O policial gostoso

O policial

Depois da operação policial desta tarde, fiquei tão cansado que a única coisa que queria era ir pra casa dormir. Então, quando despachamos os relatórios finais, fui embora na hora pro meu apê.

Lembro que minhas costas doíam, meus pés estavam inchados, então decidi tomar um banho de banheira. Aí me veio a ideia de que o melhor era chamar meu massagista pra aliviar a tensão. Umas horas depois, chegou o Juan Carlos, um cara de altura mediana, pele morena, mas com umas mãos que deixavam qualquer um aliviado. Me deitei na cama, de barriga pra baixo e pelado. Juan Carlos já tinha preparado todo o kit de cremes dele. Primeiro, espalhou um líquido nos meus ombros. Com as mãos cheias de creme, massageou minhas costas, coxas e panturrilhas. As nádegas ele deixou pro final. Eu tava de olhos fechados, curtindo o alívio que uma boa massagem dá depois de uma semana de trabalho doido. Tava nas nuvens quando senti as mãos dele na minha bunda, os dedos dele se metendo na minha fenda. O pior, ou o melhor de tudo, é que não fiz nada pra impedir. Ele separou minhas pernas, massageando meu buraco e minhas bolas. Meu corpo começou a responder, meu pau ficou duro. Senti ele se posicionar entre os lençóis e minha barriga.

Com minhas mãos, comecei a massagear meus glúteos, enquanto Juan Carlos beijava meu cu. Me viro e abro os olhos; Juan Carlos se levanta, tava pelado. Fiquei chocado ao ver o pau dele, acho que passava dos 20 cm. Juan Carlos se abaixa de novo, mas dessa vez pra chupar meu pau. Me deitei na cama, deixando ele fazer o trabalho dele — deve ser parte da massagem, pensei. Gozei na boca dele, ele engoliu todo meu leite, porque não senti ele largar meu pau enquanto chupava. Abri os olhos e vi ele com a boca toda branca, escorrendo meus fluidos. Notei que a ferramenta dele tava dura, talvez querendo que eu chupasse ela, hesitei em me jogar. Esse pedaço de carne na boca, mas sou tão fraco de caráter. Levantei, agarrando os ovos dele com as mãos, apalpei. Depois peguei no pau dele, tava bem duro, enfiando na boca. Não tinha experiência fazendo essas coisas, mas fiz tudo que eu gosto que façam comigo: segurei um bom tempo na boca, molhando tudo, pra depois virar o mastro com a língua. Juan Carlos tentou enfiar mais fundo, mas eu recusei. Deixei meu massagista gozar graças aos meus boquetes, mas não tava disposto a ir mais longe. No fim, paguei pelas massagens dele, dando um dinheirinho extra pelo serviço a mais. Fiquei bem relaxado, pronto pra ir trabalhar no outro dia.

Na polícia, quando um caso termina, já nos jogam outro. Agora tínhamos que pegar um grupo de contrabandistas de pasta base que operava na cidade. Achava-se que esses caras traficavam num cabaré de gays e travestis muito famoso. Minha missão era entrar como barman e assim espionar de dentro.

Durante uma semana me preparei pra missão, observando outros barmans, aprendendo a técnica de servir copos, etc. Deixei barba, coloquei um brinco na orelha, enfim, criei um visual. Tava tudo planejado pra eu entrar no cabaré sem ninguém desconfiar. Quando cheguei pra me apresentar, fui recebido pelo administrador do lugar, um cara de uns 40 anos, meio gordo, cabelo castanho. Ele me explicou como seria meu trabalho e os turnos. Nisso chega uma mulher, que nos interrompe.

Oi, sou a Marieta. Você deve ser o novo barman, ah... é bem gostosão. Como se chama? Manuel Orellana – falei. Embora meu nome verdadeiro fosse Sargento Valdivia. Nos deixa em paz, Marieta – interrompeu o administrador. Você já vai ter tempo de sobra pra conhecê-lo. Que ranzinza – resmungou Marieta. Se afastando da gente. Olha, Manuel – disse o administrador – não sei qual é sua tendência sexual, mas aqui você vai ver um monte de coisa estranha, tipo Exemplo da Marieta. Ela acha que quem vem pra esse lugar é especial. Nem todo mundo é hétero que nem eu. Não tenho problema com isso — falei. Bom, se é assim — disse o administrador — você começa hoje à noite.

Voltei umas nove da noite no local, outra mulher chamada Lesli me levou pra um camarim pra eu vestir meu uniforme. No camarim só tinha roupa de mulher, transparências, biquínis, plumas, toda essa parafernália que as artistas da noite usam. Enquanto me trocava, comecei a ouvir uns soluços, olhei em volta e encontrei um buraquinho na parede, por onde dava pra ver o outro quarto.

Lá estava a Marieta, chupando uma rola, que era nada menos que a do administrador. Ela tava de joelhos chupando o pau dele enquanto ele ficava de pé. A Marieta engolia aquela espada toda sem nojo nenhum. Fiquei ali vendo aquele espetáculo enquanto meu pau endurecia. Belos peitos os da Marieta, o velho se distraiu um tempo babando neles. Depois, o administrador se deitou numa escrivaninha, enquanto tirava o resto do vestido dela, ficando só com um pouco de roupa entre os peitos e uma calcinha. Ele desabotoou a parte de baixo da calcinha, oh surpresa, o meião que saiu! A Marieta guardava entre as pernas um pau considerável. Como quer que seja, o velho começou a meter nela, enquanto a outra gritava de tão bom que tava. Eu fiquei mais excitado ainda ao ver um par de peitos com pau, então abaixei a calça e fui me masturbar.

Bem hétero o velhinho, pensei comigo mesmo, enquanto olhava pelo buraco na parede e gozava na punheta. Gozei na hora, limpando a mão num daqueles vestidos que tinham no quarto. Levantei a calça, e naquele instante entrou outra mulher no camarim. Quem é você e o que tá fazendo aqui? — perguntou furiosa.

Meu nome é Manuel, sou o novo barman, e tô me trocando. Respondi.

E quem te disse que no meu camarim você podia fazer isso? - Ela continuou perguntando, vermelha de raiva.
Bom, Lesli me trouxe pra cá – eu disse.
Quem mais podia ser! Essa maricona vai me foder. Ela acentuou, indignada.
Naquele momento, entrou o administrador: Por que você grita tanto, love? Viu que pode se enrugar?
É que a maricona da Lesli empresta meu camarim pra esse imbecil – ela gritou.
Essas mulheres – disse o administrador. Olha, Manuel, vai se trocar em outro lugar, que eu resolvo isso.
Saí do quarto e vi que a Marieta estava na porta do outro lado. Ei, Manuel, vem cá, me conta o que aconteceu. Me aproximei dela, contei o ocorrido, e ela disse:
– Essa Carolyn se acha a última bolacha do pacote só porque é a número principal. Vem, troca de roupa neste escritório, entra.
Ela se sentou num sofá e disse: Fica à vontade e se troca na minha frente, não tenha medo que eu não como ninguém. Eu só olhei pra ela, não tava a fim de deixar ela dominar a situação. Hesitei um instante, mas decidi e comecei a me despir. Tirei a camisa e a calça jeans, fiquei só de cueca e meias. É assim que você quer me ver? – eu disse. Não é ruim falar, mas por causa do meu treinamento policial, eu tinha um corpo bom, braços grossos e musculosos, peitoral bem definido, ou seja, tava muito gostoso. Marieta me olhou, com o dedo indicador abaixou o decote, mostrando um mamilo. Você tá de dar o cu inteiro – ela disse. Levantou do assento e se aproximou de mim. Ficamos frente a frente. Eu queria dominar a situação, mas a tesão que senti foi maior. Um belo volume já aparecia na minha cueca. A mão de Marieta foi direto pra ele, abaixando minha cueca. Com os dedos, ela acariciava meu pau, que já tava tomando sua forma infinita.
Vejo que você não ficou satisfeita – eu disse, me referindo a ela e ao administrador.
Marieta fez uma cara de quem não entendeu o que eu tava dizendo. Mas falou: Eu nunca fico satisfeita.
Dentro da roupa dela, ela tirou uma camisinha e colocou gentilmente na minha ferramenta. Minhas mãos abaixaram o corpete dela, deixando ela só de calcinha. Coloquei ela na frente de um espelho que tinha ali. O quarto. Me abaixei pra tirar o resto da roupa íntima dela, só ficou com uns saltos enormes. Como descrever o que vi naquele espelho. Primeiro, a grande juba preta dela, que batia nos ombros, que por sinal eram largos, igual ao resto do corpo. As tetas dela eram exageradas pra altura dela, com uns mamilos imensos. Não tinha pelo em lugar nenhum. O pau dela tava duro. No espelho, era um ser estranho, um ser que me dava um tesão do caralho. Beijava o pescoço dela, enquanto minhas mãos apertavam as tetas dela. Com meu pau já no talo, roçava na bunda dela, o que ela adorava. Vou fazer você gozar uma vez inesquecível, ela disse. Se inclinou, colocando as mãos no espelho, me oferecendo o buraquinho dela. Vamos, Manuel, vamos nos olhar enquanto a gente fode. Peguei meu pau com uma mão e apontei pra ela. Custei a achar o caminho, mas quando achei, fui até o fundo. Se não fosse pelos pelinhos pubianos, que serviram de almofada, teria entrado até as bolas. Ahhhhhhhh, gritou a Marieta. Vai, mete, mexe, com força. Sim, sim, eu disse. Mas não grita tão alto, que podem te ouvir. Pah, pah, nossos corpos batiam, enquanto eu me mexia igual um cachorro no cu dela. A imagem no espelho era sensacional. A juba comprida dela tampava os olhos, mas dava pra ver um suor leve nos lábios dela. Vai, mais forte, quero mais, me destrói. Gritava a Marieta. Abaixa o tom, eu falava. Não quero que nos ouçam. Que importa os outros, mete duro. Ela gemia, enquanto com as mãos pegava nas próprias tetas. Eu tinha que calar ela, então saí de dentro dela. O que foi?, ela disse. Nada, espera, respondi. Encostei um banquinho, me sentei. Vem cá, senta aqui, falei. E de novo, ela enfiou minha espada. Que gostoso!, exclamou. Dessa vez, antes que ela começasse a gritar, tapei a boca dela com uma mão. A safada começou a morder, chegou a tirar sangue. Com a outra mão, peguei no pau dela, que tava fervendo. Comecei a me tocar, mas já estava tudo molhado, na hora senti os sucos dela escorrendo pelos meus dedos.
De repente ela parou. "O que foi? Eu ainda não gozei", falei.
Ela se levantou. "Agora quero chupar seu pau", respondeu. Tirou a camisinha e colocou outra.
"Vai, chupa! Chupa!", mandei. Segurei a cabeça dela com as mãos e guiei até meu pau. Que boquete gostoso ela me deu. A língua dela percorreu todo o meu tronco. Quando percebi que ia gozar, tirei o pau da boca dela, eliminei a camisinha, e assim meu leitinho começou a cair na boca aberta da Marieta. Depois, ela mergulhou de novo, limpando todo o resto de porra do meu pau.

Me recostei no banco, enquanto a Marieta se levantou e se olhou no espelho. Pegou as roupas dela e disse: "Foi fenomenal, Manuel. Mas tá na hora de ir trabalhar, se liga que já tá tarde, se veste, senão vão te dar uma bronca no seu primeiro dia." Na sequência, saiu do escritório, me deixando exausto, largado no chão.

À meia-noite, o cabaré estava lotado. Os números das travestis iam passando um atrás do outro. Do balcão do bar, pude observar vários figurões da sociedade. Até vi um senador de direita todo agarrado com a Lesli. Também reparei que a cocaína era servida à vontade pra alguns clientes.

Chegou a hora do número principal. Com uma fanfarra espetacular e uma salva de palmas gigantesca, apresentaram a Carolyn, a rainha da noite. O show dela era com música da Rafaella Carrá. A cada música, ela tirava uma peça de roupa. No final, ficou só com umas estrelas cobrindo os bicos e uma calcinha brilhante minúscula. O público a adorava.

O show dela era fascinante, hipnotizante. É que essa mulher era tão linda, a pele dela saudável, macia. Eu diria que não tinha mais de 20 anos. As curvas bem acentuadas, esculpidas, podemos dizer (duvido que não). Era maravilhosa. Não tinha muita relação com as outras travestis do clube, todas tinham inveja dela. Uma tarde, não sei por que motivo, começaram a brigar. Combos com a Lesli. Todo mundo veio pra ver a briga, eu fui o único que tentou separar elas. Ficou a maior zona, o administrador chamou a atenção de todo mundo, principalmente da Lesli.
Depois do escândalo, ela chegou no balcão e falou: barbeta, me dá uma água mineral. Eu servi na hora. Era a primeira vez que ela falava comigo.
Sabe por que todo mundo tem inveja de mim? — perguntou, mais calma.
Não, não sei, respondi.
Porque eu sou a favorita do Dom Aureliano. Sabe quem é ele?
Não, não sei, respondi. Me fiz de besta, porque sabia muito bem quem era. Era o chefão da máfia, foragido da polícia.
Ele é o dono de tudo isso, meu benfeitor. Semana que vem vai ter o aniversário dele. Vai encher de gente importante, você vai ver, vai ser foda.
A partir daí, a gente conversava todo dia, virei amigo dela. Eu curtia o show dela, era o maior fã. Mas minha missão já tava no fim, já tinha coletado informação suficiente. Naquela noite, o dia da festa do Aureliano Cabrera, a polícia ia fazer uma batida. O mais certo era rolar um tiroteio, e podiam machucar a Carolyn. Eu tinha que evitar. Quando a Carolyn chegou perto do cabaré, me aproximei, peguei ela pela cintura e levei ela o mais rápido que pude pra uma caminhonete que eu tinha estacionado na mesma quadra. Por sorte, ninguém percebeu o que eu tava fazendo. Que porra é essa, seu bruto, o Dom Aureliano vai ficar sabendo — ela gritou. Cala a boca, tô fazendo isso pro seu bem. Hoje vai ter tiroteio, não quero que você se machuque. Falei.
Ela não falou mais nada no caminho. Levei ela pra um motel na saída da cidade. Você é um dedo-duro, seu merda — ela disse.
Não sou polícia, só tô fazendo meu trabalho, respondi.
Ela partiu pra cima de mim, eu segurei ela nos braços e dei um beijo nela. No começo ela resistiu, mas depois cedeu. Cê me atrai pra caralho, falei.
Tem certeza do que tá dizendo? — ela respondeu. Já Você precisa saber que eu não sou uma mulher. Se eu sei, só me beija e deixa eu te amar.
Ela se entregou pra mim sem dificuldade. Os peitos dela eram lindos, redondos, ela tinha uma cinturinha fina. Eu puxei a calça dela pra baixo, as pernas dela eram finas e curvilíneas. Você precisa saber que eu tô fazendo tratamento, logo vou ser uma mulher de verdade. Com os hormônios, quase não tenho mais bolas, só sobrou um pintinho pequeno. Pode me passar minha bolsa?, ela disse. Eu entreguei a bolsa, e ela tirou de lá um biquíni pequenininho. Ela virou de costas pra mim, abaixou a calcinha e vestiu a nova peça. Ela se ajustava na cintura, descia uma tira pelas nádegas, que se dividia em duas no cu. Na parte da frente, era mais grossa e comprida, do jeito de cobrir um pau duro.
Agora sim sou toda sua, ela me disse.
Eu tirei minha roupa, e com meus dedos comecei a apertar os bicos dos peitos dela, até eles ficarem duros. Com as mãos dela, ela começou a massagear minha ferramenta. Ela colocou na boca, mas só a cabecinha, dando beijinhos e lambidas. Aos poucos foi engolindo o tronco inteiro.
Eu coloquei uma camisinha, a Carolyn se deitou de lado. Procurei a entrada dela, não tava lubrificada. Com minha língua comecei a molhar o buraquinho dela. Com os dedos, afastei as tiras do biquíni. Coloquei um pouco de cuspe no orifício dela, que era rosado, e com a língua comecei a espalhar, enquanto derramava mais cuspe. Ela colocou as pernas em volta da minha cabeça, eu levantei ela, enfiando pelo menos metade da minha língua.
Depois, enfiei só a cabecinha pra sentir ela tremer. Ela brincava com os peitos dela, se sentia mulher. Aí, enfiei um pouco mais, até enfiar tudo. Quando eu fazia isso, ela mordia os lábios dela. Trocamos de posição, eu fiquei por cima dela, e fui penetrando, em nenhum momento senti o pau dela. Ela cruzou as pernas nas minhas costas, enquanto eu comia ela. A gente se beijava, toda vez que nossas bocas se encontravam. Foi fantástico sentir aquele homem-mulher gozando por minha causa. A cama rangia com os movimentos da minha bacia. do corpo da Carolyn. Eu beijava os mamilos e a boca dela, ela só gemia, uhhhh, continua, não para. Parei um momento, me afastando, estiquei ainda mais as pernas da minha parceira para trás, lambendo de novo aquele ânus, e depositando mais saliva nele. Com uma mão segurava as pernas dela para trás, enquanto a penetrava de novo, sem piedade. Os gritos dela agora eram fabulosos, aaoooooh, mais, mais!!! Saí dela, tirando a camisinha. Sentei na barriga dela. Comecei a fazer flexões, de um jeito que meu pau se esfregava entre aqueles dois peitos moldados, ela juntava as tetas, mas meu mastro as separava de novo. Meu esperma jorrou logo, um pouco foi parar na boca dela, outro tanto ficou espalhado no pescoço. Com minha língua limpei, provando meu gozo. Minha mão foi para o pau dela, que estava coberto pela calcinha do biquíni, ele estava molhado, me excitando ainda mais. Me coloquei de novo em posição, vamos, vira, falei. Ela ficou de joelhos na cama. Bati nas nádegas dela com a palma da mão, outra camisinha, de quatro, foi dito. Foi tanto movimento que a cama desmontou de uma ponta. Caí em cima da cama, ela em cima de mim. Ela começou a beijar meu peito, mordendo meus mamilos. Minha testa estava cheia de suor.
Carolyn, tira essa calcinha, quero te ver pelada, falei. Vamos, me faz esse favor. Ela se levantou, tirando a peça. Tinha um pau pequeno, não mais de 10 cm, fino, igual de um menino. Peguei ele entre minhas mãos. Os testículos eram minúsculos. Não resisti à tentação e coloquei na boca, chupando todo o órgão dela. Ela com as mãos segurou minha cabeça, puxando meu cabelo. Que calor que fazia, tinha as costas todas suadas. A cama caiu da outra ponta, ficando rente ao chão. A gente se beijava. Vamos, senta em mim de novo, falei. Sim, mas antes – disse ela – quero beijar seu ânus. Levantou minhas pernas, e com a língua começou a lamber meu buraco. Que maravilha, nunca tinha sentido algo tão igual. Aquela aspereza da língua dentro de mim. Trocamos de posição, coloquei ela deitada de bruços na cama, com a barriga na beirada, de um jeito que a bundinha dela ficava pra cima. Enfiei meu pau até o fundo, socando forte, ela gritava, mas eu continuei com mais raiva, esvaziando meu gozo dentro do cu dela. Nós dois conhecemos o paraíso, foi maravilhoso.
Quando acordei de manhã, ela já não estava, deixou um bilhete. Na delegacia, fiquei sabendo que o tiroteio foi enorme, cinco policiais mortos, e vários traficantes também. Marieta, ao me ver vestido de policial, cuspiu na minha cara. Dois dias depois, Carolyn apareceu morta num canal nos arredores da cidade. Me senti tão culpado, queria proteger ela, mas foi pior. Chorei muito, talvez por amor. Hoje em dia, continuam me dando missões, mas o que vivi no cabaré nunca vou esquecer.

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