Claudia vingativa... Cap 61 a 64

Claudia é uma vadia vingativa 61

Quando estava prestes a arrancar, ela desceu do carro e voltou pra casa pra devolver as chaves. Quando sentou do meu lado, disse que gostava da vida que a gente tinha, que talvez pudéssemos visitar ele junto no escritório, mas aquele carro não tinha lugar na nossa vida. Ela colocou a mão esquerda no meu volume e mandou eu dirigir pra casa. Se aproximou pra me beijar e disse que me amava.

Quando chegamos em casa, a TV estava ligada, Carlos, o namorado da Lúcia, assistindo. Fomos cumprimentá-lo e Claudia sentou do lado dele no sofá, se reclinou um pouco e foi pegando no sono. Eu falei pra irmos pro quarto, ela garantiu que descansava um pouco e ia. Carlos desceu pro chão, no tapete, e disse pra Claudia se acomodar. O vestido dela estava bem levantado e dava pra ver quase o começo da calcinha, a cabeça do Carlos bem naquela altura. Fui pro quarto. A sala com a TV fica do lado do quarto da Lúcia. Eu nem conseguia olhar o que rolava.

Quando Claudia veio pro quarto, me mandou deitar, colocou uma camisinha em mim, se despiu toda e montou em mim. Quando agarrei a bunda dela, senti toda manchada de porra. Ela se aproximou do meu ouvido:

— Quando você foi embora, me virei e fiquei com a bunda virada pra ele… esperei um pouco e ele se levantou… me tocou um pouco na bunda pra ver se eu reagia… e depois levantou meu vestido… me acariciou por um tempão… bem devagar pra eu não acordar… aí ele tirou o pau dele e começou a bater uma… e quando tava gozando, me respingou tudo na bunda… isso que você tá sentindo… depois ele baixou meu vestido… apagou a TV e foi pro quarto… e eu fiquei com tesão… me come, vadia…

— Que gostosa você é… tá cada dia mais linda…

— E mais vadia… adoro pau… não sei o que acontece comigo… não consigo me segurar…

— E quem pede pra você se segurar…

— Aaaa… que vadia eu sou… — disse gozando — e a neném… que vadia que é a mãe… vadia tarada que eu sou… quero pau… adoro pau… — falava no meu ouvido, enquanto gozava.

Depois Se virou de quatro.
—Me come como uma puta… sou uma puta… me come, vai… —peguei ela pela cintura e comecei a meter bem forte. —É, adoro essa pica… qualquer otário me come… até você… saco de chifre… pedaço de maricona… você goza com as sobras… eh, porca… —e minha pica cada vez mais dura a cada insulto. —Tô cheia de um macho de verdade… não de uma maricona… vai, sua chupetinha… fuck… como se fosse um homenzinho… —furei ela bem forte até gozar, caí em cima dela e ela me beijou, depois nos ajeitamos e dormimos um pouco. Quando acordamos, os meninos tinham comido e cuidado da Nerea, deixaram um bilhete dizendo que iam pra praça com ela. Claudia foi tomar banho e quis que eu fosse junto, que limpasse ela com cuidado. Claudia vestiu uma leggings sem calcinha, aquele rabão marcado e os lábios também. Quando voltaram da praça, a Lucía tinha lição de casa e foi pro quarto. Claudia tava na cozinha e chamou o Carlos. Eu tava na sala brincando com a Nerea, tentando escutar o que eles falavam.
—Sabe, Carlos… não sei como te dizer… fui me deitar… depois de ficar deitada no sofá… e tava com a Booty toda manchada… você não comeu nada… não se serviu de nada e deixou cair alguma coisa…
—Não… vi TV um pouco e fui dormir… que estranho…
—É, estranhíssimo… tava tipo um creme na Booty… não sei o que podia ser… bom, não importa… vai lá com a Lucía se quiser…
Assim chegou a segunda-feira, Claudia voltou à rotina de trabalho, entrou numa daquelas fases de muito serviço. Não tinha tempo pra nada. Além disso, toda a energia dela focada no trabalho. Perto do terceiro mês. Como na gravidez anterior, começou a ficar cada vez mais tesuda. Queria que furassem a bunda dela, um homem de verdade, dizia. Mas o trabalho ainda sugava muita energia dela. Um desses dias, por causa do cansaço e da frustração, ela se irritou feio comigo, disse que tinha que trabalhar porque eu era um inútil, que não conseguia sustentar a família como um homem de verdade. Descarregou uma série de insultos. Mas não estávamos transando. Eu tava puta e não levava como brincadeira. Pela primeira vez na vida pensei em precisar ir embora, me afastar. Parecia que não podia por causa da Nerea. Mas não queria maus-tratos. Uma coisa era nosso jogo. Outra era tudo virar reclamação real. Numa sexta à noite esperei ela e coloquei a par. Falei que tava cansado, que tinha permitido um monte de coisas sem reclamar. Mas não aguentava mais o desaforo dela à toa. Porque sim e sem me considerar em nada. Ela me olhou séria e ficou pensativa. Na manhã seguinte veio com café na cama, me deu um beijo na boca e pediu desculpas. Não entendia muito bem o que tava rolando.
— Fiquei pensando muito ontem à noite… não conseguia dormir e acho que você tem razão… você realizou todos os meus caprichos… acho que não posso te maltratar só porque sim… então terça-feira você vai no açougue e convida um dos dois… o Juan ou o Mário… escolhe você… preciso de uma rola no cu… uma rola bonita… pensa em quem você tem mais vontade de ver me furando… assim tá bom eu te tratar, né…? Hmm, sua maricona… preciso de rola… rola de homem… de um homem de verdade… terça-feira você escolhe… sim…? — Ela apertou minha rola, que já tava bem dura, me deu um beijo na boca e saiu pro trabalho. Fiquei na cama com uma mistura de sensações, mas era isso que eu tinha querido e consegui. Então de novo excitado, ela e eu, sem maus-tratos à toa. Só o que escolhemos e curtimos. Tem gente muito doente.
Naquela tarde a Cláudia me ligou do consultório. Dava pra ouvir que ela tava com tesão. Falou pra eu ir buscá-la no consultório, que tava frio, precisava de motorista, te amo muito, céu, disse e desligou. Quando cheguei, o Sebastião tava saindo, me cumprimentou educadamente. Quando entrei, fui pro consultório, ela me esperava com a bunda minúscula pra cima, apoiada na mesa.
— Enfia a linguinha… precisava de uma rola no cu… o cara não acredita… enquanto me furava o cu sem piedade… repetia que não tava certo o que a gente fazia… mas eu levava bem forte… a pica como um porrete… e senti a descarga que ele me deu… —e fazia força pra fora pra expulsar a porra do cara.— Que degenerado, hein… nem as grávidas respeitam… que coisa… chupa bem… inútil… agora sim posso te chamar de inútil… me limpa direito… passa essa língua de puta chupadora… assim, inútil —e se masturbou até gozar mais uma vez, depois foi pro banheiro, se limpou um pouco e fomos pra casa.

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E assim eu esperava ansioso pela terça, pensava em quem ia chamar, teria que escolher quem convidar. Na segunda à noite, a Claudia me falou pra deixar a terça de lado, que não ia ver ninguém. Passaram mais uns dias sem novidade. No fim, ficamos uns dias sem transar. Naquela noite na cama, ela me amarrou. Ficou só de calcinha, uma calcinha rosa rendada, que ficava uma delícia nela, dava pra ver a barriguinha, e ficou de peitos de fora. Montou na minha cara de frente pra mim, os joelhos dos dois lados da minha cabeça, aproximou a buceta pra eu sentir o cheiro.
—Passa a língua na calcinha… sentiu meu cheiro… você gosta, sua puta… queria você mais excitado… por isso cancelei a terça passada… na terça que vem você vai escolher um… e vai levar ele pro consultório —enquanto falava, ela afastou a parte que cobria a buceta e me deu pra chupar.— isso… assim… que língua linda que a chupadora tem… chupa bem… é o que você faz de melhor… por outro lado, quero que você arrume um emprego… tem um médico que tá de olho em mim… ele tem uma ambulância… falei que tenho um motorista pra ele —ficou calada um tempão me segurando pela nuca enquanto eu chupava e teve um orgasmo na minha cara. Depois falou que era melhor a gente dormir. Ela foi me deixando com tesão cada vez mais até a terça. Na terça de manhã, antes de sair, ela me disse:
—Me traz um paciente no consultório… o que você quiser… pega um táxi… e leva ele pro consultório… quero dar pra ele lá… mais sossegada —ela tava com os brincos grandes, uma camiseta com a barriga de fora e Uma saia elegante. – Vou falar com o doutor também… vou dizer que você tá pronto pra trabalhar… que tal?
– Tudo que você mandar… – ela me deu um beijo e disse que a gente se via no consultório.
Fiquei a manhã inteira nervoso. A Claudia tinha combinado com a Lucía que ela ia cuidar da Nerea com o namorado. Quando fui ao açougue, não sabia o que fazer nem o que dizer. O Mario chegava às 14 horas, pensei na tatuagem no braço dele e, além disso, que ele era o pai do filho que a Claudia tinha na barriga – isso pesou rápido na balança. Liguei pra Claudia e falei que o Mario chegava às 14, como a gente sempre fazia.
– Resolve isso, não seja tão inútil, pelo amor de Deus… ou você quer que meu filho nasça com desejos?
Sabia de que lado vinha. Umas quadras antes, interceptei ele.
– A Claudia quer te atender no consultório dela… – vi o sorriso no rosto dele.
Ele me olhou sorrindo, pegamos um táxi e fomos o trajeto todo em silêncio. Paguei o táxi e descemos, abri com minha chave, passamos pelo corredor e entramos no consultório. A Claudia estava vestida com um jaleco. Ela veio até ele e se beijaram. Ela abriu o avental e só estava usando aquele conjunto rosa.
– Gostou, meu rei? Tô bonita? Olha como minha barriguinha cresceu… – ele começou a acariciar bem devagar.
– Que forma linda que você tá tomando, rainha… – ela se ajoelhou, tirou o pau dele do cativeiro e começou a chupar enquanto ele passava a mão devagar, massageando a buceta dela por cima da calcinha. Depois, a Claudia fez ele sentar na poltrona preta, tirou a calcinha e se acomodou de frente pra ele. Puxou os peitos pra fora do sutiã e foi guiando o pau dele até a bunda dela, enfiando aos poucos. Se beijaram de boca aberta em silêncio. Enquanto o pau do verdureiro sumia no cu da Claudia.
– Que gostoso e grosso que você tem… que tripa linda você me fez… – ele chupava os peitos dela com muito prazer, ficaram parados, um por cima do outro.
– Que bunda linda, doutora… adoro meter em você…
– Adoro seu pau no meu cu… – ela começou a subir e descer. Devagar em cima dele.—Quero que me coma muito… gosto de levar no cu quando tô cheia… sim….????
Eu tirei ela de cima dele e coloquei ela de joelhos no chão com o corpo sobre o sofá de couro preto, me ajeitei e comecei a meter com muito mais paixão, tava cada vez mais tesuda.
—Se eu já olhei teu cu quando você vinha no açougue… as punhetas que dediquei pra você…
—E agora você tá comendo… tudo pra você… cê gosta, meu rei… —e virou a boca pra ele beijar ela.
—Já posso morrer tranquilo, rainha…
—Não, não morre não… arrebenta bem… deixa tua marca… goza na tua mulher… toda sua… sua puta… que grossa que é… e que dura… cê gosta, hein…?
—Adoro teu cu, rainha… é um sonho…
—Seu, meu rei… tudo pra você… —e voltaram a se beijar de boca, ele ficou parado, me pareceu que não queria gozar, que tava se segurando.
Depois ela quis que ele sentasse no sofá e ela montou nele de costas, me chamou:
—Vem chupar essa buceta… vai, que tô com os lábios inchados de tesão… vem, porca… —eu me ajoelhei e comecei a chupar a buceta dela, ela me segurava pela nuca. —Chupa as bolas do Mario também… e se sair alguma coisa da pica dele também… cê é nossa serva… vai… essa pica você vai ter no cu um dia, porca… chupa bem assim… que bem que você mama, viado…
Claudia se jogou em cima dele, tava cada vez mais tesuda e gozando. Depois saiu um segundo pro banheiro, ele continuava bem duro. Ele se levantou e agora quis que ela chupasse ele de joelhos na frente dele.
—Chupa bem… vai, puta… que lindo que você chupa… e que cu lindo que você tem… —colocou ela de novo na borda do sofá e voltou a meter, dessa vez meteu bem forte até gozar. Ele se cravou nela quando gozou enquanto se beijavam, e Claudia também gozou de novo. Ele ficou mais um tempo e foi saindo devagar. Sentou no sofá e Claudia foi limpar ele. Ele tinha que ir trabalhar. Dei dinheiro pra um táxi e acompanhei ele até a porta. Claudia continuava… ajoelhada no sofá.
—vem… passa bem a língua… vai, chupa gostoso… escolheu bem… adoro tudo que ele faz comigo… acho que ele tem que ir te substituindo aos poucos… quanto será que ele ganha na quitanda… porque meu secretário já me cansa um pouco…
—Mas love… ele não pode ser seu secretário…
—Pra mim ele tem o que eu preciso… se for o caso, você vem dar uma força… até ele se acostumar… você vai começar de noite na ambulância…

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E foi assim, quando ela metia algo na cabeça era impossível mudar de ideia, primeiro falou com o Mario, que não acreditava, mesmo assim insistia que não podia fazer um trabalho daquele, mas quando ela se mostrou decidida ele topou na hora, Claudia disse pro Sebastian que se sentia muito culpada por transar com ele e do jeito que fizeram, se sentia uma puta, mas que ele a excitava e ela não queria ter ele por perto, no fim, mandou ele embora. E ele foi sem problema, tive que chegar um pouco mais cedo pra explicar o serviço pro Mario. Ele logo se mandou. Quando a Claudia chegava, ela me dizia que eu podia ir embora. Que ela ficava explicando. Numa sexta à noite, depois que a Lucía foi com o namorado e a Nerea foi dormir na casa dos pais da Claudia, ela me mandou buscar ela no consultório, que a gente ia jantar fora, obviamente jantamos nós três, pra minha surpresa ela sentou de um lado da mesa e nós do outro e não teve nenhum gesto com ninguém, me senti estranho. Claudia falou.
—Depois do jantar vamos dormir em casa… nós três… quero ele na minha cama… você gosta, meu amorzinho… — disse sorrindo pra mim..—
—O que você mandar, meu love, como sempre…
—Quero você do meu lado… e ele do lado ativo… você não sabe como a gente se dá bem no consultório… — Mario continuava calado.— você vai ter que se virar e arrumar um apartamento pra ele… ele tá morando numa pensão… não tá certo…
Ela se aproximou de mim e me deu vários beijos por cima da mesa. — te amo, meu céu… mas ele é meu Cara… e não sei se quero ficar trocando de macho… a essa altura… ele não tem problema em te dar beijos… nem em você cuidar do filho dele… mas eu sou a mulher dele… tá claro, amor…
-É o que você disser…
-Ele me olhou sorrindo e jantamos em silêncio, depois fomos pra casa de carro em silêncio, ele sentou do meu lado e a Claudia sozinha atrás. Entramos no prédio e a Claudia disse que ia tomar um banho, pra eu levar ele pro quarto e ir pro banheiro. Quando ela entrou no banheiro, me mandou tirar a roupa e vestir a calcinha rosa dela.
-Quero você bonitinha hoje… pro meu macho ver que você é obediente… e leal… hein, putinha… – e apertou meu pau por cima do volume. – Vai pro quarto e fica parado do lado da cama…

O cara ficava me olhando divertido e umas duas vezes passou a mão na minha bunda por cima da calcinha.
-Você tem pouco pelo… parece uma bunda de mulherzinha a sua… hein, bundão…? Eu fiquei em silêncio. – Você gostaria que eu te comesse um dia…? Eu tava calado, com uma raiva interna muito forte. Nisso a Claudia entrou no quarto. Ele passou a mão na minha bunda de novo.
-Falei que ele tem uma bunda gostosa e ele ficou puto… quase desafiador… – A Claudia me olhou séria.
-É verdade, maricona… você desafia meu homem…

Eu fiquei calado. A Claudia colocou um travesseiro na cama e mandou eu deitar de barriga pra baixo em cima dele. Ela baixou minha calcinha até a metade da coxa e começou a acariciar minha bunda, brincando com os dedos lá. Ele se ajeitou atrás de mim. Eu queria sair dali, fazer alguma coisa, mas não conseguia me mexer, tava congelado. Senti o pau dele abrindo espaço na minha bunda. E foi uma mistura estranha. Doía. Mas não me desagradava. Ele foi ficando mais excitado a cada minuto. Me comeu um monte. Doía, mas eu me sentia estranho. Meu pau duro igual aço, quase gozando. A Claudia falou:
-Enche ele se quiser… depois me come tranquilo… temos a noite toda… – Ele começou a acelerar as metidas até que eu senti ele explodir dentro de mim, e meu orgasmo veio junto com o dele.
-A porca gozou… espero que não te olhe mais com desafio… ela adora pau… mais… vale que ela mudou a expressão... -depois ele parou do meu lado e me fez chupar ele por um bom tempo. O pau dele logo ficou duro de novo. Claudia subiu minha calcinha de novo, ficou atrás de mim, segurando meu pau com a boca perto do meu ouvido, e o cara atrás dela apontando pra bunda dela agora.
-Agora entrou no meu... viu que delícia que é... você gostou, não é?... E apertou forte meu volume. Ela se virou pra falar com ele agora. -Sim, meu rei, fura minha bunda... as bundas dessa casa são suas...
-Falta a putinha... sua filha...
-Aaaaaa... sim, a cachorrinhaaaa... você gosta, hein...
-Adoro... faz tempo que não vejo ela... deve estar uma mulherão...
-Sim, ela é gostosa... tem uma bunda igual a minha... mas mais durinha... mais jovem... e o namorado me parece meio otário... acho que nem comeu ela... aaaaa... isso, mete forte, meu rei...
-Bom... temos que ver como fazer... pra eu poder comer sua filha também...
-Não sei... como faríamos... um dia vou mandar ela passar no consultório, quer? E aí você vê como faz...
-Bom, vamos ver... por enquanto, adoro aproveitar sua bunda... é a mais gostosa...
-E aproveita... é toda sua... você é meu único homem agora... meu macho... meu rei... meu marido, quando receber, vai alugar um apartamento pra você... e todo mês ele vai pagar o aluguel... assim posso te visitar também...
Ficaram um tempão, Claudia voltou pro meu ouvido, eu não conseguia processar a parada da menina, é verdade, ela é uma mulher, mas o que tava rolando? Eu me sentia cada vez pior.
-Calma, amor... Lucia é uma mulher de respeito... quero que ela tenha o melhor... que aprenda a gozar... como você gozou agora, porca... -ela apertava meu pau que tava bem duro.- você gozou igual uma cadela... imagina minha filha... que é uma mulher de verdade... que gostosa sinto ela na bunda... -ela se virou de novo pra falar com ele e se beijaram de lado, ficaram mais um tempão quase sem se mexer, só com o pau enterrado na bunda da Claudia. Depois ele quis dar na boca dela, ela se ajoelhou no chão e ele ficou de pé na frente dela. Espirro tudo na cara dela. Depois a Cláudia me mandou dormir na sala, eles queriam dormir em paz. De manhã, estavam transando na buceta, a Cláudia gozava pra caralho, faziam tudo em silêncio, ela montava nele e os dois curtiam demais. Depois tomaram banho juntos e ele foi embora. A Cláudia veio na cozinha e mandou eu preparar o café.

Cláudia é uma puta vingativa 64

E foi assim que comecei na ambulância, o trampo era bom, o médico era gente boa e a gente se dava muito bem, só evitávamos falar da Cláudia. Tava com uns 15 dias de serviço, o maior problema era que por enquanto eu trabalhava de noite. Aquela manhã cheguei em casa e a Cláudia ainda tava deitada, era terça e ela não ia pro hospital, tinha o dia inteiro livre. Quando entrei no quarto, ela me amarrou na cama e veio me comer, eu tava há um tempão sem transar, ela colocou uma camisinha em mim e mandou eu ir devagar, que não queria que eu gozasse. Chegou perto do meu ouvido.

— Acho que você pode pedir um adiantamento do salário pro doutor… quero alugar um negócio do Mário… assim quando eu sair do consultório alguns dias posso dar uma passadinha… procura perto do consultório… eu vou te emprestar grana pros móveis… você vai me pagando por mês… já vi a cama que eu gosto… é um pouco cara… mas não tem problema… — ela ficou me montando um tempão e gozou umas duas vezes. Depois mandou eu dormir um pouco, que queria me acompanhar pra comprar a cama. Era uma cama linda de dois lugares e meio. Ela tava encantada. Também já tinha se mexido e já tinha um apartamento bem perto do consultório praticamente fechado. Então fomos de tarde, vimos e fechamos tudo, ficava a cinco quadras do consultório. A Cláudia tava encantada. A cama chegava no dia seguinte. Eu entrava no trampo naquela quarta às dez, a Cláudia mandou eu passar pra buscá-la no consultório às oito e meia. Quando passei no consultório, a Cláudia mandou eu esperar lá fora, fomos pro carro dela, o Mário vinha com a gente. Fomos até a casa dela, a Claudia me disse que ia fazer a entrega formal do apartamento, pra eu esperar no carro, que daqui a pouco ela voltava. Passou quase uma hora, a Claudia me beijou e senti o gosto amargo na boca, depois pegou minha mão e levou até a buceta dela, tava cheia de porra.
—Me leva pra casa… que gostoso me comeu… a cama é muito boa… alguns dias vou ficar com ele… quando você estiver em casa e puder cuidar das meninas… assim eu transo tranquila com meu macho… —eu mordia a língua pra não reclamar e a Claudia ia se masturbando devagar, ainda tava muito excitada.— Tava com uma vontade de ficar com ele… queria que enfiasse no meu cu também… dormir com o pau dele no rabo… mas fazer o quê… você não pode pedir o dia…?
—Faz pouco tempo que trabalho, amor… acho que não vou aguentar o emprego assim…
Ela pegou o celular. —Alô, doutor… sou a Claudia, tenho um probleminha de família… tô de plantão, preciso que meu marido fique… pode me fazer essa boa ação… só por hoje… agradeço demais… —desligou com ele.— Me leva de volta pro apê… fala pras meninas que tô de plantão…
—Mas amor… você vai dormir lá…
—Vai enfiar no meu cu… entre outras coisas… vai me comer bem gostoso… um tempinho vou dormir…
—Mas você tem sua família…
—Não tenta me chantagear… amo minha família… —me deu um beijo suave nos lábios, estávamos na porta e ela desceu do carro.
Jantei com as meninas, vimos TV um pouco e fomos dormir, perto das 2 da manhã meu celular tocou.
—Alô, amor… o que você tava fazendo…
—Dormindo…
—Eu tô com o pau todo do Mario no meu cu… ele tá mais inchado… maior… ele é louco pelo meu cu… —ouvi ele— que cu que a sua mulher tem… tem que ser viado pra deixar outro te comer assim… —de novo a Claudia.— ele tá animado… aaaa… chegou de novo… aaa… sim… me faz muito… adoro… me dá mais… por favor… —nessa hora a Claudia desligou. Tentei me acalmar um pouco, servi um copo de vinho tinto e fiquei bebendo e mexendo no notebook. Depois voltei a dormir, dormi um pouco e perto das Meu celular tocou de novo às quatro.
—Oi, amor… tô com saudade… tô arrombando a buceta de novo… mas não é a mesma coisa sem você olhando… sem poder apertar seu grelinho… preciso que você chupe meu cu… acabado de usar… que pena… — era a voz do Mário de novo — que putinha gostosa que você é… adoro sua bunda… e como você é fácil… sou sua bunda fácil… toda sua… sua mulher… agora tô de putinha apaixonada… na cama… ele tá me furando que nem um animal… quer gozar e tá demorando… aiii desculpa… aiii vai… goza dentro de mim… bem no fundo… que pau gostoso que você tem e como explode… — a ligação caiu de novo.

Acordei de manhã e cuidei das meninas. Tudo em ordem, perto do meio-dia a Cláudia ligou.
— Preciso de você no consultório… dei o dia de folga pro Mário… ele merece… precisa descansar, coitado… esteja aqui às três… um beijinho… te amo…

E foi assim, a tarde inteira trabalhei no consultório e depois à noite na ambulância. Noite agitada, uma das mais agitadas que já tive, a Cláudia ficou feliz em casa com as meninas, viram uns filmes, se divertiram, curtiram pra caralho. Quando cheguei de manhã, a Cláudia já tava se arrumando pra sair.

Deitei e ela veio na cama me dar um oi, me encheu de beijos e ficou um tempinho deitada comigo.
— Não gosto que você trabalhe de noite… se preciso de você, você não tá… vou falar com o doutor pra você trabalhar de manhã… senão a gente arruma outra coisa… além disso, se você fica em casa de noite, posso fazer mais plantões… tô com muita vontade de ficar com o Mário… é meu vício particular… mas você sabe que não tenho mais amantes… sou uma senhora fiel… — apertou meu pau que tava durasso, fazia um tempão que eu não gozava, me beijou de novo e foi trabalhar.

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