marina relaxou, fechou os olhos e Mariana aproveitava pra olhar pra câmera e sorrir, enquanto a irmã soltava pequenos gemidos. Ela estava muito excitada. Mariana, quando terminou de cortar o matagal, passou um óleo por toda a região e Marina já não se aguentava, gemia com vontade. Então Mariana aproximou a boca e deu uma lambida por toda a buceta da irmã, que abriu os olhos, mas não mudou de posição, Mariana entendeu isso como um sinal claro para continuar, então dedicou-se a chupar sua irmã até que ela teve um orgasmo intenso.
Capturei as melhores imagens do vídeo onde se via Marina nua tocando a própria buceta, e mais tarde passando as mãos com creme, que Mariana propositalmente havia colocado no lugar errado. Guardei em formato de imagem, criei um e-mail fantasma e enviei para Marina, com o título "te viram"...
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