Quando nos apresentaram o novo professor de filosofia, senti que ia desmaiar. Isso é o que dá ficar transando com tanta gente. Era óbvio que um dia isso ia acontecer.
Com X a gente tinha tido um relacionamento amoroso bonito uns anos atrás. Eu tinha dezenove anos, ele já passava dos trinta. Ficamos alguns meses, curtindo a companhia um do outro, o sexo, a intimidade, até que eu fui a responsável por terminar porque não tava apaixonada, e ele queria algo mais sério.
Ele me olhou quando entrou na sala. Pra piorar, eu tava sentada na primeira fila, do lado da mesa do professor. Tenho dessas manias de aluna puxa-saco, além de ser míope, então não dava pra sentar muito mais longe.
Ele fez o que um professor de filosofia faz: mandou todo mundo se apresentar em voz alta, mesmo já nos conhecermos. A gente tinha que falar o nome, o que esperava da vida e um sonho, pra quebrar o gelo e começar a filosofar de uma vez. Eu fui a primeira.
— Bom, é... oi... — eu tava nervosa, vermelha, e senti que ele tava curtindo aquilo — Sou Alejandra... bom, espero da vida... sei lá, nada... e meu sonho é... não tô conseguindo agora...
Meu nervosismo e minha vergonha eram terríveis. Minha cara tava roxa.
— Bom, ser a primeira inibe qualquer um — o professor me defendeu — Quero dizer que eu e a Alejandra já nos conhecemos...
Meu coração deu um pulo. Por um instante achei que ele ia dizer que a gente tinha sido namorados, afinal não tem nada de errado em confessar isso, e também não taria mentindo, só que o detalhe é que nosso rolo era secreto.
— Temos alguns amigos em comum, e já saímos juntos.
Isso me acalmou um pouco. Mas senti que ia ser refém das palavras dele o ano inteiro.
Não conseguia me concentrar. Ele falava e escrevia no quadro. Mas minha mente tava em outro lugar. Quando a gente transa com alguém por um tempo, não tem nada que a gente não conheça. E cada parte do corpo dele que eu... Olhava pra ele e me lembrava dos momentos de intimidade. Via as mãos dele e imaginava aqueles dedos enfiados em todos os meus buracos me dando prazer. Quando nossos olhares se cruzavam, eu lembrava dos olhos dele semi-cerrados por causa das cócegas do sexo. Os lábios dele continuavam me excitando, era a única coisa que eu olhava quando ele falava, aqueles lábios que tanto me beijaram, aquela boca e a língua dele nas minhas partes mais íntimas, lambendo cada cantinho mais secreto do meu corpo, me deixavam louca. Observava o peito dele, aquele peito onde apoiei minha cabeça pra dormir tantas vezes. Os braços onde eu me segurava quando a gente transava. As costas onde eu cravava minhas unhas. Aquelas coxas que batiam na minha bunda quando a gente fazia de quatro. Aqueles glúteos que eu dava tapão pra caralho.
Intimidade demais vivida pra ter um relacionamento comum. Um relacionamento profissional. Uma relação de Professor – Aluna.
Aquela primeira aula terminou. Eu não sabia se saía rápido ou ficava e cumprimentava ele como uma ex sem problemas. Pensei tanto que acabei ficando sozinha na sala.
— Como você tá? — ele me perguntou.
— Bem… me sinto meio desconfortável.
— É, normal, eu quando vi a lista de alunos também me senti estranho.
Naquela noite, me masturbei pensando nele. Revivia na minha mente os momentos mais excitantes que a gente tinha tido. Aquela primeira noite no hotel. Aquela primeira mamada. As carícias dele. Todas as lembranças me excitavam. E a gozada daquela punheta foi dedicada a ele.
Na aula seguinte, não aguentei o tesão. Não soube em nenhum momento do que ele tava falando. Tive que cruzar as pernas porque tava me molhando, sentia o tecido da minha calcinha úmido raspando a pele da minha virilha. Várias vezes me peguei mordendo o lábio inferior. Minha excitação chegou a tal ponto que tentei sentar o mais na ponta da cadeira que pude, pra minha buceta fazer contato com a borda, e dali fiz pequenos e imperceptíveis movimentos pélvicos que me Geraram um prazer imenso. Eu não conseguia acreditar que era tão puta e tarada a ponto de me masturbar no meio da aula. Meu queixo tremeu de prazer, igual quando a gente tá quase chorando e segura. Eu tava tendo um orgasmo. Juntei meus joelhos. Tive que fechar os olhos e segurar o gemido. Tinha acabado. Não só minha calcinha tava molhada, como o fluxo tinha atravessado o tecido da calça jeans azul que eu tava usando. Parecia que eu tinha mijado nas calças.
Dessa vez, fiquei sozinha na sala de propósito.
— Dá pra ir tomar alguma coisa? — ele me perguntou.
— Agora não, porque tenho aula, saio às nove.
— Dá pra ir jantar?
— Sim.
Fomos pra um restaurante afastado. Não podíamos deixar ninguém nos ver. Atravessamos a ponte e fomos comer sushi na frente do mar, era um lugar bem chique.
A conversa girou em torno do nosso relacionamento passado, sempre num tom de humor. A gente ria da gente mesmo.
— Você era bem quietinha.
— Você era bem lento.
— Você gostava de tudo.
— Você não pedia nada.
A gente riu a noite inteira. Eu já era muito mais madura do que quando tinha tido aquele relacionamento com ele. Não era mais tão quietinha. E tinha aprendido muito bem como provocar um homem sem me envergonhar. Tirei o sapato do pé direito. Levantei a perna por baixo da mesa até bater na cadeira onde o X tava sentado. Subi um pouco mais e acariciei a parte interna da coxa dele, ele que tava falando parou de repente.
— Viajei pra Europa e entã... — ele me olhou.
— Então? Continua me contando — e direcionei meu pé direto pro pau dele. Adorava sentir como o pinto dele crescia entre meus dedos. Sentia ele cada vez mais duro. Eu já vinha quente desde a tarde, então não demorei pra ficar molhada de novo.
Falei que queria que ele me levasse pro mesmo hotel que tinha me levado naquela primeira vez. Claro que ele aceitou. E fomos pra lá.
A primeira transa foi sem tirar a roupa, contra a parede. Sem boquete nem nada. Assim que entramos no quarto, a gente se beijou. Muita tesão, eu tava pegando fogo, não aguentava mais. Nem abracei ele, levei minhas mãos direto pro cinto da calça e puxei pra baixo. Ele fez o mesmo comigo. Eu tava com as costas apoiadas na parede, levantei uma perna e dobrei, a outra perna ficou de apoio, ainda com a calça e a calcinha no meu tornozelo. Ele com as calças e, pelos tornozelos, só abaixou a parte da frente da cueca, o suficiente pra deixar o pau dele duro livre. Enfiou com facilidade porque eu tava muito molhada.
- Isso, me come assim, assim, forte… - falei no ouvido dele.
Ele bombou contra meu corpo com voracidade. Eu me segurava no pescoço dele com os dois braços e apoiei o queixo no ombro dele. Tava de olhos fechados e só precisei me limitar a deixar ele me comer, ele me penetrava com tanta força que minha buceta começou a arder um pouquinho, mas meus gemidos abafaram essa dor, até que perdi a cabeça e comecei a gritar e a falar putaria como nunca tinha feito.
Falava coisas sabendo que ia me arrepender das minhas próprias palavras. Mas minha tesão era imensa. Usei cada um dos sinônimos da palavra pau pra dizer que tava gostando, usei também "me fode", "enfia", "me come", "me fode", "dá assim", "me parte", e tudo que descreve uma penetração. Gritei de prazer com todas as vogais, bom, com a letra I não. Falava no ouvido dele que adorava sentir ele na minha buceta, na minha ppk. Falei que era uma puta, uma gatinha, que era escrava dele, que fizesse o que quisesse comigo, que me dominasse. Ele ficava cada vez mais excitado com minhas palavras, então me penetrava com mais força ainda, o que me fazia gritar mais e me dava mais tesão, e por isso eu continuava falando cada vez mais putaria, e ele ficava mais excitado e me dava mais forte, um ciclo vicioso.
De qualquer forma, foi uma rapidinha. Cinco minutos durou o sexo contra a parede. Até que ele ofegou como um cavalo e o esperma dele escorreu pelas minhas pernas desde meu buraquinho vaginal. enquanto eu também chegava ao orgasmo e meus fluidos se misturavam com a viscosidade branca dele.
Sem perder tempo, nos despimos completamente. Ele estava mais musculoso do que há uns dois anos. Disse que meus peitos estavam maiores e eu me senti bem. Que minha bunda era mais gostosa do que quando eu tinha dezenove anos, mais redonda e definida, e que estava mais dura e firme. Me provocou porque, segundo ele, eu estava muito magra.
O pau dele estava perdendo a dureza e eu não podia permitir isso — uma boa puta não deixa o pinto murchar. Sentei ele na beirada da cama, deixando os ovos dele pendurados, eu me ajoelhei e comecei meu boquete, algo que todo mundo diz que eu faço bem. Se em condições normais um homem goza quando chupam ele, imagina se chupam logo depois que ele gozou — a cabeça dele estava vermelha, muito sensível por causa da ejaculação, e minha língua ali gerava um prazer insuportável. Ele gemia e gemia, eu ficava louca, era tanto que eu tava fazendo aquele macho gozar que de vez em quando ele empurrava minha cabeça pra eu parar de chupar um instante, dizia que era insuportável a cócega que eu causava, e elogiou minhas habilidades como chupadora.
— Para, para que você me mata — ele dizia — Você chupa muito bem, garota…
Adoro quando me falam isso. Adoro quando me elogiam desse jeito. Que dizem que eu chupo bem, que eu cavalgo bem, que gostam dos meus gemidos, tudo isso me excita muito.
Assim que, graças ao meu boquete, o pau dele voltou a ficar duro do jeito que eu gosto, chegou a vez dele mostrar suas habilidades como chupador. Se a cabeça dele estava sensível, meu clitóris era uma bomba — se alguém respirava perto dele, eu gemia e me contorcia de prazer. A língua dele, macia e molhada, era carícias de cócegas nos meus lábios da buceta, e com os dedos ele mal os separava pra poder saborear melhor meus fluidos. Graças à chupada de buceta dele, eu tive dois orgasmos seguidos, que na verdade foi um longo — quando comecei a gemer e arquear minhas costas porque tava gozando, pensei que Ele ia parar de me chupar, mas não, continuou lambendo, e quando voltei à posição normal, as cócegas começaram a descer pela minha barriga de novo.
X se deitou e colocou as mãos na nuca. Tava claro que queria uma boa cavalgada, e eu ia dar pra ele, sim, por Deus.
Eu segurei o tronco dele pelo meio e apoiei na entrada da minha buceta. Meus fluidos fizeram barulhinho ao entrar em contato com a ponta dele. Dancei em círculos um pouco e tirei. Esfreguei sem enfiar, olhando fixamente as caretas de prazer do meu amante. Minha buceta começou a babar e percebi que era a hora certa de meter aquele corpo estranho dentro de mim.
Com o pau dentro de mim, comecei minha variedade de movimentos pélvicos. Escolhi me mexer forte pra cima e pra baixo pra começar, assim meu buraco se acostumava com o tamanho do membro, e ficava tipo um molde que encaixava perfeitamente. Depois, me deitei sobre ele, apoiando meus peitos no peito dele, e mexendo minha bunda pra cima e pra baixo, continuei a cavalgada. Continuei sentando bem reta e me movendo pra frente e pra trás, batendo na lateral das coxas dele, como se fosse um cavalo que eu tava domando, e pra falar a verdade, me excitou muito essa ideia, eu cavalgando ele.
— Arre, cavalo — falei quando bati nele. Repeti isso várias vezes até mudar de movimento.
Então fiz o que mais gosto: cavalgar suave, devagar, fundo. Com o pau dentro de mim até o talo e minhas mãos apoiadas no peito dele, levemente inclinada pra frente, levantei minha bunda mexendo só da cintura pra baixo. Ergui minha pelve tirando aquele membro aos poucos, sentindo minhas paredes sendo raspadas pela cabeça dele, fiz bem devagar pra sentir melhor, e quando ele tava quase todo pra fora, só a pontinha encostada na minha entrada, desci devagar, sentindo minhas paredes se abrindo e dando passagem pra aquela cabeça enorme e inchada dele. Pra mim, bastam só uns poucos movimentos desse tipo. tipo pra gozar. Eu gemi quando isso aconteceu e X me deu umas palmadas. Falei pra ele me bater de novo. Eu gosto de apanhar, não só na bunda, adoro que puxem meu cabelo com muita força. Sou meio masoquista. Repeti aqueles movimentos suaves por um tempo, se uma gostosa sabe transar, não deixa a pirocada sair nunca, sabe até onde tem que levantar a bunda e quando descer, se o pau sai é culpa da mulher que não sabe se mexer. Claro que não é o meu caso.
Quando ele cravou as unhas nas minhas nádegas, soube que tava perto de gozar, e como uma boa amante, mantive aquele ritmo que tinha levado ele até ali. Ele ofegou forte, longo e demorado. Fechando os olhos com força. Apertou com muita força minha bunda, e eu senti nas minhas coxas internas a viscosidade morna do gozo dele.
Ficamos deitados. Eu enroscava meus dedos nos pelinhos do peito dele.
Voltamos a ter um caso secreto. Só que dessa vez era mais grave, ele era meu professor. A gente tinha aula às cinco e meia da tarde. E várias vezes acontecia de quinze minutos antes a gente estar no carro dele na beira do rio, e eu fazia um boquete nele. Às vezes nem dava tempo de enxaguar a boca e eu tinha que cumprimentar minhas amigas com hálito de sêmen, elas, por serem mulheres, percebiam, e faziam alguma piada sobre isso, o que nunca souberam foi de quem era o gozo que tinha estado na minha boca.
Me ofereciam chicletes. O pior era quando alguma gota do gozo dele respingava na minha roupa, ficava branco e aí sim todo mundo percebia, então eu tinha que ficar sem minha blusa e desabrigada. O pior também foi uma vez que todo o jato de sêmen dele foi direto no meu cabelo.
- Que porra você tá fazendo?? – falei, totalmente enojada.
- Ué, sai pra onde quer...
Cabelo pra mulher é sagrado. Goza onde quiser em mim, qualquer lugar, peitos, bunda, coxas, cara, boca, buceta, barriga, costas, mas não no cabelo. Naquele dia tive que faltar aula, e fiquei histérica por uns dias, durante os quais não dirigi a palavra pra ele. palavra. Até que uma boa sessão de sexo oral fez eu perdoar ele. Uma boa chupada de buceta resolve tudo.
A gente transava em todo lugar. No carro dele, na casa dele, na minha casa, num hotel, na praia, num sofá, em cima da mesa, no chão, cada vez eu gozava mais. Eu adorava fazer carinhas pra ele da minha carteira, ninguém podia me ver porque eu sentava na primeira fila, ele claro não podia responder nem fazer nenhum gesto. Eu fazia biquinho, fingia um orgasmo em silêncio, só com expressões, passava minha língua pelos lábios, fixava meu olhar no pau dele bem firme, pra ele perceber, e mordia meus lábios, falava mexendo a boca bem devagar, sem emitir som, pra ele conseguir ler meus lábios.
- Vou chupar ele todo...
- Tô molhada...
- Quero de quatro...
- Me dá gozo...
Todas essas coisas eu dizia pra ele. X gaguejava às vezes, meus comentários faziam ele se perder no meio da aula. Eu ria baixinho. Depois ele se vingava me dando palmadas fortes. Fazia eu deitar sobre as coxas dele, como uma menininha que se comportou mal, e me batia dali, deixando minha bunda vermelha e ardendo muito.
- Não, papai, não me bate, sou uma menininha boazinha... - eu dizia fazendo biquinho e cara de criança.
Me dava um tesão danado fazer o papel de menininha.
Chegou a data do final do primeiro semestre. Minhas notas não baixavam de nove, e mais uma vez eu era de longe a melhor média do Instituto, incluindo todos os cursos e todos os anos. O professor não teve ideia melhor do que me dar um oito. A veia do meu pescoço inchou. Discuti com ele, e fiquei muito puta. Na Universidade, por mais que o professor seja gente boa, e se preste pra brincadeiras, ou seja jovem, sempre tem que tratar de senhor, não se diz "você é louco", se diz "o senhor é louco"...
- Com licença, professor – comecei – Gostaria de saber por que um oito...
- Você teve um pequeno erro de conceito numa definição, mas o resto estava muito bom. Você é a nota mais alta da turma.
- O senhor não me entende, não concordo com a Nota, sei que é pra minha avaliação…
- A nota não muda, senhorita.
- Cê tá fazendo de propósito, né?
Isso foi a última coisa que eu falei pra ele. Ele me expulsou do curso. Depois fomos falar com o diretor. Pela primeira vez na vida eu soube o que é a direção de uma instituição. O reitor leu minha avaliação e disse que a nota tava certa e não mudava, e ainda me obrigou a pedir desculpas na frente da turma pro professor X.
- Não encosta mais um fio de cabelo em mim, otário – falei no caminho pra sala.
- Isso é o que dá não entregar a buceta, puta.
- Como é que é?
- Pode entrar, por favor – ele abriu a porta feito um cavalheiro.
Não vou escrever a humilhação que senti ao pedir desculpas na frente de todo mundo. Naquela tarde fui a primeira a sair, não fiquei esperando ele. De noite liguei pra ele e falei que se fosse foder minha carreira, ele ia se dar mal. Depois disso, eu sabia que ele ia tornar minha vida um inferno.
- Quer um dez? Entrega a buceta – ele disse alegre do outro lado da linha.
Pensei em denunciar ele. Mas não ia ser tão cagona. Quer minha buceta? Toma minha buceta. Entreguei numa noite só, a última vez que transamos. A gente parou de se falar, a ponto de ele nem me chamar mais pras aulas orais. Se tinha que ler um texto, eu nunca era a escolhida. Até mudei de lugar e fui sentar no fundão.
Era um inferno dividir duas horas por semana com alguém que tinha me comido tanto e do jeito que ele queria, até meu pobre cu tinha sido violado por esse filho da puta.
Minha nota final naquele ano foi um dez.
Com X a gente tinha tido um relacionamento amoroso bonito uns anos atrás. Eu tinha dezenove anos, ele já passava dos trinta. Ficamos alguns meses, curtindo a companhia um do outro, o sexo, a intimidade, até que eu fui a responsável por terminar porque não tava apaixonada, e ele queria algo mais sério.
Ele me olhou quando entrou na sala. Pra piorar, eu tava sentada na primeira fila, do lado da mesa do professor. Tenho dessas manias de aluna puxa-saco, além de ser míope, então não dava pra sentar muito mais longe.
Ele fez o que um professor de filosofia faz: mandou todo mundo se apresentar em voz alta, mesmo já nos conhecermos. A gente tinha que falar o nome, o que esperava da vida e um sonho, pra quebrar o gelo e começar a filosofar de uma vez. Eu fui a primeira.
— Bom, é... oi... — eu tava nervosa, vermelha, e senti que ele tava curtindo aquilo — Sou Alejandra... bom, espero da vida... sei lá, nada... e meu sonho é... não tô conseguindo agora...
Meu nervosismo e minha vergonha eram terríveis. Minha cara tava roxa.
— Bom, ser a primeira inibe qualquer um — o professor me defendeu — Quero dizer que eu e a Alejandra já nos conhecemos...
Meu coração deu um pulo. Por um instante achei que ele ia dizer que a gente tinha sido namorados, afinal não tem nada de errado em confessar isso, e também não taria mentindo, só que o detalhe é que nosso rolo era secreto.
— Temos alguns amigos em comum, e já saímos juntos.
Isso me acalmou um pouco. Mas senti que ia ser refém das palavras dele o ano inteiro.
Não conseguia me concentrar. Ele falava e escrevia no quadro. Mas minha mente tava em outro lugar. Quando a gente transa com alguém por um tempo, não tem nada que a gente não conheça. E cada parte do corpo dele que eu... Olhava pra ele e me lembrava dos momentos de intimidade. Via as mãos dele e imaginava aqueles dedos enfiados em todos os meus buracos me dando prazer. Quando nossos olhares se cruzavam, eu lembrava dos olhos dele semi-cerrados por causa das cócegas do sexo. Os lábios dele continuavam me excitando, era a única coisa que eu olhava quando ele falava, aqueles lábios que tanto me beijaram, aquela boca e a língua dele nas minhas partes mais íntimas, lambendo cada cantinho mais secreto do meu corpo, me deixavam louca. Observava o peito dele, aquele peito onde apoiei minha cabeça pra dormir tantas vezes. Os braços onde eu me segurava quando a gente transava. As costas onde eu cravava minhas unhas. Aquelas coxas que batiam na minha bunda quando a gente fazia de quatro. Aqueles glúteos que eu dava tapão pra caralho.
Intimidade demais vivida pra ter um relacionamento comum. Um relacionamento profissional. Uma relação de Professor – Aluna.
Aquela primeira aula terminou. Eu não sabia se saía rápido ou ficava e cumprimentava ele como uma ex sem problemas. Pensei tanto que acabei ficando sozinha na sala.
— Como você tá? — ele me perguntou.
— Bem… me sinto meio desconfortável.
— É, normal, eu quando vi a lista de alunos também me senti estranho.
Naquela noite, me masturbei pensando nele. Revivia na minha mente os momentos mais excitantes que a gente tinha tido. Aquela primeira noite no hotel. Aquela primeira mamada. As carícias dele. Todas as lembranças me excitavam. E a gozada daquela punheta foi dedicada a ele.
Na aula seguinte, não aguentei o tesão. Não soube em nenhum momento do que ele tava falando. Tive que cruzar as pernas porque tava me molhando, sentia o tecido da minha calcinha úmido raspando a pele da minha virilha. Várias vezes me peguei mordendo o lábio inferior. Minha excitação chegou a tal ponto que tentei sentar o mais na ponta da cadeira que pude, pra minha buceta fazer contato com a borda, e dali fiz pequenos e imperceptíveis movimentos pélvicos que me Geraram um prazer imenso. Eu não conseguia acreditar que era tão puta e tarada a ponto de me masturbar no meio da aula. Meu queixo tremeu de prazer, igual quando a gente tá quase chorando e segura. Eu tava tendo um orgasmo. Juntei meus joelhos. Tive que fechar os olhos e segurar o gemido. Tinha acabado. Não só minha calcinha tava molhada, como o fluxo tinha atravessado o tecido da calça jeans azul que eu tava usando. Parecia que eu tinha mijado nas calças.
Dessa vez, fiquei sozinha na sala de propósito.
— Dá pra ir tomar alguma coisa? — ele me perguntou.
— Agora não, porque tenho aula, saio às nove.
— Dá pra ir jantar?
— Sim.
Fomos pra um restaurante afastado. Não podíamos deixar ninguém nos ver. Atravessamos a ponte e fomos comer sushi na frente do mar, era um lugar bem chique.
A conversa girou em torno do nosso relacionamento passado, sempre num tom de humor. A gente ria da gente mesmo.
— Você era bem quietinha.
— Você era bem lento.
— Você gostava de tudo.
— Você não pedia nada.
A gente riu a noite inteira. Eu já era muito mais madura do que quando tinha tido aquele relacionamento com ele. Não era mais tão quietinha. E tinha aprendido muito bem como provocar um homem sem me envergonhar. Tirei o sapato do pé direito. Levantei a perna por baixo da mesa até bater na cadeira onde o X tava sentado. Subi um pouco mais e acariciei a parte interna da coxa dele, ele que tava falando parou de repente.
— Viajei pra Europa e entã... — ele me olhou.
— Então? Continua me contando — e direcionei meu pé direto pro pau dele. Adorava sentir como o pinto dele crescia entre meus dedos. Sentia ele cada vez mais duro. Eu já vinha quente desde a tarde, então não demorei pra ficar molhada de novo.
Falei que queria que ele me levasse pro mesmo hotel que tinha me levado naquela primeira vez. Claro que ele aceitou. E fomos pra lá.
A primeira transa foi sem tirar a roupa, contra a parede. Sem boquete nem nada. Assim que entramos no quarto, a gente se beijou. Muita tesão, eu tava pegando fogo, não aguentava mais. Nem abracei ele, levei minhas mãos direto pro cinto da calça e puxei pra baixo. Ele fez o mesmo comigo. Eu tava com as costas apoiadas na parede, levantei uma perna e dobrei, a outra perna ficou de apoio, ainda com a calça e a calcinha no meu tornozelo. Ele com as calças e, pelos tornozelos, só abaixou a parte da frente da cueca, o suficiente pra deixar o pau dele duro livre. Enfiou com facilidade porque eu tava muito molhada.
- Isso, me come assim, assim, forte… - falei no ouvido dele.
Ele bombou contra meu corpo com voracidade. Eu me segurava no pescoço dele com os dois braços e apoiei o queixo no ombro dele. Tava de olhos fechados e só precisei me limitar a deixar ele me comer, ele me penetrava com tanta força que minha buceta começou a arder um pouquinho, mas meus gemidos abafaram essa dor, até que perdi a cabeça e comecei a gritar e a falar putaria como nunca tinha feito.
Falava coisas sabendo que ia me arrepender das minhas próprias palavras. Mas minha tesão era imensa. Usei cada um dos sinônimos da palavra pau pra dizer que tava gostando, usei também "me fode", "enfia", "me come", "me fode", "dá assim", "me parte", e tudo que descreve uma penetração. Gritei de prazer com todas as vogais, bom, com a letra I não. Falava no ouvido dele que adorava sentir ele na minha buceta, na minha ppk. Falei que era uma puta, uma gatinha, que era escrava dele, que fizesse o que quisesse comigo, que me dominasse. Ele ficava cada vez mais excitado com minhas palavras, então me penetrava com mais força ainda, o que me fazia gritar mais e me dava mais tesão, e por isso eu continuava falando cada vez mais putaria, e ele ficava mais excitado e me dava mais forte, um ciclo vicioso.
De qualquer forma, foi uma rapidinha. Cinco minutos durou o sexo contra a parede. Até que ele ofegou como um cavalo e o esperma dele escorreu pelas minhas pernas desde meu buraquinho vaginal. enquanto eu também chegava ao orgasmo e meus fluidos se misturavam com a viscosidade branca dele.
Sem perder tempo, nos despimos completamente. Ele estava mais musculoso do que há uns dois anos. Disse que meus peitos estavam maiores e eu me senti bem. Que minha bunda era mais gostosa do que quando eu tinha dezenove anos, mais redonda e definida, e que estava mais dura e firme. Me provocou porque, segundo ele, eu estava muito magra.
O pau dele estava perdendo a dureza e eu não podia permitir isso — uma boa puta não deixa o pinto murchar. Sentei ele na beirada da cama, deixando os ovos dele pendurados, eu me ajoelhei e comecei meu boquete, algo que todo mundo diz que eu faço bem. Se em condições normais um homem goza quando chupam ele, imagina se chupam logo depois que ele gozou — a cabeça dele estava vermelha, muito sensível por causa da ejaculação, e minha língua ali gerava um prazer insuportável. Ele gemia e gemia, eu ficava louca, era tanto que eu tava fazendo aquele macho gozar que de vez em quando ele empurrava minha cabeça pra eu parar de chupar um instante, dizia que era insuportável a cócega que eu causava, e elogiou minhas habilidades como chupadora.
— Para, para que você me mata — ele dizia — Você chupa muito bem, garota…
Adoro quando me falam isso. Adoro quando me elogiam desse jeito. Que dizem que eu chupo bem, que eu cavalgo bem, que gostam dos meus gemidos, tudo isso me excita muito.
Assim que, graças ao meu boquete, o pau dele voltou a ficar duro do jeito que eu gosto, chegou a vez dele mostrar suas habilidades como chupador. Se a cabeça dele estava sensível, meu clitóris era uma bomba — se alguém respirava perto dele, eu gemia e me contorcia de prazer. A língua dele, macia e molhada, era carícias de cócegas nos meus lábios da buceta, e com os dedos ele mal os separava pra poder saborear melhor meus fluidos. Graças à chupada de buceta dele, eu tive dois orgasmos seguidos, que na verdade foi um longo — quando comecei a gemer e arquear minhas costas porque tava gozando, pensei que Ele ia parar de me chupar, mas não, continuou lambendo, e quando voltei à posição normal, as cócegas começaram a descer pela minha barriga de novo.
X se deitou e colocou as mãos na nuca. Tava claro que queria uma boa cavalgada, e eu ia dar pra ele, sim, por Deus.
Eu segurei o tronco dele pelo meio e apoiei na entrada da minha buceta. Meus fluidos fizeram barulhinho ao entrar em contato com a ponta dele. Dancei em círculos um pouco e tirei. Esfreguei sem enfiar, olhando fixamente as caretas de prazer do meu amante. Minha buceta começou a babar e percebi que era a hora certa de meter aquele corpo estranho dentro de mim.
Com o pau dentro de mim, comecei minha variedade de movimentos pélvicos. Escolhi me mexer forte pra cima e pra baixo pra começar, assim meu buraco se acostumava com o tamanho do membro, e ficava tipo um molde que encaixava perfeitamente. Depois, me deitei sobre ele, apoiando meus peitos no peito dele, e mexendo minha bunda pra cima e pra baixo, continuei a cavalgada. Continuei sentando bem reta e me movendo pra frente e pra trás, batendo na lateral das coxas dele, como se fosse um cavalo que eu tava domando, e pra falar a verdade, me excitou muito essa ideia, eu cavalgando ele.
— Arre, cavalo — falei quando bati nele. Repeti isso várias vezes até mudar de movimento.
Então fiz o que mais gosto: cavalgar suave, devagar, fundo. Com o pau dentro de mim até o talo e minhas mãos apoiadas no peito dele, levemente inclinada pra frente, levantei minha bunda mexendo só da cintura pra baixo. Ergui minha pelve tirando aquele membro aos poucos, sentindo minhas paredes sendo raspadas pela cabeça dele, fiz bem devagar pra sentir melhor, e quando ele tava quase todo pra fora, só a pontinha encostada na minha entrada, desci devagar, sentindo minhas paredes se abrindo e dando passagem pra aquela cabeça enorme e inchada dele. Pra mim, bastam só uns poucos movimentos desse tipo. tipo pra gozar. Eu gemi quando isso aconteceu e X me deu umas palmadas. Falei pra ele me bater de novo. Eu gosto de apanhar, não só na bunda, adoro que puxem meu cabelo com muita força. Sou meio masoquista. Repeti aqueles movimentos suaves por um tempo, se uma gostosa sabe transar, não deixa a pirocada sair nunca, sabe até onde tem que levantar a bunda e quando descer, se o pau sai é culpa da mulher que não sabe se mexer. Claro que não é o meu caso.
Quando ele cravou as unhas nas minhas nádegas, soube que tava perto de gozar, e como uma boa amante, mantive aquele ritmo que tinha levado ele até ali. Ele ofegou forte, longo e demorado. Fechando os olhos com força. Apertou com muita força minha bunda, e eu senti nas minhas coxas internas a viscosidade morna do gozo dele.
Ficamos deitados. Eu enroscava meus dedos nos pelinhos do peito dele.
Voltamos a ter um caso secreto. Só que dessa vez era mais grave, ele era meu professor. A gente tinha aula às cinco e meia da tarde. E várias vezes acontecia de quinze minutos antes a gente estar no carro dele na beira do rio, e eu fazia um boquete nele. Às vezes nem dava tempo de enxaguar a boca e eu tinha que cumprimentar minhas amigas com hálito de sêmen, elas, por serem mulheres, percebiam, e faziam alguma piada sobre isso, o que nunca souberam foi de quem era o gozo que tinha estado na minha boca.
Me ofereciam chicletes. O pior era quando alguma gota do gozo dele respingava na minha roupa, ficava branco e aí sim todo mundo percebia, então eu tinha que ficar sem minha blusa e desabrigada. O pior também foi uma vez que todo o jato de sêmen dele foi direto no meu cabelo.
- Que porra você tá fazendo?? – falei, totalmente enojada.
- Ué, sai pra onde quer...
Cabelo pra mulher é sagrado. Goza onde quiser em mim, qualquer lugar, peitos, bunda, coxas, cara, boca, buceta, barriga, costas, mas não no cabelo. Naquele dia tive que faltar aula, e fiquei histérica por uns dias, durante os quais não dirigi a palavra pra ele. palavra. Até que uma boa sessão de sexo oral fez eu perdoar ele. Uma boa chupada de buceta resolve tudo.
A gente transava em todo lugar. No carro dele, na casa dele, na minha casa, num hotel, na praia, num sofá, em cima da mesa, no chão, cada vez eu gozava mais. Eu adorava fazer carinhas pra ele da minha carteira, ninguém podia me ver porque eu sentava na primeira fila, ele claro não podia responder nem fazer nenhum gesto. Eu fazia biquinho, fingia um orgasmo em silêncio, só com expressões, passava minha língua pelos lábios, fixava meu olhar no pau dele bem firme, pra ele perceber, e mordia meus lábios, falava mexendo a boca bem devagar, sem emitir som, pra ele conseguir ler meus lábios.
- Vou chupar ele todo...
- Tô molhada...
- Quero de quatro...
- Me dá gozo...
Todas essas coisas eu dizia pra ele. X gaguejava às vezes, meus comentários faziam ele se perder no meio da aula. Eu ria baixinho. Depois ele se vingava me dando palmadas fortes. Fazia eu deitar sobre as coxas dele, como uma menininha que se comportou mal, e me batia dali, deixando minha bunda vermelha e ardendo muito.
- Não, papai, não me bate, sou uma menininha boazinha... - eu dizia fazendo biquinho e cara de criança.
Me dava um tesão danado fazer o papel de menininha.
Chegou a data do final do primeiro semestre. Minhas notas não baixavam de nove, e mais uma vez eu era de longe a melhor média do Instituto, incluindo todos os cursos e todos os anos. O professor não teve ideia melhor do que me dar um oito. A veia do meu pescoço inchou. Discuti com ele, e fiquei muito puta. Na Universidade, por mais que o professor seja gente boa, e se preste pra brincadeiras, ou seja jovem, sempre tem que tratar de senhor, não se diz "você é louco", se diz "o senhor é louco"...
- Com licença, professor – comecei – Gostaria de saber por que um oito...
- Você teve um pequeno erro de conceito numa definição, mas o resto estava muito bom. Você é a nota mais alta da turma.
- O senhor não me entende, não concordo com a Nota, sei que é pra minha avaliação…
- A nota não muda, senhorita.
- Cê tá fazendo de propósito, né?
Isso foi a última coisa que eu falei pra ele. Ele me expulsou do curso. Depois fomos falar com o diretor. Pela primeira vez na vida eu soube o que é a direção de uma instituição. O reitor leu minha avaliação e disse que a nota tava certa e não mudava, e ainda me obrigou a pedir desculpas na frente da turma pro professor X.
- Não encosta mais um fio de cabelo em mim, otário – falei no caminho pra sala.
- Isso é o que dá não entregar a buceta, puta.
- Como é que é?
- Pode entrar, por favor – ele abriu a porta feito um cavalheiro.
Não vou escrever a humilhação que senti ao pedir desculpas na frente de todo mundo. Naquela tarde fui a primeira a sair, não fiquei esperando ele. De noite liguei pra ele e falei que se fosse foder minha carreira, ele ia se dar mal. Depois disso, eu sabia que ele ia tornar minha vida um inferno.
- Quer um dez? Entrega a buceta – ele disse alegre do outro lado da linha.
Pensei em denunciar ele. Mas não ia ser tão cagona. Quer minha buceta? Toma minha buceta. Entreguei numa noite só, a última vez que transamos. A gente parou de se falar, a ponto de ele nem me chamar mais pras aulas orais. Se tinha que ler um texto, eu nunca era a escolhida. Até mudei de lugar e fui sentar no fundão.
Era um inferno dividir duas horas por semana com alguém que tinha me comido tanto e do jeito que ele queria, até meu pobre cu tinha sido violado por esse filho da puta.
Minha nota final naquele ano foi um dez.
0 comentários - Cogiendo Con El mismo Profesor.....