La doble vida de mi amigo

Há um ano, vi meu amigo Rip. Ele veio me visitar no trabalho e me entregou uma carta impressa com uma mensagem realmente de tirar o fôlego. Embora eu o considerasse meu amigo, fiquei puta por ele não ter me contado nada sobre essa nova forma de sexualidade que ele praticava, um lifestyle, como ele e a mulher dele, Diana, chamam. Eu conhecia as experiências mais marcantes dele e tinha certeza do sentido das fantasias, mas não era só isso. Ele me ligou dois dias depois, e minha primeira reação foi falar: “seu filho da puta, você guardou isso bem escondido”. Ele pediu pra eu não ficar brava e me preparar pra curtir o que vinha pela frente.

Ele sempre me falava sobre as contradições que algumas práticas geravam nele, ficava refletindo sobre os limites. Nesse ponto, a pergunta era recorrente, uma e outra vez ele se questionava a mesma coisa: “Qual é o limite? O que é realmente proibido? Será que eu consigo fazer? É bom fazer? E depois?”. Muitas perguntas, pra caralho.La doble vida de mi amigoNão era sua meta ultrapassar limites e ele tinha isso claro, seu objetivo era se sentir o melhor possível, sem resistir ao erotismo e à sensualidade. Na verdade, ele se propôs a buscar isso e criar situações, mesmo sabendo que era perigoso. Sua busca por prazer e a forma como fazia era um risco absoluto, pois com Diana – sua excelente parceira – incondicionalmente levavam ao plano real as fantasias que lhes vinham à mente, e mais ainda, as que surgiam e nas quais se viam envolvidos. Sem muitas perguntas, faziam e pronto.

Ele tinha 34 anos quando conheceu Diana – ela tinha 27 – e viu a possibilidade de realizar uma velha fantasia que carregava desde a adolescência, uma fantasia forte que começou a ocupar os primeiros planos de sua consciência e na qual pensava cada vez mais. Rip aperfeiçoava dia após dia os pensamentos relacionados a essas ideias, imaginava situações, tentava ver como começaria, como se meter, lutava para fixar em sua mente imagens escorregadias e desfocadas, difusas. Talvez ela também sentisse o mesmo.

Ele começou a colocar em prática uma complexa forma de vida a dois no terceiro dia que saiu sozinho com Diana. Uma fresca madrugada de outubro, o parquinho Paraíso das Crianças foi o lugar onde, com uns tragos de uísque, foi tomado sem aviso pelas imagens enormes que lhe surgiram, fruto de um simples e adulto diálogo com a que seria sua futura mulher.

Eles estavam falando sobre gostos pessoais e o que cada um espera do parceiro. O normal. Trocaram formalmente informações sobre comidas e bebidas preferidas, hábitos pessoais, horários, amigos e gostos musicais e de roupas. Rip fez uma pergunta quase inocente:

— O que você quer de mim, Diana?

Recebeu como resposta algo que o abalou de forma espetacular:

— Tudo.

Ele continuou falando, disfarçando seu nervosismo e ansiedade cada vez maiores:

— O que é tudo? — perguntou quase insistindo —. Teríamos que definir isso. Que é isso. Soa romântico, hein, Diana. Pode ser que o conceito de "tudo" não seja o mesmo pra nós dois.sexoEle tinha fixado o olhar nela. As palavras não fluíam amigavelmente. Ele estava pressionando do escuro porque temia ter encontrado de novo uma dessas garotas que têm muito a receber e pouco ou nada oferecem de si para manter uma relação interessante, por mais passageira que seja. Mas havia algo nessa mulher.

— Isso mesmo: tudo — disse Diana. — Se uma pessoa está bem com outra, ainda mais se ama, é possível que dê tudo ou quase tudo, ou que coloque tudo ou quase tudo numa mesa de jogo onde dois adultos estão em condições de respeitar as regras, por mais complicados que sejam esses jogos. E se essas duas pessoas se amam, fica muito mais fácil encarar jogos difíceis. Por mais difíceis que sejam os jogos, se as regras são claras, vale a pena arriscar e meter a cara, ainda mais sabendo que você não está sozinha.

Rip ficou meio desconcertado com essa resposta.

— E o sexo? — disparou sem piedade.

— Também, claro! — respondeu ela sem desviar o olhar.

Em poucas horas, e com uma simples conversa, Rip matou um problema que carregava há anos, mas também soube que o que vinha pela frente, por acréscimo, apresentava um tratamento difícil. Era preciso pensar, era preciso se impor, era necessário se conduzir com grande lucidez para passar ao próximo evento. Depois de um ano morando juntos, ambos já estavam convencidos do que queriam fazer. Tinham dedicado muito tempo daquele ano para se informar e tratar de um tema que os levaria a uma realização sexual que Rip considerava impossível, ou pelo menos difícil, de concretizar.

Decidiram, como casal, se envolver sexualmente com outras pessoas. O mergulho em águas profundas mostrou a eles que era possível compartilhar erotismo e se entregar sexualmente. Em alguns círculos, são conhecidos como swingers; outros, simplesmente confusos, os chamam de festeiros. E a maioria pensa que são degenerados, doentes, sexopatas, malucos, tarados; e, portanto, merecem ser discriminados. Enfim, ao que se estava. aproximando perigosamente o casal Diana-Rip, pelo menos no plano social, era uma obscura vida dupla.foderÉ uma definição bem conhecida: "vida dupla". Muita gente leva uma vida dupla: maridos e esposas "exemplares", homens e mulheres que mantêm negócios familiares prósperos, pessoas com poder político e reconhecimento popular, professoras, policiais, profissionais, pobres, ricos, intelectuais, eruditos, analfabetos e até religiosos; todos enganando, mentindo e, ao mesmo tempo, sendo enganados e manipulados por seus cônjuges e respeitáveis parceiros. Isso não é aceito, mas é tolerado e até incentivado por muitos membros dessa mesma sociedade, e favorecido pelos meios de comunicação de massa, dos quais a internet é o maior expoente. E nem precisa descrever o que acontece quando essas panelas de pressão, onde se cozinha a podridão da deslealdade, da vileza e da traição extrema, estouram; os resultados estão bem divulgados: crimes, suicídios, mortes e, no melhor dos casos, tribunais de família. A perfídia e a hipocrisia não são, por acaso, perversões?

Mas o caso da vida dupla de casais como o de Diana e Rip é substancialmente diferente porque, paradoxalmente, essa vida dupla tem seus alicerces justamente na confiança e no prazer erótico e sexual que oferece a condição de serem, ao mesmo tempo, jovens, apaixonados e amantes de mente livre, com fantasias dignas de serem colocadas em prática. Por que eles não realizariam seus desejos se ambos trilham o mesmo caminho? O que os impediria de avançar, experimentar, sabendo que são correspondidos num universo comum de ideais?esposa putaRip estava em casa e ela chegou do trabalho, cumprimentou Rip com um beijo na boca; não daqueles beijinhos idiotas, mas um beijo grande e de boca aberta. Ela se aproximou, abraçou ele forte, encostou o corpo no do marido, mexeu a barriga pra todo lado e, olhando nos olhos dele, tentou sentir a desejada e meia-duro pica. Sentiu como ele, também apertando ela, respondia ao movimento do corpo gostoso feminino. Os dois se olhavam fixamente, não diziam nada, só se olhavam e se mexiam. Ela passou a língua nos lábios pra molhá-los e um fiozinho de saliva escorreu pelo canto da boca e beijou ele sem vergonha. Abriu a boca e engoliu a dele. Ela meteu a língua na boca dele e começou a brincar entre os dentes dele. Mordiam os lábios um do outro. As duas línguas tentavam cobrir cada lugar ao alcance. A safadeza com que se chupavam era quase proibida. O som das línguas se enroscando, os estalos que faziam, esquentava mais eles. Quando podiam, abriam os olhos e se olhavam fixamente e ficavam assim por um instante; e logo voltavam as chupadas e cada vez que separavam os lábios, os dois se viam unidos por fios de saliva. E se lambiam. Tavam quentes, metiam as mãos por dentro das roupas pra tocar um pouco de pele. O que no começo foi um roçar suave e quase distraído das mãos dele nos peitos da Diana virou um apalpação sem-vergonha; ele desabotoou a blusa dela, ela não tava de sutiã; os dois tremiam de ansiedade. Rip apertava os dois bicos dos peitos, um com cada mão, esticava eles pra frente com os dedos polegar e indicador e alternava com um apalpação obscena dos peitos, enquanto se olhavam. Ela tinha as mãos no zíper já aberto da calça dele, fuçava entre as pernas dele, tocava nos ovos e na pica, batia uma punheta enquanto olhava ele. Tinham os rostos completamente transtornados de prazer. Decidiram deixar pra depois o que quer que viesse. Se soltaram um Pouco.
—Vou tomar um banho, liga o computador. Vamos entrar na internet que quero te mostrar uma coisa que achei hoje — disse ela.

Quando Diana saiu do banho, Rip já estava pelado e com o computador ligado e conectado. Ela passou nua na frente dele e parou diante de um espelho vertical pendurado na parede que ia até o chão. Estava secando o cabelo. Ele se levantou da cadeira, se aproximou dela, parou e a abraçou por trás. Ficaram se olhando naquele espelho. Ele tocou os peitos dela e começou a lamber quase nojento as costas dela. Ela levantou o cabelo e, quando ele começou a passar a língua pela nuca, Diana teve um arrepio no corpo todo, um tremor sensível fez ela soltar um gemido e ficar toda arrepiada.trio sexualEle passou a mão suavemente pela buceta recém-raspada dela, tava macia e ainda bem molhada. Ela sorriu pra ele, ele se ajoelhou no chão e ficou com o rosto na altura da bunda. Diana se inclinou pra frente, deixando a cara a poucos centímetros do espelho, esticou os braços pros lados do espelho e empurrou a raba mais pra trás. Rip mergulhou naquela bunda linda e carnuda; beijou, mordeu, apertou; abriu as nádegas com as mãos. Depois, com a mão direita, começou a se masturbar, ela se mexia e ele continuava apalpando a bunda dela com a outra mão.

Com o dedo médio, chegou até o cuzinho apertado e começou a circular em volta, devagar enfiava, tirava, cheirava, levava à boca pra molhar e voltava a meter no buraquinho estreito. Ele se deliciava em ter um dedo preso ali, dentro dela, no cu dela, achava gostoso pra caralho, se esbaldava. Conseguiu enfiar até a metade enquanto ela gemia e se abria mais. Rip foi descendo com o dedo, chegou na buceta molhada e percebeu que a Diana também tava se tocando; ela dava uns amassos suaves no clitóris e ele aproveitava que o dedo molhava com a lubrificação vaginal e voltava a meter no cu. Diana tava muito tesuda e gozou três vezes. Adorava que o Rip tivesse ali, atrás, olhando pra ela, brincando; e também ficava com mais tesão vendo o que dava da cena pelo espelho. Além disso, se acabava toda vez que colocava a boca e a língua no espelho, brincando com a própria imagem. Diana especialmente tinha a impressão de que havia dois casais ali, será que dava pra trocar a imagem dela no espelho pela presença real de outra mulher? Quando essa fantasia vinha, ela soltava um gemido e inevitavelmente o corpo e a mente dela se enchiam de prazer, uma sensação gostosa de bem-estar tomava conta. Ele se virava de vez em quando pra olhar e ver o que tava rolando. Levantava a vista e olhava o espelho. onde o corpo dela se refletia. Ele se lambia ao ver o rosto dela, os mamilos durinhos, os vestígios de beijos e lambidas no vidro e o jeito que ela se masturbava. E percebia que ela também olhava pra ele. A obscenidade era total. Pra ela, a posição, a excitação e os orgasmos seguidos que teve fizeram as pernas bambearam. Ele se levantou e cheirou o dedo que tinha enfiado dentro dela. Os dois se sorriram e foram pro computador.La doble vida de mi amigoDiana e Rip sabem se virar com computadores e internet; é praticamente impossível pra eles trabalhar sem esses dois recursos. Embora naveguem todo dia, não são viciados, e os chats não chamam a atenção deles. Os dois pesquisam os temas relacionados à troca de casais e dedicam tempo suficiente pra encontrar respostas pras inúmeras perguntas que têm, e pras que vão surgir dia após dia.

O maior problema a superar era, naturalmente, o ciúme, principalmente o dela. Mas Diana não queria abandonar o que, pelo menos no plano da fantasia, lhe dava muito prazer: olhar pra ele, ver Rip comendo, metendo dentro de outra mulher; da mesma forma, não queria perder a chance de se mostrar pra ele entregue, nua, aberta, com outro homem, com a certeza absoluta de que os dois, com práticas desse tipo, iam se excitar e se colocar num nível altíssimo de sensualidade e abertura, que aproveitariam da melhor forma na relação deles como casal.

Encontraram vários sites que tratavam do assunto com a seriedade que merecia, baixaram textos, entrevistas, fotos, conselhos e até música sobre o tema. Entraram com muita curiosidade, mas com poucos resultados, em salas de chat sexual, mas acharam três páginas de swing onde dá pra colocar anúncios de busca, uma espanhola e duas argentinas. Entraram num dos chats de swing e conseguiram fazer contatos. Ainda mantêm ativa uma caixa de e-mail que criaram há quatro anos, e usam pra contatos com casais ou pessoas que exercem livremente esse estilo de vida.

Como em Formosa as chances de encontrar um casal com a mesma vibe são definitivamente remotas, decidiram pagar uma garota. Tinha que testar, mesmo não sendo exatamente o que procuravam, mas era uma aproximação. Iam ser três num mesmo lugar, expostos, nus. Um mês passeando de carro pelas áreas certas da cidade, toda noite, com dúvidas, com uma ansiedade crescente. E muitas perguntas, pelo menos gerava mais prazer do que frustração. Essas saídas os colocavam numa efervescência sensual foda, um ardor tomava conta deles e a perturbação erótica os deixava invariavelmente em tensão sexual. Dentro do carro, nas ruas, enquanto procuravam a convidada, Diana e Rip se masturbavam quando podiam, paravam em algum lugar escuro e acabavam transando, voltando pra casa saudáveis, cúmplices das safadezas e com uma sensação de poder que os deixava seguros de que poderiam enfrentar, talvez, qualquer situação. Era tipo uma droga.sexoUm dos lugares preferidos era o porto novo. As noites de verão, quentes e propícias para putarias ao ar livre na beira do rio, eram aproveitadas por eles. Com música, refrigerante ou bebida no meio, numa dessas noites foram pra lá. Apesar de ser um lugar movimentado, dava pros casais terem um pouco de intimidade e ficarem sozinhos, bem juntinhos. Acharam um lugar e estacionaram o carro. Era um dia de caça e os dois estavam no fogo. Foram, primeiro, transar e depois curtir o lugar. Não teve muita preliminar ali, a Diana tinha se masturbado na rua e quando chegaram no local o Rip já tava com o cinto solto e a calça meio abaixada, a pica bem dura, molhada porque de vez em quando ela se abaixava enquanto ele dirigia e metia na boca, cuspia, batia uma pra ele, deixava ele bem duro. A Diana queria ser penetrada naquele instante, tava com a buceta e toda a região da virilha encharcada, resultado da siririca frenética que tinha dado por vinte minutos; até enfiou uma caneta no cu. Tava extremamente puta. Ela já tinha a blusa levantada fazia tempo, mostrando pra ele os peitos, os biquinhos, se tocando, se apertando, esquentando ainda mais. Tava com uma saia jeans curta com botões na frente, agora todos desabotoados, menos o primeiro; e não tava de calcinha. Ele recostou o banco do volante, ela sentou em cima dele, e a pica entrou até o fundo numa só metida. Ela sentiu um tipo de arrepio, teve um espasmo e soltou um gemido longo, um gemido abafado prolongado e começou a se mexer que nem uma louca, se esfregando no corpo do Rip, ele agarrou a bunda dela e começou a apertar com muita força, ela montava nele de um jeito inacreditável, tava totalmente descontrolada, se apertava, se tocava. Começou a xingar ele e falar um monte de putaria.

— Filho da puta! — exclamava entre ofegos. — Me come com força, por favor, te amo, meu amor. Não para de mexer, enfia, me dá com tudo!

Não pulava, mas ela se movia com força, a pélvis dela ia e vinha violentamente, e o Rip conseguia sentir os orgasmos da Diana, um atrás do outro. Ela gemia e soltava gritos abafados, o tempo todo ficava de boca aberta e dois ou três fios de saliva escorriam pelo canto da boca dela e iam parar na cara do Rip.

— Tô gozando tanto! Meu amor, não tira de dentro — ela falava com a voz entrecortada.

O Rip olhou pra ela e viu que com a língua ela limpava as duas lágrimas que escorriam dos olhos perdidos dela e desciam pelos lados do nariz. Continuava se movendo, grunhia baixinho, se segurava pra não gritar. Tava pronta pra qualquer coisa.

— Adoro teu pau! Pervertido, degenerado! Viadinho de merda! — ela repetia sem parar, entre soluços, choro solto e gritinhos. Era inacreditável.

— Enfia o dedo no meu cu! — falou enquanto pegava a mão do Rip e ela mesma posicionava o dedo indicador dele na entrada do buraco dela. O Rip empurrou um pouco, toda aquela área tava lambuzada com os fluidos dela, lubrificação vaginal e saliva dos dois, e o dedo sumiu quase inteiro dentro do cu.

— Enfia o dedo todo no meu rabo! — Ela não parava.foderRip tava muito tarado e entregue no que ela inventava. Ele não resistia, só o que o jogo da trepada pedia. Uma penetração vibrante e feroz. Também soltava um monte de palavrão pra Diana.

— Sua puta! Adoro meter em você, adoro te ver empalada assim… sei que você gosta — ele ofegava e suspirava; de vez em quando tremia, ficava com a pele arrepiada e babava igual ela.

Tava tudo muito molhado dentro do carro.

— Sua porca de merda! Dá essa sua buceta linda molhada e aberta… te amo, minha vida… gosto… adoro. Meu amor, te quero… puta degenerada.

O tempo todo eles se falavam assim, se mordiam, puxavam o cabelo um do outro, ela continuava pedindo, mais e mais.

— Cospe em mim, viado, e continua socando minha buceta… gosto da sua pica dura.

Começaram a cuspir um no outro com maldade, se mordiam e se lambiam com gosto; no nariz, na orelha e nos olhos. Ele mordia os bicos dos peitos dela, mordia o lado das tetas e se lambiam as axilas mutuamente. Tavam desesperados. Era impressionante. Ela apertava o peito dele e puxava os pelos; dava pra ouvir os barulhos do sexo, o da buceta soltando e abraçando essa pica. Diana foi além enquanto continuava trepando que nem uma louca.

— Tô com vontade de mijar, quero mijar em você, quero te mijar! Rip… meu amor… amor da minha vida… gosto que você me coma assim… me bate… me maltrata… Ai! Meu amor.

Isso levou ele a um estado de tesão extremo e ele quase gozou, mas ela abriu a porta, saiu e, sem se importar se alguém podia ter visto, sentou no batente do carro enquanto continuava se tocando e se lambuzando com a própria saliva; pediu desesperadamente pra ele se ajoelhar na frente dela e bater uma punheta enquanto ela mijava nele, em qualquer parte do corpo, e que ao mesmo tempo ele soltasse o esperma na boca, nas tetas, na cara e na cabeça dela. Rip fez exatamente isso e ela começou a mijar e a sujar ele todo, primeiro molhou as coxas e a pica, depois ele se abaixou mais e uns jatos da Os fios grossos de Diana foram parar direto na boca dela, ela não aguentava mais; ele ofegava. Ele se masturbava loucamente e colocava as mãos no jorro contínuo de urina quente. Ela mijou pra caralho, pelo menos um litro e meio.esposa putaEle tava completamente molhado e quando ela terminou, ele se levantou e enquanto ela continuava se tocando e se apertando, ele aproximou a piroca duríssima dele da boca dela e soltou seis jatos potentes e volumosos de porra, dos quais dois fizeram Diana engasgar, tossiu pra expelir e da boca aberta saiu, misturado com a saliva, borbulhando, parte do esperma. Os outros jatos acertaram o cabelo, os olhos, o nariz, os peitos. A piroca do Rip ainda soltava umas gotas. Ela agarrou a piroca com uma mão e esfregou ela nos peitos, nos bicos, na cara, nos olhos, no cabelo e na orelha. Agora tava mole, tremendo e chorando sem vergonha e rindo ao mesmo tempo. Inconfessável. Rapidinho entraram no carro, se vestiram e ficaram assim, por um bom tempo, molhados, abraçados. Botaram música, tomaram uma cerveja bem gelada, fumaram um cigarro entre os dois, curtiram a vista do rio e voltaram pra casa.

Tinham certeza de que no dia seguinte, sábado, sairiam atrás de outra situação intensa. Qualquer um que cruzar o caminho deles.

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