Olá, pessoal, deixo aqui a continuação do post anterior, aproveitem e se toquem.
Depois daquele momento, me tranquei no meu quarto, pensando no que tinha acontecido, me sentia estranho com o ocorrido, queria muito foder ela igual o marido fez naquela noite que nunca vou esquecer.
Bom, esperei até a noite, quando o Horácio saiu pra resolver um negócio do trabalho. Minutos depois, me aproximei do quarto dela e a vi de calcinha de renda, meia-calça, cinta-liga, tudo preto, estava me esperando ansiosa, hehe. Quando entrei no quarto, ela se jogou em mim pra me beijar enquanto desafivelava minha calça e tirava meu pau, que mal começava a endurecer. Ela desceu e começou a me fazer um boquete, subia e descia rápido enquanto acariciava de leve minhas bolas. Depois se afastou, me pegou pela cabeça, me deu um beijo e disse:
— Chupa meus peitos.
Comecei a fazer isso, bem de leve, mas ela gritou:
— Mais forte! Não tô sentindo nada, quero que deixe marca.
Ela queria que eu mordesse os bicos dos peitos dela. Fiz isso, ainda com cuidado, mas atendendo ao que ela pedia.
— Aaah, sim! Desde que te vi, sabia que a gente tinha que fazer isso! Aaah, sim... Para!
Ela se afastou de mim e disse:
— Vamos pra cama, aqui não cabe. Vamos fazer tudo que eu mandar.
Não tive escolha e fui atrás. Em vez de me pegar pela mão, ela me pegou pelo pau e foi me puxando até o quarto. Chegando perto da cama, ela se ajoelhou na minha frente e baixou minha calça, me olhando nos olhos, com meu pau entre as mãos e a língua pra fora. Foi se aproximando devagar até tocar a ponta do meu pau e, bem de leve, começou a rodar a língua, ainda me encarando. De repente, parou de me olhar e enfiou meu pau na boca, sugando bem forte, e começou a mexer a cabeça rápido, como se tivesse fodendo minha boca. Só dava pra ouvir a saliva se acumulando na boca dela. Ela tirou meu pau e passou a chupar minhas bolas, dizendo:
— Que gostoso você tem, bebê.
Depois de um tempo nas minhas bolas... deu um beijo na ponta do pau, subiu na cama, ficou de quatro e disse:
– Agora come você, e quero que faça melhor do que eu.
Primeiro dei um beijo no cu dela, parecia gostoso demais pra não beijar, bem apertadinho, e ela só gemeu quando sentiu.
Depois disso, desci um pouco pra tirar a calcinha dela de lado e ver a buceta, totalmente depilada, muito macia. Abri a buceta dela e passei minha língua devagar, acariciando o cu enquanto molhava a buceta. Minha língua parou pra brincar com o clitóris dela, só ouvia os gemidos e ela dizendo:
– Assim... Assim! Faz tempo que não faziam isso comigo... Continua, ah! Sim!
Ela mexia a cintura de um jeito suave, mas muito sensual, e teve o primeiro orgasmo. Foi incrível.
Ela, entre suspiros, só dizia que eu a matava, me pediu pra meter, que queria tudo dentro. Eu mirei e, com um movimento forte e único, meti tudo. No meio de gemidos e gritos, ela falava “assim, assim, que pau gostoso você tem, adoro, que delícia como você mexe, enterra... assim, assim”. Eu, com a voz entrecortada de prazer e gemidos, dizia com vigor: “que gostosa, que deliciosa você é” e que amava a bunda dela, que foder comigo era uma delícia.
De repente, ela ficou parada, empurrando o pau com força dentro de mim, abafando um grito de prazer, gozou, senti o leitinho gostoso derramando dentro de mim, amei tanto que eu também gozei gostoso e demorado.
Eu queria mais e falei “me dá mais, quero mais pau”.
Eu tava beijando ela e sussurrei no ouvido “me dá seu cu, linda, esse cu que eu amo”. Ela pegou no meu pau e, chupando de novo, me parou “quer cu? Então vou te dar, me fode pelo cu, vagabunda”.
Na hora, ela subiu as pernas nos meus ombros, deixando o cu exposto e pronto, comecei a meter devagar meu pau até ter tudo dentro, metia, tirava enquanto minhas mãos acariciavam forte o clitóris dela e enfiava meus dedos na buceta suculenta dela, assim ficamos por um bom tempo, penetrando ela por todos os lados. Depois, eu tirava o pau e metia de novo. a buceta e depois de novo no cu repetidamente. enquanto gozava, gemia, gritava de prazer.
De repente empurrei com força meu pau e parei, agarrando-me nas nádegas dela e gritando, soltei todo meu gozo no cu dela, ela esfregava o clitóris com desespero, eu sentia delicioso, mexia a bunda dela gritando de prazer até ter o mais grandioso orgasmo.
Depois disso, assim como entrou na escuridão do meu quarto, assim saiu.
Ela estava exausta, muito relaxada e feliz por ter uma estranha e louca, mas encantadora noite de prazer… Que nunca esquecerei, transar com a amiga da minha mãe, Poly.
Depois daquele momento, me tranquei no meu quarto, pensando no que tinha acontecido, me sentia estranho com o ocorrido, queria muito foder ela igual o marido fez naquela noite que nunca vou esquecer.
Bom, esperei até a noite, quando o Horácio saiu pra resolver um negócio do trabalho. Minutos depois, me aproximei do quarto dela e a vi de calcinha de renda, meia-calça, cinta-liga, tudo preto, estava me esperando ansiosa, hehe. Quando entrei no quarto, ela se jogou em mim pra me beijar enquanto desafivelava minha calça e tirava meu pau, que mal começava a endurecer. Ela desceu e começou a me fazer um boquete, subia e descia rápido enquanto acariciava de leve minhas bolas. Depois se afastou, me pegou pela cabeça, me deu um beijo e disse:
— Chupa meus peitos.
Comecei a fazer isso, bem de leve, mas ela gritou:
— Mais forte! Não tô sentindo nada, quero que deixe marca.
Ela queria que eu mordesse os bicos dos peitos dela. Fiz isso, ainda com cuidado, mas atendendo ao que ela pedia.
— Aaah, sim! Desde que te vi, sabia que a gente tinha que fazer isso! Aaah, sim... Para!
Ela se afastou de mim e disse:
— Vamos pra cama, aqui não cabe. Vamos fazer tudo que eu mandar.
Não tive escolha e fui atrás. Em vez de me pegar pela mão, ela me pegou pelo pau e foi me puxando até o quarto. Chegando perto da cama, ela se ajoelhou na minha frente e baixou minha calça, me olhando nos olhos, com meu pau entre as mãos e a língua pra fora. Foi se aproximando devagar até tocar a ponta do meu pau e, bem de leve, começou a rodar a língua, ainda me encarando. De repente, parou de me olhar e enfiou meu pau na boca, sugando bem forte, e começou a mexer a cabeça rápido, como se tivesse fodendo minha boca. Só dava pra ouvir a saliva se acumulando na boca dela. Ela tirou meu pau e passou a chupar minhas bolas, dizendo:
— Que gostoso você tem, bebê.
Depois de um tempo nas minhas bolas... deu um beijo na ponta do pau, subiu na cama, ficou de quatro e disse:
– Agora come você, e quero que faça melhor do que eu.
Primeiro dei um beijo no cu dela, parecia gostoso demais pra não beijar, bem apertadinho, e ela só gemeu quando sentiu.
Depois disso, desci um pouco pra tirar a calcinha dela de lado e ver a buceta, totalmente depilada, muito macia. Abri a buceta dela e passei minha língua devagar, acariciando o cu enquanto molhava a buceta. Minha língua parou pra brincar com o clitóris dela, só ouvia os gemidos e ela dizendo:
– Assim... Assim! Faz tempo que não faziam isso comigo... Continua, ah! Sim!
Ela mexia a cintura de um jeito suave, mas muito sensual, e teve o primeiro orgasmo. Foi incrível.
Ela, entre suspiros, só dizia que eu a matava, me pediu pra meter, que queria tudo dentro. Eu mirei e, com um movimento forte e único, meti tudo. No meio de gemidos e gritos, ela falava “assim, assim, que pau gostoso você tem, adoro, que delícia como você mexe, enterra... assim, assim”. Eu, com a voz entrecortada de prazer e gemidos, dizia com vigor: “que gostosa, que deliciosa você é” e que amava a bunda dela, que foder comigo era uma delícia.
De repente, ela ficou parada, empurrando o pau com força dentro de mim, abafando um grito de prazer, gozou, senti o leitinho gostoso derramando dentro de mim, amei tanto que eu também gozei gostoso e demorado.
Eu queria mais e falei “me dá mais, quero mais pau”.
Eu tava beijando ela e sussurrei no ouvido “me dá seu cu, linda, esse cu que eu amo”. Ela pegou no meu pau e, chupando de novo, me parou “quer cu? Então vou te dar, me fode pelo cu, vagabunda”.
Na hora, ela subiu as pernas nos meus ombros, deixando o cu exposto e pronto, comecei a meter devagar meu pau até ter tudo dentro, metia, tirava enquanto minhas mãos acariciavam forte o clitóris dela e enfiava meus dedos na buceta suculenta dela, assim ficamos por um bom tempo, penetrando ela por todos os lados. Depois, eu tirava o pau e metia de novo. a buceta e depois de novo no cu repetidamente. enquanto gozava, gemia, gritava de prazer.
De repente empurrei com força meu pau e parei, agarrando-me nas nádegas dela e gritando, soltei todo meu gozo no cu dela, ela esfregava o clitóris com desespero, eu sentia delicioso, mexia a bunda dela gritando de prazer até ter o mais grandioso orgasmo.
Depois disso, assim como entrou na escuridão do meu quarto, assim saiu.
Ela estava exausta, muito relaxada e feliz por ter uma estranha e louca, mas encantadora noite de prazer… Que nunca esquecerei, transar com a amiga da minha mãe, Poly.
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