Meus pais se separaram faz 2 anos, quando eu tinha 16. Nunca me disseram o porquê, então não dei importância… até que vi minha mãe na cama com outra mulher. Vou contar tudo desde o começo.
Um dia, minha mãe, que se chama Diana, chegou em casa com uma amiga dela.
— Oi, filho, esta é a Maria. O marido dela a expulsou de casa e, como temos espaço, ela vai ficar conosco por um tempo.
A Maria era muito gostosa, tinha umas tetonas enormes, um rabão e uma tatuagem de pata de cachorro em cada peito. Eu diria que ela não tinha nem 30 anos. Minha mãe já tinha 45, e nunca pensei que ela tivesse amigas mais novas que ela.
— Oi, Maria (falei e dei dois beijos nela). Por que seu marido te expulsou?
— Ah, você sabe, o amor acaba. Como eu não queria mais transar com ele, ele achou que eu tava dando pra outro homem.
— Sinto muito.
— Relaxa, tô melhor agora. Ele não vai mais tentar me comer no cu enquanto durmo, hahahaha.
— Ele fazia isso? (falei, chocado)
— Sim, uma vez ele conseguiu. Foi horrível.
— Me conta.
— Filho, não enche o saco da nossa convidada.
— Relaxa, não enche não… Te conto outro dia, beleza, gato?
Ela piscou o olho pra mim, e minha mãe a levou pro quarto que tava vazio.
Depois do jantar, minha mãe foi lavar a louça, e eu fui com a Maria pro sofá ver TV.
— Ainda quer saber o que aconteceu quando meu marido… ex-marido me comeu no cu?
— Claro. Mas se eu ficar de pau duro, a culpa não é minha.
— Hahahaha, eu sei, fica tranquilo.
— Então conta.
— Bom, era verão, e eu sempre durmo pelada no verão. Uma noite, fui dormir antes dele porque tava cansada. Tava dormindo de bruços quando, de repente, acordei com uma dor insuportável. Virei a cabeça e vi meu ex-marido me montando como se eu fosse uma putinha. Não parava de chorar, de gritar de dor e de pedir pra ele parar. Aí ele me pegou pelo cabelo, me tirou da cama, me colocou de quatro e continuou me comendo enquanto puxava meu cabelo e me chamava de vagabunda, puta e nojenta. Sim, e ela me dava tapas nas costas e na bunda. Depois de mais de meia hora de sofrimento, ela gozou e disse: "Eu sei que você me trai com outra pessoa! Cai fora de casa!" Acho que ela me expulsou quando conseguiu me comer no cu kkkkkk
Ela ria, mas vi uma lágrima nos olhos dela, então abracei ela.
— Não se preocupa, aqui ninguém vai tentar te foder enquanto você dorme.
— Obrigada, você é um amor. Se meu marido tivesse sido como você, eu não teria passado tão mal.
Maria era uma gostosa, não ia comer ela dormindo, mas com certeza ia tentar foder ela. Naquela noite, bati três punhetas pensando nela sendo fodida pelo marido, me dava um tesão danado pensar nisso.
Os meses passaram e pra mim a Maria era só mais uma, todo dia eu soltava alguma sacanagem pra ela, mas ela levava na brincadeira. Ela tinha me contado muita coisa sobre ela: que tinha 28 anos, que trabalhava como administrativa numa empresa de entregas, etc. Um dia cheguei umas 3 da manhã de uma festa e ouvi gemidos no quarto da minha mãe, então abri a porta um pouquinho e espiei.
E o que eu vi? Minha mãe de quatro e a Maria atrás, fodendo ela com um dildo daqueles de amarrar na cintura, estilo homem.
— Isso, Maria, como eu gosto! Me fode, amor! Aaaaaah aaah siiiii, vou gozaaaaaar aaaaaah.
— Você gosta, né, coração?
— Siiim, adoro que uma novinha me foda como deve ser aaaaah.
Ela pegou minha mãe, levantou ela da cama, empurrou ela contra a janela, segurou as mãos dela e continuou fodendo.
— Vou fazer com você o que meu ex-marido fez comigo kkkkkk
— Não, no cu não (disse minha mãe).
— Diana, falei brincando, é só parte do nosso jogo de dominação.
— Porra, eu sei. Tava só entrando na brincadeira. Me fode o cu agora, vagabunda.
— Não me chama de vagabunda!
Ela virou minha mãe e deu um tapa na cara dela. Pegou ela pelo pescoço e jogou no chão. E começou a penetrar ela no cu.
— Aaaaaaaah sssssiiii ooooooh meu marido nunca me comeu no cu, ele era um sem graça aaaah.
— Diz que Você gosta de sua putinha, Mia?
-Siiim, adoro quando você enfia esse brinquedinho no meu cu! Sou sua puta! Sou sua raposinha, aaaahhh! Aiaiaiai, para um pouco que tá começando a doer.
Maria não parou até um tempo depois.
-Desculpa, Diana, exagerei. Você tá com um pouco de sangue.
-Sério? Porra, me fode assim mesmo. Sempre doeu, mas adoro me sentir usada, hahaha.
Maria continuou fodendo o cu da minha mãe. Pra mim, aquela foda anal foi curta demais. Minha mãe e Maria sabiam como me deixar com tesão.
-Eu também quero gozar. Minha cintura já tá cansando (disse Maria, tirando o dildo).
Ela pegou minha mãe com força e a virou de barriga pra cima na cama, colocou a boceta na cara dela e começaram um 69.
-Aaaaah, sim, porra, como você chupa boceta bem, puta! Uuuuuumh.
-E você, Maria, aaaah, tenho que admitir que me ensinou direitinho, aaaaah, oooooh, ooooh, uuuuy.
Depois de um tempo, pararam e se deitaram juntas na cama, peladas. Eu fiquei em choque. Minha mãe sapatão? Como assim? Desde quando? E a Maria também? Isso explicava por que, quando eu falava alguma sacanagem, ela só ria. Ela estava fodendo minha mãe na minha própria casa, e isso fez meu sangue ferver. Eu teria que planejar uma vingança para as duas: primeiro a Maria, depois minha mãe. Precisava de tempo pra planejar direito.
Na manhã seguinte, fingi que nada tinha acontecido, mas quando vi minha mãe mancando, não pude evitar perguntar.
-Mãe, você tá bem?
-Tô, querido. É que ontem à noite a Maria me... me passou aquele papel higiênico barato e ruim do supermercado, e meu cu ficou irritado, hahaha.
-Porra, Diana, você vai no mais barato, hahaha.
Começamos a rir os três, e o mais engraçado foi que todo mundo sabia que era mentira. Minha mãe estava com o cu ardendo da foda da Maria. Bom, que riam enquanto podem, porque eu ia rir mais tarde.
Um dia, minha mãe, que se chama Diana, chegou em casa com uma amiga dela.
— Oi, filho, esta é a Maria. O marido dela a expulsou de casa e, como temos espaço, ela vai ficar conosco por um tempo.
A Maria era muito gostosa, tinha umas tetonas enormes, um rabão e uma tatuagem de pata de cachorro em cada peito. Eu diria que ela não tinha nem 30 anos. Minha mãe já tinha 45, e nunca pensei que ela tivesse amigas mais novas que ela.
— Oi, Maria (falei e dei dois beijos nela). Por que seu marido te expulsou?
— Ah, você sabe, o amor acaba. Como eu não queria mais transar com ele, ele achou que eu tava dando pra outro homem.
— Sinto muito.
— Relaxa, tô melhor agora. Ele não vai mais tentar me comer no cu enquanto durmo, hahahaha.
— Ele fazia isso? (falei, chocado)
— Sim, uma vez ele conseguiu. Foi horrível.
— Me conta.
— Filho, não enche o saco da nossa convidada.
— Relaxa, não enche não… Te conto outro dia, beleza, gato?
Ela piscou o olho pra mim, e minha mãe a levou pro quarto que tava vazio.
Depois do jantar, minha mãe foi lavar a louça, e eu fui com a Maria pro sofá ver TV.
— Ainda quer saber o que aconteceu quando meu marido… ex-marido me comeu no cu?
— Claro. Mas se eu ficar de pau duro, a culpa não é minha.
— Hahahaha, eu sei, fica tranquilo.
— Então conta.
— Bom, era verão, e eu sempre durmo pelada no verão. Uma noite, fui dormir antes dele porque tava cansada. Tava dormindo de bruços quando, de repente, acordei com uma dor insuportável. Virei a cabeça e vi meu ex-marido me montando como se eu fosse uma putinha. Não parava de chorar, de gritar de dor e de pedir pra ele parar. Aí ele me pegou pelo cabelo, me tirou da cama, me colocou de quatro e continuou me comendo enquanto puxava meu cabelo e me chamava de vagabunda, puta e nojenta. Sim, e ela me dava tapas nas costas e na bunda. Depois de mais de meia hora de sofrimento, ela gozou e disse: "Eu sei que você me trai com outra pessoa! Cai fora de casa!" Acho que ela me expulsou quando conseguiu me comer no cu kkkkkk
Ela ria, mas vi uma lágrima nos olhos dela, então abracei ela.
— Não se preocupa, aqui ninguém vai tentar te foder enquanto você dorme.
— Obrigada, você é um amor. Se meu marido tivesse sido como você, eu não teria passado tão mal.
Maria era uma gostosa, não ia comer ela dormindo, mas com certeza ia tentar foder ela. Naquela noite, bati três punhetas pensando nela sendo fodida pelo marido, me dava um tesão danado pensar nisso.
Os meses passaram e pra mim a Maria era só mais uma, todo dia eu soltava alguma sacanagem pra ela, mas ela levava na brincadeira. Ela tinha me contado muita coisa sobre ela: que tinha 28 anos, que trabalhava como administrativa numa empresa de entregas, etc. Um dia cheguei umas 3 da manhã de uma festa e ouvi gemidos no quarto da minha mãe, então abri a porta um pouquinho e espiei.
E o que eu vi? Minha mãe de quatro e a Maria atrás, fodendo ela com um dildo daqueles de amarrar na cintura, estilo homem.
— Isso, Maria, como eu gosto! Me fode, amor! Aaaaaah aaah siiiii, vou gozaaaaaar aaaaaah.
— Você gosta, né, coração?
— Siiim, adoro que uma novinha me foda como deve ser aaaaah.
Ela pegou minha mãe, levantou ela da cama, empurrou ela contra a janela, segurou as mãos dela e continuou fodendo.
— Vou fazer com você o que meu ex-marido fez comigo kkkkkk
— Não, no cu não (disse minha mãe).
— Diana, falei brincando, é só parte do nosso jogo de dominação.
— Porra, eu sei. Tava só entrando na brincadeira. Me fode o cu agora, vagabunda.
— Não me chama de vagabunda!
Ela virou minha mãe e deu um tapa na cara dela. Pegou ela pelo pescoço e jogou no chão. E começou a penetrar ela no cu.
— Aaaaaaaah sssssiiii ooooooh meu marido nunca me comeu no cu, ele era um sem graça aaaah.
— Diz que Você gosta de sua putinha, Mia?
-Siiim, adoro quando você enfia esse brinquedinho no meu cu! Sou sua puta! Sou sua raposinha, aaaahhh! Aiaiaiai, para um pouco que tá começando a doer.
Maria não parou até um tempo depois.
-Desculpa, Diana, exagerei. Você tá com um pouco de sangue.
-Sério? Porra, me fode assim mesmo. Sempre doeu, mas adoro me sentir usada, hahaha.
Maria continuou fodendo o cu da minha mãe. Pra mim, aquela foda anal foi curta demais. Minha mãe e Maria sabiam como me deixar com tesão.
-Eu também quero gozar. Minha cintura já tá cansando (disse Maria, tirando o dildo).
Ela pegou minha mãe com força e a virou de barriga pra cima na cama, colocou a boceta na cara dela e começaram um 69.
-Aaaaah, sim, porra, como você chupa boceta bem, puta! Uuuuuumh.
-E você, Maria, aaaah, tenho que admitir que me ensinou direitinho, aaaaah, oooooh, ooooh, uuuuy.
Depois de um tempo, pararam e se deitaram juntas na cama, peladas. Eu fiquei em choque. Minha mãe sapatão? Como assim? Desde quando? E a Maria também? Isso explicava por que, quando eu falava alguma sacanagem, ela só ria. Ela estava fodendo minha mãe na minha própria casa, e isso fez meu sangue ferver. Eu teria que planejar uma vingança para as duas: primeiro a Maria, depois minha mãe. Precisava de tempo pra planejar direito.
Na manhã seguinte, fingi que nada tinha acontecido, mas quando vi minha mãe mancando, não pude evitar perguntar.
-Mãe, você tá bem?
-Tô, querido. É que ontem à noite a Maria me... me passou aquele papel higiênico barato e ruim do supermercado, e meu cu ficou irritado, hahaha.
-Porra, Diana, você vai no mais barato, hahaha.
Começamos a rir os três, e o mais engraçado foi que todo mundo sabia que era mentira. Minha mãe estava com o cu ardendo da foda da Maria. Bom, que riam enquanto podem, porque eu ia rir mais tarde.
1 comentários - Descobri que minha mãe é sapatão