Há uns 10 dias recebi um convite pra entrar num grupo de WhatsApp. O nome do grupo era "Despedida de Solteira da Yani".
Acontece que em alguns dias (no dia 29 de março que passou) ia se casar minha colega da faculdade, Yanina, aquela com quem sempre me juntei pra fazer trabalhos desde o primeiro ano. Sempre fomos boas colegas, mas não chegamos a ser amigas íntimas. Ela foi e é muito reservada.
Como vocês devem saber, essa é a garota de quem peguei o namorado várias vezes (se quiserem ler tudo que rolou com ele, são os relatos 16, 18, 23 e 53).
No grupo éramos 19 garotas no total. As mensagens choviam toda hora e era impossível a gente entrar num acordo sobre o que fazer.
Num extremo estavam as que queriam fazer um jantar (pizza e cerveja) numa casa, algo super tranquilo e chato. No outro extremo estavam as que queriam alugar um salão e contratar strippers. Ou seja, festa completa. Eu estava, claro, nesse grupo.
No final, a ideia da festa num salão acabou vencendo. As que não concordaram (eram quatro) saíram do grupo bem putas da vida.
A Yani é uma mina com família rica, e as amigas dela também eram. Por isso não teve drama pra combinar quanto cada uma ia pagar. Como a gente queria fazer algo realmente foda e se divertir pra valer, decidimos que cada uma ia colocar uns R$3000.
Juntamos no total R$45000. Era muita grana, então dava pra fazer algo realmente animal.
No final, tudo ficou organizado. A despedida de solteira seria no sábado, 26 de março, num salão privado muito chique. A gente tinha serviço de catering, contratamos um DJ e também seis strippers pra fazer um show pra todas.
Naquele sábado, eu fiquei absolutamente puta. Todas sabíamos que a gente ia se divertir e que tudo que acontecesse ali, ficava ali.
Salto agulha preto. Minissaia de lantejoulas douradas com fenda na lateral que chegava quase na cintura. Top curto com detalhes dourados, bem curtinho pra mostrar o... piercing de umbigo. A camisetinha mal cabia nos meus peitos, quase estourando eles.
Por volta das 2h da manhã, todas nós já estávamos bem animadas. Entre danças e álcool, a noite começou a ficar muito boa. A gente fazia a Yani beber toda hora e, mesmo que ela não quisesse, a obrigávamos com jogos que ela sempre perdia.
Às 3h começou a farra de verdade. No meio da dança, apareceram eles: os seis strippers. Uns corpos incríveis, todos sarados e quase sem roupa, só de cueca que mal cabia neles.
Logo que chegaram, três deles cercaram minha amiga, enquanto os outros três se divertiam com o resto de nós.
No começo foi de boa, mas depois foram se aproximando da Yani e a encostavam por trás e pela frente, enquanto algumas mãos a tocavam devagar. Ela parecia um pouco desconfortável e tinha ficado toda vermelha, mas como estava bêbada, se deixava tocar.
Depois de apalpá-la por todos os lados, os strippers subiram no palco e lá fizeram o show deles. Em pouco tempo estavam todos pelados, os paus ainda estavam bem moles, mas todas nós estávamos loucas pedindo pra crescerem um pouco.
A Yani parecia hipnotizada. Quando viu aquele tamanho de paus, ficou estupefata e gritava como louca pedindo pra ver aqueles paus duros.
Foi assim que, depois de um tempo de show, eles desceram e começaram a dançar com todas as garotas, metendo a mão por todo lado. A maioria de nós estava muito bêbada e ninguém reclamava.
Finalmente fizemos a Yani sentar. Lá a obrigamos a tocar no pau de um dos strippers. O tamanho do pau que aquele cara tinha era descomunal. A Yani estava toda vermelha, mas ao mesmo tempo muito solta. Continuava bebendo e bebendo e estava terrivelmente bêbada.
No final ela se animou e agarrou o pau do stripper. Imediatamente o pau começou a crescer, atingindo um tamanho que era uma loucura, enquanto ela o acariciava cada vez mais rápido.
Depois aconteceu o que ninguém pensava que ia acontecer. Quando o cara... Ele estava com o pau totalmente duro, e a Yani começou a chupar. Todas nós começamos a gritar, aplaudir e comemorar. Enquanto isso, ela continuava como uma louca, chupando, tocando e masturbando ele, gritando: "Olhem isso, meninas, olhem isso aqui!".
A Yani estava completamente enlouquecida. Ela chupava com uma vontade incrível, totalmente desesperada. Tanta era a sua desesperação para comer aquela rola que não cabia na boca dela (era grande demais) e ela engasgava toda hora. Mas ela continuava chupando e chupando.
Logo em seguida, os outros cinco strippers, já com seus paus duros, se distribuíram entre nós e todas começamos a chupá-los. Nem todas participavam, claro, algumas só olhavam e se contorciam de vontade de participar, mas não o faziam.
Éramos umas oito minas chupando eles, e íamos nos revezando para que todas pudessem fazer. Eu estava com três meninas naquele momento: primeiro eu chupava, depois a do meu lado, depois a outra. E aí voltava para mim, e assim por diante.
Depois disso, minha amiga foi agarrada por dois strippers e sentaram ela em uma das mesas. Lá, tiraram quase toda a roupa dela, prontos para penetrá-la e fazer ela ter a melhor noite da vida.
Mas a Yani ficou nervosa, começou a dizer que não, que não podia, que era errado, que não podia fazer aquilo com o namorado dela. Eu pensei na hora: "Mano, para de frescura, seu namorado já te traiu mil vezes, e comigo inclusive!", mas claro, guardei esse pensamento para mim.
Tudo isso acontecia enquanto o stripper a tinha pelada na mesa, com o pau quase encostando na sua buceta.
Algumas das amigas dela se aproximaram e começaram a dizer para ela se deixar levar, para aproveitar. "Vai, enfia nela, cara!", gritou outra. Aí todas nós começamos em coro a gritar: "Enfia nela! Enfia nela!".
O stripper não hesitou e, mesmo sem a permissão da Yani, empurrou o pau e começou a penetrá-la. Minha amiga soltou um grito enorme, o pau não entrava fácil. Depois de algumas tentativas... O maluco conseguiu penetrar ela e aí começaram as bombadas.
"Vai, me come, me come, me come, me come, me come!", esses foram os gritos da Yani. Ela tinha ficado ainda mais doida do que já estava. Estava totalmente excitada e com tesão, pedindo aos berros que acabassem com ela.
Enquanto minha amiga começava a ser fodida violentamente na mesa, eu peguei na mão de outro dos strippers e me aproximei de outra mesa. Lá me sentei e disse no ouvido dele para me comer.
O cara estava de pau duro e ele também era descomunal. Imediatamente, sem tirar minha roupa, ele puxou minha calcinha e jogou no chão. Na hora começou a me foder.
Quando as outras minas viram que já éramos duas que estávamos transando, começou a verdadeira bagunça. Os outros 4 strippers começaram a comer todo mundo.
Meu cara me comia sem piedade, metia e tirava a mil por hora enquanto eu gritava como uma puta. Depois de alguns minutos, ele me levantou e tirou minha blusa e sutiã. Fiquei então com os peitos à mostra.
Ele me virou e, agarrando minhas tetas e amassando até doer, me colocou de costas.
Enquanto isso, uma mina se aproxima e me entrega uma garrafa de champanhe. Eu comecei a beber como dava, mas com os movimentos da foda o champanhe escorria pelo meu pescoço e pelos peitos.
Como vi que isso excitou meu cara, me virei e derramei a garrafa inteira nas tetas. Aí o cara começou a chupá-las como um louco, enquanto as apalpava toda. A mina que estava ali do lado vendo isso se juntou e começou a apalpá-las também.
Logo em seguida outra mina se aproxima, pedindo para eu compartilhar. Não tive problema e o stripper a colocou de quatro no chão e começou a comê-la.
Enquanto isso, a garota que tinha estado apalpando meus peitos agora estava beijando e chupando eles. "Qual é dessa?", pensei eu. "Deve ser lésbica". Imediatamente ela se aproximou da minha boca e começamos a nos beijar com muita língua.
Depois foi minha vez de novo. O cara me jogou no chão e, abrindo minhas pernas ao Máximo enfiou aquele pauzão terrível dentro de mim. Comecei a gritar que nem uma puta no cio, estava excitadíssima e queria transar por mil anos seguidos.
Depois de algumas bombadas, ele me fez gozar.
"Acabou! Acabou!", algumas garotas começaram a gritar. Olhei em volta e vi a Yani. Agora era outro stripper que estava comendo ela. "Essa vai passar pelos seis", pensei.
O maluco que tinha me comido começou a foder a magrinha com quem eu tinha beijado. Também de quatro no chão, do meu lado, enquanto eu assistia o espetáculo a meio metro de distância.
Me levantei e me aproximei de outro stripper, que parou de comer a garota e me agarrou, levando para um sofá. Lá mesmo ele meteu em mim. Pegou minhas pernas, fechou elas e colocou nos ombros dele.
Aquele pau enorme e grosso do cara fazia minha buceta abrir ao máximo. E ainda por cima, naquela posição, ele apertava tudo, o que me fazia gozar que nem uma vadia.
Meus gritos se misturavam com os das outras que também estavam transando. Algumas gozavam na hora, mas pediam mais. Não era pra menos. Aqueles caras estavam a fim de curtir a noite toda.
"Arrebenta meu cu", uma magrinha perto de mim disse pro cara que estava comendo ela. Na hora, o cara pediu lubrificante pra outro e preparou o rabo dela. Foi tudo muito rápido. Em 10 minutos, já estavam metendo no cu da garota.
"Você também quer?", o stripper que continuava me comendo sem parar perguntou. Nem esperou minha resposta. Entendeu na hora. E enquanto continuava socando em mim, começou a enfiar um dedo no meu cu.
Depois, com o lubrificante, foram dois dedos, e pouco depois... o pau dentro da minha bunda.
As duas estávamos contra a parede, com o cu sendo arrebentado. A coitada do meu lado gritava e gritava, realmente tinha uma carinha de dor que dava quase pena. Mas ela aguentava o tranco.
O cara ainda por cima não tinha piedade. Enfiava o pau até o fundo e tirava quase por completo. Tinham que ver o tamanho daquele pau!
Enquanto enquanto as outras garotas que não estavam transando ficavam nos olhando. E agora o magrão estava me dando na bunda ali no chão, ele em pé e eu de quatro. Logo comecei a esfregar minha buceta e acabei gozando de novo.
Depois veio uma pausa para mim. Uma das minas que até então não tinha feito nada, não aguentou mais e ficou pelada. Na hora um stripper agarrou ela e começou a comer ela.
Eu me aproximei do outro lado do salão, onde a Yani estava encurralada no canto. Um tempo um cara comia ela, tirava e outro botava. Assim uma e outra e outra vez. A Yani estava toda vermelha, parecia exausta.
"Mané, não aguento mais", ela me disse quando cheguei perto, enquanto não conseguia disfarçar a cara de dor. "Tão acabando com ela", pensei.
Logo um dos strippers me agarrou e de novo me deram na bunda. "Devagar, devagar", eu falei. O maluco nem me ouviu. Começou a meter na minha bunda enquanto me agarrava e apertava meus peitos. Eu gritava e gritava, enquanto ao mesmo tempo continuava super excitada.
Depois de um tempo assim, o maluco me faz agachar, e tirando a camisinha, me faz chupar. Ele agarrou minha cabeça segurando pelo cabelo, me fazia doer de tão forte que ele me segurava!
Uma e outra vez, ele metia o pau até o fundo, me obrigando a engolir tudo. Depois de algumas entradas e saídas, e de me comer pela boca, ele se masturbou um pouco e jogou toda a porra na minha cara. Os litros que saíram!
Ele deixou minha cara totalmente cheia de porra. Eu me levantei e as garotas começaram a gritar e comemorar.
Logo o maluco que estava comendo a Yani, fez o mesmo com ela. Ela não queria que gozassem na cara dela, mas o magrão pegou ela com força e apesar dos gritos de "Não" acabou enchendo a cara e boca dela de sêmen. De novo as garotas com mais e mais comemorações.
Ainda faltavam quatro strippers. Pedimos então que dedicassem o final para a Yani.
A Yani, totalmente pelada, para poder limpar o sêmen da cara se jogou água no rosto. Mas a carinha dela não ia durar limpa por muito tempo. limpia. Imediatamente os quatro strippers se aproximaram e, fazendo ela se agachar, começaram a se masturbar.
Pouco tempo depois, o rosto da minha amiga estava todo branco. Raramente eu tinha visto um magrelo (e ainda mais agora quatro) gozarem tanta porra. A carinha da Yani dava pena, coitada.
Toda a porra do rosto dela ia escorrendo pelo pescoço, as tetas, o abdômen e até o chão. Ela estava toda coberta de porra de 4 magrelos diferentes. Logo em seguida, a Yani pegou a camiseta que estava jogada e se limpou como pôde. Tinha uma cara de nojo, coitada!
Os strippers continuaram pelados, já com seus paus moles de novo. Algumas das garotas se vestiram novamente. Eu só coloquei a camiseta sem sutiã, a minissaia ainda estava vestida.
Depois de um tempo, a música e as rodadas de bebida começaram de novo. Eram 5 da manhã.
Logo surgiu sexo de novo. Não com todas, claro. Algumas até já tinham ido embora.
Uma das garotas começou, no meio da pista, a chupar o pau de um dos strippers e logo foram transar num canto.
Eu não fiquei para trás e, quando senti um dos strippers encostar todo o pau dele por trás, levantando minha minissaia e me tocando por inteira, comecei a tocar no pau dele e o levei para outro sofá.
Lá, subi em cima dele e comecei a cavalgar. Minhas tetas balançavam de um lado para o outro, fazendo ele gozar como se eu fosse uma puta e ele quem estivesse me pagando. O pior é que era o contrário.
Depois de transar com ele por um bom tempo, acabei gozando de novo. Mas não parei. Continuei minha cavalgada sem pausa e num ritmo constante.
O cara então disse que não aguentava mais, me fez parar e, tirando a camisinha, me fez engolir toda a porra. "Vai, engole, puta", ele dizia enquanto se masturbava. No final, engoli tudo, enquanto algumas garotas me observavam a menos de um metro de distância.
Depois de mais um tempo de descontrole, pegaram a Yani de novo. Ela começou a implorar que não aguentava mais, que estava toda dolorida. Até ficou nervosa com o que ia acontecer de novo. Até mancava ao andar.
Em outra situação, nos... se tivéssemos nos preocupado e talvez cortado um pouco a onda, mas no meio de tanto descontrole e bebedeira (tanto dela quanto do resto) todas começamos a gritar de novo "Que enfiem nela! Que enfiem nela!", e entre 5 strippers (o outro tinha acabado de gozar comigo) deitaram ela no sofá.
O que veio a seguir foi uma loucura.
Os caras começaram a se revezar. Um metia um pouco e trocava pelo outro. Depois pro outro, depois pro outro e depois pro outro. Não lembro quanto tempo ficaram assim. A Yani estava toda vermelha e pedindo pra gozarem rápido porque não aguentava mais, mas ao mesmo tempo, ela continuava gozando e gozando.
Depois começaram a mandar dedos no cu, e apesar das queixas e tentativas dela de sair da situação, um dos caras conseguiu enfiar. Os gritos de dor da minha amiga eram de filme pornô.
Todos tiveram sua oportunidade, e aquela rabuda aguentou a penetração dos 5 strippers que estavam fodendo ela. Em alguns momentos, dava pena, mas estávamos muito na pilha pra perceber tudo. Depois de um tempo, voltaram de novo pra buceta.
E depois de um tempão, muito tempo na verdade mas não sei quanto, primeiro um e depois os outros, gozaram nela. Uns na cara, outros nos peitos, outros dentro da boca.
A Yani mal conseguia andar, tinham realmente acabado com ela. Ela estava toda cheia de porra e custava a caminhar. Deve ter gozado umas 8 ou 10 vezes em poucas horas, calculo eu.
Às 8h com o sol alto, fomos todas acabadas.
Algumas tinham ido embora mais cedo, antes mesmo do sexo começar. Perderam o melhor.
A Yani quase que precisaram ajudar a andar, estava com um porre atômico. "Me foderam legal", dizia ela uma e outra vez enquanto não parava de rir.
Quando cheguei em casa a primeira coisa que fiz foi me jogar na cama com a roupa vestida.
"Essa noite a Yani não esquece mais", pensei. "E eu também não". Logo fechei os olhos e dormi.
Acontece que em alguns dias (no dia 29 de março que passou) ia se casar minha colega da faculdade, Yanina, aquela com quem sempre me juntei pra fazer trabalhos desde o primeiro ano. Sempre fomos boas colegas, mas não chegamos a ser amigas íntimas. Ela foi e é muito reservada.
Como vocês devem saber, essa é a garota de quem peguei o namorado várias vezes (se quiserem ler tudo que rolou com ele, são os relatos 16, 18, 23 e 53).
No grupo éramos 19 garotas no total. As mensagens choviam toda hora e era impossível a gente entrar num acordo sobre o que fazer.
Num extremo estavam as que queriam fazer um jantar (pizza e cerveja) numa casa, algo super tranquilo e chato. No outro extremo estavam as que queriam alugar um salão e contratar strippers. Ou seja, festa completa. Eu estava, claro, nesse grupo.
No final, a ideia da festa num salão acabou vencendo. As que não concordaram (eram quatro) saíram do grupo bem putas da vida.
A Yani é uma mina com família rica, e as amigas dela também eram. Por isso não teve drama pra combinar quanto cada uma ia pagar. Como a gente queria fazer algo realmente foda e se divertir pra valer, decidimos que cada uma ia colocar uns R$3000.
Juntamos no total R$45000. Era muita grana, então dava pra fazer algo realmente animal.
No final, tudo ficou organizado. A despedida de solteira seria no sábado, 26 de março, num salão privado muito chique. A gente tinha serviço de catering, contratamos um DJ e também seis strippers pra fazer um show pra todas.
Naquele sábado, eu fiquei absolutamente puta. Todas sabíamos que a gente ia se divertir e que tudo que acontecesse ali, ficava ali.
Salto agulha preto. Minissaia de lantejoulas douradas com fenda na lateral que chegava quase na cintura. Top curto com detalhes dourados, bem curtinho pra mostrar o... piercing de umbigo. A camisetinha mal cabia nos meus peitos, quase estourando eles.
Por volta das 2h da manhã, todas nós já estávamos bem animadas. Entre danças e álcool, a noite começou a ficar muito boa. A gente fazia a Yani beber toda hora e, mesmo que ela não quisesse, a obrigávamos com jogos que ela sempre perdia.
Às 3h começou a farra de verdade. No meio da dança, apareceram eles: os seis strippers. Uns corpos incríveis, todos sarados e quase sem roupa, só de cueca que mal cabia neles.
Logo que chegaram, três deles cercaram minha amiga, enquanto os outros três se divertiam com o resto de nós.
No começo foi de boa, mas depois foram se aproximando da Yani e a encostavam por trás e pela frente, enquanto algumas mãos a tocavam devagar. Ela parecia um pouco desconfortável e tinha ficado toda vermelha, mas como estava bêbada, se deixava tocar.
Depois de apalpá-la por todos os lados, os strippers subiram no palco e lá fizeram o show deles. Em pouco tempo estavam todos pelados, os paus ainda estavam bem moles, mas todas nós estávamos loucas pedindo pra crescerem um pouco.
A Yani parecia hipnotizada. Quando viu aquele tamanho de paus, ficou estupefata e gritava como louca pedindo pra ver aqueles paus duros.
Foi assim que, depois de um tempo de show, eles desceram e começaram a dançar com todas as garotas, metendo a mão por todo lado. A maioria de nós estava muito bêbada e ninguém reclamava.
Finalmente fizemos a Yani sentar. Lá a obrigamos a tocar no pau de um dos strippers. O tamanho do pau que aquele cara tinha era descomunal. A Yani estava toda vermelha, mas ao mesmo tempo muito solta. Continuava bebendo e bebendo e estava terrivelmente bêbada.
No final ela se animou e agarrou o pau do stripper. Imediatamente o pau começou a crescer, atingindo um tamanho que era uma loucura, enquanto ela o acariciava cada vez mais rápido.
Depois aconteceu o que ninguém pensava que ia acontecer. Quando o cara... Ele estava com o pau totalmente duro, e a Yani começou a chupar. Todas nós começamos a gritar, aplaudir e comemorar. Enquanto isso, ela continuava como uma louca, chupando, tocando e masturbando ele, gritando: "Olhem isso, meninas, olhem isso aqui!".
A Yani estava completamente enlouquecida. Ela chupava com uma vontade incrível, totalmente desesperada. Tanta era a sua desesperação para comer aquela rola que não cabia na boca dela (era grande demais) e ela engasgava toda hora. Mas ela continuava chupando e chupando.
Logo em seguida, os outros cinco strippers, já com seus paus duros, se distribuíram entre nós e todas começamos a chupá-los. Nem todas participavam, claro, algumas só olhavam e se contorciam de vontade de participar, mas não o faziam.
Éramos umas oito minas chupando eles, e íamos nos revezando para que todas pudessem fazer. Eu estava com três meninas naquele momento: primeiro eu chupava, depois a do meu lado, depois a outra. E aí voltava para mim, e assim por diante.
Depois disso, minha amiga foi agarrada por dois strippers e sentaram ela em uma das mesas. Lá, tiraram quase toda a roupa dela, prontos para penetrá-la e fazer ela ter a melhor noite da vida.
Mas a Yani ficou nervosa, começou a dizer que não, que não podia, que era errado, que não podia fazer aquilo com o namorado dela. Eu pensei na hora: "Mano, para de frescura, seu namorado já te traiu mil vezes, e comigo inclusive!", mas claro, guardei esse pensamento para mim.
Tudo isso acontecia enquanto o stripper a tinha pelada na mesa, com o pau quase encostando na sua buceta.
Algumas das amigas dela se aproximaram e começaram a dizer para ela se deixar levar, para aproveitar. "Vai, enfia nela, cara!", gritou outra. Aí todas nós começamos em coro a gritar: "Enfia nela! Enfia nela!".
O stripper não hesitou e, mesmo sem a permissão da Yani, empurrou o pau e começou a penetrá-la. Minha amiga soltou um grito enorme, o pau não entrava fácil. Depois de algumas tentativas... O maluco conseguiu penetrar ela e aí começaram as bombadas.
"Vai, me come, me come, me come, me come, me come!", esses foram os gritos da Yani. Ela tinha ficado ainda mais doida do que já estava. Estava totalmente excitada e com tesão, pedindo aos berros que acabassem com ela.
Enquanto minha amiga começava a ser fodida violentamente na mesa, eu peguei na mão de outro dos strippers e me aproximei de outra mesa. Lá me sentei e disse no ouvido dele para me comer.
O cara estava de pau duro e ele também era descomunal. Imediatamente, sem tirar minha roupa, ele puxou minha calcinha e jogou no chão. Na hora começou a me foder.
Quando as outras minas viram que já éramos duas que estávamos transando, começou a verdadeira bagunça. Os outros 4 strippers começaram a comer todo mundo.
Meu cara me comia sem piedade, metia e tirava a mil por hora enquanto eu gritava como uma puta. Depois de alguns minutos, ele me levantou e tirou minha blusa e sutiã. Fiquei então com os peitos à mostra.
Ele me virou e, agarrando minhas tetas e amassando até doer, me colocou de costas.
Enquanto isso, uma mina se aproxima e me entrega uma garrafa de champanhe. Eu comecei a beber como dava, mas com os movimentos da foda o champanhe escorria pelo meu pescoço e pelos peitos.
Como vi que isso excitou meu cara, me virei e derramei a garrafa inteira nas tetas. Aí o cara começou a chupá-las como um louco, enquanto as apalpava toda. A mina que estava ali do lado vendo isso se juntou e começou a apalpá-las também.
Logo em seguida outra mina se aproxima, pedindo para eu compartilhar. Não tive problema e o stripper a colocou de quatro no chão e começou a comê-la.
Enquanto isso, a garota que tinha estado apalpando meus peitos agora estava beijando e chupando eles. "Qual é dessa?", pensei eu. "Deve ser lésbica". Imediatamente ela se aproximou da minha boca e começamos a nos beijar com muita língua.
Depois foi minha vez de novo. O cara me jogou no chão e, abrindo minhas pernas ao Máximo enfiou aquele pauzão terrível dentro de mim. Comecei a gritar que nem uma puta no cio, estava excitadíssima e queria transar por mil anos seguidos.
Depois de algumas bombadas, ele me fez gozar.
"Acabou! Acabou!", algumas garotas começaram a gritar. Olhei em volta e vi a Yani. Agora era outro stripper que estava comendo ela. "Essa vai passar pelos seis", pensei.
O maluco que tinha me comido começou a foder a magrinha com quem eu tinha beijado. Também de quatro no chão, do meu lado, enquanto eu assistia o espetáculo a meio metro de distância.
Me levantei e me aproximei de outro stripper, que parou de comer a garota e me agarrou, levando para um sofá. Lá mesmo ele meteu em mim. Pegou minhas pernas, fechou elas e colocou nos ombros dele.
Aquele pau enorme e grosso do cara fazia minha buceta abrir ao máximo. E ainda por cima, naquela posição, ele apertava tudo, o que me fazia gozar que nem uma vadia.
Meus gritos se misturavam com os das outras que também estavam transando. Algumas gozavam na hora, mas pediam mais. Não era pra menos. Aqueles caras estavam a fim de curtir a noite toda.
"Arrebenta meu cu", uma magrinha perto de mim disse pro cara que estava comendo ela. Na hora, o cara pediu lubrificante pra outro e preparou o rabo dela. Foi tudo muito rápido. Em 10 minutos, já estavam metendo no cu da garota.
"Você também quer?", o stripper que continuava me comendo sem parar perguntou. Nem esperou minha resposta. Entendeu na hora. E enquanto continuava socando em mim, começou a enfiar um dedo no meu cu.
Depois, com o lubrificante, foram dois dedos, e pouco depois... o pau dentro da minha bunda.
As duas estávamos contra a parede, com o cu sendo arrebentado. A coitada do meu lado gritava e gritava, realmente tinha uma carinha de dor que dava quase pena. Mas ela aguentava o tranco.
O cara ainda por cima não tinha piedade. Enfiava o pau até o fundo e tirava quase por completo. Tinham que ver o tamanho daquele pau!
Enquanto enquanto as outras garotas que não estavam transando ficavam nos olhando. E agora o magrão estava me dando na bunda ali no chão, ele em pé e eu de quatro. Logo comecei a esfregar minha buceta e acabei gozando de novo.
Depois veio uma pausa para mim. Uma das minas que até então não tinha feito nada, não aguentou mais e ficou pelada. Na hora um stripper agarrou ela e começou a comer ela.
Eu me aproximei do outro lado do salão, onde a Yani estava encurralada no canto. Um tempo um cara comia ela, tirava e outro botava. Assim uma e outra e outra vez. A Yani estava toda vermelha, parecia exausta.
"Mané, não aguento mais", ela me disse quando cheguei perto, enquanto não conseguia disfarçar a cara de dor. "Tão acabando com ela", pensei.
Logo um dos strippers me agarrou e de novo me deram na bunda. "Devagar, devagar", eu falei. O maluco nem me ouviu. Começou a meter na minha bunda enquanto me agarrava e apertava meus peitos. Eu gritava e gritava, enquanto ao mesmo tempo continuava super excitada.
Depois de um tempo assim, o maluco me faz agachar, e tirando a camisinha, me faz chupar. Ele agarrou minha cabeça segurando pelo cabelo, me fazia doer de tão forte que ele me segurava!
Uma e outra vez, ele metia o pau até o fundo, me obrigando a engolir tudo. Depois de algumas entradas e saídas, e de me comer pela boca, ele se masturbou um pouco e jogou toda a porra na minha cara. Os litros que saíram!
Ele deixou minha cara totalmente cheia de porra. Eu me levantei e as garotas começaram a gritar e comemorar.
Logo o maluco que estava comendo a Yani, fez o mesmo com ela. Ela não queria que gozassem na cara dela, mas o magrão pegou ela com força e apesar dos gritos de "Não" acabou enchendo a cara e boca dela de sêmen. De novo as garotas com mais e mais comemorações.
Ainda faltavam quatro strippers. Pedimos então que dedicassem o final para a Yani.
A Yani, totalmente pelada, para poder limpar o sêmen da cara se jogou água no rosto. Mas a carinha dela não ia durar limpa por muito tempo. limpia. Imediatamente os quatro strippers se aproximaram e, fazendo ela se agachar, começaram a se masturbar.
Pouco tempo depois, o rosto da minha amiga estava todo branco. Raramente eu tinha visto um magrelo (e ainda mais agora quatro) gozarem tanta porra. A carinha da Yani dava pena, coitada.
Toda a porra do rosto dela ia escorrendo pelo pescoço, as tetas, o abdômen e até o chão. Ela estava toda coberta de porra de 4 magrelos diferentes. Logo em seguida, a Yani pegou a camiseta que estava jogada e se limpou como pôde. Tinha uma cara de nojo, coitada!
Os strippers continuaram pelados, já com seus paus moles de novo. Algumas das garotas se vestiram novamente. Eu só coloquei a camiseta sem sutiã, a minissaia ainda estava vestida.
Depois de um tempo, a música e as rodadas de bebida começaram de novo. Eram 5 da manhã.
Logo surgiu sexo de novo. Não com todas, claro. Algumas até já tinham ido embora.
Uma das garotas começou, no meio da pista, a chupar o pau de um dos strippers e logo foram transar num canto.
Eu não fiquei para trás e, quando senti um dos strippers encostar todo o pau dele por trás, levantando minha minissaia e me tocando por inteira, comecei a tocar no pau dele e o levei para outro sofá.
Lá, subi em cima dele e comecei a cavalgar. Minhas tetas balançavam de um lado para o outro, fazendo ele gozar como se eu fosse uma puta e ele quem estivesse me pagando. O pior é que era o contrário.
Depois de transar com ele por um bom tempo, acabei gozando de novo. Mas não parei. Continuei minha cavalgada sem pausa e num ritmo constante.
O cara então disse que não aguentava mais, me fez parar e, tirando a camisinha, me fez engolir toda a porra. "Vai, engole, puta", ele dizia enquanto se masturbava. No final, engoli tudo, enquanto algumas garotas me observavam a menos de um metro de distância.
Depois de mais um tempo de descontrole, pegaram a Yani de novo. Ela começou a implorar que não aguentava mais, que estava toda dolorida. Até ficou nervosa com o que ia acontecer de novo. Até mancava ao andar.
Em outra situação, nos... se tivéssemos nos preocupado e talvez cortado um pouco a onda, mas no meio de tanto descontrole e bebedeira (tanto dela quanto do resto) todas começamos a gritar de novo "Que enfiem nela! Que enfiem nela!", e entre 5 strippers (o outro tinha acabado de gozar comigo) deitaram ela no sofá.
O que veio a seguir foi uma loucura.
Os caras começaram a se revezar. Um metia um pouco e trocava pelo outro. Depois pro outro, depois pro outro e depois pro outro. Não lembro quanto tempo ficaram assim. A Yani estava toda vermelha e pedindo pra gozarem rápido porque não aguentava mais, mas ao mesmo tempo, ela continuava gozando e gozando.
Depois começaram a mandar dedos no cu, e apesar das queixas e tentativas dela de sair da situação, um dos caras conseguiu enfiar. Os gritos de dor da minha amiga eram de filme pornô.
Todos tiveram sua oportunidade, e aquela rabuda aguentou a penetração dos 5 strippers que estavam fodendo ela. Em alguns momentos, dava pena, mas estávamos muito na pilha pra perceber tudo. Depois de um tempo, voltaram de novo pra buceta.
E depois de um tempão, muito tempo na verdade mas não sei quanto, primeiro um e depois os outros, gozaram nela. Uns na cara, outros nos peitos, outros dentro da boca.
A Yani mal conseguia andar, tinham realmente acabado com ela. Ela estava toda cheia de porra e custava a caminhar. Deve ter gozado umas 8 ou 10 vezes em poucas horas, calculo eu.
Às 8h com o sol alto, fomos todas acabadas.
Algumas tinham ido embora mais cedo, antes mesmo do sexo começar. Perderam o melhor.
A Yani quase que precisaram ajudar a andar, estava com um porre atômico. "Me foderam legal", dizia ela uma e outra vez enquanto não parava de rir.
Quando cheguei em casa a primeira coisa que fiz foi me jogar na cama com a roupa vestida.
"Essa noite a Yani não esquece mais", pensei. "E eu também não". Logo fechei os olhos e dormi.
58 comentários - Despedida de solteira (#55)
besos
ahora a la cama con la chota dura.. jajaja
besos en las tetas!
Van 9 puntos, eso es una despedida de soltera y lo demás tonterías.
Una pregunta ¿solo alcohol? O hubo otras sustancias estimulantes jajajajaja
besitooooooo nene!! tengo qu eaprovechar, soy joven y con las hormonas a full, el cuerpo me pide sexo y fiesta
cuando un relato con fotos?
besitos
La llevan por el mal camino
Jajajaja
No me quiero imaginar la cara del dj
Contale al novio de yani como se la cogieron los chabones total el la cago mil veces no va a poder hacer nada
En cierta forma se tendría que alegrar
Porque sabe que se va a casar con una puta que Si entrega el culo lo contrario de lo que el creía por que en tus otros relatos no dijiste que era re santita y mira se la cogieron 6 tipos que ni conocía y ni contar la oruga y el esbaio
La cogieron con forro?
Gracias por tanto.
A lo sumo lo mejor que se puede hacer en el futuro es volver a relatar la misma despedida pero con lujo de detalles y en 2 o 3 partes.
Pero sería mucho pedir y quizá algunos esperen ratonear con una historia con final desconocido.
Para terminar solo decir que este tipo de relatos bien redactados calientan igual o mas que ver fotos o videos porno. Exitos.
@virsolis_1990