Bom, antes de começar essa nova história, queria agradecer pelo apoio que vocês tão dando pra série, e também avisar que tô afim de começar uma nova série que eu publicaria toda quarta-feira, mas isso vai depender do apoio que vocês derem pra esse relato 😉.
Depois da noite do churrasco e dos amigos dos meus tios, passaram-se vários dias, onde eu tinha uns pequenos rolos com a minha tia. Não tinha jeito de pegar ela direito, e além disso, desde cedo tinha gente de fora circulando pela casa. Tavam o Rafael, marido da Susana, e o Luis, marido da Nani, que chegavam cedo, iam almoçar em casa e voltavam rapidinho. Eles eram advogados e, pelo que percebi, tavam avaliando um negócio do meu tio. Algo que ofereceram pra ele comprar ou participar, não entendi direito. Mas tavam com uma montanha de papel, fazendo mil e uma ligações, e por aí vai.
Numa oportunidade que tive na piscina, falei pra minha tia:
— Como é que tão os seus “avanços” com a Natalia e a Susana?
— Com a Natalia tão indo, devagar mas tão. E com a Susana é mais difícil, porque ela fica em casa cuidando dos filhos dela (que tem 2 e não são tão crianças assim). Se você tivesse escolhido outra, quase certeza que a gente taria mais perto.
— Poxa, que notícia ruim.
— Não se preocupa, que eu tenho um plano em mente.
— Qual, se dá pra saber?
— Provavelmente, se o que eu ouvi continuar igual, esses três vão pra Barcelona. Os filhos da Susana vão embora na sexta por 15 dias pra não sei onde. E como tão trabalhando o dia inteiro, vou convidar a Nani e a Susana pra almoçar aqui na sexta.
— Tá pintando um quadro melhor. Isso é bom. E a Natalia?
— Passo a passo.
Tava no meio da conversa, quando tava esquentando, a Natalia apareceu falando que o Manuel tava chamando a minha tia.
Na quinta, minha tia e a Natalia foram fazer um pedido no supermercado, tudo pensando no fim de semana, principalmente. Meu tio falou pra eu acompanhar elas, mas o olhar que a minha tia me deu foi de que não era uma boa ideia, então eu falei que não. Estava com vontade. À noite, me contou que já estava tudo encaminhado, que a Susana chegaria cedo depois de deixar os moleques na estação de Chamartín. O que minha tia pretendia, eu não sabia, mas não demoraria muito pra descobrir.
Na sexta bem cedo, do meu quarto ouvi meu tio falando com minha tia, dizendo que em uma hora mais ou menos estaria de volta. Abri a porta do meu quarto pra chamar minha tia, quando a ouço dizendo pra Natalia que hoje ela ia se dedicar de sola na área da piscina coberta, academia… e nos terraços externos. Que o resto da casa já tava limpo.
Pensei o que pensei e me deitei de novo na cama, tirei a calça e fiquei completamente pelado. Já que sabia que minha tia viria. Não me enganei quando vejo a porta se abrir, mas fico pasmo, porque vejo que ela tá trazendo um monte de coisas nas mãos.
— Se prepara, que te falei que ia te depilar e assim vamos fazer. Você vai ver como fica bonito depois, e se já tem grande, vai parecer ainda maior.
— Que mania que te deu.
— Você não gosta que eu esteja sem pelinhos?
— Sim, mas…
— Nem mas nem nada.
Ela foi pro banheiro do quarto e depois de um tempo saiu com um recipiente de água quente. Sentou na beirada da cama e começou. Pegou uma tesourinha e começou a cortar toda a pelança que eu tinha, até deixar os pelos bem curtinhos. Depois, com uma maquininha diferente das que eu uso, começou a tirar tudo, fazia cócegas e a sensibilidade fez com que a piroca fosse crescendo. Ardeu um pouco. Depois foi pras bolas, mas ali usou umas tiras, que na verdade em alguns momentos doeu. Quando terminou tudo, passou um lenço umedecido por todos os lados. Depois pegou um pote de um óleo que tinha um cheiro forte de baunilha. Passou com suavidade por todos os lugares, isso fez com que eu não aguentasse mais e cresceu, cresceu e cresceu até o máximo.
— Assim que eu gosto que esteja sempre, bem dura, ardendo igual fica pra você, nunca vi nada igual.
— Já terminou? Ficou satisfeita?
– Ainda não.
Então foi acelerando o ritmo da mão dela, me disse…
– Não resiste, senão você pode ficar no meio do caminho, porque a qualquer momento a Susana ia chegar. Mas me avisa quando for gozar, que hoje não “café da manhã” direito. (Ela falou com cara de tesão)
– Tô pronto pra caralho.
Ela enfiou até a garganta e deixou lá, com um movimento bem suave, como nunca tinha feito antes. Comecei a encher ela, vários jorros entraram na garganta dela, depois ela lambeu tudo direitinho e disse…
– De onde você tira tanta porra?
Bom, vai se levantando, te espero lá embaixo, não deu tempo pra mais nada. Entrei no chuveiro, me barbeie, vesti a sunga e desci. Pra tomar café e nadar um pouco, já que minha tia também ia fazer o mesmo e imaginei que a Susana também.
Quando cheguei na cozinha, a Susana já estava lá. Outro dia à noite eu vi ela voluptuosa, mas hoje eu via ela… explosiva. Minha tia percebeu meu olhar e sorriu pra mim. E como estava atrás dela, fazia sinais obscenos pra me provocar. Eu segurei a onda como pude. Depois de um tempo, fomos pra piscina, o primeiro a entrar na água fui eu, pouco depois a Susana entrou, e quando minha tia ia entrar, ela disse que já voltava, que a gente tinha deixado as toalhas lá dentro.
Sem eu esperar, a Susana começou a falar comigo.
– Ei, Carlos, desde o outro dia você me deixou super intrigada.
– Por quê?
– Porque você me disse que o melhor era meu olhar, que ele dizia muita coisa. O que é que meus olhos supostamente dizem?
– Hahaha, mas você esqueceu de acrescentar que eu também disse que não ia falar pra não me meter em encrenca.
– Nenhuma encrenca você vai ter, porque o que você me disser fica entre nós.
– Deixa eu pensar.
Nisso, minha tia chegou. Perguntou do que a gente tava falando, ela disse que era sobre tabelas de exercícios pra perder uns quilinhos.
Meu tio chegou com quem faltava, incluindo a Nani, que assim que nos viu na água, disse que a gente era uns “porcos” por não ter esperado ela. Daqui a pouco ela saiu de biquíni e se Ela também entrou.
Depois de um bom tempo, saímos todos da piscina ao mesmo tempo. Como minha tia só trouxe três toalhas, eu cedi a minha. Enquanto elas se deitaram nas espreguiçadeiras, eu fiquei em pé um tempo para me secar. Não é que, apesar dos óculos escuros, eu via o olhar da Nani cravado no meu pacote? Mas quem não fez nenhum gesto foi a Susana.
Depois de um tempo, falei que ia me trocar. Minha tia se levantou para ver como estava a comida. Entramos juntos e, quando ninguém ouvia, ela me disse:
— Depois do almoço, fala que vai descansar um pouco, ou dá qualquer desculpa, e vai para a sala de estar e fecha a porta.
— O que você está pensando?
— Como os homens vão ficar na varanda depois da comida, bebendo e conversando, eu vou levar as duas mulheres para a outra varanda, que está meio aberta e você pode ouvir. E aí você vai ver.
Me troquei, coloquei uma sunga maior e uma camisa polo. Elas não estavam. A primeira que saiu foi minha tia e preparou bebida para todo mundo. Mas os homens disseram que era mais tarde. Então eu ia ficar com elas. Depois a Susana desceu, e minha tia tinha ido buscar gelo. Assim que me viu sozinho, ela perguntou:
— Já pensou no que eu falei?
— Sim, e como confio que vai ficar entre nós, quando eu achar a hora certa, te conto, te prometo.
— Pô, isso é enrogação.
— Não, sério, não é. Vou te contar bem rápido, juro. Quando você menos esperar, ou quando eu ver aquele olhar de novo.
Estando as três mulheres e eu, minha tia serviu uma sangria feita por ela, bem geladinha. Eu fiquei sentado entre a Susana e minha tia, com a Nani na minha frente. Provei a sangria e, caralho, minha tia exagerou na mão. Decidi, sem pensar muito, roçar minha perna na da Susana, para ver o que acontecia. Ela não fez nada, nem tirou a perna, mas não correspondeu ao toque, como se nada estivesse acontecendo.
Depois de um pouco, ela parecia mais solta, não tão fechada. A sangria deixou as três mais animadas, nunca bêbadas nem nada do tipo. Nos juntamos todos e fomos comer. A mesa era... Retangular e estreita, pra mim coube, ou melhor, eu que procurei, na frente da Susana. Vinha e voltava, ela tava com aquele olhar da outra noite de novo, quando percebi, sorri, ela notou, ficou meio vermelha e desviou o olhar. Depois olhou de novo e eu peguei ela outra vez, dessa vez ela segurou mais o olhar e deu um sorrisinho.
Quando a gente terminou de comer, eu automaticamente falei que tava com uma dor de cabeça, que ia deixar eles sozinhos um pouco e fui pro canto que minha tia tinha falado. Umas dez minutos depois, ouvi as mulheres chegando, trazendo uma garrafa de licor de ervas e três copinhos.
Elas ficaram batendo papo sobre tudo. Até que minha tia deu uma virada de 180° na conversa.
LUCIA — Eu sei de uma que não vai dormir essa noite. Kkkk
NANI — Kkkk, é verdade, vocês dois pombinhos ficaram sozinhos.
SUSANA — Se tão falando de mim… tão enganadas.
LUCIA — É, sim. Olha a freirinha.
SUSANA — Juro que não. (Falou com voz envergonhada)
LUCIA — Não acredito. Rafael é o único dos maridos que na idade dele se mantém muito bem. Sua mentirosa.
Eu de onde tava via como a Susana tomava mais uns copos, que minha tia habilmente enchia pra ela.
SUSANA — Juro, não tô mentindo. Rafa é… é… muito calmo, muito mole. Pede permissão pra tudo. Parece que tá na frente de um juiz.
NANI — Puxa, não imaginava ele assim, achava que era mais macho. Com essa cara de meio “pervertidinho”
SUSANA — “Pervertidinho”? Quem me dera. (Isso escapou, deu pra ver que foi espontâneo)
LUCIA — Ele é do tipo clássico?
SUSANA — Como assim clássico?
NANI — Ué, mulher, tipo papai-e-mamãe ou igual coelho, rapidinho e dormir.
Fez-se um silêncio de morte. Até que, timidamente, mas mais solta.
SUSANA — Mais ou menos.
NANI — Não me diga que com essa bunda gostosa que você tem…
SUSANA — Não, ele é muito cheio de frescura.
LUCIA — Nem comem o que têm que comer.
SUSANA — Não (Respondeu seca)
NANI — E você não quer experimentar outras coisas?
SUSANA — Quero, falo pra ele, mas… Parecem umas putarias. Tipo aquela parada de falar enquanto…
LUCIA – Você vai ficar se tocando o tempo todo. Nem eu, que faço isso desde o acidente do Manuel. A diferença é que comprei uns brinquedinhos. Você tem?
SUSANA – O que você quer que me custe o divórcio?
NANI – Por isso que você tava de olho no rabo do seu “sobrinho”.
SUSANA – Isso é mentira.
NANI – Mentira? Se não fosse um pouco mais e você ficava vesga, eu vi. E não tem nada demais, também olhei pra aquele pacotão, queria que o shorts dele caísse pra tirar a dúvida.
LUCIA – Que putas vocês são, ele só tem 18 anos.
NANI – Se eu tivesse um sobrinho desses em casa… uuufff só de pensar…
SUSANA – Como você pode falar isso?
NANI – Com o corpo que ele tem, esse te empurra na parede, não tem cara de ser molenga, não é? Lucia.
LUCIA – E eu sei lá, ele é forte, malha pra caramba, levanta muito peso, mas… a maturidade, vai saber como é… na cama.
NANI – Certeza que a freirinha, só de ver ele, já molhou a calcinha, hahaha.
SUSANA – Como você é sem noção.
NANI – Esse abria bem aquele seu cuzão, com certeza. Hahaha
SUSANA – Vocês realmente já fizeram isso por aí.
NANI – Olha, gostosa, quem quer meter tem que lamber primeiro, e se não lambe, não mete. E pelo cu eu sinto muito melhor, principalmente se for pica normal. Mas não me importava de pegar uma XXL, que é raro.
SUSANA – Quem te ouvir, vai pensar que você tá chifrando o Luis.
NANI – Hahaha, tô nem aí pro que pensam, e pra você saber, sim, eu como quem eu quiser. É isso que você tá perdendo com seus 40 anos. Nunca teve vontade?
SUSANA – Não vou responder.
NANI – Nem precisa.
LUCIA – Não fica vermelha, nem tenha vergonha, cada uma é como é. Eu me adaptei por enquanto, mas antes o Manuel era raro o dia que não me comia. Mas a Nani tem razão, que desperdício, todo marido fala que sua bunda é… igual seus peitos, que são dois melões, que você sempre diz que quer operar pra diminuir, e todo mundo fala que isso seria um crime. delito.
SUSANA – De novo exagerando pra me fazer corar.
NANI – A Lúcia não mente, ela não ficou com outros homens, mas... e com uma mulher?
SUSANA – Isso é uma safadeza e antinatural. Nunca faria.
LÚCIA – Do mesmo jeito, o que ela precisa é de um "castiguinho".
Ela não respondeu, mas minha tia me contou depois que ela ficou vermelíssima e claramente nervosa. Já eram quase seis horas, então saí de novo preparado pra tomar banho. Antes de sair, me toquei um pouco, só um pouco, pra ficar mais evidente. Me aproximei delas e perguntei se alguma queria vir tomar banho. As três estavam falando comigo, a Nani dava pra ver que olhava pro meu volume e tanto fazia, a Susana era muito mais discreta.
Elas foram até a piscina, mas não entraram de novo. Enquanto estavam lá, os três homens apareceram pra dizer que no dia seguinte iam pra Barcelona por pelo menos dois ou três dias. Minha tia disse pra cuidarem do Manuel. Meu tio olhou pra ela com cara de raiva. E a Susana disse que não tava muito a fim de ficar sozinha no chalé, já que os filhos não estavam. Mas minha tia, rápida e ligeira, como se estivesse esperando por isso, disse pra ela vir, que assim não ficaria sozinha. Todos incentivaram e no fim ela deu um curto "VALE".
A Nani disse que era um saco, vocês aqui e eu sozinha com meus filhos. Minha tia falou: "vem pra cá, ou dá um pulo durante o dia, o que quiser, que eles já não são crianças pequenas." Eu nem sabia quantos filhos ela tinha nem a idade. "Já sabe, aqui tem espaço." E ficou assim. Quando eles foram embora, minha tia me disse:
– Carlos, pode vir me ajudar a pegar as malas? Tão no porão e como você é alto, não precisa de escada.
– Vou contigo.
Quando estávamos no porão, meu tio no escritório e a Natália na cozinha, minha tia me beijou com gosto, me disse levando minha mão até a virilha dela:
– Olha como eu tô (tava molhadíssima)
– E isso?
– Só de pensar em como vamos foder essa puta...
– Não temos muitos dias, pra falar a verdade.
– Você tem que comer ela. Você de cueca e, quando tiver a situação controlada… aí eu entro também.
- Vamos ver, você só tem que fazer o que eu mandar e não perguntar, deixa comigo.
Ela ficou me olhando e concordou. Eu sabia que meu tio ia embora cedo. Então acordei cedo, desci pra levar as malas dele pro carro que veio buscá-lo, pra ele não pegar peso, e pra me despedir. Quando ele tava indo, disse… “cuida bem das mulheres, principalmente da sua tia”, fica tranquilo, vou fazer isso.
Assim que ele foi, voltei pro meu quarto e deitei um pouco pra organizar meus pensamentos, minhas ideias. Nisso, a porta se abriu, minha tia entrou e deixou cair o vestido que chegava até os tornozelos, ficando completamente nua. Ela se aproximou com cara de tesão, eu levantei, dei um beijo bem pequeno nela e falei…
- Se veste, que agora não é hora.
- Como? Passei a noite inteira esperando esse momento.
- Não, agora não, tô repetindo.
- Não pode me deixar assim, pelo menos me dá meu leitinho. (Falou com voz melosa)
- Vou te dar quando você merecer, aí vai se esforçar mais. Ah, ia esquecendo, você tem que dar um jeito de a Natalia não ficar por perto.
Ela foi embora contrariada e eu fiquei fervendo, se ela tivesse ficado mais um minuto… eu não ia me segurar.
Eu tava entre nervoso e ansioso. Pra saber o que ia rolar. Quando desci, encontrei minha tia conversando com a Natalia, a única coisa que ouvi foi a Natalia agradecendo muito feliz. Perguntei pra minha tia e ela disse…
- Ela vai embora três dias depois do almoço.
- Muito bem.
- Agora preciso que, quando eu for pra piscina, você suma de perto. Se quiser observar, pode, mas sem a Natalia perceber.
Lá pelas 11 da manhã, minha tia foi de biquíni pra piscina. Nadou um pouco e foi pra espreguiçadeira. Ela olhou pra casa, me viu e sorriu. O tempo passava e nada acontecia, até que a Natalia apareceu por lá e minha tia chamou ela. Dava pra ouvir bem a conversa, que foi assim:
- Natalia, por favor, pode avisar meu sobrinho, pra me dar aquela massagem, que passei uma noite horrível e tô dolorida toda.
- Se não me engano, ele tá no quarto dele dormindo, tomou um aspirina. Quer que eu acorde ele?
- Não, deixa quieto, vou aguentar.
- Não quero ser atrevida, mas se quiser, eu mesma posso dar.
- Não, não, moça, isso não é serviço seu, não, deixa pra lá.
- Juro que não me importo. Olha, vou começar e, se não fizer direito, eu paro.
Foi só falar isso, pegar o pote de óleo e começar a massagem nas costas, minha tia soltou a parte de cima do biquíni pra facilitar. De onde eu tava, o que eu via era bem normal, comecei a ficar entediado, não via ninguém dando um passo à frente, é verdade que também não dava pra ver a cara da minha tia.
Depois de um bom tempo, ela foi pros pés, panturrilhas e coxas. O que me chamou a atenção foi que, conforme subia pra parte de cima das pernas, ela mordeu o lábio inferior. A Natália, com uma voz diferente, mais nervosa, disse:
- Senhora, se abrir um pouquinho as pernas, consigo fazer melhor a massagem.
- Assim tá bom? (Abrindo um pouco as pernas) Ou... melhor assim? (Abrindo bem)
- Assim é melhor.
Da posição da Natália, ela teria uma visão completa e, se não tivesse tomado banho, daria pra ver se tava molhada ou não. Eu não conseguia ver os movimentos dela, mas percebia que minha tia se mexia um pouco. Nessa hora, ouviu-se a campainha. Devia ser a Susana. Vi a Natália aproximar a boca do ouvido da minha tia, dizer algo que não consegui ouvir, e foi abrir a porta.
Era a Susana mesmo, ouvi o portão grande abrindo pra ela entrar com o carro. Desci, dizendo que tinha ouvido o portão. Cumprimentei ela com dois beijos bem descarados nas bochechas, ela ficou meio sem graça, mas aí minha tia chegou cumprimentando ela com a alegria de sempre. Ela trouxe só uma mala, mas parecia mais um baú, e olha que a casa dela era do lado, por isso imagino que trouxe o carro.
Subimos nós três e a Natália, que tava meio corada, ficou... Foi pra dentro. Quando chegamos lá em cima, minha tia foi pra um quarto, eu larguei a mala e minha tia disse pra ela se trocar e descer. Susana falou: "vou arrumar a mala e já desço".
Quando saímos, peguei na mão da minha tia e a puxei pro meu quarto. Mandei ela me contar...
— Pois é, a massagem nas costas, no pescoço, até que foi boa, mas não me tirou as dúvidas. Agora a das pernas, isso sim, deixou tudo claro.
— O que que te deixou claro?
— Que se a Susana não tivesse chegado, ela teria feito de tudo comigo.
— Tem certeza?
— Certeza não, certeza absoluta. Essa aí já tá "no clima".
— Que pena que a gente se adiantou em falar pra ela dar um tempo fora, porque se com a Susana não conseguimos nada com a Natalia... que desperdício.
Falando nisso... O que ela te disse no ouvido? E o que você respondeu?
— Que era uma pena não poder gozar. Mas que esperava ter feito direito.
Eu respondi que ela tava no caminho certo e que realmente era uma pena. Mas que da próxima vez daria certo.
— Quando a senhora quiser, a hora que for.
— Por isso que eu tô te falando, essa aí tá mais do que a fim, já te disse, não sou boba.
Me aproximei da minha tia e dei um beijo bem molhado nela, brincamos com nossas línguas e aproveitei pra tocá-la com meus dedos na bucetinha dela, que tava toda molhada.
— Ela te deixou bem excitada.
— Excitada, com tesão, louca...
— Quem diria.
— Já te falei que sou bi e ultimamente tô muito safada. Me comportei bem, me dá um leitinho?
— Ainda não, você não tem que se comportar bem, tem que se comportar "mal". Então vamos ver sua amiga.
Saímos do quarto e ela foi pra cozinha. Eu fui pra academia, fazer minha série diária, assim deixava elas sozinhas e de onde eu tava dava pra ver sem ser visto. Tava fazendo os exercícios quando vejo as duas saindo, de biquíni, cada uma com uma taça de vinho bem cheia. Elas ficam conversando um tempo e vejo que tão vindo na minha direção.
Elas entram e falam comigo sobre os exercícios. Enquanto faço, vou explicando. Minha tia, eu sei que tá Cachorra perdida, ainda mais que dá pra ver desde antes nos mamilos, eles estão durinhos. A Susana tá de biquíni, mais que chamativo, principalmente a parte de cima, que parece dois tamanhos menor. Vejo aquele olhar de novo. Se não fosse minha tia, seria o momento ideal pra meter nela. Ela se vira pra procurar um lugar pra sentar, e eu aproveito pra fazer um sinal pra minha tia, pra ela vazar. Minha tia entende e fala que antes de ir, a Natalia precisa falar com ela, que a gente desculpe, que já volta.
A Susana, do jeito que tá sentada, fica ainda mais gostosa, com a pose que ela tem. Não quero perder a chance e resolvo sondar as possibilidades…
— Te dei minha promessa de que ia falar do teu olhar e vou cumprir. Outro dia no almoço já tava lá, por exemplo, desde que você entrou aqui tá com ele.
— Tô com o mesmo olhar de sempre.
— Você sabe tão bem quanto eu que não é assim, mas se quiser me tratar como otário, então tá, você tem razão.
— Não, não quero te tratar como otário, sério.
— Então é porque você tem que negar, e por isso quando eu falei que hoje você tava com o olhar, ficou vermelha que nem um tomate.
Mas o melhor é que os únicos que sabem o motivo somos eu e você. Porque não pense que só acontece com você, comigo também rola.
— O quê?
— Quer ouvir a verdade ou quer que eu me engane também?
— É que eu não sei… não te entendo… fala a tua verdade… talvez assim eu entenda.
— Bem simples: desde que te vi outro dia, percebi que você me excita pra caralho e hoje, assim, mais ainda.
— Cê deve tá confuso, é muito novo, eu sou velha demais pra você… devem ser bobagens de adolescente. (Ela falou com voz trêmula, nervosa, mas eu sabia que era tesão)
— Não tô confuso e idade não tem nada a ver aqui. Certeza que você, mesmo com vergonha, sentiu a mesma coisa.
— HA, imaginação sua.
— Nem HA nem HO, você mesma se entregou.
— Euuu? Como? (Mais nervosa ainda)
— Bem simples: quando você sentiu que você estava ficando excitada, cruzou os braços pra não deixar os bicos dos peitos aparecerem.
– Como você pode ser tão atrevido, descarado e sem-vergonha. Sua tia não ia gostar nada disso se soubesse. Melhor eu ir pra casa. Vou dar uma desculpa pra sua tia e pronto.
– Lembro que você me garantiu que isso ficaria entre nós, mas você é quem sabe. Mas numa coisa a gente concorda: eu sou… atrevido, descarado, sem-vergonha e muito mais, te garanto, mas não minto. É fácil: descruza os braços e, se eu estiver errado, como tudo o que eu disse. (Quando terminei de falar, já estava de pé com a toalha me secando o suor)
– É melhor você ir embora.
– Eu tô nos meus exercícios, até terminar não vou sair.
Ela continuava de braços cruzados, e eu resolvi arriscar. Cheguei perto, peguei os braços dela e separei… Com voz segura e firme, mandei ela ficar de pé, ela obedeceu sem reclamar. Eu não tava errado: ela tinha uns bicos de peito bonitos, marcavam demais. Ela me olhava com uma cara estranha, não saberia dizer como.
– Viu como eu não tava errado? E de ir embora, nada. Me ouviu?
– Sim.
– Sim… o quê?
– Que não vou embora.
– Perfeito. Além disso, minha mãe sempre me disse… “se um não quer, dois não brigam”. Pois no sexo é a mesma coisa.
– Me desculpa se duvidei de você, se menti, são coisas que não dá pra evitar. Mas só peço que a gente se dê bem.
Minha tia chegou e perguntou se a gente ia pra piscina, nós dois dissemos que sim. Como a Susana saiu voando, falei pra minha tia entrar na água e, da borda da piscina, perguntar o que estava rolando com a gente.
Pouco depois de estarmos juntos, minha tia entrou na água e, como eu tinha dito, começou a conversa da borda.
LUCIA – O que é que vocês têm? Tô vendo vocês muito sérios.
EU – É que sua amiga não gosta de mim.
LUCIA – Não acredito.
SUSANA – Que nada, que nada… (disse arregalando os olhos e com cara de chocada)
LUCIA – Já tava estranhando.
EU – Fazendo exercício, tive uns estiramentos, não aqueci direito. Bem, hoje eu pedi pra ela me passar o óleo relaxante e ela me deu um NÃO que me deixou sem graça. (Eu e ela sabíamos que era mentira, mas a gente queria ver onde aquilo ia dar)
LÚCIA — Não se preocupa, que eu vou aí e te dou.
SUSANA — Não, não. Lúcia, vou dar eu mesma, é que eu nem percebi, como é que isso ia me incomodar? (Falou me olhando com uma cara de poucos amigos)
Ela começou a me fazer a massagem, no começo dava pra sentir o mau humor, mas aos poucos eu percebia que ela tava gostando. Depois falei pra ela que já que tava ali, as pernas iam agradecer. Ela pegou nas minhas pernas, e eu tava ficando com um tesão do caralho. As mãos dela não iam muito pra cima, mas eu ia indicando pra ela subir. No começo ela fazia meio tímida, depois foi pegando o jeito e minha ereção já tava total. Se eu virasse de bruços, ia dar algo pra ela.
— Se você faz isso com todo mundo, deve ser uma gostosa do caralho.
— Cala a boca, pra Lúcia não ouvir. (Falou bem baixinho)
— Mas é verdade.
— Você fala só pra agradar, mas não acredito.
— Se eu virasse de bruços, você acreditaria.
— Sério, Carlos, não seja safado, já me complicou bastante hoje. Eu trato você bem, não seja mau.
— Eu não sou mau, sou pior. Kkkkk
Ela falou "já deu" e foi pra espreguiçadeira dela. Eu, rindo, falei que ela tinha se "entregado" de novo, ela virou de bruços mas eu vi um sorrisinho.
Depois de a gente nadar várias vezes, na hora do almoço fomos nos trocar nos quartos. Quando entramos, a Natália queria falar com minha tia, e a Susana e eu subimos pro quarto. Quando chegamos no andar de cima, falei pra ela…
— Se precisar de ajuda pra ensaboar as costas ou qualquer outra coisa, tô à sua disposição.
— HA, não precisa, eu me viro sozinha.
— Pois eu tenho dificuldade, eu agradeceria uma ajuda.
— Kkkkk e aí chamamos sua tia pra aplaudir. (Falou sorrindo)
Quando cheguei no meu quarto, me troquei e entrei no chuveiro. Enquanto a água caía, vi minha tia pelada entrando também, e antes que eu falasse qualquer coisa, ela disse…
— Só vim pra saber como foi tudo. -Isso me lembra uma "amiga", dois tapas e ela já vai pedir "briga".
-Mas tem um probleminha.
-Qual?
-Natalia não vai embora, diz que amigas não têm folga e que, pra ficar sozinha, ela fica.
-Bufff, bufff… então o jeito é que o que rolar tem que ser neste andar. Que é o único que a Natalia só pisa de manhã.
-Foi o que pensei.
-Sim, mas pro que eu tinha pensado, a gente precisava da sauna. Mas não tô acreditando nessa história da Natalia, pensando bem. Ela ficou com vontade e por isso ficou. Bom, deixa eu pensar.
A gente tinha acabado de tomar banho juntos e ela voltou pro quarto dela pela varanda. Comecei a bolir outro plano, mas a verdade é que a coisa tinha complicado, porque no que eu tinha planejado no começo, a gente participava só nós dois. Não dava pra adiar, a isca já tava lançada e ela tinha mordido, se eu deixasse passar, a noite podia fazer ela mudar de ideia.
Lá em cima tinha um salão grande com um som bom, poltronas, etc… uma sala superconfortável. Com a ajuda da Lucia dava pra conseguir. Fui pro quarto da minha tia e contei o novo plano na hora, ela não tava muito convencida, mas disse que por tentar… e se não desse, ela falou, colando a boca no meu ouvido cheia de tesão: “a gente se acaba de foder, eu e você”. A gente se beijou… e antes de eu ir, minha tia falou…
-Faz um mês, me contam isso e eu não acredito.
-O quê?
-Eu com meu sobrinho seduzindo uma amiga minha pra comer ela.
-Você nunca gostou da sua amiga?
-Desde que conheci, mas ela sempre foi tão fechada pra sexo e mais ainda com mulheres, que ainda não tô certa disso.
Me virei rindo, fiz um gesto com a mão e fui embora.
Almoçamos na varanda na mesinha quadrada, a comida foi divertida, a gente ria, falava de tudo em geral, mas tudo num tom de brincadeira. Eu, que tava de chinelo, tirei um e levei meu pé até a Susana. Quando ela sentiu, me olhou fixo. Acho que minha tia se Percebeu e se fez de sonsa.
Susana me olhava e fazia sinais com os olhos. Como se dissesse… para com isso. Lucia perguntou se estava acontecendo algo, ela disse que nada. Passei a roçar o pé dela, o tornozelo, e subi meu pé mais pra cima. Ela fechou as pernas na hora, mas continuei forçando até conseguir levar mais pra cima, mas não onde eu queria.
Com a outra perna, fiz um sinal pra minha tia, tocando o pé dela. Ela entendeu e levantou pra ir ao banheiro. Assim que ela foi embora…
— Cê tá louco ou o quê? Se a Lucia perceber, vai dar a maior merda. Como você disse antes, eu não quero nada, nada, e muito menos com você. Não vê que me compromete?
— É fácil… me deixa e ninguém vai perceber.
— Já te falei que NÃO!
— Vou contar pra minha tia que a gente se pegou de boca essa manhã.
— Você não vai ter coragem.
— Você decide se se comportar direitinho… eu não falo nada.
— Fala o que quiser pra Lucia, ela não vai acreditar em você.
— É fácil tirar a dúvida, ela vai acreditar na amiga dela ou no “inocente” sobrinho e afilhado?
Minha tia chegou e sentou de novo. Retomamos a conversa e, num dado momento, voltei à carga. Dessa vez, ela colocou as pernas melhor, dificultando meu avanço.
— Tia… (falei com voz hesitante)
— Fala
— Se eu contar uma coisa muito delicada, vai ficar entre nós e ninguém vai saber?
— Claro, fala.
Susana estava na expectativa. Mexi minha perna de novo e, dessa vez, não encontrei obstáculo nenhum.
— Bom, deixa eu pensar bem antes de falar.
— Como quiser.
Agora minha perna subia onde eu queria. Meu dedo agia livre e tranquilamente entre as pernas de Susana. Aos poucos, fui sentindo a umidade no meu dedo. Ela não sabia o que fazer, mas não parecia muito incomodada. Quando senti que ela estava mais entregue, apesar da pose falsa de desgosto, tirei meu pé e parei. Dessa vez, a cara dela foi de surpresa, sem entender.
No almoço, minha tia levantou pra pegar um licor de ervas, que ela sempre tomava depois de comer. Quando ficamos sozinhos, Susana me disse: obrigada por parar, fico feliz em ver que você tinha se ligado. percebi que não estava bem. Não fiz nenhum comentário, só olhei fixamente nos olhos dela e sorri.
Quando minha tia quis servir uma dose do licor pra ela, a Susana rapidamente colocou a mão no copo, dizendo que não. Minha tia falou que era o licor que ela gostava, mas ela recusou de novo educadamente, dizendo que não, que sobe logo na cabeça.
Elas ficaram conversando e eu fui pro meu quarto ler um pouco. Depois de umas duas horas, desci pra piscina. Quando cheguei, vi as duas meio sonolentas tomando sol. Não falei nada, me joguei de cabeça na piscina e com o barulho as duas acordaram, a Susana reclamando que tinha dormido, porque depois à noite ela tem dificuldade pra pegar no sono.
Minha tia foi pra casa pegar bebida porque tava com sede. Daqui a pouco voltou com sangria, copos… a Natália vinha junto ajudando a trazer tudo. A Susana, assim que viu elas, falou de novo que não queria nada de álcool, no máximo um refrigerante. A Natália disse que ia buscar agora mesmo e foi pegar.
Tava claro que minha tia não tava conseguindo deixar a Susana mais solta com o álcool, lógico que isso no começo ia dificultar as coisas, porque ela ia ter mais dificuldade pra se soltar.
Eu vendo aquilo da água, só pensei que tudo tava desandando mais do que eu queria. Mas como sempre, pensei que quanto mais obstáculo e dificuldade, melhor fica depois. Então saí da piscina e fui me trocar. Às oito e meia desci de novo, bem arrumado num estilo veraneio. Quando as duas me viram, ficaram surpresas, perguntando ao mesmo tempo…
– Ué, vai sair pra jantar?
EU – Não. Se vocês não me expulsarem, janto aqui, hahaha.
SUSANA – Mas por que tão arrumado?
EU – Sim, porque quero que hoje a gente jante num clima glamuroso e depois música lá em cima, que já selecionei e preparei, isso sim… a música que o tio tem, não tem muita opção.
As duas riram.
LUCIA – Acho boa ideia, senão a gente janta e fica morgada.
SUSANA – Pra mim Parece bom, mas você pode acabar se entediando com essas duas coroas.
EU – Coroas… vocês?
LÚCIA – Olha, fala de coroa por você.
EU – Então tá falado, se vocês toparem, noite de festa.
SUSANA – Bom, eu não tenho roupa adequada aqui.
LÚCIA – Eu empresto pra você.
SUSANA – Quem me dera ter o seu manequim. Kkkk.
EU – Bom, ir e voltar na sua casa são 5 minutos. Se quiser, até te acompanho.
SUSANA – Não, não precisa. Vou e volto num instante.
Ela não pensou duas vezes, vestiu o casaco e foi pra casa. Aproveitei pra contar minhas últimas ideias pra minha tia.
– Olha, tudo isso que você me conta é muito legal. Mas tenha em mente que o que a Susana precisa é de um macho de verdade, um macho dominante, e é isso que você tem que fazer desde o começo: o duplo D, dominar e domar. Vou explicar pra você entender que…
– Que acontece a mesma coisa que acontecia com você. Lúcia, eu sei o que tô fazendo. Eu fiz errado com você?
– Não. (Ela ficou meio sem graça.) Mas se você ver que a coisa não sai como a gente pensa, pisa no freio, porque não quero nenhuma merda.
– Não se preocupa, a gente tira a dúvida rapidinho.
Susana voltou e foram pros quartos. Eu ajudei a Natália a preparar tudo, assim ela não precisaria ficar no meio. A primeira a descer foi minha tia, tava espetacular. Ela vestia uma calça que parecia saia, bem fininha, com aberturas nas laterais, e em cima uma blusa também bem fina, tudo preto, e a blusa era tão fina que dava pra ver que ela não tava de sutiã.
Fiquei olhando pra ela besta, igual a Natália. Minha tia percebeu e deu pra ver que adorou. Aproveitou pra falar pra Natália que ela podia ir, que ela mesma cuidava de tudo. Natália disse pra minha tia que, se precisasse de algo, ela com certeza estaria acordada, falou de um jeito que soou “diferente”.
Quando ficamos sozinhos, falei pra minha tia…
– Tô com vontade de te foder agora mesmo.
– Então, se quer que eu te fale a verdade, não me importaria, porque já tô com muita vontade.
– Como é que a sua amiga? Tipo freirinha?
- Se ela fizer como sempre, não vai vir de freira não, porque ela adora ser o centro das atenções, provocar, ser olhada... então, se for ela, vai vir com alguma roupa que destaque as duas joias dela: a bunda e os peitos.
- Tomara que você não se engane.
Falando isso, ela apareceu. E como minha tia tinha razão. Ela veio com uma saia curta, não minissaia, preta, igual às meias, uma blusa justa com botões que, se ela respirasse mais fundo, podia furar meu olho, deixando o decote dela monstruoso. A blusa era da mesma cor e também transparente, mas, ao contrário da minha tia, ela usava sutiã, que, pelo que dava pra ver na transparência, mal segurava aquelas tetonas.
- Nunca vi ninguém ficar tão bem de luto quanto vocês. Dá uma voltinha pra eu ver.
As duas sorriram. Deram uma volta, e que bundões... Mandei as duas sentarem na mesa, peguei a garrafa de vinho da cuba pra servir. Enchi o copo da minha tia e, quando fui servir a Susana, ela pediu só um pouquinho. Nessa hora, como a saia dela estava levantada, percebi que ela usava meia-calça e não meia arrastão, e aquilo já me deixou louco.
O jantar foi tranquilo, risadas, comentários de duplo sentido, mais risadas, mas sem pressionar a Susana. Ela não bebeu nem o pouco vinho que coloquei. Depois de um tempo, minha tia falou em subir. Eu disse pra me darem cinco minutos e subirem.
Subi primeiro pra arrumar a luz do meu jeito e acender as velas que tinha preparado. Quando elas chegaram, só elogiaram como estava tudo lindo. Como sabia o que cada uma gostava de beber, recebi as duas com taças prontas. Elas aceitaram e disseram que foi um detalhe e tanto.
Sentamos e, rapidinho, minha tia perguntou...
LUCIA - Susana, quanto tempo que você não dança?
SUSANA - Hahaha, já perdi a conta de quanto tempo faz.
LUCIA - Carlos, como um bom anfitrião, você tem que dançar com a gente. SUSANA—Não me coloca nessa situação.
EU—Situação nenhuma, adoro dançar com duas gostosas.
LUCIA—A música já tá tocando. Tá esperando o quê?
Levantei e ofereci a mão pra minha tia, mas como já tava preparado, ela disse que primeiro a convidada. Então fui até a Susana e, meio hesitante, ela se levantou. Com os saltos que usava, parecia maior. Quando nos abraçamos pra dançar, ela mantinha distância, os braços estrategicamente posicionados pra eu não conseguir apertar ela. Era só questão de esperar. Troquei de parceira várias vezes; enquanto dançava com minha tia, notei que o copo dela ainda tava quase cheio. Fiz o sinal pra minha tia de que a noite "ia começar".
Voltei a dançar com a Susana, ela já tava mais à vontade. Consegui apertar ela contra mim, e ela aguentou firme. Com meus movimentos, comecei a ficar de pau duro, ela percebeu porque deu uma agitada, como se quisesse sair ou fazer algo. Já tava com uma bela ereção, ela ficou parada, mas não fez nada, não sei se por causa da minha tia. Fiz um sinal pra minha tia, que levantou e foi ao banheiro.
Quando ouvi a porta fechar, ela fez menção de se soltar, mas me pareceu que sem muita convicção. Falando que não tava certo, minha tia, o marido dela, blá, blá, blá… Aproximei minha boca do ouvido dela e, com voz firme, falei:
—CALA A BOCA AGORA.
Passei minha mão da cintura dela pra aquela bunda maravilhosa. Quando ela sentiu, tentou se afastar, não pensei duas vezes: dei um tapa forte nela. Ela me encarou, e quando vi que ia falar alguma coisa, dei outro tapa com a mesma força. Ela me olhou de um jeito "estranho".
—Me escuta bem. Eu não sou a "mamãezinha" que você tem como marido. Sabe quem eu sou?
—Não, quem. (Com voz bem suave)
—Sou o cara que vai te foder, que vai te dar o que ninguém nunca te deu e que você precisa pra caralho, mas principalmente o cara que vai estrear essa bunda, que me deixa louco. (Dando mais um tapa na bunda dela)
Tá bom pra você?
Ela já tava se movendo no meu ritmo, bem colada no meu pau. Mas não falava nada. Dei outra nela e falei pra ela me responder.
— Sim — ela disse bem, bem baixinho.
— Como? Dei mais uma palmada.
Ela me olhou e disse SIM. Beijando ela na boca e ela correspondendo, meio sem jeito. Pra logo me perguntar… E a Lucia?
A Lucia tá com os olhos fechando e com o que bebeu já já vai dormir.
Minha tia entrou, fiz sinal de novo pra ela, ela se fazendo de meio bêbada, disse que ia dormir que tava caindo, que tinha exagerado na bebida hoje. Foi pro quarto dela. Assim que ela saiu, sentados ali, comecei a meter a mão na Susana, ela tava úmida, mas não molhada como eu gosto, tava claro que aquele não era o melhor lugar. Apaguei as velas, peguei na mão dela e fiz ela me acompanhar, a cara dela era uma mistura de expectativa, tesão, morbo, vergonha…
Quando chegamos na porta do meu quarto, ela disse sussurrando que ali não, melhor no dela, dei outra palmada e ela calou a boca. Uma vez dentro, quase implorando, pediu pra eu trancar a porta. Fiz isso e ela melhorou o semblante, mas mudou de novo quando viu a janela aberta. Falei que não ia fechar, que gostava do ar fresco.
Sem dar mais tempo pra nada, beijei ela de novo, dessa vez ela participou de verdade, desci o zíper que tinha atrás da saia dela, sentindo ela cair, e depois arrebentei os botões da blusa, esperava que ela fosse ficar puta, mas foi o contrário, me beijou com mais vontade.
Me afastei dela pra, com a pouca luz que tinha, ver ela bem. Era “SENSACIONAL”, a lingerie dela era demais pra mim. Sentei na beira da cama, fiz ela vir até mim, quando chegou, mandei ela virar de costas e me dediquei a beijar aquela bunda que eu tanto queria, mordiscava ela, ouvia como ela suspirava, tava perdendo o medo.
Fui tirando a calcinha dela devagar, sem parar de lamber a bunda dela, uma vez fora, por trás fui tocando ela com as mãos, ela já tava começando a ficar mais molhadinha. Tocava em tudo e quando meus dedos chegavam perto do clitóris dela, ela ficava louca de tesão. Mas não era o Momento. Soltei o sutiã dela e fiz ela virar. Pra ficar o dia inteiro chupando e lambendo aqueles peitos. Ela quase não tinha auréola, mas era só bico, exagerado.
Comecei a mamar neles igual um bebê. Ela foi acelerando a respiração e passando a mão na minha cabeça. Quis me pegar e não deixei. Virei ela de bruços de repente, cheguei perto do ouvido dela e falei…
— Que você me deixou com muito tesão e foi muito safada, quando alguém se comporta mal, tem que receber um castigo. Né? (falei sussurrando no ouvido dela)
— Siiim, ela respondeu, toda submissa.
Bati mais leve e ela empinava mais a bunda. Quando eu ia parar, tive a sensação de que se continuasse ela ia gozar. Me abaixei e comecei a brincar com a língua na bunda dela. Foi só sentir a ponta da minha língua no cu dela que ela começou a falar sem parar.
— Porra, que gostoso. Que delícia. Continua, continua.
Eu continuei calado, ocupado demais. Ela se contorcia pra caralho. Virei ela de novo e depois de passar a língua em tudo, até ela ficar fora de si. Fui onde nós dois queríamos e comecei o que seria a primeira vez que chupavam a bucetinha dela.
O clitóris dela era super sensível, então pra ela não gozar rápido, eu dava uma lambida e tirava. Até que numa dessas, ela agarrou minha cabeça e apertou contra ela, abrindo mais as pernas, sentindo ela gozar, gritar e gemer.
— Juro, nunca tive um orgasmo assim. Obrigada, obrigada… (me beijando sem parar)
— Que bom, mas a noite ainda não acabou. Você vai me obedecer em tudo. Vai gozar como nunca.
— Siiiiim, siiiiiim… (ela falava me apalpando por cima da calça)
Me despi completamente e ela disse que não sabia se aquilo ia caber. Certeza que vai caber em todo lugar. Aproximei meu pau da boca dela, ela chupava meio sem jeito, era verdade que era nova nisso, fui ensinando como fazer.
Ela com carinha de inocente perguntou se eu ia meter. Achei graça da cara dela e do jeito que falou, virei ela de novo, colocando a cabeça dela no ao lado dos pés da cama, assim ela não ia ver a janela. Ela queria se posicionar do jeito que eu mandasse, mas deixei ela como tava, de barriga pra cima, aproximei meu pau dos lábios da buceta, brincando com a ponta por eles sem enfiar. Ela só olhava e falava por favor…
Perguntei se tomava alguma coisa pra não engravidar, e ela disse que tinha um DIU. Enquanto percebia que agora sim tava super molhada, continuei sem enfiar tudo, até que vi minha tia aparecer. Ela tava de pé, completamente nua, mas esperava meu sinal pra se aproximar.
Fui enfiando devagar, bem suave. Ela só dizia…
— Minha nossa, minha nossa. Que delícia, como eu sinto. Que quente que tá.
— Viu como cabia, já tá toda dentro.
— Siiiiim?
E dei duas enfiadas pra ela sentir, me abaixei e beijei ela, pra não se mexer e não descobrir minha tia. Enquanto continuava fodendo devagar…
— Se quiser pode enfiar mais forte, igual antes. (Falava com voz quente)
— Que foi, a putinha quer mais forte?
— SIIIIIM. Pode ME ARREBENTAR.
— Vai deixar eu arrebentar essa rabuda que você tem?
— Tudo é seu, só seu. Mas… ME FODE.
Foi quando me levantei, coloquei as pernas dela sobre meu peito. E comecei a foder mais forte, mas não no máximo. Ela dizia que assim, nessa posição, sentia mais. AAAAHHHHHHHH, me dá mais, preciso de mais.
Minha tia se aproximou acariciando a cabeça dela. Susana olhou, não sabia o que fazer, olhava pra um e pra outra.
— Desculpa Lucia, desculpa. (Ela mal conseguia falar)
— Não tem nada pra perdoar, aproveita, já tá na hora, você merece.
— Vocês dois combinaram isso?
— Sim
— Que filhos da puta que vocês são, mas que maravilhosos filhos da puta. (Ela falava mais gemendo do que com voz normal)
— Cê tá vendo como ele fode bem?
— AHHHH, TÔ VENDO SIM.
— Me dá um beijo?
— Isso não.
Eu parei quase completamente, só um movimento bem leve.
— Não, não, não… não para, continua.
— Sempre tive vontade de você, muita vontade. (Falava no ouvido dela e tocando um mamilo)
Susana, a Peguei ela pela cabeça e comecei a beijar ela com força. Vendo ela daquele jeito, comecei a foder ela com mais força. Minha tia foi com a boca chupar o mamilo dela, quando ela percebeu, começou a gritar pra gente não parar, que era gostoso, gozando de novo de forma desesperada.
Deitei na cama e falei pra Lucia ensinar ela a chupar um pau. Minha tia começou, ensinando como fazer, depois a Susana seguiu, uma e outra vez. Ver elas era excitante. Minha tia falou: "agora você sozinha". Ela ficou atrás dela e chupava tudo, a Susana no final se rendeu e dava toda a facilidade.
Tava quase gozando, falei pra ela não parar. Minha tia chegou perto dela, dizendo pra não deixar escapar nada. Ela tirou a boca e disse que não sabia se ia gostar. Lucia deu na bunda dela mais forte que eu. Metia sem parar, falando: "engole". Eu gozei igual um desesperado, sentia a Susana chupando, sugando, engolindo tudo. Quando terminei, Lucia se beijou com ela, se abraçaram. Minha tia se colocou por cima dela fazendo um 69. Ela no começo ficou meio sem graça, mas a Lucia colocou a boceta na boca dela e eu vi ela lambendo igual uma putinha.
Me afastei um pouco pra ver elas, era digno de ver, enquanto eu me acariciava sozinho. Só de olhar já tava com uma ereção foda de novo. Ouvi a Susana gemer mais fundo, dava pra ver que a Lucia tava fazendo muito bem, porque ela gozou de novo, igual das outras vezes, com uns espasmos e movimentos alucinantes.
— Chega aqui, Carlos, que deixei a bunda dela preparada pra você.
— Primeiro vou foder você até gozar.
— NÃO, primeiro ela, enquanto você arrebenta ela, ela vai terminar de chupar minha boceta.
— Vocês vão me matar. Nunca gozei tantas vezes.
— Você tem um dos seus "brinquedinhos"?
— Siiiiim.
— Senta em cima. (Eu já deitado na cama)
— Ahhhh, ohhhh, que gostoso (ela falava enquanto sentava no meu pau)
— Começa, Lucia.
— Tá gostando? (colocando um vibrador anal nela)
— Siiiiim.
— Passa bem na bunda dela.
— Já tá. Tua disposição.
Mudamos de posição, minha tia passou bem o pau em mim. E se deitou com as pernas bem abertas na cama, Susana de quatro no meio das pernas dela. E eu atrás dela enfiando o pau devagar. Lucia se aproximou, acariciava o rosto dela, incentivava, beijava. Se abaixou, meteu debaixo dela, acariciava e lambia o clitóris dela. Isso fez ela relaxar e o pau entrar melhor. Quando já estava todo dentro, eu parei, dizendo pra ela marcar o ritmo.
Enquanto Lucia chupava ela, ela foi se mexendo cada vez mais. Comecei a me mover, ela não reclamou, acompanhava o ritmo, até que falou…
— Tá doendo um pouco, arde, mas… que GOSTOOOOO, mais rápido, mais rápido.
Ela tinha o cu tão apertado que prendia meu pau de um jeito que parecia que ia arrancar. Gozou quase uivando e, quando gozou, pediu pra eu tirar, que por essa vez já tava bom. Tirei devagar e ela só falou… UUUFFFFF QUE É DEMAIS.
Fui no banheiro me lavar pra voltar de novo. Quando voltei, vi Susana deitada de barriga pra cima e Lucia sentada na boca dela, com cara de puta total. Cheguei, fiquei de pé na cama e Lucia abocanhou meu pau. Pediu pra eu gozar com ela e encher bem a boca dela. Fiquei batendo punheta até ela me avisar, enfiando o pau e gozando como dois bichos juntos.
Ficamos os três deitados, abraçados uns nos outros e dormimos.
Depois da noite do churrasco e dos amigos dos meus tios, passaram-se vários dias, onde eu tinha uns pequenos rolos com a minha tia. Não tinha jeito de pegar ela direito, e além disso, desde cedo tinha gente de fora circulando pela casa. Tavam o Rafael, marido da Susana, e o Luis, marido da Nani, que chegavam cedo, iam almoçar em casa e voltavam rapidinho. Eles eram advogados e, pelo que percebi, tavam avaliando um negócio do meu tio. Algo que ofereceram pra ele comprar ou participar, não entendi direito. Mas tavam com uma montanha de papel, fazendo mil e uma ligações, e por aí vai.
Numa oportunidade que tive na piscina, falei pra minha tia:
— Como é que tão os seus “avanços” com a Natalia e a Susana?
— Com a Natalia tão indo, devagar mas tão. E com a Susana é mais difícil, porque ela fica em casa cuidando dos filhos dela (que tem 2 e não são tão crianças assim). Se você tivesse escolhido outra, quase certeza que a gente taria mais perto.
— Poxa, que notícia ruim.
— Não se preocupa, que eu tenho um plano em mente.
— Qual, se dá pra saber?
— Provavelmente, se o que eu ouvi continuar igual, esses três vão pra Barcelona. Os filhos da Susana vão embora na sexta por 15 dias pra não sei onde. E como tão trabalhando o dia inteiro, vou convidar a Nani e a Susana pra almoçar aqui na sexta.
— Tá pintando um quadro melhor. Isso é bom. E a Natalia?
— Passo a passo.
Tava no meio da conversa, quando tava esquentando, a Natalia apareceu falando que o Manuel tava chamando a minha tia.
Na quinta, minha tia e a Natalia foram fazer um pedido no supermercado, tudo pensando no fim de semana, principalmente. Meu tio falou pra eu acompanhar elas, mas o olhar que a minha tia me deu foi de que não era uma boa ideia, então eu falei que não. Estava com vontade. À noite, me contou que já estava tudo encaminhado, que a Susana chegaria cedo depois de deixar os moleques na estação de Chamartín. O que minha tia pretendia, eu não sabia, mas não demoraria muito pra descobrir.
Na sexta bem cedo, do meu quarto ouvi meu tio falando com minha tia, dizendo que em uma hora mais ou menos estaria de volta. Abri a porta do meu quarto pra chamar minha tia, quando a ouço dizendo pra Natalia que hoje ela ia se dedicar de sola na área da piscina coberta, academia… e nos terraços externos. Que o resto da casa já tava limpo.
Pensei o que pensei e me deitei de novo na cama, tirei a calça e fiquei completamente pelado. Já que sabia que minha tia viria. Não me enganei quando vejo a porta se abrir, mas fico pasmo, porque vejo que ela tá trazendo um monte de coisas nas mãos.
— Se prepara, que te falei que ia te depilar e assim vamos fazer. Você vai ver como fica bonito depois, e se já tem grande, vai parecer ainda maior.
— Que mania que te deu.
— Você não gosta que eu esteja sem pelinhos?
— Sim, mas…
— Nem mas nem nada.
Ela foi pro banheiro do quarto e depois de um tempo saiu com um recipiente de água quente. Sentou na beirada da cama e começou. Pegou uma tesourinha e começou a cortar toda a pelança que eu tinha, até deixar os pelos bem curtinhos. Depois, com uma maquininha diferente das que eu uso, começou a tirar tudo, fazia cócegas e a sensibilidade fez com que a piroca fosse crescendo. Ardeu um pouco. Depois foi pras bolas, mas ali usou umas tiras, que na verdade em alguns momentos doeu. Quando terminou tudo, passou um lenço umedecido por todos os lados. Depois pegou um pote de um óleo que tinha um cheiro forte de baunilha. Passou com suavidade por todos os lugares, isso fez com que eu não aguentasse mais e cresceu, cresceu e cresceu até o máximo.
— Assim que eu gosto que esteja sempre, bem dura, ardendo igual fica pra você, nunca vi nada igual.
— Já terminou? Ficou satisfeita?
– Ainda não.
Então foi acelerando o ritmo da mão dela, me disse…
– Não resiste, senão você pode ficar no meio do caminho, porque a qualquer momento a Susana ia chegar. Mas me avisa quando for gozar, que hoje não “café da manhã” direito. (Ela falou com cara de tesão)
– Tô pronto pra caralho.
Ela enfiou até a garganta e deixou lá, com um movimento bem suave, como nunca tinha feito antes. Comecei a encher ela, vários jorros entraram na garganta dela, depois ela lambeu tudo direitinho e disse…
– De onde você tira tanta porra?
Bom, vai se levantando, te espero lá embaixo, não deu tempo pra mais nada. Entrei no chuveiro, me barbeie, vesti a sunga e desci. Pra tomar café e nadar um pouco, já que minha tia também ia fazer o mesmo e imaginei que a Susana também.
Quando cheguei na cozinha, a Susana já estava lá. Outro dia à noite eu vi ela voluptuosa, mas hoje eu via ela… explosiva. Minha tia percebeu meu olhar e sorriu pra mim. E como estava atrás dela, fazia sinais obscenos pra me provocar. Eu segurei a onda como pude. Depois de um tempo, fomos pra piscina, o primeiro a entrar na água fui eu, pouco depois a Susana entrou, e quando minha tia ia entrar, ela disse que já voltava, que a gente tinha deixado as toalhas lá dentro.
Sem eu esperar, a Susana começou a falar comigo.
– Ei, Carlos, desde o outro dia você me deixou super intrigada.
– Por quê?
– Porque você me disse que o melhor era meu olhar, que ele dizia muita coisa. O que é que meus olhos supostamente dizem?
– Hahaha, mas você esqueceu de acrescentar que eu também disse que não ia falar pra não me meter em encrenca.
– Nenhuma encrenca você vai ter, porque o que você me disser fica entre nós.
– Deixa eu pensar.
Nisso, minha tia chegou. Perguntou do que a gente tava falando, ela disse que era sobre tabelas de exercícios pra perder uns quilinhos.
Meu tio chegou com quem faltava, incluindo a Nani, que assim que nos viu na água, disse que a gente era uns “porcos” por não ter esperado ela. Daqui a pouco ela saiu de biquíni e se Ela também entrou.
Depois de um bom tempo, saímos todos da piscina ao mesmo tempo. Como minha tia só trouxe três toalhas, eu cedi a minha. Enquanto elas se deitaram nas espreguiçadeiras, eu fiquei em pé um tempo para me secar. Não é que, apesar dos óculos escuros, eu via o olhar da Nani cravado no meu pacote? Mas quem não fez nenhum gesto foi a Susana.
Depois de um tempo, falei que ia me trocar. Minha tia se levantou para ver como estava a comida. Entramos juntos e, quando ninguém ouvia, ela me disse:
— Depois do almoço, fala que vai descansar um pouco, ou dá qualquer desculpa, e vai para a sala de estar e fecha a porta.
— O que você está pensando?
— Como os homens vão ficar na varanda depois da comida, bebendo e conversando, eu vou levar as duas mulheres para a outra varanda, que está meio aberta e você pode ouvir. E aí você vai ver.
Me troquei, coloquei uma sunga maior e uma camisa polo. Elas não estavam. A primeira que saiu foi minha tia e preparou bebida para todo mundo. Mas os homens disseram que era mais tarde. Então eu ia ficar com elas. Depois a Susana desceu, e minha tia tinha ido buscar gelo. Assim que me viu sozinho, ela perguntou:
— Já pensou no que eu falei?
— Sim, e como confio que vai ficar entre nós, quando eu achar a hora certa, te conto, te prometo.
— Pô, isso é enrogação.
— Não, sério, não é. Vou te contar bem rápido, juro. Quando você menos esperar, ou quando eu ver aquele olhar de novo.
Estando as três mulheres e eu, minha tia serviu uma sangria feita por ela, bem geladinha. Eu fiquei sentado entre a Susana e minha tia, com a Nani na minha frente. Provei a sangria e, caralho, minha tia exagerou na mão. Decidi, sem pensar muito, roçar minha perna na da Susana, para ver o que acontecia. Ela não fez nada, nem tirou a perna, mas não correspondeu ao toque, como se nada estivesse acontecendo.
Depois de um pouco, ela parecia mais solta, não tão fechada. A sangria deixou as três mais animadas, nunca bêbadas nem nada do tipo. Nos juntamos todos e fomos comer. A mesa era... Retangular e estreita, pra mim coube, ou melhor, eu que procurei, na frente da Susana. Vinha e voltava, ela tava com aquele olhar da outra noite de novo, quando percebi, sorri, ela notou, ficou meio vermelha e desviou o olhar. Depois olhou de novo e eu peguei ela outra vez, dessa vez ela segurou mais o olhar e deu um sorrisinho.
Quando a gente terminou de comer, eu automaticamente falei que tava com uma dor de cabeça, que ia deixar eles sozinhos um pouco e fui pro canto que minha tia tinha falado. Umas dez minutos depois, ouvi as mulheres chegando, trazendo uma garrafa de licor de ervas e três copinhos.
Elas ficaram batendo papo sobre tudo. Até que minha tia deu uma virada de 180° na conversa.
LUCIA — Eu sei de uma que não vai dormir essa noite. Kkkk
NANI — Kkkk, é verdade, vocês dois pombinhos ficaram sozinhos.
SUSANA — Se tão falando de mim… tão enganadas.
LUCIA — É, sim. Olha a freirinha.
SUSANA — Juro que não. (Falou com voz envergonhada)
LUCIA — Não acredito. Rafael é o único dos maridos que na idade dele se mantém muito bem. Sua mentirosa.
Eu de onde tava via como a Susana tomava mais uns copos, que minha tia habilmente enchia pra ela.
SUSANA — Juro, não tô mentindo. Rafa é… é… muito calmo, muito mole. Pede permissão pra tudo. Parece que tá na frente de um juiz.
NANI — Puxa, não imaginava ele assim, achava que era mais macho. Com essa cara de meio “pervertidinho”
SUSANA — “Pervertidinho”? Quem me dera. (Isso escapou, deu pra ver que foi espontâneo)
LUCIA — Ele é do tipo clássico?
SUSANA — Como assim clássico?
NANI — Ué, mulher, tipo papai-e-mamãe ou igual coelho, rapidinho e dormir.
Fez-se um silêncio de morte. Até que, timidamente, mas mais solta.
SUSANA — Mais ou menos.
NANI — Não me diga que com essa bunda gostosa que você tem…
SUSANA — Não, ele é muito cheio de frescura.
LUCIA — Nem comem o que têm que comer.
SUSANA — Não (Respondeu seca)
NANI — E você não quer experimentar outras coisas?
SUSANA — Quero, falo pra ele, mas… Parecem umas putarias. Tipo aquela parada de falar enquanto…
LUCIA – Você vai ficar se tocando o tempo todo. Nem eu, que faço isso desde o acidente do Manuel. A diferença é que comprei uns brinquedinhos. Você tem?
SUSANA – O que você quer que me custe o divórcio?
NANI – Por isso que você tava de olho no rabo do seu “sobrinho”.
SUSANA – Isso é mentira.
NANI – Mentira? Se não fosse um pouco mais e você ficava vesga, eu vi. E não tem nada demais, também olhei pra aquele pacotão, queria que o shorts dele caísse pra tirar a dúvida.
LUCIA – Que putas vocês são, ele só tem 18 anos.
NANI – Se eu tivesse um sobrinho desses em casa… uuufff só de pensar…
SUSANA – Como você pode falar isso?
NANI – Com o corpo que ele tem, esse te empurra na parede, não tem cara de ser molenga, não é? Lucia.
LUCIA – E eu sei lá, ele é forte, malha pra caramba, levanta muito peso, mas… a maturidade, vai saber como é… na cama.
NANI – Certeza que a freirinha, só de ver ele, já molhou a calcinha, hahaha.
SUSANA – Como você é sem noção.
NANI – Esse abria bem aquele seu cuzão, com certeza. Hahaha
SUSANA – Vocês realmente já fizeram isso por aí.
NANI – Olha, gostosa, quem quer meter tem que lamber primeiro, e se não lambe, não mete. E pelo cu eu sinto muito melhor, principalmente se for pica normal. Mas não me importava de pegar uma XXL, que é raro.
SUSANA – Quem te ouvir, vai pensar que você tá chifrando o Luis.
NANI – Hahaha, tô nem aí pro que pensam, e pra você saber, sim, eu como quem eu quiser. É isso que você tá perdendo com seus 40 anos. Nunca teve vontade?
SUSANA – Não vou responder.
NANI – Nem precisa.
LUCIA – Não fica vermelha, nem tenha vergonha, cada uma é como é. Eu me adaptei por enquanto, mas antes o Manuel era raro o dia que não me comia. Mas a Nani tem razão, que desperdício, todo marido fala que sua bunda é… igual seus peitos, que são dois melões, que você sempre diz que quer operar pra diminuir, e todo mundo fala que isso seria um crime. delito.
SUSANA – De novo exagerando pra me fazer corar.
NANI – A Lúcia não mente, ela não ficou com outros homens, mas... e com uma mulher?
SUSANA – Isso é uma safadeza e antinatural. Nunca faria.
LÚCIA – Do mesmo jeito, o que ela precisa é de um "castiguinho".
Ela não respondeu, mas minha tia me contou depois que ela ficou vermelíssima e claramente nervosa. Já eram quase seis horas, então saí de novo preparado pra tomar banho. Antes de sair, me toquei um pouco, só um pouco, pra ficar mais evidente. Me aproximei delas e perguntei se alguma queria vir tomar banho. As três estavam falando comigo, a Nani dava pra ver que olhava pro meu volume e tanto fazia, a Susana era muito mais discreta.
Elas foram até a piscina, mas não entraram de novo. Enquanto estavam lá, os três homens apareceram pra dizer que no dia seguinte iam pra Barcelona por pelo menos dois ou três dias. Minha tia disse pra cuidarem do Manuel. Meu tio olhou pra ela com cara de raiva. E a Susana disse que não tava muito a fim de ficar sozinha no chalé, já que os filhos não estavam. Mas minha tia, rápida e ligeira, como se estivesse esperando por isso, disse pra ela vir, que assim não ficaria sozinha. Todos incentivaram e no fim ela deu um curto "VALE".
A Nani disse que era um saco, vocês aqui e eu sozinha com meus filhos. Minha tia falou: "vem pra cá, ou dá um pulo durante o dia, o que quiser, que eles já não são crianças pequenas." Eu nem sabia quantos filhos ela tinha nem a idade. "Já sabe, aqui tem espaço." E ficou assim. Quando eles foram embora, minha tia me disse:
– Carlos, pode vir me ajudar a pegar as malas? Tão no porão e como você é alto, não precisa de escada.
– Vou contigo.
Quando estávamos no porão, meu tio no escritório e a Natália na cozinha, minha tia me beijou com gosto, me disse levando minha mão até a virilha dela:
– Olha como eu tô (tava molhadíssima)
– E isso?
– Só de pensar em como vamos foder essa puta...
– Não temos muitos dias, pra falar a verdade.
– Você tem que comer ela. Você de cueca e, quando tiver a situação controlada… aí eu entro também.
- Vamos ver, você só tem que fazer o que eu mandar e não perguntar, deixa comigo.
Ela ficou me olhando e concordou. Eu sabia que meu tio ia embora cedo. Então acordei cedo, desci pra levar as malas dele pro carro que veio buscá-lo, pra ele não pegar peso, e pra me despedir. Quando ele tava indo, disse… “cuida bem das mulheres, principalmente da sua tia”, fica tranquilo, vou fazer isso.
Assim que ele foi, voltei pro meu quarto e deitei um pouco pra organizar meus pensamentos, minhas ideias. Nisso, a porta se abriu, minha tia entrou e deixou cair o vestido que chegava até os tornozelos, ficando completamente nua. Ela se aproximou com cara de tesão, eu levantei, dei um beijo bem pequeno nela e falei…
- Se veste, que agora não é hora.
- Como? Passei a noite inteira esperando esse momento.
- Não, agora não, tô repetindo.
- Não pode me deixar assim, pelo menos me dá meu leitinho. (Falou com voz melosa)
- Vou te dar quando você merecer, aí vai se esforçar mais. Ah, ia esquecendo, você tem que dar um jeito de a Natalia não ficar por perto.
Ela foi embora contrariada e eu fiquei fervendo, se ela tivesse ficado mais um minuto… eu não ia me segurar.
Eu tava entre nervoso e ansioso. Pra saber o que ia rolar. Quando desci, encontrei minha tia conversando com a Natalia, a única coisa que ouvi foi a Natalia agradecendo muito feliz. Perguntei pra minha tia e ela disse…
- Ela vai embora três dias depois do almoço.
- Muito bem.
- Agora preciso que, quando eu for pra piscina, você suma de perto. Se quiser observar, pode, mas sem a Natalia perceber.
Lá pelas 11 da manhã, minha tia foi de biquíni pra piscina. Nadou um pouco e foi pra espreguiçadeira. Ela olhou pra casa, me viu e sorriu. O tempo passava e nada acontecia, até que a Natalia apareceu por lá e minha tia chamou ela. Dava pra ouvir bem a conversa, que foi assim:
- Natalia, por favor, pode avisar meu sobrinho, pra me dar aquela massagem, que passei uma noite horrível e tô dolorida toda.
- Se não me engano, ele tá no quarto dele dormindo, tomou um aspirina. Quer que eu acorde ele?
- Não, deixa quieto, vou aguentar.
- Não quero ser atrevida, mas se quiser, eu mesma posso dar.
- Não, não, moça, isso não é serviço seu, não, deixa pra lá.
- Juro que não me importo. Olha, vou começar e, se não fizer direito, eu paro.
Foi só falar isso, pegar o pote de óleo e começar a massagem nas costas, minha tia soltou a parte de cima do biquíni pra facilitar. De onde eu tava, o que eu via era bem normal, comecei a ficar entediado, não via ninguém dando um passo à frente, é verdade que também não dava pra ver a cara da minha tia.
Depois de um bom tempo, ela foi pros pés, panturrilhas e coxas. O que me chamou a atenção foi que, conforme subia pra parte de cima das pernas, ela mordeu o lábio inferior. A Natália, com uma voz diferente, mais nervosa, disse:
- Senhora, se abrir um pouquinho as pernas, consigo fazer melhor a massagem.
- Assim tá bom? (Abrindo um pouco as pernas) Ou... melhor assim? (Abrindo bem)
- Assim é melhor.
Da posição da Natália, ela teria uma visão completa e, se não tivesse tomado banho, daria pra ver se tava molhada ou não. Eu não conseguia ver os movimentos dela, mas percebia que minha tia se mexia um pouco. Nessa hora, ouviu-se a campainha. Devia ser a Susana. Vi a Natália aproximar a boca do ouvido da minha tia, dizer algo que não consegui ouvir, e foi abrir a porta.
Era a Susana mesmo, ouvi o portão grande abrindo pra ela entrar com o carro. Desci, dizendo que tinha ouvido o portão. Cumprimentei ela com dois beijos bem descarados nas bochechas, ela ficou meio sem graça, mas aí minha tia chegou cumprimentando ela com a alegria de sempre. Ela trouxe só uma mala, mas parecia mais um baú, e olha que a casa dela era do lado, por isso imagino que trouxe o carro.
Subimos nós três e a Natália, que tava meio corada, ficou... Foi pra dentro. Quando chegamos lá em cima, minha tia foi pra um quarto, eu larguei a mala e minha tia disse pra ela se trocar e descer. Susana falou: "vou arrumar a mala e já desço".
Quando saímos, peguei na mão da minha tia e a puxei pro meu quarto. Mandei ela me contar...
— Pois é, a massagem nas costas, no pescoço, até que foi boa, mas não me tirou as dúvidas. Agora a das pernas, isso sim, deixou tudo claro.
— O que que te deixou claro?
— Que se a Susana não tivesse chegado, ela teria feito de tudo comigo.
— Tem certeza?
— Certeza não, certeza absoluta. Essa aí já tá "no clima".
— Que pena que a gente se adiantou em falar pra ela dar um tempo fora, porque se com a Susana não conseguimos nada com a Natalia... que desperdício.
Falando nisso... O que ela te disse no ouvido? E o que você respondeu?
— Que era uma pena não poder gozar. Mas que esperava ter feito direito.
Eu respondi que ela tava no caminho certo e que realmente era uma pena. Mas que da próxima vez daria certo.
— Quando a senhora quiser, a hora que for.
— Por isso que eu tô te falando, essa aí tá mais do que a fim, já te disse, não sou boba.
Me aproximei da minha tia e dei um beijo bem molhado nela, brincamos com nossas línguas e aproveitei pra tocá-la com meus dedos na bucetinha dela, que tava toda molhada.
— Ela te deixou bem excitada.
— Excitada, com tesão, louca...
— Quem diria.
— Já te falei que sou bi e ultimamente tô muito safada. Me comportei bem, me dá um leitinho?
— Ainda não, você não tem que se comportar bem, tem que se comportar "mal". Então vamos ver sua amiga.
Saímos do quarto e ela foi pra cozinha. Eu fui pra academia, fazer minha série diária, assim deixava elas sozinhas e de onde eu tava dava pra ver sem ser visto. Tava fazendo os exercícios quando vejo as duas saindo, de biquíni, cada uma com uma taça de vinho bem cheia. Elas ficam conversando um tempo e vejo que tão vindo na minha direção.
Elas entram e falam comigo sobre os exercícios. Enquanto faço, vou explicando. Minha tia, eu sei que tá Cachorra perdida, ainda mais que dá pra ver desde antes nos mamilos, eles estão durinhos. A Susana tá de biquíni, mais que chamativo, principalmente a parte de cima, que parece dois tamanhos menor. Vejo aquele olhar de novo. Se não fosse minha tia, seria o momento ideal pra meter nela. Ela se vira pra procurar um lugar pra sentar, e eu aproveito pra fazer um sinal pra minha tia, pra ela vazar. Minha tia entende e fala que antes de ir, a Natalia precisa falar com ela, que a gente desculpe, que já volta.
A Susana, do jeito que tá sentada, fica ainda mais gostosa, com a pose que ela tem. Não quero perder a chance e resolvo sondar as possibilidades…
— Te dei minha promessa de que ia falar do teu olhar e vou cumprir. Outro dia no almoço já tava lá, por exemplo, desde que você entrou aqui tá com ele.
— Tô com o mesmo olhar de sempre.
— Você sabe tão bem quanto eu que não é assim, mas se quiser me tratar como otário, então tá, você tem razão.
— Não, não quero te tratar como otário, sério.
— Então é porque você tem que negar, e por isso quando eu falei que hoje você tava com o olhar, ficou vermelha que nem um tomate.
Mas o melhor é que os únicos que sabem o motivo somos eu e você. Porque não pense que só acontece com você, comigo também rola.
— O quê?
— Quer ouvir a verdade ou quer que eu me engane também?
— É que eu não sei… não te entendo… fala a tua verdade… talvez assim eu entenda.
— Bem simples: desde que te vi outro dia, percebi que você me excita pra caralho e hoje, assim, mais ainda.
— Cê deve tá confuso, é muito novo, eu sou velha demais pra você… devem ser bobagens de adolescente. (Ela falou com voz trêmula, nervosa, mas eu sabia que era tesão)
— Não tô confuso e idade não tem nada a ver aqui. Certeza que você, mesmo com vergonha, sentiu a mesma coisa.
— HA, imaginação sua.
— Nem HA nem HO, você mesma se entregou.
— Euuu? Como? (Mais nervosa ainda)
— Bem simples: quando você sentiu que você estava ficando excitada, cruzou os braços pra não deixar os bicos dos peitos aparecerem.
– Como você pode ser tão atrevido, descarado e sem-vergonha. Sua tia não ia gostar nada disso se soubesse. Melhor eu ir pra casa. Vou dar uma desculpa pra sua tia e pronto.
– Lembro que você me garantiu que isso ficaria entre nós, mas você é quem sabe. Mas numa coisa a gente concorda: eu sou… atrevido, descarado, sem-vergonha e muito mais, te garanto, mas não minto. É fácil: descruza os braços e, se eu estiver errado, como tudo o que eu disse. (Quando terminei de falar, já estava de pé com a toalha me secando o suor)
– É melhor você ir embora.
– Eu tô nos meus exercícios, até terminar não vou sair.
Ela continuava de braços cruzados, e eu resolvi arriscar. Cheguei perto, peguei os braços dela e separei… Com voz segura e firme, mandei ela ficar de pé, ela obedeceu sem reclamar. Eu não tava errado: ela tinha uns bicos de peito bonitos, marcavam demais. Ela me olhava com uma cara estranha, não saberia dizer como.
– Viu como eu não tava errado? E de ir embora, nada. Me ouviu?
– Sim.
– Sim… o quê?
– Que não vou embora.
– Perfeito. Além disso, minha mãe sempre me disse… “se um não quer, dois não brigam”. Pois no sexo é a mesma coisa.
– Me desculpa se duvidei de você, se menti, são coisas que não dá pra evitar. Mas só peço que a gente se dê bem.
Minha tia chegou e perguntou se a gente ia pra piscina, nós dois dissemos que sim. Como a Susana saiu voando, falei pra minha tia entrar na água e, da borda da piscina, perguntar o que estava rolando com a gente.
Pouco depois de estarmos juntos, minha tia entrou na água e, como eu tinha dito, começou a conversa da borda.
LUCIA – O que é que vocês têm? Tô vendo vocês muito sérios.
EU – É que sua amiga não gosta de mim.
LUCIA – Não acredito.
SUSANA – Que nada, que nada… (disse arregalando os olhos e com cara de chocada)
LUCIA – Já tava estranhando.
EU – Fazendo exercício, tive uns estiramentos, não aqueci direito. Bem, hoje eu pedi pra ela me passar o óleo relaxante e ela me deu um NÃO que me deixou sem graça. (Eu e ela sabíamos que era mentira, mas a gente queria ver onde aquilo ia dar)
LÚCIA — Não se preocupa, que eu vou aí e te dou.
SUSANA — Não, não. Lúcia, vou dar eu mesma, é que eu nem percebi, como é que isso ia me incomodar? (Falou me olhando com uma cara de poucos amigos)
Ela começou a me fazer a massagem, no começo dava pra sentir o mau humor, mas aos poucos eu percebia que ela tava gostando. Depois falei pra ela que já que tava ali, as pernas iam agradecer. Ela pegou nas minhas pernas, e eu tava ficando com um tesão do caralho. As mãos dela não iam muito pra cima, mas eu ia indicando pra ela subir. No começo ela fazia meio tímida, depois foi pegando o jeito e minha ereção já tava total. Se eu virasse de bruços, ia dar algo pra ela.
— Se você faz isso com todo mundo, deve ser uma gostosa do caralho.
— Cala a boca, pra Lúcia não ouvir. (Falou bem baixinho)
— Mas é verdade.
— Você fala só pra agradar, mas não acredito.
— Se eu virasse de bruços, você acreditaria.
— Sério, Carlos, não seja safado, já me complicou bastante hoje. Eu trato você bem, não seja mau.
— Eu não sou mau, sou pior. Kkkkk
Ela falou "já deu" e foi pra espreguiçadeira dela. Eu, rindo, falei que ela tinha se "entregado" de novo, ela virou de bruços mas eu vi um sorrisinho.
Depois de a gente nadar várias vezes, na hora do almoço fomos nos trocar nos quartos. Quando entramos, a Natália queria falar com minha tia, e a Susana e eu subimos pro quarto. Quando chegamos no andar de cima, falei pra ela…
— Se precisar de ajuda pra ensaboar as costas ou qualquer outra coisa, tô à sua disposição.
— HA, não precisa, eu me viro sozinha.
— Pois eu tenho dificuldade, eu agradeceria uma ajuda.
— Kkkkk e aí chamamos sua tia pra aplaudir. (Falou sorrindo)
Quando cheguei no meu quarto, me troquei e entrei no chuveiro. Enquanto a água caía, vi minha tia pelada entrando também, e antes que eu falasse qualquer coisa, ela disse…
— Só vim pra saber como foi tudo. -Isso me lembra uma "amiga", dois tapas e ela já vai pedir "briga".
-Mas tem um probleminha.
-Qual?
-Natalia não vai embora, diz que amigas não têm folga e que, pra ficar sozinha, ela fica.
-Bufff, bufff… então o jeito é que o que rolar tem que ser neste andar. Que é o único que a Natalia só pisa de manhã.
-Foi o que pensei.
-Sim, mas pro que eu tinha pensado, a gente precisava da sauna. Mas não tô acreditando nessa história da Natalia, pensando bem. Ela ficou com vontade e por isso ficou. Bom, deixa eu pensar.
A gente tinha acabado de tomar banho juntos e ela voltou pro quarto dela pela varanda. Comecei a bolir outro plano, mas a verdade é que a coisa tinha complicado, porque no que eu tinha planejado no começo, a gente participava só nós dois. Não dava pra adiar, a isca já tava lançada e ela tinha mordido, se eu deixasse passar, a noite podia fazer ela mudar de ideia.
Lá em cima tinha um salão grande com um som bom, poltronas, etc… uma sala superconfortável. Com a ajuda da Lucia dava pra conseguir. Fui pro quarto da minha tia e contei o novo plano na hora, ela não tava muito convencida, mas disse que por tentar… e se não desse, ela falou, colando a boca no meu ouvido cheia de tesão: “a gente se acaba de foder, eu e você”. A gente se beijou… e antes de eu ir, minha tia falou…
-Faz um mês, me contam isso e eu não acredito.
-O quê?
-Eu com meu sobrinho seduzindo uma amiga minha pra comer ela.
-Você nunca gostou da sua amiga?
-Desde que conheci, mas ela sempre foi tão fechada pra sexo e mais ainda com mulheres, que ainda não tô certa disso.
Me virei rindo, fiz um gesto com a mão e fui embora.
Almoçamos na varanda na mesinha quadrada, a comida foi divertida, a gente ria, falava de tudo em geral, mas tudo num tom de brincadeira. Eu, que tava de chinelo, tirei um e levei meu pé até a Susana. Quando ela sentiu, me olhou fixo. Acho que minha tia se Percebeu e se fez de sonsa.
Susana me olhava e fazia sinais com os olhos. Como se dissesse… para com isso. Lucia perguntou se estava acontecendo algo, ela disse que nada. Passei a roçar o pé dela, o tornozelo, e subi meu pé mais pra cima. Ela fechou as pernas na hora, mas continuei forçando até conseguir levar mais pra cima, mas não onde eu queria.
Com a outra perna, fiz um sinal pra minha tia, tocando o pé dela. Ela entendeu e levantou pra ir ao banheiro. Assim que ela foi embora…
— Cê tá louco ou o quê? Se a Lucia perceber, vai dar a maior merda. Como você disse antes, eu não quero nada, nada, e muito menos com você. Não vê que me compromete?
— É fácil… me deixa e ninguém vai perceber.
— Já te falei que NÃO!
— Vou contar pra minha tia que a gente se pegou de boca essa manhã.
— Você não vai ter coragem.
— Você decide se se comportar direitinho… eu não falo nada.
— Fala o que quiser pra Lucia, ela não vai acreditar em você.
— É fácil tirar a dúvida, ela vai acreditar na amiga dela ou no “inocente” sobrinho e afilhado?
Minha tia chegou e sentou de novo. Retomamos a conversa e, num dado momento, voltei à carga. Dessa vez, ela colocou as pernas melhor, dificultando meu avanço.
— Tia… (falei com voz hesitante)
— Fala
— Se eu contar uma coisa muito delicada, vai ficar entre nós e ninguém vai saber?
— Claro, fala.
Susana estava na expectativa. Mexi minha perna de novo e, dessa vez, não encontrei obstáculo nenhum.
— Bom, deixa eu pensar bem antes de falar.
— Como quiser.
Agora minha perna subia onde eu queria. Meu dedo agia livre e tranquilamente entre as pernas de Susana. Aos poucos, fui sentindo a umidade no meu dedo. Ela não sabia o que fazer, mas não parecia muito incomodada. Quando senti que ela estava mais entregue, apesar da pose falsa de desgosto, tirei meu pé e parei. Dessa vez, a cara dela foi de surpresa, sem entender.
No almoço, minha tia levantou pra pegar um licor de ervas, que ela sempre tomava depois de comer. Quando ficamos sozinhos, Susana me disse: obrigada por parar, fico feliz em ver que você tinha se ligado. percebi que não estava bem. Não fiz nenhum comentário, só olhei fixamente nos olhos dela e sorri.
Quando minha tia quis servir uma dose do licor pra ela, a Susana rapidamente colocou a mão no copo, dizendo que não. Minha tia falou que era o licor que ela gostava, mas ela recusou de novo educadamente, dizendo que não, que sobe logo na cabeça.
Elas ficaram conversando e eu fui pro meu quarto ler um pouco. Depois de umas duas horas, desci pra piscina. Quando cheguei, vi as duas meio sonolentas tomando sol. Não falei nada, me joguei de cabeça na piscina e com o barulho as duas acordaram, a Susana reclamando que tinha dormido, porque depois à noite ela tem dificuldade pra pegar no sono.
Minha tia foi pra casa pegar bebida porque tava com sede. Daqui a pouco voltou com sangria, copos… a Natália vinha junto ajudando a trazer tudo. A Susana, assim que viu elas, falou de novo que não queria nada de álcool, no máximo um refrigerante. A Natália disse que ia buscar agora mesmo e foi pegar.
Tava claro que minha tia não tava conseguindo deixar a Susana mais solta com o álcool, lógico que isso no começo ia dificultar as coisas, porque ela ia ter mais dificuldade pra se soltar.
Eu vendo aquilo da água, só pensei que tudo tava desandando mais do que eu queria. Mas como sempre, pensei que quanto mais obstáculo e dificuldade, melhor fica depois. Então saí da piscina e fui me trocar. Às oito e meia desci de novo, bem arrumado num estilo veraneio. Quando as duas me viram, ficaram surpresas, perguntando ao mesmo tempo…
– Ué, vai sair pra jantar?
EU – Não. Se vocês não me expulsarem, janto aqui, hahaha.
SUSANA – Mas por que tão arrumado?
EU – Sim, porque quero que hoje a gente jante num clima glamuroso e depois música lá em cima, que já selecionei e preparei, isso sim… a música que o tio tem, não tem muita opção.
As duas riram.
LUCIA – Acho boa ideia, senão a gente janta e fica morgada.
SUSANA – Pra mim Parece bom, mas você pode acabar se entediando com essas duas coroas.
EU – Coroas… vocês?
LÚCIA – Olha, fala de coroa por você.
EU – Então tá falado, se vocês toparem, noite de festa.
SUSANA – Bom, eu não tenho roupa adequada aqui.
LÚCIA – Eu empresto pra você.
SUSANA – Quem me dera ter o seu manequim. Kkkk.
EU – Bom, ir e voltar na sua casa são 5 minutos. Se quiser, até te acompanho.
SUSANA – Não, não precisa. Vou e volto num instante.
Ela não pensou duas vezes, vestiu o casaco e foi pra casa. Aproveitei pra contar minhas últimas ideias pra minha tia.
– Olha, tudo isso que você me conta é muito legal. Mas tenha em mente que o que a Susana precisa é de um macho de verdade, um macho dominante, e é isso que você tem que fazer desde o começo: o duplo D, dominar e domar. Vou explicar pra você entender que…
– Que acontece a mesma coisa que acontecia com você. Lúcia, eu sei o que tô fazendo. Eu fiz errado com você?
– Não. (Ela ficou meio sem graça.) Mas se você ver que a coisa não sai como a gente pensa, pisa no freio, porque não quero nenhuma merda.
– Não se preocupa, a gente tira a dúvida rapidinho.
Susana voltou e foram pros quartos. Eu ajudei a Natália a preparar tudo, assim ela não precisaria ficar no meio. A primeira a descer foi minha tia, tava espetacular. Ela vestia uma calça que parecia saia, bem fininha, com aberturas nas laterais, e em cima uma blusa também bem fina, tudo preto, e a blusa era tão fina que dava pra ver que ela não tava de sutiã.
Fiquei olhando pra ela besta, igual a Natália. Minha tia percebeu e deu pra ver que adorou. Aproveitou pra falar pra Natália que ela podia ir, que ela mesma cuidava de tudo. Natália disse pra minha tia que, se precisasse de algo, ela com certeza estaria acordada, falou de um jeito que soou “diferente”.
Quando ficamos sozinhos, falei pra minha tia…
– Tô com vontade de te foder agora mesmo.
– Então, se quer que eu te fale a verdade, não me importaria, porque já tô com muita vontade.
– Como é que a sua amiga? Tipo freirinha?
- Se ela fizer como sempre, não vai vir de freira não, porque ela adora ser o centro das atenções, provocar, ser olhada... então, se for ela, vai vir com alguma roupa que destaque as duas joias dela: a bunda e os peitos.
- Tomara que você não se engane.
Falando isso, ela apareceu. E como minha tia tinha razão. Ela veio com uma saia curta, não minissaia, preta, igual às meias, uma blusa justa com botões que, se ela respirasse mais fundo, podia furar meu olho, deixando o decote dela monstruoso. A blusa era da mesma cor e também transparente, mas, ao contrário da minha tia, ela usava sutiã, que, pelo que dava pra ver na transparência, mal segurava aquelas tetonas.
- Nunca vi ninguém ficar tão bem de luto quanto vocês. Dá uma voltinha pra eu ver.
As duas sorriram. Deram uma volta, e que bundões... Mandei as duas sentarem na mesa, peguei a garrafa de vinho da cuba pra servir. Enchi o copo da minha tia e, quando fui servir a Susana, ela pediu só um pouquinho. Nessa hora, como a saia dela estava levantada, percebi que ela usava meia-calça e não meia arrastão, e aquilo já me deixou louco.
O jantar foi tranquilo, risadas, comentários de duplo sentido, mais risadas, mas sem pressionar a Susana. Ela não bebeu nem o pouco vinho que coloquei. Depois de um tempo, minha tia falou em subir. Eu disse pra me darem cinco minutos e subirem.
Subi primeiro pra arrumar a luz do meu jeito e acender as velas que tinha preparado. Quando elas chegaram, só elogiaram como estava tudo lindo. Como sabia o que cada uma gostava de beber, recebi as duas com taças prontas. Elas aceitaram e disseram que foi um detalhe e tanto.
Sentamos e, rapidinho, minha tia perguntou...
LUCIA - Susana, quanto tempo que você não dança?
SUSANA - Hahaha, já perdi a conta de quanto tempo faz.
LUCIA - Carlos, como um bom anfitrião, você tem que dançar com a gente. SUSANA—Não me coloca nessa situação.
EU—Situação nenhuma, adoro dançar com duas gostosas.
LUCIA—A música já tá tocando. Tá esperando o quê?
Levantei e ofereci a mão pra minha tia, mas como já tava preparado, ela disse que primeiro a convidada. Então fui até a Susana e, meio hesitante, ela se levantou. Com os saltos que usava, parecia maior. Quando nos abraçamos pra dançar, ela mantinha distância, os braços estrategicamente posicionados pra eu não conseguir apertar ela. Era só questão de esperar. Troquei de parceira várias vezes; enquanto dançava com minha tia, notei que o copo dela ainda tava quase cheio. Fiz o sinal pra minha tia de que a noite "ia começar".
Voltei a dançar com a Susana, ela já tava mais à vontade. Consegui apertar ela contra mim, e ela aguentou firme. Com meus movimentos, comecei a ficar de pau duro, ela percebeu porque deu uma agitada, como se quisesse sair ou fazer algo. Já tava com uma bela ereção, ela ficou parada, mas não fez nada, não sei se por causa da minha tia. Fiz um sinal pra minha tia, que levantou e foi ao banheiro.
Quando ouvi a porta fechar, ela fez menção de se soltar, mas me pareceu que sem muita convicção. Falando que não tava certo, minha tia, o marido dela, blá, blá, blá… Aproximei minha boca do ouvido dela e, com voz firme, falei:
—CALA A BOCA AGORA.
Passei minha mão da cintura dela pra aquela bunda maravilhosa. Quando ela sentiu, tentou se afastar, não pensei duas vezes: dei um tapa forte nela. Ela me encarou, e quando vi que ia falar alguma coisa, dei outro tapa com a mesma força. Ela me olhou de um jeito "estranho".
—Me escuta bem. Eu não sou a "mamãezinha" que você tem como marido. Sabe quem eu sou?
—Não, quem. (Com voz bem suave)
—Sou o cara que vai te foder, que vai te dar o que ninguém nunca te deu e que você precisa pra caralho, mas principalmente o cara que vai estrear essa bunda, que me deixa louco. (Dando mais um tapa na bunda dela)
Tá bom pra você?
Ela já tava se movendo no meu ritmo, bem colada no meu pau. Mas não falava nada. Dei outra nela e falei pra ela me responder.
— Sim — ela disse bem, bem baixinho.
— Como? Dei mais uma palmada.
Ela me olhou e disse SIM. Beijando ela na boca e ela correspondendo, meio sem jeito. Pra logo me perguntar… E a Lucia?
A Lucia tá com os olhos fechando e com o que bebeu já já vai dormir.
Minha tia entrou, fiz sinal de novo pra ela, ela se fazendo de meio bêbada, disse que ia dormir que tava caindo, que tinha exagerado na bebida hoje. Foi pro quarto dela. Assim que ela saiu, sentados ali, comecei a meter a mão na Susana, ela tava úmida, mas não molhada como eu gosto, tava claro que aquele não era o melhor lugar. Apaguei as velas, peguei na mão dela e fiz ela me acompanhar, a cara dela era uma mistura de expectativa, tesão, morbo, vergonha…
Quando chegamos na porta do meu quarto, ela disse sussurrando que ali não, melhor no dela, dei outra palmada e ela calou a boca. Uma vez dentro, quase implorando, pediu pra eu trancar a porta. Fiz isso e ela melhorou o semblante, mas mudou de novo quando viu a janela aberta. Falei que não ia fechar, que gostava do ar fresco.
Sem dar mais tempo pra nada, beijei ela de novo, dessa vez ela participou de verdade, desci o zíper que tinha atrás da saia dela, sentindo ela cair, e depois arrebentei os botões da blusa, esperava que ela fosse ficar puta, mas foi o contrário, me beijou com mais vontade.
Me afastei dela pra, com a pouca luz que tinha, ver ela bem. Era “SENSACIONAL”, a lingerie dela era demais pra mim. Sentei na beira da cama, fiz ela vir até mim, quando chegou, mandei ela virar de costas e me dediquei a beijar aquela bunda que eu tanto queria, mordiscava ela, ouvia como ela suspirava, tava perdendo o medo.
Fui tirando a calcinha dela devagar, sem parar de lamber a bunda dela, uma vez fora, por trás fui tocando ela com as mãos, ela já tava começando a ficar mais molhadinha. Tocava em tudo e quando meus dedos chegavam perto do clitóris dela, ela ficava louca de tesão. Mas não era o Momento. Soltei o sutiã dela e fiz ela virar. Pra ficar o dia inteiro chupando e lambendo aqueles peitos. Ela quase não tinha auréola, mas era só bico, exagerado.
Comecei a mamar neles igual um bebê. Ela foi acelerando a respiração e passando a mão na minha cabeça. Quis me pegar e não deixei. Virei ela de bruços de repente, cheguei perto do ouvido dela e falei…
— Que você me deixou com muito tesão e foi muito safada, quando alguém se comporta mal, tem que receber um castigo. Né? (falei sussurrando no ouvido dela)
— Siiim, ela respondeu, toda submissa.
Bati mais leve e ela empinava mais a bunda. Quando eu ia parar, tive a sensação de que se continuasse ela ia gozar. Me abaixei e comecei a brincar com a língua na bunda dela. Foi só sentir a ponta da minha língua no cu dela que ela começou a falar sem parar.
— Porra, que gostoso. Que delícia. Continua, continua.
Eu continuei calado, ocupado demais. Ela se contorcia pra caralho. Virei ela de novo e depois de passar a língua em tudo, até ela ficar fora de si. Fui onde nós dois queríamos e comecei o que seria a primeira vez que chupavam a bucetinha dela.
O clitóris dela era super sensível, então pra ela não gozar rápido, eu dava uma lambida e tirava. Até que numa dessas, ela agarrou minha cabeça e apertou contra ela, abrindo mais as pernas, sentindo ela gozar, gritar e gemer.
— Juro, nunca tive um orgasmo assim. Obrigada, obrigada… (me beijando sem parar)
— Que bom, mas a noite ainda não acabou. Você vai me obedecer em tudo. Vai gozar como nunca.
— Siiiiim, siiiiiim… (ela falava me apalpando por cima da calça)
Me despi completamente e ela disse que não sabia se aquilo ia caber. Certeza que vai caber em todo lugar. Aproximei meu pau da boca dela, ela chupava meio sem jeito, era verdade que era nova nisso, fui ensinando como fazer.
Ela com carinha de inocente perguntou se eu ia meter. Achei graça da cara dela e do jeito que falou, virei ela de novo, colocando a cabeça dela no ao lado dos pés da cama, assim ela não ia ver a janela. Ela queria se posicionar do jeito que eu mandasse, mas deixei ela como tava, de barriga pra cima, aproximei meu pau dos lábios da buceta, brincando com a ponta por eles sem enfiar. Ela só olhava e falava por favor…
Perguntei se tomava alguma coisa pra não engravidar, e ela disse que tinha um DIU. Enquanto percebia que agora sim tava super molhada, continuei sem enfiar tudo, até que vi minha tia aparecer. Ela tava de pé, completamente nua, mas esperava meu sinal pra se aproximar.
Fui enfiando devagar, bem suave. Ela só dizia…
— Minha nossa, minha nossa. Que delícia, como eu sinto. Que quente que tá.
— Viu como cabia, já tá toda dentro.
— Siiiiim?
E dei duas enfiadas pra ela sentir, me abaixei e beijei ela, pra não se mexer e não descobrir minha tia. Enquanto continuava fodendo devagar…
— Se quiser pode enfiar mais forte, igual antes. (Falava com voz quente)
— Que foi, a putinha quer mais forte?
— SIIIIIM. Pode ME ARREBENTAR.
— Vai deixar eu arrebentar essa rabuda que você tem?
— Tudo é seu, só seu. Mas… ME FODE.
Foi quando me levantei, coloquei as pernas dela sobre meu peito. E comecei a foder mais forte, mas não no máximo. Ela dizia que assim, nessa posição, sentia mais. AAAAHHHHHHHH, me dá mais, preciso de mais.
Minha tia se aproximou acariciando a cabeça dela. Susana olhou, não sabia o que fazer, olhava pra um e pra outra.
— Desculpa Lucia, desculpa. (Ela mal conseguia falar)
— Não tem nada pra perdoar, aproveita, já tá na hora, você merece.
— Vocês dois combinaram isso?
— Sim
— Que filhos da puta que vocês são, mas que maravilhosos filhos da puta. (Ela falava mais gemendo do que com voz normal)
— Cê tá vendo como ele fode bem?
— AHHHH, TÔ VENDO SIM.
— Me dá um beijo?
— Isso não.
Eu parei quase completamente, só um movimento bem leve.
— Não, não, não… não para, continua.
— Sempre tive vontade de você, muita vontade. (Falava no ouvido dela e tocando um mamilo)
Susana, a Peguei ela pela cabeça e comecei a beijar ela com força. Vendo ela daquele jeito, comecei a foder ela com mais força. Minha tia foi com a boca chupar o mamilo dela, quando ela percebeu, começou a gritar pra gente não parar, que era gostoso, gozando de novo de forma desesperada.
Deitei na cama e falei pra Lucia ensinar ela a chupar um pau. Minha tia começou, ensinando como fazer, depois a Susana seguiu, uma e outra vez. Ver elas era excitante. Minha tia falou: "agora você sozinha". Ela ficou atrás dela e chupava tudo, a Susana no final se rendeu e dava toda a facilidade.
Tava quase gozando, falei pra ela não parar. Minha tia chegou perto dela, dizendo pra não deixar escapar nada. Ela tirou a boca e disse que não sabia se ia gostar. Lucia deu na bunda dela mais forte que eu. Metia sem parar, falando: "engole". Eu gozei igual um desesperado, sentia a Susana chupando, sugando, engolindo tudo. Quando terminei, Lucia se beijou com ela, se abraçaram. Minha tia se colocou por cima dela fazendo um 69. Ela no começo ficou meio sem graça, mas a Lucia colocou a boceta na boca dela e eu vi ela lambendo igual uma putinha.
Me afastei um pouco pra ver elas, era digno de ver, enquanto eu me acariciava sozinho. Só de olhar já tava com uma ereção foda de novo. Ouvi a Susana gemer mais fundo, dava pra ver que a Lucia tava fazendo muito bem, porque ela gozou de novo, igual das outras vezes, com uns espasmos e movimentos alucinantes.
— Chega aqui, Carlos, que deixei a bunda dela preparada pra você.
— Primeiro vou foder você até gozar.
— NÃO, primeiro ela, enquanto você arrebenta ela, ela vai terminar de chupar minha boceta.
— Vocês vão me matar. Nunca gozei tantas vezes.
— Você tem um dos seus "brinquedinhos"?
— Siiiiim.
— Senta em cima. (Eu já deitado na cama)
— Ahhhh, ohhhh, que gostoso (ela falava enquanto sentava no meu pau)
— Começa, Lucia.
— Tá gostando? (colocando um vibrador anal nela)
— Siiiiim.
— Passa bem na bunda dela.
— Já tá. Tua disposição.
Mudamos de posição, minha tia passou bem o pau em mim. E se deitou com as pernas bem abertas na cama, Susana de quatro no meio das pernas dela. E eu atrás dela enfiando o pau devagar. Lucia se aproximou, acariciava o rosto dela, incentivava, beijava. Se abaixou, meteu debaixo dela, acariciava e lambia o clitóris dela. Isso fez ela relaxar e o pau entrar melhor. Quando já estava todo dentro, eu parei, dizendo pra ela marcar o ritmo.
Enquanto Lucia chupava ela, ela foi se mexendo cada vez mais. Comecei a me mover, ela não reclamou, acompanhava o ritmo, até que falou…
— Tá doendo um pouco, arde, mas… que GOSTOOOOO, mais rápido, mais rápido.
Ela tinha o cu tão apertado que prendia meu pau de um jeito que parecia que ia arrancar. Gozou quase uivando e, quando gozou, pediu pra eu tirar, que por essa vez já tava bom. Tirei devagar e ela só falou… UUUFFFFF QUE É DEMAIS.
Fui no banheiro me lavar pra voltar de novo. Quando voltei, vi Susana deitada de barriga pra cima e Lucia sentada na boca dela, com cara de puta total. Cheguei, fiquei de pé na cama e Lucia abocanhou meu pau. Pediu pra eu gozar com ela e encher bem a boca dela. Fiquei batendo punheta até ela me avisar, enfiando o pau e gozando como dois bichos juntos.
Ficamos os três deitados, abraçados uns nos outros e dormimos.
7 comentários - Minha tia gostosa e boazinha III