Minhas Vizinhas Gêmeas 3

Mariana voltou duas horas depois, entreguei o CD e vi que a calcinha da mãe dela estava completamente encharcada com meu esperma e os fluidos da buceta dela. Ela subiu pra deixar o DVD e a peça no lugar, e pegou uma cópia das chaves da casa dela. Eu também dei uma cópia das minhas pra ela poder entrar e me acordar de manhã. O resto do dia passamos entre boquetes, vendo vídeos pornô, conversando sobre o que a excitava e o que não... Planejando a dominação da mãe dela. Ela me disse que não queria que eu fosse suave, que ela estava muito dominada pelo pai e precisava de um tratamento duro.

Na segunda de manhã, ela me acordou aparecendo na minha cama com o uniforme dela, simplesmente puxou o lençol e enfiou meu pau na boca. Ver ela com o rabo de cavalo no cabelo, o blazer da faculdade e chupando pau como uma profissional fez eu não aguentar muito. Gozei na boca dela, mandei ela não lavar e ir assim pra aula. Dei dinheiro pra ela comprar pílula anticoncepcional, não queria uma gravidez, pelo menos tão cedo. Depois fui trabalhar.

Cinco minutos depois de chegar em casa à tarde, a campainha tocou.

Ana - Seu filho da puta pervertido!
Eu - Sim.
Ana - Vou contar pro meu marido e vamos te denunciar!!
Eu - Acho que não.
Ana - Filho da puta, como assim não?
Eu - Primeiro, a menina já tem idade em que sexo consentido não é crime. Segundo, como você viu no vídeo, não tem como ser mais consentido, ela até pede pra eu enfiar meu pau na buceta dela. Terceiro, você é muito mal comida, tenho seu diário e você não quer que seu marido saiba que você chora pelos cantos pedindo pau, nem que sua filha já é uma putinha completa.
Ana - Mas..!!
Eu - Mas nada, você não tá aqui por isso.
Ana - E por que eu tô aqui?
Eu - Porque você é uma mãe invejosa e não consegue aceitar que as pessoas curtam sexo e você não.
Ana - Não, ela é só uma criança!!
Eu - De criança ela já tem pouco, como você viu, mas entra e a gente discutimos.

Fechei a porta atrás dela, entramos na sala, sentei no sofá, ela ficou de pé.

Ana – Tratamos você como amigo, meu marido te convidou pra jantar em casa!

Eu – Kkkk, é, talvez ele não devia ter feito isso.

Ana – E o que você quer?

Eu – Você, você é muito gostosa, precisa ser comida e olha que sorte, moro bem em cima.

Ana – Nem fudendo, deixa minha filha em paz e esquece a gente.

Eu – Sua filha? Sua filha não quer se separar da minha pica.

Apertei o play na TV e apareceu a cena daquela manhã, a filha dela com as pastas da faculdade chupando minha pica, era a parte final, dava pra ver quando eu gozava na boca dela, ela sorria, me agradecia e ia embora. Ana olhava pra tela com os olhos arregalados.

Eu – Olha, ela já fode como uma profissional, e chupa pica que é uma maravilha, posso fazer coisas com ela que você nem imagina, nessa idade são muito moldáveis. Ou então, posso fazer com você.

Ana – E o que você faria comigo?

Já começava a ceder, isso me agradava.

Eu – Ela é minha putinha, adoro ela. Vou controlar o que ela faz e com quem por muito tempo, vai ser divertido. Mas quero uma puta, um bichinho de estimação, uma vadia sem nenhum tipo de consciência, pode ser ela ou você.

Ana – E você vai deixar ela em paz?

Eu – Nem ferrando, ela é gostosa demais, mas digamos que as coisas não vão passar de um certo nível, com você não vai ser assim, vou fazer o que eu quiser sem nenhum limite, mas não vou te deixar marcas físicas e não vou destruir seu casamento.

Ela chorava de raiva, me olhava, olhava pra tela, descobriu a câmera que tava gravando ela, mas só olhou pra ela e depois pra mim.

Ana – O que eu tenho que fazer?

Eu – Pra começar, mostra esses peitos, puta.

Ana – Não me chama assim.

Eu – Vou te chamar do que eu quiser, tira os peitos, puta.

Ela começou a se desabotoar, tava com uma camisa de gola alta, olhando pro chão...

Eu – Olha pra mim!!

Ela continuou desabotoando... tirou a camisa e ficou à vista o par espetacular dela. Peitos debaixo de um sutiã horrível cor de pele.

Eu - Tira esse sutiã, sua puta, me mostra essas duas tetas maravilhosas.

Ana - Não chama elas assim.

Eu - E como você quer que eu chame?? Peitos?? hahaha, são grandes e lindas, são as tetas da minha puta e vou chamar do jeito que eu quiser.

Ela soltou o sutiã, quando caiu no chão se cobriu com as mãos. Me olhou, não precisei de mais nada, ela afastou as mãos, eu levantei e fiquei atrás dela. Segurei pelos cotovelos e coloquei as mãos dela atrás da cabeça, empurrei um pouco as costas dela pra ela arrebitar o peito. Fiquei na frente dela admirando. Me aproximei ajoelhando na frente dela, desabotoei a calça dela. E de um puxão baixei a calça e a calcinha horrível. Ela tremia, mas não se mexeu, me afastei pra contemplar ela.

Eu - Você é muito gostosa, sua puta, não entendo o idiota do seu marido, ele realmente te come coberta??

Ana - Sim, ele é meio santarrão.

Eu - Pois é uma pena, com esse corpo você tá pronta pra ser montada como uma puta, você geme com ele?

Ana - Nem fodendo, ele me levaria pro médico, ou pior, pro pastor.

Eu - Você gostaria de gemer quando te comem.

Ana - Na verdade ele nem me dá tempo de esquentar, sozinha... eu gosto de gemer, com ele não.

Eu - E ele não te vê nua?

Ana - Ele sai do quarto quando eu me visto, e no banheiro tenho que trancar a porta, o que mais você quer? já leu tudo.

Eu - Nada, só deixar claro quem você vai transformar num corno. O vídeo da sua filha te excitou?

Ana - Não deu tempo, tava puta demais, pra ser sincera.

Eu - Beleza, senta naquele sofá, abre as pernas apoiando nos braços, vamos ter uma sessão de vídeos.

Mudei a câmera de lugar, dava pra ver ela de pernas abertas e a tela da televisão. Coloquei todos os vídeos que tinha gravado da Mariana, em ordem, desde a declaração de amor no primeiro dia, a mensagem pra mãe depois da primeira chupada de pau, as fotos do provador, a perda da virgindade... e a chupada naquela amanhã. Ela olhava admirada.
Ana - Não acredito, minha filha.
Eu - Já não é mais, agora é minha putinha, igual à mãe dela, brinca com sua buceta e com seus peitos, faz uma boa siririca enquanto vê sua filha virar minha putinha.

Ela começou a se acariciar os peitos, a brincar com a buceta, a respiração dela foi ficando ofegante conforme os vídeos passavam, ela gemia. Se esqueceu de mim, enfiava os dedos na rachadura dela gemendo, no final gozou num orgasmo intenso e me olhou.
Ana - Você é um pervertido.
Eu - E você uma porca, gozou vendo os vídeos pornô da sua filha.
Ana - Sim, acho que sou, vai fazer o mesmo comigo que com ela?
Eu - E mais coisas.
Ana - Tipo o quê?
Fica de quatro no chão, vou te comer pra fechar nosso trato.

Coloquei a câmera na frente numa cadeira na mesma altura do rosto dela, dava pra ver os peitos dela balançando.
Eu - Olha pra câmera e diz teu nome completo e endereço...
Ela olhou pra câmera e fez o que eu mandava... eu enquanto passava a pica na rachadura dela.
Eu - Agora diz que é a mamãe putinha.
Ana - Sou a mamãe putinha!!
Comecei a enfiar a pica nela.
Eu - E o que a mamãe putinha quer?
Ana - Tua pica!!
Eu - Hahaha, tua filha eu tive que ensinar a falar isso.
Ana - Fazia tempo que queria falar isso, enfia em mim!!

Continuei brincando com a buceta dela, enfiando a ponta da pica e tirando. Ela tentava recuar pra enfiar mais fundo, mas eu não deixava.
Eu - Diz o nome do teu marido, a empresa dele, que ele é um impotente e um corno...
Ana - Porra!! Meu marido se chama Manuel... trabalha em... em... Ele é um corno!! a partir de agora é o maior corno de Rosário, a mulher e a filha dele tão pegando a mesma pica... Tá bom assim?
Eu - Perfeito.

Continuei empurrando até enfiar tudo. Ela uivava.
Ana - A putinha, que delícia!
Eu - Gostou, mamãe putinha?
Ana - Adoro.

Continuei comendo ela até não aguentar mais, saí da buceta dela. use the word: pussy e me aproximei do rosto dela, gozando em cima dela.

Ana - Hummm, adorei.

Eu - Bate uma e goza de novo olhando pra câmera enquanto engole meu gozo, é um vídeo dedicado ao corno do seu marido, então faz direito.

Ela se ajoelhou e com um dedo recolhia o sêmen do rosto, colocando na boca, com a outra mão enfiava os dedos na use the word: pussy, os peitos dela tremiam e o rosto estava vermelho... demorou um pouco, mas ela acabou murmurando corno!! corno!!

Ana - E agora? Você vai me foder quando quiser??

Eu - Haha, não seja tarada. A puta me disse que o corno está viajando.

Ana - Sim, uns dois dias.

Eu - Beleza.

Eu - E agora se veste e faz o que eu mandei.

Ela se vestiu e foi embora, parei a câmera e mandei um SMS pra Mariana dizendo pra ela passar em casa antes de ir pra dela.

Às seis da tarde minha puta apareceu.

Mariana - Fala.

Eu - Essa tarde quero que você converse com sua irmã e, como quem não quer nada, mostre a pussy toda pelada, pra ela se surpreender, você tem que convencer ela a também se depilar igual você.

Mariana - Mas pra quê? Ela não é igual a mim, ela é mais recatada, a gente fala de caras sim, mas de lá a ter fotos pornô nem louca.

Eu - Você tem que convencer ela, se oferece pra depilar ela e aproveita pra passar a mão, deixar ela com tesão, eu vou te dar a câmera e você vai filmar tudo e de quebra ainda realiza sua vontade de ficar com outra mulher.

Mariana - Não vai ser fácil, mas vou fazer, sei que ela também se mast... bate uma.

Eu - Bom, fica mais fácil então, fala que passar os dedos com a pussy toda pelada é mais intenso. Ah, manda sua mãe subir, vocês vão querer ficar sozinhas, né?

Mariana foi embora e em minutos a Ana chegou em casa, mal entrou, tirou a camisa que tava usando, não tinha colocado sutiã, então os peitos dela escaparam do aperto do tecido.

Enquanto dávamos tempo pras meninas ficarem sozinhas, ficamos conversando sobre várias coisas, que ela Ela foi criada sempre muito próxima da religião, e foi lá que conheceu o marido, que foi o primeiro homem da vida dela e o único namorado. Pedi pra ela preparar algo pra comer, mas nua, ela não hesitou em tirar toda a roupa, tinha trocado a calcinha, era menor, mas não menos horrível, era uma calcinha totalmente antiestética pra um corpo como o da Ana.

Eu – Ana, vamos ter que trocar toda essa roupa horrível que vocês têm, nem me dá vontade de te comer te vendo com essas calcinhas de vó.

Ana – amanhã vou fazer compras, mas depois do jantar, vamos fazer amor, tô muito excitada.

Eu – fazer amor? Nem louco, vou te comer, como se fode uma puta, e que você tá excitada? Melhor dizendo, você tá no cio, igual uma puta no cio.

Ana – sim, tô no cio e quero que você meta, tudo, que me faça gozar e me dê o gozo na boca.

Eu – assim que gosto de ouvir você falar.

Comemos uma tábua de frios que a Ana preparou rapidinho e acompanhamos com um vinho suave, que fez o efeito desejado na Ana, as bochechas ficaram vermelhas e ela parecia nervosa, fechava as pernas e abria, até que se levantou, arrancou (literalmente) minha calça e cueca e começou a chupar meu pau como um bezerro faminto. Quando eu tava quase gozando, levantei ela e, virando ela de costas, fui sentando ela no meu pau, que foi entrando suavemente na buceta que era um mar de sucos. Ela ficou pulando no meu pau até que agarrou os peitos e beliscou forte os bicos, tendo um orgasmo que, por costume, ela calou. Eu bombeei mais forte, e com um tapa forte na bunda, falei pra ela gritar o que quisesse, e a Ana se soltou de vez, sem parar de pular em cima de mim, gritava:

Ahhhhhhh, que prazer, aaaahhhhhhhhm como você me come, filho da putaaaaaaa, ahhhhhhhhhh, mmmmmmmmmm siiiiiiiii tô gozando de novo, ahhhhhahhhhhhhhhhhhh.

Depois desse orgasmo tão foda, a Ana tava vermelha, ofegante, de olhos fechados, as costas suadas contra meu peito; meu pau Eu ainda estava dentro dela quando tive a ideia de contrair os músculos da base da pica e endurecer dentro dela. Foi aí que descobri que a Ana era multiorgásmica, porque ela começou a se mexer de novo e gozou de novo em minutos.

Ana – quero que você arrebente meu cu igual fez com minha filha.

Eu – isso é pra depois, agora você vai me chupar e engolir tudo que sair, sem desperdiçar nada.

Ana, toda prendada, me chupou até que, me contorcendo, joguei tudo que tinha na próstata na boquinha sedenta dela. Ana se surpreendeu, mas fez um esforço e engoliu tudo.

Eu – Bom, hora de voltar pra casa. Se veste e vai direto pro quarto das meninas ver o que tá rolando.

Ana – O que vou encontrar?

Eu – hmm, sei lá.

Ela me deu um beijo profundo na boca que ainda tinha gosto de porra, mas como era minha, não liguei.

Pouco depois, recebi um SMS da minha putinha: "deu tudo certo". Com um sorriso de orelha a orelha, fui dormir. A terça-feira ia ser complicada, tinha uma apresentação importante pra uns clientes grandes da empresa. A nova dona ia estar presente, então tinha que acordar cedo pra preparar tudo. Naquela terça, acordei mais cedo que o normal, então não vi minha vizinha como tinha pedido. Deixei um bilhete dizendo que a gente se via à tarde.

Foi um dia cheio de surpresas. A apresentação foi excelente e conquistamos um cliente importante. A senhora Laura me chamou no escritório e me parabenizou pelos resultados, disse que no fim do mês eu seria recompensado pelo esforço.

Cheguei em casa e troquei de roupa. Fiz um barulho no andar do meu apê pra putinha saber que eu tinha chegado. Não passaram cinco minutos e ela já tava entrando na minha casa. Fechou a porta, se ajoelhou, baixou meu short e começou a me chupar. Enquanto isso, vi que a câmera tava em cima da mesa; tinha deixado lá de manhã. Disse pra Mariana deixar eu ver o que tinha gravado, conectei na TV e apareceram ela e a irmã, as duas de calcinha e sutiã. Mariana comentou que tinha se depilado toda e que era super confortável, além de como era gostoso se masturbar sem pelos.

Mariana – Você não tem ideia do conforto que é, além disso, quando você passa os dedinhos, a sensação é muito melhor.

Marina – E você, de onde tirou essa ideia de se depilar toda? – disse rindo.

Mariana – A gente sempre conversa sobre isso com minhas amigas. Quer ver como ficou?

Marina – Nããão, você é louca.

Mariana – Ah, irmã, que santinha você é. Olha como ficou – e tirou a calcinha que estava usando.

Marina primeiro virou o rosto, mas a curiosidade venceu, e ela começou a olhar. Mariana já estava excitada, então sentou na cama e abriu as pernas, mostrando pra irmã toda a buceta sem um fio de pelo.

Mariana – Se quiser, deixo a sua igual.

Marina – Não sei, a verdade é que parece melhor do que essa mata que eu tenho aqui embaixo – disse, mostrando toda a pelancada ruiva pra Mariana.

Marina – Tá bom, mas com cuidado, hein, não vai me machucar.

Mariana – Vou no banheiro pegar a maquininha e a espuma do pai, ah, e um creme pra não irritar.

Mariana foi e voltou num instante, com uma toalha e os apetrechos pra depilar a Marina, que estava meio envergonhada. Com um pouco de resistência da irmã, Marina colocou a mão na massa, demorando mais do que o normal nas áreas perto do clitóris e dos lábios menores da buceta da Marina.

Quando Marina relaxou, fechou os olhos, e Mariana aproveitava pra olhar pra câmera e sorrir, enquanto a irmã soltava pequenos gemidos, estava muito tesuda. Mariana, quando terminou de cortar a moita, passou um óleo por toda a região, e Marina já não se segurava mais, gemia com vontade. Então Mariana aproximou a boca e deu uma lambida por toda a buceta da irmã, que abriu os olhos, mas não mudou de posição. posição, Mariana entendeu isso como um sinal claro pra continuar, então se dedicou a chupar a irmã até ela ter um orgasmo forte.

Capturei as melhores imagens do vídeo onde dava pra ver a Marina pelada se tocando na buceta, e depois passando as mãos com creme, que a Mariana de propósito tinha deixado mal colocado. Salvei tudo em formato de imagem, criei um e-mail fantasma e mandei pra Marina, com o título “te viram”…..

8 comentários - Minhas Vizinhas Gêmeas 3

que bueno que estan los relatos, me encantaron pero subi un par de fotos de las nenas y la mamá.
Sigue siendo un relato espectacular, pero al no consentirme con fotos de las putas, empiezo a sospechar que es verso, ademas sos muy perverso....ojalá me cierres la boca en el cap 4
bier324 +1
Al parecer tienes mucho material... comparte!!
Y cuando compartis las fotos en los relatos? O los videos
kramalo +1
jaja..!! como sigas asi, te vas a culear al viejo, tambien...jaja!!