Olá, como vocês estão?
Pra quem não leu os primeiros contos, aqui estão eles:http://www.poringa.net/posts/relatos/2811059/Me-garche-a-mi-amiga-y-a-su-mama-Parte-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2811547/Me-garche-a-mi-amiga-y-a-su-mama-Parte-2.htmlRecomendo que leiam pra saber como tudo começou e como é minha linda sogrinha.
Agora sim, começa o relato:
Como contei, a família da minha namorada e a gente são bem de vida financeiramente, por isso a gente sempre viaja pelo país e pro exterior (Brasil, Uruguai e Canadá!).
Como as férias de inverno pros nossos irmãozinhos, meus e da Agus, estavam chegando, nossos pais começaram a organizar pra onde a gente ia. Na última hora, mudaram de Las Leñas pra Pinamar... fiquei bem decepcionado.
Chegaram as férias dos moleques e a gente rumou pra costa, fomos um total de 10 pessoas. Viajamos em 3 carros, como já tinha carteira na época, fui dirigindo o carro da Maria com ela e a filha dela (minha namorada) e meu irmãozinho de 6 anos que queria ir comigo.
Saímos umas 7 da manhã, pra organizar tudo cedo e aproveitar o resto do dia, mesmo indo 8 dias e sendo inverno, ia sobrar tempo pra tudo.
Quando fizemos 150 km, começou a chover, e enquanto todo mundo xingava, minha cabeça tava a mil sabendo que era melhor pra ter outra aventura com minha sogra.
Chegamos e fomos pro hotel, ficamos no hotel mais novo de Pinamar. No total, pras 10 pessoas, tínhamos dois quartos, um de 6 e outro de 4. No de 4 ficamos eu, minha sogra, minha mãe, minha namorada e eu. Cada vez mais, surgiam mais chances de comer a Maria de novo.
Nos primeiros 2 dias não rolou nada interessante, só uma tarde que ficamos sozinhos eu e a Agus.
No terceiro dia, o tempo melhorou e fomos pra praia, entre mate e churros a tarde foi passando. Quase quando tava escurecendo, falei pros meus pais que ia dar uma caminhada. Perguntei pra Agus se queria ir comigo e ela disse que ia ficar. Quando tava a uns 100 metros dos guarda-sóis, ouço:
-Benjaaa! Me espera.
Era a Maria, vinha de legging e uma jaqueta fininha que deixava ver as tetas dela balançando no ritmo do trote suave. Em Uma mão segurava a câmera e na outra uma garrafa d'água...
Finalmente chegou! Meio ofegante, me agradeceu por esperar. Começamos a caminhar, e depois de um tempo falando besteira, percebemos que já estava bem escuro e estávamos longe de onde saímos. Isso me deu abertura pra partir pra cima da minha sogra.
— Mari, finalmente estamos sozinhos!
— E daí? O que foi?
Meu mundo desabou, pensei que ela tinha me rejeitado. Um segundo depois, ela me agarrou pelo pescoço e começou a me beijar com gosto. Respondi o beijo e sentamos na areia pra continuar o que a gente tava fazendo.
Enquanto meu pau crescia por dentro da calça, minhas mãos percorriam os peitos dela por cima da jaqueta. Ela abriu o zíper do casaco e minhas mãos pousaram nos peitos lindos, lindos dela, cobertos por um biquíni não muito grande. Com as mãos macias, ela começou a descer da minha nuca pelas minhas costas até minha bunda. Ela tava fascinada com meus glúteos. Enfiou a mão na minha calça e puxou minha cueca, apertava minhas bolas e fazia meu pau doer de tão duro que tava.
Virei ela de barriga pra cima na areia e montei em cima, com o pau duro apoiado na buceta dela, que se marcava delicadamente na legging. Nessa posição, os peitos dela ficaram perto da minha boca... desatei o biquíni dela e, aos poucos, chupei todos os peitos. Parecia um bebê com fome, nossos olhos pareciam amarrados um no outro.
Cada vez que eu movia meu pau preso na calça sobre a buceta dela protegida por aquela legging, os olhos cor de mel dela brilhavam de prazer. Passei uns 10 minutos nos peitos dela, até que as palavras dela soaram:
— Benja, me dá esse pau lindo que você tem! Quero ele todinho.
— Tá bom, sogrinha. No final, a Agus saiu puta que nem você, hein!
A cara de tesão dela, sabendo que tava comendo o namorado da filha, me excitava ainda mais.
Num movimento só, tirei a calça e a cueca, enquanto aproximava meu pau do rosto dela. Com uma cara de puta incrível, ela fez meu pau desaparecer entre os lábios dela de uma vez só. Lambeu meu pau inteiro e minhas bolas, enfiava na boca enquanto saboreava. Minhas mãos beliscavam os bicos dos peitos dela, durinhos, como se fossem um tarugo de metal. Ela passava a língua na cabeça do pau e mordia o lábio inferior fazendo cara de puta fácil. Como me deixava excitado. MEU DEUS!!!
Puxando ela pelos cabelos, comecei a foder a boca dela. Entre gemidos, ânsias e olhos vidrados, ela pediu pra eu comer ela. Com meu pau na boca dela, abaixei um pouco a legging dela.
A putinha não tava usando nada por baixo. Ela é muito safada, estando de férias com o marido e os filhos. Com o dedo indicador, massageava o clitóris dela e enfiava na buceta molhada. Fazendo ela implorar, subi em cima dela pra começar a foder.
Devagarinho, fui enfiando, como se fosse uma virgem. Quando minhas bolas encostaram na bunda dela, tirei tudo e enfiei bem rápido, Maria gritava de prazer. Ela se arqueava, ofegante, as bochechas vermelhas e o cabelo loiro colado no rosto, dizia:
-ME COME!!! BENJA ME COME!
Ela se comportava como uma verdadeira atriz pornô, uma MILF de cinema.
Com a tesão que eu tava, não aguentei mais de 20 minutos, parei de foder ela e com a ajuda dos lábios delicados dela, lambuzei a cara dela de porra. Com os dedos finos, ela levou tudo pra boca e engoliu.
Nos vestimos e voltamos. Poucos metros depois, percebemos que faltava a câmera, nem lembramos de tirar uma foto haha. Com a água que ela tinha, lavou um pouco o rosto e nos reidratamos depois desse lindo reencontro.
Quando voltamos pro hotel, Maria e minha mãe, Sofia, foram pro centro passear.
Como ficamos sozinhos com a Agus, aproveitei pra foder a bundinha linda que ela tem e que há um tempo não conseguia fazer com a mãe dela, sem ela suspeitar de nada.
Durante os outros 5 dias, pude comer a bunda da minha sogra no carro, e fodemos várias outras vezes.Dedicado pra quem me apoiou pra eu continuar contando pra vocês!
No próximo post eu conto os 5 dias, se vocês quiserem...
Pra quem não leu os primeiros contos, aqui estão eles:http://www.poringa.net/posts/relatos/2811059/Me-garche-a-mi-amiga-y-a-su-mama-Parte-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2811547/Me-garche-a-mi-amiga-y-a-su-mama-Parte-2.htmlRecomendo que leiam pra saber como tudo começou e como é minha linda sogrinha.
Agora sim, começa o relato:
Como contei, a família da minha namorada e a gente são bem de vida financeiramente, por isso a gente sempre viaja pelo país e pro exterior (Brasil, Uruguai e Canadá!).
Como as férias de inverno pros nossos irmãozinhos, meus e da Agus, estavam chegando, nossos pais começaram a organizar pra onde a gente ia. Na última hora, mudaram de Las Leñas pra Pinamar... fiquei bem decepcionado.
Chegaram as férias dos moleques e a gente rumou pra costa, fomos um total de 10 pessoas. Viajamos em 3 carros, como já tinha carteira na época, fui dirigindo o carro da Maria com ela e a filha dela (minha namorada) e meu irmãozinho de 6 anos que queria ir comigo.
Saímos umas 7 da manhã, pra organizar tudo cedo e aproveitar o resto do dia, mesmo indo 8 dias e sendo inverno, ia sobrar tempo pra tudo.
Quando fizemos 150 km, começou a chover, e enquanto todo mundo xingava, minha cabeça tava a mil sabendo que era melhor pra ter outra aventura com minha sogra.
Chegamos e fomos pro hotel, ficamos no hotel mais novo de Pinamar. No total, pras 10 pessoas, tínhamos dois quartos, um de 6 e outro de 4. No de 4 ficamos eu, minha sogra, minha mãe, minha namorada e eu. Cada vez mais, surgiam mais chances de comer a Maria de novo.
Nos primeiros 2 dias não rolou nada interessante, só uma tarde que ficamos sozinhos eu e a Agus.
No terceiro dia, o tempo melhorou e fomos pra praia, entre mate e churros a tarde foi passando. Quase quando tava escurecendo, falei pros meus pais que ia dar uma caminhada. Perguntei pra Agus se queria ir comigo e ela disse que ia ficar. Quando tava a uns 100 metros dos guarda-sóis, ouço:
-Benjaaa! Me espera.
Era a Maria, vinha de legging e uma jaqueta fininha que deixava ver as tetas dela balançando no ritmo do trote suave. Em Uma mão segurava a câmera e na outra uma garrafa d'água...
Finalmente chegou! Meio ofegante, me agradeceu por esperar. Começamos a caminhar, e depois de um tempo falando besteira, percebemos que já estava bem escuro e estávamos longe de onde saímos. Isso me deu abertura pra partir pra cima da minha sogra.
— Mari, finalmente estamos sozinhos!
— E daí? O que foi?
Meu mundo desabou, pensei que ela tinha me rejeitado. Um segundo depois, ela me agarrou pelo pescoço e começou a me beijar com gosto. Respondi o beijo e sentamos na areia pra continuar o que a gente tava fazendo.
Enquanto meu pau crescia por dentro da calça, minhas mãos percorriam os peitos dela por cima da jaqueta. Ela abriu o zíper do casaco e minhas mãos pousaram nos peitos lindos, lindos dela, cobertos por um biquíni não muito grande. Com as mãos macias, ela começou a descer da minha nuca pelas minhas costas até minha bunda. Ela tava fascinada com meus glúteos. Enfiou a mão na minha calça e puxou minha cueca, apertava minhas bolas e fazia meu pau doer de tão duro que tava.
Virei ela de barriga pra cima na areia e montei em cima, com o pau duro apoiado na buceta dela, que se marcava delicadamente na legging. Nessa posição, os peitos dela ficaram perto da minha boca... desatei o biquíni dela e, aos poucos, chupei todos os peitos. Parecia um bebê com fome, nossos olhos pareciam amarrados um no outro.
Cada vez que eu movia meu pau preso na calça sobre a buceta dela protegida por aquela legging, os olhos cor de mel dela brilhavam de prazer. Passei uns 10 minutos nos peitos dela, até que as palavras dela soaram:
— Benja, me dá esse pau lindo que você tem! Quero ele todinho.
— Tá bom, sogrinha. No final, a Agus saiu puta que nem você, hein!
A cara de tesão dela, sabendo que tava comendo o namorado da filha, me excitava ainda mais.
Num movimento só, tirei a calça e a cueca, enquanto aproximava meu pau do rosto dela. Com uma cara de puta incrível, ela fez meu pau desaparecer entre os lábios dela de uma vez só. Lambeu meu pau inteiro e minhas bolas, enfiava na boca enquanto saboreava. Minhas mãos beliscavam os bicos dos peitos dela, durinhos, como se fossem um tarugo de metal. Ela passava a língua na cabeça do pau e mordia o lábio inferior fazendo cara de puta fácil. Como me deixava excitado. MEU DEUS!!!
Puxando ela pelos cabelos, comecei a foder a boca dela. Entre gemidos, ânsias e olhos vidrados, ela pediu pra eu comer ela. Com meu pau na boca dela, abaixei um pouco a legging dela.
A putinha não tava usando nada por baixo. Ela é muito safada, estando de férias com o marido e os filhos. Com o dedo indicador, massageava o clitóris dela e enfiava na buceta molhada. Fazendo ela implorar, subi em cima dela pra começar a foder.
Devagarinho, fui enfiando, como se fosse uma virgem. Quando minhas bolas encostaram na bunda dela, tirei tudo e enfiei bem rápido, Maria gritava de prazer. Ela se arqueava, ofegante, as bochechas vermelhas e o cabelo loiro colado no rosto, dizia:
-ME COME!!! BENJA ME COME!
Ela se comportava como uma verdadeira atriz pornô, uma MILF de cinema.
Com a tesão que eu tava, não aguentei mais de 20 minutos, parei de foder ela e com a ajuda dos lábios delicados dela, lambuzei a cara dela de porra. Com os dedos finos, ela levou tudo pra boca e engoliu.
Nos vestimos e voltamos. Poucos metros depois, percebemos que faltava a câmera, nem lembramos de tirar uma foto haha. Com a água que ela tinha, lavou um pouco o rosto e nos reidratamos depois desse lindo reencontro.
Quando voltamos pro hotel, Maria e minha mãe, Sofia, foram pro centro passear.
Como ficamos sozinhos com a Agus, aproveitei pra foder a bundinha linda que ela tem e que há um tempo não conseguia fazer com a mãe dela, sem ela suspeitar de nada.
Durante os outros 5 dias, pude comer a bunda da minha sogra no carro, e fodemos várias outras vezes.Dedicado pra quem me apoiou pra eu continuar contando pra vocês!
No próximo post eu conto os 5 dias, se vocês quiserem...
17 comentários - Minha sogra em Pinamar. Primeiros dias
Ya te lo dije!
Ojalá mordiera yo ahí .... jajajaja
va punto