Esperávamos há muito tempo para fazer essa viagem. Finalmente consegui que meu dia de folga coincidisse com o da minha namorada.
Mas antes de tudo, acho que devo me apresentar. Eu sou o Carlos, 45 anos, moreno, até que em boa forma fisicamente, mas acho que quem interessa é ela, a Laura, 25 anos, loira com cabelo na altura das costas e um corpo que faz todo mundo, garotos e garotas, virarem o pescoço pra olhar, porque ela tem uns peitões generosos, cintura fina e um quadril marcado por uma bundinha pequena e durinha que eu adoro apertar e sentir como ela é sempre fria.
Eu sou casado, bom, na verdade continuo solteiro, quem é casada é a minha mulher, mas eu e a Laura somos um casal há 4 anos, e tenho que admitir que sempre gostei de ver minha mina se divertindo com outras pessoas, sejam homens ou mulheres, embora eu prefira sempre que sejam homens a aproveitar esse corpo, estando eu presente ou não. Já fizemos ménage, troca de casais, e até já pedi pra ela sair sozinha pra pegar um cara pra comer ela, e depois, quando chega em casa, sou eu quem faz o amor com ela e a faz gozar enquanto ela me conta tudo o que fez ou o que fizeram com ela. Considero que não sou um corno manso, porque estou sempre por dentro das aventuras dela e até incentivo, então não considero isso traição.
Busquei ela naquela tarde e ela veio exatamente como eu pedi: maquiada perfeita, blusa com um bom decote sem sutiã e uma minissaia rodada. Os saltos faziam a saia balançar pra um lado e pro outro cada vez que ela dava um passo. Ela estava linda, e essa mulher me enlouquece.
- Oi, gostosa, você está muito bonita hoje, bom, como sempre.
- Obrigada, amor, foi assim que você pediu, né?
Na tarde anterior, eu tinha ligado pra ela pra dizer o que esperava que ela vestisse, porque gosto que ela chame atenção, sem parecer uma puta, mas sim mostrando só quando a gente quiser.
Pegamos o carro e fomos pra Madrid, umas 2 horas de estrada, onde ninguém nos conhece. Eu estava com a intenção de ir pra uma casa de swing onde me falaram que deixavam entrar homem sozinho e eu queria que aquela noite fosse muito especial pra todo mundo.
No caminho, a gente foi se provocando. Eu adoro passar a mão nas pernas dela, ainda mais quando ela usa meia com liga ou daquelas que grudam com silicone. Dava pra sentir ela ficando nervosa, se jogando pra trás, principalmente quando a gente ultrapassava algum caminhão e eu sabia que o motorista podia ver ela, já que tava mais alto que a gente. Quando cheguei na buceta dela, meti a mão dentro da calcinha fio dental e descobri o quanto ela tava molhada.
— Mas que puta que você é, fica molhada só de pensar que alguém pode te ver, sua gostosa.
— Sabe que não, amor, é você que me deixa assim, bom, e o outro também — ela respondeu com um sorriso de safada.
— Então vai se preparando, porque hoje à noite você vai levar tudo o que merece.
— Hummm... já sei, amor, tô pensando nisso desde que você me falou ontem e fui muito safada, hoje à noite não consegui parar de me tocar imaginando.
Enquanto a gente continuava conversando, eu seguia acariciando a buceta dela, sentindo que tava cada vez mais molhada, e até vi ela fechar os olhos de vez em quando, curtindo as carícias.
Quando chegamos em Madri, procuramos um restaurante pra jantar e, depois que sentamos na mesa, continuei com as carícias.
— Você tá com uma calcinha fio dental linda, mas como não quero que você perca ela, prefiro que tire.
— Quer que eu faça aqui ou deixa eu ir ao banheiro tirar? Sabe que faço do jeito que você quiser, amor — ela respondeu com um olhar safado no rosto.
— Melhor ir ao banheiro, assim você deixa eles te olharem daquela mesa — onde estavam sentados três caras jovens — que tão te encarando o tempo todo.
— Que filho da puta você é, fala isso porque sabe que me excita, então eles vão ver.
Eu vi ela indo pro banheiro e tive que ajeitar a pica, porque tava doendo de tão dura que ficou entre a conversa e ver ela rebolando. Sobre os saltos. O tempo que ela passou no banheiro pareceu uma eternidade, mas quando saiu estava espetacular, tinha molhado o cabelo e desabotoado mais alguns botões da blusa, e além de dar pra ver perfeitamente a forma dos peitos, você ficava com a impressão de que a qualquer momento ia deixar escapar um mamilo, que dava pra ver duro por baixo do tecido. Na mão dela dava pra ver um pedaço de pano que eu sabia o que era, a calcinha fio dental dela. Antes de chegar na nossa mesa, ela parou na mesa dos jovens e eu vi que, apoiando nela, comentava alguma coisa com eles. Quando chegou perto de mim, perguntei o que tinha dito pra eles.
— Nada, amor, falei que somos de fora e perguntei onde a gente podia ir pra beber algo e se divertir. Primeiro queriam que eu ficasse com eles porque eu disse que você era um amigo, e depois insistiram pra gente se encontrar numa balada que eles conhecem, mas eu falei que hoje não dava.
— Que safada, então hoje não dava, mas você deixa eles na dúvida de que qualquer outro dia poderia ser, né? Que gostosa você é, como eu te amo, princesa.
— A verdade é que não me importaria de vê-los um dia, porque os três são muito gostosos. Você já sabe que eu tô sempre aberta a conhecer gente interessante. A propósito, guarda isso pra mim, amor — disse ela, deixando sobre a mesa a calcinha fio dental que dava pra ver que estava molhada.
— Sim, eu já sei o quão aberta você é, putinha, por isso te amo tanto. Te amo, minha vida.
— E eu te amo, meu amor.
Chamei um dos garçons, que não tinham tirado os olhos da gente a noite toda, pra pedir a conta, e quando ele veio, tenho certeza de que percebeu perfeitamente o que era o pedaço de pano que ainda estava sobre a mesa. Isso me agradou.
Depois de pagar o jantar e guardar a calcinha fio dental no meu bolso, nos levantamos pra ir embora, mas antes de sair, e sabendo que todos os clientes, até os que estavam acompanhados, estavam olhando pra bunda dela, ela se virou pra mandar um beijo com a mão pros três novos amigos dela. Que gostosa.
Chegamos onde estava o carro e, quando ela sentou, deixou que ela levantasse a saia pra dar pra ver a buceta. Pena que não passava ninguém por ali naquele momento pra se deliciar com a vista. Ela tem uma buceta linda, totalmente depilada, com uns lábios fininhos, mesmo depois de foder parece buceta de virgem de tão fechadinha que é. Mas engana, quando você enfia a ponta da pica, parece que ela suga e você não quer tirar nunca.
Chegamos no local e fomos atendidos pela relações públicas, que nos serviu uma dose e mostrou o lugar. Não vou negar que estávamos bem nervosos, mas logo relaxamos e começamos a curtir o que tinha por ali. Vários casais estavam sentados na mesma sala que a gente e não se seguravam em mostrar suas paixões e tesão, porque vi do nosso lado um casal se beijando enquanto a mão dele sumia entre as pernas da parceira, deixando à mostra as pernas e a ponta das meias, o que me deixou muito tarado.
— Tô gostando disso, acho que vamos nos divertir — comentei com a Laura.
— Acho que sim — ela respondeu, olhando pros vários caras sozinhos que estavam no balcão.
— Minha putinha já deve ter escolhido algum dos que tão sozinhos, né?
Virei pra ela e, enquanto a beijava, enfiei a mão pela abertura da blusa dela, beliscando o mamilo que logo ficou ainda mais duro do que já estava, mostrando como ela gosta que eu faça isso.
— Filho da puta, não faz isso que você sabe como me deixa com tesão, e se eu começar não vou conseguir parar.
— É isso que eu quero, gostosa, que você não consiga parar, que se comporte como uma puta, como minha puta, e saia daqui cheia de porra.
Pouco depois entramos na pista de dança escura, onde já tinha vários casais, porque de vários lugares se ouviam gemidos de prazer. Me apoiei na parede e, segurando ela pela bunda, apertei a Laura contra mim enquanto a beijava na boca, e ela correspondia enfiando a língua enquanto também começava a gemer. Passei uma das minhas mãos pra frente e terminei de abrir a blusa dela, deixando os peitos dela saírem. levando um dos seios à minha boca enquanto mordiscava suavemente o mamilo, enquanto passava a outra mão na buceta dela, ajudado pelo quanto ela já estava molhada. Sentindo minhas carícias, ela jogou a cabeça para trás enquanto gemia mais alto e apertava minha nuca, pedindo para eu morder um pouco mais forte, porque excita ela sentir um pouco de dor. Tirei a pica e, pegando na cabeça dela, a guiei para chupar minha pica. Adoro quando ela abre a boca e sou eu quem fode a cara dela, enfiando até o fundo. Ela tinha ficado sem dobrar as pernas, com a saia na cintura, então acariciei a buceta dela, enfiando um dedo aos poucos até sentir que estava lubrificada o suficiente para introduzir outro e começar a fodê-la com eles, ouvindo os gemidos abafados pela minha pica enchendo completamente a boca dela. Logo senti outra mão acariciando a bunda dela, e tirei a minha para pegar um peito e apertar forte enquanto ela continuava chupando pica. Levantei o queixo dela para beijá-la, metendo a língua, e então parece que ela percebeu que tinha mais mãos que as minhas no corpo dela.
- Tão me passando a mão, amor.
- Eu sei, enquanto eu não falar nada, deixa.
Enquanto a beijava de novo, senti umas mãos mais finas, com certeza da companheira do cara que tinha a mão na buceta, nos peitos dela.
- Aperta forte, que é assim que a putinha gosta - falei.
Enquanto o cara por trás continuava masturbando ela e a mulher brincando com os peitos dela, empurrei a cabeça dela de novo para continuar fodendo a boca dela enquanto passava a mão na bunda da novata. Agora eram gritos que a Laura dava enquanto o cara enfiava com toda força até três dedos na buceta, porque ele já tinha percebido o quanto minha namorada é submissa e puta. Como vi que o cara estava começando a se empolgar demais e, verdade seja dita, não me dava tesão que ele chegasse a foder ela assim sem eu poder ver, levantei a Laura e, depois de beijá-la de novo, peguei na mão dela e a tirei da pista escura com a saia na cintura e os peitos dela pra fora da blusa, visíveis pra todo mundo, pra gente sentar de novo num sofá.
- Como é que tá minha putinha? - perguntei assim que sentamos.
- Porra, tava quase gozando, o cara sabia tocar. Se a gente continuasse mais um pouco, você podia ter deixado ele me foder.
- Fica tranquila que ainda tem muita noite pela frente e você vai se encher de pica. Vem, vamos dar uma volta. - falei, pegando ela pela mão.
Ela se levantou e com uma mão tentou arrumar a saia curta, conseguindo só pela metade, deixando uma banda da bunda ainda à mostra. Fomos pra área dos reservados e ficamos olhando como em todas as camas tinha gente fodendo, tanto casais quanto trios, mas o que mais me excitou foi uma mina bem novinha que, sozinha, tava dando conta de satisfazer três caras enquanto o que parecia ser o namorado dela, mais velho que ela, batia uma punheta olhando pra cena. Voltamos pra área dos sofás, mas dessa vez pra parte onde os caras sozinhos também têm acesso. Sentei e, fazendo ela ficar de quatro no sofá, enfiei a pica de novo na boca dela. Amo essa posição porque enquanto ela me chupa, os peitos caem e eu posso beliscar eles. Dava pra ver que ela também gostava, porque cada vez tentava engolir mais pedaço de pau, mesmo sem conseguir enfiar tudo na boca. De vez em quando eu tirava e ela passava a língua pra cima e pra baixo, parando de vez em quando pra chupar minhas bolas enquanto uma das minhas mãos já tinha chegado na bunda dela e, molhando um dedo, comecei a brincar com o buraquinho dela, fazendo força pra ir enfiando aos poucos. Logo a gente tava rodeado de caras que se aproximaram pra ver a mamada de pertinho. Em pouco tempo, um deles, sem parar de me olhar, começou a acariciar as costas dela e, vendo que nem eu nem ela falávamos nada, foi se soltando cada vez mais, chegando a tocar nos peitos dela e na banda da bunda que tava mais perto dele. Quando vi aquilo, fiquei excitado pra caralho e, puxando ela pelo cabelo, fiz ela tirar a pica da Parei de correr, beijei ela enquanto continuavam tocando ela. Mandei ela levantar, virou de costas e sentou no meu pau, enfiando na buceta dela. Porra, que gostosa, tava tão molhada que o rabo deixou tudo úmido, logo senti as bolas batendo na buceta como se quisessem entrar também. Meu pau não é pequeno, é bem grosso, mas já tá acostumado a entrar ali, então ela começou a subir e descer enquanto eu apertava um peito dela com força e com a outra mão fazia círculos no clitóris. Os caras ao redor foram chegando mais perto, já tocavam as pernas dela, os peitos, até o rosto. Quando vi ela com tanta mão em cima, um deles até enfiou um dedo na boca dela e ela começou a chupar como se fosse um pau, meu pau dentro da buceta deu um espasmo de prazer. Levantei ela pela cintura, tirei o pau e coloquei ela de quatro no chão enquanto ela lambia meu pau e minhas bolas. Nessa posição, eles também alcançavam a buceta e o cu dela, logo começaram a tocar, parecia que aquela noite ia ser especial naquele lugar. Notei um cara atrás dela enfiando os dedos e tocando os peitos, achei que podia agradar a Laura, e mesmo ela fazendo o que eu mandasse, se der, quero que ela curta também. Beijei ela de novo e fiz ela virar de frente pro pau do cara que tinha levantado. Olhando pra mim, Laura sacou na hora o que eu queria quando balancei a cabeça. Soltou o cinto, abaixou a calça dele e um pau pulou quase batendo na cara dela. Adoro ver Laura chupar um pau bom, e aquele era. Fechou a mão em volta e começou a mover pra cima e pra baixo, passando a língua devagar na ponta até enfiar na boca, e dava pra ver que, sem tirar, ela passava a língua em volta da glande. Peguei os braços dela e coloquei no lugar. atrás, então eu gosto que ela coma as pirocas sem usar as mãos, ela sabendo disso, colocou as mãos segurando e abrindo as próprias nádegas.
- Fode a boca dela que isso a excita - falei pro moleque -
Coloquei a mão na cabeça dela e comecei a empurrar pra que cada vez entrasse mais pedaço. Como vi que ela pegou o ritmo rápido, fiquei passando a mão na buceta e no cu, enfiando um dedo em cada buraco. Agora já eram várias mãos na cabeça dela ajudando a engolir, embora de vez em quando eu tirava pra ela respirar e aproveitava pra lamber e chupar os ovos um por um. Sei que ela fica muito puta quando sente que os homens tão usando ela pro prazer deles.
- Que tal ela chupa a minha putinha? - perguntei
- Putinha do caralho, mano, dá pra ver que já comeu umas quantas. Se continuar assim, acho que não vou aguentar muito sem gozar.
- Continua dando a piroca e quando quiser goza, que ela adora a porra.
- Porra, que putinha.
Realmente ela não aguentou muito mais, porque com um gemido empurrou até a piroca toda sumir na boca e começou a gozar direto no estômago. Eu via minha mina engolindo até não sair mais porra e ela tirou da boca pra terminar de limpar. Sabe que eu gosto que ela deixe as pirocas bem limpinhas depois que gozam. Depois de se lamber toda, Laura sentou do meu lado com a saia na cintura e a blusa aberta enquanto passava a mão na buceta, porque adora se masturbar com o gosto da porra de um desconhecido na boca, ainda mais tendo vários caras por perto batendo uma vendo o quão puta ela é.
- Quero mais porra aqui - falou passando as mãos nos peitos e na buceta -.
- Já ouviram, encham de porra a minha putinha -
Os caras foram se aproximando enquanto batiam uma até que os primeiros começaram a gozar nela. Ela passava a mão onde o sêmen caía e com a mão melada se acariciava os peitos e a buceta enfiando os dedos ou chupava eles sentindo os sabores diferentes. Algum teve uma gozada espetacular e até no rosto dela chegaram várias descargas. Me dava muito tesão ver ela passar a língua pelo rosto tentando pegar alguma gota enquanto gozava com as minhas carícias. Quando todos tinham terminado nela, eu a deitei no sofá, me coloquei por cima e comecei a foder ela bem forte, buscando meu prazer e dando pra ela ao mesmo tempo. Não tem nada que eu goste mais do que comer ela quando tá cheia de porra de outros caras, ver a cara linda dela coberta de sêmen e recém-fodida.
- Que puta que você é, meu amor.
- Tudo pela sua porra, minha vida, agora enche minha buceta.
Não aguentei mais e, coincidindo com o último orgasmo dela, deixei toda a minha porra na buceta dela. Poucas vezes gozei tanto. Quando tirei, vi um fio de porra saindo de dentro junto com meu pau. Os caras já tinham ido embora, então depois de relaxar e tomar um último drink, decidimos sair do local e voltar pra nossa cidade. No caminho pro carro, ela comentou que ainda sentia a porra escorrendo da buceta descendo pelas pernas e que adorava a sensação. Uma vez sentados no carro, acariciei ela um pouco mais enquanto beijava e dizia o quanto a amo.
Durante toda a viagem, ela ficou se tocando e, depois de tirar os dedos, chupava eles me olhando, o que me deixou com tesão de novo e resolvi parar numa área de descanso. Fomos pros bancos de trás e ela subiu em cima de mim olhando pro vidro traseiro. Logo depois, um caminhão parou atrás da gente.
- Amor, hoje ninguém me comeu ainda, além de você claro, não ia gostar que um desconhecido também enchesse minha bucetinha?
- Ainda tá com vontade de mais?
- Se quiser, vou lá no caminhão enquanto você me espera aqui. - disse com a voz de puta que ela faz quando tá com tesão.
- Você que sabe, amor, sabe que se depois me contar tudo, eu também vou curtir e vou te foder mais forte depois.
Mas o que ela decidiu, e outras aventuras que tivemos, sozinhos ou a dois, deixo pra uma próxima. Bom, acho que essa história ficou longa demais.
Essa é minha primeira história e espero comentários para poder melhorar. Só pra constar, tudo que escrevi é rigorosamente verdade, e embora eu não esteja mais com ela — ela teve que se mudar pra outra cidade —, tô procurando alguma mina ou casal que curta as mesmas coisas que eu.
Mas antes de tudo, acho que devo me apresentar. Eu sou o Carlos, 45 anos, moreno, até que em boa forma fisicamente, mas acho que quem interessa é ela, a Laura, 25 anos, loira com cabelo na altura das costas e um corpo que faz todo mundo, garotos e garotas, virarem o pescoço pra olhar, porque ela tem uns peitões generosos, cintura fina e um quadril marcado por uma bundinha pequena e durinha que eu adoro apertar e sentir como ela é sempre fria.
Eu sou casado, bom, na verdade continuo solteiro, quem é casada é a minha mulher, mas eu e a Laura somos um casal há 4 anos, e tenho que admitir que sempre gostei de ver minha mina se divertindo com outras pessoas, sejam homens ou mulheres, embora eu prefira sempre que sejam homens a aproveitar esse corpo, estando eu presente ou não. Já fizemos ménage, troca de casais, e até já pedi pra ela sair sozinha pra pegar um cara pra comer ela, e depois, quando chega em casa, sou eu quem faz o amor com ela e a faz gozar enquanto ela me conta tudo o que fez ou o que fizeram com ela. Considero que não sou um corno manso, porque estou sempre por dentro das aventuras dela e até incentivo, então não considero isso traição.
Busquei ela naquela tarde e ela veio exatamente como eu pedi: maquiada perfeita, blusa com um bom decote sem sutiã e uma minissaia rodada. Os saltos faziam a saia balançar pra um lado e pro outro cada vez que ela dava um passo. Ela estava linda, e essa mulher me enlouquece.
- Oi, gostosa, você está muito bonita hoje, bom, como sempre.
- Obrigada, amor, foi assim que você pediu, né?
Na tarde anterior, eu tinha ligado pra ela pra dizer o que esperava que ela vestisse, porque gosto que ela chame atenção, sem parecer uma puta, mas sim mostrando só quando a gente quiser.
Pegamos o carro e fomos pra Madrid, umas 2 horas de estrada, onde ninguém nos conhece. Eu estava com a intenção de ir pra uma casa de swing onde me falaram que deixavam entrar homem sozinho e eu queria que aquela noite fosse muito especial pra todo mundo.
No caminho, a gente foi se provocando. Eu adoro passar a mão nas pernas dela, ainda mais quando ela usa meia com liga ou daquelas que grudam com silicone. Dava pra sentir ela ficando nervosa, se jogando pra trás, principalmente quando a gente ultrapassava algum caminhão e eu sabia que o motorista podia ver ela, já que tava mais alto que a gente. Quando cheguei na buceta dela, meti a mão dentro da calcinha fio dental e descobri o quanto ela tava molhada.
— Mas que puta que você é, fica molhada só de pensar que alguém pode te ver, sua gostosa.
— Sabe que não, amor, é você que me deixa assim, bom, e o outro também — ela respondeu com um sorriso de safada.
— Então vai se preparando, porque hoje à noite você vai levar tudo o que merece.
— Hummm... já sei, amor, tô pensando nisso desde que você me falou ontem e fui muito safada, hoje à noite não consegui parar de me tocar imaginando.
Enquanto a gente continuava conversando, eu seguia acariciando a buceta dela, sentindo que tava cada vez mais molhada, e até vi ela fechar os olhos de vez em quando, curtindo as carícias.
Quando chegamos em Madri, procuramos um restaurante pra jantar e, depois que sentamos na mesa, continuei com as carícias.
— Você tá com uma calcinha fio dental linda, mas como não quero que você perca ela, prefiro que tire.
— Quer que eu faça aqui ou deixa eu ir ao banheiro tirar? Sabe que faço do jeito que você quiser, amor — ela respondeu com um olhar safado no rosto.
— Melhor ir ao banheiro, assim você deixa eles te olharem daquela mesa — onde estavam sentados três caras jovens — que tão te encarando o tempo todo.
— Que filho da puta você é, fala isso porque sabe que me excita, então eles vão ver.
Eu vi ela indo pro banheiro e tive que ajeitar a pica, porque tava doendo de tão dura que ficou entre a conversa e ver ela rebolando. Sobre os saltos. O tempo que ela passou no banheiro pareceu uma eternidade, mas quando saiu estava espetacular, tinha molhado o cabelo e desabotoado mais alguns botões da blusa, e além de dar pra ver perfeitamente a forma dos peitos, você ficava com a impressão de que a qualquer momento ia deixar escapar um mamilo, que dava pra ver duro por baixo do tecido. Na mão dela dava pra ver um pedaço de pano que eu sabia o que era, a calcinha fio dental dela. Antes de chegar na nossa mesa, ela parou na mesa dos jovens e eu vi que, apoiando nela, comentava alguma coisa com eles. Quando chegou perto de mim, perguntei o que tinha dito pra eles.
— Nada, amor, falei que somos de fora e perguntei onde a gente podia ir pra beber algo e se divertir. Primeiro queriam que eu ficasse com eles porque eu disse que você era um amigo, e depois insistiram pra gente se encontrar numa balada que eles conhecem, mas eu falei que hoje não dava.
— Que safada, então hoje não dava, mas você deixa eles na dúvida de que qualquer outro dia poderia ser, né? Que gostosa você é, como eu te amo, princesa.
— A verdade é que não me importaria de vê-los um dia, porque os três são muito gostosos. Você já sabe que eu tô sempre aberta a conhecer gente interessante. A propósito, guarda isso pra mim, amor — disse ela, deixando sobre a mesa a calcinha fio dental que dava pra ver que estava molhada.
— Sim, eu já sei o quão aberta você é, putinha, por isso te amo tanto. Te amo, minha vida.
— E eu te amo, meu amor.
Chamei um dos garçons, que não tinham tirado os olhos da gente a noite toda, pra pedir a conta, e quando ele veio, tenho certeza de que percebeu perfeitamente o que era o pedaço de pano que ainda estava sobre a mesa. Isso me agradou.
Depois de pagar o jantar e guardar a calcinha fio dental no meu bolso, nos levantamos pra ir embora, mas antes de sair, e sabendo que todos os clientes, até os que estavam acompanhados, estavam olhando pra bunda dela, ela se virou pra mandar um beijo com a mão pros três novos amigos dela. Que gostosa.
Chegamos onde estava o carro e, quando ela sentou, deixou que ela levantasse a saia pra dar pra ver a buceta. Pena que não passava ninguém por ali naquele momento pra se deliciar com a vista. Ela tem uma buceta linda, totalmente depilada, com uns lábios fininhos, mesmo depois de foder parece buceta de virgem de tão fechadinha que é. Mas engana, quando você enfia a ponta da pica, parece que ela suga e você não quer tirar nunca.
Chegamos no local e fomos atendidos pela relações públicas, que nos serviu uma dose e mostrou o lugar. Não vou negar que estávamos bem nervosos, mas logo relaxamos e começamos a curtir o que tinha por ali. Vários casais estavam sentados na mesma sala que a gente e não se seguravam em mostrar suas paixões e tesão, porque vi do nosso lado um casal se beijando enquanto a mão dele sumia entre as pernas da parceira, deixando à mostra as pernas e a ponta das meias, o que me deixou muito tarado.
— Tô gostando disso, acho que vamos nos divertir — comentei com a Laura.
— Acho que sim — ela respondeu, olhando pros vários caras sozinhos que estavam no balcão.
— Minha putinha já deve ter escolhido algum dos que tão sozinhos, né?
Virei pra ela e, enquanto a beijava, enfiei a mão pela abertura da blusa dela, beliscando o mamilo que logo ficou ainda mais duro do que já estava, mostrando como ela gosta que eu faça isso.
— Filho da puta, não faz isso que você sabe como me deixa com tesão, e se eu começar não vou conseguir parar.
— É isso que eu quero, gostosa, que você não consiga parar, que se comporte como uma puta, como minha puta, e saia daqui cheia de porra.
Pouco depois entramos na pista de dança escura, onde já tinha vários casais, porque de vários lugares se ouviam gemidos de prazer. Me apoiei na parede e, segurando ela pela bunda, apertei a Laura contra mim enquanto a beijava na boca, e ela correspondia enfiando a língua enquanto também começava a gemer. Passei uma das minhas mãos pra frente e terminei de abrir a blusa dela, deixando os peitos dela saírem. levando um dos seios à minha boca enquanto mordiscava suavemente o mamilo, enquanto passava a outra mão na buceta dela, ajudado pelo quanto ela já estava molhada. Sentindo minhas carícias, ela jogou a cabeça para trás enquanto gemia mais alto e apertava minha nuca, pedindo para eu morder um pouco mais forte, porque excita ela sentir um pouco de dor. Tirei a pica e, pegando na cabeça dela, a guiei para chupar minha pica. Adoro quando ela abre a boca e sou eu quem fode a cara dela, enfiando até o fundo. Ela tinha ficado sem dobrar as pernas, com a saia na cintura, então acariciei a buceta dela, enfiando um dedo aos poucos até sentir que estava lubrificada o suficiente para introduzir outro e começar a fodê-la com eles, ouvindo os gemidos abafados pela minha pica enchendo completamente a boca dela. Logo senti outra mão acariciando a bunda dela, e tirei a minha para pegar um peito e apertar forte enquanto ela continuava chupando pica. Levantei o queixo dela para beijá-la, metendo a língua, e então parece que ela percebeu que tinha mais mãos que as minhas no corpo dela.
- Tão me passando a mão, amor.
- Eu sei, enquanto eu não falar nada, deixa.
Enquanto a beijava de novo, senti umas mãos mais finas, com certeza da companheira do cara que tinha a mão na buceta, nos peitos dela.
- Aperta forte, que é assim que a putinha gosta - falei.
Enquanto o cara por trás continuava masturbando ela e a mulher brincando com os peitos dela, empurrei a cabeça dela de novo para continuar fodendo a boca dela enquanto passava a mão na bunda da novata. Agora eram gritos que a Laura dava enquanto o cara enfiava com toda força até três dedos na buceta, porque ele já tinha percebido o quanto minha namorada é submissa e puta. Como vi que o cara estava começando a se empolgar demais e, verdade seja dita, não me dava tesão que ele chegasse a foder ela assim sem eu poder ver, levantei a Laura e, depois de beijá-la de novo, peguei na mão dela e a tirei da pista escura com a saia na cintura e os peitos dela pra fora da blusa, visíveis pra todo mundo, pra gente sentar de novo num sofá.
- Como é que tá minha putinha? - perguntei assim que sentamos.
- Porra, tava quase gozando, o cara sabia tocar. Se a gente continuasse mais um pouco, você podia ter deixado ele me foder.
- Fica tranquila que ainda tem muita noite pela frente e você vai se encher de pica. Vem, vamos dar uma volta. - falei, pegando ela pela mão.
Ela se levantou e com uma mão tentou arrumar a saia curta, conseguindo só pela metade, deixando uma banda da bunda ainda à mostra. Fomos pra área dos reservados e ficamos olhando como em todas as camas tinha gente fodendo, tanto casais quanto trios, mas o que mais me excitou foi uma mina bem novinha que, sozinha, tava dando conta de satisfazer três caras enquanto o que parecia ser o namorado dela, mais velho que ela, batia uma punheta olhando pra cena. Voltamos pra área dos sofás, mas dessa vez pra parte onde os caras sozinhos também têm acesso. Sentei e, fazendo ela ficar de quatro no sofá, enfiei a pica de novo na boca dela. Amo essa posição porque enquanto ela me chupa, os peitos caem e eu posso beliscar eles. Dava pra ver que ela também gostava, porque cada vez tentava engolir mais pedaço de pau, mesmo sem conseguir enfiar tudo na boca. De vez em quando eu tirava e ela passava a língua pra cima e pra baixo, parando de vez em quando pra chupar minhas bolas enquanto uma das minhas mãos já tinha chegado na bunda dela e, molhando um dedo, comecei a brincar com o buraquinho dela, fazendo força pra ir enfiando aos poucos. Logo a gente tava rodeado de caras que se aproximaram pra ver a mamada de pertinho. Em pouco tempo, um deles, sem parar de me olhar, começou a acariciar as costas dela e, vendo que nem eu nem ela falávamos nada, foi se soltando cada vez mais, chegando a tocar nos peitos dela e na banda da bunda que tava mais perto dele. Quando vi aquilo, fiquei excitado pra caralho e, puxando ela pelo cabelo, fiz ela tirar a pica da Parei de correr, beijei ela enquanto continuavam tocando ela. Mandei ela levantar, virou de costas e sentou no meu pau, enfiando na buceta dela. Porra, que gostosa, tava tão molhada que o rabo deixou tudo úmido, logo senti as bolas batendo na buceta como se quisessem entrar também. Meu pau não é pequeno, é bem grosso, mas já tá acostumado a entrar ali, então ela começou a subir e descer enquanto eu apertava um peito dela com força e com a outra mão fazia círculos no clitóris. Os caras ao redor foram chegando mais perto, já tocavam as pernas dela, os peitos, até o rosto. Quando vi ela com tanta mão em cima, um deles até enfiou um dedo na boca dela e ela começou a chupar como se fosse um pau, meu pau dentro da buceta deu um espasmo de prazer. Levantei ela pela cintura, tirei o pau e coloquei ela de quatro no chão enquanto ela lambia meu pau e minhas bolas. Nessa posição, eles também alcançavam a buceta e o cu dela, logo começaram a tocar, parecia que aquela noite ia ser especial naquele lugar. Notei um cara atrás dela enfiando os dedos e tocando os peitos, achei que podia agradar a Laura, e mesmo ela fazendo o que eu mandasse, se der, quero que ela curta também. Beijei ela de novo e fiz ela virar de frente pro pau do cara que tinha levantado. Olhando pra mim, Laura sacou na hora o que eu queria quando balancei a cabeça. Soltou o cinto, abaixou a calça dele e um pau pulou quase batendo na cara dela. Adoro ver Laura chupar um pau bom, e aquele era. Fechou a mão em volta e começou a mover pra cima e pra baixo, passando a língua devagar na ponta até enfiar na boca, e dava pra ver que, sem tirar, ela passava a língua em volta da glande. Peguei os braços dela e coloquei no lugar. atrás, então eu gosto que ela coma as pirocas sem usar as mãos, ela sabendo disso, colocou as mãos segurando e abrindo as próprias nádegas.
- Fode a boca dela que isso a excita - falei pro moleque -
Coloquei a mão na cabeça dela e comecei a empurrar pra que cada vez entrasse mais pedaço. Como vi que ela pegou o ritmo rápido, fiquei passando a mão na buceta e no cu, enfiando um dedo em cada buraco. Agora já eram várias mãos na cabeça dela ajudando a engolir, embora de vez em quando eu tirava pra ela respirar e aproveitava pra lamber e chupar os ovos um por um. Sei que ela fica muito puta quando sente que os homens tão usando ela pro prazer deles.
- Que tal ela chupa a minha putinha? - perguntei
- Putinha do caralho, mano, dá pra ver que já comeu umas quantas. Se continuar assim, acho que não vou aguentar muito sem gozar.
- Continua dando a piroca e quando quiser goza, que ela adora a porra.
- Porra, que putinha.
Realmente ela não aguentou muito mais, porque com um gemido empurrou até a piroca toda sumir na boca e começou a gozar direto no estômago. Eu via minha mina engolindo até não sair mais porra e ela tirou da boca pra terminar de limpar. Sabe que eu gosto que ela deixe as pirocas bem limpinhas depois que gozam. Depois de se lamber toda, Laura sentou do meu lado com a saia na cintura e a blusa aberta enquanto passava a mão na buceta, porque adora se masturbar com o gosto da porra de um desconhecido na boca, ainda mais tendo vários caras por perto batendo uma vendo o quão puta ela é.
- Quero mais porra aqui - falou passando as mãos nos peitos e na buceta -.
- Já ouviram, encham de porra a minha putinha -
Os caras foram se aproximando enquanto batiam uma até que os primeiros começaram a gozar nela. Ela passava a mão onde o sêmen caía e com a mão melada se acariciava os peitos e a buceta enfiando os dedos ou chupava eles sentindo os sabores diferentes. Algum teve uma gozada espetacular e até no rosto dela chegaram várias descargas. Me dava muito tesão ver ela passar a língua pelo rosto tentando pegar alguma gota enquanto gozava com as minhas carícias. Quando todos tinham terminado nela, eu a deitei no sofá, me coloquei por cima e comecei a foder ela bem forte, buscando meu prazer e dando pra ela ao mesmo tempo. Não tem nada que eu goste mais do que comer ela quando tá cheia de porra de outros caras, ver a cara linda dela coberta de sêmen e recém-fodida.
- Que puta que você é, meu amor.
- Tudo pela sua porra, minha vida, agora enche minha buceta.
Não aguentei mais e, coincidindo com o último orgasmo dela, deixei toda a minha porra na buceta dela. Poucas vezes gozei tanto. Quando tirei, vi um fio de porra saindo de dentro junto com meu pau. Os caras já tinham ido embora, então depois de relaxar e tomar um último drink, decidimos sair do local e voltar pra nossa cidade. No caminho pro carro, ela comentou que ainda sentia a porra escorrendo da buceta descendo pelas pernas e que adorava a sensação. Uma vez sentados no carro, acariciei ela um pouco mais enquanto beijava e dizia o quanto a amo.
Durante toda a viagem, ela ficou se tocando e, depois de tirar os dedos, chupava eles me olhando, o que me deixou com tesão de novo e resolvi parar numa área de descanso. Fomos pros bancos de trás e ela subiu em cima de mim olhando pro vidro traseiro. Logo depois, um caminhão parou atrás da gente.
- Amor, hoje ninguém me comeu ainda, além de você claro, não ia gostar que um desconhecido também enchesse minha bucetinha?
- Ainda tá com vontade de mais?
- Se quiser, vou lá no caminhão enquanto você me espera aqui. - disse com a voz de puta que ela faz quando tá com tesão.
- Você que sabe, amor, sabe que se depois me contar tudo, eu também vou curtir e vou te foder mais forte depois.
Mas o que ela decidiu, e outras aventuras que tivemos, sozinhos ou a dois, deixo pra uma próxima. Bom, acho que essa história ficou longa demais.
Essa é minha primeira história e espero comentários para poder melhorar. Só pra constar, tudo que escrevi é rigorosamente verdade, e embora eu não esteja mais com ela — ela teve que se mudar pra outra cidade —, tô procurando alguma mina ou casal que curta as mesmas coisas que eu.
2 comentários - Me gusta ver a mi chica disfrutar y hacer disfrutar
Buen relato.