Viuda y Puta IV

História da Vida Real

Nove meses já tinham se passado desde aquele triste acidente na estrada onde o marido dela morreu e ela ganhou o título que nenhuma mulher deseja, o de Viúva.

Nove meses de sofrimento, dor, dificuldades... por essa maldita desgraça.

Nove meses tentando esquecer e conhecendo a nova vida onde os lobos espreitam a cada momento sua vida, seu corpo, sua casa e sua imaginação.

Quase uma dúzia de picas diferentes que ela conheceu nesse período, uma dúzia de homens que provaram esse corpo gostoso, que o molharam com seu esperma em partes diferentes, que beijaram esses peitos atléticos, que bateram palmadas nessa bundinha empinada, esbelta, lábios divinos...

Uma dúzia de homens sujos que se aproveitaram Dela, da sua inocência e da sua dor.

Laura queria mudar, à noite tinha um peso na consciência... O que sou? Uma viúva ou uma puta? Ou as duas ao mesmo tempo? O que aconteceu comigo, antes eu era uma mulher respeitável, os amigos dele me cumprimentavam com respeito, o irmão dele, os colegas de trabalho nos ajudavam, nos visitavam e compartilhávamos como uma família. Hoje todos esses homens só me comeram mal, me arrombaram o cu, me fizeram sangrar e gritar, me banharam com o esperma deles por todo o meu corpo e por toda a minha cara. Fizeram de Mim o que queriam, no que estou me transformando? Não quero isso.

Todas as noites ela acendia uma vela para a foto do falecido Marido, orava e pedia que ele cuidasse Dela e dos seus filhos. Ela falava com ele em silêncio, para as amigas dizia que à noite conversava com Ele de coração a coração... E as amigas, para agradar Ela, balançavam a cabeça concordando com o que ela acreditava, faziam isso para não fazê-la sofrer mais do que já sofria. No fundo, as amigas tomando chimarrão com Ela pensavam consigo mesmas, coitada, como vai fazer para transar agora que não tem o companheiro. Esses pensamentos profundos de mulheres entre amigas que fofocavam entre Elas quando Laura não estava. O que essas mulheres não sabiam era que seus maridos já Já tinham gozado várias vezes no cu da Laura.
E isso era um segredo que Laura escondia delas, usando na cara o disfarce de viúva sofrida.

Gaby perguntou pra Laura: "Como você faz à noite? Não sente necessidade de ter algum relacionamento com alguém?"

Laura respondeu com uma mentira: que toda noite pensa nisso, que faz 9 meses que não transa e o corpo dela pede... que talvez já seja hora de conhecer alguém. "Peço ao meu marido, que está no céu, que me guie pra encontrar um homem bom, cavalheiro, trabalhador e inteligente como ele, que seja meu companheiro pra me ajudar."

Gaby ficou surpresa com essa resposta, mas no fundo pensou: "Coitada da Lause, deve se masturbar a noite inteira!!"

Rodrigo, o marido da Gaby, comeu a Laura brutalmente na semana passada, na mesma mesa onde hoje a Laura tomava chimarrão com as amigas e com a própria Gaby..

E foi assim que aconteceu.

Laura atendeu o telefone: "Sou eu, Ro, o colega do seu marido. Vou aí te trazer uma coisa que ele me deu pra guardar, mas acho que é teu, são umas camisas e uma jaqueta."

Assim, Ro foi na casa da Lau e, conversando, tomaram chimarrão até tarde. Na ponta da mesa, se olhavam e riam. Lau disse pro Ro que ele a fazia rir e agradeceu ele ter vindo compartilhar um momento com ela pra esquecer esse sofrimento.

Ro, no entanto, não conseguia se segurar de olhar a buceta perto do busto, aqueles peitinhos que ele sonhava não só beijar, mas chupar inteiros..

Ro acariciou o rosto e o cabelo dela, e ela, em resposta, sorriu. Então, com esse resultado, ele percebeu que ela estava aberta pra ele.

Ele continuou acariciando, e Lau se deixou ficar, se deixou acariciar por aquelas mãos grandes, não eram como as do marido dela, mas como as de um homem de verdade que ela desejava pra esquecer todo o ambiente ao redor, aquele ambiente que às vezes a enfurecia.

Ela se deixou levar por um beijo dos lábios do Ro e pelas carícias dele. Eles se levantaram, e Ro sentou ela na mesa. Estico os lábios de Laura suavemente e solto, beijando-os... percorrendo com os próprios lábios dela da direita para a esquerda, uma e outra vez. Laura respirava mais forte, sinal que Ro interpretou como ela ficando com tesão rápido. A buceta de Lau esquentava e ficava molhada com isso, e o Pau de Ro, um pau grosso e duro igual uma banana, tava pronto pra enfiar em qualquer rabo.

A música da "Vie en Rose" tocava ao fundo de algum vizinho, e a mesa de Lau começava a tremer. Os beijos de Ro desceram até o meio dos peitos dela e continuaram descendo até a virilha de Lau.

Em posição de tesoura, o máximo que deu, Lau abriu as pernas pro Rodrigo, o marido da Gaby, oferecendo toda a buceta dela, quente e molhada. Lau acariciava a cabeça de Ro, que um dia foi o parceiro caminhoneiro do falecido marido dela, brincava com os cabelos dele e empurrava pra virilha dela.

Ro soprou a buceta de Lau, e ela respondeu com um gemido, que Ro encarou com os olhos. Isso confirmava que Lau só queria que ele chupasse ela logo!

Soprou a buceta dela de novo e ouviu outro gemido mais longo de Lau. Com os dedos grandes, esticou os dois lábios da buceta de Lau e abriu, deixando o clitóris dela pendurado sozinho. Aproximou a ponta da língua e lambeu... uma e outra vez o clitóris de Lau. Endurecia, molhava, esquentava e ela gemia AHHHH!!!

Com os lábios grandes, Rodrigo pegou o clitóris de Laura e esticou, brincando com ele enquanto segurava os dois lábios da buceta dela com os dedos. Lau tava nas nuvens... gritava e gemia... se molhava. Então, de repente, Ro tirou a língua e começou a lamber entre a buceta dela uma e outra vez, percorrendo de cima pra baixo. Lambeu desesperadamente, lambeu igual um cachorro lambendo água desesperadamente, lambeu como se fosse a última vez.

Não era a buceta da Gabriela, a esposa dele, da qual ele já tava cansado. Essa buceta era algo lindo, algo novo, pequenininha, bem feita, cheiro gostoso, gostosamente salgada e muito molhada. Era outra parada, por isso ele lambia cada vez mais forte, aproveitando o momento.

Todo homem conhece a buceta da sua mulher e sente a diferença com outra buceta, algumas são gostosas, outras não gostamos de lamber ou chupar. A da Lau era daquelas que dava vontade de chupar inteira, e foi isso que Rodrigo começou a fazer: chupar o clitóris e os lábios dela, lamber entre a buceta e passear com a ponta da língua naquele buraco que um dia foi de outro, mas agora é dele.

A mesa sustentava Lau com a perna aberta e Rodrigo sentado na cadeira chupando a buceta de Laura, essa cena na casa do falecido em San Isidro era mais uma história da Viúva.

Mais de meia hora passou e Rodrigo, com o rosto molhado dos líquidos de Laura, continuava chupando a buceta dela sem parar, e Laura, cheia de prazer e gemidos, esquecia todo o passado que Rodrigo fazia ela sentir.

Com um dedo indicador, Rodrigo molhou entre a buceta de Laura e lentamente, enquanto chupava, foi enfiando no cu da Lau... Ayaaa, gemeu Lau.

Os dedos grandes de Rodrigo eram como a pica do falecido marido dela, uma pica morta que nunca entrou no cu da Lau.

Começou a brincar com o dedo, Rodrigo enfiando e tirando lentamente do cu da Lau enquanto chupava ela. Lau, com olheiras, suando e com o cabelo molhado, gemia e gritava quando aquele dedão entrava no cu dela.

Nunca Juan, o falecido marido, tinha tocado no cu da Lau. Juan, um caminhoneiro obcecado por viagens, deixava ela de lado, preferia viajar e dar umas fodas como todo caminhoneiro em alguma cidade distante.

Juan, um marido que quando chegava em casa à noite, o mate o esperava, ele tomava banho, deitava de lado para Laura, acariciava a bunda dela para se esquentar, endurecia a pica e comia ela, sem dizer muito até gozar dentro e depois dormir. Uma rotina que Laura já conhecia, uma rotina seca, sem amor, uma rotina domesticada, nunca nada novo. E quando saíam, ele nunca abraçava ela nem pegava na mão dela.

O dedo de Rodrigo bem no fundo do cu da Laura, um ano quente e molhado de suor, sem parar de chupar essa buceta que Rodrigo deseava toda noite quando deitava com sua esposa Gaby, só pensava como seria estar com a mulher do seu colega (Laura) de trabalho.. um sonho realizado.

Laura gemia e gritava, sentia o dedo de Rodrigo penetrando seu cu, um cu pequeno que se alargava e afrouxava pelo êxtase das chupadas de Rodrigo, era uma máquina esse Rodrigo.. Laura esquecia tudo.. esquecia seu passado.. sua tristeza.. seu sofrimento..

Rodrigo pegou a cinturinha de Lau e colocou ela de quatro na mesa, como um manjar, nua, mostrando a bunda na cara de Ro, com a buceta ainda escorrendo.. extasiada e com o cabelo molhado, parecia um animal no cio, com muito cheiro de sexo.

Rodrigo subiu na mesa, subiu em cima dela e começou a meter de quatro, se segurando nas duas pernas dele sobre ela, bombava sem parar, esse pau grande comparado com o que ela recebia quando o falecido marido vivia, dava mais prazer do que nunca, com o cu quente e já molhada, Laura se deixava dominar pelos instintos que faziam a bunda dela bater forte na pica de Rodrigo..

A mesa tremia e Laura recebia sem parar o pau de Rodrigo bem dentro do útero dela.. Ahhh!! Ayaaa!! ahhhhhhmmmmaaaa!! ela gemiava..

Rodrigo admirava a bunda de Laura e isso mantinha o pau dele duro, uma bunda perfeita, empinada, uma bunda que todo homem deseja mesmo sendo casado.. uma bunda que só serve pra foder sem parar... Rodrigo, um homem casado comendo a mulher do colega de trabalho, pensava que bunda gostosa... que bunda saborosa... sempre quis ter e agora é minha.. finalmente.. vou dar mais e mais forte até morrer de cansaço e assim ele se movia como um cavalo louco em cima da cansada Laura que recebia a bombada de pica de Rodrigo sem parar.. até que Rodrigo soltou um grito.. um grito de rei.. um grito de um lutador quando mata a presa, um grito de muito prazer.. espalhando O sêmen fervendo dentro da Laura... sem tirar da buceta dela, o líquido explodiu lá dentro e, por pressão, também escorreu pra fora. Laura sentia aquilo entre as pernas e, por dentro, algo quente percorrendo o corpo dela...

O pau do Rodrigo se soltou da buceta da Laura, escorrendo sêmen pela mesa, pulou no chão e encharcou o piso. Laura, ainda de quatro, molhada e escorrendo, não conseguia se mexer. Ainda se recuperando da foda do Rodrigo, ela sentou na mesa e desceu devagar.

O celular do Rodrigo toca. É a Gaby, a esposa dele... amor... trouxe as roupas do Juan pra você guardar. Já vou pra casa. Ela manda um abraço.

O telefone manchado de líquidos e sêmen na mão do Ro...

Lau, nua, se despede do Ro e pensa... que delícia que foi... que foda gostosa... o que tá acontecendo comigo??

Transei com um homem casado, com o melhor amigo do meu marido.

Serei uma puta?

1 comentários - Viuda y Puta IV

sin duda mi capitulo favorito
Gracias Che..aunque nocreas es muy real todo eso..Si tenes una amiga Viuda preguntale..y es tal cual..los hombres que eran amigos y parientes de Ella..solo quieren aprovecharse de su condicion de dolor..o sea clavarle en el culo!



Viuda y Puta IV
debe ser el mejor placer darle a una viuda joven y necesitada