Relato de como eu comi minha namorada, a mãe dela e as irmãs dela.
QUINTA PARTE::Tentando o destinoIr pro casamento da Laura foi uma decisão foda. Sério, minha relação com a Majo deu uma reviravolta a partir daquele dia. Claro que a gente brigava de vez em quando, mas não tanto quanto no último ano. É que pra Majo só vieram notícias boas depois daquele dia. Ela conseguiu renovar a bolsa de estudos por mais um ano, arrumou um trampo bom que conciliava com a faculdade; a felicidade dela foi maior ainda quando descobriu que ia ser tia e via que, aos poucos e com muito esforço, a relação dela comigo tava se fortalecendo.
Eu não podia reclamar; o astral da Majo era contagiante, juro que me sentia bem tranquilo do lado dela. Na minha vida pessoal, tudo tava dando certo, quitei uma porrada de dívidas e meu desempenho no trabalho era super valorizado. Só tinha uma coisa que me incomodava: a Laura ia ser mãe. Mas logo eu conseguia tirar da cabeça aquela ideia torturante de que eu tinha algo a ver com isso. No fim das contas, a Laura tinha ficado com o cozinheiro e, suponho, com a esposa dele naquele dia. E quem sabe com mais alguém.
Como a Majo agora trabalhava, além de estudar, o tempo que a gente tinha pra se ver era limitado. Isso significava que, cada vez que a gente se encontrava, tinha que se virar pra fazer de tudo: ir ao cinema, sair pra comer, dançar e, claro, transar. Preciso contar que em muitos desses encontros nem dava tempo de trepar. Eu realmente queria que a gente se divertisse e, se por exemplo, a Majo tava a fim de ir comer, depois jogar sinuca e no fim não sobrava tempo pra uma boa foda, a gente simplesmente aceitava. Na real, acho que ter o tempo tão curto pra se ver nos animou ainda mais a procurar lugares públicos pra transar.
Foi uma época muito boa. Às vezes eu surpreendia ela na hora do almoço, a gente ia pro estacionamento onde eu deixava o carro e lá a gente fazia. Outras vezes, eu ia buscá-la na faculdade, entrava como visitante e depois A gente ficava procurando o lugar que mais dava tesão na Majo. A gente transou em salões de aula, claro que na biblioteca, atrás das arquibancadas de um campo de futebol, no próprio campo de futebol uma vez bem tarde da noite, nas cozinhas da faculdade de gastronomia; enfim, era um campus enorme, então foram várias vezes, mas por hoje não vou dar detalhes dos nossos encontros na universidade dela.
A gente queria dar um jeito nesse problema, mas a verdade é que acho que não era suficiente pra nenhum de nós dois. Eu ficava com o pau duro o dia inteiro pensando na Majo, às vezes pensando em visitar a mãe gostosa dela ou a Esperanza; com a Majo fora de casa o tempo todo, ia ser mais fácil fazer alguma coisa com qualquer uma das duas. Mas depois eu caía em mim, não queria me meter em mais encrenca. Além disso, nessa altura do meu relacionamento com a Majo, eu queria que as coisas fossem bem sérias.
Como eu já contei, a Majo era uma mulher bem safada. Acho que ela sofria o mesmo tormento de não poder transar tão seguido por falta de tempo. Ficava me perguntando se ela também passava o dia inteiro imaginando como a gente estaria trepando se tivesse tempo livre; também me perguntava se ela matava a vontade com algum colega da universidade ou do trabalho, ou se só chegava em casa e se resolvia sozinha.
Uma noite que passei pra buscá-la na universidade, ela me contou que a família dela estava planejando uma viagem pra virada do ano. Iam alugar, por umas duas semanas, uma casa numa das principais áreas de praia do país. Eu sabia que era a oportunidade perfeita pra recuperar o tempo perdido com a Majo, mas ao mesmo tempo sabia que era entrar na boca do lobo. Ia ter que passar umas duas semanas vendo a Majo, a mãe dela e as irmãs desfilando de biquíni. Uma tentação do caralho, na real, só de imaginar ter na minha frente uma dessas cinco mulheres de biquíni já me fazia babar.
Pensei por um momento que podia ser complicado, mas depois eu pensei direito. Toda vez que alguma delas passasse na minha frente e me deixasse excitado, eu poderia procurar a Majo pra ficar tranquilo. Já imaginava que voltaríamos secos daquelas férias. Sem hesitar, falei pra Majo que eu iria. Mais ainda, propus um trato: sugeri que nos últimos 15 dias antes da viagem ficássemos em abstinência, nada de sexo nem punheta, pra que desde o primeiro dia do passeio estivéssemos bem tarados. Majo achou que seria divertido e topou.
Os dias foram passando, com eles chegou o fim de ano e, com ele, a tão esperada viagem. Iríamos com os pais da Majo, a irmã dela, Esperanza, e o namorado dela. Sim, naquela época a Esperanza tava saindo com um babaca que parecia ter a mesma fantasia que eu: comer todas as mulheres daquela família. Também iria a Laura, que já tava com uns seis meses de gravidez, e claro, acompanhada do marido. E a Karla, a mais velha das irmãs, aquela que eu falei que era a joia da família, a mais provocante entre aquele grupo de mulheres.
A Karla era uma mulher estranha. Mesmo sendo a mais linda e gente boa, comparada com as irmãs e até com a mãe, nunca andava com homens. Eu, nos meus mais de 3 anos de namoro com a Majo, nunca vi ela ter um namorado. Talvez fosse daquelas que curtem sexo sem compromisso ou talvez fosse lésbica, isso eu não sabia ao certo. Ela trabalhava vendendo produtos de beleza por catálogo, ia muito bem, e lembro que naquela época tava metendo a Esperanza no negócio; ensinava ela a ser uma vendedora de sucesso.
Com a Majo e a Laura, ela não se dava tão bem quanto com a irmã mais nova; na real, acho que não se davam nada bem. Mas, mesmo assim, eram família. A Karla iria pra viagem sozinha. Ia comigo e com a Majo no carro, já que era o único que tinha vaga.
Desde a cidade onde a gente morava, era uma viagem longa, de carro, mais ou menos um dia inteiro. Provavelmente um dos dias mais longos da minha vida. Não sei se a Majo tinha cumprido os 15 dias de abstinência, mas eu sim, eu cumpri. Tava prestes a explodir.
Chegamos numa quinta-feira à noite, lembro. Umas sete da noite. A primeira coisa que fizemos foi largar as malas e sair pra procurar um restaurante perto da cabana. Achamos um não tão bonito, mas fazer o quê, era o que tinha. Ficava bem perto da praia, quando chegamos tava cheio de gente e cada vez parecia que chegava mais. Foi uma péssima ideia jantar ali. Demoraram uma eternidade pra trazer a comida e enquanto isso eu via um monte de mina de roupa curta andando pelo restaurante. Era inacreditável como a abstinência que eu tava fazia eu ficar de pau duro até pra mulher mais feia do lugar. Enquanto esperávamos a comida, além de ficar excitado com as mulheres do local, eu ia me enfurecendo com os garçons. Já fazia uma hora que a gente tava ali e ainda não tinham trazido nem o primeiro prato. Tava puto, lembro que comecei a reclamar, a resmungar com todo mundo na mesa. Quando eu já tava aumentando o tom e quase armando um escândalo, a Majo começou a me fazer carícias suaves e leves no meu pau, claro, por cima da calça. Ela tava sentada do meu lado direito, do meu lado esquerdo, lembro que tava o José, o corno marido da Laura.
O José conseguiu ver o que a Majo tava fazendo e assim que percebeu, fez uma cara de espanto, depois uma atitude de repúdio pelo que a Majo tava fazendo. Ele olhava pra gente com desprezo, como se quisesse nos reprovar por sermos tão sem-vergonha.
Assim que terminei de comer, esperei a Majo terminar também. Levantamos da mesa e dissemos pra todo mundo que íamos voltar pra cabana, o calor tava sufocando e a gente queria tomar um banho. A cabana que eu tô falando era uma casa colonial linda. Ficava dentro de um complexo turístico onde se hospedavam muitas famílias que vinham passar as férias de fim de ano. Tinha três quartos; no maior ficariam os pais da Majo, no outro ficariam a Laura, o marido dela e a Karla. No outro, a Majo e eu íamos ficar, e claro, teríamos que dividir isso com a Esperança e o namorado dela.
No fim, fomos nos banhar, mas fomos pra praia. Mal chegamos, vimos que não tinha ninguém. Quando a Majo pisou na areia, tirou toda a roupa e saiu correndo pro mar. Eu pensava em ser mais cauteloso, mas ao ver a Majo correndo pelada, não aguentei e fui correndo atrás dela. Quando a alcancei, peguei ela pelo braço e, assim que paramos de correr, comecei a beijá-la. Comecei a passar minhas mãos pelo corpo dela. Acho que não preciso explicar que nessa altura eu já tava duro. Só queria levantar a Majo, que ela se pendurasse em mim e a gente transasse de pé enquanto as ondas do mar batiam na nossa cintura. Mas a Majo tinha outros planos: queria que eu cobrisse os peitos e a buceta dela com areia, tipo fazendo um biquíni com ela. Depois que o tal biquíni ficasse pronto, queria que eu tirasse a areia com a língua. Não sei se ela queria me torturar, eu só queria mesmo era comer ela, e tô falando sério. Me senti como se fosse a primeira vez que fosse comer ela; aqueles quinze dias tinham me feito muito mal e eu não aguentava mais.
Mas como eu disse em outro relato...uma das minhas grandes obsessões era dar prazer pra Majo. Aumentar meu desejo a partir de ver o prazer e a excitação na cara extasiada da Majo. Aí topei o joguinho dela.
Fiz um pouco de trapaça, tirava um pouco da areia com o queixo ou com o nariz porque, sinceramente, ter areia na boca é uma merda. Limpei toda a areia da buceta dela, a que cobria os peitos não me importava tanto por enquanto, essa eu tiraria depois com as mãos, quando Majo estivesse tão excitada que não ligasse pra mais nada. Comecei a deslizar minha língua suavemente pela buceta da Majo, finalmente!, depois de longos quinze dias. Majo começava a soltar aqueles gemidinhos curtos e suaves que eu tanto amava. Depois de uns minutos explorando a buceta quente da Majo com minha língua, ela me parou. Disse que tinha uma proposta pra mim. "Se você aguentar os quinze dias da viagem sem me comer, no último dia eu te entrego meu cu."
Era tentador. Era talvez a única coisa que faltava experimentar da Majo. A essa altura do relacionamento, esperava que ela já tivesse deixado eu comer ela pelo cu. Mas Majo era muito reservada com o cu dela; por ser garota, achava que a primeira vez no cu seria muito dolorosa. Como eu tava dizendo, era muito tentador. Mas não aceitei, não dava pra passar mais um minuto sem comer ela, ainda mais depois que já tínhamos começado.
Quando recusei a proposta da Majo, ela pareceu se irritar. Levantou do chão, sacudiu a areia que cobria os peitos dela e virou as costas pra mim. Quando me aproximei pra ver o que tinha, ela se virou rápido, me agarrou pelos ombros e me empurrou pro chão. Fiquei sentado, já sabia que Majo ia continuar. Ela ficou de costas pra mim, se abaixou e pegou meu pau com as duas mãos, devagar meteu na boca e começou a rodar com a língua. Foi ajustando o corpo dela de um jeito que a buceta dela ficasse bem na minha cara, e assim demos uma mamada mútua.
As mamadas da Majo são sensacionais, sempre tem o risco de querer gozar na boca dela. antes de foder, mas não é o jeito de terminar essa ocasião tão especial; além disso, eu curto muito isso quando posso ver a cara dela enquanto me faz um boquete, mas dessa vez a única coisa que vejo é a buceta dela.
Eu me seguro pra parte realmente boa e finalmente chega. Majo começa a me montar; parecia começar de boa, num ritmo leve, bem devagar, mas essa atitude durou no máximo uns 30 segundos. Depois começou a pular feito uma louca em cima de mim, aí vi que ela tinha cumprido os quinze dias de abstinência, porque vou te falar a verdade, que jeito de foder o de Majo naquela noite!. A buceta dela era um forno, ferveu; não sei se nunca tinha sentido ela tão molhada ou se os quinze dias sem foder com Majo me fizeram esquecer o calor daquela buceta gostosa e apertada. Majo tava totalmente alucinada, pulava forte, fodía desesperada, não ligava pra intensidade dos gemidos dela, nem pro som dos nossos corpos se chocando, na verdade não tava nem aí se o impacto doía. Majo se mexia e se mexia, a cada vai e vem eu sentia que ela ia me fazer gozar, mas segundo após segundo eu me segurava, queria que durasse mais um segundo e mais um e outro, até amanhecer. Mas, quando acho que a gente tava mais quente, no ponto mais alto, ouvimos um barulho. E que barulho, era um monte de gente, vinham com tambores e soavam de bem longe. Majo e eu paramos rápido e corremos pro mar. Entramos o suficiente pra nossas cabeças ficarem de fora, mas os corpos cobertos pela água.
A gente tava com muito azar. Nessa época do ano tem muitas festas, e os moradores dessa cidade costeira costumavam comemorar na praia. Majo e eu tínhamos tirado a roupa na entrada da praia, então era bem provável que vissem ela largada por lá, mas se não vissem, mesmo assim seria impossível pegar de volta, porque teríamos que passar pelados na frente da galera. Multidão.
Mas assim que entramos na água, isso não importou mais. Levantei a Majo dentro d’água e comecei a foder ela de novo. Majo se agarrou em mim e, com a ajuda do movimento agitado do mar naquela altura da noite, a gente passou um momento incrível. A gente transava tranquilamente, sentindo o prazer aumentar por causa do medo de sermos descobertos pela multidão que festejava na praia e também pelo vai e vem das ondas; de vez em quando a água nos cobria completamente, ficava mais difícil respirar. Se já estávamos ofegantes, ainda tinha os momentos em que a água nos submergia por inteiro. Era uma verdadeira façanha. Quando senti que não aguentava mais, fiz a Majo me soltar, depois peguei a cabeça dela e a enfiei na água, tentando deixar o rosto dela na altura da minha pica. Soltei aquela descarga tremenda que tinha guardado por quinze dias só para ela. Segundos depois, Majo tirou a cabeça da água de repente; estava muito puta comigo. Minha pontaria tinha falhado, a porra não tinha caído direto na cara dela, boa parte foi para a água e o resto caiu no cabelo lindo dela. Abracei ela e pedi desculpas, depois que ela aceitou minhas sinceras desculpas, a gente se abraçou e se beijou por uns dois minutos.
Não sei quanto tempo a gente passou fodendo no mar, mas o fato é que o pessoal que estava na festa na praia continuava lá e parecia não ter a menor intenção de ir embora tão cedo. Nem eu nem a Majo tínhamos a menor ideia de como escapar dali. Passamos um tempão planejando maneiras de sair de lá sem sermos vistos, também com a leve esperança de que o pessoal fosse embora logo e a gente tivesse a sorte de encontrar nossas roupas na saída. Mas estávamos pedindo demais. A festa se estendia e, enquanto isso, a gente começava a sentir, agora sim, a temperatura baixa do mar naquela hora. A gente se abraçava para se aquecer, mas sabia que isso não ia adiantar por muito tempo. Vendo que estávamos encurralados, decidimos que só tinha uma opção. Sair assim mesmo. Como estávamos e correr, tentar ser vistos o mínimo possível.
Combinamos que eu sairia primeiro, tentando criar distração entre o pessoal ali presente, tentaria chegar no lugar onde estavam nossas roupas, pegá-las, e depois continuar correndo, seguir até chegar num beco escuro que a gente tinha visto quando vinha pra praia. Enquanto isso, Majo sairia correndo pelo lado oposto do que eu ia, iria direto pro beco e me esperaria lá. Foi bem constrangedor e o pior de tudo foi que não achei nossas roupas, então quando me encontrei com Majo no beco, tivemos que continuar pelados. Tivemos que ir pensando em como nos mover pela cidade, atrás dos carros estacionados na rua e atrás de alguns muros ou fachadas que nos cobrissem enquanto planejávamos o próximo lugar pra nos esconder. Por sorte, a casa que a gente tinha alugado não ficava muito longe dali. Nos ajudou que era bem tarde, já não tinha quase ninguém nas ruas, quase todo mundo devia estar na praia. Agora a gente esperava chegar em casa e que todos estivessem dormindo.
Ver a Majo correndo pelada pelas ruas me deixou com tesão, vê-la dando pulinhos desviando de pedras, talvez lixo; às vezes me expor pra cobrir ela, cobrir a nudez dela que só eu tinha direito de admirar, sentir o coração dela batendo muito rápido, sentir a pele dela suando quando juntávamos nossos corpos atrás de um carro; tudo isso me deixou muito excitado e parece que ela também. Na real, acho que o apetite dela não tinha ficado satisfeito com o que a gente tinha feito no mar e essa situação só aumentou a vontade dela. Mas não podíamos nos expor mais, não podíamos nos dar ao luxo de transar de novo por aí, em qualquer lugar sem nem conhecer as ruas. Ao chegar em casa também seria muito difícil, a gente tinha que dividir o quarto com a Esperanza e o namorado dela, e vocês sabem, Majo tem pânico de ser descoberta pela irmã quando fode.
Finalmente chegamos; a gente tinha deixado nossa bagagem na sala e por Sorte, todo mundo tava dormindo naquela hora. As luzes estavam apagadas, então entramos na silenciosa, abrimos as malas e, finalmente, nos vestimos. Entramos no quarto e deitamos, obviamente os dois na mesma cama — na outra dormiam a Esperanza e o namorado dela. Tava um calorão, então só nos cobrimos com um lençol, e no começo nem nos abraçamos. Inicialmente, deitamos de frente um pro outro, conversamos quase sussurrando por um tempo, nos beijamos e desejamos um ao outro uma noite tranquila e gostosa.
Eu não conseguia dormir, minha mente ainda tava cheia das imagens do que a gente tinha acabado de viver. Lembrava com muita safadeza dos momentos de prazer com a Majo na praia e mergulhados no mar; também fui lembrando daquele momento em que corri pelado na frente da multidão, aquelas centenas ou, sei lá, milhares de olhos perplexos de espanto, me encarando e me analisando; os murmúrios que por um instante abafaram o som das ondas batendo nas pedras, os balbucios daquela multidão que ficou atônita, chocada, por causa de um estranho que com sua imoralidade tinha invadido a festa deles. Enquanto me perdia nas lembranças, tentando pegar no sono, a Majo virou e bem devagar começou a se esfregar no meu corpo. Eu não sabia se ela tava acordada e queria me provocar ou se só tava dormindo e tendo um sonho gostoso. Mas fato é que eu não ia ficar na dúvida. Aproximei meu rosto até ficar atrás da cabeça dela. Bem suave, comecei a sussurrar no ouvido dela, a beijar atrás da orelha; ela tava acordada. Insinuei que a gente fizesse ali, tentando ficar em silêncio, mas a Majo não tava com coragem. Mesmo assim, eu sabia que a Majo tava com vontade, ainda tava quente e ia ser difícil ela dormir sem terminar a noite do melhor jeito possível.
Comecei a beijar o pescoço dela e a passar a mão na barriga. A Majo não resistia nada, mas quando minha mão descia um pouco mais, procurando a parte mais quente dela, ela me parava. Sabia que de deixar eu chegar lá, não teria volta. De repente, ela se impulsionou e ficou sentada, pegou minha mão e saímos do quarto com cuidado.
Pensamos em ir pra piscina do resort, mas talvez fosse muito na cara, então decidimos ir pros lados das quadras de tênis. Obviamente não íamos trepar ali, era campo aberto e, por consequência, a gente ficava mais visível. Além disso, já tínhamos nos revirado o suficiente na areia, e embora a quadra não tenha areia, mas sim pó de tijolo, é mais ou menos a mesma coisa. Por aquela área, ao lado das quadras de tênis, tinha um parquinho cheio de vegetação; muitas palmeiras e arbustos que serviriam perfeitamente pra se esconder ali. Esse era o nosso lugar.Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos da protagonista dessa história é só me avisar.
SEXTA PARTE: Karma ou KarlaO dia da nossa chegada não poderia ter sido melhor. Eu e a Majo matamos aquela vontade que a gente vinha guardando por longos quinze dias. Naquela primeira noite ficamos exaustos. No outro dia, foi muito difícil acordar. Lembro que acordei porque ouvi a Majo discutindo. Ela reclamava com a Esperanza por andar pelada pelo quarto. Por estar dormindo, não consegui vê-la, embora, claro, já conhecesse bem o corpo dela, mas não faria mal uma segunda olhada depois de tanto tempo. De qualquer forma, não consegui vê-la, pelo menos completamente nua...
Twitter: @felodel2016
QUINTA PARTE::Tentando o destinoIr pro casamento da Laura foi uma decisão foda. Sério, minha relação com a Majo deu uma reviravolta a partir daquele dia. Claro que a gente brigava de vez em quando, mas não tanto quanto no último ano. É que pra Majo só vieram notícias boas depois daquele dia. Ela conseguiu renovar a bolsa de estudos por mais um ano, arrumou um trampo bom que conciliava com a faculdade; a felicidade dela foi maior ainda quando descobriu que ia ser tia e via que, aos poucos e com muito esforço, a relação dela comigo tava se fortalecendo.
Eu não podia reclamar; o astral da Majo era contagiante, juro que me sentia bem tranquilo do lado dela. Na minha vida pessoal, tudo tava dando certo, quitei uma porrada de dívidas e meu desempenho no trabalho era super valorizado. Só tinha uma coisa que me incomodava: a Laura ia ser mãe. Mas logo eu conseguia tirar da cabeça aquela ideia torturante de que eu tinha algo a ver com isso. No fim das contas, a Laura tinha ficado com o cozinheiro e, suponho, com a esposa dele naquele dia. E quem sabe com mais alguém.
Como a Majo agora trabalhava, além de estudar, o tempo que a gente tinha pra se ver era limitado. Isso significava que, cada vez que a gente se encontrava, tinha que se virar pra fazer de tudo: ir ao cinema, sair pra comer, dançar e, claro, transar. Preciso contar que em muitos desses encontros nem dava tempo de trepar. Eu realmente queria que a gente se divertisse e, se por exemplo, a Majo tava a fim de ir comer, depois jogar sinuca e no fim não sobrava tempo pra uma boa foda, a gente simplesmente aceitava. Na real, acho que ter o tempo tão curto pra se ver nos animou ainda mais a procurar lugares públicos pra transar.
Foi uma época muito boa. Às vezes eu surpreendia ela na hora do almoço, a gente ia pro estacionamento onde eu deixava o carro e lá a gente fazia. Outras vezes, eu ia buscá-la na faculdade, entrava como visitante e depois A gente ficava procurando o lugar que mais dava tesão na Majo. A gente transou em salões de aula, claro que na biblioteca, atrás das arquibancadas de um campo de futebol, no próprio campo de futebol uma vez bem tarde da noite, nas cozinhas da faculdade de gastronomia; enfim, era um campus enorme, então foram várias vezes, mas por hoje não vou dar detalhes dos nossos encontros na universidade dela.
A gente queria dar um jeito nesse problema, mas a verdade é que acho que não era suficiente pra nenhum de nós dois. Eu ficava com o pau duro o dia inteiro pensando na Majo, às vezes pensando em visitar a mãe gostosa dela ou a Esperanza; com a Majo fora de casa o tempo todo, ia ser mais fácil fazer alguma coisa com qualquer uma das duas. Mas depois eu caía em mim, não queria me meter em mais encrenca. Além disso, nessa altura do meu relacionamento com a Majo, eu queria que as coisas fossem bem sérias.
Como eu já contei, a Majo era uma mulher bem safada. Acho que ela sofria o mesmo tormento de não poder transar tão seguido por falta de tempo. Ficava me perguntando se ela também passava o dia inteiro imaginando como a gente estaria trepando se tivesse tempo livre; também me perguntava se ela matava a vontade com algum colega da universidade ou do trabalho, ou se só chegava em casa e se resolvia sozinha.
Uma noite que passei pra buscá-la na universidade, ela me contou que a família dela estava planejando uma viagem pra virada do ano. Iam alugar, por umas duas semanas, uma casa numa das principais áreas de praia do país. Eu sabia que era a oportunidade perfeita pra recuperar o tempo perdido com a Majo, mas ao mesmo tempo sabia que era entrar na boca do lobo. Ia ter que passar umas duas semanas vendo a Majo, a mãe dela e as irmãs desfilando de biquíni. Uma tentação do caralho, na real, só de imaginar ter na minha frente uma dessas cinco mulheres de biquíni já me fazia babar.
Pensei por um momento que podia ser complicado, mas depois eu pensei direito. Toda vez que alguma delas passasse na minha frente e me deixasse excitado, eu poderia procurar a Majo pra ficar tranquilo. Já imaginava que voltaríamos secos daquelas férias. Sem hesitar, falei pra Majo que eu iria. Mais ainda, propus um trato: sugeri que nos últimos 15 dias antes da viagem ficássemos em abstinência, nada de sexo nem punheta, pra que desde o primeiro dia do passeio estivéssemos bem tarados. Majo achou que seria divertido e topou.
Os dias foram passando, com eles chegou o fim de ano e, com ele, a tão esperada viagem. Iríamos com os pais da Majo, a irmã dela, Esperanza, e o namorado dela. Sim, naquela época a Esperanza tava saindo com um babaca que parecia ter a mesma fantasia que eu: comer todas as mulheres daquela família. Também iria a Laura, que já tava com uns seis meses de gravidez, e claro, acompanhada do marido. E a Karla, a mais velha das irmãs, aquela que eu falei que era a joia da família, a mais provocante entre aquele grupo de mulheres.
A Karla era uma mulher estranha. Mesmo sendo a mais linda e gente boa, comparada com as irmãs e até com a mãe, nunca andava com homens. Eu, nos meus mais de 3 anos de namoro com a Majo, nunca vi ela ter um namorado. Talvez fosse daquelas que curtem sexo sem compromisso ou talvez fosse lésbica, isso eu não sabia ao certo. Ela trabalhava vendendo produtos de beleza por catálogo, ia muito bem, e lembro que naquela época tava metendo a Esperanza no negócio; ensinava ela a ser uma vendedora de sucesso.
Com a Majo e a Laura, ela não se dava tão bem quanto com a irmã mais nova; na real, acho que não se davam nada bem. Mas, mesmo assim, eram família. A Karla iria pra viagem sozinha. Ia comigo e com a Majo no carro, já que era o único que tinha vaga.
Desde a cidade onde a gente morava, era uma viagem longa, de carro, mais ou menos um dia inteiro. Provavelmente um dos dias mais longos da minha vida. Não sei se a Majo tinha cumprido os 15 dias de abstinência, mas eu sim, eu cumpri. Tava prestes a explodir.
Chegamos numa quinta-feira à noite, lembro. Umas sete da noite. A primeira coisa que fizemos foi largar as malas e sair pra procurar um restaurante perto da cabana. Achamos um não tão bonito, mas fazer o quê, era o que tinha. Ficava bem perto da praia, quando chegamos tava cheio de gente e cada vez parecia que chegava mais. Foi uma péssima ideia jantar ali. Demoraram uma eternidade pra trazer a comida e enquanto isso eu via um monte de mina de roupa curta andando pelo restaurante. Era inacreditável como a abstinência que eu tava fazia eu ficar de pau duro até pra mulher mais feia do lugar. Enquanto esperávamos a comida, além de ficar excitado com as mulheres do local, eu ia me enfurecendo com os garçons. Já fazia uma hora que a gente tava ali e ainda não tinham trazido nem o primeiro prato. Tava puto, lembro que comecei a reclamar, a resmungar com todo mundo na mesa. Quando eu já tava aumentando o tom e quase armando um escândalo, a Majo começou a me fazer carícias suaves e leves no meu pau, claro, por cima da calça. Ela tava sentada do meu lado direito, do meu lado esquerdo, lembro que tava o José, o corno marido da Laura.
O José conseguiu ver o que a Majo tava fazendo e assim que percebeu, fez uma cara de espanto, depois uma atitude de repúdio pelo que a Majo tava fazendo. Ele olhava pra gente com desprezo, como se quisesse nos reprovar por sermos tão sem-vergonha.
Assim que terminei de comer, esperei a Majo terminar também. Levantamos da mesa e dissemos pra todo mundo que íamos voltar pra cabana, o calor tava sufocando e a gente queria tomar um banho. A cabana que eu tô falando era uma casa colonial linda. Ficava dentro de um complexo turístico onde se hospedavam muitas famílias que vinham passar as férias de fim de ano. Tinha três quartos; no maior ficariam os pais da Majo, no outro ficariam a Laura, o marido dela e a Karla. No outro, a Majo e eu íamos ficar, e claro, teríamos que dividir isso com a Esperança e o namorado dela.
No fim, fomos nos banhar, mas fomos pra praia. Mal chegamos, vimos que não tinha ninguém. Quando a Majo pisou na areia, tirou toda a roupa e saiu correndo pro mar. Eu pensava em ser mais cauteloso, mas ao ver a Majo correndo pelada, não aguentei e fui correndo atrás dela. Quando a alcancei, peguei ela pelo braço e, assim que paramos de correr, comecei a beijá-la. Comecei a passar minhas mãos pelo corpo dela. Acho que não preciso explicar que nessa altura eu já tava duro. Só queria levantar a Majo, que ela se pendurasse em mim e a gente transasse de pé enquanto as ondas do mar batiam na nossa cintura. Mas a Majo tinha outros planos: queria que eu cobrisse os peitos e a buceta dela com areia, tipo fazendo um biquíni com ela. Depois que o tal biquíni ficasse pronto, queria que eu tirasse a areia com a língua. Não sei se ela queria me torturar, eu só queria mesmo era comer ela, e tô falando sério. Me senti como se fosse a primeira vez que fosse comer ela; aqueles quinze dias tinham me feito muito mal e eu não aguentava mais.
Mas como eu disse em outro relato...uma das minhas grandes obsessões era dar prazer pra Majo. Aumentar meu desejo a partir de ver o prazer e a excitação na cara extasiada da Majo. Aí topei o joguinho dela.
Fiz um pouco de trapaça, tirava um pouco da areia com o queixo ou com o nariz porque, sinceramente, ter areia na boca é uma merda. Limpei toda a areia da buceta dela, a que cobria os peitos não me importava tanto por enquanto, essa eu tiraria depois com as mãos, quando Majo estivesse tão excitada que não ligasse pra mais nada. Comecei a deslizar minha língua suavemente pela buceta da Majo, finalmente!, depois de longos quinze dias. Majo começava a soltar aqueles gemidinhos curtos e suaves que eu tanto amava. Depois de uns minutos explorando a buceta quente da Majo com minha língua, ela me parou. Disse que tinha uma proposta pra mim. "Se você aguentar os quinze dias da viagem sem me comer, no último dia eu te entrego meu cu."
Era tentador. Era talvez a única coisa que faltava experimentar da Majo. A essa altura do relacionamento, esperava que ela já tivesse deixado eu comer ela pelo cu. Mas Majo era muito reservada com o cu dela; por ser garota, achava que a primeira vez no cu seria muito dolorosa. Como eu tava dizendo, era muito tentador. Mas não aceitei, não dava pra passar mais um minuto sem comer ela, ainda mais depois que já tínhamos começado.
Quando recusei a proposta da Majo, ela pareceu se irritar. Levantou do chão, sacudiu a areia que cobria os peitos dela e virou as costas pra mim. Quando me aproximei pra ver o que tinha, ela se virou rápido, me agarrou pelos ombros e me empurrou pro chão. Fiquei sentado, já sabia que Majo ia continuar. Ela ficou de costas pra mim, se abaixou e pegou meu pau com as duas mãos, devagar meteu na boca e começou a rodar com a língua. Foi ajustando o corpo dela de um jeito que a buceta dela ficasse bem na minha cara, e assim demos uma mamada mútua.
As mamadas da Majo são sensacionais, sempre tem o risco de querer gozar na boca dela. antes de foder, mas não é o jeito de terminar essa ocasião tão especial; além disso, eu curto muito isso quando posso ver a cara dela enquanto me faz um boquete, mas dessa vez a única coisa que vejo é a buceta dela.
Eu me seguro pra parte realmente boa e finalmente chega. Majo começa a me montar; parecia começar de boa, num ritmo leve, bem devagar, mas essa atitude durou no máximo uns 30 segundos. Depois começou a pular feito uma louca em cima de mim, aí vi que ela tinha cumprido os quinze dias de abstinência, porque vou te falar a verdade, que jeito de foder o de Majo naquela noite!. A buceta dela era um forno, ferveu; não sei se nunca tinha sentido ela tão molhada ou se os quinze dias sem foder com Majo me fizeram esquecer o calor daquela buceta gostosa e apertada. Majo tava totalmente alucinada, pulava forte, fodía desesperada, não ligava pra intensidade dos gemidos dela, nem pro som dos nossos corpos se chocando, na verdade não tava nem aí se o impacto doía. Majo se mexia e se mexia, a cada vai e vem eu sentia que ela ia me fazer gozar, mas segundo após segundo eu me segurava, queria que durasse mais um segundo e mais um e outro, até amanhecer. Mas, quando acho que a gente tava mais quente, no ponto mais alto, ouvimos um barulho. E que barulho, era um monte de gente, vinham com tambores e soavam de bem longe. Majo e eu paramos rápido e corremos pro mar. Entramos o suficiente pra nossas cabeças ficarem de fora, mas os corpos cobertos pela água.
A gente tava com muito azar. Nessa época do ano tem muitas festas, e os moradores dessa cidade costeira costumavam comemorar na praia. Majo e eu tínhamos tirado a roupa na entrada da praia, então era bem provável que vissem ela largada por lá, mas se não vissem, mesmo assim seria impossível pegar de volta, porque teríamos que passar pelados na frente da galera. Multidão.
Mas assim que entramos na água, isso não importou mais. Levantei a Majo dentro d’água e comecei a foder ela de novo. Majo se agarrou em mim e, com a ajuda do movimento agitado do mar naquela altura da noite, a gente passou um momento incrível. A gente transava tranquilamente, sentindo o prazer aumentar por causa do medo de sermos descobertos pela multidão que festejava na praia e também pelo vai e vem das ondas; de vez em quando a água nos cobria completamente, ficava mais difícil respirar. Se já estávamos ofegantes, ainda tinha os momentos em que a água nos submergia por inteiro. Era uma verdadeira façanha. Quando senti que não aguentava mais, fiz a Majo me soltar, depois peguei a cabeça dela e a enfiei na água, tentando deixar o rosto dela na altura da minha pica. Soltei aquela descarga tremenda que tinha guardado por quinze dias só para ela. Segundos depois, Majo tirou a cabeça da água de repente; estava muito puta comigo. Minha pontaria tinha falhado, a porra não tinha caído direto na cara dela, boa parte foi para a água e o resto caiu no cabelo lindo dela. Abracei ela e pedi desculpas, depois que ela aceitou minhas sinceras desculpas, a gente se abraçou e se beijou por uns dois minutos.
Não sei quanto tempo a gente passou fodendo no mar, mas o fato é que o pessoal que estava na festa na praia continuava lá e parecia não ter a menor intenção de ir embora tão cedo. Nem eu nem a Majo tínhamos a menor ideia de como escapar dali. Passamos um tempão planejando maneiras de sair de lá sem sermos vistos, também com a leve esperança de que o pessoal fosse embora logo e a gente tivesse a sorte de encontrar nossas roupas na saída. Mas estávamos pedindo demais. A festa se estendia e, enquanto isso, a gente começava a sentir, agora sim, a temperatura baixa do mar naquela hora. A gente se abraçava para se aquecer, mas sabia que isso não ia adiantar por muito tempo. Vendo que estávamos encurralados, decidimos que só tinha uma opção. Sair assim mesmo. Como estávamos e correr, tentar ser vistos o mínimo possível.
Combinamos que eu sairia primeiro, tentando criar distração entre o pessoal ali presente, tentaria chegar no lugar onde estavam nossas roupas, pegá-las, e depois continuar correndo, seguir até chegar num beco escuro que a gente tinha visto quando vinha pra praia. Enquanto isso, Majo sairia correndo pelo lado oposto do que eu ia, iria direto pro beco e me esperaria lá. Foi bem constrangedor e o pior de tudo foi que não achei nossas roupas, então quando me encontrei com Majo no beco, tivemos que continuar pelados. Tivemos que ir pensando em como nos mover pela cidade, atrás dos carros estacionados na rua e atrás de alguns muros ou fachadas que nos cobrissem enquanto planejávamos o próximo lugar pra nos esconder. Por sorte, a casa que a gente tinha alugado não ficava muito longe dali. Nos ajudou que era bem tarde, já não tinha quase ninguém nas ruas, quase todo mundo devia estar na praia. Agora a gente esperava chegar em casa e que todos estivessem dormindo.
Ver a Majo correndo pelada pelas ruas me deixou com tesão, vê-la dando pulinhos desviando de pedras, talvez lixo; às vezes me expor pra cobrir ela, cobrir a nudez dela que só eu tinha direito de admirar, sentir o coração dela batendo muito rápido, sentir a pele dela suando quando juntávamos nossos corpos atrás de um carro; tudo isso me deixou muito excitado e parece que ela também. Na real, acho que o apetite dela não tinha ficado satisfeito com o que a gente tinha feito no mar e essa situação só aumentou a vontade dela. Mas não podíamos nos expor mais, não podíamos nos dar ao luxo de transar de novo por aí, em qualquer lugar sem nem conhecer as ruas. Ao chegar em casa também seria muito difícil, a gente tinha que dividir o quarto com a Esperanza e o namorado dela, e vocês sabem, Majo tem pânico de ser descoberta pela irmã quando fode.
Finalmente chegamos; a gente tinha deixado nossa bagagem na sala e por Sorte, todo mundo tava dormindo naquela hora. As luzes estavam apagadas, então entramos na silenciosa, abrimos as malas e, finalmente, nos vestimos. Entramos no quarto e deitamos, obviamente os dois na mesma cama — na outra dormiam a Esperanza e o namorado dela. Tava um calorão, então só nos cobrimos com um lençol, e no começo nem nos abraçamos. Inicialmente, deitamos de frente um pro outro, conversamos quase sussurrando por um tempo, nos beijamos e desejamos um ao outro uma noite tranquila e gostosa.
Eu não conseguia dormir, minha mente ainda tava cheia das imagens do que a gente tinha acabado de viver. Lembrava com muita safadeza dos momentos de prazer com a Majo na praia e mergulhados no mar; também fui lembrando daquele momento em que corri pelado na frente da multidão, aquelas centenas ou, sei lá, milhares de olhos perplexos de espanto, me encarando e me analisando; os murmúrios que por um instante abafaram o som das ondas batendo nas pedras, os balbucios daquela multidão que ficou atônita, chocada, por causa de um estranho que com sua imoralidade tinha invadido a festa deles. Enquanto me perdia nas lembranças, tentando pegar no sono, a Majo virou e bem devagar começou a se esfregar no meu corpo. Eu não sabia se ela tava acordada e queria me provocar ou se só tava dormindo e tendo um sonho gostoso. Mas fato é que eu não ia ficar na dúvida. Aproximei meu rosto até ficar atrás da cabeça dela. Bem suave, comecei a sussurrar no ouvido dela, a beijar atrás da orelha; ela tava acordada. Insinuei que a gente fizesse ali, tentando ficar em silêncio, mas a Majo não tava com coragem. Mesmo assim, eu sabia que a Majo tava com vontade, ainda tava quente e ia ser difícil ela dormir sem terminar a noite do melhor jeito possível.
Comecei a beijar o pescoço dela e a passar a mão na barriga. A Majo não resistia nada, mas quando minha mão descia um pouco mais, procurando a parte mais quente dela, ela me parava. Sabia que de deixar eu chegar lá, não teria volta. De repente, ela se impulsionou e ficou sentada, pegou minha mão e saímos do quarto com cuidado.
Pensamos em ir pra piscina do resort, mas talvez fosse muito na cara, então decidimos ir pros lados das quadras de tênis. Obviamente não íamos trepar ali, era campo aberto e, por consequência, a gente ficava mais visível. Além disso, já tínhamos nos revirado o suficiente na areia, e embora a quadra não tenha areia, mas sim pó de tijolo, é mais ou menos a mesma coisa. Por aquela área, ao lado das quadras de tênis, tinha um parquinho cheio de vegetação; muitas palmeiras e arbustos que serviriam perfeitamente pra se esconder ali. Esse era o nosso lugar.Este relato é 99% real. Os nomes dos personagens e algumas situações foram modificados pra proteger a identidade das pessoas.
Quem quiser fotos da protagonista dessa história é só me avisar.
SEXTA PARTE: Karma ou KarlaO dia da nossa chegada não poderia ter sido melhor. Eu e a Majo matamos aquela vontade que a gente vinha guardando por longos quinze dias. Naquela primeira noite ficamos exaustos. No outro dia, foi muito difícil acordar. Lembro que acordei porque ouvi a Majo discutindo. Ela reclamava com a Esperanza por andar pelada pelo quarto. Por estar dormindo, não consegui vê-la, embora, claro, já conhecesse bem o corpo dela, mas não faria mal uma segunda olhada depois de tanto tempo. De qualquer forma, não consegui vê-la, pelo menos completamente nua...
Twitter: @felodel2016
2 comentários - Fodi minha namorada, a mãe e as irmãs dela (Capítulo 5)