Minha mãe trabalha como advogada, então vive de um lado pro outro, sempre com os clientes dela. Já meu pai é arquiteto e toca o próprio escritório, então a agenda dele é bem menos apertada que a da minha mãe, e ele passa mais tempo em casa. Mas numa solidão que deixa ele triste. De vez em quando minha mãe viaja, e os momentos que a gente passa com ele ultimamente são muito raros... Eu precisava ajudar meu pai, pra ele não se sentir tão sozinho.
Um dia, navegando na internet, cheguei num site de contos eróticos onde li a história de uma garota que fazia de tudo, até o inimaginável, pra que o pai não abandonasse o lar. E quando digo inimaginável, é porque ela transava com ele só pra que ele ficasse feliz em casa e não saísse atrás de mulher.
No começo, fiquei horrorizada com o conto daquela garota, não conseguia entender como ela tinha coragem de fazer aquilo. Mas, conforme os dias passavam e as ligações mudas continuavam, toda vez que eu ou minha mãe atendíamos o telefone, a vida me fez pensar no abandono do meu pai. E a ideia me horrorizou muito mais, a ponto de eu começar a ver o desespero daquela jovem como uma possível saída pro meu caso.
Daí em diante, comecei a fazer o que até então eu não fazia. Parei de sair com minhas amigas pra ficar navegando na internet e pesquisando sobre o assunto. Encontrei de tudo: fotos, vídeos e contos aos montes.
Como não saía mais com minhas amigas, também não tinha chance de arrumar namorado, e isso significava nada de sexo. Então, com o tempo sem transar, comecei a ficar tão excitada que me masturbava de noite, no escuro do meu quarto, ou enquanto tomava banho debaixo do jato quente, o que fazia meu sangue ferver como nunca.
Acho que meu ambiente só me impedia de imaginar algo satisfatório pra me masturbar, então, desesperada, comecei a imaginar meu pai entrando no meu quarto ou no banheiro e me fodendo escondido da minha mãe. E Isso foi o suficiente para que, em questão de dias, eu estivesse à beira da excitação.
Foi nessa época que a mamãe anunciou uma das viagens mais longas dela. Ela ia ficar fora por 15 dias, saindo de férias com os colegas de profissão, e isso significava que papai e eu ficaríamos sozinhos em casa.
Na mesma hora, cancelei todos os meus encontros e compromissos para aqueles dias e, a partir daí, comecei a sair do banho ainda com o corpo molhado e a toalha amarrada, só para me trocar no meu quarto. E sempre fazia isso quando papai estava por perto e eu sabia que ele podia me ver. E sempre soube que ele me olhava, mas eu fazia a maior cara de distraída e inocente, andando o mais devagar possível para que o espetáculo desse resultado.
Logo papai virou meu fiel espectador e, agora, eu tinha a impressão de que, toda vez que me ouvia gritar pra minha mãe que ia tomar banho, ele se aproximava para rondar o banheiro, só pra não perder um segundo da minha caminhada sensual até o quarto.
Um dia antes de a mamãe viajar, aproveitando que ela tinha saído para comprar os últimos preparativos, meu pai estava se barbeando no banheiro quando eu entrei de repente e pedi permissão pra tomar banho:
— Tô com pressa, te atrapalho se eu tomar banho aqui com você, papai?
— Não, de jeito nenhum, querida… — ele respondeu, tentando não perder o foco na barba, mas claramente nervoso.
— Tá bom, não olha enquanto eu me despir… — tirei a roupa bem rápido e entrei de calcinha e sutiã no chuveiro e, depois de fechar a cortina, tirei o resto e fiquei completamente nua.
A cortina do banheiro era grossa o bastante pra não dar pra ver tudo, mas não tão grossa a ponto de esconder a silhueta do meu corpo.
Assim que abri o chuveiro, comecei a puxar conversa com meu pai, que eu sabia que estava vidrado na cortina. Foi por isso que comecei a brincar com meu corpo, amassando meus peitos de um jeito sensual e fazendo poses que deixavam fazer delirar.
Rapidamente percebi como a sombra das mãos dele passou da barba pra virilha. Era óbvio que papai tava se masturbando enquanto "conversava" qualquer besteira só pra ficar mais tempo vendo a sombra do corpo da filha dele!
Naquele momento senti um pouco de medo, acho que sabia que tava brincando com fogo, mas já não me importava mais de me queimar! Nasceu dentro de mim um sentimento que me fazia delirar de prazer e pedia aos berros pela pica daquele homem que me deu a vida!! Eu devia estar louca!
Assim continuamos papai e eu por vários minutos até ouvirmos mamãe chegar. Foi então que, sem se despedir, ele saiu do banheiro me deixando no meio da conversa mais quente de todas!
Tive que me masturbar pensando na pica dele, no tamanho e na grossura que devia ter e nas várias batalhas que ele estaria disposto a travar comigo na cama!!! Quando gozei, foi tão intenso que minhas pernas tremiam sem conseguir manter o equilíbrio. Definitivamente foi o orgasmo mais longo e incrível de toda a minha vida!
No dia seguinte, mamãe viajou pra fora do país. Dessa vez acompanhei papai pra deixar ela no aeroporto, não sei bem por quê, mas queria ter certeza de que ela embarcaria no avião! Nunca antes tinha ficado tão feliz em vê-la partir e até senti um pouco de arrependimento, mas ele sumiu num instante ao me sentir sozinha com papai.
Se tem algo que posso destacar da despedida dos meus pais foi que meu pai naquela ocasião não implorou pra ela não ir como sempre fazia no aeroporto, ele só deu um beijo nela e a viu partir, sob o olhar ingênuo da minha mãe que parecia não entender o que estava por vir…
Durante os primeiros dias sozinha com papai, comecei a usar cada vez menos roupa pra circular pela casa, e até numa ocasião papai percebeu como meus mamilos endureciam na frente dele, sem sutiã e vestindo uma blusa fina.
Naquela vez, papai tomou um banho mais Mais cedo que o normal e logo soube que ele ia se masturbar no chuveiro pensando no que tinha visto, então entrei com a desculpa de fazer xixi só pra ver a sombra dele amassando aquele pênis majestoso que ia explodir e soltar jatos de porra (a menos que já tivesse feito até lá).
— Posso entrar, papai? Tô apertada pra ir ao banheiro…
— Pode, filha, entra…
Sentei no vaso na hora e soltei só um pouquinho de xixi, e percebi que, atrás da cortina, meu pai paralisou e olhou na minha direção.
O silêncio era tanto que dava pra ouvir até a respiração ofegante dele. Era quase como se ele estivesse gemendo baixinho.
Com toda a tristeza do mundo, tive que sair do banheiro e, minutos depois, depois de ouvir o chuveiro fechar, deitada na cama do meu quarto com os dedos bem enfiados na minha bucetinha, acelerei minha punheta até que, quando gozei, comecei a gemer tão escandalosamente que tinha certeza de que meu pai podia me ouvir só de passar na porta do meu quarto.
— AHH HMMMMMMMMMMMMMMM HMMMMMMMMM
Naquela noite, minha excitação era tanta que eu não conseguia dormir. Ligava o computador e lia contos eróticos enquanto me masturbava, mas nada parecia acalmar meu tesão. Olhei o relógio e vi que marcava 4 da manhã…
— Tô acordada há muito tempo e isso não para… — falei pra mim mesma e, sem pensar duas vezes, cobri meu corpo nu com meu robe e saí do quarto em direção ao do meu pai!
— Papai, posso entrar? — perguntei da porta dele. — Não consigo dormir… tá muito frio no meu quarto…
Papai acordou bem na hora em que me enfiei na cama dele, debaixo das mesmas cobertas que cobriam ele. Me grudei nele e me aninhei debaixo do braço dele de um jeito que dava pra sentir o pau dele colado no meu corpo. Foi assim que, sem ele ter me negado a estadia, mas também sem ter aceitado, começamos a dormir juntos pela primeira vez na vida.
Aquilo parecia ser demais pra ele também, e o pau dele assim que me meti debaixo das cobertas dele, ele me fez saber disso em poucos minutos, porque era tanta dureza e grossura que parecia querer furar minha pele.
Esperei umas duas horas até o relógio bater 6 horas e papai parecia estar dormindo, ou pelo menos os roncos dele deixavam claro, e naquele momento me encostei de costas nele e, sentindo a dureza do mastro dele, fui acariciando com minha bunda até que logo ele colou em mim e, inconscientemente, começou a se mexer enquanto esfregava ele na minha bunda toda.
-Hmmm…- deixei escapar um gemidinho leve enquanto, com a mão e de forma ousada, liberava o pinto dele da cueca para que o contato fosse direto na minha pele, já que minha camisola de dormir naquela hora devia estar na altura da minha cintura…
-E se eu enfiar ele…?- pensei, mas não tive coragem de ir tão longe, ou pelo menos não tive tempo de criar coragem e fazer, porque, enquanto eu discutia isso na minha cabeça, papai soltou 5 jatos poderosos de porra que banharam minha bunda, cobrindo ela todinha!!
Naquele momento, decidi parar de brincar com ele e, abrindo os olhos, me virei e encarei ele no meio da escuridão do quarto dele, que mesmo assim deixava ver o reflexo dos nossos rostos e perceber que ele também estava acordado.
Nenhum dos dois parecia ter coragem de falar, então fui eu que, num impulso, me joguei nele e beijei ele nos lábios de um jeito que nossas línguas se enroscaram num jogo delicioso de laços…
Um dia, navegando na internet, cheguei num site de contos eróticos onde li a história de uma garota que fazia de tudo, até o inimaginável, pra que o pai não abandonasse o lar. E quando digo inimaginável, é porque ela transava com ele só pra que ele ficasse feliz em casa e não saísse atrás de mulher.
No começo, fiquei horrorizada com o conto daquela garota, não conseguia entender como ela tinha coragem de fazer aquilo. Mas, conforme os dias passavam e as ligações mudas continuavam, toda vez que eu ou minha mãe atendíamos o telefone, a vida me fez pensar no abandono do meu pai. E a ideia me horrorizou muito mais, a ponto de eu começar a ver o desespero daquela jovem como uma possível saída pro meu caso.
Daí em diante, comecei a fazer o que até então eu não fazia. Parei de sair com minhas amigas pra ficar navegando na internet e pesquisando sobre o assunto. Encontrei de tudo: fotos, vídeos e contos aos montes.
Como não saía mais com minhas amigas, também não tinha chance de arrumar namorado, e isso significava nada de sexo. Então, com o tempo sem transar, comecei a ficar tão excitada que me masturbava de noite, no escuro do meu quarto, ou enquanto tomava banho debaixo do jato quente, o que fazia meu sangue ferver como nunca.
Acho que meu ambiente só me impedia de imaginar algo satisfatório pra me masturbar, então, desesperada, comecei a imaginar meu pai entrando no meu quarto ou no banheiro e me fodendo escondido da minha mãe. E Isso foi o suficiente para que, em questão de dias, eu estivesse à beira da excitação.
Foi nessa época que a mamãe anunciou uma das viagens mais longas dela. Ela ia ficar fora por 15 dias, saindo de férias com os colegas de profissão, e isso significava que papai e eu ficaríamos sozinhos em casa.
Na mesma hora, cancelei todos os meus encontros e compromissos para aqueles dias e, a partir daí, comecei a sair do banho ainda com o corpo molhado e a toalha amarrada, só para me trocar no meu quarto. E sempre fazia isso quando papai estava por perto e eu sabia que ele podia me ver. E sempre soube que ele me olhava, mas eu fazia a maior cara de distraída e inocente, andando o mais devagar possível para que o espetáculo desse resultado.
Logo papai virou meu fiel espectador e, agora, eu tinha a impressão de que, toda vez que me ouvia gritar pra minha mãe que ia tomar banho, ele se aproximava para rondar o banheiro, só pra não perder um segundo da minha caminhada sensual até o quarto.
Um dia antes de a mamãe viajar, aproveitando que ela tinha saído para comprar os últimos preparativos, meu pai estava se barbeando no banheiro quando eu entrei de repente e pedi permissão pra tomar banho:
— Tô com pressa, te atrapalho se eu tomar banho aqui com você, papai?
— Não, de jeito nenhum, querida… — ele respondeu, tentando não perder o foco na barba, mas claramente nervoso.
— Tá bom, não olha enquanto eu me despir… — tirei a roupa bem rápido e entrei de calcinha e sutiã no chuveiro e, depois de fechar a cortina, tirei o resto e fiquei completamente nua.
A cortina do banheiro era grossa o bastante pra não dar pra ver tudo, mas não tão grossa a ponto de esconder a silhueta do meu corpo.
Assim que abri o chuveiro, comecei a puxar conversa com meu pai, que eu sabia que estava vidrado na cortina. Foi por isso que comecei a brincar com meu corpo, amassando meus peitos de um jeito sensual e fazendo poses que deixavam fazer delirar.
Rapidamente percebi como a sombra das mãos dele passou da barba pra virilha. Era óbvio que papai tava se masturbando enquanto "conversava" qualquer besteira só pra ficar mais tempo vendo a sombra do corpo da filha dele!
Naquele momento senti um pouco de medo, acho que sabia que tava brincando com fogo, mas já não me importava mais de me queimar! Nasceu dentro de mim um sentimento que me fazia delirar de prazer e pedia aos berros pela pica daquele homem que me deu a vida!! Eu devia estar louca!
Assim continuamos papai e eu por vários minutos até ouvirmos mamãe chegar. Foi então que, sem se despedir, ele saiu do banheiro me deixando no meio da conversa mais quente de todas!
Tive que me masturbar pensando na pica dele, no tamanho e na grossura que devia ter e nas várias batalhas que ele estaria disposto a travar comigo na cama!!! Quando gozei, foi tão intenso que minhas pernas tremiam sem conseguir manter o equilíbrio. Definitivamente foi o orgasmo mais longo e incrível de toda a minha vida!
No dia seguinte, mamãe viajou pra fora do país. Dessa vez acompanhei papai pra deixar ela no aeroporto, não sei bem por quê, mas queria ter certeza de que ela embarcaria no avião! Nunca antes tinha ficado tão feliz em vê-la partir e até senti um pouco de arrependimento, mas ele sumiu num instante ao me sentir sozinha com papai.
Se tem algo que posso destacar da despedida dos meus pais foi que meu pai naquela ocasião não implorou pra ela não ir como sempre fazia no aeroporto, ele só deu um beijo nela e a viu partir, sob o olhar ingênuo da minha mãe que parecia não entender o que estava por vir…
Durante os primeiros dias sozinha com papai, comecei a usar cada vez menos roupa pra circular pela casa, e até numa ocasião papai percebeu como meus mamilos endureciam na frente dele, sem sutiã e vestindo uma blusa fina.
Naquela vez, papai tomou um banho mais Mais cedo que o normal e logo soube que ele ia se masturbar no chuveiro pensando no que tinha visto, então entrei com a desculpa de fazer xixi só pra ver a sombra dele amassando aquele pênis majestoso que ia explodir e soltar jatos de porra (a menos que já tivesse feito até lá).
— Posso entrar, papai? Tô apertada pra ir ao banheiro…
— Pode, filha, entra…
Sentei no vaso na hora e soltei só um pouquinho de xixi, e percebi que, atrás da cortina, meu pai paralisou e olhou na minha direção.
O silêncio era tanto que dava pra ouvir até a respiração ofegante dele. Era quase como se ele estivesse gemendo baixinho.
Com toda a tristeza do mundo, tive que sair do banheiro e, minutos depois, depois de ouvir o chuveiro fechar, deitada na cama do meu quarto com os dedos bem enfiados na minha bucetinha, acelerei minha punheta até que, quando gozei, comecei a gemer tão escandalosamente que tinha certeza de que meu pai podia me ouvir só de passar na porta do meu quarto.
— AHH HMMMMMMMMMMMMMMM HMMMMMMMMM
Naquela noite, minha excitação era tanta que eu não conseguia dormir. Ligava o computador e lia contos eróticos enquanto me masturbava, mas nada parecia acalmar meu tesão. Olhei o relógio e vi que marcava 4 da manhã…
— Tô acordada há muito tempo e isso não para… — falei pra mim mesma e, sem pensar duas vezes, cobri meu corpo nu com meu robe e saí do quarto em direção ao do meu pai!
— Papai, posso entrar? — perguntei da porta dele. — Não consigo dormir… tá muito frio no meu quarto…
Papai acordou bem na hora em que me enfiei na cama dele, debaixo das mesmas cobertas que cobriam ele. Me grudei nele e me aninhei debaixo do braço dele de um jeito que dava pra sentir o pau dele colado no meu corpo. Foi assim que, sem ele ter me negado a estadia, mas também sem ter aceitado, começamos a dormir juntos pela primeira vez na vida.
Aquilo parecia ser demais pra ele também, e o pau dele assim que me meti debaixo das cobertas dele, ele me fez saber disso em poucos minutos, porque era tanta dureza e grossura que parecia querer furar minha pele.
Esperei umas duas horas até o relógio bater 6 horas e papai parecia estar dormindo, ou pelo menos os roncos dele deixavam claro, e naquele momento me encostei de costas nele e, sentindo a dureza do mastro dele, fui acariciando com minha bunda até que logo ele colou em mim e, inconscientemente, começou a se mexer enquanto esfregava ele na minha bunda toda.
-Hmmm…- deixei escapar um gemidinho leve enquanto, com a mão e de forma ousada, liberava o pinto dele da cueca para que o contato fosse direto na minha pele, já que minha camisola de dormir naquela hora devia estar na altura da minha cintura…
-E se eu enfiar ele…?- pensei, mas não tive coragem de ir tão longe, ou pelo menos não tive tempo de criar coragem e fazer, porque, enquanto eu discutia isso na minha cabeça, papai soltou 5 jatos poderosos de porra que banharam minha bunda, cobrindo ela todinha!!
Naquele momento, decidi parar de brincar com ele e, abrindo os olhos, me virei e encarei ele no meio da escuridão do quarto dele, que mesmo assim deixava ver o reflexo dos nossos rostos e perceber que ele também estava acordado.
Nenhum dos dois parecia ter coragem de falar, então fui eu que, num impulso, me joguei nele e beijei ele nos lábios de um jeito que nossas línguas se enroscaram num jogo delicioso de laços…
5 comentários - A papi quiere que lo atiendan, cuando mami no esta.