Lembro que é um relato 100% real.
Com o passar dos dias, a gente curtia cada vez mais, eu passava a língua em cada milímetro da rola dele, brincava com a cabeça, com as bolas, com tudo. Cada gozada era uma festa. Um dia eu falo: "Henry, quer foder?"
"Simmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm" foi a resposta. "Beleza, então coloca devagar no começo e brinca antes. Me fala o que você gosta", ele disse. "Passa de cima pra baixo, encosta ela em mim, mas não mete ainda, essas coisas."
Como a gente gozou naquela primeira transa! Ficamos mortos!!! Nossos encontros eram até duas vezes por dia e todo santo dia!!!!!
Um dia eu falo: "Quando eu te chupo, você fica louco de tesão, e quando você me come, nem se fala. Quer que eu te esquente muito mais?" "Como assim?", ele disse. "Vamos testar", e fomos pro nosso lugar, o mezanino.
"O que você vai fazer comigo?", Henry perguntou. "Tira toda a roupa que vou chupar seu cu." "Que??? Nem fodendo, você quer me comer!!!!!" "Não", eu falo, "não vou te foder contra sua vontade, vou te deixar super excitado, confia em mim."
Henry topou e se contorcia de prazer enquanto eu brincava com minha língua no cuzinho dele enquanto tocava a rola dele. Ele gozou na minha boca e quando eu levantei, me beijou... um beijo de língua do caralho, me surpreendeu porque já tava nos meus planos.
Uma semana depois, falei: "Vai avisando em casa que daqui a 15 dias a gente vai pra Mar del Plata aproveitando o feriado de segunda. A gente merece uma mini lua de mel!!!!!!"
Chegamos em Mar del Plata umas 11:30 da noite de sexta e íamos ficar até domingo. No hotel, pena que tinha duas camas de solteiro no quarto. Falo: "Vamos desfazer as malas e comer alguma coisa." Ele me agarra e diz: "Essa aqui você vai comer", e meteu duas gozadas sem tirar a rola!!!!!.
Saímos pra comer algo e já era mais de uma da madrugada, comemos uma besteira e voltamos pro hotel. Fodemos até as 07:30 sem parar, eu chupava o cu dele, a rola e ele me comia, descansávamos um pouco e começávamos de novo. Na última transa, ele começou a tocar minha Pau, grande avanço!!
Voltamos de Mar del Plata e do meu cu saía fogo, que jeito de foder!!!! Com o Henry continuávamos na nossa rotina, só que às vezes dava pra ir na minha casa porque minha mãe ia cuidar de uma tia e voltava tarde.
Um dia fui no banheiro do fundo e, como a porta tava aberta, entrei e o Hector tava batendo uma punheta, aiii já vou sair ele disse, sem problema respondi, fiquei impactada com o tamanho da pica deleeeee.
Contei pro Henry o que vi e pedi, já que ele falava com o Hector, pra perguntar se ele queria fazer um menage. Ele não gostou muito da ideia, mas eu insisti tanto que no fim ele topou.
Uma semana depois ele me fala: o Hector tá te esperando no mezanino, é todo seu. Vem comigo eu falei, não, prefiro não ir. Fui andando pro mezanino e já tava de pau duro, pensando naquela pica que eu tinha visto por uns segundos e que me deixou louca.
Não tinha me enganado: dura, 24 cm, grossa e cheia de veias, uma delícia de chupar e como eu aproveitei. Quando o Hector gozou, quase me afogou, que gozada!!!! E você gostou? perguntei. Se não foi ruim, ele disse.
O Henry me pergunta: e aí, gostou? Mais ou menos eu falei, a sua eu não troco por nenhuma, mas dava pra ver que ele tava com ciúmes. No outro dia ele me diz: tenho namorada, não vamos poder foder todo dia, chego sem força à noite.....
Diante disso, falo pro Hector: quer vir na minha casa quando a gente sair, pra ficar mais à vontade e me comer? Não sei, depois te falo. Quando a gente tava saindo, ele chega e fala: vou.
Chegamos na minha casa, comecei a chupar ele com loucura, que pica linda!!!! Vira que vou te foder ele disse. Sim, mas por favor, mete devagar, sua pica é gigante eu falei. O filho da puta meteu até o fundo de uma vez, que dor impressionante que eu senti. Gozou enchendo meu cu de porra. Seu egoísta eu falei quando ele tirou, só quis gozar você.
Com o Henry a gente transava só uma ou duas vezes por semana, não acreditei na história da namorada. Semanas depois, briguei com meu chefe, fui no correio. e mando o telegrama de demissão, quando volto, conto pro Henry, ele quase chorou. A partir daquele dia, voltamos ao nosso ritmo de sempre.
Faltando dois ou três dias pra eu ir embora, Henry me fala: hoje vou te dar um presente. — Que presente? — perguntei. — Ahhhh, já vai ver — ele disse.
Ele tava passando a língua no meu buraquinho quando me fala: por que você não brinca um pouco com um dedo? Comecei a fazer, e ele disse: me come, por favor, esse é o meu presente. Como eu comi ele! Ali percebi que fazia meses que eu não comia ninguém, só chupava pau, o cu do Henry e me comia. Gozei como não gozava há tempos. — Você me desvirginou de pau e de cu — ele me confessou, dizendo que era virgem na primeira vez que me comeu.
Depois que saí do trampo, a gente conseguiu se ver umas duas ou três vezes, já que os horários nunca batiam. Anos depois, fiquei sabendo que ele casou e teve dois filhos. Até hoje penso que, se a gente tivesse continuado trabalhando junto, seríamos um casal.
Próximos relatos:
Mariela, uma colega de trabalho (o mais recente)
Karina, uma vizinha amiga da minha esposa
Jorge, o ex-vizinho gay
Com o passar dos dias, a gente curtia cada vez mais, eu passava a língua em cada milímetro da rola dele, brincava com a cabeça, com as bolas, com tudo. Cada gozada era uma festa. Um dia eu falo: "Henry, quer foder?"
"Simmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm" foi a resposta. "Beleza, então coloca devagar no começo e brinca antes. Me fala o que você gosta", ele disse. "Passa de cima pra baixo, encosta ela em mim, mas não mete ainda, essas coisas."
Como a gente gozou naquela primeira transa! Ficamos mortos!!! Nossos encontros eram até duas vezes por dia e todo santo dia!!!!!
Um dia eu falo: "Quando eu te chupo, você fica louco de tesão, e quando você me come, nem se fala. Quer que eu te esquente muito mais?" "Como assim?", ele disse. "Vamos testar", e fomos pro nosso lugar, o mezanino.
"O que você vai fazer comigo?", Henry perguntou. "Tira toda a roupa que vou chupar seu cu." "Que??? Nem fodendo, você quer me comer!!!!!" "Não", eu falo, "não vou te foder contra sua vontade, vou te deixar super excitado, confia em mim."
Henry topou e se contorcia de prazer enquanto eu brincava com minha língua no cuzinho dele enquanto tocava a rola dele. Ele gozou na minha boca e quando eu levantei, me beijou... um beijo de língua do caralho, me surpreendeu porque já tava nos meus planos.
Uma semana depois, falei: "Vai avisando em casa que daqui a 15 dias a gente vai pra Mar del Plata aproveitando o feriado de segunda. A gente merece uma mini lua de mel!!!!!!"
Chegamos em Mar del Plata umas 11:30 da noite de sexta e íamos ficar até domingo. No hotel, pena que tinha duas camas de solteiro no quarto. Falo: "Vamos desfazer as malas e comer alguma coisa." Ele me agarra e diz: "Essa aqui você vai comer", e meteu duas gozadas sem tirar a rola!!!!!.
Saímos pra comer algo e já era mais de uma da madrugada, comemos uma besteira e voltamos pro hotel. Fodemos até as 07:30 sem parar, eu chupava o cu dele, a rola e ele me comia, descansávamos um pouco e começávamos de novo. Na última transa, ele começou a tocar minha Pau, grande avanço!!
Voltamos de Mar del Plata e do meu cu saía fogo, que jeito de foder!!!! Com o Henry continuávamos na nossa rotina, só que às vezes dava pra ir na minha casa porque minha mãe ia cuidar de uma tia e voltava tarde.
Um dia fui no banheiro do fundo e, como a porta tava aberta, entrei e o Hector tava batendo uma punheta, aiii já vou sair ele disse, sem problema respondi, fiquei impactada com o tamanho da pica deleeeee.
Contei pro Henry o que vi e pedi, já que ele falava com o Hector, pra perguntar se ele queria fazer um menage. Ele não gostou muito da ideia, mas eu insisti tanto que no fim ele topou.
Uma semana depois ele me fala: o Hector tá te esperando no mezanino, é todo seu. Vem comigo eu falei, não, prefiro não ir. Fui andando pro mezanino e já tava de pau duro, pensando naquela pica que eu tinha visto por uns segundos e que me deixou louca.
Não tinha me enganado: dura, 24 cm, grossa e cheia de veias, uma delícia de chupar e como eu aproveitei. Quando o Hector gozou, quase me afogou, que gozada!!!! E você gostou? perguntei. Se não foi ruim, ele disse.
O Henry me pergunta: e aí, gostou? Mais ou menos eu falei, a sua eu não troco por nenhuma, mas dava pra ver que ele tava com ciúmes. No outro dia ele me diz: tenho namorada, não vamos poder foder todo dia, chego sem força à noite.....
Diante disso, falo pro Hector: quer vir na minha casa quando a gente sair, pra ficar mais à vontade e me comer? Não sei, depois te falo. Quando a gente tava saindo, ele chega e fala: vou.
Chegamos na minha casa, comecei a chupar ele com loucura, que pica linda!!!! Vira que vou te foder ele disse. Sim, mas por favor, mete devagar, sua pica é gigante eu falei. O filho da puta meteu até o fundo de uma vez, que dor impressionante que eu senti. Gozou enchendo meu cu de porra. Seu egoísta eu falei quando ele tirou, só quis gozar você.
Com o Henry a gente transava só uma ou duas vezes por semana, não acreditei na história da namorada. Semanas depois, briguei com meu chefe, fui no correio. e mando o telegrama de demissão, quando volto, conto pro Henry, ele quase chorou. A partir daquele dia, voltamos ao nosso ritmo de sempre.
Faltando dois ou três dias pra eu ir embora, Henry me fala: hoje vou te dar um presente. — Que presente? — perguntei. — Ahhhh, já vai ver — ele disse.
Ele tava passando a língua no meu buraquinho quando me fala: por que você não brinca um pouco com um dedo? Comecei a fazer, e ele disse: me come, por favor, esse é o meu presente. Como eu comi ele! Ali percebi que fazia meses que eu não comia ninguém, só chupava pau, o cu do Henry e me comia. Gozei como não gozava há tempos. — Você me desvirginou de pau e de cu — ele me confessou, dizendo que era virgem na primeira vez que me comeu.
Depois que saí do trampo, a gente conseguiu se ver umas duas ou três vezes, já que os horários nunca batiam. Anos depois, fiquei sabendo que ele casou e teve dois filhos. Até hoje penso que, se a gente tivesse continuado trabalhando junto, seríamos um casal.
Próximos relatos:
Mariela, uma colega de trabalho (o mais recente)
Karina, uma vizinha amiga da minha esposa
Jorge, o ex-vizinho gay
5 comentários - Meu debut como bi (matéria pendente) parte 2