Seguimos com essa "saga" como me falaram num comentário, essa é a parte 4, e a decisão de continuar ou não é com vocês. Comentem o que acharam e se querem que a "saga" continue!!
Todos os personagens são fictícios e são maiores de idade.
Se perdeu as anteriores, pode acessar clicando aqui embaixo:Primeira Parte.
Segunda Parte
Terceira Parte
![Me garché a la mamá de mi mejor amigo [Parte 4] Me garché a la mamá de mi mejor amigo [Parte 4]](http://blogdemanu.hol.es/wp-content/uploads/2015/07/barra-separadora.png)
Parei de bombar a buceta dela, o que me deu um pouco de fôlego pra não explodir e encher a camisinha de porra na mesma hora.
Vejo a magrinha que ainda tava curtindo ter meu pau enfiado dentro, a gente troca olhares e ela me pede pra não parar, pra continuar, que não importava quem era.
Volto a pegar o ritmo, mas não chego a enfiar o pau até o fundo pela décima vez quando a campainha toca de novo. Olho o relógio na mesinha de cabeceira dela, eram 21h15, paro de novo mas continuo com o pau completamente duro e dentro da buceta tão molhada dela.
Não passa nem um minuto e o telefone toca. Automaticamente a magrinha se joga pra trás, tirando meu pau completamente de dentro, e atende o telefone.– Oi, sim, é que eu tava tomando banho, tinha esquecido que você vinha, me espera que já saio.Depois de desligar o telefone, ela ficou nervosa. Felizmente, conseguiu disfarçar a voz trêmula enquanto falava com o Martín. Pelo jeito que a situação se desenrolou e porque, segundo ela, não estava nos planos terminar do jeito que a gente estava até 5 minutos atrás, ela tinha esquecido que o Martín ia passar pra pegar umas coisas e, de quebra, tinham combinado de jantar juntos.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Por sorte, a magrinha tinha trocado a porta da entrada, e o Martín ainda não tinha tirado uma cópia da chave. Essa mesma porta que, ao se fechar, me deixou meter na magrinha, agora me salvava do Martín nos pegar bem na hora em que a mãe tava com a rola enterrada até o talo.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Eu continuei deitado na cama com a pica dura igual um ferro, enquanto via a magrela se trocar na maior velocidade pra ir buscar o filho dela. Ela vestiu uma calça jeans desgastada com uma camiseta cinza, se penteou e se maquiou rápido como poucas vezes imaginei que uma mulher conseguisse fazer, e foi até a porta do quarto. No momento antes de sair, ela se virou de surpresa e veio na minha direção.
Ela pegou minha pica com a mão esquerda enquanto com a direita tirava a camisinha, colocou a melhor cara de puta faminta e, me olhando nos olhos (parece que percebeu que isso me enlouquecia), enfiou a pica quase até o fundo da garganta dela. Depois de tirar, deu um beijo suave na cabeça brilhante, molhada pelo meu líquido pré-gozo e pela saliva dela. Em seguida, falou pra eu esperar ali que ela ia tentar "despachar" ele rápido porque queria terminar o que tinha deixado incompleto, e pra eu ficar tranquilo que o Tincho nunca entrava no quarto dela.
Fiquei um tempão no quarto dela batendo uma punheta num ritmo suave pra manter a ereção, iludido que ela voltaria logo e eu já estaria pronto pra continuar furando aquela buceta linda, mas infelizmente não rolou. Lembro de ter olhado o relógio pela última vez às 22h30, uma hora depois que ela saiu pra abrir a porta pro Martín, que parecia ter um sexto sentido, já que tinha estragado pela segunda vez uma transa com a mãe dele. Apesar dos meus esforços, o sono começou a me vencer; eu tinha começado o dia muito cedo pra estudar e a noite anterior terminado muito tarde pelo mesmo motivo.
Abri meus olhos quando senti algo tocando minha pica. Pra minha sorte, era a magrela se divertindo, sentada do lado das minhas pernas, batendo com o dedo indicador e vendo como ela "caía" e voltava a ficar bem dura, igual uma mola.
Desviei o olhar pro criado-mudo: eram 6 horas da manhã, então eu tinha dormido umas 7 horas sem nem perceber o tempo passar. A magrela, ao me ver acordado, Tinha acordado, se aproximou engatinhando de quatro e comeu minha boca com um beijo que me incendiou, pra depois deitar a cabeça no meu braço e se grudar em mim na cama.— Bom dia, dorminhoco… Como você amanheceu?
— Agora que te vejo, muito melhor… me desculpa por ter dormido, é que você não voltava e eu não aguentei mais o sono.
— Você não tem nada pra se desculpar, eu tinha esquecido da visita do Tincho, a gente começou a comer e ele acabou indo embora só meia-noite e meia, nesse caso quem devia pedir desculpas sou eu.
— Eu não tenho nada pra me desculpar, ainda mais se você me recebe assim.
A verdade é que ela estava uma gostosa, vestida só com uma tanguinha minúscula, ter ela colada em mim, abraçada, com os peitinhos durinhos e os bicos empinados, sentir a respiração dela perto de mim, o cheiro de mulher gostosa, sentir a pele macia dela roçando na minha e poder vê-la assim do meu lado, feito uma adolescente vivendo uma história de amor, deixando completamente de lado o passado dela, era um luxo mais que suficiente pra começar o dia bem.
— O Tincho me disse que vocês tão com uma semana foda de estudos, então assim que ele foi embora e eu vim te ver, te notei tão cansado que não quis te incomodar pra você poder descansar bem.
— Valeu, mesmo assim, não teria me incomodado nem um pouco, a gente tinha deixado umas coisas pendentes.
— É, e dá pra ver que ainda tão, porque quem acordou primeiro não foi você — disse enquanto acariciava minha pica que, como de costume de manhã, tava mais dura do que nunca.
— Parece que ela já te conhece, nem precisa mais de mim pra reagir à sua presença.
— Então ela vai ficar feliz em saber que a gente ainda tem uma horinha pra continuar se conhecendo melhor.A magrinha já tinha tudo planejado. Como a gente cursava a mesma faculdade e as mesmas matérias que o Martín, ela sabia muito bem que a gente levava 1 hora viajando (se os transportes não falhassem), e que a gente entrava pra aula às 8:30. Então, sendo 6:05, a gente tinha tempo pra terminar nossa "tarefa" pendente da noite anterior.
Aproximei meu rosto do dela e imediatamente a gente se deu um beijo longo, nossas línguas invadindo o espaço uma da outra, enquanto ela já cuidava de me punhetar de leve.
Ela se separou de mim e começou a beijar e passar a língua por todo o meu corpo, descendo devagar e sem parar do meu pescoço até meus pés, voltando pelo mesmo caminho até parar no meu pau.
Eu tava voando de tesão, ainda mais sabendo o que me esperava: outro boquete lindo vinha chegando, e não demorou nada pra eu sentir meu pau sumir dentro da boca dela.
Cada vez eu sentia que ela usava a boca melhor. Pelo visto, o comentário dela de "estar enferrujada" era verdade, mas como eu disse antes, se aquilo era estar enferrujada, o que viesse daí pra frente ia ser melhor que ganhar na loteria.
Ela enfiava meu pau cada vez mais fundo na boca dela, cada vez faltava menos pra chegar no fundo, cada vez ela me chupava melhor, aproveitava centímetro por centímetro, e parecia que não ia desistir até bater no final. Quando não aguentava mais, tirava ele todo, engasgada, enchendo ela de babaca uma vez e outra. Ela tava bem arrumada naquela manhã, então depois de várias engasgadas, notei que o delineador preto dela começava a escorrer pelas bochechas, e isso me dava ainda mais tesão.
Ela levava o pau pro lado de dentro das bochechas, fazendo o volume da cabeça inchada aparecer por fora, enquanto me olhava nos olhos.
Não sei quanto tempo a gente ficou naquilo, mas eu já tava prestes a explodir. A habilidade dela só aumentava, e tava ficando muito difícil aguentar tanto prazer, então tive que fazer ela parar com a desculpa de que queria sentir a buceta dela.
Pelo visto, ela tava decidida a me agradar e terminar a bela foda que interromperam na noite anterior.
Eu continuava deitado, praticamente sem mover um músculo, era ela quem dominava toda a situação. Ela se posicionou para sentar em cima da minha poronga, me deixando com uma visão linda de todo o corpo dela de frente. Pegou delicadamente a calcinha fio dental com uma mão, puxando pra longe da buceta dela, enquanto se apoiava com a outra. Devagar, começou a descer e foi enterrando meu pau aos poucos.
Ver aqueles lábios carnudos devorando centímetro por centímetro do meu pau é algo que ainda não consigo descrever, um espetáculo único. Eles se moldavam perfeitamente ao formato do meu pau. Com o tesão que eu tava, esqueci de colocar camisinha, então dava pra sentir ainda mais a buceta gostosa dela engolindo minha poronga. Os suspiros dela começaram a aparecer, conforme meu pau ia enterrando na buceta dela, soltava uns suspiros seguidos de uns "ah... aah..." suaves que me enlouqueciam.
Ela descia bem devagar, ainda tava bem apertada, sentia aquela pressão gostosa que a buceta dela fazia, e como meu pau abria caminho dentro dela. Ela também tava com tesão, os fluidos dela começaram a escorrer pelo tronco do meu pau, ajudando a entrar com mais suavidade.
Depois de uns minutos, já tinha se adaptado e começou a subir e descer cada vez mais rápido.
Ia até o fundo e subia até o limite, e no momento antes de sair, jogava o peso dela pra baixo de novo.
Os peitos dela balançavam num vai e vem perfeito, enquanto a cabeleira loira se mexia, cobrindo o rosto dela de vez em quando. Ela começou a se soltar e a voz dela não demorou a aparecer. Gritava que nem uma louca, não parava de aproveitar meu pau e eu não parava de aproveitar a buceta dela. Com uma mão, segurei a cintura dela pra acompanhar os movimentos, enquanto com a outra pegava os peitinhos dela, alternando entre um e outro, apertando de leve os bicos, o que fazia ela... Me contorcia de prazer
Aumentou o máximo que pôde a velocidade, era um frenesi que estava me matando, já estava prestes a gozar e, bem antes que eu avisasse, ela tirou minha rola de dentro. Rapidamente, quase desesperada, colocou a boceta na minha boca enquanto fazia o mesmo, chupando minha rola de novo. Ela tinha controle absoluto sobre mim, nem precisava avisar pra ela perceber que eu estava prestes a encher aquela boceta linda de porra.
Esse 69 durou poucos minutos, não aguentei muito mais, e gozei de um jeito insano. A transa inacabada da noite anterior, somada ao tesão matinal, me fez explodir como poucas vezes lembro de ter feito, a ponto de ela pegar um pouco da minha porra com o primeiro jato e o resto acertar em cheio o rosto dela.
Percebi que ela também não estava longe de gozar, então, aproveitando a vantagem de saber que o cuzinho dela era um ponto fraco, me dei ao luxo de saboreá-lo de novo e, atacando a boceta molhada e o rabo com a língua, dei a ela o orgasmo matinal, que foi recebido com um grito que ecoou por todo o quarto, seguido do seu já conhecido tremor, enchendo minha boca toda com seus fluidos deliciosos.
Olhei a hora de novo, eram 7h10, então decidi ir tomar um banho, mas não sem antes levar comigo a imagem linda dela com a bunda nua apontando pro teto, ofegante, suada, com o cabelo loiro bagunçado, o rosto de lado manchado com meu sêmen e os olhos fechados junto com o delineador borrado.
Quando saí do banho e me troquei, fui pra sala de jantar. A mina estava me esperando com um café, conversamos sobre coisas sem importância e o relógio marcava 8h, hora em que eu tinha que sair pra pegar o ônibus e começar meu dia, embora já estivesse atrasado pra aula. Naqueles momentos, eu pouco me importava.
Ela estava lavando as xícaras, então a peguei pela cintura e encostei minha rola na bunda linda dela, que, por sinal, ainda estava completamente nua. Ao sentir isso, ele puxou um pouco mais pra trás, fazendo encaixar perfeitamente no meio daquela bunda, como se fosse sob medida, e se virou pra me dar um beijo, o que automaticamente deixou meu pau duro de novo. Depois do beijo e de umas amassadas na buceta dela e ela no meu pau, não dava mais tempo, então me despedi.— Já tenho que ir, já tô saindo tarde pra caralho.
— Tá, se cuida… valeu por tudo e desculpa pelo que rolou nos meses passados.
— Isso é coisa do passado, não tem que pedir desculpa por nada.
— Quando você volta pra me visitar?
— Quando você fechar a porta e esquecer a chave do lado de dentro — depois dessa frase, e mais um beijo de despedida, fui pegar minhas coisas em casa e pegar o ônibus.
Continua…?

Fim da parte 4, fico muito feliz que até aqui vocês tenham gostado, sério, não esperava de jeito nenhum que meus contos fossem tão bem recebidos. Espero que continue assim, como falei lá em cima, a saga pode continuar, isso a gente vê depois. Aproveitem o conto, até a próxima!
Todos os personagens são fictícios e são maiores de idade.
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Segunda Parte
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Parei de bombar a buceta dela, o que me deu um pouco de fôlego pra não explodir e encher a camisinha de porra na mesma hora.
Vejo a magrinha que ainda tava curtindo ter meu pau enfiado dentro, a gente troca olhares e ela me pede pra não parar, pra continuar, que não importava quem era.
Volto a pegar o ritmo, mas não chego a enfiar o pau até o fundo pela décima vez quando a campainha toca de novo. Olho o relógio na mesinha de cabeceira dela, eram 21h15, paro de novo mas continuo com o pau completamente duro e dentro da buceta tão molhada dela.
Não passa nem um minuto e o telefone toca. Automaticamente a magrinha se joga pra trás, tirando meu pau completamente de dentro, e atende o telefone.– Oi, sim, é que eu tava tomando banho, tinha esquecido que você vinha, me espera que já saio.Depois de desligar o telefone, ela ficou nervosa. Felizmente, conseguiu disfarçar a voz trêmula enquanto falava com o Martín. Pelo jeito que a situação se desenrolou e porque, segundo ela, não estava nos planos terminar do jeito que a gente estava até 5 minutos atrás, ela tinha esquecido que o Martín ia passar pra pegar umas coisas e, de quebra, tinham combinado de jantar juntos.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Por sorte, a magrinha tinha trocado a porta da entrada, e o Martín ainda não tinha tirado uma cópia da chave. Essa mesma porta que, ao se fechar, me deixou meter na magrinha, agora me salvava do Martín nos pegar bem na hora em que a mãe tava com a rola enterrada até o talo.Claro, aqui está a tradução para o português brasileiro:
Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Eu continuei deitado na cama com a pica dura igual um ferro, enquanto via a magrela se trocar na maior velocidade pra ir buscar o filho dela. Ela vestiu uma calça jeans desgastada com uma camiseta cinza, se penteou e se maquiou rápido como poucas vezes imaginei que uma mulher conseguisse fazer, e foi até a porta do quarto. No momento antes de sair, ela se virou de surpresa e veio na minha direção.
Ela pegou minha pica com a mão esquerda enquanto com a direita tirava a camisinha, colocou a melhor cara de puta faminta e, me olhando nos olhos (parece que percebeu que isso me enlouquecia), enfiou a pica quase até o fundo da garganta dela. Depois de tirar, deu um beijo suave na cabeça brilhante, molhada pelo meu líquido pré-gozo e pela saliva dela. Em seguida, falou pra eu esperar ali que ela ia tentar "despachar" ele rápido porque queria terminar o que tinha deixado incompleto, e pra eu ficar tranquilo que o Tincho nunca entrava no quarto dela.
Fiquei um tempão no quarto dela batendo uma punheta num ritmo suave pra manter a ereção, iludido que ela voltaria logo e eu já estaria pronto pra continuar furando aquela buceta linda, mas infelizmente não rolou. Lembro de ter olhado o relógio pela última vez às 22h30, uma hora depois que ela saiu pra abrir a porta pro Martín, que parecia ter um sexto sentido, já que tinha estragado pela segunda vez uma transa com a mãe dele. Apesar dos meus esforços, o sono começou a me vencer; eu tinha começado o dia muito cedo pra estudar e a noite anterior terminado muito tarde pelo mesmo motivo.
Abri meus olhos quando senti algo tocando minha pica. Pra minha sorte, era a magrela se divertindo, sentada do lado das minhas pernas, batendo com o dedo indicador e vendo como ela "caía" e voltava a ficar bem dura, igual uma mola.
Desviei o olhar pro criado-mudo: eram 6 horas da manhã, então eu tinha dormido umas 7 horas sem nem perceber o tempo passar. A magrela, ao me ver acordado, Tinha acordado, se aproximou engatinhando de quatro e comeu minha boca com um beijo que me incendiou, pra depois deitar a cabeça no meu braço e se grudar em mim na cama.— Bom dia, dorminhoco… Como você amanheceu?
— Agora que te vejo, muito melhor… me desculpa por ter dormido, é que você não voltava e eu não aguentei mais o sono.
— Você não tem nada pra se desculpar, eu tinha esquecido da visita do Tincho, a gente começou a comer e ele acabou indo embora só meia-noite e meia, nesse caso quem devia pedir desculpas sou eu.
— Eu não tenho nada pra me desculpar, ainda mais se você me recebe assim.
A verdade é que ela estava uma gostosa, vestida só com uma tanguinha minúscula, ter ela colada em mim, abraçada, com os peitinhos durinhos e os bicos empinados, sentir a respiração dela perto de mim, o cheiro de mulher gostosa, sentir a pele macia dela roçando na minha e poder vê-la assim do meu lado, feito uma adolescente vivendo uma história de amor, deixando completamente de lado o passado dela, era um luxo mais que suficiente pra começar o dia bem.
— O Tincho me disse que vocês tão com uma semana foda de estudos, então assim que ele foi embora e eu vim te ver, te notei tão cansado que não quis te incomodar pra você poder descansar bem.
— Valeu, mesmo assim, não teria me incomodado nem um pouco, a gente tinha deixado umas coisas pendentes.
— É, e dá pra ver que ainda tão, porque quem acordou primeiro não foi você — disse enquanto acariciava minha pica que, como de costume de manhã, tava mais dura do que nunca.
— Parece que ela já te conhece, nem precisa mais de mim pra reagir à sua presença.
— Então ela vai ficar feliz em saber que a gente ainda tem uma horinha pra continuar se conhecendo melhor.A magrinha já tinha tudo planejado. Como a gente cursava a mesma faculdade e as mesmas matérias que o Martín, ela sabia muito bem que a gente levava 1 hora viajando (se os transportes não falhassem), e que a gente entrava pra aula às 8:30. Então, sendo 6:05, a gente tinha tempo pra terminar nossa "tarefa" pendente da noite anterior.
Aproximei meu rosto do dela e imediatamente a gente se deu um beijo longo, nossas línguas invadindo o espaço uma da outra, enquanto ela já cuidava de me punhetar de leve.
Ela se separou de mim e começou a beijar e passar a língua por todo o meu corpo, descendo devagar e sem parar do meu pescoço até meus pés, voltando pelo mesmo caminho até parar no meu pau.
Eu tava voando de tesão, ainda mais sabendo o que me esperava: outro boquete lindo vinha chegando, e não demorou nada pra eu sentir meu pau sumir dentro da boca dela.
Cada vez eu sentia que ela usava a boca melhor. Pelo visto, o comentário dela de "estar enferrujada" era verdade, mas como eu disse antes, se aquilo era estar enferrujada, o que viesse daí pra frente ia ser melhor que ganhar na loteria.
Ela enfiava meu pau cada vez mais fundo na boca dela, cada vez faltava menos pra chegar no fundo, cada vez ela me chupava melhor, aproveitava centímetro por centímetro, e parecia que não ia desistir até bater no final. Quando não aguentava mais, tirava ele todo, engasgada, enchendo ela de babaca uma vez e outra. Ela tava bem arrumada naquela manhã, então depois de várias engasgadas, notei que o delineador preto dela começava a escorrer pelas bochechas, e isso me dava ainda mais tesão.
Ela levava o pau pro lado de dentro das bochechas, fazendo o volume da cabeça inchada aparecer por fora, enquanto me olhava nos olhos.
Não sei quanto tempo a gente ficou naquilo, mas eu já tava prestes a explodir. A habilidade dela só aumentava, e tava ficando muito difícil aguentar tanto prazer, então tive que fazer ela parar com a desculpa de que queria sentir a buceta dela.
Pelo visto, ela tava decidida a me agradar e terminar a bela foda que interromperam na noite anterior.
Eu continuava deitado, praticamente sem mover um músculo, era ela quem dominava toda a situação. Ela se posicionou para sentar em cima da minha poronga, me deixando com uma visão linda de todo o corpo dela de frente. Pegou delicadamente a calcinha fio dental com uma mão, puxando pra longe da buceta dela, enquanto se apoiava com a outra. Devagar, começou a descer e foi enterrando meu pau aos poucos.
Ver aqueles lábios carnudos devorando centímetro por centímetro do meu pau é algo que ainda não consigo descrever, um espetáculo único. Eles se moldavam perfeitamente ao formato do meu pau. Com o tesão que eu tava, esqueci de colocar camisinha, então dava pra sentir ainda mais a buceta gostosa dela engolindo minha poronga. Os suspiros dela começaram a aparecer, conforme meu pau ia enterrando na buceta dela, soltava uns suspiros seguidos de uns "ah... aah..." suaves que me enlouqueciam.
Ela descia bem devagar, ainda tava bem apertada, sentia aquela pressão gostosa que a buceta dela fazia, e como meu pau abria caminho dentro dela. Ela também tava com tesão, os fluidos dela começaram a escorrer pelo tronco do meu pau, ajudando a entrar com mais suavidade.
Depois de uns minutos, já tinha se adaptado e começou a subir e descer cada vez mais rápido.
Ia até o fundo e subia até o limite, e no momento antes de sair, jogava o peso dela pra baixo de novo.
Os peitos dela balançavam num vai e vem perfeito, enquanto a cabeleira loira se mexia, cobrindo o rosto dela de vez em quando. Ela começou a se soltar e a voz dela não demorou a aparecer. Gritava que nem uma louca, não parava de aproveitar meu pau e eu não parava de aproveitar a buceta dela. Com uma mão, segurei a cintura dela pra acompanhar os movimentos, enquanto com a outra pegava os peitinhos dela, alternando entre um e outro, apertando de leve os bicos, o que fazia ela... Me contorcia de prazer
Aumentou o máximo que pôde a velocidade, era um frenesi que estava me matando, já estava prestes a gozar e, bem antes que eu avisasse, ela tirou minha rola de dentro. Rapidamente, quase desesperada, colocou a boceta na minha boca enquanto fazia o mesmo, chupando minha rola de novo. Ela tinha controle absoluto sobre mim, nem precisava avisar pra ela perceber que eu estava prestes a encher aquela boceta linda de porra.
Esse 69 durou poucos minutos, não aguentei muito mais, e gozei de um jeito insano. A transa inacabada da noite anterior, somada ao tesão matinal, me fez explodir como poucas vezes lembro de ter feito, a ponto de ela pegar um pouco da minha porra com o primeiro jato e o resto acertar em cheio o rosto dela.
Percebi que ela também não estava longe de gozar, então, aproveitando a vantagem de saber que o cuzinho dela era um ponto fraco, me dei ao luxo de saboreá-lo de novo e, atacando a boceta molhada e o rabo com a língua, dei a ela o orgasmo matinal, que foi recebido com um grito que ecoou por todo o quarto, seguido do seu já conhecido tremor, enchendo minha boca toda com seus fluidos deliciosos.
Olhei a hora de novo, eram 7h10, então decidi ir tomar um banho, mas não sem antes levar comigo a imagem linda dela com a bunda nua apontando pro teto, ofegante, suada, com o cabelo loiro bagunçado, o rosto de lado manchado com meu sêmen e os olhos fechados junto com o delineador borrado.
Quando saí do banho e me troquei, fui pra sala de jantar. A mina estava me esperando com um café, conversamos sobre coisas sem importância e o relógio marcava 8h, hora em que eu tinha que sair pra pegar o ônibus e começar meu dia, embora já estivesse atrasado pra aula. Naqueles momentos, eu pouco me importava.
Ela estava lavando as xícaras, então a peguei pela cintura e encostei minha rola na bunda linda dela, que, por sinal, ainda estava completamente nua. Ao sentir isso, ele puxou um pouco mais pra trás, fazendo encaixar perfeitamente no meio daquela bunda, como se fosse sob medida, e se virou pra me dar um beijo, o que automaticamente deixou meu pau duro de novo. Depois do beijo e de umas amassadas na buceta dela e ela no meu pau, não dava mais tempo, então me despedi.— Já tenho que ir, já tô saindo tarde pra caralho.
— Tá, se cuida… valeu por tudo e desculpa pelo que rolou nos meses passados.
— Isso é coisa do passado, não tem que pedir desculpa por nada.
— Quando você volta pra me visitar?
— Quando você fechar a porta e esquecer a chave do lado de dentro — depois dessa frase, e mais um beijo de despedida, fui pegar minhas coisas em casa e pegar o ônibus.
Continua…?

Fim da parte 4, fico muito feliz que até aqui vocês tenham gostado, sério, não esperava de jeito nenhum que meus contos fossem tão bem recebidos. Espero que continue assim, como falei lá em cima, a saga pode continuar, isso a gente vê depois. Aproveitem o conto, até a próxima!
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