Cogiendo Con El mismo Profesor.....

Quando nos apresentaram o novo professor de filosofia, senti que ia desmaiar. Isso me acontece por ficar transando com tanta gente. Era óbvio que um dia isso ia acontecer.

Com X tivemos um lindo relacionamento amoroso há alguns anos. Eu tinha dezenove anos, ele já passava dos trinta. Ficamos alguns meses, curtindo a companhia um do outro, o sexo, a intimidade, até que fui eu quem deu um fim no relacionamento porque não estava apaixonada, e ele queria algo mais sério.

Ele me olhou quando entrou na sala. Para piorar, eu estava sentada na primeira fila, ao lado da mesa do professor. Tenho essas manias de aluna cdf, além de ser míope, então não podia me sentar muito mais longe.

Ele fez o que um professor de filosofia faz, nos fez nos apresentar em voz alta, mesmo que já nos conhecêssemos todos. Tínhamos que dizer o nome, o que esperávamos da vida e um sonho, para quebrar o gelo e começar a filosofar logo de cara. Eu fui a primeira.

- Bom, então... oi... – estava nervosa, corada, e senti que ele estava gostando – Sou Alejandra... bom, espero da vida... sei lá, nada... e meu sonho é... não me vem agora...

Meus nervos e minha vergonha eram terríveis. Minha cara estava bordô.

- Bom, ser a primeira inibe qualquer um – o professor me defendeu – Quero dizer a vocês que com a Alejandra já nos conhecemos...

Meu coração deu um salto. Por um instante achei que ele ia dizer que éramos ex-namorados, afinal não tem nada de errado confessar isso, e também não estaria mentindo, exceto pelo detalhe que o nosso caso era secreto.

- Temos alguns amigos em comum, e já saímos juntos.

Me acalmou um pouco. Mas senti que ia ser prisioneira das palavras dele durante o ano todo.

Não conseguia me concentrar. Ele falava e escrevia no quadro. Mas minha mente estava em outro lugar. Quando a gente tem relações sexuais com alguém por um tempo, não tem nada que não conheça. E cada parte do corpo dele que eu... olhava e me lembrava dos momentos de intimidade. Via suas mãos e imaginava que aqueles dedos tinham estado dentro de todos os meus buracos me dando prazer. Quando nossos olhares se cruzavam, eu lembrava dos seus olhos semicerrados pelas cócegas do sexo. Seus lábios continuavam me excitando, era a única coisa que eu olhava quando ele falava, aqueles lábios que tanto me beijaram, aquela boca e sua língua nas minhas partes mais íntimas, lambendo cada um dos cantos mais secretos do meu corpo, me deixavam louca. Observava seu peito, aquele peito no qual apoiei minha cabeça para dormir tantas vezes. Os braços nos quais eu me segurava quando fazíamos amor. As costas onde eu cravava minhas unhas. Aquelas coxas que batiam contra minha bunda quando fazíamos cachorrinho. Aquela bunda que eu tantas palmadas dava.

Intimidade demais vivida para termos uma relação comum. Uma relação profissional. Uma relação de Professor – Aluna.

Aquela primeira aula terminou. Eu não sabia se saía rápido ou ficava e o cumprimentava como uma ex sem problemas. Pensei tanto que fiquei sozinha na sala.

— E você, como está? — ele me disse.

— Bem… me sinto um pouco desconfortável.

— Sim, é normal, eu quando vi a lista de alunos também me senti estranho.

Aquela noite me masturbei pensando nele. Rememorava na minha mente os momentos mais excitantes que tivemos. Aquela primeira noite no hotel. Aquela primeira chupada. Suas carícias. Todas as lembranças me excitavam. E o gozo daquela masturbação foi dedicado a ele.

Na aula seguinte não consegui suportar a tesão. Não soube em nenhum momento do que ele estava falando. Tive que cruzar as pernas porque estava ficando molhada, sentia o tecido da minha calcinha úmida arranhando a pele da minha virilha. Várias vezes me peguei mordendo meus lábios inferiores. Minha excitação chegou a tal ponto que tentei me sentar o mais na beirada da cadeira que pude, para que minha buceta fizesse contato com a borda dela, e dali fiz pequenos e imperceptíveis movimentos pélvicos que me Foi muito gostoso. Eu não conseguia acreditar que eu era tão puta e tarada a ponto de me masturbar no meio da aula. Meu queixo tremia de prazer, igual quando a gente segura o choro. Eu estava tendo um orgasmo. Juntei meus joelhos. Tive que fechar os olhos e segurar o gemido. Tinha acabado. Não só minha calcinha estava encharcada, como o melado tinha atravessado o tecido da calça jeans azul que eu estava usando. Parecia que eu tinha feito xixi.

Dessa vez, eu fiquei de propósito sozinha na sala.
- Você pode ir tomar alguma coisa? – ele me perguntou.
- Agora não porque tenho aula, saio às nove.
- Você pode ir jantar?
- Posso.

Fomos a um restaurante afastado. Não podíamos deixar que nos vissem. Atravessamos a ponte e fomos comer sushi à beira-mar, era um lugar muito chique.

A conversa girou em torno do nosso relacionamento passado, sempre com um ar de humor. Nós ríamos de nós mesmos.
- Você era muito quietinha.
- Você era muito devagar.
- Você gostava de tudo.
- Você não me pedia nada.

Rimos durante o jantar todo. Eu já era muito mais madura do que quando tinha tido aquele relacionamento com ele. Já não era tão quietinha. E tinha aprendido muito bem como provocar um homem sem sentir vergonha. Tirei o sapato do pé direito. Levantei a perna por baixo da mesa até bater na cadeira onde o X estava sentado. Subi um pouco mais e acariciei a parte interna da coxa dele, ele que estava falando comigo parou de repente.
- Viajei para a Europa e entã… – ele me olhou.
- Então? Continua me contando – e direcionei meu pé diretamente para o pau dele. Eu adorava sentir o pênis dele crescendo entre meus dedos. Sentia ele ficando cada vez mais duro. Eu já estava excitada desde a tarde, então não demorei para ficar molhada de novo.

Eu disse que gostaria que ele me levasse ao mesmo hotel que me tinha levado naquela primeira vez. Claro que ele aceitou. E para lá nós fomos.

A primeira transa foi sem tirar a roupa, contra a parede. Sem boquete nem nada. Mal entramos no quarto nos beijamos com tava com muita tesão, eu estava pegando fogo, não aguentava mais. Nem cheguei a abraçá-lo, levei minhas mãos direto para o cinto da calça e a puxei para baixo. Ele fez o mesmo comigo. Eu estava com as costas apoiadas na parede, levantei uma perna e a dobrei, a outra perna ficou como apoio, ainda com a calça e a calcinha no meu tornozelo. Ele, com a calça nos tornozelos, apenas puxou a parte da frente da cueca para baixo, o suficiente para libertar seu pau ereto. Ele entrou com facilidade porque eu estava muito molhada.

- Isso, me fode assim, assim, forte... - disse no ouvido dele.

Ele bombou contra meu corpo com voracidade. Eu me segurava no pescoço dele com os dois braços e apoiei meu queixo no ombro dele. Tinha os olhos fechados e só tive que me limitar a deixar que ele me comesse, me penetrava com tanta força que minha buceta começou a arder um pouquinho, mas meus gemidos abafaram essa dor, até que perdi a cabeça e comecei a gritar e dizer obscenidades como nunca tinha feito.

Dizia coisas sabendo que ia me arrepender das minhas próprias palavras. Mas meu tesão era imenso. Usei todos e cada um dos sinônimos da palavra pau para dizer que gostava, usei também "me faz amor", "mete em mim", "me come", "me fode", "me dá assim", "me parte", e tudo o que descreve uma penetração. Gritei de prazer com todas as vogais, bom, com a letra I não. Dizia no ouvido dele que gostava de senti-lo na minha buceta, na minha xota. Disse que era uma puta, uma gatinha, que era sua escrava, que fizesse o que quisesse comigo, que me submetesse. Ele se excitava cada vez mais com minhas palavras, por isso me penetrava com mais força ainda, o que me fazia gritar mais e me deixava com mais e mais tesão, portanto continuava dizendo cada vez mais sacanagens, e ele ficava mais excitado e me dava mais forte, um círculo vicioso.

De qualquer forma, foi um rapidinho. Cinco minutos durou o sexo contra a parede. Até que ele ofegou como um cavalo e seu gozo escorreu pelas minhas pernas, saindo do meu buraco. enquanto eu também atingia o orgasmo e meus fluidos se misturavam com sua viscosidade branca.
Sem perder tempo, nos despiramos completamente. Ele estava mais musculoso do que há alguns anos. Ele disse que meus peitos estavam maiores e eu me senti bem. Que minha bunda estava mais bonita do que quando eu tinha dezenove anos, que estava mais redonda e formada, e mais dura e firme. Ele me repreendeu porque, segundo ele, eu estava muito magra.

Seu membro estava perdendo a rigidez e eu não podia permitir isso, uma boa putinha não deixa o pau murchar. Sentei ele na beirada da cama, deixando seus testículos balançando, me ajoelhei e comecei meu boquete, algo que todos dizem que eu faço bem. Se em condições normais um homem goza quando chupam ele, imagine se chupam logo depois que ele acabou de gozar. A cabeça estava vermelha, muito sensível pela ejaculação, e minha língua ali gerava um prazer insuportável. Ele gemía e gemía, eu ficava louca, era tanto o prazer que eu estava dando a esse macho que de vez em quando ele empurrava minha cabeça para que eu parasse de chupar por um instante. Ele dizia que a cócega que eu causava era insuportável e elogiava minhas habilidades de chupadora.

— Para, para que você me mata — ele dizia — Você chupa muito bem, gata…

Eu adoro quando me dizem isso. Adoro quando me fazem elogios desse tipo. Dizer que eu chupo bem, que gostam de me cavalgar, que gostam dos meus gemidos, tudo isso me excita muito.

Uma vez que, graças ao meu boquete, seu pênis voltou a ficar duro como eu gosto, chegou a vez dele de demonstrar suas habilidades como chupador. Se a cabeça dele estava sensível, meu clitóris era uma bomba, se alguém respirasse perto dele eu gemia e me contorcia de prazer. Sua língua macia e úmida eram carícias que faziam cócegas nos meus lábios vaginais, e com seus dedos ele os separava para saborear melhor meus fluidos. Graças à sua chupada na minha buceta, eu tive dois orgasmos seguidos, que na verdade foram um só longo. Quando comecei a gemer e arquear as costas porque estava gozando, pensei que ele pararia de me chupar, mas não, continuou com sua lambida, e quando voltei à posição normal as cócegas começaram a descer pela minha barriga de novo.
X se recostou e colocou as mãos na nuca. Estava claro que ele queria uma boa cavalgada, e eu ia dar a ele como se Deus existisse.
Eu segurei seu tronco pela metade e o apoiei na entrada da minha buceta. Meus fluidos fizeram barulhinho ao entrar em contato com a ponta dele. Dancei em círculos um pouco e tirei. Esfreguei sem chegar a enfiar, observando fixamente as caretas de prazer do meu amante. Minha buceta começou a babar e percebi que era o momento certo para introduzir aquele corpo estranho no meu organismo.
Com o pau dentro de mim, comecei minha ampla variedade de movimentos pélvicos. Escolhi me mover forte para cima e para baixo para começar, assim meu buraco se acostumaria ao tamanho do membro, e seria como um molde que encaixaria perfeitamente. Depois me recostei sobre ele apoiando meus seios em seu peito, e movendo minha bunda para cima e para baixo continuei a cavalgada. Continuei sentando bem reta e me movendo para frente e para trás, batendo na lateral de suas coxas, como se fosse um cavalo que eu estava domando, e pra falar a verdade, essa ideia me excitou muito, eu cavalgando ele.
— Arre, cavalo — eu disse quando bati nele. Repeti isso várias vezes até mudar o movimento.
Então fiz o que mais gosto: cavalgar suave, devagar, fundo. Com o pau dentro de mim até o fundo e minhas mãos apoiadas levemente em seu peito, inclinada para frente, levantei minha bunda movendo só da cintura para baixo. Elevei minha pélvis tirando aquele membro aos poucos, sentindo minhas paredes sendo raspadas pela cabeça dele, fiz bem devagar, para sentir melhor, e uma vez que estava quase totalmente fora, deixando só a pontinha apoiada na minha entrada, desci lentamente, sentindo minhas paredes se abrirem e darem passagem à sua enorme e inflamada cabeça. Para mim, bastam só alguns movimentos desses... tipo para gozar. Eu gemei quando isso aconteceu e X me deu umas palmadas na bunda. Eu pedi para ele me bater de novo. Eu gosto de apanhar, não só na bunda, adoro que puxem meu cabelo com muita força. Sou meio masoquista. Continuei com esses movimentos suaves por um tempo, se uma gata sabe sentar não deixa o pau escapar nunca, ela sabe até onde levantar a bunda e quando descer, se o pênis sai é culpa da mulher que não sabe se mexer. Claro que não é o meu caso.
Quando ele enterrou as unhas nas minhas nádegas, soube que ele estava perto de gozar, e como uma boa amante, mantive o ritmo que o levou até ali. Ele ofegou forte, longo e profundo. Fechou os olhos com força. Apertou minha bunda com muita força, e eu senti na parte interna das minhas coxas a viscosidade quente da porra dele.
Ficamos deitados. Eu enroscava meus dedos nos pelinhos do peito dele.
Voltamos a ter um caso secreto. Só que dessa vez era mais grave, ele era meu professor. A aula era às cinco e meia da tarde. E várias vezes acontecia de quinze minutos antes a gente estar no carro dele na beira do rio, e eu fazendo um boquete. Às vezes nem dava tempo de enxaguar a boca e eu tinha que cumprimentar minhas amigas com bafo de sêmen, elas, por serem mulheres, percebiam e faziam alguma piada, o que nunca souberam foi de quem era a porra que tinha estado na minha boca.
Me ofereciam chicletes. O pior era quando alguma gota do sêmen dele respingava na minha roupa, ficava branco e isso sim todo mundo notava, então eu tinha que ir sem minha blusa e desabrigada. O pior também foi uma vez que o jato inteiro dele foi direto no meu cabelo.
— O que você tá fazendo??? — eu disse, totalmente enojada.
— E pô, sai pra onde quer…
O cabelo para uma mulher é sagrado. Goza onde quiser, qualquer lugar, peitos, bunda, coxas, rosto, boca, buceta, barriga, costas, mas não no cabelo. Aquele dia eu tive que faltar às aulas, e fiquei puta da vida por uns dias, durante os quais não falei com ele palavra. Até que uma boa sessão de sexo oral fez com que eu perdoasse. Uma boa chupada de buceta resolve tudo.

Transávamos em todo lugar. No carro dele, na casa dele, na minha casa, num hotel, na praia, no sofá, em cima da mesa, no chão, cada vez eu gozava mais. Eu gostava de fazer carinhas pra ele da minha carteira, ninguém podia me ver porque eu sentava na primeira fileira, ele, claro, não podia responder nem fazer gesto algum. Eu fazia beicinho, fingia um orgasmo em silêncio, só com expressões, passava a língua nos meus lábios, dirigia meu olhar pro pau dele bem fixo, pra que ele percebesse, e mordia os lábios, falava com ele movendo os lábios bem de leve, sem emitir som, pra que ele pudesse ler.

- Eu chupo ele todinho…
- Tô toda molhada…
- Quero de quatro…
- Me dá leitinho…

Todas essas coisas eu dizia. X às vezes gaguejava, meus comentários faziam ele se perder no meio da aula. Eu ria baixinho. Ele depois se vingava me dando palmadas fortes. Fazia eu deitar no colo dele, como uma menininha que se comportou mal, e me batia de lá, deixando minha bunda vermelha e ardendo muito.

- Não, papai, não me bate, eu sou uma menininha boa… – eu dizia, fazendo beicinho e cara de criança.

Me dava muito tesão fazer o papel de menininha.

Chegou a data do final do primeiro semestre. Minhas notas não baixavam de nove, e mais uma vez eu era de longe a melhor média do Instituto, incluindo todos os cursos e todos os anos. O professor não teve ideia melhor do que me dar um oito. A veia do meu pescoço inchou. Discuti com ele, e fiquei muito brava. Na universidade, por mais que o professor seja legal, e curta brincadeiras, ou seja jovem, sempre tem que tratá-lo por 'senhor', não se diz 'você tá louco', se diz, 'o senhor tá louco'…

- Desculpe, professor – comecei – Gostaria de saber por que um oito…
- Você teve um pequeno erro de conceito numa definição, mas o resto estava muito bom. Você é a nota mais alta da turma.
- O senhor não entende, eu não concordo com a nota, eu sei que é pra melhorar minha avaliação…
- A nota não se muda, senhorita.
- Você tá fazendo de propósito, né?
Isso foi a última coisa que eu disse. Ele me tirou da aula. Depois fomos falar com o diretor. Pela primeira vez na minha vida soube o que é a diretoria de uma escola. O reitor leu minha avaliação e disse que a nota estava certa e não mudaria, além de me obrigar a pedir desculpas na frente da turma pro professor X.
- Não me toca nem num fio de cabelo de novo, seu otário – eu disse no caminho pra sala.
- Isso te acontece por não dar o cu, sua vagabunda.
- Como é?
- Pode passar, por favor – ele abriu a porta como um cavalheiro.
Não vou escrever a humilhação que senti ao pedir desculpas na frente de todo mundo. Naquela tarde fui a primeira a sair, não fiquei mais esperando por ele. À noite liguei pra ele pra dizer que se fosse acabar com minha carreira, ele se daria mal, depois disso eu sabia que ele ia fazer da minha vida um inferno.
- Quer um dez? Dá o cu – ele disse alegremente do outro lado da linha.
Pensei em denunciar ele. Mas não ia ser tão covarde. Quer meu cu? Toma meu cu. Eu dei só uma noite, a última que transamos. Paramos de nos falar, a ponto de ele nem me chamar mais pra dar lições orais, se tinha que ler um texto eu nunca era a escolhida. Até mudei de lugar e fui sentar lá no fundo.
Era horrível dividir duas horas por semana com alguém que tinha me comido tanto e a seu bel-prazer, até meu pobre cu tinha sido violado por esse macho.
Minha nota final daquele ano foi um dez.

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