Minha primeira vez: lembranças

Isso aconteceu em CABA, na época eu morava no Parque Patricios, eu um pouco mais novo do que agora. Daniela (era assim que ela se chamava) era amiga da minha irmã mais velha. Naquela época, Daniela devia ter uns 30 anos, tinha uma bunda linda, quase nada de peito, e era muito feia de rosto. Ela depilava as sobrancelhas, pintava o cabelo, sinceramente era horrível, mas tinha uma bunda que chamava a atenção, uma tatuagem na lombar. Seguir ela por trás e vê-la andar era uma das melhores coisas que podiam te acontecer. Não conhecia ninguém no bairro que não virasse a cabeça ao vê-la.

Daniela era torcedora do River, gostava de ir ao estádio, na época namorava um torcedor do Huracán. Minha família morava numa casa de bairro, tipo casa chorizo reformada, onde tinha vários apartamentos. Daniela morava com minha irmã num dos apartamentos do andar de cima. Éramos muitos na minha família, então muitas vezes eu subia no apartamento delas e usava o banheiro. Um dia qualquer, usando o banheiro, fiquei curioso com a roupa íntima dela. Ela usava umas tangas tão pequenas que eu não fazia ideia de como ela conseguia vesti-las. Como todo punheteiro da minha idade (na época, hoje os caras dessa idade já transaram mais vezes do que eu), um dia bati uma punheta com uma das tanguinhas da Daniela e aquilo virou costume. Então, de tarde, quando chegava da escola, subia até o banheiro e fazia minha punheta diária.

Um dia, fuçando entre a roupa suja dela, procurando a tanga dela, encontrei entre as coisas dela um papelzinho metalizado. Na hora, não fazia a menor ideia do que era, mas inconscientemente guardei no bolso e continuei procurando a tanga dela. Quando encontrei, bati minha punheta vespertina e voltei para o andar de baixo tomar meu achocolatado com bolachas, com a satisfação do dever cumprido.

Até pouco tempo atrás, eu era gordinho, zero esporte, zero exercício físico, má alimentação. A única coisa que eu me destacava era jogando Goal. no family game. Eu estudava numa escola técnica, zero contato com mulher, se via uma não sabia como tratar, empurrava e dava um tapa no braço como se fosse um dos meus amigos brutos.
Naquela época eu tinha dado um estirão, assistia a novela Campeões do canal treze e fiquei obcecado por boxe, meu corpo tava mudando pra melhor.
Não lembro direito do diálogo porque foi há muito tempo, mas vou tentar ser o mais sincero possível.
Eu era o responsável por tirar o lixo lá de casa toda noite, quando saí naquele dia, a Daniela tava me esperando no corredor que dava pra rua, e com educação me perguntou: "Você tem uma coisa que é minha?"
Na hora lembrei do papelzinho que tinha tirado do meio das coisas dela no banheiro.
"Sim", respondi (a verdade é que o conteúdo do papel não me interessava, só queria que ela não descobrisse que eu me acabava na punheta com as calcinhas dela).
"Pode me devolver?"
"Sim", falei, "tá no meu quarto, espera aí que vou buscar."
"Vamos juntos", ela disse (na hora o rosto dela mudou, como se voltasse à vida).
Entramos no meu quarto, procurei o papelzinho dela e entreguei.
"Isso fica entre nós", ela falou, "porque se seus pais descobrirem que eu uso cocaína, não vão querer que eu more mais aqui com vocês."
"Tá bom", respondi com um tom inocente (até dois segundos atrás eu não fazia a menor ideia do que era aquele papel).
Olhei ela de cima a baixo, como se fizesse uma radiografia, ainda lembro bem: ela tava com uma regatinha rosa sem sutiã, os peitinhos pequenos aparecendo por baixo, uma legging cinza que deixava ver os lábios da buceta, era muito puta pra se vestir, tentei não olhar na cara dela.
Ela percebeu meu estado tarado e disse: "Daaa, o que você vai me pedir?"
(Juro por Deus que foi instinto natural, nunca quis chantagear ela nem nada do tipo, até aquele momento eu já era feliz só de imaginar a bunda dela enquanto me masturbava.)
"Quero te comer", falei.
"Mas você é um filho da puta, é um abusado, vou te... Fazer cagar de porrada, ela falou meio descontraída.
Dale, nem você acredita nisso, vai, deixa eu pegar na sua bunda, me aproximei, agarrei ela pelas nádegas, ela resistia só de leve, comecei sem saber direito a beijar o pescoço dela enquanto com as mãos comecei a apalpar a bunda dela, enfiei a mão por baixo da legging e senti as tirinhas da tanga, fiquei louco de poder tocar a tirinha de uma tanga tão pequena numa bunda tão gostosa por baixo da roupa (a partir daí, tenho um fetiche com isso).
Eu tava de shorts, sentia que a pica ia explodir e que ia gozar.
Daniela me afastou empurrando, mas na mesma hora tirou a camiseta e deixou os pezinhos à mostra, eram marronzinhos e pequenos, mas bem durinhos, ela se jogou em cima de mim, num puxão só tirou meu shorts e a cueca (eu usava umas cuecas horríveis com desenhos estranhos, minha mãe que comprava), e começou a chupar minha pica, me senti no céu, lambeu minhas bolas, beijou meu umbigo, desceu de novo pra beijar minhas bolas, eu tava explodindo, ainda parece que sinto as mãos dela segurando minha bunda pra chupar bem minha pica, passava a língua na cabeça, eu apalpava os peitos dela, e levantei as tirinhas da tanga pra aparecerem por cima da legging cinza, tava no paraíso, foram 3 minutos de uma chupada do caralho, gozei na boca dela, enchi a cara dela de porra, Daniela continuou chupando até uns minutos depois de eu ter gozado, sem falar nada engoliu tudo que saiu de dentro de mim.
Ela se levantou, e entre risadas disse, gozou rápido, voltou pro papelzinho dela, fez uma carreira em cima da minha prancheta de desenho e aspirou tudo.
Lembro que ela ficou muito eufórica e voltou pra cima de mim e começou a me beijar, eu com a minha idade, já tava com a pica dura de novo, agarrei ela pela bunda, tirei a legging dela, e com a tanga ainda quis comer ela de novo, lembro da voz dela perguntando se eu tinha camisinha (de onde eu ia tirar camisinha se não tava nem nos meus planos mais remotos comer alguém?) naqueles tempos), não importa, ela disse, tomou uns comprimidos, virou de costas se segurando na mesa de desenho, e eu comecei a comer ela por trás, ela tinha uma tatuagem tipo tribal bem em cima dos dois furinhos que fazem na lombar, a tanga vestida, segurei ela pela cintura e em três ou quatro bombadas já tinha gozado de novo (haha era um fracasso) ela eufórica e alterada ao mesmo tempo, ficou meio brava, então pegou minhas mãos e começou a enfiar na pussy, me fez meter um dedo, depois dois e até três também, enquanto fazia isso sussurrava no meu ouvido: "fala umas putarias", "enfia um dedo no meu cu", assim ficamos uns 6 ou 7 minutos até que senti ela começar a vibrar, a barriga dela se contraía e mexia muito, ela gozou com uns gemidos que até hoje não esqueço, enquanto isso, sem ela nem me tocar, eu gozei de novo bem no meio do umbigo dela.
Foi minha primeira vez.
Daniela morou mais dois ou três meses com a gente, depois se mudou pro bairro de Once.
Várias vezes cruzei com ela no 101, a gente se olhava cúmplice e sorria.

3 comentários - Minha primeira vez: lembranças

Minha primeira vez: lembranças

Linda historia, muy bien relatada.

Gracias por compartir
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...