O vendedor
Tenho uma casinha numa cidade balneária. Todo ano (mesmo que seja) tiro uns dias pra ir descansar.
Isso aconteceu comigo no verão passado. Faltavam dois dias pra eu voltar pra minha cidade e era um dia bem feio, chuvoso e, pra ser sincero, não tinha saído de casa o dia inteiro.
Nesse lugar tenho vários amigos. Alguns deles conheci pelo chat. Então não me surpreendi muito quando, lá pelas oito da noite, ouço baterem na porta da entrada. Como tava deitado lendo, levantei, vesti um short de banho e fui correndo abrir. O short é o que uso quase sempre em casa, porque tá bem velhinho, com o elástico da cintura frouxo e a cueca de dentro toda destruída. Mas como pensei que era um conhecido, não tinha problema. Quando abro a porta, meu desconcerto foi total. Na entrada tinha um cara de uns 35 anos, alto, bronzeado e muito gostoso.
- Sim - falo quando vejo ele.
- Me desculpa, mas tô fazendo assinatura pro "Livro do mês", se você tiver interesse, posso te explicar sobre o assunto -
Eu não pensei duas vezes. Como não tinha nada pra fazer, falei "Entra". Fechei a porta e mandei ele sentar na sala de jantar. Enquanto isso, ele tava abrindo uma pasta onde tinha todas as formalidades e explicações do caso.
- Quer uma cervejinha? - perguntei.
- Se não for incômodo.
- Não - falei - Espera aí que já te trago
Fui pra cozinha e peguei duas garrafinhas que estavam geladíssimas. Dei uma pra ele, ele abriu, deu um gole longo, enquanto me explicava todos os detalhes pertinentes do caso. A única coisa que me interessava eram os olhos pretos dele e a barba por fazer. Tinha voz de locutor, uma voz profunda e muito máscula; na minha imaginação, vi ele dizendo outras palavras pra mim em outro lugar que não era exatamente a sala de jantar...
Pra me mostrar direitinho quais eram os benefícios de se associar, ele aproximou a cadeira dele da minha e, num momento, nossas pernas se tocaram. Eu deixei, mas ele... Ele afastou ela na hora. Continuou me explicando, me olhando com aqueles olhos profundos nos quais eu queria me perder pra sempre. Quando terminamos as cervejas, fui buscar mais duas. Tava muito calor e era o clima perfeito pra beber.
— Não, obrigada — ela falou — Se eu continuar bebendo, vou ficar chapada —
— Só com duas cervejas? Qualé, não vai dar nada —
Pra não me recusar, pensando que eu tinha fechado a venda, ela começou a tomar. Enquanto isso, me perguntou de onde eu era, o que eu fazia, e eu, entre uma coisa e outra, fui contando que tinha terminado um relacionamento fazia pouco tempo (sem falar o sexo do meu parceiro), que ainda não tava recuperado e que por isso tinha tirado uns dias pra refletir sobre tudo que tinha rolado. Ela me contou que fazia um tempão que não saía com ninguém, claro, tinha encontros casuais, mas nada sério, porque realmente não tava afim. Quando as garrafas tavam na metade, ela me perguntou onde era o banheiro, porque tava morrendo de vontade de mijar. Eu acompanhei ela até lá. E voltei pra sala de jantar pra esperar.
Como ela demorou muito e pensei que tivesse acontecido alguma coisa, fui até lá, bati na porta e perguntei se tava tudo bem. Ela disse que já ia sair, que tinha quebrado o zíper da calça e falou que tava tentando arrumar. Eu respondi pra ela sair que, se quisesse uma agulha e linha pra consertar, eu podia dar. Ela agradeceu, abriu a porta e apareceu com a calça aberta e um leve rubor nas bochechas. Eu fiz que não tinha notado, fui buscar as coisas, voltamos pra sala de jantar e, pra ela poder costurar a calça, sugeri que tirasse ela. Ela tirou. A surpresa que eu tive, nunca esperaria! Quando ela tirou a calça, me deparei com um dos maiores volumes que já tinha visto na vida! Ela tava de cueca de pano, daquelas que cobrem tudo, vão até quase o joelho e não dá nem pra adivinhar o que se esconde por baixo... Bom, o volume do vendedor, era tão grande que dava pra ver pelo lado direito da cueca! Tentou enfiar a agulha, mas deixou cair no chão. Me abaixei pra ajudar e me deparei com as pernas dele abertas debaixo da mesa. Pela perna da cueca, como era larga, pude ver que ele tinha a glande meio amarronzada e grande, queria ter ficado ali por horas, mas como não queria que ele percebesse, achei a agulha e quando levantei a cabeça pra devolver, de propósito, bati a cabeça na perna dele. Ele me agradeceu e tentou de novo enfiar a agulha, mas não conseguiu. Começou a rir nervoso.
— Não consigo — ele disse.
— Sem problema, quer descansar um pouco? — perguntei.
— Vou ficar aqui sentado um instante e já passa — respondeu — É que com o dia inteiro na rua e o estômago vazio, se você bebe um pouco de álcool, te derruba!
— Quer que a gente coma alguma coisa? A gente pede uma pizza pra entregar aqui e pronto — falei.
— Não, por favor, não quero te incomodar. Melhoro um pouco e vou embora.
— Não é incômodo, além disso, não tinha nada planejado pra hoje à noite e a companhia vai me fazer bem.
— Se é assim... — ele disse hesitando.
Antes que ele se arrependesse, liguei pra uma pizzaria perto de casa. Enquanto isso, a gente conversou sobre um monte de coisas, ele se chamava Diego, era meio "faz-tudo", quando não gostava de um trampo, largava e, como era muito culto e tinha muita experiência, contratavam ele na hora pra qualquer coisa. Quando a pizza chegou, eu comi dois pedaços, porque no fundo não tava com muita fome, mas Diego comeu os seis restantes com um baita apetite. Além disso, ele gostava de beber e a gente continuou tomando várias cervejas. Nossas pernas se esbarraram várias vezes. Eu, sem ele perceber, fui encostando mais minha cadeira na dele. Num dado momento, nossos joelhos se tocaram. Ele não disse nada e deixou ali parado. A pele dele me arrepiou, eu adorava o contato. Em Num dado momento, levantei e fui esquentar café. Quando voltei com as duas xícaras, puxei a cadeira e abri as pernas. Como o short de banho que eu tava usando era meio pequeno e o elástico tava arrebentado, meu pau e as bolas escaparam pelo lado, dando pra ver tudo na cara, e tenho que admitir que tenho um bom tamanho. Diego, de vez em quando, olhava de passagem pra minha virilha e ficava se mexendo no volume. Nossa conversa continuava sem importância, mas nossos olhares tavam cada vez mais cheios de tesão. Diego, por sua vez, também puxou a cadeira dele e sentou na minha frente com as pernas abertas também. Consegui ver que o volume dele tinha crescido de tamanho e a cabeça já tava escapando pela lateral da cueca. Quando ele falava, pra dar mais ênfase nas palavras, me tocava a perna com uma mão. A cada roçada, meu pau ia crescendo, até que chegou um momento em que a ereção ficou na cara.
— Tô vendo que seu amiguinho quer brincar um pouco — ele falou, apontando pra minha virilha.
— Nem percebi — falei com um sorriso — É que o álcool, em mim, tem esse efeito.
— Acho que comigo também tá rolando a mesma coisa — ele disse, segurando o volume por cima da cueca. — Às vezes ele tem mente própria.
— Que problema, né? Vamos ter que fazer alguma coisa pra resolver isso.
— Por mim, não tenho problema — ele falou com um sorriso sarcástico — Tem algo em mente?
— Tenho, mas não sei se você vai gostar.
— Por que não tenta? — ele disse, tirando a mão da virilha e aproximando a cadeira dele da minha.
Não precisei ouvir duas vezes. Estendi a mão e peguei na carne dele. Era algo incrível! Minha mão não conseguia fechar em volta da circunferência. Levantei. Ele fez o mesmo. Pegou no meu pau. Nossos olhares se encontraram. Nossos lábios se juntaram. A língua dele, experiente, entrou na minha boca. Nos separamos e em dois minutos afastamos a mesa e nos jogamos no chão forrado. Nossas mãos começaram a acariciar o corpo um do outro. Fui desabotoando ele... a camisa e descobrindo uma moita de pelos que ele tinha no peito todo e que descia até a virilha e ia além. Minha boca tomou conta dos mamilos dele, que ficaram duros com o contato. Fui descendo devagar, aproveitando cada pedaço de pele que eu examinava. Quando cheguei no pau dele, mordi por cima da cueca, grosso e comprido como um pedaço de pau. Não aguentei mais e tirei a roupa dele, deixando à mostra todo o mastro e os ovos grandes como maçãs. Enfiei a cabeça do pau na boca, que já estava perdendo um pouco do líquido. Tinha gosto de sal, gostei. Tentei enfiar o máximo possível na boca, mas não consegui passar da metade, que já tinha batido na minha garganta. As mãos dele guiavam minha cabeça pra cima e pra baixo, pra eu enfiar cada vez mais fundo. Num momento, tive que tirar ele totalmente da boca pra respirar e, quando vi o quanto tinha entrado, não acreditei. Enquanto eu respirava fundo, Diego se levantou e enfiou meu pau na boca dele. Não que o meu seja pequeno, tem uns 20 cm e é grosso, mas do lado do dele, parecia um palito. Comecei a meter na boca dele num vai e vem cada vez mais rápido. Minhas bolas batiam no queixo dele. Quando não aguento mais e jogo vários jatos de porra que ele recebe gulosamente na boca. Caio de joelhos e Diego me alcança e me beija. Meu esperma ainda na língua dele, impregna a minha toda e até não sobrar nada nas nossas bocas, a gente não se separa. O pau dele ainda duríssimo precisava de ajuda. Me abaixo pra receber ele na boca, mas Diego não deixa. Ele tinha outras ideias. Pega uma almofada de um dos sofás, me deita de bruços no chão, deixando minha barriga levantada. Tô super relaxado no chão, pode ser pela cerveja e pela vontade de ser penetrado, embora tenha sentido um pouco de medo, nunca tinha enfiado algo tão grande! Com as mãos, ele separa minhas nádegas e a língua dele começa a explorar meu cu. Tento me abrir o máximo possível pra ajudar no trabalho dele. Ele enfia dois dedos no meu cu, um terceiro, até um quarto. Quando percebeu que eu aguentava, tirou os dedos, babou bem o pau e encostou na minha entrada. Começou a empurrar. Abri as pernas o máximo que pude. A cabeça dele entrou com um pouco de dificuldade, mas eu tava disposto a deixar entrar tudo. Ele continuou penetrando, meu cu se contraía e expandia no caminho, tentando expulsar, tentando segurar. Num certo momento, a dor ficou quase insuportável e, como ele percebeu pelo meu gemido, parou de repente, esperando eu me acostumar com o tamanho dele. Quando me relaxei, ele continuou penetrando até chegar no fundo. Não acreditava que tinha conseguido aguentar aquele pauzão todo! Media pelo menos 28 ou 30 cm! Começamos a nos mexer devagar, tentando sincronizar nossos ritmos. Meu pau tinha subido de novo e o atrito com o tecido de algodão dava uma sensação gostosa. Sem tirar de dentro, ele me fez ficar de quatro e continuou me penetrando assim. Agarrou meu pau e começou a me masturbar. Aceleramos o ritmo. Nossas respirações ficaram mais rápidas. Começamos a gritar. Ele tirou a ferramenta dele e começou a gozar nas minhas costas, jorros longos de porra, que pareciam não acabar nunca. Eu gozei quase no mesmo instante. Quando terminou, caímos abraçados. Depois que nos recuperamos, fomos tomar banho juntos.
Ele ficou comigo em casa até eu voltar pra minha cidade. Passamos dois dias inesquecíveis. Não quis que ele me acompanhasse até o terminal de ônibus, não valia a pena. Nos despedimos com um "até logo", mesmo que talvez nunca mais nos víssemos. Recebi três e-mails dele, que me apressei em responder. Nele, ele dizia que tava procurando outro emprego. Durante três meses, não soube mais nada. Senti falta dele e, mesmo que tenham sido só dois dias, foram insuperáveis. Semana passada recebi um e-mail onde ele comentava que, por motivos de trabalho, teria que vir pra minha cidade e, se desse certo, pensava em ficar um tempinho...
Tenho uma casinha numa cidade balneária. Todo ano (mesmo que seja) tiro uns dias pra ir descansar.
Isso aconteceu comigo no verão passado. Faltavam dois dias pra eu voltar pra minha cidade e era um dia bem feio, chuvoso e, pra ser sincero, não tinha saído de casa o dia inteiro.
Nesse lugar tenho vários amigos. Alguns deles conheci pelo chat. Então não me surpreendi muito quando, lá pelas oito da noite, ouço baterem na porta da entrada. Como tava deitado lendo, levantei, vesti um short de banho e fui correndo abrir. O short é o que uso quase sempre em casa, porque tá bem velhinho, com o elástico da cintura frouxo e a cueca de dentro toda destruída. Mas como pensei que era um conhecido, não tinha problema. Quando abro a porta, meu desconcerto foi total. Na entrada tinha um cara de uns 35 anos, alto, bronzeado e muito gostoso.
- Sim - falo quando vejo ele.
- Me desculpa, mas tô fazendo assinatura pro "Livro do mês", se você tiver interesse, posso te explicar sobre o assunto -
Eu não pensei duas vezes. Como não tinha nada pra fazer, falei "Entra". Fechei a porta e mandei ele sentar na sala de jantar. Enquanto isso, ele tava abrindo uma pasta onde tinha todas as formalidades e explicações do caso.
- Quer uma cervejinha? - perguntei.
- Se não for incômodo.
- Não - falei - Espera aí que já te trago
Fui pra cozinha e peguei duas garrafinhas que estavam geladíssimas. Dei uma pra ele, ele abriu, deu um gole longo, enquanto me explicava todos os detalhes pertinentes do caso. A única coisa que me interessava eram os olhos pretos dele e a barba por fazer. Tinha voz de locutor, uma voz profunda e muito máscula; na minha imaginação, vi ele dizendo outras palavras pra mim em outro lugar que não era exatamente a sala de jantar...
Pra me mostrar direitinho quais eram os benefícios de se associar, ele aproximou a cadeira dele da minha e, num momento, nossas pernas se tocaram. Eu deixei, mas ele... Ele afastou ela na hora. Continuou me explicando, me olhando com aqueles olhos profundos nos quais eu queria me perder pra sempre. Quando terminamos as cervejas, fui buscar mais duas. Tava muito calor e era o clima perfeito pra beber.
— Não, obrigada — ela falou — Se eu continuar bebendo, vou ficar chapada —
— Só com duas cervejas? Qualé, não vai dar nada —
Pra não me recusar, pensando que eu tinha fechado a venda, ela começou a tomar. Enquanto isso, me perguntou de onde eu era, o que eu fazia, e eu, entre uma coisa e outra, fui contando que tinha terminado um relacionamento fazia pouco tempo (sem falar o sexo do meu parceiro), que ainda não tava recuperado e que por isso tinha tirado uns dias pra refletir sobre tudo que tinha rolado. Ela me contou que fazia um tempão que não saía com ninguém, claro, tinha encontros casuais, mas nada sério, porque realmente não tava afim. Quando as garrafas tavam na metade, ela me perguntou onde era o banheiro, porque tava morrendo de vontade de mijar. Eu acompanhei ela até lá. E voltei pra sala de jantar pra esperar.
Como ela demorou muito e pensei que tivesse acontecido alguma coisa, fui até lá, bati na porta e perguntei se tava tudo bem. Ela disse que já ia sair, que tinha quebrado o zíper da calça e falou que tava tentando arrumar. Eu respondi pra ela sair que, se quisesse uma agulha e linha pra consertar, eu podia dar. Ela agradeceu, abriu a porta e apareceu com a calça aberta e um leve rubor nas bochechas. Eu fiz que não tinha notado, fui buscar as coisas, voltamos pra sala de jantar e, pra ela poder costurar a calça, sugeri que tirasse ela. Ela tirou. A surpresa que eu tive, nunca esperaria! Quando ela tirou a calça, me deparei com um dos maiores volumes que já tinha visto na vida! Ela tava de cueca de pano, daquelas que cobrem tudo, vão até quase o joelho e não dá nem pra adivinhar o que se esconde por baixo... Bom, o volume do vendedor, era tão grande que dava pra ver pelo lado direito da cueca! Tentou enfiar a agulha, mas deixou cair no chão. Me abaixei pra ajudar e me deparei com as pernas dele abertas debaixo da mesa. Pela perna da cueca, como era larga, pude ver que ele tinha a glande meio amarronzada e grande, queria ter ficado ali por horas, mas como não queria que ele percebesse, achei a agulha e quando levantei a cabeça pra devolver, de propósito, bati a cabeça na perna dele. Ele me agradeceu e tentou de novo enfiar a agulha, mas não conseguiu. Começou a rir nervoso.
— Não consigo — ele disse.
— Sem problema, quer descansar um pouco? — perguntei.
— Vou ficar aqui sentado um instante e já passa — respondeu — É que com o dia inteiro na rua e o estômago vazio, se você bebe um pouco de álcool, te derruba!
— Quer que a gente coma alguma coisa? A gente pede uma pizza pra entregar aqui e pronto — falei.
— Não, por favor, não quero te incomodar. Melhoro um pouco e vou embora.
— Não é incômodo, além disso, não tinha nada planejado pra hoje à noite e a companhia vai me fazer bem.
— Se é assim... — ele disse hesitando.
Antes que ele se arrependesse, liguei pra uma pizzaria perto de casa. Enquanto isso, a gente conversou sobre um monte de coisas, ele se chamava Diego, era meio "faz-tudo", quando não gostava de um trampo, largava e, como era muito culto e tinha muita experiência, contratavam ele na hora pra qualquer coisa. Quando a pizza chegou, eu comi dois pedaços, porque no fundo não tava com muita fome, mas Diego comeu os seis restantes com um baita apetite. Além disso, ele gostava de beber e a gente continuou tomando várias cervejas. Nossas pernas se esbarraram várias vezes. Eu, sem ele perceber, fui encostando mais minha cadeira na dele. Num dado momento, nossos joelhos se tocaram. Ele não disse nada e deixou ali parado. A pele dele me arrepiou, eu adorava o contato. Em Num dado momento, levantei e fui esquentar café. Quando voltei com as duas xícaras, puxei a cadeira e abri as pernas. Como o short de banho que eu tava usando era meio pequeno e o elástico tava arrebentado, meu pau e as bolas escaparam pelo lado, dando pra ver tudo na cara, e tenho que admitir que tenho um bom tamanho. Diego, de vez em quando, olhava de passagem pra minha virilha e ficava se mexendo no volume. Nossa conversa continuava sem importância, mas nossos olhares tavam cada vez mais cheios de tesão. Diego, por sua vez, também puxou a cadeira dele e sentou na minha frente com as pernas abertas também. Consegui ver que o volume dele tinha crescido de tamanho e a cabeça já tava escapando pela lateral da cueca. Quando ele falava, pra dar mais ênfase nas palavras, me tocava a perna com uma mão. A cada roçada, meu pau ia crescendo, até que chegou um momento em que a ereção ficou na cara.
— Tô vendo que seu amiguinho quer brincar um pouco — ele falou, apontando pra minha virilha.
— Nem percebi — falei com um sorriso — É que o álcool, em mim, tem esse efeito.
— Acho que comigo também tá rolando a mesma coisa — ele disse, segurando o volume por cima da cueca. — Às vezes ele tem mente própria.
— Que problema, né? Vamos ter que fazer alguma coisa pra resolver isso.
— Por mim, não tenho problema — ele falou com um sorriso sarcástico — Tem algo em mente?
— Tenho, mas não sei se você vai gostar.
— Por que não tenta? — ele disse, tirando a mão da virilha e aproximando a cadeira dele da minha.
Não precisei ouvir duas vezes. Estendi a mão e peguei na carne dele. Era algo incrível! Minha mão não conseguia fechar em volta da circunferência. Levantei. Ele fez o mesmo. Pegou no meu pau. Nossos olhares se encontraram. Nossos lábios se juntaram. A língua dele, experiente, entrou na minha boca. Nos separamos e em dois minutos afastamos a mesa e nos jogamos no chão forrado. Nossas mãos começaram a acariciar o corpo um do outro. Fui desabotoando ele... a camisa e descobrindo uma moita de pelos que ele tinha no peito todo e que descia até a virilha e ia além. Minha boca tomou conta dos mamilos dele, que ficaram duros com o contato. Fui descendo devagar, aproveitando cada pedaço de pele que eu examinava. Quando cheguei no pau dele, mordi por cima da cueca, grosso e comprido como um pedaço de pau. Não aguentei mais e tirei a roupa dele, deixando à mostra todo o mastro e os ovos grandes como maçãs. Enfiei a cabeça do pau na boca, que já estava perdendo um pouco do líquido. Tinha gosto de sal, gostei. Tentei enfiar o máximo possível na boca, mas não consegui passar da metade, que já tinha batido na minha garganta. As mãos dele guiavam minha cabeça pra cima e pra baixo, pra eu enfiar cada vez mais fundo. Num momento, tive que tirar ele totalmente da boca pra respirar e, quando vi o quanto tinha entrado, não acreditei. Enquanto eu respirava fundo, Diego se levantou e enfiou meu pau na boca dele. Não que o meu seja pequeno, tem uns 20 cm e é grosso, mas do lado do dele, parecia um palito. Comecei a meter na boca dele num vai e vem cada vez mais rápido. Minhas bolas batiam no queixo dele. Quando não aguento mais e jogo vários jatos de porra que ele recebe gulosamente na boca. Caio de joelhos e Diego me alcança e me beija. Meu esperma ainda na língua dele, impregna a minha toda e até não sobrar nada nas nossas bocas, a gente não se separa. O pau dele ainda duríssimo precisava de ajuda. Me abaixo pra receber ele na boca, mas Diego não deixa. Ele tinha outras ideias. Pega uma almofada de um dos sofás, me deita de bruços no chão, deixando minha barriga levantada. Tô super relaxado no chão, pode ser pela cerveja e pela vontade de ser penetrado, embora tenha sentido um pouco de medo, nunca tinha enfiado algo tão grande! Com as mãos, ele separa minhas nádegas e a língua dele começa a explorar meu cu. Tento me abrir o máximo possível pra ajudar no trabalho dele. Ele enfia dois dedos no meu cu, um terceiro, até um quarto. Quando percebeu que eu aguentava, tirou os dedos, babou bem o pau e encostou na minha entrada. Começou a empurrar. Abri as pernas o máximo que pude. A cabeça dele entrou com um pouco de dificuldade, mas eu tava disposto a deixar entrar tudo. Ele continuou penetrando, meu cu se contraía e expandia no caminho, tentando expulsar, tentando segurar. Num certo momento, a dor ficou quase insuportável e, como ele percebeu pelo meu gemido, parou de repente, esperando eu me acostumar com o tamanho dele. Quando me relaxei, ele continuou penetrando até chegar no fundo. Não acreditava que tinha conseguido aguentar aquele pauzão todo! Media pelo menos 28 ou 30 cm! Começamos a nos mexer devagar, tentando sincronizar nossos ritmos. Meu pau tinha subido de novo e o atrito com o tecido de algodão dava uma sensação gostosa. Sem tirar de dentro, ele me fez ficar de quatro e continuou me penetrando assim. Agarrou meu pau e começou a me masturbar. Aceleramos o ritmo. Nossas respirações ficaram mais rápidas. Começamos a gritar. Ele tirou a ferramenta dele e começou a gozar nas minhas costas, jorros longos de porra, que pareciam não acabar nunca. Eu gozei quase no mesmo instante. Quando terminou, caímos abraçados. Depois que nos recuperamos, fomos tomar banho juntos.
Ele ficou comigo em casa até eu voltar pra minha cidade. Passamos dois dias inesquecíveis. Não quis que ele me acompanhasse até o terminal de ônibus, não valia a pena. Nos despedimos com um "até logo", mesmo que talvez nunca mais nos víssemos. Recebi três e-mails dele, que me apressei em responder. Nele, ele dizia que tava procurando outro emprego. Durante três meses, não soube mais nada. Senti falta dele e, mesmo que tenham sido só dois dias, foram insuperáveis. Semana passada recebi um e-mail onde ele comentava que, por motivos de trabalho, teria que vir pra minha cidade e, se desse certo, pensava em ficar um tempinho...
4 comentários - O vendedor
Tremenda historia y excelente redacción, un lujo.
Lástima que me quedé sin puntos porque merece un 10
Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...