Oi, gente! Que prazer estar de volta com vocês depois de uma temporada. Vocês devem se lembrar de mim pela história "Minhas filhas e eu, uma família muito carinhosa" e, como sabem, eu sou fascinada por incesto, então como prometi há um tempo, volto com uma história sexy e safadinha 🙂 esperando que vocês curtam. Assim como a anterior, será publicada semanalmente (ou se eu tiver o capítulo pronto no meio da semana, aí eu posto), então lembrem-se de me dizer o que estão achando. Aproveitem!
Ter uma irmã gêmea nem sempre é tão bom quanto muitas pessoas imaginam. Além do incômodo de sempre sermos confundidas, existem outras coisas que não são o que parecem. No total, somos cinco pessoas em casa. Minha mãe é uma mulher que ainda se mantém jovem, pois ela acha que uma mulher deve tentar ser bonita em todos os aspectos da vida. Ela é bem liberal e foi assim que nos criou desde pequenos. O nome dela é Alejandra, aliás, e com seu cabelo liso e seus peitos generosos, ela até causa inveja em nós.
O segundo é meu pai, um homem de quase 1,80m de altura, e que é bem gostoso, já que é professor de educação física e daqueles que realmente malham, então já podem imaginar como ele é bem cuidado. O que minha mãe mais gosta nele, e o que faz a gente gostar dele também, é que ele sempre foi um homem muito atento com a família. E um pouco inocente e muito apegado a mim, ou melhor, eu sou a mais próxima dele. O nome dele é Mauricio.
Minha irmã gêmea, Ángela, é exatamente igual a mim. Ela nem se deu ao trabalho de mudar coisas como a cor do cabelo ou a roupa. A razão é que ela acha engraçadas todas as situações que surgem por causa da confusão. Por outro lado, Ángela é um pouco putinha, na minha humilde opinião, já que sua safadeza chega a incomodar até nosso pai, pela maneira como ela pede as coisas e como se joga nele quando quer dinheiro ou permissão para sair. O detalhe da minha gêmea é que ela tem namorada. Sim, namorada. Ela está naquela fase em que não decide se gosta de picas ou não, então por que não abranger as duas possibilidades?
O próximo membro da minha família maluca é o Alec, nosso irmão mais velho. Atualmente ele mora num apartamento em outra cidade por causa dos estudos, então sentimos muita saudade, especialmente eu, que era tão apegada a ele quanto ao meu pai, e desde criança sempre fomos como melhores amigos. Ele é um cara atraente, com aparência de príncipe e muito carinhoso. Eu adoro ele.
A outra se chama Estefy, nossa irmã mais nova. Ela também é um anjo para meus pais porque, como todos dizem, não importa quantos anos tenha, sempre será a queridinha da família e a princesa da casa. Infelizmente, Estefy levou isso tão ao pé da letra que até hoje se comporta meio infantil. Já não está mais na idade, mas enfim… o que vamos fazer? Minha mãe a consente e até permite que ela vá às festinhas com os coleguinhas da escola, enquanto eu tenho que me esforçar pra conseguir um maldito "sim" pra sair e me divertir.
E finalmente tem eu, Andrea, a desajustada da casa, virgem claro porque sou medrosa demais pra ter minha buceta arrombada. Sim, pode rir, mas ainda tô esperando o homem certo pra tirar minha virgindade, mesmo que isso não signifique que não tenha transado por trás. Sexo anal pra mim era uma maldita bênção dos deuses, mesmo que não praticasse tão frequentemente quanto gostaria. Diferente da minha gêmea, não ficava com o primeiro cara bonito que aparecia, eu era bem seletiva e isso não agradava muitos caras, mas fazer o quê? Era assim, com uma xota reservada e completamente limpinha igual de bebê. Graças a Deus, por genética da minha mãe, nenhuma das três era peluda.
A história que vou contar começa num dia das férias de verão, quando finalmente nós cinco da A família ficava em casa a maior parte do tempo. Meu pai, que era professor, também curtia as férias dos alunos, e minha mãe, sendo coordenadora de uma escola secundária, fazia o mesmo. Por um lado, isso era legal porque todos convivíamos e nos divertíamos, mas, por outro lado, era bem chato, e com o calor do verão, pior ainda. O ar-condicionado do quarto da Estefy tinha quebrado, então ela dormia comigo, na minha beliche, enquanto a Ângela me deixou para ir dormir na cama do meu irmão. Meus pais, donos da casa, curtiam a cama de casal, a TV de 40 polegadas e o próprio computador. Eles eram os reis. Nós, as pobres escravas.
—Andrea! —minha mãe me chamou naquela noite, quando eu já me conformava que as coisas continuariam chatas —Desce pra jantar!
A hora da refeição era sagrada pra minha mãe, que adorava ver todo mundo junto.
—Vamos, Andrea —disse a Estefy, pulando da beliche dela.
Nossa irmã mais nova era a mais delicada da gente, mas nem por isso menos gostosa. Na verdade, ela mantinha um corpo bem esbelto, com uma cinturinha marcada graças à blusinha, e um shorts bem curtinho que só ajudava a destacar a bunda empinada dela.
—Já vou, já vou.
—Anda logo, boba —ela falou, e eu aproveitei pra dar uma palmada na bunda dela como castigo —Ai! Burra.
—Burra, você.
A gente se dava bem, melhor do que com minha gêmea.
Na cozinha, todo mundo já tava reunido. Até a Lorena, a namorada da Ângela, que meus pais adoravam, tinha vindo. Já falei pra vocês. Eles são bem liberais em relação à sexualidade. Eu sabia que minha mãe tinha transado com um primo quando ainda era uma menininha de onze anos. Isso era público pra gente, e quando ela contou… Bom, não nos surpreendeu muito. Afinal, a gente já tava acostumada a ouvir as histórias dela, que segundo ela, contava pra gente não cometer os mesmos erros.
A Lorena me cumprimentou com um sorriso coquete, como sempre, porque ela gostava tanto que a Angela se parecesse comigo que até eu, às vezes, era vítima dos seus olhares lascivos. Sentei ao lado da Estefy e jantamos numa conversa animada sobre nossos planos para as férias. Surgiram ideias. Por exemplo, a Angela queria ir esquiar, mas não tínhamos tanto dinheiro para uma viagem tão longe. A Estefy optou por ir à praia, embora quando minha mãe disse que desta vez ela teria que se bronzear, ela desistiu da ideia. Minha irmãzinha tinha a pele muito clara e não gostava de se queimar. Minha mãe queria ir para o campo ficar com nossa avó e meu pai, bom, ele aceitaria o que a maioria decidisse.
— E você, Andrea? Para onde você quer ir? — meu pai me perguntou.
— Bom, eu gostei da ideia da Estefy. A praia parece legal.
— É, vamos para a praia — minha gêmea me apoiou —. Se ela não quer se queimar, paciência. Eu quero me bronzear um pouco e colocar um biquíni bonito.
— Eu também quero um biquíni — disse a Estefy —. Acho que se todo mundo aceitar, posso me sacrificar.
— E por que não perguntamos para o Alec? Pelo que sei, ele vem amanhã.
Nós três irmãs nos olhamos animadas.
— Ele vem?
— Sim. Era uma surpresa, mas agora já era. Então, Angela, você vai ter que desocupar o quarto dele.
— Tudo bem, mãe — a ideia não a agradou muito. Estefy e eu estávamos mais animadas para rever nosso irmão.
Terminado o jantar, fui tomar banho na banheira. Era relaxante estar na água fresca, totalmente nua e ensaboada. Fiquei pensando no meu irmão, e em como finalmente íamos ficar todos juntos, pelo menos durante as férias. Já estava sentindo falta de conversar com alguém compreensivo como ele.
Foi aí que meu pai entrou no banheiro. Eu me afundei na espuma para que ele não visse meus peitos e desviei o olhar quando ele tirou o pau para mijar. Pelo visto, em nossa casa não sabiam o que era bater na porta, e embora não me incomodasse muito que ele entrasse sem avisar, havia momentos em que eu precisava ficar sozinha.
— Você está animada com a vinda do seu... Mano.
—Muito —finalmente consegui vê-lo e ele sorriu para mim. Eu fiquei um pouco corada.
—Vaza, pa-pi-to —disse Estefy num tom desdenhoso. Ele tratava meu pai com mais intimidade do que a gente. Ele só deu uma risada e afagou a cabeça da minha irmã mais nova —Posso tomar banho com você?
—Claro, entra.
Estefy tirou a roupa devagar e entrou na banheira comigo. Às vezes me pegava pensando se ela não era filha de outro homem, porque com seus olhos verdes, suas sardinhas delicadas e seu nariz minúsculo, ela não se parecia com a gente. Até meu pai brincava com isso, e isso irritava muito a Estefy.
Assim que tocou na água, ela se acomodou entre minhas pernas, de um jeito que meus peitões encostavam nas costas dela. Isso era a única coisa que eu gostava nela, que ela era muito carinhosa comigo às vezes e dependia mais de mim do que da Ángela, que por ser só uns dois anos mais velha já se achava no direito de mandar em todo mundo. Só o Alec conseguia dominá-la às vezes.
Cheirei o cabelo da Estefy e dei um beijinho na cabeça dela. Minha irmã inclinou o pescoço como um sinal de que precisava de um pouco de amor de irmã, e eu, sorrindo, comecei a lamber a pele delicada e branca da garganta dela. Ela soltou uma risadinha e seu corpo estremeceu. Beijei-a devagar e com muito amor. Aos poucos ela foi relaxando, até que começou a tocar os seios e a apertar as pontinhas. Aproveitei esse momento para fechar meus braços em volta da barriga dela e acariciá-la.
Estefy, diferente da Ángela e de mim, ainda não tinha relações de nenhum tipo. Minha mãe não estava tão convencida disso, mas eu sim, porque era sua irmã mais velha e a amava, então ela me contava tudo. Claro que uma parte de mim ficava feliz que ainda não tinham enfiado na pobre Estefy, então enquanto o homem certo não aparecia na vida dela, eu, como sua irmã mais velha, tinha toda a responsabilidade de dar um pouco de prazer quando ela me pedisse.
—Você gosta?
Estefy concordou com a cabeça. Me virei para beijar o outro lado do pescoço. Vi como ela movia as mãos até levá-las à sua delicada buracinha. Ela começou a ofegar suavemente enquanto eu dava mordidinhas na sua orelha e acariciava sua barriga.
—Assim. Deixa eu te mostrar.
Segurei a mão dela com a minha e guiei para que aprendesse como deveria se masturbar. Me surpreendia que, para a idade dela, ainda estivesse descobrindo esse prazer magnífico. Minha mãe tinha nos mostrado, a mim e à Angela, o gosto pela masturbação. Claro, como toda boa mãe que ensina às filhas a sexualidade sem tabus, ela tinha sido bem explícita. E por explícita, posso dizer que até vimos partes dela muito encantadoras.
—Como vão as aulas? —perguntou minha irmã gêmea, entrando de repente para escovar os dentes.
Estefy olhou para ela com certa severidade.
—Bem —respondi, feliz.
—Sai, Angela —rosnou Estefy —. A gente não interrompe quando você está com a Lorena aqui.
—Ah, a minilésbica —disse Lorena, provocando Estefy como sempre. Era claro que a namorada da minha irmã gostava de irritá-la. Entrou e trancou a porta.
—Pronto, tô perdendo a concentração.
—Saiam —pedi —, a Estefy já estava quase chegando no clímax.
As duas reviraram os olhos e, rindo, foram embora. Minha irmã relaxou de novo.
—Podemos fazer outra coisa, Andrea?
—Sim, querida.
Ela se virou para mim. Apoiou as mãos nos meus ombros e se levantou um pouco, de forma que seus peitos suculentos ficaram a centímetros da minha boca. Eu a segurei pelos quadris e, sorrindo, levei um de seus biquinhos à boca.
—Não morde forte, que dói.
—Vou te deixar um chupão —pisquei o olho —Quer que sua irmã mais velha te deixe um?
—O que eu quero é que você me coma já —ela riu docemente.
—Isso não vai rolar, Estefy. A mãe aceitou que eu te ensinasse a se masturbar, mas não que te comesse.
—Buu. Pelo menos chupa meus peitos.
E foi o que fiz. Estefy fechou os olhos com prazer visível enquanto eu saboreava aquele delicioso par de peitos firmes e brancos. Desci o olhar e vi a linda bucetinha da minha Irmã e tentada a experimentar coisas novas, deslizei uma mão pelo seu ventre até chegar na sua buceta. Isso fez ela se contorcer e soltar um gemido no meu ouvido.
— Ei, ei, com calma — disse o papai entrando de novo para escovar os dentes. Estefy deu um gritinho e voltou a se esconder na água. Eu dei a sessão por encerrada e saí pelada. O olhar que minha mãe me deu disse tudo.
Na verdade, quando Angela, Alec e eu éramos crianças, em casa se praticava o nudismo como um estilo de vida. Meus pais haviam se juntado a um grupo de pessoas que conheceram numa praia nudista. Agora que não frequentavam mais eles, essa lembrança já era bem do passado, mas nem por isso tínhamos vergonha de nos mostrar.
Bom, eu era a que menos vergonha tinha de ser vista pelada. Tanto Angela quanto Estefy eram um pouco mais reservadas nesse aspecto e já não pareciam tão seguras estando sem roupa na frente dos nossos pais.
— Durmam cedo — foi a única coisa que ele nos disse e saiu rápido, meio corado.
Estefy saiu na hora. Estava corada, mas feliz, e me deu um beijo no pescoço e um aperto na bunda.
— Te vejo no quarto — enrolou-se numa toalha e saiu.
Eu fiquei no banho escovando os dentes e imaginando que tipo de férias fantásticas íamos ter a partir de amanhã, quando nosso querido irmão voltasse pra casa.
********
Bom! Essa foi tipo a introdução da história. Foi meio x mas é só o começo. Queria postar logo pra saber o que vocês acham 🙂 espero que tenham gostado e a gente se vê na próxima, lembrem-se de muitas punhetas, um pouco de porra não faria mal haha, e é um prazer estar de volta com vocês.
Ter uma irmã gêmea nem sempre é tão bom quanto muitas pessoas imaginam. Além do incômodo de sempre sermos confundidas, existem outras coisas que não são o que parecem. No total, somos cinco pessoas em casa. Minha mãe é uma mulher que ainda se mantém jovem, pois ela acha que uma mulher deve tentar ser bonita em todos os aspectos da vida. Ela é bem liberal e foi assim que nos criou desde pequenos. O nome dela é Alejandra, aliás, e com seu cabelo liso e seus peitos generosos, ela até causa inveja em nós.
O segundo é meu pai, um homem de quase 1,80m de altura, e que é bem gostoso, já que é professor de educação física e daqueles que realmente malham, então já podem imaginar como ele é bem cuidado. O que minha mãe mais gosta nele, e o que faz a gente gostar dele também, é que ele sempre foi um homem muito atento com a família. E um pouco inocente e muito apegado a mim, ou melhor, eu sou a mais próxima dele. O nome dele é Mauricio.
Minha irmã gêmea, Ángela, é exatamente igual a mim. Ela nem se deu ao trabalho de mudar coisas como a cor do cabelo ou a roupa. A razão é que ela acha engraçadas todas as situações que surgem por causa da confusão. Por outro lado, Ángela é um pouco putinha, na minha humilde opinião, já que sua safadeza chega a incomodar até nosso pai, pela maneira como ela pede as coisas e como se joga nele quando quer dinheiro ou permissão para sair. O detalhe da minha gêmea é que ela tem namorada. Sim, namorada. Ela está naquela fase em que não decide se gosta de picas ou não, então por que não abranger as duas possibilidades?
O próximo membro da minha família maluca é o Alec, nosso irmão mais velho. Atualmente ele mora num apartamento em outra cidade por causa dos estudos, então sentimos muita saudade, especialmente eu, que era tão apegada a ele quanto ao meu pai, e desde criança sempre fomos como melhores amigos. Ele é um cara atraente, com aparência de príncipe e muito carinhoso. Eu adoro ele.
A outra se chama Estefy, nossa irmã mais nova. Ela também é um anjo para meus pais porque, como todos dizem, não importa quantos anos tenha, sempre será a queridinha da família e a princesa da casa. Infelizmente, Estefy levou isso tão ao pé da letra que até hoje se comporta meio infantil. Já não está mais na idade, mas enfim… o que vamos fazer? Minha mãe a consente e até permite que ela vá às festinhas com os coleguinhas da escola, enquanto eu tenho que me esforçar pra conseguir um maldito "sim" pra sair e me divertir.
E finalmente tem eu, Andrea, a desajustada da casa, virgem claro porque sou medrosa demais pra ter minha buceta arrombada. Sim, pode rir, mas ainda tô esperando o homem certo pra tirar minha virgindade, mesmo que isso não signifique que não tenha transado por trás. Sexo anal pra mim era uma maldita bênção dos deuses, mesmo que não praticasse tão frequentemente quanto gostaria. Diferente da minha gêmea, não ficava com o primeiro cara bonito que aparecia, eu era bem seletiva e isso não agradava muitos caras, mas fazer o quê? Era assim, com uma xota reservada e completamente limpinha igual de bebê. Graças a Deus, por genética da minha mãe, nenhuma das três era peluda.
A história que vou contar começa num dia das férias de verão, quando finalmente nós cinco da A família ficava em casa a maior parte do tempo. Meu pai, que era professor, também curtia as férias dos alunos, e minha mãe, sendo coordenadora de uma escola secundária, fazia o mesmo. Por um lado, isso era legal porque todos convivíamos e nos divertíamos, mas, por outro lado, era bem chato, e com o calor do verão, pior ainda. O ar-condicionado do quarto da Estefy tinha quebrado, então ela dormia comigo, na minha beliche, enquanto a Ângela me deixou para ir dormir na cama do meu irmão. Meus pais, donos da casa, curtiam a cama de casal, a TV de 40 polegadas e o próprio computador. Eles eram os reis. Nós, as pobres escravas.
—Andrea! —minha mãe me chamou naquela noite, quando eu já me conformava que as coisas continuariam chatas —Desce pra jantar!
A hora da refeição era sagrada pra minha mãe, que adorava ver todo mundo junto.
—Vamos, Andrea —disse a Estefy, pulando da beliche dela.
Nossa irmã mais nova era a mais delicada da gente, mas nem por isso menos gostosa. Na verdade, ela mantinha um corpo bem esbelto, com uma cinturinha marcada graças à blusinha, e um shorts bem curtinho que só ajudava a destacar a bunda empinada dela.
—Já vou, já vou.
—Anda logo, boba —ela falou, e eu aproveitei pra dar uma palmada na bunda dela como castigo —Ai! Burra.
—Burra, você.
A gente se dava bem, melhor do que com minha gêmea.
Na cozinha, todo mundo já tava reunido. Até a Lorena, a namorada da Ângela, que meus pais adoravam, tinha vindo. Já falei pra vocês. Eles são bem liberais em relação à sexualidade. Eu sabia que minha mãe tinha transado com um primo quando ainda era uma menininha de onze anos. Isso era público pra gente, e quando ela contou… Bom, não nos surpreendeu muito. Afinal, a gente já tava acostumada a ouvir as histórias dela, que segundo ela, contava pra gente não cometer os mesmos erros.
A Lorena me cumprimentou com um sorriso coquete, como sempre, porque ela gostava tanto que a Angela se parecesse comigo que até eu, às vezes, era vítima dos seus olhares lascivos. Sentei ao lado da Estefy e jantamos numa conversa animada sobre nossos planos para as férias. Surgiram ideias. Por exemplo, a Angela queria ir esquiar, mas não tínhamos tanto dinheiro para uma viagem tão longe. A Estefy optou por ir à praia, embora quando minha mãe disse que desta vez ela teria que se bronzear, ela desistiu da ideia. Minha irmãzinha tinha a pele muito clara e não gostava de se queimar. Minha mãe queria ir para o campo ficar com nossa avó e meu pai, bom, ele aceitaria o que a maioria decidisse.
— E você, Andrea? Para onde você quer ir? — meu pai me perguntou.
— Bom, eu gostei da ideia da Estefy. A praia parece legal.
— É, vamos para a praia — minha gêmea me apoiou —. Se ela não quer se queimar, paciência. Eu quero me bronzear um pouco e colocar um biquíni bonito.
— Eu também quero um biquíni — disse a Estefy —. Acho que se todo mundo aceitar, posso me sacrificar.
— E por que não perguntamos para o Alec? Pelo que sei, ele vem amanhã.
Nós três irmãs nos olhamos animadas.
— Ele vem?
— Sim. Era uma surpresa, mas agora já era. Então, Angela, você vai ter que desocupar o quarto dele.
— Tudo bem, mãe — a ideia não a agradou muito. Estefy e eu estávamos mais animadas para rever nosso irmão.
Terminado o jantar, fui tomar banho na banheira. Era relaxante estar na água fresca, totalmente nua e ensaboada. Fiquei pensando no meu irmão, e em como finalmente íamos ficar todos juntos, pelo menos durante as férias. Já estava sentindo falta de conversar com alguém compreensivo como ele.
Foi aí que meu pai entrou no banheiro. Eu me afundei na espuma para que ele não visse meus peitos e desviei o olhar quando ele tirou o pau para mijar. Pelo visto, em nossa casa não sabiam o que era bater na porta, e embora não me incomodasse muito que ele entrasse sem avisar, havia momentos em que eu precisava ficar sozinha.
— Você está animada com a vinda do seu... Mano.
—Muito —finalmente consegui vê-lo e ele sorriu para mim. Eu fiquei um pouco corada.
—Vaza, pa-pi-to —disse Estefy num tom desdenhoso. Ele tratava meu pai com mais intimidade do que a gente. Ele só deu uma risada e afagou a cabeça da minha irmã mais nova —Posso tomar banho com você?
—Claro, entra.
Estefy tirou a roupa devagar e entrou na banheira comigo. Às vezes me pegava pensando se ela não era filha de outro homem, porque com seus olhos verdes, suas sardinhas delicadas e seu nariz minúsculo, ela não se parecia com a gente. Até meu pai brincava com isso, e isso irritava muito a Estefy.
Assim que tocou na água, ela se acomodou entre minhas pernas, de um jeito que meus peitões encostavam nas costas dela. Isso era a única coisa que eu gostava nela, que ela era muito carinhosa comigo às vezes e dependia mais de mim do que da Ángela, que por ser só uns dois anos mais velha já se achava no direito de mandar em todo mundo. Só o Alec conseguia dominá-la às vezes.
Cheirei o cabelo da Estefy e dei um beijinho na cabeça dela. Minha irmã inclinou o pescoço como um sinal de que precisava de um pouco de amor de irmã, e eu, sorrindo, comecei a lamber a pele delicada e branca da garganta dela. Ela soltou uma risadinha e seu corpo estremeceu. Beijei-a devagar e com muito amor. Aos poucos ela foi relaxando, até que começou a tocar os seios e a apertar as pontinhas. Aproveitei esse momento para fechar meus braços em volta da barriga dela e acariciá-la.
Estefy, diferente da Ángela e de mim, ainda não tinha relações de nenhum tipo. Minha mãe não estava tão convencida disso, mas eu sim, porque era sua irmã mais velha e a amava, então ela me contava tudo. Claro que uma parte de mim ficava feliz que ainda não tinham enfiado na pobre Estefy, então enquanto o homem certo não aparecia na vida dela, eu, como sua irmã mais velha, tinha toda a responsabilidade de dar um pouco de prazer quando ela me pedisse.
—Você gosta?
Estefy concordou com a cabeça. Me virei para beijar o outro lado do pescoço. Vi como ela movia as mãos até levá-las à sua delicada buracinha. Ela começou a ofegar suavemente enquanto eu dava mordidinhas na sua orelha e acariciava sua barriga.
—Assim. Deixa eu te mostrar.
Segurei a mão dela com a minha e guiei para que aprendesse como deveria se masturbar. Me surpreendia que, para a idade dela, ainda estivesse descobrindo esse prazer magnífico. Minha mãe tinha nos mostrado, a mim e à Angela, o gosto pela masturbação. Claro, como toda boa mãe que ensina às filhas a sexualidade sem tabus, ela tinha sido bem explícita. E por explícita, posso dizer que até vimos partes dela muito encantadoras.
—Como vão as aulas? —perguntou minha irmã gêmea, entrando de repente para escovar os dentes.
Estefy olhou para ela com certa severidade.
—Bem —respondi, feliz.
—Sai, Angela —rosnou Estefy —. A gente não interrompe quando você está com a Lorena aqui.
—Ah, a minilésbica —disse Lorena, provocando Estefy como sempre. Era claro que a namorada da minha irmã gostava de irritá-la. Entrou e trancou a porta.
—Pronto, tô perdendo a concentração.
—Saiam —pedi —, a Estefy já estava quase chegando no clímax.
As duas reviraram os olhos e, rindo, foram embora. Minha irmã relaxou de novo.
—Podemos fazer outra coisa, Andrea?
—Sim, querida.
Ela se virou para mim. Apoiou as mãos nos meus ombros e se levantou um pouco, de forma que seus peitos suculentos ficaram a centímetros da minha boca. Eu a segurei pelos quadris e, sorrindo, levei um de seus biquinhos à boca.
—Não morde forte, que dói.
—Vou te deixar um chupão —pisquei o olho —Quer que sua irmã mais velha te deixe um?
—O que eu quero é que você me coma já —ela riu docemente.
—Isso não vai rolar, Estefy. A mãe aceitou que eu te ensinasse a se masturbar, mas não que te comesse.
—Buu. Pelo menos chupa meus peitos.
E foi o que fiz. Estefy fechou os olhos com prazer visível enquanto eu saboreava aquele delicioso par de peitos firmes e brancos. Desci o olhar e vi a linda bucetinha da minha Irmã e tentada a experimentar coisas novas, deslizei uma mão pelo seu ventre até chegar na sua buceta. Isso fez ela se contorcer e soltar um gemido no meu ouvido.
— Ei, ei, com calma — disse o papai entrando de novo para escovar os dentes. Estefy deu um gritinho e voltou a se esconder na água. Eu dei a sessão por encerrada e saí pelada. O olhar que minha mãe me deu disse tudo.
Na verdade, quando Angela, Alec e eu éramos crianças, em casa se praticava o nudismo como um estilo de vida. Meus pais haviam se juntado a um grupo de pessoas que conheceram numa praia nudista. Agora que não frequentavam mais eles, essa lembrança já era bem do passado, mas nem por isso tínhamos vergonha de nos mostrar.
Bom, eu era a que menos vergonha tinha de ser vista pelada. Tanto Angela quanto Estefy eram um pouco mais reservadas nesse aspecto e já não pareciam tão seguras estando sem roupa na frente dos nossos pais.
— Durmam cedo — foi a única coisa que ele nos disse e saiu rápido, meio corado.
Estefy saiu na hora. Estava corada, mas feliz, e me deu um beijo no pescoço e um aperto na bunda.
— Te vejo no quarto — enrolou-se numa toalha e saiu.
Eu fiquei no banho escovando os dentes e imaginando que tipo de férias fantásticas íamos ter a partir de amanhã, quando nosso querido irmão voltasse pra casa.
********
Bom! Essa foi tipo a introdução da história. Foi meio x mas é só o começo. Queria postar logo pra saber o que vocês acham 🙂 espero que tenham gostado e a gente se vê na próxima, lembrem-se de muitas punhetas, um pouco de porra não faria mal haha, e é um prazer estar de volta com vocês.
22 comentários - Irmãos sem tabus
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