Carolina e o busão das 9

É noite, tô voltando de ônibus pra casa, vim de jogar uma partida e tô de short e camiseta, tô cansado e sentei lá no fundão, só eu e o motorista que nem liga pra mim pelo retrovisor. De repente o ônibus para, vejo que tem um engarrafamento e lá na frente dá pra ver umas luzes de ambulância, deve ter batido, é esperar.
Um pouco mais na frente vejo umas minas de vinte e poucos anos olhando pra frente, são curiosas. Vejo que devem estar indo pra festa, tão todas arrumadas, reparo numa em especial, é morena, baixinha e dá pra ver uns peitinhos lindos marcando, porra! que gostosa.
Olho pra frente, pro motorista do ônibus, ele tá olhando pra frente, não repara em mim pelo retrovisor. Abaixo a mão e meto dentro do short, olho pra morena baixinha, começo a bater uma, meu pau fica duro, penso que se pudesse comeria a moreninha ali mesmo na frente das amigas no meio da rua, sinto meu pau mais duro, levanto uma perna e apoio o pé no banco da frente, mordo o lábio inferior, de repente sinto o ônibus andar de novo, porra! paro de bater uma, vejo a moreninha passando, caralho, que pena.
Depois de passar a área onde tinha dois carros batidos, logo o ônibus para de novo, dessa vez pra pegar uma passageira, é loira, magra, com cabelo médio e uma franja muito sexy, também deve ter vinte e poucos anos. Paga e vem na minha direção, senta nos bancos do lado, na outra janela. Senta mas de repente vejo que ela parece que tá cheirando alguma coisa, porra! acho que ela sente minha ereção, me cubro cruzando as pernas, ela vira pra mim, me olha do banco dela, depois desce o olhar pras minhas pernas cruzadas, sorri, eu viro a cabeça e olho pra rua.
De repente sinto a loira levantar do banco dela e se aproximar, senta do meu lado, eu finjo que continuo olhando pela janela, mas ela de repente aproxima a mão das minhas pernas cruzadas.
— Vamos ver Que é que tu tens aí! sussurra baixinho pra não deixar o motorista ouvir, enquanto aproxima a mão das minhas pernas cruzadas e tenta abri-las.
Eu não falo nada, continuo olhando pra rua, resisto, mas ela faz força, insiste,
Finalmente mexo a perna, ainda com minha ereção marcada no short, a loira sorri, vejo pelo reflexo do vidro.
— Tava batendo uma, punheteiro? — diz baixinho enquanto o motorista segue na dele, nem percebe.
Viro a cabeça e olho pra ela envergonhado, a loira começa a acariciar minha coxa enquanto com a outra mão desabotoa um botão da camisa xadrez, deixando à mostra um decote lindo, ela não tá de sutiã. Olho pra franja sexy que tapa um olho dela, porra! essa também me deixa duro, tô fudido.
— Qual é teu nome? — sussurro
— Que importa! — ela diz enquanto enfia a mão no meu short, puxa meu pau pra fora, enfia a mão de novo e tira minhas bolas também.
— Ahhhh! — gemo baixinho
— Qual é teu nome? — insisto, fechando os olhos, ela começa a me masturbar, primeiro pega nas minhas bolas, depois pega no meu pau
— Me chama do que quiser! — sussurra enquanto me ordenha
— Diz um nome, quero lembrar de você — sussurro de olhos fechados de tanto prazer.
— Como se você fosse esquecer dessa punheta! — ela diz, sorrindo
Levanto minha perna encostada no vidro, apoio no banco da frente, mostro a língua enquanto continuo de olhos fechados
— Qual é teu nome, puta! — falo
Ela não responde, começa a me bater mais forte, aperto os dentes, aperto mais o pé no banco da frente
— Me chama Carolina, filho da puta! — ela diz, olhando pra frente
Abro os olhos, olho pra ela, movo a cintura pra acompanhar a punheta dela, olho pro decote, não consigo evitar e jogo a mão na camisa dela, apalpo um dos peitos, ela sem parar de olhar pra frente, com a mão livre aperta a minha com força e tira de uma vez, continua me masturbando.
Fecho os olhos de novo olhos, mas volto a abri-los, insisto, volto a lançar minha mão contra o peito dela, ela continua olhando pra frente, dessa vez deixa eu apalpar. Sinto o mamilo dela duro, apalpo o peito dela que cabe na palma da minha mão. Deus, tô no paraíso!

— Você é uma gostosa! — sussurro pra ela.
— Cala a boca, idiota! — ela fala, olhando pra frente.
— Fala o que quiser, mas teu mamilo e o cheiro da tua buceta me dizem que você também tá gostando.

Ela cala a boca, aperta mais meu pau.
— Ahhh! — eu gemo.
— Aperta o quanto quiser! — falo pra ela.
— Punheteiro filho da puta! — ela sussurra.

De repente, o ônibus para, sobe uma mulher. Eu abaixo minha perna, tiro minha mão do decote da Carolina e tento guardar meu pau e as bolas, mas ela não deixa. Insisto, mas ela, sem parar de olhar pra frente, me impede de arrumar a calça. Eu desisto.

A mulher vai pra parte de trás, mas ao passar por nós, nos vê. Vê meu pau duro e minhas bolas à mostra. Carolina vira e olha pra mulher. A coroa não sabe o que fazer, finge que continua andando, mas volta e senta nos bancos ao lado, na outra janela, igual a Carolina fez no começo. É uma mulher comum, mas bonita, coroa, cabelo curto e tingido de ruivo, tem umas tetas enormes, mmmmmmmm…

Carolina começa a me masturbar de novo. Eu não resisto, abro as pernas. A coroa nos olha de canto, Carolina olha pra frente, eu olho pra coroa, mostro a língua, me lambo. A mulher solta um suspiro, vejo ela começar a acariciar uma das tetas enormes dela, apalpa uma por cima da roupa.

Carolina vira a cabeça, olha pra mulher se apalpando o peito enquanto a mulher olha pra minha virilha sem mais vergonha. Carolina sorri, de repente se vira mais pra mim e aumenta a velocidade da punheta, coloca meu pau quase grudado na minha barriga. Carolina solta meu pau, coloca essa mão perto do meu umbigo e começa a me masturbar com a outra mão, quer que eu goze na mão dela. A coroa se inclina pra frente pra continuar vendo. a masturbação.
—vamos! —sussurra Carolina pra mim.
Eu olho pra ela, é uma gostosa, a franja loira tapando um olho dela é super sexy, fico olhando. Tô no céu!, imagino que ela é minha mina, que eu como ela todo santo dia, que ela me ama………
—vou gozar! —sussurro pra avisar ela
Ela não para de olhar nos meus olhos, eu olho pra cara de anjo dela, a coroa de quarenta e poucos mete a mão no decote, se esfrega no peitão dela.
Vou gozar! vou gozar! começo a esporrar na mão da loira, mordo os lábios pra não gritar de tesão, Carolina não para de olhar nos meus olhos, meu leite continua saindo enquanto ela continua me masturbando, meu corpo treme, me remexo no banco, ela não solta minha pica nem fodendo.
Meu leite para de sair, caio exausto no banco, ofego, olho pra frente, o motorista não percebeu nada, baixo o olhar e vejo a mão de Carolina cheia do meu leite, foda-se, guardo minha pica e minhas bolas na calça, ela levanta do banco e senta do lado da coroa que tira a mão do decote.
Vejo Carolina sussurrar algo pra coroa
—Manuela, ela se chama Manuela, ela me fala
—Lembra dela também —sussurra Carolina.
Com a palma da mão cheia do meu sêmen, vejo Carolina colocar ela no colo dela, vejo que com a outra mão ela pega a nuca da coroa, essa resiste mas no fim cede, abaixa a cabeça em direção à mão cheia de leite.
Ali estou eu num ônibus às nove e pouco da noite, ainda ofegando depois de uma das melhores punhetas da minha vida vendo uma desconhecida de quarenta e poucos lamber que nem uma puta minha gozada da mão de uma loira gostosa que me olha enquanto segura a nuca da coroa. Meu Deus, me sinto um garanhão!
Carolina solta a cabeça de Manuela, a coroa se levanta, vejo meu leite no canto dos lábios dela, ela limpa com a mão. Carolina continua me olhando, levanta a mão e começa a lamber a própria mão com o que sobrou do meu leite.
—filha da puta! —falo Sussurro
Ela não diz nada, passa a língua nos lábios, levanta e vai pra porta traseira do ônibus, aperta a campainha, o ônibus para, ela desce, não olha pra trás, Meuuu Deus! fiz bem em perguntar o nome dela, nunca vou esquecer
O ônibus segue seu caminho, a coroa não olha pra mim, olha pra frente, depois de um tempo levanta, me encara, passa um dedo nos lábios como se estivesse limpando meu leite de novo e vai pra porta de trás, aperta a campainha, o ônibus para e ela desce, mas dessa vez ela para e me lança um olhar e um sorriso, desce e desaparece na noite, o ônibus segue seu caminho …………

0 comentários - Carolina e o busão das 9