Sergio se sentia estranho. Por um lado, o que tinha acontecido com a Ana tinha sido totalmente inesperado. Não que ele não apreciasse a beleza e a sensualidade diferente de cada uma das amigas da esposa, mas nunca lhe teria passado pela cabeça dar em cima delas e arriscar essas relações. E de repente, foi a Ana que deu em cima dele, e não só isso, comeu ele de uma bocada só, deixando claro que nunca mais ia rolar.
Por outro lado, essa culpa, além da nova luxúria descoberta, tinha acendido ele de novo como um adolescente, e fazia uma semana que ele tava macetando a mulher dele sem parar.
E no entanto, a amizade dele com o Pablo, o marido da Ana, era tão importante quanto a que as mulheres tinham. Ele se sentia muito culpado e precisava esclarecer essa situação com ele. Por isso, no sábado, em vez de ir fazer esporte como sempre, decidiu ir na casa da Ana e do Pablo tentar achar um jeito de contar o que tinha rolado.
Ele chegou na casa, mas não teve coragem de entrar. Como contar pra um amigo que você comeu a mulher dele? E mais, será que a Ana tava em casa?
Ele deu uma volta por ali, encontrou a porta do jardim aberta e entrou sem fazer barulho. Contornou a casa até a entrada da cozinha, e lá, encontrou a Ana e a Luciana conversando animadas. Ele se aproximou pra cumprimentar, mas o que ouviu fez ele se esconder num canteiro do lado da janela aberta.
- Então você vai e nos deixa sozinhos. Quando eu for embora, te chamo pra você voltar, disse a Luciana.
- Ok, Luciana. Vou cumprir minha parte. Além disso, já aproveitei meu prêmio, então quando é hora de perder, é hora de perder. Agora me diz, como você vai fazer pro meu marido te comer?
- Vou dar um jeito. Não é fácil ele parar de me ver como sua amiga, mas vou me virar. Tô disposta a aproveitar o prêmio que ganhei no jogo de cartas, pode ter certeza, disse ela sorrindo.
- Te desejo sorte. Então fica na cozinha que eu vou dar tchau e vazar.
- Ok. Vamos ver no que dá isso.
A Ana foi pra sala de jantar, e a Luciana se levantou. mostrando um shortinho justo no corpo que mal cobria as bundas dela. Rapidamente tirou a camiseta que vestia e o sutiã, deixando à mostra um lindo par de peitos, pra depois vestir a camiseta de novo sem nada por baixo. Guardou o sutiã na bolsa. Depois de alguns minutos, foi pro salão de jantar.
Sérgio, em silêncio, foi até a janela do salão. Lá sentado, Pablo revisava uns papéis com calculadora na mão, sem dar bola pra figuraça que entrou. É que ele já tava acostumado a ver a amiga da esposa.
— Pablo, hoje é sábado. Para de trabalhar e atende as visitas — disse Luciana, sorrindo.
— Desculpa, Luciana. Lamento que minha esposa tenha tido que sair às pressas. Se esperar um pouco, já tô contigo.
Luciana sentou numa cadeira e ficou um tempão olhando pro Pablo, pensando, sem dúvida, em como lidar com ele. Por fim, levantou e se espreguiçou. O gesto fez Pablo, por cima dos óculos, olhar pra ela. Quando ela se abaixou pra completar o exercício, com certeza pelo decote pronunciado da camiseta, ele conseguiu ver em detalhe o par de peitões que a mulher carregava. Se viu, não falou nada.
— Tô com calor, Pablo. Se não se importa, queria tomar um banho. Tava correndo e tô muito ofegante — disse ela, se abanando com a mão.
— Sem problemas, Luciana. Sobe aí, usa o banheiro principal e depois pega alguma roupa da minha esposa pra vestir — falou ele, sem parar de trabalhar.
Luciana pensou que não ia ser tão fácil conseguir a atenção dele, então decidiu caprichar.
Foi com seu andar felino até a escada que começava ali no salão e começou a subir devagar. O espelho na parede mostrou que ela tinha, naquele momento, toda a atenção do cara, e então, lentamente, tirou a camiseta enquanto subia e, ao virar, o perfil dos peitos dela ficou à vista do Pablo e do Sérgio, que tava na janela. Os dois ficaram de pau duro na mesma hora.
Agora, Pablo levou vários minutos pra voltar ao normal. concentrar, e quando estava prestes a fazer isso, ela o chamou lá de cima.
— Pablo! Pode subir?
— O que foi?
— Não consigo regular o chuveiro, preciso da sua ajuda.
Lentamente, Pablo se levantou do assento. O volume na calça dele mostrava o esforço que estava fazendo para respeitar a amiga da sua mulher. O problema era até quando ele ia conseguir.
Sergio, enquanto isso, pensou rápido. Olhou ao redor e viu uma escada encostada numa parede lateral. Rapidamente, a colocou perto do terraço do quarto principal e subiu por ela como um raio, chegando lá em cima antes de Pablo. Entrou no terraço e se posicionou de lado, olhando pelas janelas o quarto e, de um lado, a porta entreaberta do banheiro.
Pablo chegou ao quarto e se aproximou da porta do banheiro.
— Cadê você?
— No banheiro.
— Bom, então se cubra que eu preciso entrar para regular as torneiras.
— Espera um segundo — disse Luciana lá de dentro. — Agora pode entrar.
Sergio não conseguiu ver mais nada. Depois de alguns minutos, ouviu-se um tumulto.
— O que você está fazendo? — disse Luciana.
— O que você está querendo que eu faça.
— Não se engana.
— Acho que não.
A porta do banheiro se abriu e saiu Pablo, carregando nos braços uma molhada Luciana enrolada numa toalha. Chegou até a cama e a jogou sobre ela.
Quando Luciana caiu, a toalha se desfez e ela ficou ali, expondo toda a sua beleza para o parceiro momentâneo e para o voyeur escondido.
Pablo, sem parar de se deliciar com a imagem, começou a se despir rapidamente. Quando conseguiu, já exibia uma ereção imponente. Aproximou-se da cama e, pegando Luciana pelos tornozelos, puxou-a para a beirada. Uma vez ali, abriu-lhe as pernas e afundou a cabeça entre elas. Luciana, ao sentir a boca do homem atacando sua buceta, só fez segurar a cabeça dele com as duas mãos e mantê-lo ali, como se houvesse chance de ele se afastar.
Depois de alguns minutos, jogou a cabeça para trás e se deixou levar. Sem pronunciar palavras. Não precisava dizer mais nada.
Sergio, surpreso, não conseguia entender o que estava rolando. Será que sempre existiu essa troca entre os casais? O que a mulher dele tinha feito todo esse tempo? Ou era algo recente? O que ficava claro era a cumplicidade das mulheres e a total ignorância dos homens sobre o que tava acontecendo nos quartos deles. Antes de ser descoberto, ele se retirou em silêncio e voltou pra rua, tentando organizar os pensamentos. Era óbvio que o encontro dele com Ana e a cumplicidade da mulher dele não tinham sido por acaso. Agora ele precisava analisar como lidar com a informação que, aparentemente, era o único homem que sabia.
Quando ele foi embora, perdeu o momento em que Pablo parou o oral e, subindo na cama, enfiou fundo em Luciana, começando uma metida que mostrava a puta vontade que ele sempre teve dessa gostosa.
Foi uma longa sessão de sexo, com várias posições, e Luciana gozou um par de vezes antes de sentir na barriga toda a porra quente do cara, que depois recebeu a recompensa quando foi a vez de Luciana usar a boca e levar a segunda gozada ali, pra depois engolir tudo sem reclamar.
Quando Ana voltou, já estava tudo arrumado e limpo. Mas os cabelos de Luciana tinham ficado no travesseiro, como ela pôde conferir, antes de limpar tudo pra Pablo não desconfiar de nada.
Por outro lado, essa culpa, além da nova luxúria descoberta, tinha acendido ele de novo como um adolescente, e fazia uma semana que ele tava macetando a mulher dele sem parar.
E no entanto, a amizade dele com o Pablo, o marido da Ana, era tão importante quanto a que as mulheres tinham. Ele se sentia muito culpado e precisava esclarecer essa situação com ele. Por isso, no sábado, em vez de ir fazer esporte como sempre, decidiu ir na casa da Ana e do Pablo tentar achar um jeito de contar o que tinha rolado.
Ele chegou na casa, mas não teve coragem de entrar. Como contar pra um amigo que você comeu a mulher dele? E mais, será que a Ana tava em casa?
Ele deu uma volta por ali, encontrou a porta do jardim aberta e entrou sem fazer barulho. Contornou a casa até a entrada da cozinha, e lá, encontrou a Ana e a Luciana conversando animadas. Ele se aproximou pra cumprimentar, mas o que ouviu fez ele se esconder num canteiro do lado da janela aberta.
- Então você vai e nos deixa sozinhos. Quando eu for embora, te chamo pra você voltar, disse a Luciana.
- Ok, Luciana. Vou cumprir minha parte. Além disso, já aproveitei meu prêmio, então quando é hora de perder, é hora de perder. Agora me diz, como você vai fazer pro meu marido te comer?
- Vou dar um jeito. Não é fácil ele parar de me ver como sua amiga, mas vou me virar. Tô disposta a aproveitar o prêmio que ganhei no jogo de cartas, pode ter certeza, disse ela sorrindo.
- Te desejo sorte. Então fica na cozinha que eu vou dar tchau e vazar.
- Ok. Vamos ver no que dá isso.
A Ana foi pra sala de jantar, e a Luciana se levantou. mostrando um shortinho justo no corpo que mal cobria as bundas dela. Rapidamente tirou a camiseta que vestia e o sutiã, deixando à mostra um lindo par de peitos, pra depois vestir a camiseta de novo sem nada por baixo. Guardou o sutiã na bolsa. Depois de alguns minutos, foi pro salão de jantar.
Sérgio, em silêncio, foi até a janela do salão. Lá sentado, Pablo revisava uns papéis com calculadora na mão, sem dar bola pra figuraça que entrou. É que ele já tava acostumado a ver a amiga da esposa.
— Pablo, hoje é sábado. Para de trabalhar e atende as visitas — disse Luciana, sorrindo.
— Desculpa, Luciana. Lamento que minha esposa tenha tido que sair às pressas. Se esperar um pouco, já tô contigo.
Luciana sentou numa cadeira e ficou um tempão olhando pro Pablo, pensando, sem dúvida, em como lidar com ele. Por fim, levantou e se espreguiçou. O gesto fez Pablo, por cima dos óculos, olhar pra ela. Quando ela se abaixou pra completar o exercício, com certeza pelo decote pronunciado da camiseta, ele conseguiu ver em detalhe o par de peitões que a mulher carregava. Se viu, não falou nada.
— Tô com calor, Pablo. Se não se importa, queria tomar um banho. Tava correndo e tô muito ofegante — disse ela, se abanando com a mão.
— Sem problemas, Luciana. Sobe aí, usa o banheiro principal e depois pega alguma roupa da minha esposa pra vestir — falou ele, sem parar de trabalhar.
Luciana pensou que não ia ser tão fácil conseguir a atenção dele, então decidiu caprichar.
Foi com seu andar felino até a escada que começava ali no salão e começou a subir devagar. O espelho na parede mostrou que ela tinha, naquele momento, toda a atenção do cara, e então, lentamente, tirou a camiseta enquanto subia e, ao virar, o perfil dos peitos dela ficou à vista do Pablo e do Sérgio, que tava na janela. Os dois ficaram de pau duro na mesma hora.
Agora, Pablo levou vários minutos pra voltar ao normal. concentrar, e quando estava prestes a fazer isso, ela o chamou lá de cima.
— Pablo! Pode subir?
— O que foi?
— Não consigo regular o chuveiro, preciso da sua ajuda.
Lentamente, Pablo se levantou do assento. O volume na calça dele mostrava o esforço que estava fazendo para respeitar a amiga da sua mulher. O problema era até quando ele ia conseguir.
Sergio, enquanto isso, pensou rápido. Olhou ao redor e viu uma escada encostada numa parede lateral. Rapidamente, a colocou perto do terraço do quarto principal e subiu por ela como um raio, chegando lá em cima antes de Pablo. Entrou no terraço e se posicionou de lado, olhando pelas janelas o quarto e, de um lado, a porta entreaberta do banheiro.
Pablo chegou ao quarto e se aproximou da porta do banheiro.
— Cadê você?
— No banheiro.
— Bom, então se cubra que eu preciso entrar para regular as torneiras.
— Espera um segundo — disse Luciana lá de dentro. — Agora pode entrar.
Sergio não conseguiu ver mais nada. Depois de alguns minutos, ouviu-se um tumulto.
— O que você está fazendo? — disse Luciana.
— O que você está querendo que eu faça.
— Não se engana.
— Acho que não.
A porta do banheiro se abriu e saiu Pablo, carregando nos braços uma molhada Luciana enrolada numa toalha. Chegou até a cama e a jogou sobre ela.
Quando Luciana caiu, a toalha se desfez e ela ficou ali, expondo toda a sua beleza para o parceiro momentâneo e para o voyeur escondido.
Pablo, sem parar de se deliciar com a imagem, começou a se despir rapidamente. Quando conseguiu, já exibia uma ereção imponente. Aproximou-se da cama e, pegando Luciana pelos tornozelos, puxou-a para a beirada. Uma vez ali, abriu-lhe as pernas e afundou a cabeça entre elas. Luciana, ao sentir a boca do homem atacando sua buceta, só fez segurar a cabeça dele com as duas mãos e mantê-lo ali, como se houvesse chance de ele se afastar.
Depois de alguns minutos, jogou a cabeça para trás e se deixou levar. Sem pronunciar palavras. Não precisava dizer mais nada.
Sergio, surpreso, não conseguia entender o que estava rolando. Será que sempre existiu essa troca entre os casais? O que a mulher dele tinha feito todo esse tempo? Ou era algo recente? O que ficava claro era a cumplicidade das mulheres e a total ignorância dos homens sobre o que tava acontecendo nos quartos deles. Antes de ser descoberto, ele se retirou em silêncio e voltou pra rua, tentando organizar os pensamentos. Era óbvio que o encontro dele com Ana e a cumplicidade da mulher dele não tinham sido por acaso. Agora ele precisava analisar como lidar com a informação que, aparentemente, era o único homem que sabia.
Quando ele foi embora, perdeu o momento em que Pablo parou o oral e, subindo na cama, enfiou fundo em Luciana, começando uma metida que mostrava a puta vontade que ele sempre teve dessa gostosa.
Foi uma longa sessão de sexo, com várias posições, e Luciana gozou um par de vezes antes de sentir na barriga toda a porra quente do cara, que depois recebeu a recompensa quando foi a vez de Luciana usar a boca e levar a segunda gozada ali, pra depois engolir tudo sem reclamar.
Quando Ana voltou, já estava tudo arrumado e limpo. Mas os cabelos de Luciana tinham ficado no travesseiro, como ela pôde conferir, antes de limpar tudo pra Pablo não desconfiar de nada.
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