Marcela.
Meu primeiro namorado foi o Alejandro, ele era filho de um padeiro cujo pai tinha vários negócios de padaria e massas finas, e abastecia as empresas em festas de casamento ou eventos. Ele morava a meia quadra da minha casa.
A gente cursou o ensino médio num colégio de Saavedra, e no último ano do colégio eu fiquei de namorada (como se dizia antigamente) nas férias de verão. Nós dois já tínhamos nos formado e eu, em março, começaria a trabalhar com minha mãe num negócio de costura dela e da minha tia Ernestina.
Alejandro, embora fosse um cara generoso, era inexperiente na arte de saber conquistar uma mulher sexualmente. Eu sempre fui quente, mas nunca tive coragem de me adiantar ao homem por causa daquelas longas conversas com minha mãe, que me dizia: "Sempre, filha, a mulher tem que esperar que ele te faça sentir que tá apaixonada por você. Aí, sim, quando se sentir segura, avança..."
Ele era realmente inepto no trato sexual com uma mulher, e eu, depois de passar várias horas no carro do pai (nos apalpando como loucos), ficava exausta. Mas, à medida que a gente avançava naquelas amassos no carro, eu descobria nele novos jeitos de me excitar. O auge foi uma noite em que ele conseguiu me despir quase por completo.
Alejandro nunca teve coragem de me penetrar; só me deixava toda arrepiada, me fazia chupar ele, gozava na minha boca e, segundos depois de eu mostrar, cuspia pela janela. Depois me levava pra casa.
A conclusão daquela quentura no carro era que eu terminava a noite sozinha na minha cama, me masturbando como uma louca. Costumava passar um tempão nessa operação e inúmeras vezes gozava várias vezes. Um dia cheguei a cinco, quando a noite virou manhã.
Quando me afastei do Alejandro, soube por uma amiga ocasional dele que a gente se encontrou numa tarde de verão na praça, a cinco quadras da minha casa. Ela já sabia que me conhecia e que eu trabalhava com meu ex-namorado. Depois de um tempo, numa conversa de duas mulheres que só se... querem confidenciar, ele me disse que uma manhã ouviu o pai do Alejandro, chamado de "Dom Oscar" por todo mundo, dizer:
Alejandro, se ela engravidar, você sai dessa casa
E que Alejandro teria que ir morar numa pensão ou, no pior dos casos: na minha casa.
Eu comecei minha vida sexual bem tarde, já com dezenove anos: antes disso, foram os bailes e os amassos só de mão em corredores, terrenos baldios ou simplesmente no último banco de um ônibus — essas eram minhas loucuras que ocuparam minhas experiências nos amassos.
Também soube me definir: eu não era daquelas garotas cuja beleza não combinava com meu corpo, simplesmente a natureza tinha entregado minha beleza na cama.
Eu era uma mulher gostosa e simplória, essa era minha maior virtude, e com o tempo e o passar dos anos, isso fez de mim uma mulher completa.
Em abril, comecei a trabalhar com minha mãe e minha tia numa oficina a meia hora de casa, e nós duas — eu e minha mãe — trabalhávamos das nove da manhã até as oito da noite, quando voltávamos juntas pra casa.
No sábado à noite, eu costumava ir dançar com algumas amigas do colégio e ia dormir lá pras três da manhã, acordando em casa sozinha umas três da tarde, porque minha mãe, como era costume há anos, saía pra casa da amiga pra passar o domingo.
Acordar lá pras duas ou três da tarde, meu clitóris costumava me incomodar muito, porque sempre fui muito sensível ali, mais do que a maioria das mulheres, e eu, no fim da noite de sábado, depois de voltar de dançar, costumava me masturbar duas ou três vezes até quase cair no sono.
No domingo, eu ficava sozinha em casa e fazia o de sempre: costumava vestir uma saia sem calcinha e, assim, aliviava por horas meu clitóris enquanto esquentava a comida que minha mãe tinha deixado antes de ela sair pro centro com uma amiga pra se distrair.
Muitos anos depois, quase quinze, descobri que essa amiga não existia e que era só uma desculpa. pra sair com um cara que morava em Ado Bonzi, onde minha mãe, transava até quase sete da tarde, quando os jogos de futebol terminavam e o amante dela voltava pra casa.
O amante da minha mãe era casado e costumava dizer pra esposa que ia pra San Isidro jogar no burro ou ver o San Lorenzo.
Minha mãe era igual a mim, dessas que parecem santas com todo mundo, mas quando ficava com tesão, fazia coisas com o amante que o próprio marido dela não fazia, nem a esposa do amante.
Mas a real é que minha mãe costumava dar com muito pudor pro amante a paixão do sexo que às vezes os costumes santos das esposas não entregavam pros maridos.
Ou simplesmente
Minha mãe fazia coisas que as mulheres dele teriam negado ao marido, se ele pedisse.
Foi aí que entendi de onde veio minha safadeza.
Nunca conheci meu pai, só soube que ele tinha ido embora de Buenos Aires e morava em Rio Gallegos, até que um dia descobrimos que ele tinha morrido. Morávamos na casa que ele tinha deixado pra gente, quando minha mãe contou pro meu pai que eu tava nascendo.
Nunca mais apareceu, pelo que minha mãe me contou, meu pai, mas um dia… um advogado deixou pra minha mãe uma procuração vitalícia da casa.
Minha mãe nunca me deixou ir vê-lo e nunca aceitou o nome que ele tinha escolhido pra mim, Liliana, simplesmente me colocou Marcela.
II
Início da aventura de Marcela
Quando, desobedecendo às ordens da minha mãe, me meti a ir ver meu pai, chegou o telegrama da morte dele.
Um acidente na mina de carvão tinha custado a vida dele e, juntando os poucos trocados que a gente tinha, fomos até onde ele trabalhava, numa viagem de quase vinte e duas horas, onde nos deram algumas coisas dele que minha mãe, com o tempo, vendeu, mais um auxiliar e delegado sindical nos deu o dinheiro de uma vaquinha feita pelos companheiros e a parte da empresa, um prêmio de produção adiantado e o seguro de vida dele. outras coisas que eram de direito.
Vendemos tudo o que ele tinha na casa de um amigo, eu só fiquei com algumas lembranças para a vida toda: o cachimbo dele, o relógio, coisas simples que ele tinha e que eu sabia que ele usou em vida...
Com esse dinheiro recebido, dois meses depois, nos mudamos para a capital, em Lugano, onde minha mãe conseguiu se empregar em casas de família, fazer comida para terceiros e para dois negócios da região. Eu já tinha vinte anos e trabalhava para uma contadora que cuidava das despesas de vários prédios.
Que ironia: a morte do meu pai nos firmou em todos os conceitos da vida.
Naquela época, eu tinha vinte e dois anos, e foi aí que começou minha vida sexual.
Gustavo foi uma aventura incrível, que marcou minha vida futura e me transformou, por dois anos, na amante dele.
Foi um acontecimento incrível, a segunda vez que eu saía com um homem de verdade.
Gustavo me atraía, era um cara legal, muito gentil comigo e, com o tempo, eu me apaixonei.
Ele era bem bonito, magro, tinha um cabelo arrumado que combinava com o rosto e possuía um certo charme que, depois de um tempo, percebi que era sem dúvida a simpatia dele.
Mas ele não disfarçava de me olhar com luxúria toda vez que me via passar saindo do supermercado e indo para casa.
Era o zelador da região, a cinco quadras da minha casa, com uns trinta anos.
E era casado.
Fiquei sabendo disso um tempo depois, por indiscrição de um cliente da nossa administração, vizinho do prédio onde esse porteiro morava e para quem a gente fazia a contabilidade.
Ele também me contou que o Gustavo vivia com a esposa no último andar, o décimo segundo, num apartamento, o único antes do terraço, e que trabalhava no subsolo, no descanso do meio-dia, consertando aparelhos que os próprios donos do prédio entregavam e alguns clientes da região de Lugano.
Uma tarde, esse zelador, não aguentando mais, me parou com um pretexto ilógico, mas cheio de prazer.
Ele me parou, entre outras coisas, sabendo que eu trabalhava numa administração, me dando... entender, entre outras coisas, que ele consertava qualquer coisa da nossa administração, me explicando que não era só o que tava colado na parede da administração, mas me deu a entender que, das três às cinco, ele ficava sozinho na oficina dele no fundo ou porão, que só ele tinha a chave e ninguém podia entrar sem autorização dele, onde, fechando a porta de um cômodo, ficava invisível pro prédio e a gente podia, tipo, conversar e bem…
Ah, ele me disse: "Vem um dia, a gente vai se divertir."
Minha resposta foi um "sim, claro", mas "e se…
Aparecer sua mulher?" (eu já sabia que ele era casado). "O que acontece?"
Ao que ele respondeu:
"Não se preocupa, ela trabalha como administrativa num colégio e sempre volta às cinco, então nunca chegaria sem eu saber."
Numa manhã de março, quando fui ao supermercado buscar as coisas da minha mãe pra fazer à noite, encontrei o Gustavo.
Ele ainda tava com a roupa de trabalho, comprando cera pra lustrar o chão que tinha acabado, e simplesmente, depois de me cumprimentar, sem rodeios, me disse:
"Querida, chegou o momento que nós dois estávamos esperando há tanto tempo.
Minha mulher saiu ontem pra casa da mãe dela, que tá doente, em São Luís, então tô sozinho. Se quiser, pode vir pra cá depois das nove da noite. Então, te deixo meu telefone, me avisa se der, e a chave da entrada da porta principal. Chega no décimo segundo andar, sobe a escadinha e encontra uma porta, tô lá."
Ele me entregou a chave e um telefone fixo da casa dele, saindo sem esperar minha resposta.
Demorei mais tempo no banho, minha mãe já tinha ido embora fazia umas duas horas. Coloquei dois absorventes higiênicos, pra caso, ao me desvirgar, na saída do prédio, ainda deixasse manchas na minha roupa — minha mãe sempre dava uma olhada indireta na minha roupa. Depilei todas as pernas e a minha parte correspondente ao sexo, deixando só uns pelinhos na parte de cima da minha buceta.
Enquanto fazia tudo isso, operações de me vestir e me perfumar, pensei que desde aquele dia não seria mais virgem, e se ia doer e mil coisas que toda mulher se pergunta...
Mas minha tara por comer o Gustavo era maior que esse medo.
Cheguei no apartamento, quando o Gustavo me viu, ele abriu a porta e me levou praquele quarto dele, abrindo apressado e disse: me espera pra ver se não tem problema, só vou levar uns segundos, saindo feito um idiota com uma cara de bobo genial...
Jantamos uma comida feita por ele, um Vitel Toné de entrada com um vinho rosé delicioso
E depois Canelones de acelga, ricota e presunto
Fiquei impressionada com a gentileza e a conversa surpreendente daquele homem, que já me parecia que aquele quarto simples, frescamente decorado e com vista pra uma varanda ampla, de onde entrava um gostinho lindo de uma noite que eu nunca imaginei
Depois das sobremesas geladas com champanhe, só consegui dizer
Gustavo, quero que você faça devagar, ainda sou virgem, o que desmontou a cara do Gustavo entre alegria e surpresa.
Não se preocupa, vamos fazer devagar, foi uma resposta idiota, apressado pela tara... (Anos depois me arrependi de ter sido tão idiota e confiado meu segredo a um cara sem ter preparado ele)
Só a nossa roupa nos separava um do outro enquanto meus braços envolviam o pescoço dele, num instante a gente se beijou pela primeira vez, onde minhas mãos se enfiaram no cabelo dele, minha língua passava pelo lábio superior e depois o inferior, pra depois morder e meter minha língua dentro.
Enquanto ele respondia ao meu beijo, as mãos dele apertavam minha bunda. Minha língua brincava com a dele dentro das nossas bocas, eu precisava provar ele, chupava a língua dele, os lábios dele, e depois minha língua brincava dentro da boca dele pra provar a dele também.
Eram beijos apaixonados, desesperados pra ter tudo dele.
Minhas mãos desceram pra camisa dele, enquanto eu ainda rondava a boca dele, tirei a camisa, enquanto ele estimulava minha buceta com a dele por cima da calça. Eu sentia a dureza dele e eu cada vez me molhava mais.
Tirei minha língua da boca dela pra chupar o lábio superior dela e depois morder.
Minha boca brincou com o contorno da orelha dela, chupava, mordia… e depois enfiava a língua dentro pra lamber…
Eu gemia com paixão, porque queria que ela ouvisse meu tesão, minha buceta já era um rio que derramava ondas de líquido molhando minha calcinha, além disso queria que ela percebesse o que aquele cara ia comer.
O braço do Gustavo se arrepiou… continuei com aquele roçado enquanto minha boca brincava com a orelha dele. Enquanto isso, as mãos dele já tinham desabotoado minha saia, agora estavam nos meus peitos, massageando por cima da minha blusa e sutiã.
Sentir as mãos dele ali me desesperou, parei minha brincadeira na orelha dele pra olhar pra ele, e falei bem pertinho do ouvido dele…
Gustavo, vai logo… me despe.
Aí ele começou a desabotoar minha blusa e depois jogou no chão. Deixei minha saia já desabotoada cair pelas minhas pernas, fiquei só de roupa íntima e meus sapatos, tudo branco combinando com minha saia, no chão.
Aqui vou fazer ele pagar por cada uma das raivas que passei com aquele outro otário, o filho do padeiro, pensei ao ver como o Gustavo me devorava com o olhar.
Peguei as mãos dele, coloquei as minhas por cima das dele, guiei… até meus quadris, minhas nádegas, apertei elas contra as dele e depois movi a pelve, senti a mão quente dele tocando minha pele e a minha por cima da dele, guiando. Fazendo ele tocar a maciez da minha xota depilada, passei a mão dele por cima dos meus lábios vaginais ainda fechados, e depois abri eles com o dedo indicador pra ele perceber que eu tava molhada, de baixo pra cima, até tocar meu clitóris, ao sentir o dedo dele nele, fechei os olhos e gemi.
Mas se eu gemi, foi com força, com desejo, com paixão, e isso nunca tinha acontecido assim comigo, jamais tinha me acontecido:
Foi o anúncio de uma mulher gostosa
Segundos antes de ser penetrada.
Ele tinha me despido, me deitou na cama e se despiu,
Não era a primeira vez que via um homem pelado, mas me impressionou aquela coisa dura balançando no ar, ainda não estava totalmente ereta, mas dava pra ver que era grossa.
Tinha uma cabeça meio avermelhada, com o tempo percebi que a dele era perfeita, nem grande nem pequena, mas sim grossa.
Gustavo, preciso te confessar que pra mim é a primeira vez.
Em segundos ele estava do meu lado, não montado em cima, só de lado, eu já estava pelada na frente dele, e ele também pelado, mas de lado, sentindo uma coisa dura na minha bunda (a mais longe da cama), ele olhava feliz pros meus peitos duros e empinados, com meus mamilos pretos duríssimos.
Eu tava com tesão, agora era uma mulher que tinha obedecido à preparação de um homem pra comer ela, meu clitóris e meu corpo inteiro estavam muito perceptivos, muito sensíveis.
Mabel, eu vou te guiar…
Gustavo, com o dedo indicador, roçava meu clitóris e depois passava por dentro dos meus lábios externos e internos, molhando de novo minha buceta com bastante, pra que, ao mesmo tempo, depois de beijar meus seios, continuasse com a brincadeira no meu clitóris, com a boca dele (era a primeira vez que um homem fazia isso em mim), minha buceta brilhava com meus fluidos e com a saliva da boca dele, me estimulava agora, enquanto o indicador e o anular abriam meus lábios pra ter mais acesso à minha estimulação, e ao mesmo tempo, pra ele poder ver como eu me molhava a cada roçada que me dava, preparava habilmente o momento de me penetrar.
Eu olhava pra ele e via como ele estava se satisfazendo, agora tinha pegado o pau com a mão e passava na minha boca, nos meus peitos, na minha bunda, ele era experiente nisso.
Assim eu conheci todo o comprimento dele, de baixo pra cima e vice-versa, vê-lo se masturbar levemente e ver aquela coisa vermelha da cabeça dele me desafiando.
Eu já sentia o desejo e ele refletia isso nos olhos, no corpo e em como passava a língua nos lábios me incitando a mais, há alguns minutos os dois dedos dele tinham entrado na minha buceta virgem mais de Talvez o que segurava minha pelinha de virgindade na minha buceta, eu tava quase gozando, mas não queria. Inexperiente, olhei pra ele e falei:
Agora.
Dito isso, tirei os dedos dele de dentro de mim e levei à boca, lambi e chupei um, depois o outro, e em seguida meti os dois dedos na boca pra minha língua saborear eles lá dentro.
Enquanto eu fazia isso, o Gustavo mudou de cara, tava cego de tesão.
Me estiquei toda na cama, abri as pernas o máximo que consegui, fechei os olhos e falei entrecortado:
Vai, mas vai com calma, amor, vai devagar, ainda não fui comida.
Num instante (que pareceu uma eternidade), ele levantou minhas pernas, colocou a camisinha e começou a me penetrar devagar. Senti ele entrando em mim, até que de uma só vez meteu tudo. Soltei um gemido, verdade seja dita, aquilo me excitou pra caralho, além de doer. E naquele momento abracei ele com carinho, saber que era o primeiro homem a entrar em mim me deu um gosto especial.
Agora eu tinha o pau dele dentro de mim, doía, mas não foi pra dar um grito desesperado. Ele continuava se mexendo lá dentro, e eu apertando ele sem parar. De repente, senti ele gozar, desconfiei porque a respiração dele ficou ofegante e notei os espasmos do pau dele, e aí eu também fiz o mesmo…
Não sei quanto tempo a gente ficou naquilo, sei que gozei três vezes, e a última transa foi maravilhosa.
As horas passaram, e um relâmpago iluminou o quarto. Depois o vento começou a soprar forte, e eu levantei pra fechar uma janela enorme que fazia de meia-parede no quarto.
Fui ao banheiro e tomei banho, limpando bem minha buceta.
Começou a chover, eu sentia as gotas no pátio daquele quarto, e os raios aumentavam.
— Tchau, Gustavo — falei. — Vou pra casa, tá chovendo e vai amanhecer.
— Tchau, amor. Você me fez muito feliz hoje, Mabel.
— Igualmente, amor. Dorme, que eu vou saindo devagar.
— Tchau.
Epílogo:
Nunca mais vou ser a mulher que fui, pensei. ao sair do quarto.
Simplesmente, e devagar, saí no corredor central do prédio, na frente sozinha a porta operou a abertura por dentro, e se abriu.
Saí pra rua que sempre percorri e pensei:
Já não sou mais virgem, sou uma mulher completa agora.
Eu sorria com isso e comecei a andar normalmente, ainda sentindo o incômodo daquele pau na minha buceta.
Amo, sim, eu amo o Gustavo, me molhando enquanto ia pra avenida esperar um táxi.
Gustavo Gabriel
Almagro
14/2/2016
Meu primeiro namorado foi o Alejandro, ele era filho de um padeiro cujo pai tinha vários negócios de padaria e massas finas, e abastecia as empresas em festas de casamento ou eventos. Ele morava a meia quadra da minha casa.
A gente cursou o ensino médio num colégio de Saavedra, e no último ano do colégio eu fiquei de namorada (como se dizia antigamente) nas férias de verão. Nós dois já tínhamos nos formado e eu, em março, começaria a trabalhar com minha mãe num negócio de costura dela e da minha tia Ernestina.
Alejandro, embora fosse um cara generoso, era inexperiente na arte de saber conquistar uma mulher sexualmente. Eu sempre fui quente, mas nunca tive coragem de me adiantar ao homem por causa daquelas longas conversas com minha mãe, que me dizia: "Sempre, filha, a mulher tem que esperar que ele te faça sentir que tá apaixonada por você. Aí, sim, quando se sentir segura, avança..."
Ele era realmente inepto no trato sexual com uma mulher, e eu, depois de passar várias horas no carro do pai (nos apalpando como loucos), ficava exausta. Mas, à medida que a gente avançava naquelas amassos no carro, eu descobria nele novos jeitos de me excitar. O auge foi uma noite em que ele conseguiu me despir quase por completo.
Alejandro nunca teve coragem de me penetrar; só me deixava toda arrepiada, me fazia chupar ele, gozava na minha boca e, segundos depois de eu mostrar, cuspia pela janela. Depois me levava pra casa.
A conclusão daquela quentura no carro era que eu terminava a noite sozinha na minha cama, me masturbando como uma louca. Costumava passar um tempão nessa operação e inúmeras vezes gozava várias vezes. Um dia cheguei a cinco, quando a noite virou manhã.
Quando me afastei do Alejandro, soube por uma amiga ocasional dele que a gente se encontrou numa tarde de verão na praça, a cinco quadras da minha casa. Ela já sabia que me conhecia e que eu trabalhava com meu ex-namorado. Depois de um tempo, numa conversa de duas mulheres que só se... querem confidenciar, ele me disse que uma manhã ouviu o pai do Alejandro, chamado de "Dom Oscar" por todo mundo, dizer:
Alejandro, se ela engravidar, você sai dessa casa
E que Alejandro teria que ir morar numa pensão ou, no pior dos casos: na minha casa.
Eu comecei minha vida sexual bem tarde, já com dezenove anos: antes disso, foram os bailes e os amassos só de mão em corredores, terrenos baldios ou simplesmente no último banco de um ônibus — essas eram minhas loucuras que ocuparam minhas experiências nos amassos.
Também soube me definir: eu não era daquelas garotas cuja beleza não combinava com meu corpo, simplesmente a natureza tinha entregado minha beleza na cama.
Eu era uma mulher gostosa e simplória, essa era minha maior virtude, e com o tempo e o passar dos anos, isso fez de mim uma mulher completa.
Em abril, comecei a trabalhar com minha mãe e minha tia numa oficina a meia hora de casa, e nós duas — eu e minha mãe — trabalhávamos das nove da manhã até as oito da noite, quando voltávamos juntas pra casa.
No sábado à noite, eu costumava ir dançar com algumas amigas do colégio e ia dormir lá pras três da manhã, acordando em casa sozinha umas três da tarde, porque minha mãe, como era costume há anos, saía pra casa da amiga pra passar o domingo.
Acordar lá pras duas ou três da tarde, meu clitóris costumava me incomodar muito, porque sempre fui muito sensível ali, mais do que a maioria das mulheres, e eu, no fim da noite de sábado, depois de voltar de dançar, costumava me masturbar duas ou três vezes até quase cair no sono.
No domingo, eu ficava sozinha em casa e fazia o de sempre: costumava vestir uma saia sem calcinha e, assim, aliviava por horas meu clitóris enquanto esquentava a comida que minha mãe tinha deixado antes de ela sair pro centro com uma amiga pra se distrair.
Muitos anos depois, quase quinze, descobri que essa amiga não existia e que era só uma desculpa. pra sair com um cara que morava em Ado Bonzi, onde minha mãe, transava até quase sete da tarde, quando os jogos de futebol terminavam e o amante dela voltava pra casa.
O amante da minha mãe era casado e costumava dizer pra esposa que ia pra San Isidro jogar no burro ou ver o San Lorenzo.
Minha mãe era igual a mim, dessas que parecem santas com todo mundo, mas quando ficava com tesão, fazia coisas com o amante que o próprio marido dela não fazia, nem a esposa do amante.
Mas a real é que minha mãe costumava dar com muito pudor pro amante a paixão do sexo que às vezes os costumes santos das esposas não entregavam pros maridos.
Ou simplesmente
Minha mãe fazia coisas que as mulheres dele teriam negado ao marido, se ele pedisse.
Foi aí que entendi de onde veio minha safadeza.
Nunca conheci meu pai, só soube que ele tinha ido embora de Buenos Aires e morava em Rio Gallegos, até que um dia descobrimos que ele tinha morrido. Morávamos na casa que ele tinha deixado pra gente, quando minha mãe contou pro meu pai que eu tava nascendo.
Nunca mais apareceu, pelo que minha mãe me contou, meu pai, mas um dia… um advogado deixou pra minha mãe uma procuração vitalícia da casa.
Minha mãe nunca me deixou ir vê-lo e nunca aceitou o nome que ele tinha escolhido pra mim, Liliana, simplesmente me colocou Marcela.
II
Início da aventura de Marcela
Quando, desobedecendo às ordens da minha mãe, me meti a ir ver meu pai, chegou o telegrama da morte dele.
Um acidente na mina de carvão tinha custado a vida dele e, juntando os poucos trocados que a gente tinha, fomos até onde ele trabalhava, numa viagem de quase vinte e duas horas, onde nos deram algumas coisas dele que minha mãe, com o tempo, vendeu, mais um auxiliar e delegado sindical nos deu o dinheiro de uma vaquinha feita pelos companheiros e a parte da empresa, um prêmio de produção adiantado e o seguro de vida dele. outras coisas que eram de direito.
Vendemos tudo o que ele tinha na casa de um amigo, eu só fiquei com algumas lembranças para a vida toda: o cachimbo dele, o relógio, coisas simples que ele tinha e que eu sabia que ele usou em vida...
Com esse dinheiro recebido, dois meses depois, nos mudamos para a capital, em Lugano, onde minha mãe conseguiu se empregar em casas de família, fazer comida para terceiros e para dois negócios da região. Eu já tinha vinte anos e trabalhava para uma contadora que cuidava das despesas de vários prédios.
Que ironia: a morte do meu pai nos firmou em todos os conceitos da vida.
Naquela época, eu tinha vinte e dois anos, e foi aí que começou minha vida sexual.
Gustavo foi uma aventura incrível, que marcou minha vida futura e me transformou, por dois anos, na amante dele.
Foi um acontecimento incrível, a segunda vez que eu saía com um homem de verdade.
Gustavo me atraía, era um cara legal, muito gentil comigo e, com o tempo, eu me apaixonei.
Ele era bem bonito, magro, tinha um cabelo arrumado que combinava com o rosto e possuía um certo charme que, depois de um tempo, percebi que era sem dúvida a simpatia dele.
Mas ele não disfarçava de me olhar com luxúria toda vez que me via passar saindo do supermercado e indo para casa.
Era o zelador da região, a cinco quadras da minha casa, com uns trinta anos.
E era casado.
Fiquei sabendo disso um tempo depois, por indiscrição de um cliente da nossa administração, vizinho do prédio onde esse porteiro morava e para quem a gente fazia a contabilidade.
Ele também me contou que o Gustavo vivia com a esposa no último andar, o décimo segundo, num apartamento, o único antes do terraço, e que trabalhava no subsolo, no descanso do meio-dia, consertando aparelhos que os próprios donos do prédio entregavam e alguns clientes da região de Lugano.
Uma tarde, esse zelador, não aguentando mais, me parou com um pretexto ilógico, mas cheio de prazer.
Ele me parou, entre outras coisas, sabendo que eu trabalhava numa administração, me dando... entender, entre outras coisas, que ele consertava qualquer coisa da nossa administração, me explicando que não era só o que tava colado na parede da administração, mas me deu a entender que, das três às cinco, ele ficava sozinho na oficina dele no fundo ou porão, que só ele tinha a chave e ninguém podia entrar sem autorização dele, onde, fechando a porta de um cômodo, ficava invisível pro prédio e a gente podia, tipo, conversar e bem…
Ah, ele me disse: "Vem um dia, a gente vai se divertir."
Minha resposta foi um "sim, claro", mas "e se…
Aparecer sua mulher?" (eu já sabia que ele era casado). "O que acontece?"
Ao que ele respondeu:
"Não se preocupa, ela trabalha como administrativa num colégio e sempre volta às cinco, então nunca chegaria sem eu saber."
Numa manhã de março, quando fui ao supermercado buscar as coisas da minha mãe pra fazer à noite, encontrei o Gustavo.
Ele ainda tava com a roupa de trabalho, comprando cera pra lustrar o chão que tinha acabado, e simplesmente, depois de me cumprimentar, sem rodeios, me disse:
"Querida, chegou o momento que nós dois estávamos esperando há tanto tempo.
Minha mulher saiu ontem pra casa da mãe dela, que tá doente, em São Luís, então tô sozinho. Se quiser, pode vir pra cá depois das nove da noite. Então, te deixo meu telefone, me avisa se der, e a chave da entrada da porta principal. Chega no décimo segundo andar, sobe a escadinha e encontra uma porta, tô lá."
Ele me entregou a chave e um telefone fixo da casa dele, saindo sem esperar minha resposta.
Demorei mais tempo no banho, minha mãe já tinha ido embora fazia umas duas horas. Coloquei dois absorventes higiênicos, pra caso, ao me desvirgar, na saída do prédio, ainda deixasse manchas na minha roupa — minha mãe sempre dava uma olhada indireta na minha roupa. Depilei todas as pernas e a minha parte correspondente ao sexo, deixando só uns pelinhos na parte de cima da minha buceta.
Enquanto fazia tudo isso, operações de me vestir e me perfumar, pensei que desde aquele dia não seria mais virgem, e se ia doer e mil coisas que toda mulher se pergunta...
Mas minha tara por comer o Gustavo era maior que esse medo.
Cheguei no apartamento, quando o Gustavo me viu, ele abriu a porta e me levou praquele quarto dele, abrindo apressado e disse: me espera pra ver se não tem problema, só vou levar uns segundos, saindo feito um idiota com uma cara de bobo genial...
Jantamos uma comida feita por ele, um Vitel Toné de entrada com um vinho rosé delicioso
E depois Canelones de acelga, ricota e presunto
Fiquei impressionada com a gentileza e a conversa surpreendente daquele homem, que já me parecia que aquele quarto simples, frescamente decorado e com vista pra uma varanda ampla, de onde entrava um gostinho lindo de uma noite que eu nunca imaginei
Depois das sobremesas geladas com champanhe, só consegui dizer
Gustavo, quero que você faça devagar, ainda sou virgem, o que desmontou a cara do Gustavo entre alegria e surpresa.
Não se preocupa, vamos fazer devagar, foi uma resposta idiota, apressado pela tara... (Anos depois me arrependi de ter sido tão idiota e confiado meu segredo a um cara sem ter preparado ele)
Só a nossa roupa nos separava um do outro enquanto meus braços envolviam o pescoço dele, num instante a gente se beijou pela primeira vez, onde minhas mãos se enfiaram no cabelo dele, minha língua passava pelo lábio superior e depois o inferior, pra depois morder e meter minha língua dentro.
Enquanto ele respondia ao meu beijo, as mãos dele apertavam minha bunda. Minha língua brincava com a dele dentro das nossas bocas, eu precisava provar ele, chupava a língua dele, os lábios dele, e depois minha língua brincava dentro da boca dele pra provar a dele também.
Eram beijos apaixonados, desesperados pra ter tudo dele.
Minhas mãos desceram pra camisa dele, enquanto eu ainda rondava a boca dele, tirei a camisa, enquanto ele estimulava minha buceta com a dele por cima da calça. Eu sentia a dureza dele e eu cada vez me molhava mais.
Tirei minha língua da boca dela pra chupar o lábio superior dela e depois morder.
Minha boca brincou com o contorno da orelha dela, chupava, mordia… e depois enfiava a língua dentro pra lamber…
Eu gemia com paixão, porque queria que ela ouvisse meu tesão, minha buceta já era um rio que derramava ondas de líquido molhando minha calcinha, além disso queria que ela percebesse o que aquele cara ia comer.
O braço do Gustavo se arrepiou… continuei com aquele roçado enquanto minha boca brincava com a orelha dele. Enquanto isso, as mãos dele já tinham desabotoado minha saia, agora estavam nos meus peitos, massageando por cima da minha blusa e sutiã.
Sentir as mãos dele ali me desesperou, parei minha brincadeira na orelha dele pra olhar pra ele, e falei bem pertinho do ouvido dele…
Gustavo, vai logo… me despe.
Aí ele começou a desabotoar minha blusa e depois jogou no chão. Deixei minha saia já desabotoada cair pelas minhas pernas, fiquei só de roupa íntima e meus sapatos, tudo branco combinando com minha saia, no chão.
Aqui vou fazer ele pagar por cada uma das raivas que passei com aquele outro otário, o filho do padeiro, pensei ao ver como o Gustavo me devorava com o olhar.
Peguei as mãos dele, coloquei as minhas por cima das dele, guiei… até meus quadris, minhas nádegas, apertei elas contra as dele e depois movi a pelve, senti a mão quente dele tocando minha pele e a minha por cima da dele, guiando. Fazendo ele tocar a maciez da minha xota depilada, passei a mão dele por cima dos meus lábios vaginais ainda fechados, e depois abri eles com o dedo indicador pra ele perceber que eu tava molhada, de baixo pra cima, até tocar meu clitóris, ao sentir o dedo dele nele, fechei os olhos e gemi.
Mas se eu gemi, foi com força, com desejo, com paixão, e isso nunca tinha acontecido assim comigo, jamais tinha me acontecido:
Foi o anúncio de uma mulher gostosa
Segundos antes de ser penetrada.
Ele tinha me despido, me deitou na cama e se despiu,
Não era a primeira vez que via um homem pelado, mas me impressionou aquela coisa dura balançando no ar, ainda não estava totalmente ereta, mas dava pra ver que era grossa.
Tinha uma cabeça meio avermelhada, com o tempo percebi que a dele era perfeita, nem grande nem pequena, mas sim grossa.
Gustavo, preciso te confessar que pra mim é a primeira vez.
Em segundos ele estava do meu lado, não montado em cima, só de lado, eu já estava pelada na frente dele, e ele também pelado, mas de lado, sentindo uma coisa dura na minha bunda (a mais longe da cama), ele olhava feliz pros meus peitos duros e empinados, com meus mamilos pretos duríssimos.
Eu tava com tesão, agora era uma mulher que tinha obedecido à preparação de um homem pra comer ela, meu clitóris e meu corpo inteiro estavam muito perceptivos, muito sensíveis.
Mabel, eu vou te guiar…
Gustavo, com o dedo indicador, roçava meu clitóris e depois passava por dentro dos meus lábios externos e internos, molhando de novo minha buceta com bastante, pra que, ao mesmo tempo, depois de beijar meus seios, continuasse com a brincadeira no meu clitóris, com a boca dele (era a primeira vez que um homem fazia isso em mim), minha buceta brilhava com meus fluidos e com a saliva da boca dele, me estimulava agora, enquanto o indicador e o anular abriam meus lábios pra ter mais acesso à minha estimulação, e ao mesmo tempo, pra ele poder ver como eu me molhava a cada roçada que me dava, preparava habilmente o momento de me penetrar.
Eu olhava pra ele e via como ele estava se satisfazendo, agora tinha pegado o pau com a mão e passava na minha boca, nos meus peitos, na minha bunda, ele era experiente nisso.
Assim eu conheci todo o comprimento dele, de baixo pra cima e vice-versa, vê-lo se masturbar levemente e ver aquela coisa vermelha da cabeça dele me desafiando.
Eu já sentia o desejo e ele refletia isso nos olhos, no corpo e em como passava a língua nos lábios me incitando a mais, há alguns minutos os dois dedos dele tinham entrado na minha buceta virgem mais de Talvez o que segurava minha pelinha de virgindade na minha buceta, eu tava quase gozando, mas não queria. Inexperiente, olhei pra ele e falei:
Agora.
Dito isso, tirei os dedos dele de dentro de mim e levei à boca, lambi e chupei um, depois o outro, e em seguida meti os dois dedos na boca pra minha língua saborear eles lá dentro.
Enquanto eu fazia isso, o Gustavo mudou de cara, tava cego de tesão.
Me estiquei toda na cama, abri as pernas o máximo que consegui, fechei os olhos e falei entrecortado:
Vai, mas vai com calma, amor, vai devagar, ainda não fui comida.
Num instante (que pareceu uma eternidade), ele levantou minhas pernas, colocou a camisinha e começou a me penetrar devagar. Senti ele entrando em mim, até que de uma só vez meteu tudo. Soltei um gemido, verdade seja dita, aquilo me excitou pra caralho, além de doer. E naquele momento abracei ele com carinho, saber que era o primeiro homem a entrar em mim me deu um gosto especial.
Agora eu tinha o pau dele dentro de mim, doía, mas não foi pra dar um grito desesperado. Ele continuava se mexendo lá dentro, e eu apertando ele sem parar. De repente, senti ele gozar, desconfiei porque a respiração dele ficou ofegante e notei os espasmos do pau dele, e aí eu também fiz o mesmo…
Não sei quanto tempo a gente ficou naquilo, sei que gozei três vezes, e a última transa foi maravilhosa.
As horas passaram, e um relâmpago iluminou o quarto. Depois o vento começou a soprar forte, e eu levantei pra fechar uma janela enorme que fazia de meia-parede no quarto.
Fui ao banheiro e tomei banho, limpando bem minha buceta.
Começou a chover, eu sentia as gotas no pátio daquele quarto, e os raios aumentavam.
— Tchau, Gustavo — falei. — Vou pra casa, tá chovendo e vai amanhecer.
— Tchau, amor. Você me fez muito feliz hoje, Mabel.
— Igualmente, amor. Dorme, que eu vou saindo devagar.
— Tchau.
Epílogo:
Nunca mais vou ser a mulher que fui, pensei. ao sair do quarto.
Simplesmente, e devagar, saí no corredor central do prédio, na frente sozinha a porta operou a abertura por dentro, e se abriu.
Saí pra rua que sempre percorri e pensei:
Já não sou mais virgem, sou uma mulher completa agora.
Eu sorria com isso e comecei a andar normalmente, ainda sentindo o incômodo daquele pau na minha buceta.
Amo, sim, eu amo o Gustavo, me molhando enquanto ia pra avenida esperar um táxi.
Gustavo Gabriel
Almagro
14/2/2016
2 comentários - Marcela Gostosa