Claudia é uma puta... 101

Claudia é uma puta vingativa 101

O cara me olhou com um sorriso de deboche quando saiu de casa com o dinheiro. Claudia, quando ele foi embora, que era de madrugada, me amarrou na cama, camisinha de praxe e me montou.
– Você foi muito bem… – ela saiu de cima de mim e veio na minha boca, apertou minha cabeça com as coxas e me deu pra chupar a buceta dela cheia dos sucos dele. – Olha toda a porra que ele deixou… que a gente deixou… sente…? Que tesão um otário pagar pra você comer a esposa… Não é? – eu só chupava e meu pau tava bem duro, pulando. – Tomara que você consiga devolver o dinheiro… aquele velho nojento só fica olhando pra minha bunda toda vez que me vê… desde que eu era menina…
Mais um pau… além disso, vai estar bem quente comigo… – ela começou a gozar enquanto eu chupava, ficou um tempão na minha cara. Quando se acalmou, saiu, tirou a camisinha, me desamarrou e disse pra gente dormir um pouco. O neném começou a chorar, fui fazer a mamadeira dele, sorte que ele dormiu mais um pouco e eu consegui descansar.

E finalmente, numa quinta, Claudia me avisou que chegava tarde. Estávamos em meados de novembro com um calor gostoso em Buenos Aires. Javier ia buscá-la na saída do consultório de moto, ela voltava quando terminasse, me disse no telefone, me provocando.
Cuidei dos meninos, coloquei eles pra dormir e fui descansar um pouco. Perto da uma da manhã, muito mais cedo do que eu esperava, Claudia entrou. Tava com um vestido curto, me mandou tirar a roupa e ir pro quarto. Me amarrou na cama, com o vestido ainda vestido, montou na minha cara, puxou a calcinha fio dental e me deu a buceta dela pra chupar, restos de sêmen ainda saindo.
– Quer saber…? – ela se afastou só um pouco pra eu responder.
– Sim…
– A gente deu uma volta… eu me agarrava no volume dele que tava bem duro… levantei o vestido deixando minha bunda no ar… os carros me olhavam… depois, quando escureceu, ele me levou pra uma praça… eu tava toda molhada… tinha um grupo de caras jogando bola… me apoiei num banco… banco e meteu de uma vez… mexia bem fundo e dizia que eu era uma puta… eu respondia que sim… que era toda dele… o pau dele bem duro dentro de mim… ele foi bem devagar… até que me encheu de porra, cuspia muito… sente? chupei ele quando tirou e voltamos de moto pra casa… como me excitava sentir o ronco da moto… e o pau daquele filho da puta… -de novo ele gozou na minha cara. Me desamarrou e disse- você ainda não goza… acumula mais tesão… gosto de você bem quente…

Os dias passaram e várias vezes a mesma coisa se repetiu, eu comia ela nas praças, os dois pirados de tesão, ela adorava ser vista, eu achava arriscado mas continuaram por um bom tempo fazendo a mesma coisa.

Por sorte paguei todas as parcelas normalmente, pelo menos as primeiras. Me sentia mais tranquilo com isso. A Cláudia também estava muito feliz.

Uma noite o Javier apareceu de novo, mas veio com o amigo, aquele que tinham comido na vez da balada. Vi a Cláudia no meio dos dois, agarrada na berruga do Javier e apoiada por trás pelo outro cara. Vi a moto sumir e me senti um idiota. Ela chegou perto da manhã, completamente bêbada. Mal se aguentava em pé, não conseguia abrir a porta. Abri pra ela e a levei até a cama, caiu de bruços. Tirei a roupa dela, deixando só de calcinha, acendi o abajur e tranquei a porta do quarto. Puxei a calcinha dela pro lado, o cu todo irritado, com restos de gozo nele, porra ainda fresca. Me despi bem devagar, do jeito que estava me deitei sobre ela e fui enfiando no cu dela bem devagar. Ela reclamava no meio do sono. Eu parava, esperava, me mexia e parava de novo, queria aproveitar. O cu dela estava cheio de porra, meu pau ia e vinha, uma delícia. Os gemidos da Cláudia bêbada me excitavam ainda mais. Metia bem forte enquanto não parava de pensar…

-é, sua filha da puta… sente ele no cu… gosta de ser comida assim? então, tenho um bom tempo ainda pra te foder… isso, geme assim… puta. fácil… como te encheram o cu… os dois devem ter te arrebentado… puta… cuzão arrombado…
Quando eu sentia que ia gozar, eu parava, esperava um pouco e recomeçava, não sei quanto tempo fiquei nisso, mas foi uma eternidade pra mim, meti bem forte quando tava perto de gozar e esvaziei minhas bolas com gosto, fazia tempo que não curtia tanto uma foda. Tirei meu pau e levei até a boca dela, no meio do sono fiz ela chupar, parecia uma sonâmbula. Me limpou direitinho, que puta, pensei. Depois arrumei ela na cama e dormimos, eu levantei um tempo depois porque os meninos precisavam de atenção, ela lá pelas três da tarde saiu e foi no banho tomar uma ducha, veio com cara de cansada pra cozinha, me deu um beijo suave nos lábios e não falou nada, tomamos uns mates em silêncio, ela queria descansar mais um pouco e eu fui com os meninos pra praça. À noite depois do jantar ela tava melhor. Me olhou sorrindo e disse que tinha adorado, mas que tinha bebido demais, não lembrava da última parte da noite nem de como apareceu na nossa cama. Falei que eu abri a porta, tirei a roupa dela e abracei enquanto dormia. Ela me deu um beijo muito carinhoso nos lábios.
— Valeu, love… precisava de carinho… meu cu tá doendo tanto… não sei o que esses caras fizeram comigo…
— É, né, amor…
— Tem razão… se gosta do pêssego, aguenta o pelo… minha avó dizia…
Na cama ela pediu desculpas, mas só queria descansar, dei um beijo bem carinhoso e falei pra ela não se preocupar. Ela me olhou sorrindo e agradecida. Tivemos uma boa noite.

3 comentários - Claudia é uma puta... 101

excelente como siempre ,claudia ya ni se controla ,en cualquier momento se va a avivar lucia 🙂

saludos Misko
Gracias man, Lucia va a pisar el palito en cualquier momento
Espero con ansias el encuentro con el prestamista y el cobro de intereses y mora donde el cornudo deba sufrir humillacion

Saludos desde Colombia
Lo del prestamista no va a ser, pero bueno, Claudia es Claudia
es real esta mina??? o es un personaje ficticio??
Y a usted que le parece?
@sebirra si es verdadera, la verdad sos un martir master, mi admiracion si asi es