Consultório de putaria 2

Olá pra toda comunidade, depois de um tempo sem escrever, aí vai o final dessa aventura.
No fim de semana fiquei pensando em como ia ser a segunda-feira, cheguei meia hora mais tarde por causa do trânsito, toquei a campainha e o porteiro disse "já era hora"; pensei que era mau humor, subi rápido, quando cheguei a porta tava aberta, entrei e lá vinha ela pelo corredor escrevendo no celular, se aproximou, me deu um beijo de língua, fechou a porta e disse: "passei o fim de todo pensando nela", pegando na minha rola por cima da calça.
"Vem que eu quero meu café da manhã agora." Fomos pra cozinha, ela abaixou meu zíper, começou a chupar e do nada soltou, falando: "Vai, que ele já tá chegando." Se virou, levantou o vestido, eu puxei a tanga pra lá e enfiei de uma vez, comecei a bombar quando ouvimos o elevador. Aí me separei, dizendo: "A putinha é esse aí que já chegou, se troca, depois a gente continua." Falando, sorrindo, ela foi embora.
Fui rápido pro fundo me trocar e começar meu trampo. Efetivamente o namorado chegou, e eu ouvi eles discutindo baixinho. Daí a pouco chegaram a massagista e outra mulher, eles continuavam trancados. Umas horas depois, ela apareceu puta da vida, me pedindo desculpa se eu me senti desconfortável com a briga, que tava de saco cheio dos ciúmes e que não ia ficar por isso. Foi embora brava.
No meio-dia, ela me disse que ia comprar comida e perguntou se eu comia com ela. "Claro", respondi.
Daí a pouco me chamou, e no escritório dela tinha uma mulher. Assim que ela saiu, fechou a porta, fui atrás dela desesperado, levantei a saia e comecei a lamber a buceta dela devagar, e ela se contorcia, gemendo igual gatinha, falando: "Por favor, me fode." Levantei e, contra a porta, em pé, começou o entra e sai. Senti que ela tinha gozado, e aí fiz ela se ajoelhar no chão de quatro, mas com a cara no chão e as pernas fechadas, aumentei o ritmo e, antes de gozar, virei ela e joguei vários jatos de porra na cara dela, que ela recebeu de boa, limpou, se limpou, e aí saímos dali.
A semana passou e não encontrei lugar, só uns roços e beijos.
Na quinta, o namorado não saía de perto. Daí, ela tava puta da vida, me contou que no dia seguinte tinham que preparar umas pastas pro quarto, então a gente ia ter o dia inteiro só pra nós. Chegou sexta-feira e, surpresa gostosa, o namorado e um amigo vieram preparar as pastas lá. Ela passou por mim e falou: "essa vai me pagar". Só tava nós quatro, eles se instalaram no meio. Eu, na real, só tava fazendo hora, fui só por ela.

"Pao, pode mexer nesse tapa-rolo?" (na última sala). "Claro" (já tinha mexido antes). Eles tavam a mil, porque tinham que entregar os documentos às 3. Coloquei a escada e de lá via o corredor inteiro. Ela chegou perto e falou alto: "queria mais pra cá". Abaixando meu zíper, me olhou e fez sinal pra eu olhar o corredor, e começou a me chupar devagar. Minutos depois, foi embora e me deixou no osso.

Foi até onde eles estavam e disse: "Love, me empresta um mate?" E ele: "vou levar um pra você". Ela voltou e continuou saboreando a cabeça toda com a língua, alternando língua e um gole, até que falou: "dá o mate por hoje". Não acreditei no que ela tava fazendo. Ela se virou, eu continuei fazendo barulho, e antes do meio-dia ela disse pra ele: "por que não aproveita e vai comprar uns sanduíches enquanto ele organiza as pastas?" Assim que ele saiu, ela falou: "por favor, arruma bem esses papéis e volta", e em voz alta: "olha, termina isso assim".

Ela se virou, colocou a bunda pra cima, puxou a tanga e, mexendo os lábios, disse: "vaiii". Disparei sem camisinha, molhei a buceta com a língua e comecei a meter com força. Não aguentei muito, o tesão me dominou. Avisei, ela se virou, piscou o olho, abriu bem a boca e mexendo a ponta da língua, gozei que nem um adolescente virgem.

Ela se levantou, mostrando como tava engolindo, lambeu os lábios com a língua, me deu um olhar de gata, se virou e foi arrumar as coisas com o amigo. Pouco depois, o parceiro veio me trazer o sanduíche. Terminei de comer, ela apareceu com o namorado, me pagou uma gorjeta maior, dizendo que eu merecia, e que assim que terminasse, eu fosse embora porque o amigo já tava de olho. Faltava fechar, agradeci depois de um tempo e fui embora numa nuvem que durou dias.
Essa é uma experiência inesquecível que queria compartilhar com vocês, espero que tenham gostado.

4 comentários - Consultório de putaria 2

buen relato capo, pero deberias usar punutacion de mejor manera, para que sea mas facil y fluido de entender...