Fala aí!
Retomando o controle do teclado, essa é minha segunda história de uma série que tô doido pra escrever.
A única coisa que vou esclarecer é que tudo que vou escrever É REAL.
Por sorte, eu tive (e ainda tenho) uma vida sexual muuuuuuito ativa. Então vou aproveitar isso pra contar umas histórias pra vocês.Cidade da fúria (orgia e swing por acaso)Como vocês sabem, eu moro na costa, e minha família tá espalhada por Buenos Aires. Por um tempinho, fui morar lá a trabalho. Uma viagem que deu super certo: trampava das 8 às 4, tinha um loft de um parente só pra mim e carro. O sonho de qualquer moleque de 20 anos. No primeiro fim de semana, saí com meu primo (mesma idade que eu) pra uma balada top da capital. O segurança é amigo, então entramos sem fila, com pulseirinha VIP e open bar. A NOITE!
Já tendo dado uma olhada na mercadoria, com um fernet e um champanhe na mão, fomos tentar a sorte. Uns foras nos derrubaram um pouco, e demos uma segurada. Nisso, aparece uma mina extremamente gostosa, não puta, não gata, nada disso. Linda de verdade. Cabelo castanho, uns 1,70, com um vestido coral justinho, com um movimento. De apresentar pra sua mãe. Caro era conhecida do Ezequiel (meu primo). Tava entediada, passeando, procurando as amigas. Me apresentei como o primo:
Eze: Caro, conhece o Javo?
Caro: Não! Nunca mostrou! De onde ele saiu?
Javo: Sou de MDP, por isso nunca nos vimos. Além disso, esse filho da puta nunca apresenta nenhuma amiga bonita. Guarda todas pra ele.
Sim, o papo foi bem bosta, mas ela riu na hora. Já deu pra começar a conversar. Apareceram as 3 amigas: uma mina que, apesar de ser bonitinha, era chata pra caralho (reclamou de tudo a noite toda) e duas que (usando mal a palavra) eram duas gostosas do caralho. As duas de top e mini. Uma, não lembro o nome, mas a que importa é a Cintia.
Cintia é o oposto da Caro. Uns 1,80, loira pintada (ficava um tesão), de salto, mini, top decotado. Uma bunda que acompanhava, mas o que chamava atenção eram os peitos. O tipo de garota que você vê e já fica de pau duro.
Ficamos os seis a noite toda. Poucas vezes ri tanto. Umas 4 da manhã já tava quente. Não tenho problema nenhum em dançar, então com as primeiras músicas já comecei a roçar nos corpos da Cintia. E Caro. E deu pra perceber que elas sacaram que eu tava afim, porque começaram a me acompanhar. E me esquentavam. Eu tava de pau duro e elas me provocavam de propósito. A noite desandou e com a Cintia a gente acabou num canto, se pegando sem controle. O tesão falou mais alto. No canto mais escuro do rolê, eu passei a mão em tudo. Pescoço, peitos, bunda, use the word: pussy. Ela se dobrava de prazer e metia a mão em mim pra ver o tamanho da minha dureza. Num movimento rápido, tirei a calcinha fio dental dela. Deixei cair e fiquei com ela. Ela sacou o jogo na hora:
Cintia: Vou ter que recuperar minha roupa?
Javo: Vai ter que ganhar.
Ela me pegou pela mão e a gente foi pro grupo. Quando chegamos, meu primo na mesma situação com a Caro. Aquele anjinho tava mostrando a diaba. Me afastei com meu primo e contei:
Javo: Mano, vou fuder. Me esquece até amanhã.
Eze: Pera aí, burrão, eu também. Me leva em casa.
Javo: Fechou.
A gente se acomodou no carro. A Cintia veio do meu lado, no banho do carona, e o Eze e a Caro atrás. Disfarçadamente, comecei a meter a mão na saia da Cintia. Ela tava sem calcinha, então não foi difícil começar a brincar naquela buceta. Parece que o perigo era tão excitante pra ela quanto pra mim, porque assim que eu toquei, já tava toda molhada. Enquanto brincava, olhei pelo retrovisor e meu primo e a Caro tavam se matando. Virei pra ver o show. Se beijavam com tudo. Se tocavam por cima da roupa. Meu primo passava a mão nos peitos dela e ela pegava no pau dele por cima da calça. Faço um sinal pra Cintia olhar pra trás, e ela não hesitou em começar a provocação.
Cintia: Esses tão mais no fogo do que a gente. Se você não se apressar, vão começar a fuder aqui atrás.
Javo: Pra mim, de boa. Somos tudo maior de idade. Nada que a gente já não tenha visto.
Cintia: Então não te incomoda... E vocês, galera?
Meu primo não respondeu. A Caro demorou, mas não negou. "Não, galera, não incomoda não."
A Cintia começou a retribuir as gentilezas. Começou a pegar no meu pau por cima da calça jeans. Brincava com meu pau me fazendo desejar. Tava duro e não aguentei mais. Minha putaria falou mais alto que meu pudor. Soltei o cinto e desabotoei a calça. Cíntia sacou na hora. Virou no banco, terminou de puxar meu pau pra fora, e começou a chupar. Boca do caralho! Passava a língua no meu pau de uma ponta a outra, sem parar. Caro percebeu uns minutos depois, e deu o berro:
Caro: Neném! Tá uma puta!
Cíntia: Não enche o saco! Você também gosta. Chupa ele! É óbvio que vamos foder a noite toda. Melhor começar cedo.
Ela ficou vermelha, mas não recuou. Fez a mesma coisa. Puxou o pau do meu primo pra fora e começou a chupar. Não acreditávamos. Tava no carro e duas gostosas do caralho chupando nosso pau. Até aí já era uma noite digna de fantasia. Tava passando a duas quadras do meu loft, que ficava antes do apê do meu primo, então no meio daquela putaria soltei a bomba:
Javo: Meninas, não aguento mais. Descemos lá em casa?
Caro: Sei não
Cíntia: Qualquer lugar, mas quero te comer já
Caro: Piranha!!
Cíntia: Você já me viu pelada, já viu dois paus. Acha que me importo de você me ver foder?
Não esperei resposta. Parei direto em casa. Estacionei o carro e descemos os quatro. Subindo a escada já íamos nos pegando.
Entramos. Tirei o top da Cíntia e joguei ela na cama. Comecei a brincar com aquele par de peitos presos num sutiã de renda. Branco com detalhes rosa, combinando com a calcinha fio dental que tinha roubado dela na balada. Soltei com uma mão e arranquei. Nem vi onde caiu. Tava com os peitos de fora, lindos. Firmes, redondos, com bicos médios, já duros antes mesmo de eu começar a beijar e chupar. Eu já tava duro e tinha dois peitos do caralho no prazer da minha boca. Me endireitei e tirei a camisa. Desabotoei o cinto e a calça. Abri o zíper do jeans e puxei meu pau pra fora. Continuei o serviço do carro com ainda mais dedicação. Tinha mais espaço pra manobrar. Ela me chupou chupava tudo de uma vez, a cabeça, beijava, sugava, e engolia o máximo que conseguia. Tava me matando.
Virei e vi a Caro. Sem o vestido e com um conjunto da mesma cor. Sutiã liso e fio dental combinando. Uma boneca que tava ajoelhada chupando a pica do meu primo. A gente se olhou e não acreditava.
Uma chupada forte me trouxe de volta a atenção pra Cintia. Tava me matando e sabia disso. A cabeça da minha pica tava pulsando. Antes que ela continuasse e me fizesse gozar, parei, virei na cama, e coloquei ela de quatro. Me abaixei e desci até a buceta dela. Já tava ensopada. Mal encostei a boca e ela começou a gemer. Vocês não têm ideia do quanto ela gemeu e gritou. Tava chupando a buceta dela de todas as maneiras possíveis e ela se contorcia de prazer. Não ia deixar ela me parar. Segui e segui. Queria fazer ela gozar com minha língua. E não demorou muito. Ela afundou a cara no colchão pra abafar os gritos. Senti quando ela gozou e me lambuzei na buceta dela. Ela ficou caída, com a raba pra cima, ofegante, e com espasmos de prazer.
Não deixei ela se recuperar. Coloquei uma camisinha e, do jeito que tava, abri um pouco as pernas dela e encostei a ponta da pica na borda dos lábios da buceta dela. Tava escorrendo pelo orgasmo que acabou de ter. Comecei a empurrar devagar. Senti a respiração dela mudar de novo. Gemidos longos, ofegantes. Quando tava com metade da pica dentro, comecei o trabalho. Suave, com paciência. Ela se arqueou e levantou o torso, apoiando nas mãos. Deixou os peitos incríveis dela ao alcance das minhas mãos. Comecei a tocar ela de novo, com a mesma suavidade que tava comendo ela. Aos poucos fui aumentando a penetração, e brincava mais com os bicos. Ela respirava cada vez mais ofegante. Até que, finalmente, consegui enfiar toda a minha pica naquele corpo descomunal que tava sendo meu. Naquela hora, ela se deixou cair na cama. Me pediu pra meter mais forte. Tava perto de outro orgasmo. Mas dessa vez eu queria que ela gozasse mais. Queria Adiar o prazer dela. Levantei ela pra colocar de quatro de novo, mas dessa vez, queria brincar com os olhares e o espetáculo. A gente se deitou de lado, pra poder curtir nossa safadeza e ver o que o Ezequiel e a Caro estavam fazendo. Eles estavam no sofá a uns 2 metros de distância. O Ezequiel sentado e a Caro montando nele de frente. A gente tinha um show claro deles transando como dois loucos. A Caro subia e descia sem controle, e pela cara do meu primo, ele tava penando pra acompanhar o ritmo. Aquela imagem esquentou ainda mais a gente. Peguei a cintura da Cíntia e enfiei a pica até o fundo, tudo de uma vez. Não me segurei. Tava muito tarado. Ela gritou, gritou de prazer. Se arqueou de novo, me dando um espetáculo lindo daquele rabo. Comecei a meter nela, forte dessa vez. No mesmo ritmo, bem fundo. Ia e vinha, e cada vez ficava mais fácil. Ela tava encharcada. Ela apoiou a cara no colchão de novo, e eu parei. Não queria que ela gozasse ainda.
Deixei a pica dentro dela, dura e inchada do jeito que tava. E comecei a brincar com aquela bunda. Aquela raba que eu tava apalpando há um tempão e me deixava doido. Aquele cu completamente depilado que parecia pedir pra eu dar atenção.
Estendi a mão pra ela e mandei chupar meus dedos. Ela chupou e deixou bem molhados. Passei a mesma mão pelo pescoço dela, pelos peitos, rodeando a cintura, até chegar naquele buraquinho tão tentador. Brinquei e brinquei ali por um tempo. Fazendo círculos, vendo como ele ia se abrindo devagar. Ninguém me apressava. Quando sentia que podia doer nela, começava a bombar de novo, deixando o prazer vencer a dor. Uns minutos depois, meu dedo indicador já entrava inteiro sem esforço. Ela se contorcia de prazer. A Cíntia tinha os dois buracos ocupados e tava adorando. Tirei a pica da buceta dela e encostei na bunda. Antes de começar a meter, ela mandou parar.
Cíntia: Caro, vira. — A Caro olhou pra trás sem entender nada.
Cíntia: Vira. Continua sentando nele, mas fica de costas. Quero que você veja isso. — Agora eu também não entendia nada.
Caro: Tá louca, mina!
Cíntia: Você me perguntou se doía, quero que veja o quanto pode gostar. - Aí comecei a entender, e curti a proposta da Cíntia. E ela me disse:
Cíntia: Até eles se virarem, nos verem, e começarem a foder, você não faz nada, entendeu?
Foi uma ordem. E eu gostei. Caro se soltou do meu primo, que se acomodou no sofá. Aquela anjinha se virou e sentou de novo na pica do meu primo, mas dessa vez de costas pra ele. Deixando pra gente todo o espetáculo.
Cíntia: Abre as pernas. - Caro ficou ainda mais vermelha com o pedido. - Abre as pernas. Eu também quero ver.
Caro se ajeitou e passou as pernas por fora das do Eze. Dava pra ver perfeitamente como ela tava mamando a pica do meu primo. Naquela hora, Cíntia empurrou pra trás. Era meu sinal. Fui enfiando a pica devagarinho. Custou no começo. Principalmente a cabeça. Mas depois que entrou, o resto foi indo sozinho. A pressão de abrir foi superada, e aos poucos aquele cu foi engolindo toda minha pica. Quando consegui enfiar quase toda, ela deu um grito de prazer. Meu espetáculo era único. Via como tava comendo uma bunda linda, de uma mina que tava fortíssima. E como eles transavam a 2 metros da gente enquanto curtiam o show que a gente tava dando.
Cíntia me pediu por favor pra comer ela, tava muito perto do orgasmo. E toda a situação tinha me deixado a mil. Eu também não ia aguentar muito mais. Comecei a bombar devagar, e um minuto depois, ela já tava se mexendo violentamente. Ofegava cada vez mais forte. Gritava. Afrouxava as pernas. E num momento, não aguentou mais. Explodiu de prazer. Senti perfeitamente como ela apertava minha pica enquanto gritava abafada no colchão.
Enquanto os gemidos da Cíntia ainda duravam, Caro começou a ofegar muito forte. Vimos ela montar no meu primo cada vez mais intenso, mais rápido, até que os dois gozaram ao mesmo tempo. Eze não aguentou mais. E Caro ficou tremendo em cima. Todos tinham gozado, menos eu. é. Cintia se recuperou, tirou a camisinha e chupou meu pau desesperadamente. Como se não houvesse amanhã. Tava me deixando louco e eu não tava longe de gozar. Quando a língua dela venceu minhas forças, empurrei ela pra trás e, em apenas duas bombadas, joguei toda minha porra naquelas duas tetas que me enlouqueceram. Gozei pra caralho. Tanto que ela teve que ir tomar banho depois. Mas não sem antes chupar meu pau até ele ir perdendo a dureza. Deixando ele limpinho, sem nenhum vestígio de sêmen.
Mostrei o banheiro pra Cintia, entreguei uma toalha e voltei pra cama. Caro e Eze já tinham se acomodado um do lado do outro no sofá. Ficamos pelados conversando sobre o que tinha rolado. Nunca antes, nenhum de nós, tinha transado na frente de outra pessoa. Muito menos vendo outros transando também. Fomos sinceros. Era estranho, mas foi extremamente excitante. Caro disse que amou ver o que viu. Eze concordou com a frase. A situação foi muito quente. E eu, claro, elogiei a Caro. Quem diria que por trás daquela menina tão tímida, tinha uma pornstar em potencial.
A conversa ficou muito quente. Falando de posições e do que mais queriam tentar. Tanto que em 10 minutos meu pau endureceu de novo. Caro me olhava e não acreditava. Ela disse: "Quer mais?". Respondi que não era o único. Eze também tava duro com toda a situação. Um segundo depois chega Cintia, pelada, com o cabelo molhado. Olha pra nós três. Pisca o olho pra mim e crava um olhar fulminante no Eze...
"Agora quero te foder"
-Fim da primeira parte-
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Até aqui a primeira parte. Dividi em duas porque ficou longa. Mas acredito sinceramente que todos os detalhes ajudam a entender o quão erótica e selvagem foi a noite.
Aproveitem lendo tanto quanto eu aproveitei fazendo.
Retomando o controle do teclado, essa é minha segunda história de uma série que tô doido pra escrever.
A única coisa que vou esclarecer é que tudo que vou escrever É REAL.
Por sorte, eu tive (e ainda tenho) uma vida sexual muuuuuuito ativa. Então vou aproveitar isso pra contar umas histórias pra vocês.Cidade da fúria (orgia e swing por acaso)Como vocês sabem, eu moro na costa, e minha família tá espalhada por Buenos Aires. Por um tempinho, fui morar lá a trabalho. Uma viagem que deu super certo: trampava das 8 às 4, tinha um loft de um parente só pra mim e carro. O sonho de qualquer moleque de 20 anos. No primeiro fim de semana, saí com meu primo (mesma idade que eu) pra uma balada top da capital. O segurança é amigo, então entramos sem fila, com pulseirinha VIP e open bar. A NOITE!
Já tendo dado uma olhada na mercadoria, com um fernet e um champanhe na mão, fomos tentar a sorte. Uns foras nos derrubaram um pouco, e demos uma segurada. Nisso, aparece uma mina extremamente gostosa, não puta, não gata, nada disso. Linda de verdade. Cabelo castanho, uns 1,70, com um vestido coral justinho, com um movimento. De apresentar pra sua mãe. Caro era conhecida do Ezequiel (meu primo). Tava entediada, passeando, procurando as amigas. Me apresentei como o primo:
Eze: Caro, conhece o Javo?
Caro: Não! Nunca mostrou! De onde ele saiu?
Javo: Sou de MDP, por isso nunca nos vimos. Além disso, esse filho da puta nunca apresenta nenhuma amiga bonita. Guarda todas pra ele.
Sim, o papo foi bem bosta, mas ela riu na hora. Já deu pra começar a conversar. Apareceram as 3 amigas: uma mina que, apesar de ser bonitinha, era chata pra caralho (reclamou de tudo a noite toda) e duas que (usando mal a palavra) eram duas gostosas do caralho. As duas de top e mini. Uma, não lembro o nome, mas a que importa é a Cintia.
Cintia é o oposto da Caro. Uns 1,80, loira pintada (ficava um tesão), de salto, mini, top decotado. Uma bunda que acompanhava, mas o que chamava atenção eram os peitos. O tipo de garota que você vê e já fica de pau duro.
Ficamos os seis a noite toda. Poucas vezes ri tanto. Umas 4 da manhã já tava quente. Não tenho problema nenhum em dançar, então com as primeiras músicas já comecei a roçar nos corpos da Cintia. E Caro. E deu pra perceber que elas sacaram que eu tava afim, porque começaram a me acompanhar. E me esquentavam. Eu tava de pau duro e elas me provocavam de propósito. A noite desandou e com a Cintia a gente acabou num canto, se pegando sem controle. O tesão falou mais alto. No canto mais escuro do rolê, eu passei a mão em tudo. Pescoço, peitos, bunda, use the word: pussy. Ela se dobrava de prazer e metia a mão em mim pra ver o tamanho da minha dureza. Num movimento rápido, tirei a calcinha fio dental dela. Deixei cair e fiquei com ela. Ela sacou o jogo na hora:
Cintia: Vou ter que recuperar minha roupa?
Javo: Vai ter que ganhar.
Ela me pegou pela mão e a gente foi pro grupo. Quando chegamos, meu primo na mesma situação com a Caro. Aquele anjinho tava mostrando a diaba. Me afastei com meu primo e contei:
Javo: Mano, vou fuder. Me esquece até amanhã.
Eze: Pera aí, burrão, eu também. Me leva em casa.
Javo: Fechou.
A gente se acomodou no carro. A Cintia veio do meu lado, no banho do carona, e o Eze e a Caro atrás. Disfarçadamente, comecei a meter a mão na saia da Cintia. Ela tava sem calcinha, então não foi difícil começar a brincar naquela buceta. Parece que o perigo era tão excitante pra ela quanto pra mim, porque assim que eu toquei, já tava toda molhada. Enquanto brincava, olhei pelo retrovisor e meu primo e a Caro tavam se matando. Virei pra ver o show. Se beijavam com tudo. Se tocavam por cima da roupa. Meu primo passava a mão nos peitos dela e ela pegava no pau dele por cima da calça. Faço um sinal pra Cintia olhar pra trás, e ela não hesitou em começar a provocação.
Cintia: Esses tão mais no fogo do que a gente. Se você não se apressar, vão começar a fuder aqui atrás.
Javo: Pra mim, de boa. Somos tudo maior de idade. Nada que a gente já não tenha visto.
Cintia: Então não te incomoda... E vocês, galera?
Meu primo não respondeu. A Caro demorou, mas não negou. "Não, galera, não incomoda não."
A Cintia começou a retribuir as gentilezas. Começou a pegar no meu pau por cima da calça jeans. Brincava com meu pau me fazendo desejar. Tava duro e não aguentei mais. Minha putaria falou mais alto que meu pudor. Soltei o cinto e desabotoei a calça. Cíntia sacou na hora. Virou no banco, terminou de puxar meu pau pra fora, e começou a chupar. Boca do caralho! Passava a língua no meu pau de uma ponta a outra, sem parar. Caro percebeu uns minutos depois, e deu o berro:
Caro: Neném! Tá uma puta!
Cíntia: Não enche o saco! Você também gosta. Chupa ele! É óbvio que vamos foder a noite toda. Melhor começar cedo.
Ela ficou vermelha, mas não recuou. Fez a mesma coisa. Puxou o pau do meu primo pra fora e começou a chupar. Não acreditávamos. Tava no carro e duas gostosas do caralho chupando nosso pau. Até aí já era uma noite digna de fantasia. Tava passando a duas quadras do meu loft, que ficava antes do apê do meu primo, então no meio daquela putaria soltei a bomba:
Javo: Meninas, não aguento mais. Descemos lá em casa?
Caro: Sei não
Cíntia: Qualquer lugar, mas quero te comer já
Caro: Piranha!!
Cíntia: Você já me viu pelada, já viu dois paus. Acha que me importo de você me ver foder?
Não esperei resposta. Parei direto em casa. Estacionei o carro e descemos os quatro. Subindo a escada já íamos nos pegando.
Entramos. Tirei o top da Cíntia e joguei ela na cama. Comecei a brincar com aquele par de peitos presos num sutiã de renda. Branco com detalhes rosa, combinando com a calcinha fio dental que tinha roubado dela na balada. Soltei com uma mão e arranquei. Nem vi onde caiu. Tava com os peitos de fora, lindos. Firmes, redondos, com bicos médios, já duros antes mesmo de eu começar a beijar e chupar. Eu já tava duro e tinha dois peitos do caralho no prazer da minha boca. Me endireitei e tirei a camisa. Desabotoei o cinto e a calça. Abri o zíper do jeans e puxei meu pau pra fora. Continuei o serviço do carro com ainda mais dedicação. Tinha mais espaço pra manobrar. Ela me chupou chupava tudo de uma vez, a cabeça, beijava, sugava, e engolia o máximo que conseguia. Tava me matando.
Virei e vi a Caro. Sem o vestido e com um conjunto da mesma cor. Sutiã liso e fio dental combinando. Uma boneca que tava ajoelhada chupando a pica do meu primo. A gente se olhou e não acreditava.
Uma chupada forte me trouxe de volta a atenção pra Cintia. Tava me matando e sabia disso. A cabeça da minha pica tava pulsando. Antes que ela continuasse e me fizesse gozar, parei, virei na cama, e coloquei ela de quatro. Me abaixei e desci até a buceta dela. Já tava ensopada. Mal encostei a boca e ela começou a gemer. Vocês não têm ideia do quanto ela gemeu e gritou. Tava chupando a buceta dela de todas as maneiras possíveis e ela se contorcia de prazer. Não ia deixar ela me parar. Segui e segui. Queria fazer ela gozar com minha língua. E não demorou muito. Ela afundou a cara no colchão pra abafar os gritos. Senti quando ela gozou e me lambuzei na buceta dela. Ela ficou caída, com a raba pra cima, ofegante, e com espasmos de prazer.
Não deixei ela se recuperar. Coloquei uma camisinha e, do jeito que tava, abri um pouco as pernas dela e encostei a ponta da pica na borda dos lábios da buceta dela. Tava escorrendo pelo orgasmo que acabou de ter. Comecei a empurrar devagar. Senti a respiração dela mudar de novo. Gemidos longos, ofegantes. Quando tava com metade da pica dentro, comecei o trabalho. Suave, com paciência. Ela se arqueou e levantou o torso, apoiando nas mãos. Deixou os peitos incríveis dela ao alcance das minhas mãos. Comecei a tocar ela de novo, com a mesma suavidade que tava comendo ela. Aos poucos fui aumentando a penetração, e brincava mais com os bicos. Ela respirava cada vez mais ofegante. Até que, finalmente, consegui enfiar toda a minha pica naquele corpo descomunal que tava sendo meu. Naquela hora, ela se deixou cair na cama. Me pediu pra meter mais forte. Tava perto de outro orgasmo. Mas dessa vez eu queria que ela gozasse mais. Queria Adiar o prazer dela. Levantei ela pra colocar de quatro de novo, mas dessa vez, queria brincar com os olhares e o espetáculo. A gente se deitou de lado, pra poder curtir nossa safadeza e ver o que o Ezequiel e a Caro estavam fazendo. Eles estavam no sofá a uns 2 metros de distância. O Ezequiel sentado e a Caro montando nele de frente. A gente tinha um show claro deles transando como dois loucos. A Caro subia e descia sem controle, e pela cara do meu primo, ele tava penando pra acompanhar o ritmo. Aquela imagem esquentou ainda mais a gente. Peguei a cintura da Cíntia e enfiei a pica até o fundo, tudo de uma vez. Não me segurei. Tava muito tarado. Ela gritou, gritou de prazer. Se arqueou de novo, me dando um espetáculo lindo daquele rabo. Comecei a meter nela, forte dessa vez. No mesmo ritmo, bem fundo. Ia e vinha, e cada vez ficava mais fácil. Ela tava encharcada. Ela apoiou a cara no colchão de novo, e eu parei. Não queria que ela gozasse ainda.
Deixei a pica dentro dela, dura e inchada do jeito que tava. E comecei a brincar com aquela bunda. Aquela raba que eu tava apalpando há um tempão e me deixava doido. Aquele cu completamente depilado que parecia pedir pra eu dar atenção.
Estendi a mão pra ela e mandei chupar meus dedos. Ela chupou e deixou bem molhados. Passei a mesma mão pelo pescoço dela, pelos peitos, rodeando a cintura, até chegar naquele buraquinho tão tentador. Brinquei e brinquei ali por um tempo. Fazendo círculos, vendo como ele ia se abrindo devagar. Ninguém me apressava. Quando sentia que podia doer nela, começava a bombar de novo, deixando o prazer vencer a dor. Uns minutos depois, meu dedo indicador já entrava inteiro sem esforço. Ela se contorcia de prazer. A Cíntia tinha os dois buracos ocupados e tava adorando. Tirei a pica da buceta dela e encostei na bunda. Antes de começar a meter, ela mandou parar.
Cíntia: Caro, vira. — A Caro olhou pra trás sem entender nada.
Cíntia: Vira. Continua sentando nele, mas fica de costas. Quero que você veja isso. — Agora eu também não entendia nada.
Caro: Tá louca, mina!
Cíntia: Você me perguntou se doía, quero que veja o quanto pode gostar. - Aí comecei a entender, e curti a proposta da Cíntia. E ela me disse:
Cíntia: Até eles se virarem, nos verem, e começarem a foder, você não faz nada, entendeu?
Foi uma ordem. E eu gostei. Caro se soltou do meu primo, que se acomodou no sofá. Aquela anjinha se virou e sentou de novo na pica do meu primo, mas dessa vez de costas pra ele. Deixando pra gente todo o espetáculo.
Cíntia: Abre as pernas. - Caro ficou ainda mais vermelha com o pedido. - Abre as pernas. Eu também quero ver.
Caro se ajeitou e passou as pernas por fora das do Eze. Dava pra ver perfeitamente como ela tava mamando a pica do meu primo. Naquela hora, Cíntia empurrou pra trás. Era meu sinal. Fui enfiando a pica devagarinho. Custou no começo. Principalmente a cabeça. Mas depois que entrou, o resto foi indo sozinho. A pressão de abrir foi superada, e aos poucos aquele cu foi engolindo toda minha pica. Quando consegui enfiar quase toda, ela deu um grito de prazer. Meu espetáculo era único. Via como tava comendo uma bunda linda, de uma mina que tava fortíssima. E como eles transavam a 2 metros da gente enquanto curtiam o show que a gente tava dando.
Cíntia me pediu por favor pra comer ela, tava muito perto do orgasmo. E toda a situação tinha me deixado a mil. Eu também não ia aguentar muito mais. Comecei a bombar devagar, e um minuto depois, ela já tava se mexendo violentamente. Ofegava cada vez mais forte. Gritava. Afrouxava as pernas. E num momento, não aguentou mais. Explodiu de prazer. Senti perfeitamente como ela apertava minha pica enquanto gritava abafada no colchão.
Enquanto os gemidos da Cíntia ainda duravam, Caro começou a ofegar muito forte. Vimos ela montar no meu primo cada vez mais intenso, mais rápido, até que os dois gozaram ao mesmo tempo. Eze não aguentou mais. E Caro ficou tremendo em cima. Todos tinham gozado, menos eu. é. Cintia se recuperou, tirou a camisinha e chupou meu pau desesperadamente. Como se não houvesse amanhã. Tava me deixando louco e eu não tava longe de gozar. Quando a língua dela venceu minhas forças, empurrei ela pra trás e, em apenas duas bombadas, joguei toda minha porra naquelas duas tetas que me enlouqueceram. Gozei pra caralho. Tanto que ela teve que ir tomar banho depois. Mas não sem antes chupar meu pau até ele ir perdendo a dureza. Deixando ele limpinho, sem nenhum vestígio de sêmen.
Mostrei o banheiro pra Cintia, entreguei uma toalha e voltei pra cama. Caro e Eze já tinham se acomodado um do lado do outro no sofá. Ficamos pelados conversando sobre o que tinha rolado. Nunca antes, nenhum de nós, tinha transado na frente de outra pessoa. Muito menos vendo outros transando também. Fomos sinceros. Era estranho, mas foi extremamente excitante. Caro disse que amou ver o que viu. Eze concordou com a frase. A situação foi muito quente. E eu, claro, elogiei a Caro. Quem diria que por trás daquela menina tão tímida, tinha uma pornstar em potencial.
A conversa ficou muito quente. Falando de posições e do que mais queriam tentar. Tanto que em 10 minutos meu pau endureceu de novo. Caro me olhava e não acreditava. Ela disse: "Quer mais?". Respondi que não era o único. Eze também tava duro com toda a situação. Um segundo depois chega Cintia, pelada, com o cabelo molhado. Olha pra nós três. Pisca o olho pra mim e crava um olhar fulminante no Eze...
"Agora quero te foder"
-Fim da primeira parte-
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Até aqui a primeira parte. Dividi em duas porque ficou longa. Mas acredito sinceramente que todos os detalhes ajudam a entender o quão erótica e selvagem foi a noite.
Aproveitem lendo tanto quanto eu aproveitei fazendo.
6 comentários - Cidade da Fúria (orgia e swing casual) - Parte 1
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