Minha noite de sexo selvagem não tinha acabado, o Papi queria mais!
Assim que cheguei perto dele, ele se jogou em cima de mim e me levantou no ar, eu gritei, vi ele entrar num beco onde tinha uns latões de lixo e me soltou de repente em cima de algo macio, era um colchão.
Fiquei estupefata, sem dizer nada, ele me olhava com uma excitação que fazia ele bufar, ali, só de ver como ele me encarava, soube que ia meter em todos os meus buracos, quisesse eu ou não.
—Deixa rolar ou te mato—ele falou.
Eu hesitei. Ele queria me foder! Senti um pouco de medo, mas sem dúvida era um baita homem e em qualquer outro lugar eu teria desejado dar pra ele.
—Tá bom—falei.
O cara começou a desabotoar a calça jeans, eu olhei em volta, se eu não gritasse muito ninguém ia descobrir a gente, o lugar era especialmente feito pra foder umas novinhas inocentes.
Quando a rola saiu, fiquei alucinada, comprida e grossa, era o maior nardo que meus olhos já tinham visto.
—Porra, que rola!—exclamei.
Ele se pelou completamente e eu tirei minha calcinha, ele me olhou com desejo e eu abri as pernas pra mostrar a buceta, que já tava pulsando de tesão de novo.
—Vamos—falei sem aguentar mais—Me fode, filho da puta, me dá esse pedaço de nardo.
Aquelas palavras pareceram excitá-lo, ele se deitou em cima de mim e meteu de uma vez, até o fundo.
—Ahhh—eu gemi.
Ele começou a me penetrar, me sacudindo com violência, e eu a gemer morrendo de prazer, senti um orgasmo que percorria meu corpo todo e a cabeça daquele nardo chegando no fundo do meu ser.
A foda foi violenta e selvagem, o cara me sacudia com as estocadas naquele colchão, igual um animal excitado, eu gemia de um prazer indescritível, achei que ele ia gozar dentro da minha buceta quando ele se separou e me levantou como se eu fosse de ar.
—Não quero encrenca—ele disse—Então vou gozar na sua boquinha de mel.
Eu não falei nada, embora já tivessem me enchido uma outra vez como uma puta ali dentro, e claro que tinha tomado uma pílula antes de vir pra cá, mesmo sem saber. Pra saber se ele ia entrar, só por precaução, achei melhor saborear outra gozada.
O pau dele era descomunal, de joelhos, peguei com a mão e meus dedos mal conseguiam envolver ele, tava quente e pulsando, olhei pra ponta, brilhava, estiquei a língua e lambi fundo, fazendo ele gemer.
— Chupa ela, vamos — ele disse.
Eu abri a boca e meti ele pra dentro, mal cabia, o gosto de carne e da minha buceta me seduziu e comecei a bombar, pra cima e pra baixo, esperando a gozada inevitável, o cara tentava não gemer muito alto pra não ser descoberto, eu tava nas nuvens, chupando aquele piru de carne que era só meu.
— Vou te dar tudo, boneca — ouvi.
Eu olhei pra ele sem parar de mamar e senti aquele pauzão inchando, saiu o precum e depois o leite, encheu tanto minha boca que minhas bochechas incharam, engoli e senti descendo, era uma delícia, mas os jatos saíam como de uma mangueira e escapavam da minha boca, molhando meu queixo, tentava engolir feito uma boa menina, mas muito escapava, ele pegou minha cabeça e fez eu tirar o bicho, então rios de porra bateram na minha cara, eu aceitei aquilo, e me excitava também, ele gemia enquanto cuspia a gozada na minha cara de menina, depois me olhou, meu rosto todo manchado de sêmen, lambi o que dava com a língua.
— Que fera! — falei.
— Não se mexe — ele disse, tirando o celular — Quero imortalizar esse momento.
— Não! — eu falei.
— É pra minha coleção — ele disse — Ninguém vai ver, te prometo.
Eu não falei nada, vi ele tirar um monte de fotos da minha cara toda gozada. Que, tenho certeza, o filho da puta deve ter postado na internet, depois peguei um pacote de lenços da bolsa e me limpei meio enojada.
O cara quis me dar o número de telefone dele caso “Algum dia precisasse de uma boa rola”, eu guardei, mas sem intenção de ligar, comecei a andar até a estação de ônibus, talvez ainda desse pra pegar um pra casa.
A noite era quente, enquanto andava pensei no sexo que Tinha transado com quatro desconhecidos e com meu próprio pai! Agora parecia loucura, mas não me arrependia nem um pouco, aquele prazer eu ia lembrar pra sempre, sem falar que ia me masturbar por meses relembrando aquilo.
Umas luzes apareceram atrás de mim e um carro parou, era meu pai.
— Sobe — ele me disse pela janela abaixada — Esse bairro é perigoso.
Obedeci, porque tava claro que era melhor voltar com ele do que de ônibus. Quando meu pai acelerou, pensei que talvez ele se sentisse desconfortável ou arrependido, não quis falar nada, achando que a gente não ia tocar mais no assunto, mas ele não pensava igual.
— Tá cansada? — ele perguntou.
— Um pouco — eu disse.
Ele me olhou e sorriu.
— Se sente culpada? — perguntou na lata.
Eu sorri e balancei a cabeça, minhas pernas estavam de fora, meu vestido curto tinha subido até meus quadris por eu estar sentada ali, senti os olhos do meu pai nos meus muslos nus.
— Me diverti pra caralho — eu disse.
Estar naquele carro com o pai, sozinhos, me excitava, lembrava da pica enorme dele, como tinha me preenchido e do gosto delicioso de pau, nunca tinha pensado nele assim, muito menos imaginado o membro dele, mas era imenso.
Sem dúvida o que mais nos excitava era que aquilo era proibido, não podia foder com meu pai, e essa proibição fazia eu desejar ele.
— Não conta nada pra sua mãe — ele me avisou.
— Claro que não — eu disse — Vai ser nosso segredo.
Olhei pra ele enquanto dirigia, meu clitóris pulsava de novo, parecia que meu corpo não tinha tido sexo suficiente, me surpreendi sentindo tanta tesão e pensei que com certeza eu era uma puta, uma safada, e que adorava ser assim.
— Eu fui bem? — perguntei.
— Sim, querida — ele disse sem me olhar — Melhor que muitas outras.
— Então você gostou?
— Muito — ele disse — E você?
— Pra caralho — eu disse — Como eu aproveitei, porra. Mas você me comeu com força.
Papai não disse nada.
— Você come a mamãe assim? — perguntei.
— Sua mãe não deixa foder. —Assim —disse ele.
—Pois eu sim.
Ele me olhou, sorriu e levou a mão direita até minha perna esquerda. O carro já tinha entrado numa estrada que levava pra casa, meio longe do lugar da orgia. Nós dois tínhamos escolhido aquele lugar justamente pra não encontrar conhecidos, e olha só, que coincidência: eu tinha dado de cara com meu próprio pai.
—Nunca pensei que você fosse tão fogosa —disse ele, enquanto acariciava minha perna.
—Nem eu que você tivesse esse pauzão —falei, levando minha mão até o pau dele, por baixo da calça.
Papai tava duro de novo, e eu também. Acariciei a rola dele de cima a baixo, sentindo ela quente, pulsando por mim, querendo me penetrar de novo.
Ele enfiou a mão mais pra dentro e tocou minha buceta por cima da calcinha.
—Ah, Marieta —disse ele—. Vou ter que parar pra te foder de novo.
Olhei pra estrada. Tava claro que a gente não ia aguentar até chegar em casa, e lá ia ser foda fazer isso se minha mãe estivesse, mesmo que dormindo.
—Para onde for, porra —falei—. Não aguento mais.
Meu pai focou toda a atenção no volante. Minha buceta tinha escorrido e minha calcinha tava molhada.
—Conheço um lugar onde a gente vai ter privacidade —disse ele—. É uma casa de campo de um amigo. Na frente dela tem um esconderijo bom.
Ele dirigiu até lá, entrou o carro por um caminho e, depois de dois quilômetros, parou, virou e entrou num pinhal bem escondido. Sem dúvida era um lugar bom pra foder, já que tava longe de qualquer lugar.
Papai desligou o motor e deixou os faróis acesos. A gente saiu. Eu mal aguentava a excitação. Vi ele abrir o porta-malas e tirar um cobertor.
—Aqui —disse ele, estendendo o cobertor na frente dos faróis—. Aqui vou te foder.
Caminhei até lá e olhei pra ele. Sorri timidamente. Ele levou as mãos até meus peitinhos e os apalpou, apertando. Esfregou meus bicos, que, sem sutiã, marcavam por baixo da roupa. Eu comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça jeans.
—Que peitinhos —dizia ele, excitado—. Quero chupar eles até você gozar. gemir.
Ele me puxou pra perto e senti as mãos dele apertando minha bunda, por baixo do meu vestido curto, em cima da minha calcinha sexy de renda, enfiando a língua suculenta dele dentro da minha boca, eu quase gozei ao sentir ele dentro de mim, a saliva salgada dele me excitava, o pau dele colava no meu púbis.
Ele se afastou e puxou meu vestido pra cima, me deixando só de calcinha, me puxou de novo pra perto e me pegou no colo, eu me agarrei no corpo forte dele e senti ele literalmente rasgando minha calcinha.
— Que gostosa você é — ele disse.
— Quero sentir você dentro de mim — eu falei — Quero que você me meta.
A gente se moveu, sincronizados, eu peguei o pau dele e coloquei na frente da minha buceta molhada e gotejando, ele me deixou cair e me penetrou de uma vez até o fundo.
— Ahaa — eu gritei — Siim, minha bocetinha.
Ele começou a me foder como tinha feito na orgia, eu me agarrava nele enquanto gritava de prazer e pedia mais, sentia o calor, o suor, o cheiro dele, tudo isso me excitava como uma gostosa que tá sendo comida por um garanhão.
— Ohooo, papai — eu implorava — Me fode sempre que quiser, me dá mais, mais.
As mãos dele apertavam minha bunda e nossas bocas estavam bem juntas, eu sentia a respiração dele contra a minha, a gente se olhava excitado, eu coloquei a língua pra fora e enfiei dentro da boca dele, e ele respondeu com a dele, senti que me mexia, o cobertor debaixo das minhas costas e papai já estava em cima de mim, tudo isso sem tirar o pau dele de dentro da minha boceta, ele empurrou com mais força e começou a me foder mais forte, me abrindo com violência, eu gritava quase desmaiada abrindo minhas pernas o máximo que podia pra me entregar mais pra ele.
— Ahaa, ahaaa, papai, você me destrói, siiiim.
Ele me beijou de novo, nunca tinha visto um homem tão tarado, e ainda mais me fodendo, eu me sentia feliz por satisfazer ele.
— Oh, Marieta — ele gemeu — Você é a melhor mulher que já provei.
Eu senti um orgasmo que fez minhas pernas tremerem igual loucas, depois ele virou e eu fiquei por cima dele, o pau dele, que continuava me invadindo, continuava duro e pulsando, então comecei a me mexer, a quicar em cima. daquela berinjela extraordinária.
Ele tocava meus peitinhos, apertava e acariciava meus mamilos, eu gemia com um sorriso de satisfação no rosto, cãibras de prazer percorriam minha buceta aberta de cima a baixo enquanto aquela pica entrava me abrindo no meio, avançando sem piedade em direção ao meu útero, nós dois gemíamos como animais selvagens trepando sem nenhuma vergonha.
— Ahaaa, ahaaa.
— Ohooo, minha filha, ohooo.
De repente a pica se fincou, aí vinha a gozada, finalmente!
— Goza dentro de mim, papai — pedi — Quero sentir sua porra na minha bucetinha.
Ele se excitou ao ouvir essas palavras e começou a se mover para cima, eu comecei a me contorcer como uma puta de verdade, espasmos de prazer me sacudiam e veio um orgasmo que, no entanto, era o que precedia um muito maior.
— Ahaaaa.
Continuei me mexendo, queria mais, muito mais, papai se levantou e me abraçou, começou a chupar meus peitos, senti sua língua banhando eles, seus lábios se fechando ao redor, e como ele lambia e mordia meus mamilos eretos, tudo isso enquanto me puxava para perto e ao mesmo tempo empurrava, minha buceta já doía, mas era uma dor que me excitava ainda mais, o momento de ser preenchida pela gozada do meu papai tinha chegado e agora, o maior orgasmo da minha vida, que quase me deixou sem fôlego, me pegou de surpresa.
— Tô gozandooo! — gritei — Vou gozar!
Papai me soltou e me deitou na manta, então começou a me foder com uma violência incrível enquanto olhava na minha cara, segurando minhas mãos na manta, será que ele ficava excitado em dominar uma mulher? Nunca tinham me penetrado assim!, juntos chegamos a um orgasmo indescritível.
— Ohooo — gemeu — Toma meu leite, filha.
— Siiim — gritei — Tô gozandooooo.
Senti um jorro enorme de porra quente dentro de mim e gozei como nunca tinha gozado, acho que até quase desmaiei, ele continuava me metendo como se eu fosse uma puta qualquer e senti outro jorro que me fez revirar os olhos de prazer, depois Me deu outra gozada enorme e várias menores, que curti igual, quando ele se esvaziou por completo dentro do meu útero, se jogou em cima de mim e ficamos assim, abraçados e ainda com o pau dele dentro de mim, soltando os últimos restos de porra e nos beijando.
—Meu Deus —gemi com a voz trêmula— Você me comeu, papai, que gostoso, que delícia.
Umas luzes nos cegaram de repente, me afastei dele rápido. Tinham nos descoberto!
—Mas o que é isso?! —disse alguém.Dois guardas civis do Seprona estavam de pé ao lado do carro, olhando pra gente, um deles apontava a lanterna pra nós... aposto que quer saber mais, mas isso fica pra outra história.
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(CONTINUA)
Assim que cheguei perto dele, ele se jogou em cima de mim e me levantou no ar, eu gritei, vi ele entrar num beco onde tinha uns latões de lixo e me soltou de repente em cima de algo macio, era um colchão.
Fiquei estupefata, sem dizer nada, ele me olhava com uma excitação que fazia ele bufar, ali, só de ver como ele me encarava, soube que ia meter em todos os meus buracos, quisesse eu ou não.
—Deixa rolar ou te mato—ele falou.
Eu hesitei. Ele queria me foder! Senti um pouco de medo, mas sem dúvida era um baita homem e em qualquer outro lugar eu teria desejado dar pra ele.
—Tá bom—falei.
O cara começou a desabotoar a calça jeans, eu olhei em volta, se eu não gritasse muito ninguém ia descobrir a gente, o lugar era especialmente feito pra foder umas novinhas inocentes.
Quando a rola saiu, fiquei alucinada, comprida e grossa, era o maior nardo que meus olhos já tinham visto.
—Porra, que rola!—exclamei.
Ele se pelou completamente e eu tirei minha calcinha, ele me olhou com desejo e eu abri as pernas pra mostrar a buceta, que já tava pulsando de tesão de novo.
—Vamos—falei sem aguentar mais—Me fode, filho da puta, me dá esse pedaço de nardo.
Aquelas palavras pareceram excitá-lo, ele se deitou em cima de mim e meteu de uma vez, até o fundo.
—Ahhh—eu gemi.
Ele começou a me penetrar, me sacudindo com violência, e eu a gemer morrendo de prazer, senti um orgasmo que percorria meu corpo todo e a cabeça daquele nardo chegando no fundo do meu ser.
A foda foi violenta e selvagem, o cara me sacudia com as estocadas naquele colchão, igual um animal excitado, eu gemia de um prazer indescritível, achei que ele ia gozar dentro da minha buceta quando ele se separou e me levantou como se eu fosse de ar.
—Não quero encrenca—ele disse—Então vou gozar na sua boquinha de mel.
Eu não falei nada, embora já tivessem me enchido uma outra vez como uma puta ali dentro, e claro que tinha tomado uma pílula antes de vir pra cá, mesmo sem saber. Pra saber se ele ia entrar, só por precaução, achei melhor saborear outra gozada.
O pau dele era descomunal, de joelhos, peguei com a mão e meus dedos mal conseguiam envolver ele, tava quente e pulsando, olhei pra ponta, brilhava, estiquei a língua e lambi fundo, fazendo ele gemer.
— Chupa ela, vamos — ele disse.
Eu abri a boca e meti ele pra dentro, mal cabia, o gosto de carne e da minha buceta me seduziu e comecei a bombar, pra cima e pra baixo, esperando a gozada inevitável, o cara tentava não gemer muito alto pra não ser descoberto, eu tava nas nuvens, chupando aquele piru de carne que era só meu.
— Vou te dar tudo, boneca — ouvi.
Eu olhei pra ele sem parar de mamar e senti aquele pauzão inchando, saiu o precum e depois o leite, encheu tanto minha boca que minhas bochechas incharam, engoli e senti descendo, era uma delícia, mas os jatos saíam como de uma mangueira e escapavam da minha boca, molhando meu queixo, tentava engolir feito uma boa menina, mas muito escapava, ele pegou minha cabeça e fez eu tirar o bicho, então rios de porra bateram na minha cara, eu aceitei aquilo, e me excitava também, ele gemia enquanto cuspia a gozada na minha cara de menina, depois me olhou, meu rosto todo manchado de sêmen, lambi o que dava com a língua.
— Que fera! — falei.
— Não se mexe — ele disse, tirando o celular — Quero imortalizar esse momento.
— Não! — eu falei.
— É pra minha coleção — ele disse — Ninguém vai ver, te prometo.
Eu não falei nada, vi ele tirar um monte de fotos da minha cara toda gozada. Que, tenho certeza, o filho da puta deve ter postado na internet, depois peguei um pacote de lenços da bolsa e me limpei meio enojada.
O cara quis me dar o número de telefone dele caso “Algum dia precisasse de uma boa rola”, eu guardei, mas sem intenção de ligar, comecei a andar até a estação de ônibus, talvez ainda desse pra pegar um pra casa.
A noite era quente, enquanto andava pensei no sexo que Tinha transado com quatro desconhecidos e com meu próprio pai! Agora parecia loucura, mas não me arrependia nem um pouco, aquele prazer eu ia lembrar pra sempre, sem falar que ia me masturbar por meses relembrando aquilo.
Umas luzes apareceram atrás de mim e um carro parou, era meu pai.
— Sobe — ele me disse pela janela abaixada — Esse bairro é perigoso.
Obedeci, porque tava claro que era melhor voltar com ele do que de ônibus. Quando meu pai acelerou, pensei que talvez ele se sentisse desconfortável ou arrependido, não quis falar nada, achando que a gente não ia tocar mais no assunto, mas ele não pensava igual.
— Tá cansada? — ele perguntou.
— Um pouco — eu disse.
Ele me olhou e sorriu.
— Se sente culpada? — perguntou na lata.
Eu sorri e balancei a cabeça, minhas pernas estavam de fora, meu vestido curto tinha subido até meus quadris por eu estar sentada ali, senti os olhos do meu pai nos meus muslos nus.
— Me diverti pra caralho — eu disse.
Estar naquele carro com o pai, sozinhos, me excitava, lembrava da pica enorme dele, como tinha me preenchido e do gosto delicioso de pau, nunca tinha pensado nele assim, muito menos imaginado o membro dele, mas era imenso.
Sem dúvida o que mais nos excitava era que aquilo era proibido, não podia foder com meu pai, e essa proibição fazia eu desejar ele.
— Não conta nada pra sua mãe — ele me avisou.
— Claro que não — eu disse — Vai ser nosso segredo.
Olhei pra ele enquanto dirigia, meu clitóris pulsava de novo, parecia que meu corpo não tinha tido sexo suficiente, me surpreendi sentindo tanta tesão e pensei que com certeza eu era uma puta, uma safada, e que adorava ser assim.
— Eu fui bem? — perguntei.
— Sim, querida — ele disse sem me olhar — Melhor que muitas outras.
— Então você gostou?
— Muito — ele disse — E você?
— Pra caralho — eu disse — Como eu aproveitei, porra. Mas você me comeu com força.
Papai não disse nada.
— Você come a mamãe assim? — perguntei.
— Sua mãe não deixa foder. —Assim —disse ele.
—Pois eu sim.
Ele me olhou, sorriu e levou a mão direita até minha perna esquerda. O carro já tinha entrado numa estrada que levava pra casa, meio longe do lugar da orgia. Nós dois tínhamos escolhido aquele lugar justamente pra não encontrar conhecidos, e olha só, que coincidência: eu tinha dado de cara com meu próprio pai.
—Nunca pensei que você fosse tão fogosa —disse ele, enquanto acariciava minha perna.
—Nem eu que você tivesse esse pauzão —falei, levando minha mão até o pau dele, por baixo da calça.
Papai tava duro de novo, e eu também. Acariciei a rola dele de cima a baixo, sentindo ela quente, pulsando por mim, querendo me penetrar de novo.
Ele enfiou a mão mais pra dentro e tocou minha buceta por cima da calcinha.
—Ah, Marieta —disse ele—. Vou ter que parar pra te foder de novo.
Olhei pra estrada. Tava claro que a gente não ia aguentar até chegar em casa, e lá ia ser foda fazer isso se minha mãe estivesse, mesmo que dormindo.
—Para onde for, porra —falei—. Não aguento mais.
Meu pai focou toda a atenção no volante. Minha buceta tinha escorrido e minha calcinha tava molhada.
—Conheço um lugar onde a gente vai ter privacidade —disse ele—. É uma casa de campo de um amigo. Na frente dela tem um esconderijo bom.
Ele dirigiu até lá, entrou o carro por um caminho e, depois de dois quilômetros, parou, virou e entrou num pinhal bem escondido. Sem dúvida era um lugar bom pra foder, já que tava longe de qualquer lugar.
Papai desligou o motor e deixou os faróis acesos. A gente saiu. Eu mal aguentava a excitação. Vi ele abrir o porta-malas e tirar um cobertor.
—Aqui —disse ele, estendendo o cobertor na frente dos faróis—. Aqui vou te foder.
Caminhei até lá e olhei pra ele. Sorri timidamente. Ele levou as mãos até meus peitinhos e os apalpou, apertando. Esfregou meus bicos, que, sem sutiã, marcavam por baixo da roupa. Eu comecei a passar a mão no pau dele por cima da calça jeans.
—Que peitinhos —dizia ele, excitado—. Quero chupar eles até você gozar. gemir.
Ele me puxou pra perto e senti as mãos dele apertando minha bunda, por baixo do meu vestido curto, em cima da minha calcinha sexy de renda, enfiando a língua suculenta dele dentro da minha boca, eu quase gozei ao sentir ele dentro de mim, a saliva salgada dele me excitava, o pau dele colava no meu púbis.
Ele se afastou e puxou meu vestido pra cima, me deixando só de calcinha, me puxou de novo pra perto e me pegou no colo, eu me agarrei no corpo forte dele e senti ele literalmente rasgando minha calcinha.
— Que gostosa você é — ele disse.
— Quero sentir você dentro de mim — eu falei — Quero que você me meta.
A gente se moveu, sincronizados, eu peguei o pau dele e coloquei na frente da minha buceta molhada e gotejando, ele me deixou cair e me penetrou de uma vez até o fundo.
— Ahaa — eu gritei — Siim, minha bocetinha.
Ele começou a me foder como tinha feito na orgia, eu me agarrava nele enquanto gritava de prazer e pedia mais, sentia o calor, o suor, o cheiro dele, tudo isso me excitava como uma gostosa que tá sendo comida por um garanhão.
— Ohooo, papai — eu implorava — Me fode sempre que quiser, me dá mais, mais.
As mãos dele apertavam minha bunda e nossas bocas estavam bem juntas, eu sentia a respiração dele contra a minha, a gente se olhava excitado, eu coloquei a língua pra fora e enfiei dentro da boca dele, e ele respondeu com a dele, senti que me mexia, o cobertor debaixo das minhas costas e papai já estava em cima de mim, tudo isso sem tirar o pau dele de dentro da minha boceta, ele empurrou com mais força e começou a me foder mais forte, me abrindo com violência, eu gritava quase desmaiada abrindo minhas pernas o máximo que podia pra me entregar mais pra ele.
— Ahaa, ahaaa, papai, você me destrói, siiiim.
Ele me beijou de novo, nunca tinha visto um homem tão tarado, e ainda mais me fodendo, eu me sentia feliz por satisfazer ele.
— Oh, Marieta — ele gemeu — Você é a melhor mulher que já provei.
Eu senti um orgasmo que fez minhas pernas tremerem igual loucas, depois ele virou e eu fiquei por cima dele, o pau dele, que continuava me invadindo, continuava duro e pulsando, então comecei a me mexer, a quicar em cima. daquela berinjela extraordinária.
Ele tocava meus peitinhos, apertava e acariciava meus mamilos, eu gemia com um sorriso de satisfação no rosto, cãibras de prazer percorriam minha buceta aberta de cima a baixo enquanto aquela pica entrava me abrindo no meio, avançando sem piedade em direção ao meu útero, nós dois gemíamos como animais selvagens trepando sem nenhuma vergonha.
— Ahaaa, ahaaa.
— Ohooo, minha filha, ohooo.
De repente a pica se fincou, aí vinha a gozada, finalmente!
— Goza dentro de mim, papai — pedi — Quero sentir sua porra na minha bucetinha.
Ele se excitou ao ouvir essas palavras e começou a se mover para cima, eu comecei a me contorcer como uma puta de verdade, espasmos de prazer me sacudiam e veio um orgasmo que, no entanto, era o que precedia um muito maior.
— Ahaaaa.
Continuei me mexendo, queria mais, muito mais, papai se levantou e me abraçou, começou a chupar meus peitos, senti sua língua banhando eles, seus lábios se fechando ao redor, e como ele lambia e mordia meus mamilos eretos, tudo isso enquanto me puxava para perto e ao mesmo tempo empurrava, minha buceta já doía, mas era uma dor que me excitava ainda mais, o momento de ser preenchida pela gozada do meu papai tinha chegado e agora, o maior orgasmo da minha vida, que quase me deixou sem fôlego, me pegou de surpresa.
— Tô gozandooo! — gritei — Vou gozar!
Papai me soltou e me deitou na manta, então começou a me foder com uma violência incrível enquanto olhava na minha cara, segurando minhas mãos na manta, será que ele ficava excitado em dominar uma mulher? Nunca tinham me penetrado assim!, juntos chegamos a um orgasmo indescritível.
— Ohooo — gemeu — Toma meu leite, filha.
— Siiim — gritei — Tô gozandooooo.
Senti um jorro enorme de porra quente dentro de mim e gozei como nunca tinha gozado, acho que até quase desmaiei, ele continuava me metendo como se eu fosse uma puta qualquer e senti outro jorro que me fez revirar os olhos de prazer, depois Me deu outra gozada enorme e várias menores, que curti igual, quando ele se esvaziou por completo dentro do meu útero, se jogou em cima de mim e ficamos assim, abraçados e ainda com o pau dele dentro de mim, soltando os últimos restos de porra e nos beijando.
—Meu Deus —gemi com a voz trêmula— Você me comeu, papai, que gostoso, que delícia.
Umas luzes nos cegaram de repente, me afastei dele rápido. Tinham nos descoberto!
—Mas o que é isso?! —disse alguém.Dois guardas civis do Seprona estavam de pé ao lado do carro, olhando pra gente, um deles apontava a lanterna pra nós... aposto que quer saber mais, mas isso fica pra outra história.
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(CONTINUA)
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