Cuck. A Origem. XV. Linha Fina.

CONTINUAÇÃO.

Pra dar um foco maior na nossa vida agora, vou fazer uma descrição atual. A Juli tá perto de fazer 30 anos e eu, Javi, acabei de fazer. Os dois se formaram na faculdade. A Juli trabalha numa multinacional, é tipo uma secretária com um salário bom. Eu, por minha vez, sou profissional autônomo. Pra decepção dos leitores, talvez, o rolê a três com o Rober acabou há alguns anos. A verdadeira razão de termos parado com nossas práticas foi basicamente da Juli. Ela quis cortar tudo pra tentar ter uma vida de casal normal, só nós dois. A gente tava tão viciado nos menages que, da minha parte, rolavam propostas mais pesadas que ela não tava disposta a aceitar. E como a gente se ama muito, ela decidiu que era melhor pro casal deixar essa parte da nossa vida como uma lembrança gostosa, tudo muito contra a minha vontade. A decisão de contar nossa história foi praticamente minha, na esperança de que os comentários e propostas do Poringa acendessem de novo a chama da minha mina, mas até agora só serviu pra divertir ela, não passou disso. A Juli lê cada comentário e de vez em quando conversa com algum Poringa boy. Mas os planos dela são outros: agora ela quer ser mãe, então descartou qualquer encontro extraordinário. Quanto ao Rober, ele tá namorando e tem um filho, não sabe que a gente publicou a história. Ele vem direto aqui em casa com a família ou sozinho, e já fez comentários sobre repetir a dose, mas entre risadas a Juli nega qualquer possibilidade. No máximo, passa a mão na bunda dela quando cumprimenta com um beijo na bochecha.

Voltando ao nosso passado lindo, com o tempo, a Juli e eu sentíamos tanta necessidade de ter um lugar só nosso que decidimos conversar especialmente com os pais dela pra contar nossas preocupações. Tínhamos que fazer isso com cuidado, já que os pais dela ainda tratavam a Juli como se ela fosse uma... Nena. A Juli já tinha 24 anos, mas pra eles ela ainda era a bebezinha deles. A gente conversou com Jorge e Paula, falando que tava morrendo de vontade de testar a convivência entre nós dois. A notícia não foi tão boa pra eles, pra ser sincera, foi um balde de água fria pros dois. Eles ficaram sérios quando ouviram a gente e depois começaram com o papo de qual era a necessidade... se na casa deles a gente tinha tudo, que eles não eram pais intrometidos e essas coisas. E a verdade era essa, meus sogros são bem modernos em relação ao relacionamento da filha deles. Pra vocês terem uma ideia, foi a Paula quem começou com o assunto de que a Juli devia ir no ginecologista mais vezes, principalmente pelos cuidados na hora de transar comigo, e foi aí que a Juli começou a tomar anticoncepcional. Depois de uma longa conversa, eles se convenceram meio sem vontade, mas aceitaram depois das insistências apavorantes da princesinha deles. As condições foram todas impostas pelo Jorge: ele queria que a gente ficasse o mais perto possível da casa deles, então nos dias seguintes ele mesmo se encarregou de procurar várias opções de aluguel perto da casa deles. Pouco tempo depois, a gente escolheu entre as possibilidades que meu sogro trouxe uma casa muito linda, a só quatro quarteirões da casa deles. Era uma casa meio grande pra nós dois, a gente teria se virado com uma menor, mas o Jorge dizia que a Juli tava acostumada com ambientes amplos e ele teve que me ajudar financeiramente um pouco com os gastos iniciais do aluguel. Meus pais estavam encantados de ver o filho deles tão bem estabilizado, tanto no trabalho quanto no amor. Mais que isso, meus pais já estavam falando que eu tinha que dar um neto pra eles, ideia que tava longe de mim naquela idade.

Em apenas um mês, eu e a Juli já estávamos morando juntos. Imaginem como a gente tava feliz. A casa era linda, moderna, dois quartos, uma cozinha-sala de estar-sala de jantar tudo num espaço só e enorme, garagem pro carro, e quintal com churrasqueira e um quiosque. Eu tava vivendo um sonho verdadeiro. Os Os primeiros dias foram de transar quase todo dia, em todos os cantos da casa, a gente adorava ficar sozinho. A mãe e o pai da Juli tinham contato diário com a princesinha deles, se não passavam um tempo pra tomar mate, ligavam no telefone, pra falar a verdade a Juli também curtia a companhia, principalmente da Paula, elas eram muito parceiras e amigas, e o fato de se separar do dia pra noite fazia com que essa transição fosse levada e assumida desse jeito.

O tempo que passou desde o relato anterior até o momento em que fomos morar juntos, foi de repetir os trios com intervalos de meses. A gente traz eles pra história porque toda vez que algo rolava era parecido nas sequências, vários e vários dates passaram pelas nossas vidas, onde o Rober se cansava de arrebentar a buceta da minha mina, e de tanta prática a gente tinha encontrado um jeito de dupla penetração que a Juli curtia mais do que sentia dor. A gente não conta cada encontro porque não quer repetir as histórias, e só contar as que achamos mais interessantes pra vocês.

Voltando à boa notícia, ter esse lugar novo só pra gente, vocês imaginam o que provocou na história taboo, o Rober já não tava mais naquela relação de amizade colorida com a Lore, eles tinham decidido cortar essa parada principalmente porque a Lore queria algo mais sério com ele e ele não tava afim de compromisso, foi difícil no começo, mas com o passar de uns meses eles conseguiram se ver de novo como amigos, e um tempo depois a Lore começou um relacionamento sério com um cara novo. O Rober continuava sozinho, a gente costumava sair com outros amigos em grupos de várias pessoas, mas ter casa própria com o tempo fez com que os trios entre o Rober, a Juli e eu se intensificassem. Se a gente saía nos fins de semana, com certeza terminava em casa transando os três, às vezes também fazíamos algo durante a semana e até o Rober ficava pra dormir de vez em quando. Pelo menos uma vez por semana a Juli comia duas picas ao mesmo tempo. Eu tinha Descobri esse novo tesão de deixar eles sozinhos em algumas gozadas, onde eu batia uma sendo um espectador VIP de como meu amigo comia minha namorada do jeito que ele bem queria. Adorava ver ela com outro pau, coisa que eu curtia pra caralho batendo uma em cada cena. Pra vocês entenderem direito, o Rober só esperava nosso sinal, e se a gente propunha algo, era só ir pra casa e pronto. A situação tinha simplificado nos cuidados, já tínhamos lugar, e nossa relação entre os três era de tanta amizade que ninguém, mas ninguém desconfiava de nos ver juntos, fosse a hora que fosse. Podia acontecer do Rober passar todas as tardes em casa pra tomar uma cerveja depois do trabalho, e não rolar nada, e ele também não mostrar nenhuma intenção de fazer algo. A verdade é que tudo estava completamente estabelecido. Ninguém que nos visse juntos, os três, podia imaginar o que a gente fazia na intimidade, principalmente porque, pra fora, eu era um senhor inglês, a Juli uma verdadeira dama fina, patricinha e delicada, e o Rober um brotherzão.

Pra falar um pouco da Juli, ela tinha engordado uns dois ou três quilinhos desde que a conheci, resultado de uma particularidade dela: ela adora comer, hehe... segundo ela, tem alma de gordinha (sem intenção de ofender ninguém nem discriminar). O fato de morarmos juntos fazia a gente curtir as comidas que mais gostávamos. Imaginem que a Juli não era uma grande cozinheira, então o telefone do delivery era uma ferramenta essencial nas nossas vidas. Segundo ela, estava gorda, mas imaginem: 51 quilos distribuídos em pouco mais de um metro e sessenta de altura estava longe disso. Eu a via linda como sempre, com os peitos um pouco mais inchados e uma raba maior, barriga sem definição mas lisa, um escândalo de curvas e carne. Ela não trabalhava, só estudava na faculdade. Os pais dela, apesar da minha recusa, costumavam dar dinheiro pra todos os gostos dela. Eu dizia que agora ela era minha responsabilidade. obrigação, mas não podia fazer nada a respeito. Os pais dela praticamente pagavam um salário parecido com o meu, então problemas financeiros não existiam na nossa vida. A vida dela era estudar três tardes por semana e, de manhã, duas horas de academia. Ela visitava aqueles lugares clássicos de beleza feminina com a mãe: massagens, cremes, eletrodos, salão de beleza. Ela estava acostumada com essa vida de boa situação financeira. Da minha parte, também tinha começado a cursar uma faculdade, coisa que nunca tinha passado pela minha cabeça, mas a maturidade foi caindo nos meus neurônios e me deu vontade de estudar. Eu estudava nos mesmos horários que a minha namorada, e depois passava para buscá-la na faculdade dela.

Como eu estava contando, os trios tinham se intensificado. A gente comia a minha namorada sem parar. Os fins de semana eram verdadeiras maratonas sexuais: transar quando voltávamos das baladas e continuar no domingo. A gente estava descontrolado, pra falar bem a verdade. E uma particularidade é que já não precisávamos tanto da coragem que o álcool dá pra transar entre os três; o fato de ter casa pra isso já nos deixava com muito tesão. Mas este capítulo é muito especial, e vou contar baseado numa longa conversa que tive com minha namorada, hoje minha esposa. As confissões mais sinceras dela resultaram neste capítulo, depois de uma coleta de dados muito cuidadosa e minuciosa sobre o que aconteceu. Um capítulo que não tinha certeza se contaria, mas aqui estamos.

Era uma tarde de verão, terça-feira. A gente tinha acabado de voltar das férias com a minha namorada. Passamos três semanas sozinhos no litoral argentino, e a faculdade ainda não tinha começado. Ela, todas as tardes, se não saísse com alguma amiga ou a mãe, ficava em casa sozinha, me esperando chegar do trabalho pra ver se a gente saía pra algum lugar ou ia pra piscina na casa dos meus sogros, já que eles estavam de férias. Quando meu sogro faltava no trabalho, era eu quem ficava no mando de tudo, então minhas responsabilidades tinham aumentado. Jorge tinha encontrado e desenvolvido em mim uma grande capacidade profissional, de organização e liderança, apesar da minha idade, uma qualidade que eu desconhecia em mim. Eu saía do trabalho às 17h e em 20 minutos estava em casa. Naquela tarde, como sempre, fui do trabalho pra casa. Assim que cheguei, deixei o carro estacionado na rua e entrei em casa pela porta da garagem. O primeiro sinal de surpresa foi ver a moto do Rober estacionada dentro da nossa garagem. Embora não me surpreendesse tanto, porque ele costumava vir sempre, o fato é que quando vinha, me avisava. Atravessei a garagem de casa, cheguei no quintal pra entrar pela porta dos fundos. Estava aberta. Entrei e não vi ninguém na cozinha nem na sala. Aí a coisa já me pareceu estranha demais, principalmente porque a Juli nunca ficava sozinha com o Rober. Eu não sabia se eles estavam em casa ou se ele tinha acabado de chegar e saíram pra comprar algo pra beber ou comer. Isso passou pela minha cabeça, juro. Mas quando entrei na nossa casa, ouvi vozes que vinham inevitavelmente do quarto. Aí, sinceramente, senti um arrepio no corpo todo, um tipo de medo de encontrar o que primeiro veio à minha mente. Me aproximei ainda mais da porta do nosso quarto e a porta estava aberta. Um verdadeiro soco na cabeça foi o que senti ao ver o que estava rolando. Aproximei bem os olhos da porta e o mundo desabou. A Juli estava totalmente pelada de quatro na cama, com a bunda virada pra mim, e o Rober por trás, com as pernas de cada lado das coxas da minha mina, metendo nela com tudo....

Rober — Como eu adoro arrebentar essa sua buceta, gostosa. Que surpresa linda vamos dar pro Javi... ahah... toma, toma... (a pica dele entrava e saía devagar, mas sem parar, da raba da minha mina enquanto ele segurava ela pela cintura)... você é uma viciada na minha pica, anã... olha como sua bunda chupa minha pica...

Juli — ah ah ah ah ah ah ah ah... (eu podia ver a penetração anal que meu amigo dava na minha namorada)

Entendam novamente, queridos leitores, não havia nada que eu gostasse mais do que compartilhar minha namorada com o Rober, ver como ele comia ela e ela chupava o pau dele, mas sempre com meu consentimento. Dessa vez foi diferente, eles tinham feito sem mim. Me senti traído e verdadeiramente corno, senti raiva... ciúme... medo... ódio... tudo junto. Fiquei paralisado por alguns segundos, pensando em entrar, quebrar a cara do meu amigo e mandar a Juli pra merda. Devem ter sido os segundos mais longos e reflexivos da minha vida. Eu tava com toda a raiva do mundo, mas não consegui evitar que meu pau ficasse duro na hora, uma verdadeira mistura de sentimentos que me paralisava. Mas o que aconteceu foi que fiquei olhando, sem que eles soubessem, por vários minutos. Tirei o pau da calça e comecei a bater uma vendo a cena mais dolorosa da minha vida. Tava com muita raiva, mas não parava de me masturbar vendo minha namorada se deixar comer no cu na minha ausência. Passaram-se vários minutos até que eu entrei e me juntei à festa... o que vou contar no final deste capítulo. No próximo parágrafo, vou detalhar cronologicamente cada ato do que aconteceu naquela tarde na minha ausência, tudo o mais explicitamente explicado, segundo as palavras e dados fornecidos pela minha namorada sob o mais minucioso interrogatório meu, na qual ela jurou pela morte dos pais que o que me contaria seria a verdade e nada mais que a verdade de tudo o que aconteceu...

ENJOY...

Naquela tarde, seriam aproximadamente três horas da tarde e tocou a campainha na minha casa. A Juli estava vendo TV e não esperava ninguém. A gente tinha se falado por mensagem de texto de manhã, mas não tinha nenhum plano específico para a tarde. Ela tinha ido pra academia de manhã, depois almoçou sozinha em casa e se sentou pra ver TV no sofá da sala com o ar condicionado no talo por causa do calor que tava fazendo. Ela tava descalça, com um short de lycra de uma legging velha cortada na altura da bunda, de cor cinza e que tá tão gastadinha que entra no cu dela e dá pra ver a calcinha fio dental perfeitamente, bem estilo caseiro, uma regata branca completava o look, naquela época ela tinha o cabelo liso e comprido como sempre, mas tingido de castanho claro com uns reflexos mais claros, e uma franja que dá aquele toque de puta na carinha de boneca que ela ainda tem. O som da campainha surpreendeu ela, já que naquela hora não tinha ninguém na rua por causa do calor, também não esperava ninguém e não era normal alguém aparecer em casa sem avisar. Ela olhou pelas cortinas da janela da rua e viu o Rober na calçada. Se sentiu realmente intrigada pelo motivo da visita, já que isso nunca tinha acontecido antes. Nem preciso dizer que ela abriu a porta e deixou ele entrar.....

Rober - Anã, o que cê tá fazendo? Eu, desculpa te incomodar, mas por favor me deixa ir no banheiro que tô me segurando pra mijar faz meia hora... passei aqui por perto e, bem... te encho o saco dois minutos e vou embora... (uma situação nunca vivida antes, mas normal entre a gente, que tinha extrema confiança)

Juli - Ah, cara, pode entrar... de onde cê vem, por que não parou em algum lugar?

Essa foi a introdução com que o Rober entrou na minha casa na minha ausência. O Rober entrou e colocou a moto na garagem com medo de roubarem. Foi ao banheiro e, quando saiu, ficaram conversando uns minutos...

Rober - Uhh, cara, quase me mijei na moto, não aguentava mais, juro, e justo vim comprar umas peças por aqui perto (era verdade porque ele tinha umas caixas com peças de moto) e rezava pra você estar em casa, senão eu me mijava... ha

Juli - hahaha... tava vendo TV à toa. Tá muito calor pra sair. Talvez quando o Javi chegar a gente vá pra piscina, te aviso qualquer coisa...

Rober - Beleza, show...

Juli - Quer um pouco de água gelada? Ou refrigerante... álcool não tem, haha...

Rober - Fecha! Tô com uma sede danada. Vim comprar umas peças... mais tarde vou arrumar a moto. Eu também tava À toa, então vim comprar isso aqui. Faz tempo que tenho que arrumar a moto e tava enrolando...

Aí ficaram conversando normal uns minutos, os dois parados na bancada da cozinha. Pelo que a Juli falou, tavam de boa, e o Rober puxou o assunto das férias, como a gente tinha passado e tal. Bateram um papo assim...

Rober – Eu... e aí, qual é? Saímos sábado, falaram algo com o Javi? (primeiro sinal de que tava escondendo algo, o Rober não era de puxar esse assunto, nunca, mas nunca. A gente sabia muito bem o que significava "sair os três" naqueles momentos...)

Juli – Ahhh, sei lá, que eu saiba... depois pergunta pro seu amigo...

Rober – Vai, digo, sei lá... tomar algo, talvez... umas cervejinhas geladas, por aí... ou não, anã? (enquanto tomava o último copo d'água)

Juli – Alguma coisa a gente vai fazer, certeza, não dá pra ficar em casa... (segundo ela, falou algo assim, sem mencionar o tal "final da noite", mas os três sabiam como tudo terminava)... o Javi tava afim de jantar e depois tomar algo... fala com ele... (ela também tava tomando água)

Rober – Você alegrou minha tarde hahaha... já tô botando fé nesse fim de semana...

Juli – haha... nem pensa em falar uma putaria, porque você já vai vazar, hein... falei que a gente vai sair, só isso...

Rober – Anã, não seja mal pensada, eu... falei que fico feliz por sair com vocês, só isso...

Juli – Ah, claro... sabe como eu te conheço, cara... essas coisas você fala com seu amigo...

Rober – Guria, adoro sair com vocês... não tem nada de errado nisso...

Juli – haha... para de enrolar, Rober... que enrolado que você é... vou fazer um mate, melhor...

Rober – Te acompanho num mate, se não se importa... já são quase quatro, daqui a pouco o Javi chega. Vai incomodar se eu tiver aqui? Não acho que ele vai ficar puto, né?

Juli – Manda uma mensagem pra ele e fala que você tá aqui... e pronto... eu tô na minha casa... você é quem devia avisar ele...

Rober – Nada... ele tá trampando e não quero atrapalhar. Porra... vamos ver se ela esquenta, porque vim sem avisar... igual, vou tomar uns mates e vazar... depois me avisem se vão pra piscina dos seus pais...

Nesse momento, Juli virou as costas sem querer, mas começou a preparar o mate na bancada, e imaginem só: ela estava com a legging enfiada na bunda e deixando transparecer a pressão que aquela fio dental fazia nas nádegas dela (já vou deixar o dado de que a raba da Juli hoje tem 102 cm na lata, pura bunda redonda, dura e empinada... imaginação voa, e ela mantém quase o peso daquela época, então dá pra imaginar o tamanho daquele bundão da mina), continuaram conversando... ela de costas...

Rober — Agora tô mais feliz porque o fim de semana tá chegando... impressionante... uma salva de palmas pro churrasqueiro...

Juli — Robeeer... para com isso, idiota...

Rober — Anã, não vai ficar puta porque eu olhei pra sua bunda, né? Acho que a gente tem intimidade pra isso, não? Tô levando um adianto pra esperar o fim de semana, haha...

Juli — Eu sei que tem intimidade, mas não é legal você falar essas coisas se o Javi não tá aqui... tô falando sério... não rola...

Rober — Não esquenta, porra, para... o problema é que sua legging não ajuda muito... pelo contrário... não consigo parar de olhar...

Juli — Bom... faz um esforço e pensa em outra coisa... senão vai embora e tchau...

Rober — É foda o tanto que a fio dental te marca, como você consegue manter isso assim? Me conta o segredo pra eu passar pras gatinhas que eu como, haja...

Juli — Chegaaa... o segredo é dieta, genética e academia... mas chega, sério, tô falando... (foram uns cinco minutos que Juli ficou de costas pro Rober)

Juli se virou depois de preparar o mate, e quando olhou pro Rober, não conseguiu evitar de ver que ele tava com o pau duro no short de futebol, inconfundível, tava todo ereto de tanto olhar pra bunda da minha namorada e falar sobre isso.

Juli — Naaaa... cara, você vai longe demais... olha como você tá... absurdo... melhor pegar sua motinho e vazar antes que o Javi chegue. Javi vai pensar qualquer merda...

Rober- Para, anã, não esquenta, burra. Você sabe como eu sou e que isso às vezes eu não controlo... me espera baixar e vou embora... sério, falei sem querer...

Os dois continuavam de frente um pro outro, Juli tinha apoiado a chaleira e o mate na mesa...

Juli- Você é um sem noção, Rober... além do que a gente faz, às vezes você sabe do que a gente sempre fala, burro... do respeito... você estar em casa assim não dá... e muito menos se o Javi não tá... não quero confusão com ele... você sabe como a gente é...

Rober- Burra, já sei... mas você mais que ninguém sabe que isso não se controla, anã... me perdoa... me dá um mate e vou indo...

Juli- Toma... vê se baixa com um mate quente, haha...

Rober- haha... acho que não vai baixar com isso... bom, vou indo... mas me desculpa perguntar, hein... tem festa sábado ou não? (o filho da puta falava de boa com o pau duro na frente da minha mina)

Juli- Para, burro... sei lá... a gente sai, óbvio...

Rober- E depois...?

Juli- Rober... burro, depois da quantidade de vezes que a gente fez, a essa altura você faz essas perguntas, moleque? Para de encher o saco, vai... toma o mate e vai andando que você já tá meio chato... sei lá o que vai rolar sábado...

Rober- Então quer dizer que sábado vou te comer... (aí o filho da puta passou do limite)

Juli- Você já tá passando do limite, viu? Chega... vai embora agora... (segundo Juli, ela falou sério)

Rober- Ah, burra, por que você se irrita se a gente transa os três toda semana? Vai me dizer que o Javi te obriga? Que você não gosta? Tô conversando, anã... só isso... (tomava mate com o pau duro na frente dela)

Juli- Óbvio que não me obriga... nunca fez isso... mas não curto a gente conversando aqui sozinho... os três é outra coisa... assim não rola...

Rober- Javi não vai ficar puto por me ver aqui, pode crer... se toda vez que a gente transa ele fica doido Olhando a gente... ou não...? Ele gosta de ver você comendo comigo.....ou tô enganado..?

Juli- Sabe que não tá enganado, rober....mas não sei onde quer chegar com essa conversa.....desculpa, sei sim onde quer chegar e isso só com o javi presente....eu não minto pra ele nem engano ele.....você sabe muito bem disso...tô esclarecendo caso ainda não saiba que a gente faz isso porque o javi e eu gostamos....e de certa forma ele te escolheu...eu não....mas não se engana porque você não me atrai nem um pouco, hein....aconteceu assim e pronto....eu nunca teria te dado bola se não fosse pelo javi......acho que isso já tava mais que claro, não..?

Rober- Mas se eu não falei em nenhum momento pra você mentir pra ele, nem fodendo, burra, depois do bem que a gente se divertiu juntos, imagina se vou te pedir isso, jamais, javi é tipo meu irmão....e você também quero como uma irmã......burra, não esquenta assim.....tá viajando, cara....sabe que por vocês eu corto uma mão.....

Juli- E então...

Rober- Na lata, burra....sabe que o javi curte isso mais que a gente.....talvez a gente possa esperar ele com uma surpresa boa....sei lá...tô falando...me veio agora....(pegou na pica por cima do short)....

Juli- Queee...? Quer que a gente espere ele comendo..? Cê tá doido, moleque..?

Rober- Calmaaa....também não é algo que a gente nunca fez, cara....como você diz....a essa altura acho que não vamos nos assustar com isso......só tô dizendo que a gente podia esperar ele com uma surpresa.....pode crer que vai explodir a cabeça dele, burra....se sabe que ele curte toda essa putaria......e você também curte, anã.....nós três.....não é nada estranho...só mudamos o começo.....olha como eu tô...(pegou na pica de novo que, segundo juli, ia estourar o short)...bom, se você não quiser..? pra mim o javi vai pirar a cabeça....tô falando pra variar um pouco do que a gente sempre faz.....não tô dando em cima de você sozinha...nem fodendo....tô dizendo que talvez a gente dê uma puta surpresa a Javi... pra mim ele vai ficar louco quando chegar...
Juli- Para... não sei... eu não quero confusão, você sabe... manda uma mensagem pra ele e a gente espera pra ver o que ele diz... depois a gente vê...
Rober- Ahhh, burra, se eu mandar mensagem estraga a surpresa... eu tô falando em esperar ele na ação... ou você não tá afim? (Disse isso e abaixou o short, deixando o pau dele à mostra, durasso)
Juli- Para, burrão... não sei... não dá... não curto assim... avisa ele por mensagem que você tá aqui... imagina se ele fica bravo... guarda essa coisa aí, doido...
Rober- Fala sério, burra, pra que tanta volta... se já te comi um monte de vezes... vai me dizer que não gosta do meu pau... eu sei que você não gosta de mim, mas do meu pau você gosta... olha que duro você me deixou (começou a bater uma devagar na frente da Juli)... acredita em mim, o cabeção vai adorar a surpresa... imagina se ele vai ficar bravo da gente esperar ele assim, depois de tantas vezes que a gente te encheu o saco... e se não me engano, ele é quem arma toda a putaria... relaxa, pô... vai ser bom, pode crer...
Juli- E se ele ficar bravo? (A Juli já tava na dúvida com a conversa do meu amigo, mas segundo ela, nunca pensou nisso como uma traição, era ele que convencia ela de que eu ia gostar)

Um pequeno parágrafo: vou falar que a Juli, mesmo tendo quase trinta anos, mantém uma inocência estranha, tipo muito inteligente pra um monte de coisas e meio bobinha e ingênua ao mesmo tempo (coisa que eu adoro nela), é difícil de explicar... como se tivesse uns toques de Karina Jelinek, pros argentinos...

Rober- Sério, burra, lembra que o Javi quando chegar e nos ver vai ficar doido... a gente espera ele esquentando um pouco...
Juli- Mano, não sei... não sei... espera uma hora que ele já chega... assim não dá...
Rober- Anã, você fala "não sei", mas não para de olhar pro meu pau... fala sério, burra, relaxa, pô... aposto minha cabeça que você tá molhada de ver minha pica... mostra a rabeta um pouco, vai... só um pouquinho... a gente não faz nada além de amassar um pouco e ele esperamos assim...se quiser, a gente não tira a roupa...

Juli jurou pela morte dos pais dela (ela sempre faz isso quando fala a verdade) que nessa altura da conversa, o Rober já tinha convencido ela de que a ideia dele ia me agradar, obviamente sabendo que no sábado a gente ia transar os três, ela não achou que dessa vez seria algo tão louco. No começo ela recusava fazer uma parada dessas, mas ele convenceu ela de que isso não era mentir pra mim, e sim me dar uma surpresa dentro do nosso relacionamento a três. Ela jurou e rejurou pelos pais dela que jamais teria partido dela propor algo assim...

Juli - Mas não se empolga, hein... não tira minha roupa... a gente vê... se eu não curtir, a gente para e você vaza, ok? (ela foi pra sala e baixou as persianas da casa, foi até o sofá e ficou de quatro, com a bunda virada pro outro lado do encosto)... a gente espera ele aqui e de roupa, tá?

Rober - Sim, anã, do jeito que você mandar... (quando ela ficou de quatro com a bunda virada pra ele)... Caralho... que bunda linda você tem, anã... impressionante... como a tanga entra na sua racha é foda... (ele encostou a pica nua no meio da racha dela e começou a esfregar)... sabia que você ia gostar da ideia...

Juli - Calma, hein... só esfregar... mas guarda a pica... a gente combinou só de apalpar, nada mais.

Rober - Você não faz ideia do tesão que é comer a namorada do meu amigo... (enquanto passava a pica nos lábios da buceta dela por trás)... Além disso, você é a gostosa com a melhor raba que já vi na vida... a que mais me excita... nunca imaginei que você ia gostar tanto de pica... você adora, e isso te deixa ainda mais linda... (a esfregada era devagar)...

Juli me disse que nesse começo ela não falava, só ouvia ele falar, que se sentia estranha por fazer aquilo sem a minha presença, como se não tivesse certeza do que estava fazendo, com uma espécie de medo, principalmente da minha reação quando eu descobrisse aquilo, mas cada segundo que passou, inevitavelmente começou a esquentar ela, mas ela não queria deixar ele saber disso....

Rober - Desde que te vi no quiosque, fico batendo punheta pensando nessa bunda, me deixa louco, você é a gostosa de rabão mais linda que já vi na vida.... cê gosta do meu pau, anã? (ele encostava firme, mas ela não respondia, e o tesão dela só aumentava).... eu te comeria todo dia....

De repente, Rober parou de encostar e passou a apalpar ela, as mãos dele percorreram cada parte das nádegas dela, apertou, pegou os glúteos e separou apertando, tocava a buceta dela por trás com a palma inteira da mão, ficou assim por vários minutos apalpando a bunda da minha namorada, amassou do jeito que quis, me disse que esfregava a buceta dela com a mão num vai e vem, tava punhetando ela com a roupa no corpo, e sem mentir, me falou que a situação tava esquentando ela pra caralho, mas ela não queria ir além....

Rober - Mmmm.... anã... cê tem a buceta quentinha, porra.... aposto minha cabeça que cê tá toda molhada.... nem sabe como tá meu pau.... uma pedra de duro que tá (ele esfregava cada vez mais rápido a buceta dela, o que, segundo Juli, tava incendiando ela de vez).... quer tocar um pouco nele?

Ela não respondeu, e ele continuou com o jogo de apalpar e falar, assim foram passando minutos de um amasso cada vez mais quente, pelo tecido fino da legging dava pra sentir a mão do meu amigo na buceta já molhada dela, Rober oferecia o pau a cada segundo diante do silêncio dela, me disse que num momento ela fechou os olhos e começou a curtir o amasso, foi ficando mais relaxada... com tesão.... e perdendo a tensão que tinha, os medos sobre minha reação estavam indo embora... as mãos de Rober iam dos glúteos dela pra buceta.... e também fazia pressão no cuzinho dela com um dedo.....

Rober - Ahh.... como você me excita, Julieta.... me esquenta como nenhuma gatinha Calento nunca... sabe que quando eu comia a Lore, pensava na sua bunda... imaginava que era essa bunda que eu tava comendo... uuhhh... boluda, te queima a pussy... olha como você ficou... (ele pressionou com um dedo na racha da pussy)... quer tocar nela..? (ela não respondeu, mas sentiu que ele parou de apalpar e de repente viu ele se aproximar pela frente, por trás do encosto do sofá, e aproximou a cock)... toca nela, anã... você tá morrendo de vontade... devagar, vai... Javi já deve estar chegando...

Embora ela tenha dito que queria agarrar ele (foi sincera), o medo tomou conta de novo, ela saiu da posição, se levantou e foi rápido pra cozinha, pegou a garrafa d'água que tava na bancada e começou a beber, dando as costas pro Rober de novo, tomou água e sentiu meu amigo encostar por trás... ela parada...

Juli- Para, boludo... melhor a gente parar e esperar o Javi, né... dali a pouco ele chega... aí a gente continua... (mas ela não saía do lugar, confessou que tava com tesão, queria parar mas ao mesmo tempo a excitação não deixava ela se mexer)

Rober encostou a cock bem no meio da bunda e enfiou a mão na pussy dela pela frente...

Rober- Anã... fica tranquila, boluda... o Javi vai adorar, lembra... além disso, você tá com muito tesão... conheço sua cara de tesão... se deixa levar, boluda... (ele fazia movimentos de bombeamento na bunda da minha namorada enquanto apalpava a pussy dela, ela disse sentir a cock dele duríssima entrando nas suas nádegas)...

As apalpadas e as encostadas começaram a ficar mais intensas, ele cada vez mais enfiava a poronga dura na legging dela, e a mão dele não parava de estimular a pussy da minha namorada, segundo a Juli, ela já não conseguia parar, tinha entrado num jogo quente do qual não conseguia sair, a mão do Rober foi além e enfiou por dentro da legging e da calcinha fio dental pra tocar direto na... depilada buceta, isso fez ela perder a noção do tempo, do ato e do lugar... ela tava toda molhada.. (naquela época que a gente morava sozinho, os dois viviam no tesão, não sei por quê, mas a gente transava quase todo dia, e qualquer coisa era motivo pra acabar trepando, então aquela mãozada toda fez a Juli perder a sanidade rapidinho)

Rober- Eu sabia......cê tá ensopada, gostosa.....olha como cê gostou da ideia, cê tá com a buceta toda molhada....toda babada..... (ele esfregava os lábios e o clitóris dela enquanto continuava bombando...)

Aí a Juli, com o último fio de sanidade, gritou...

Juli- Paraaa......vamo esperar um pouco, vai.....não sê assim

Rober- Por que cê me manda parar se sua buceta não diz a mesma coisa..... (aí ele sentiu que enfiou dois dedos na buceta dela).....cê tá com tanta vontade de ser comida que não aguenta mais....cê morre de vontade de eu comer sua buceta....essa buceta de menina puta que cê tem.....olha como cê molhou minha mão...(ele tirou a mão da buceta dela e mostrou os dedos todos molhados)

Ela sentiu as mãos dele largarem as partes íntimas dela e ele pegou ela pela cintura, virando ela de frente. Ele pegou a mão dela e levou até o pau, ela segurou. Tavam separados por centímetros, bem perto um do outro. Ele enfiou a mão de novo dentro da legging dela e começou a bater uma pra ela devagar.

Rober- Assim, anã....assim a gente se masturba junto, vai....bate uma pra mim, vai....

Ela, sem falar nada, começou a bater uma pra ele enquanto ficava cada vez mais excitada com a punheta que ele tava dando nela. O tesão que a Juli sentia já não deixava ela pensar direito....a mão do Rober na buceta dela mais ela ter um pau grosso e duro na mão tava enlouquecendo ela.....ficaram se masturbando um ao outro por um tempo até que ele falou...ele colocou as mãos nos ombros dela, convidando ela a descer...

Rober- Por que cê não chupa um pouco, linda......vai, sei que cê quer encanta....
Ela hesitou uns segundos... olhou pro pau dele bem duro e inchado, a cabeça do pau dele livre... o desejo carnal tomou conta da mente dela... Juli foi se abaixando devagar até ficar na frente da porra do Rober... abriu as pernas pra ficar mais perto... abriu bem a boca e levou ele pra dentro... fechou os olhos e o gosto do pau do Rober queimou a cabeça dela... ela se sentia quente como nunca... talvez o fato de ser proibido a excitou ainda mais... começou a chupar o pau dele devagar, aproveitando cada lambida... enfiava ele inteiro na boca o mais fundo possível pra tirar de novo e chupar a cabeça com a língua... babar ele e chupar de novo... sentiu as mãos dele na cabeça dela marcando o ritmo da chupada... sentia a pressão do Rober querendo enfiar o pau cada vez mais fundo, o que fazia ela soltar cada vez mais saliva...

Rober - Ahhhhhh... como você gosta... assim gostosa... come ele todo que você adora... você tem uma boquinha bem quente... assim assim... chupa ele bem... saboreia ele...

Juli ficou chupando o pau do Rober agachada na cozinha da minha casa por vários minutos, fez devagar e aproveitando cada chupada que dava naquele pau grosso... ela sentiu que ele foi aumentando a entrada e saída da boca dela... cada vez um pouco mais... sentia a dureza daquele pau na boca... ela achava que ele ia encher a boca dela de porra a qualquer momento... mas isso não aconteceu, ele pegou ela pelos braços e fez ela ficar de pé, de frente... de um puxão deixou o short dela nos tornozelos... ficou só com uma calcinha fio dental preta... ele se abaixou e ela, sabendo a intenção dele, só abriu um pouco as pernas... sem tirar a calcinha, puxando ela pro lado, Rober descobriu a buceta dela... aproximou o rosto da buceta dela... esticou a língua e deu uma lambida lenta em toda a extensão dos lábios vaginais dela... saboreando cada parte da buceta dela... fez isso de novo devagar... e olhou pra ela... Rober - Essa delícia.....você tem um cheirinho gostoso.....tá toda molhada, anã.... (Juli já olhava pra ele sem falar nada, de boca aberta, se entregando a cada chupada na buceta que ele dava)....

Rober passou as mãos por trás, agarrando as nádegas de Juli pra levar a buceta dela até a boca, chupou devagar... quase pausado... usava mais a língua do que a boca, prendia o clitóris dela com os lábios e puxava pra fora..... alternava entre chupar e meter a língua só um pouquinho pra dentro da buceta.... ela sentiu um dos dedos de Rober enfiando devagar na calcinha dela pra tocar no cuzinho.... Rober alternava lambidas com abrir a boca e meter a buceta inteira da minha namorada.... enquanto continuava chupando a buceta dela do jeito mais pornô, foi estimulando a bunda dela com movimentos circulares... intercalando com pequenas penetrações.... isso deixou Juli num tesão tremendo e extremo.... Rober se levantou..... pegou a pica dele e aproximou da buceta da minha namorada.... ela esperou cada movimento sem dizer nada.... ele passava a cabeça da pica pelos lábios vaginais dela.... assim começou uma fricção, agarrando a bunda dela com as duas mãos.... não penetrava, mas passava a pica duríssima na xereca dela.... aí Juli me disse que não aguentava mais tanto tesão..... se sentiu fora de si... muito excitada.... jogou a cabeça pra trás... fechando os olhos.... aproveitando com um pouco de culpa a masturbação que Rober fazia com a pica dele.... sentia a pica percorrendo os lábios dela e as mãos de Rober apertando forte as nádegas dela.... separando.... abrindo.... empurrando pra perto dele.....

Rober - Vou te comer...... vou te comer agora.... não aguento mais.... (acelerou mais a fricção)..

Juli - Nãooo... por favor nãooo...... me comer nãooo.... vamos esperar um pouquinho ahaha.... (Juli dizia isso, segundo ela, com a cabeça ainda pra trás)....

Nenhum dos pedidos dela impediu que a A febre do Rober vai aumentar ainda mais, pelo contrário, acho que isso só deixou ele mais excitado. Juli sentiu as mãos dele descerem um pouco abaixo das nádegas, ele a pegou pelas pernas e a levantou levemente... sentiu a cabeça da pica do Rober se encostar na entrada da buceta dela...

Rober — ...me diz pra não fazer, anã... me fala se você não quer...

Juli — Por favor, nãoooooo faz issoooo... vamos esperaaaar... ahahahhahahhahhahahha... (Rober nem terminou de ouvir e já enfiou meia pica dentro da buceta dela)... ahahah nãooooooooooo

Rober — Você fala que não e adoraaaaa... tomaaaa... bem fundoo... (aí Juli sentiu que a penetração foi completa, tinha a pica inteira do Rober dentro da buceta dela, sentiu as mãos dele apertarem bem a bunda dela, empurrando ela com força contra a pica dele)...

Juli — nãoooooooooo... ahahahhahahhaa...

Aí Rober a levantou... ela, quase caindo e por causa da posição, cruzou as pernas na cintura dele e se agarrou nos ombros dele, colocando a cabeça pro lado da dele. Ele segurava ela pela bunda e começou a meter com tudo... ela é pequenininha e ele tem quase um metro e oitenta, então vocês já imaginam que não foi difícil segurar ela no colo... ele levantava e abaixava ela, segurando pelo rabo, fazendo a pica entrar e sair inteira na buceta dela... começou uma foda forte... quase batendo com a pélvis nela...

Rober — Tomaaaa tomaaa tomaaa anã... toma pica puta... como você ama minha pica, filha da puta... (segundo a Juli, ele estava comendo ela de um jeito selvagem e muito rápido, com tudo, ela disse sentir a pica dele mais grossa que o normal, enchendo a buceta dela)...

Juli — Paraaaa... ahahahaha... ahahha... paraaaa...

Nada disso aconteceu, Rober comeu ela assim na cozinha de casa, matando ela de pica na xereca, estava metendo nela de um jeito tão safado que a Juli disse que começou a sentir vontade de gozar... que sentia que a qualquer momento o Rober faria ela gozar... a visão dela se nublou e ela fechou os olhos... só sentia que ele falava todo tipo de putaria enquanto não parava de meter com força... a penetração foi ficando cada vez mais violenta... ela se agarrou forte nos ombros dele... sentindo que o orgasmo dela vinha... mas ao mesmo tempo não chegava... talvez a culpa não deixava ela gozar completamente... ela estava se deixando comer na minha ausência... algo que nunca tinha acontecido entre a gente apesar da nossa vida sexual... sentiu que o rober andava... mas ela não abriu os olhos... só continuava curtindo a porra daquela trepada... de repente o rober foi deixando ela cair na nossa cama... ela se jogou abrindo as pernas completamente mas sem abrir os olhos... sentiu o rober tirar a regata e o sutiã dela... pra depois deitar em cima dela... ele comeu e comeu ela na minha própria cama... ela me confessou que nunca sentiu o rober tão tesudo... parecia que tava doido... chupou os peitos e o pescoço dela sem parar de meter... o tesão foi tanto nela que em nenhum momento ela conseguiu reagir que o rober poderia gozar dentro da pussy... sentia a língua dele no pescoço... peitos e até deu uma lambida na boca aberta dela... que segundo ela ao sentir isso escorreu pelo rosto dela... ele comeu ela como um verdadeiro filho da puta... e quando ela tava sentindo que o orgasmo era iminente ela ouviu...

Rober- ahahahhahahhahah... tomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa... (rober começou a gozar dentro da pussy dela segurando ela forte pela cintura e fazendo muita força)... tomaaa o leiteeeeeeee...

Juli- Ahhhhhhhhh... nãooooooooooooo...

Juli sentiu ser inundada pelo nosso amigo, que ficou dentro dela até deixar a última gota de porra dentro da minha namorada, mas o pior de tudo que a juli me disse foi que quando sentiu o rober saindo de dentro dela... ela ainda tava com o orgasmo incompleto... queria continuar trepando... não ficar com essa vontade... e ainda mais conhecendo minha namorada que pode te matar se deixar ela assim.....
Juli- ahahah.....me come....agora me come filho da puta que não aguento mais.....(levantei a vista e vi o Rober parar na cama com a pica toda melada de porra, ele apoiou cada joelho do lado da cabeça dela e colocou a pica ainda dura a centímetros da boca dela)

Rober- Come anã....limpa minha pica e continuo te comendo que o Javi já vem, vai....

Ela olhou pra pica dele, esticou o pescoço e o Rober enfiou na boca dela.....a Juli chupou a porra da pica até deixar limpinha....cada parte daquela pica foi lambida pela boca da minha namorada, engolindo os restos de porra do Rober...

Rober- ahahha.....você é a puta mais gostosa que tem.....patricinha e puta.....quer que eu continue te comendo.....? (ele falava enquanto enfiava a pica na boca dela)...gozou...?..(a Juli tirou a pica da boca)

Juli- Não consegui gozar.......por favor me faz gozar que não aguento maaais.....vai filho da puta termina o que começou......

Rober saiu da posição, a Juli continuava de pernas abertas, não aguentava mais esperar aquele orgasmo intenso que tava chegando, o Rober agarrou ela pelas pernas e levou como se fosse uma boneca pra beira da cama, ajudou ela a se levantar e ficar de pé, tocou a buceta dela e enfiou dois dedos dentro....

Rober- Te deixei muita porra dentro.....gostosa......

A Juli tava fora de si segundo ela, só queria que continuassem comendo ela, o tesão dela é anormal, um tipo de droga que não deixa ela pensar em outra coisa, o Rober tirou os dedos cheios de porra da boceta dela e ofereceu pra ela....a Juli abriu a boca aceitando a oferenda...

Rober- Assim gostosa....come a porra do Rober.....agora vou te foder o cu.....ainda tô com tesão....vou te comer o rabo pra quando o Javi chegar ver que puta você é....vem...(levou ela contra a parede do quarto e fez ela virar de costas empinando a bunda) assim...pra deixar essa bunda bem gostosa que vou arrebentar.....

A Juli já não falou mais nada, se deixou fazer tudo por esse cara animal no cio, sentiu como a pica dele procurou a bunda dela, a pressão no esfínter dela apareceu, entrou a cabeça e ela sentiu dor por falta de lubrificação, mas a penetração foi ficando funda... inteira... completa... até que, segundo ela, sentiu como se o Rober tivesse abrindo o cu dela por completo... sentiu ela enorme... deixou ela um tempão dentro do cu pra dilatar...

Rober - Ahhhh... nada se compara com essa bunda enorme... tô com ela toda dentro de você, gostosa...

Ela sentiu as mãos dele pegarem na cintura dela e começar a meter devagar no cu, tirava e colocava devagar... a dor da Juli aos poucos foi se transformando de novo em prazer... a pica do Rober entrava e saía da raba da minha namorada...

Rober - Você gosta, Juli? Gosta da porra da pica grossa na raba, não gosta? Que foda gostosa que tô te dando... vamos te comer o dia inteiro hoje... (ele penetrava cada vez mais fundo)...

Juli - Arrebenta meu cu, filho da puta, vai... me faz gozar jáááá...

Rober - É isso que você quer, puta... vou destruir teu rabo de puta... o Javi vai te encontrar com o cu bem arrombado... como você me excita... vou te comer a vida inteira... sempre... de namorada... casada... grávida... sempre vou te comer...

Juli - Para de falar e me faz gozar, seu idiota...

Aí o Rober começou uma foda do caralho, segundo minha namorada, ela sentia o cu queimando, mas tava super excitada, ele tava partindo ela de pica na parede... vários minutos de porrada no cu... assim ele tava arrombando a raba da minha namorada e na minha própria casa e sem eu estar lá... até que ela sentiu que ele, sem tirar a pica do cu, foi levando ela pra cama... fez ela subir devagar até chegar no meio da cama... tirou a pica do cu e ela sentiu ele cuspir no buraquinho dela...

Rober - Agora você vai gozar, garota... agora sim vou te comer...

Rober meteu a pica na raba dela, penetrou até o fundo e aí começou a comer o cu dela com tudo Letras, de trás parado com cada perna pros lados da bunda da minha namorada, comecei a arrebentar o cu dela mal, ela disse que sentia que ia sangrar o cu do jeito que eu tava comendo, tava descosturando o cu dela igual um selvagem... metendo e tirando a pica inteira do cu a toda velocidade... segundo ela, nunca tinha sido comida com tanta violência... como se eu quisesse machucar ela... sentia fogo no cu de tão forte que o Rober tava comendo... e ainda mais com a grossura dessa porra...

Rober - Toma toma toma... vou estourar teu cu, anã... (metia nela violentamente pra caralho)... olha se teu pai te visse entregando a raba pro amigo do teu namorado... olha se visse a puta que a filha dele é... puta do caralho a menina... adora pica no cu... por isso vou arrebentar você... toma toma... tomaaaaaa

Naquele exato momento, eu cheguei na porta e presenciei a foda mais pesada e dolorosa pros meus olhos, com a pica dura vendo minha namorada sendo comida brutalmente pelo cu, sinceramente não sei como a Juli aguentou tanta submissão anal... nunca vi o Rober comer o cu dela daquele jeito, posso dizer que a Juli depois daquela tarde ficou dois dias sem sair de casa, com uma dor do caralho no cu, e que por vergonha não foi no médico, mas merecia, eu não consegui comer o cu dela por um bom tempo porque ela negava, aquela foda fez ela criar medo de sentir uma dor daquele tamanho de novo. Pensei em contar o que aconteceu depois, mas isso deixo pra escolha do leitor. Só posso dizer que depois que entrei na festa e comi a Juli também naquela tarde, onde ela ficou com o cu arrebentado como nunca, assim que terminamos todos, quase quebrei a cara do Rober, sem falar nada, expulsei ele da minha casa e a Juli se meteu no meio porque senão eu matava ele naquela tarde com minhas próprias mãos. Discuti com a Juli e ficamos brigados por mais de duas semanas, dormindo em camas separadas e ela chorava todo dia. pedindo desculpas. Senti vontade de me separar dela pela traição de não me contar nada, mas o tempo e o amor que a gente tem até hoje fizeram a gente voltar a ficar junto. Com o Rober, fiquei brigado por meses, ele me mandava mensagens e ligações que eu nunca atendia. Depois de um bom tempo, a gente teve uma conversa onde ele me confessou que a tesão que ele sentia pela minha mina era tão grande que o levou a ultrapassar aquela linha tão fina da nossa amizade, reconheceu o erro e confessou entre lágrimas que ele tinha tramado tudo, levando a Juli a fazer o que fez.

CONTINUA

36 comentários - Cuck. A Origem. XV. Linha Fina.

Jamás comento. Creo que es la primera vez. No me interesa comentar.

Considerando que esta historia sea cierta, y ya que viví una muy parecida: Al amigo se lo perdona, lo cual significa que me libero auténticamente de mi rencor hacia él por el daño que me hizo. Pero no vuelvo a tener una relación de amistad, cada uno por su camino. Porque por mucha calentura que haya tenido, traicionó tu amistad y puso en riesgo una buena relación.

A la novia también se la perdona (para liberarnos a nosotros del rencor, resentimiento que no nos dejaría vivir) y luego seguiría o no con ella en función de varios puntos, el más importante: el amor.

Saludos.
Muchas cosas en la balanza. Pero con juli seguimos juntos y nos casamos por el amor que nos tenemos. Rober tambien sigue siendo nuestro amigo
demasiado intenso y peligroso sin duda un momento delicado y doloroso espero puedas subir lo que paso despues, es que si en algo estoy de acuerdo y desde mi punto de vista si fue una traicion pero de igual forma pienso que la leccion por muy dolorosa que fue le enseño a juli a no ceder y traicionar esa confianza de hacer de todo pero estando juntos, saludos
Waaoo .. esto es por lejos la mejor serie de relatos que leí. .. es como no quisiese que termine nunca.. les dejo un abrazo.. y voy a seguir firme acá esperando..
Chicos,su historia es muy parecida a la de muchos de nosotros, claro que no tan bien contada, como esta..
Nosotros tambien nos alejamos del tema por varios años, y en nuestra primera madurez, 39, 40 volvimos con todo. claro que me costo un peru convencerla de nuevo y un viaje inolvidable a Jamaica. Ayudo terriblemente, que nuestros hijos ya eran medio independientes, por edad, en esa época.
Lo tuyo espectacular, porque esas vivencias y salidas locas, la experimentamos muchos, son normales, gracias y a seguir, abrazos
Muchas gracias por tan lindo mp
Un Capo contando historia ¡¡¡ mal robert poco codigo ..
Impresionante historia de vida, y super caliente. Esperamos más van puntos.-
Saludos.-
Yo le hubiera roto la cara por traicionar tu amistad y el culo a patadas por lastimarla a Juli... me imagino que la cortaron con ese sorete, no?
Si quieren volver a los tríos mejor busquen gente nueva, sin compromisos, algo de toco-disfruto- me voy, acá en Poringa van a encontrar muchos voluntarios! je, je!
Eso es verdad, hemos recibido muchos voluntarios por mp jaja. Juli hablo con uno que otro.
saludos
@cornudoafull Juli se animará con @Pijotillo ?? Te la imaginás chupando semejante vergón?... y entregándole esa cola hermosa... y vos mirando...!!! Ahhh!!!!!!
Lo mejor hasta el momento. Te superás relato a relato. El morbo se fue al carajo. Supongo que esto generó una reculada en la relación morbosa no? Habrán más capítulos de esta increible historia?

Saludos
Muy bueno el relato man, va toda la historia! Aplaudo la narrativa tambien!!

Pero en mi opinión (la de un humilde poringuero) vos le diste una mano a tu amigo y te agarro el codo! Eso es una tracicón que yo no hubiera perdonado! ... y encima lastimo a tu novia, no da!

pero bue, una vez mas MUY BUEN RELATO!! a x mas!
Te vengo leyendo hace un tiempo, debo decir que este es uno de los que mas me gusto.
nissan
bueno que decir, a esta historia ahora le sabemos el final, de todas maneras creo que es lo mejor que he leído nunca sobre este tema, los felicito !!!! Creo que si bien ahora se han alejado del tema lo que ya se probó y gustó es muy difícil de dejar definitivamente. por otro lado que tiene de malo seguir con estas prácticas mientras estén ustedes dos de acuerdo en disfrutarlo. Creo que en sexo todo esta permitido mientras los integrantes estén de acuerdo. Uds son jóvenes y tienen que seguir disfrutando, en el futuro se van a arrepentir del tiempo perdido !!!
Un beso para ambos, saludos Nissan
Nuestra premisa es el amor por un lado y el sexo a veces por otro, pero en caminos paralelos.
Obvio que nos gusto y gusta lo que hicimos. A mi me encanta. Ojala juli afloje ja....
muy buen relato excelente serie un relato mejor otro y un relato mas caliente y morboso que el otro cada relato tiene situciones distintas que te vuelan la cabeza sin mas que decir felitaciones excelente saga
que suerte que sigieras escribinedo hermoso y calentito pero por favor segui escribiendo bechitos
y bueno, se saco el gusto nomas el Robert, siempre le quizo romper el culo al Juli, estaba cantado que eso iba a pasar, quizas se le fue la mano nomas jaja
todos los puntos disponibles para uds! increible como me hiciste ponerme en tu lugar, a cada renglon se me salia el corazon del pecho por la intriga de lo q iba leyendo segundo a segundo.. espero mas relatos de uds. Saludos chicos!
na terrible chabon, tanto el relato como el contenido en si son menester de una novela erotica. Además tiene de todo, amor, sexo, amistad, infidelidad.... espectacular... todos mis puntos se los llevan este relato, No soy un habitual de los textos eroticos, pero realmente este pudo con mi imaginacion y cumplio todas mis espectativas. Slds
Muchisimas gracias..!!
muy bueno el comentario de Nissan, y por experiencia propia, no pierdan el tiempo, hermosa decada de los 30 a los 40, y disfruten, despues se van a arrepentir, a nosotros nos paso, sigan disfrutando,
Yo javi estoy trabajando en eso. Y creo voy por buen camino. Muchas gracias por el consejo.
EmikSvr +1
Hermano, teniendo el uso de la gramática y la redacción , te felicito , este es el mejor relato que he leído en bastante tiempo, espero que leas mi comentario y respondas , rompiste los estándares de los relatos eróticos , eres un impresionante redactor y un muy buen detallista, gracias por haberme distraído.
-Emik
que se yo... despues de que te haya traicionado de semejante manera todavia le das cabida? no lo hizo una vez. lo hizo 2 segun vos el anterior relato al irte al baño y esta "sorpresita"... quizas te guste que te humillen, y no lo digo de forro, hay algunos que les cabe esa onda... la de la foto es ella? no se como seguira esta saga, por que parece llegar al fin, pero alguna que otra foto no vendria mal ja! saludos.
todo bien pero yo me quede con la duda si Juli acabó o no jaja
Geniales, unicos, libres, son relatos sublimes, sigan así. Que la vida es eso, tratar de disfrutar siempre que se pueda!!! Aplausos!!!!! Hablo por todos al pedir una foto de la cola de Juli.
Hola capo como estas, la verdad es que me recontra enganche con sus relatos!! no tenemos nada mas en el tintero para contar???

acá esperamos ansiosos

saludos RORO
Patentalo y vendelo ...que morbo viejo
Me parece que se terminó la historia, que lástima....... Siempre que pude te deje puntos.... Un abrazo!!
nissan
espero q no se alla terminado la historia, creo que aunque sea encuentros anteriores podes contar algunas cositas
un abrazo
cuantos consejos te podria dar...........tanta experiencia..lee mis memorias exitantes, es mis comienzos alla y hace muchos años......cuantos errores hoy no cometeria, bueno me gusto, podria tener otro final, gracias y contactate. abzo
este relato corto un poco la onda, que se yo, lo sentí más como una traición que morbo
no fue consensuado entre uds 2 y siempre había sido así, si bien Robert chamuyo e insistió, tu novia se dejó llevar y decidió dar un paso sin consultarte en ese momento