Se quiser ler a primeira parte, é só pedir.Clique aquiSe quiser ler a segunda parte, dá um likeClique aquiSe quiser ler a terceira parte, fazClique aqui– Elsa! – exclamaram Raul e José ao mesmo tempo.
– São o Ricardo e... – apontava um assustado Anjo.
– Eu sei, calma – falei pra eles, enquanto me levantava acariciando com carinho as picas deles. – Vou me vestir. Distrai eles um pouco, não demoro nada…
Os dois se juntaram a nós com as bebidas prometidas. Mas tinha algo estranho nas conversas. Dava pra perceber. Dava pra sentir o sexo no ar, e isso deixava todo mundo inibido. De qualquer forma, todos nos comportamos como a sociedade exige e como a nossa sagrada educação espanhola manda: fingindo que nada tinha acontecido.
A verdade é que não importa quanto tempo passamos com eles. Talvez meia hora, talvez um pouco mais de uma hora. A questão é que eu já tinha passado do meu limite de álcool no sangue. Pelo menos o suficiente pra achar que convidar todo mundo pra uma orgia na minha casa era uma boa ideia…
Anos depois, Raúl me contou que eu cheguei a sugerir um striptease com cunnilingus na Eva como final. E que, naquele instante, ela quase engasgou com a taça, enquanto um Ricardo puto da vida implorava pra eu parar com "a brincadeira". Mas eu não tenho lembranças nítidas daquilo, nem das conversas depois.
O que não sai da minha memória é o momento em que peguei Raúl e José pelo meio das pernas, pra mandar eles pegarem um táxi.
O tempo que passamos esperando e minhas recusas constantes pra José ir buscar o carro dele me deram uma acordada. E também me baixaram a libido… Até que, finalmente, senti o calor dos corpos deles no táxi que nos levava pro meu apartamento.
Deviam ser umas seis e pouco da manhã quando chegamos no portão da minha casa. Já dava pra ver uma certa claridade. Desci do táxi e fiquei paralisada. Aquela sensação estranha que a gente tem depois de uma longa noite de balada estava tremendamente amplificada por tudo que tinha acontecido. Quais são as chances de uma mulher encontrar as pessoas certas pra sua primeira orgia, exatamente quando mais deseja? Não sabia, mas conhecia bem as consequências sociais quando começasse a circular o que eu tinha feito.
Por um instante, a vergonha percorreu minha pele, arrepiando como uma galinha e gerando aqueles calafrios que, em forma de cascavel, fazem a alma encolher e o corpo petrificar. Por um momento, as imagens do pátio da escola, agora com caras de faculdade, se amontoavam na minha mente apontando, marcando e me rotulando como a puta mais barata de todas.
— Você tá bem? — perguntou Raul, acariciando meus ombros com as palmas das mãos. — Tem certeza de que quer fazer uma orgia? — indagou com um toque suave.
Me virei e segurei os cotovelos dele pra não perder o contato físico. Olhava nos olhos dele sem dizer nada. Sentia a vergonha se dissipando. Voltei a sentir vontade de sexo…
— Tudo bem? — perguntou Anjo, depois de pagar o táxi com José.
— Sim, tudo bem — me antecipei na hora. — Vamos subir pro meu apartamento. Mas, rapazes, vocês têm que me tratar como uma dama! — falei com uma alegria descarada, pra aliviar as tensões dos medos anteriores.
Lembro que peguei as chaves devagar, imaginando que, nas minhas costas, tinha três homens mais nervosos e ansiosos por sexo do que eu. Despertou na minha mente a necessidade de causar neles o sofrimento do suspense que vem ao olhar a bunda da mulher que tá abrindo as portas pra uma noite-madrugada de sexo em grupo sem limites. Meus movimentos desaceleraram. Meu sorriso se tramava conspiratório com as imagens que antecipavam a bacanal. Antecipando os fatos para amarrá-los ao seu destino: orgasmos e gemidos altos de prazer. Tapas na bunda e penetrações. Paus, bolas e o suor escorrendo pelos peitos delas, alteradas, ofegantes...
Eu olhava pra elas sem falar nada. No meio, dentro do elevador, com um sorriso perverso que só podia deixá-las inseguras. Essa era minha meta. Assim, eu dominaria. Assim, eu faria elas me concederem cada um dos meus desejos, todas e cada uma das vezes que eu quisesse.
Eram só cinco andares, mas devia ter parecido que a gente tava subindo até o último do Empire State Building. Lembro que peguei as chaves com a maior determinação. Me sentia tão segura quanto confiante no que ia fazer. Naquele momento, sabia que nada do que alguém dissesse ia me fazer sentir mal. Era realmente consciente do que sempre pensei: essa vida única é curta demais pra se negar os maiores prazeres. E o fato é que eles não machucam ninguém de verdade.
— Tem gelo suficiente no congelador — falei pra eles, apontando pra cozinha —. Sirvam uns drinks enquanto eu boto uma música e venham pro quarto.
— Você não quer? — perguntou Raúl, com uma cara de estranheza.
— Não. Eu quero lembrar de tudo que rolar no meu quarto — respondi —. Mas vocês precisam que o álcool solte essa timidez natural de vocês — afirmei.
Ángel e José cuidaram de preparar as bebidas. Raúl seguiu meus passos até o quarto.
— Vou vestir outro conjunto de lingerie — sussurrei pra ele, enquanto abria o armário. Ele sentou na beirada da cama sem dizer nada. Só me olhava —. Para de babar, liga meu notebook e as caixas de som — ordenei, com um falso tom de vingança.
Ele sorriu e fez o que eu mandei enquanto eu me despia, bem na hora que ouvimos Ángel e José vindo da cozinha.
– Agora que estamos todos, vou deixar vocês escolherem... – os queixos deles caíram comicamente quando entrei no quarto –. Mas, caras... vocês me viram pelada a noite toda! Já devia ser normal... – ri enquanto terminava a frase –. Ia mandar vocês escolherem minhas roupas, mas depois dessas caras, vou pegar eu mesma. Vocês cuidam da música, se saírem do transe...
– É que você é muito gostosa... – resmungou o Anjo com uma sensualidade atrapalhada e barulhos de saliva, resultado da mistura de álcool e tesão.
– Então espera pra me ver com esse conjunto de lingerie... Além dessas meias com liga de silicone, vou colocar uma calcinha preta que vocês têm que ser capazes de rasgar... – avisei, querendo deixar o coração dele disparado.
Ele bufou como um touro se preparando pra correr, mas na timidez humana dele só conseguiu desviar o olhar e ajudar o Raul com a playlist.
Tirei os sapatos e fui no banheiro mijar e me lavar. Quando voltei, a música tava suave e os três conversavam devagar, como se estivessem tomando o último drink num bar.
– Não sei como explicar... Vou tentar ser o mais clara possível – falei com uma raiva teatral –. Quero sexo pesado. Não ponham Marvin Gaye porque não tô a fim de dançar com vocês... a não ser que seja com os paus de vocês dentro de mim. Quero Rock N’ Roll!
Mandei o José tirar a roupa e ficar de pé em cima da cama. Peguei o pau dele com força com as duas mãos e esfreguei na minha cara...
– Tão esperando o quê? Vão se pelar ou não? – perguntei pro Raul e pro Anjo sem largar o pau do José.
Leve o pau dele dentro da minha boca. Tava ardendo e endurecendo rápido na minha língua. Tava tão excitada com aquela chupada que nem tinha percebido que o Raúl tava acariciando minha buceta. O Ángel olhava pra gente, se apertando devagar pra ficar duro. Minha xota pedia pra ser penetrada aos berros, mas minhas fantasias exigiam um pouco de dominação.
Parei, mandei o José descer da cama e me deitei de barriga pra cima, abrindo as pernas e puxando minha calcinha pro lado pra eles verem meus lábios.
– Comam vocês – ordenei pros três.
Na mesma hora, o Raúl enfiou a cabeça entre minhas pernas, lambendo meu clitóris com gosto. Sentia ele meter a língua com força, quando o Ángel trouxe o pau ainda mole pra minha boca. Meus peitos endureceram e comecei a sentir meu corpo soltar umas descargas elétricas, enquanto o José beijava minhas aréolas e rodeava meus bicos com os lábios. Minha temperatura parecia um carrossel. Eles me causavam espasmos, convulsões febris e gemidos tão estranhos quanto extremamente gostosos.
De repente, o Raúl tirou a cabeça da minha entreperna.
– O que cê tá fazendo? Continua, por favor! – implorei mais do que ordenei, sem soltar o pau do Ángel.
Ele não disse nada. Só separou meus joelhos e começou a me penetrar com doçura. O José se afastou e eu comecei a sentir um pau enorme, grosso e duríssimo se fundindo no meu calor interno. Enfiei o pau do Ángel de novo na boca, enquanto o Raúl me dava as primeiras estocadas com suavidade.
Segurava o pau do Ángel pela base e puxava com força, quando vi que o José me olhava, batendo uma. Falei pro Raúl deitar de lado sem tirar o membro e ofereci minha bunda pro José, levantando minha nádega com a ponta dos dedos.
– Vamos, José – mandei.
A posição era desconfortável pra continuar chupando o Ángel, que, do outro lado, não conseguia ficar duro. Mas não era hora de ser a irmãzinha da caridade. Queria aproveitar a primeira vez que ia ter dois paus dentro de mim ao mesmo tempo.
Notei como ele babava um dedo e fazia círculos no meu cu. Abria devagar. Eu sentia ele tenso. Sabia que ia doer, mas também sabia que o José ia fazer direito.
Mudei de posição, deixando o Raúl por baixo. Coloquei o pau dele, enfiando só a cabeça, pra poder me oferecer pro José.
– Me abre! – gritei.
As sensações eram divinas. Os paus duros subiam e desciam dentro de mim, acariciando meus tecidos, rasgando meus esfíncteres. Não sabia onde pôr as mãos, o suor dos dois se misturava na minha pele, me envolvendo num êxtase glorioso. Depois de uns minutos de pura excitação, o José saiu de mim e lambuzou minhas costas com um gozo quente e avassalador.
– Desculpa… – sussurrou, ofegante.
– Por quê? Você foi foda – respondi, com um sorriso.
Levantei, tirando com cuidado o pau duríssimo do Raúl. Me aproximei do José e, segurando o membro meio duro dele, dei um beijo na boca dele. Fui até o Ángel e fiz exatamente a mesma coisa.
– Vou me secar. Já volto. E, quando voltar, vou ficar de quatro na cama e vocês vão me foder um por um – decretei, e deixei aquelas caras lindas descansarem os corpos por uns instantes.
Quando voltei, fizeram da minha pele um objeto de adoração. O objeto que eu queria ser. Caímos exaustos depois de umas duas horas e dormimos todos juntos por um bom tempo.
Lembro de olhar pro relógio-despertador lá pelas 4 da tarde. Me virei e percebi que o Ángel e o José já tinham vazado da cena do crime. Uma orgia maravilhosa e doce, feita com a impenetrável espontaneidade de um crime perfeito. Agora, só tinha sobrado meu preferido pra curtir o resto do fim de semana.
Tava falando pra vocês que, como coroa, posso contar que essa foi minha primeira e única orgia, mas não a última vez que transei com mais de um cara. Como já disse, sou casada e tenho três filhos. O que não contei é que meu marido é o Raúl e, de vez em quando, a gente revive – de um jeito mais sutil – aqueles tempos passados. Mas isso já é outra história…
– São o Ricardo e... – apontava um assustado Anjo.
– Eu sei, calma – falei pra eles, enquanto me levantava acariciando com carinho as picas deles. – Vou me vestir. Distrai eles um pouco, não demoro nada…
Os dois se juntaram a nós com as bebidas prometidas. Mas tinha algo estranho nas conversas. Dava pra perceber. Dava pra sentir o sexo no ar, e isso deixava todo mundo inibido. De qualquer forma, todos nos comportamos como a sociedade exige e como a nossa sagrada educação espanhola manda: fingindo que nada tinha acontecido.A verdade é que não importa quanto tempo passamos com eles. Talvez meia hora, talvez um pouco mais de uma hora. A questão é que eu já tinha passado do meu limite de álcool no sangue. Pelo menos o suficiente pra achar que convidar todo mundo pra uma orgia na minha casa era uma boa ideia…
Anos depois, Raúl me contou que eu cheguei a sugerir um striptease com cunnilingus na Eva como final. E que, naquele instante, ela quase engasgou com a taça, enquanto um Ricardo puto da vida implorava pra eu parar com "a brincadeira". Mas eu não tenho lembranças nítidas daquilo, nem das conversas depois.
O que não sai da minha memória é o momento em que peguei Raúl e José pelo meio das pernas, pra mandar eles pegarem um táxi.
O tempo que passamos esperando e minhas recusas constantes pra José ir buscar o carro dele me deram uma acordada. E também me baixaram a libido… Até que, finalmente, senti o calor dos corpos deles no táxi que nos levava pro meu apartamento.
Deviam ser umas seis e pouco da manhã quando chegamos no portão da minha casa. Já dava pra ver uma certa claridade. Desci do táxi e fiquei paralisada. Aquela sensação estranha que a gente tem depois de uma longa noite de balada estava tremendamente amplificada por tudo que tinha acontecido. Quais são as chances de uma mulher encontrar as pessoas certas pra sua primeira orgia, exatamente quando mais deseja? Não sabia, mas conhecia bem as consequências sociais quando começasse a circular o que eu tinha feito.Por um instante, a vergonha percorreu minha pele, arrepiando como uma galinha e gerando aqueles calafrios que, em forma de cascavel, fazem a alma encolher e o corpo petrificar. Por um momento, as imagens do pátio da escola, agora com caras de faculdade, se amontoavam na minha mente apontando, marcando e me rotulando como a puta mais barata de todas.
— Você tá bem? — perguntou Raul, acariciando meus ombros com as palmas das mãos. — Tem certeza de que quer fazer uma orgia? — indagou com um toque suave.
Me virei e segurei os cotovelos dele pra não perder o contato físico. Olhava nos olhos dele sem dizer nada. Sentia a vergonha se dissipando. Voltei a sentir vontade de sexo…
— Tudo bem? — perguntou Anjo, depois de pagar o táxi com José.
— Sim, tudo bem — me antecipei na hora. — Vamos subir pro meu apartamento. Mas, rapazes, vocês têm que me tratar como uma dama! — falei com uma alegria descarada, pra aliviar as tensões dos medos anteriores.
Lembro que peguei as chaves devagar, imaginando que, nas minhas costas, tinha três homens mais nervosos e ansiosos por sexo do que eu. Despertou na minha mente a necessidade de causar neles o sofrimento do suspense que vem ao olhar a bunda da mulher que tá abrindo as portas pra uma noite-madrugada de sexo em grupo sem limites. Meus movimentos desaceleraram. Meu sorriso se tramava conspiratório com as imagens que antecipavam a bacanal. Antecipando os fatos para amarrá-los ao seu destino: orgasmos e gemidos altos de prazer. Tapas na bunda e penetrações. Paus, bolas e o suor escorrendo pelos peitos delas, alteradas, ofegantes...
Eu olhava pra elas sem falar nada. No meio, dentro do elevador, com um sorriso perverso que só podia deixá-las inseguras. Essa era minha meta. Assim, eu dominaria. Assim, eu faria elas me concederem cada um dos meus desejos, todas e cada uma das vezes que eu quisesse.
Eram só cinco andares, mas devia ter parecido que a gente tava subindo até o último do Empire State Building. Lembro que peguei as chaves com a maior determinação. Me sentia tão segura quanto confiante no que ia fazer. Naquele momento, sabia que nada do que alguém dissesse ia me fazer sentir mal. Era realmente consciente do que sempre pensei: essa vida única é curta demais pra se negar os maiores prazeres. E o fato é que eles não machucam ninguém de verdade.— Tem gelo suficiente no congelador — falei pra eles, apontando pra cozinha —. Sirvam uns drinks enquanto eu boto uma música e venham pro quarto.
— Você não quer? — perguntou Raúl, com uma cara de estranheza.
— Não. Eu quero lembrar de tudo que rolar no meu quarto — respondi —. Mas vocês precisam que o álcool solte essa timidez natural de vocês — afirmei.
Ángel e José cuidaram de preparar as bebidas. Raúl seguiu meus passos até o quarto.
— Vou vestir outro conjunto de lingerie — sussurrei pra ele, enquanto abria o armário. Ele sentou na beirada da cama sem dizer nada. Só me olhava —. Para de babar, liga meu notebook e as caixas de som — ordenei, com um falso tom de vingança.
Ele sorriu e fez o que eu mandei enquanto eu me despia, bem na hora que ouvimos Ángel e José vindo da cozinha.
– Agora que estamos todos, vou deixar vocês escolherem... – os queixos deles caíram comicamente quando entrei no quarto –. Mas, caras... vocês me viram pelada a noite toda! Já devia ser normal... – ri enquanto terminava a frase –. Ia mandar vocês escolherem minhas roupas, mas depois dessas caras, vou pegar eu mesma. Vocês cuidam da música, se saírem do transe...– É que você é muito gostosa... – resmungou o Anjo com uma sensualidade atrapalhada e barulhos de saliva, resultado da mistura de álcool e tesão.
– Então espera pra me ver com esse conjunto de lingerie... Além dessas meias com liga de silicone, vou colocar uma calcinha preta que vocês têm que ser capazes de rasgar... – avisei, querendo deixar o coração dele disparado.
Ele bufou como um touro se preparando pra correr, mas na timidez humana dele só conseguiu desviar o olhar e ajudar o Raul com a playlist.
Tirei os sapatos e fui no banheiro mijar e me lavar. Quando voltei, a música tava suave e os três conversavam devagar, como se estivessem tomando o último drink num bar.
– Não sei como explicar... Vou tentar ser o mais clara possível – falei com uma raiva teatral –. Quero sexo pesado. Não ponham Marvin Gaye porque não tô a fim de dançar com vocês... a não ser que seja com os paus de vocês dentro de mim. Quero Rock N’ Roll!
Mandei o José tirar a roupa e ficar de pé em cima da cama. Peguei o pau dele com força com as duas mãos e esfreguei na minha cara...
– Tão esperando o quê? Vão se pelar ou não? – perguntei pro Raul e pro Anjo sem largar o pau do José.
Leve o pau dele dentro da minha boca. Tava ardendo e endurecendo rápido na minha língua. Tava tão excitada com aquela chupada que nem tinha percebido que o Raúl tava acariciando minha buceta. O Ángel olhava pra gente, se apertando devagar pra ficar duro. Minha xota pedia pra ser penetrada aos berros, mas minhas fantasias exigiam um pouco de dominação.Parei, mandei o José descer da cama e me deitei de barriga pra cima, abrindo as pernas e puxando minha calcinha pro lado pra eles verem meus lábios.
– Comam vocês – ordenei pros três.
Na mesma hora, o Raúl enfiou a cabeça entre minhas pernas, lambendo meu clitóris com gosto. Sentia ele meter a língua com força, quando o Ángel trouxe o pau ainda mole pra minha boca. Meus peitos endureceram e comecei a sentir meu corpo soltar umas descargas elétricas, enquanto o José beijava minhas aréolas e rodeava meus bicos com os lábios. Minha temperatura parecia um carrossel. Eles me causavam espasmos, convulsões febris e gemidos tão estranhos quanto extremamente gostosos.
De repente, o Raúl tirou a cabeça da minha entreperna.
– O que cê tá fazendo? Continua, por favor! – implorei mais do que ordenei, sem soltar o pau do Ángel.
Ele não disse nada. Só separou meus joelhos e começou a me penetrar com doçura. O José se afastou e eu comecei a sentir um pau enorme, grosso e duríssimo se fundindo no meu calor interno. Enfiei o pau do Ángel de novo na boca, enquanto o Raúl me dava as primeiras estocadas com suavidade.
Segurava o pau do Ángel pela base e puxava com força, quando vi que o José me olhava, batendo uma. Falei pro Raúl deitar de lado sem tirar o membro e ofereci minha bunda pro José, levantando minha nádega com a ponta dos dedos.– Vamos, José – mandei.
A posição era desconfortável pra continuar chupando o Ángel, que, do outro lado, não conseguia ficar duro. Mas não era hora de ser a irmãzinha da caridade. Queria aproveitar a primeira vez que ia ter dois paus dentro de mim ao mesmo tempo.
Notei como ele babava um dedo e fazia círculos no meu cu. Abria devagar. Eu sentia ele tenso. Sabia que ia doer, mas também sabia que o José ia fazer direito.
Mudei de posição, deixando o Raúl por baixo. Coloquei o pau dele, enfiando só a cabeça, pra poder me oferecer pro José.
– Me abre! – gritei.
As sensações eram divinas. Os paus duros subiam e desciam dentro de mim, acariciando meus tecidos, rasgando meus esfíncteres. Não sabia onde pôr as mãos, o suor dos dois se misturava na minha pele, me envolvendo num êxtase glorioso. Depois de uns minutos de pura excitação, o José saiu de mim e lambuzou minhas costas com um gozo quente e avassalador.
– Desculpa… – sussurrou, ofegante.
– Por quê? Você foi foda – respondi, com um sorriso.
Levantei, tirando com cuidado o pau duríssimo do Raúl. Me aproximei do José e, segurando o membro meio duro dele, dei um beijo na boca dele. Fui até o Ángel e fiz exatamente a mesma coisa.
– Vou me secar. Já volto. E, quando voltar, vou ficar de quatro na cama e vocês vão me foder um por um – decretei, e deixei aquelas caras lindas descansarem os corpos por uns instantes.
Quando voltei, fizeram da minha pele um objeto de adoração. O objeto que eu queria ser. Caímos exaustos depois de umas duas horas e dormimos todos juntos por um bom tempo.
Lembro de olhar pro relógio-despertador lá pelas 4 da tarde. Me virei e percebi que o Ángel e o José já tinham vazado da cena do crime. Uma orgia maravilhosa e doce, feita com a impenetrável espontaneidade de um crime perfeito. Agora, só tinha sobrado meu preferido pra curtir o resto do fim de semana.Tava falando pra vocês que, como coroa, posso contar que essa foi minha primeira e única orgia, mas não a última vez que transei com mais de um cara. Como já disse, sou casada e tenho três filhos. O que não contei é que meu marido é o Raúl e, de vez em quando, a gente revive – de um jeito mais sutil – aqueles tempos passados. Mas isso já é outra história…
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