Un viernes por la noche

Caminhava pelo centro distraído entre tanta regata decotada, vestido de verão colado no corpo e transparências. Entre as duas semanas que tinham passado desde aquele encontro fugaz no hotel http://www.poringa.net/posts/relatos/2821436/Una-segunda-vez-con-ella.html e o começo do verão, tava louco. Meu plano pra aquela sexta era punheta e banho frio. Enquanto isso, continuava andando, me distraí olhando, e do nada uma mulher fala baixinho "babaca, tá olhando as bundas na rua". Virei surpreso e era ela, sorrindo, enfiada como tantas outras num vestido bem colado ao corpo, só uma diferença pras outras: não precisava imaginar o que tinha por baixo, só precisava continuar lembrando. Ela só sorriu, me cumprimentou com beijo na bochecha e foi embora.

"Você olhou pra minha bunda quando eu fui" Foi a primeira mensagem que recebi uns minutos depois. Não hesitei em responder que sim, que gostava muito e que precisava comer ela. Tudo certo.

As horas passaram, tava ansioso: será que tinha cagado? será que ela se ofendeu por eu ter ido tão direto ao que nos uniu? Por sorte, quando já tava me conformando em seguir meus planos, chegou outra mensagem: "Pode vir daqui a uma hora" Falei que pegava um táxi e tava na casa dela em meia hora.

A entrada igual da primeira vez, cuidados pra não cruzar com vizinhos e chego só na porta que tá meio aberta, entro sem fazer muito barulho e fecho. Ela me espera com o mesmo vestido que tava na rua.
_Nota alguma diferença? Ela fala parada no meio da sala e dando meia volta.
Olho pra ela um tempo e suspeito que não tá usando calcinha, não vejo a borda da fio dental. A pica fica dura. Sorrio e, pegando ela pela cintura com as duas mãos, falo que gosto que ela não use nada por baixo. Passo a mão na bunda dela, não tem calcinha, a gente se beija e minhas mãos já vão pra baixo do vestido, meus dedos na pele das coxas dela, meu polegar deslizando procurando ela.
Ela me toca por cima da calça com uma mão, sente minha Excitação, por baixo do fecho do vestido. Minha boca vai pros seus mamilos antes que eles sintam o ar.

Seguimos nos despindo, ela me joga no sofá e a gente termina de ficar pelados. Ela tira minha cueca devagar, me toca brincando com a cabeça do meu pau e só. "Hoje a gente pode se sujar um pouquinho, afinal tem chuveiro", ela fala enquanto continua brincando com meu pau duro e rendido à vontade dela.

Ela me faz esperar uns segundos que parecem uma eternidade pra engolir meu pau inteiro. Com as mãos apertando minhas pernas, ela sobe e desce, faz com paixão. Eu curto, mas ao mesmo tempo me seguro pra não gozar, quero que dure mais. Ela aperta mais os lábios, sobe e desce cada vez mais rápido e mais fundo, busca meu olhar, se toca enquanto me chupa e me dá os dedos molhados como prêmio.

Ela diminui o ritmo, separa os lábios, faz mais lento e suave, e por último tira meu pau da boca e fala: "Você goza agora ou me come?" Eu levanto ela nos meus joelhos, toco a buceta dela, tá encharcada, continuo masturbando ela. Ela pega a camisinha, quer que eu entre. Ela de joelhos e eu ainda no sofá, ela dita o ritmo, sou um consolo com perna naquele momento. Sinto meu pau em chamas, e os gemidos dela me acendem mais. Vou gozar... quero gozar nos seus peitos. Ela continua, não para. Busca o orgasmo dela, não liga pro meu. Geme forte e segue. Tento me segurar e não sei por quanto tempo, mil sensações no meu pau.

Ela se joga de lado, as pernas ainda abertas e os peitos todos pra mim. Eu levanto como posso e começo a me masturbar, quase na hora um jato de porra vai da barriga dela até o pescoço. Continuo duro. Ela, sempre promíscua e gentil, cuida com a boca de "me deixar relaxado" com um boquete que termina num segundo jato morno de porra na cara dela.

"Que bagunça, tenho que tomar banho urgente. Que porra é essa que não sai?" Ela vai rindo do sofá até o quarto, pega um par de toalhas, volta pro banheiro e me puxa pro chuveiro.

_ Se tiver mais, tem prêmio
_ Me espera Pouco, você acabou de me ordenhar
—Dale, que o prêmio é bom... além disso, você é um cara, tem que conseguir me dar 4 gozadas, senão vou ter que arrumar outro
—Enquanto eu me recupero, você vai se divertir, e isso vai me ajudar. Falo pegando o chuveirinho
—Tenho outra ideia pra isso...

A gente toma banho junto, eu aproveito pra explorar cada cantinho do corpo dela, ela concentrada em usar o chuveirinho pra se dar mais prazer. Tô duro de novo, fico de frente pra ela e vou atrás, mostro que quero mais.

O chuveirinho vai no meio das nádegas dela, "cê quer, né?" marcando a raba dela. A água morna ajuda meus dedos, primeiro a ponta de um, depois já são dois, e eu continuo. Os gemidos dela são diferentes, são curtos, secos, quase de dor. "Mete em mim" — ela não quer ir pra cama, quer que a gente transe ali mesmo no vapor do chuveiro. Apoio minha pica e ela empurra, jogando o quadril pra trás, gememos juntos, gozamos juntos, sentimos juntos como ela vai dilatando aos poucos, como ela me quer cada vez mais pra dentro. Empurro com mais força, vou possuindo ela cada vez mais, aperto os peitos dela contra minha mão e os azulejos, encosto meu quadril na bunda dela cada vez mais rápido, mais forte. A respiração dela fica mais curta, os gemidos já são quase gritos, dói mas ela gosta. Nós dois sentimos quando eu jorro um gozo quente dentro dela. Abro o chuveiro de novo, sem mais brincadeiras por um tempo. Vamos pra cama nos jogar e olhar o teto. Um momento.

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