El viaje de niña a puta

Bel é uma loira, alta, 1,75m, peitos redondos e lindos com uns mamilos escuros, pequenos e bem pontudos, umas pernas de matar, e uma bunda meio empinada e bem firme, uma verdadeira beleza de 29 anos, solteira e sem compromisso.

Uma garota cock que não sabia o que é trabalhar nem dar duro, como se diz aqui, sempre vivendo de renda desde que seu pai morreu, dinheiro administrado pelo tutor, já que o pai não confiava que ela fosse gastar tudo à toa.

Um dia, Bel foi ao escritório do tutor, um prédio não muito alto, cujo último andar era inteiro do Ivan, que é o nome do tutor. Já era fim de tarde e no andar não tinha mais ninguém, só o Ivan no escritório enorme dele.

— Oi, Bel — ele disse quando me viu entrar.

— Oi, Ivan — me aproximei e dei dois beijos nele, como de costume, sem encostar os lábios nas bochechas dele, muak muak.

— Vim buscar mais dinheiro, como sempre.
— Eu sei — respondeu Ivan — e fico feliz que você veio, porque não vou te dar mais um centavo.

— Como assim???

— O que você ouviu. Mas você não pode fazer isso, o dinheiro é meu!
Ele riu alto. — Engano seu. Só tenho que te dar se eu quiser. Pode conferir, se quiser.

Olhei os papéis, não tinha dúvida: aquele porco estava certo. — E pode-se saber por que você decidiu agora parar de me dar o dinheiro? Sabe que não consigo manter nem os carros nem a fazenda sem essa grana.

— Eu sei — disse Ivan — e é exatamente por isso que decidi que você precisa começar a pagar por isso.

— Como assim, pagar?

— Isso mesmo, pagar. Tira a roupa, Bel.

— Nem sonhando, seu filho da puta — falei, enquanto virei e saí do escritório furiosa, indo a toda pressa para o elevador, enquanto ao longe se ouvia um simples:

— Você vai voltar.

Ao sair do prédio, tropecei nuns mendigos. — Sai do caminho, lixo — me dirigi ao meu conversível e fui para casa chorar na minha cama.

As semanas passaram e percebi que não conseguia nem arrumar um emprego que bancasse meus caprichos, muito menos minha vida. Casa e carros, desesperada, comecei a pensar em satisfazer meu tutor. Afinal, não podia ser tão ruim assim, ou pelo menos era o que eu fazia eu mesma acreditar. Ivan não me agradava nem um pouco, tinha uns 50 anos, barriga, baixinho e careca.

Finalmente, criei coragem e decidi ir ver meu tutor. Já sabia o que me esperava, então resolvi me arrumar para agradá-lo, não fosse ele decidir não me dar nada quando eu voltasse, e eu ficasse sem dinheiro e morrendo de vergonha. Afinal, eu o insultei antes de sair.

Coloquei uns sapatos de salto agulha preto, meia-calça com liga, uma calcinha fio dental preta combinando, uma saia preta de tecido curta que deixava ver o ligueiro, e uma blusa branca de alcinha que mostrava meu umbigo e minha cintura bonita. A blusa era justa e, como não coloquei sutiã, meus peitos ficavam apertados, tentando escapar da blusinha pequena, e meus mamilos escuros marcados nela.

Voltei ao escritório de Ivan no fim do expediente, quando sabia que não teria mais ninguém. Ao chegar, subi direto no elevador até o andar dele. Finalmente, a porta do elevador se abriu, e realmente não havia ninguém. As dúvidas me atacaram de novo, mas, decidida, saí do elevador e fui até a sala dele.

Ele estava atrás da mesa, olhando uns papéis. Levantou a vista e, tranquilamente, sem se abalar, disse:

— Ah, oi, Bel, tudo bem?

— Bem — respondi, meio hesitante.

— E então? — disse Ivan.

— Então, voltei.

— Pensei que eu fosse um filho da puta.

— Não, não, não, eu estava alterada, me desculpa, Ivan — *seu filho da puta*, pensei.

— Não se preocupa, não tem problema, Bel.

Suspirei aliviada porque ainda podia continuar recebendo minha mesada, e depois me angustiei pensando no que teria que fazer para conseguir.

Ivan não dizia nada, continuava sentado na cadeira, embora eu percebesse que, apesar da frieza, ele soltava olhares lascivos para o meu corpo, percorrendo minhas pernas, cintura, peitos. Ficamos assim, parecia que o tempo não passava. Acreditei entender as intenções dele e comecei a me despir. Tirando o top.
Mas Ivan me parou.

— O que cê tá fazendo?
— Ué, como você me disse da última vez pra ficar nua.
— Isso foi na última vez. Agora, se você quer sua mesada, Bel, vai ter que ser minha putinha. Bel, eu vou te possuir quando eu quiser e pra o que eu quiser.
— Mas... — respondi sem muita força, de cabeça baixa.
— Nem mas nem melancia, Bel. Sim ou não. Cê já sabe onde fica a porta.

Dei uns passos pra trás sem virar as costas, mas quem eu queria enganar? Eu gostava da minha vida, dos meus luxos, e não queria perder nada.

— Sim, Ivan.
— Sim, o quê? — disse Ivan.
— Que serei o que você quiser — falei baixinho.
— Fala — replicou ele com a voz cortante.
— QUE SEREI SUA PUTINHA — gritei.

— Muito bem — disse meu tutor, satisfeito, enquanto se virava de mãos juntas nas costas e olhava pela janela. — Mas agora você vai ter que me provar que é minha putinha e o quão puta você é.
— Vem cá.

Me aproximei dele, e ele disse, batendo com o dedo indicador no vidro da janela:
— Tá vendo aqueles mendigos no banco? Quero que você os traga pra cima. Vamos fazer uma festa.

Hesitei em falar alguma coisa, mas pra quê? De nada adiantaria. Me virei sem dizer nada, peguei o elevador e, quando cheguei lá embaixo, saí pela porta da frente e fui direto pro banco. Os vagabundos eram três, cada um mais nojento que o outro. Os três negros. Um era jovem, os outros dois mais velhos, uns 50 a 60 anos, sei lá. Um deles eu lembrava de umas semanas atrás: era um dos que eu tinha chamado de lixo. Quando cheguei no banco, fiquei parada sem falar nada, e logo os três, quase ao mesmo tempo, começaram a me pedir se eu tinha algum dinheiro.

— Não — falei. — Não tenho nada. Mas vocês podem subir comigo? — apontei com o dedo pra janela do meu tutor, que estava lá parado, observando tudo. — A gente vai se divertir.

Eles ficaram perplexos, se olhando, e de repente posaram os olhares lascivos no meu corpo. Só pensavam no dinheiro, nem tinham reparado como eu era gostosa. Estou aqui, mas agora eles me despiam com os olhos, quase dava pra dizer que estavam babando.

— Pra quê? — perguntaram, ainda incrédulos.

Então, coloquei as mãos na cintura e, com desdém, falei: — Pra quê vai ser?

— Estúpida ralé — pensei comigo mesma.

Sem muita convicção, eles vieram comigo e nem disseram uma palavra durante todo o caminho. O cheiro no elevador estava insuportável.

Finalmente, entramos os quatro no escritório do meu tutor.

Ele nos recebeu com um sorriso enorme: — Entrem e sentem-se.

Eles assim fizeram e se espalharam pelos vários assentos do escritório, meio que esperando pra ver o que ia rolar. Ivan simplesmente disse: — Muito bem, Bel, minha putinha. Os três vagabundos responderam com risadas. Depois disso, meu tutor sentou na cadeira dele e, como se fosse nada, falou: — É de vocês. Façam o que quiserem com ela. Vamos, fodam essa puta.

— Espera, Ivan! — eu disse. — Achei que no máximo iam olhar, não, por favor. Mas já era tarde. Os três mendigos se jogaram em cima de mim. Dois deles me seguraram, e o terceiro, a quem eu tinha insultado umas semanas atrás, disse:

— Então agora a putinha me chama de lixo, hein? — Ele me deu um tapa na cara que me fez cair de joelhos no chão. Os outros dois soltaram minhas mãos. Fiquei parada, com a mão na bochecha dolorida, enquanto o velho vagabundo começava a abaixar o zíper da calça dele. Me virei, tentando fugir de quatro, mas eles me pegaram entre os três. Eu continuava tentando escapar e não parava de chorar enquanto eles me seguravam e, aos puxões, iam tirando toda a minha roupa: o top, a saia curta e, finalmente, minha calcinha fio-dental. Eu estava ali, esticada no chão, presa pelos pés e braços por aqueles três negros desgraçados, e só tinha usado as meias e os sapatos.

Comecei a xingar eles. Nem lembro tudo o que falei, mas a única coisa que conseguia era fazê-los rir. O velho vagabundo, enquanto os outros dois seguravam meus braços, pegou meus pés e começou a fazer força pra separá-los. Eu fazia toda a força que podia pra manter minhas pernas juntas. pernas juntas, mas era inútil, cada vez iam se abrindo um pouco mais até que ficaram abertas o suficiente pro velho enfiar a cabeça entre elas e chegar na minha buceta, que ele começou a lamber com a língua de novo, e eu chorava.

Ouvia a respiração forte dos outros dois que me seguravam, o velho continuava com o trabalho da língua no meu clitóris.

— Não, por favor, para, para...

Longe de parar, a língua dele acelerou o ritmo, me lambia cada vez mais rápido, ele me segurava pela cintura com as mãos, a cabeça enfiada entre minhas pernas, e agora com a boca devorava toda a minha buceta. Levantou um pouco a cabeça, me olhou sorrindo e disse: "Já tá quase", e enfiou dois dedos dentro da minha buceta, e de novo a língua voltou a lamber sem parar meu clitóris. Eu já não chorava, o maldito velho tava me matando de prazer sem eu perceber, mordi os lábios, presa do tesão que começava a tomar conta. Os dedos dele me fodiam cada vez mais rápido, os dois companheiros, vendo que eu já não fazia força pra fugir, afrouxaram o aperto e cada um do seu lado começou a lamber o mamilo das minhas tetas que tavam ao alcance. Isso já foi demais, escapou um gemidinho e, depois do gemido, meu corpo arqueou pra cima e pra baixo, de repente uma rigidez súbita, um suspiro intenso e, sem conseguir evitar, tive um orgasmo no meio de gemidos contidos, tentando não perder o controle.

Tava ali deitada, incrédula no chão, tentando entender o que tava rolando, como aquele velho nojento tinha conseguido me fazer ter um orgasmo daqueles, coisa que eles aproveitaram pra se despir por completo.

Olhei pra eles, os três pelados com as picas duras, e que picas! A menor devia ter no mínimo 20 cm, e curiosamente era a do mais novo dos três. Foi justamente o jovem que se aproximou de mim e fez sinal pra eu chupar ele. Me levantei de joelhos e de novo olhei ao redor pra tentar fugir, não tinha saída. O jovem aproximou o pau da minha boca, e eu virei a... Cara, pra evitar isso, quando eu tava fazendo, vi que o velho vagabundo levantava a mão de novo pra me bater. Virei pro jovem e peguei na piroca dele com a minha mão.

"Assim, putinha", disse o velho vagabundo. "É, você é uma putinha de pau, raposinha."

Eu acariciava o pau inteiro dele, e ele ficou ainda mais duro. Aproximei meus lábios da cabeça grossa e preta dele, beijei várias vezes, e depois continuei masturbando ele com as duas mãos. O jovem colocou a ponta do pau dele bem na frente dos meus lábios, abri a boca e enfiei o máximo que deu. Meus lábios roçavam aquele picaço que quase não cabia. O segundo velho, que até agora não tinha feito quase nada, me agarrou pelo cabelo e puxou pra trás, tirando o pau do jovem da minha boca e me arrastando até um sofá.

O velho vagabundo se colocou de novo entre minhas pernas. Dessa vez, nem tentei fechá-las. Ele se aproximou e começou a passar a cabeça grossa dele por toda a minha buceta. Ele tinha um pau descomunal, grande e grosso, mas como minha buceta tava muito molhada, não custava nada ele esfregar o pau nela e passar entre os lábios da minha xota. Fui me mexer pra me afastar, mas ele simplesmente disse "não" e eu desisti. O velho vagabundo continuava brincando com o pau na minha buceta, não parava de subir e descer, apertando de leve a cabeça dele na entrada da minha xota.

"Que quente tá sua buceta, putinha", ele disse.

E de uma só vez, enfiou o pau dele na minha xota, me batendo com tanta força que eu me mexia pra frente e pra trás com as idas e vindas dele. Sentia as mãos fortes dele agarrando minha cintura e o picaço dele fodendo minha buceta, que tava cada vez mais molhada. Ia sentindo meus fluidos escorrendo pela fenda da minha buceta e pelas nádegas. Ouvia os gemidos de prazer dele enquanto ele me dizia, com a voz entrecortada pelo esforço: "Viu como você adora, putinha?" Eu já não dizia nada, só gemia acelerado. O jovem e o segundo velho se posicionaram de novo dos dois lados. O segundo velho, que tinha um pau que não ficava atrás... que invejar daquela do velho vagabundo, ele me pegou pelos cabelos e

virou meu rosto na direção dele e com força meteu o pau dele na minha boca, que com o tamanho enorme quase me sufocava, embora aos poucos eu fosse me acostumando com o tamanho dele. O jovem pegou minha mão e fez eu masturbar ele enquanto eu chupava o segundo velho, e o velho vagabundo me fodia sem piedade. Naquele momento, veio outro orgasmo, não consegui gemer porque tinha a boca ocupada chupando um pau.

Jejeje, riu o velho vagabundo, você gosta de ser fodida, hein, foxy? ele disse e, sem parar de enterrar o pau o mais fundo que podia, me segurando pela cintura, continuava me empurrando sem tirar o pau. Senti os músculos dele se tensionarem e o pau dele soltar todo o sêmen dentro de mim, na hora senti o calor do gozo dele dentro de mim.

É sua vez, ele disse pro jovem, enquanto se afastava de mim já com o pau enorme meio murcho. Sem hesitar um instante, o jovem se colocou na minha frente e meteu o pauzão dele na minha buceta molhada das minhas gozadas e do sêmen do velho vagabundo. Ele enfiava o pau sem parar e, com a boca, chupava os bicos dos meus peitos lindos, enquanto eu continuava chupando o segundo velho. O segundo velho segurou minha cabeça pra eu não me mexer e começou a se mover ele mesmo, como se estivesse fodendo minha boca, metendo até o fundo da minha garganta, e as bolas dele batiam no meu queixo. Nunca pensei que conseguiria engolir um pau daquele tamanho; vi as veias do pau dele incharem e, um instante depois, o pau dele explodiu de prazer, soltando todo o sêmen na minha boca. O gozo dele saía sem parar, eu sentia quente na minha boca descendo pela garganta até que finalmente não aguentei tanto sêmen e começou a escorrer pelos meus lábios. Isso deve ter dado muito tesão no jovem, porque ele continuou me fodendo com fortes estocadas, metendo e tirando aquele pau enorme, estava destruindo minha buceta. Gemi, não consegui me segurar e gemi ainda mais alto, gritei de prazer por ter aquele pau na minha buceta, que orgasmo danado eu estava tendo. enquanto isso, o jovem se apertou contra mim, com o pau dele enfiado até o fundo, gritando que tava gozando enquanto gotas de suor escorriam pela testa dele e minha buceta ficava cheia de porra de preto de novo

Eles se afastaram um pouco de mim, se recuperando das gozadas deles e deixando que eu fizesse o mesmo das minhas, ali sentada no sofá.

Passaram alguns minutos até que as respirações ofegantes parassem de se ouvir

Olhei pro Ivan sentado satisfeito na cadeira dele sem dizer nada

E olhei de novo pros três vagabundos, eles tinham começado a se masturbar e já estavam quase totalmente duros de novo, tava claro que aquilo não tinha acabado, o segundo velho disse "agora quero foder essa gostosa eu", se deitou num tapete que tinha no chão e apontando pro pau dele me fez um sinal pra eu sentar em cima dele pra meter, me levantei do sofá e fui até ele, sentei em cima

Ele segurando o pau com a mão procurou a entrada da minha buceta que já tava mais que bem dilatada, o pau dele foi entrando com facilidade dentro de mim aos poucos, aquele enorme negão preto tava dentro de mim, tão dentro que eu soltei um gritinho de prazer que logo foi abafado pelos gemidos dele, eu tava pulando em cima do pau dele, gostava do pau dele e queria que ele me fodesse e eu tava fodendo ele, tava supermolhada e o barulho de chof chof que se ouvia mostrava isso, meus peitos pulavam pra cima e pra baixo com meus bicos duros como pedra, o pau dele entrava e saía da minha buceta, o velho vagabundo se aproximou de mim pela frente e me empurrou pra baixo fazendo com que eu continuasse fodendo o segundo velho mas de quatro, e depois se ajoelhou na minha frente pra que o pau dele ficasse na altura da minha boca, bateu com ele várias vezes nos meus lábios e comecei a chupar ele com força

Tava fora de mim, meu Deus, que tesão que eu tava

O velho deitado tava me deixando louca com o pau dele na minha buceta e como se isso não bastasse ele mordia meus bicos e com as mãos apertava meus peitos perfeitos, o velho O vagabundo tava com a boca ocupada, me fazendo lamber e chupar o pau preto dele, e aí o novato entrou em ação. Ele tava olhando, batendo uma com força, até que se posicionou atrás de mim. Cuspiu no meu cu várias vezes, pegou o pauzão dele e apontou pro meu rabo. Apertou um pouco, mais um pouco, mas tava difícil, não entrava. Tentou de novo, e eu senti meu cu se dilatando pra deixar aquele pau preto entrar, mas na hora o novato parou de empurrar. Tirei o pau do velho vagabundo da minha boca e gritei pro novato:

— Não para, empurra que já tá entrando!

E ele empurrou com toda força. O pau dele entrou no meu cu sem piedade. Senti dor, mas na hora passou e deu lugar ao prazer. Eu tava cheia em todos os buracos, nunca me senti tão cachorra nem tão puta. Sentia eles acelerando e diminuindo o ritmo, se sincronizando comigo. Notei meu corpo inteiro se enchendo de prazer, me contorcendo de tesão, e o melhor orgasmo da minha vida chegando. Meus fodões perceberam e aceleraram os três, fazendo eu tremer dos pés à cabeça com um orgasmo tão intenso que quase desmaiei. E enquanto aquele orgasmo tomava conta de mim, outros três orgasmos me preenchiam.

O velho vagabundo encheu minha boca de porra, metendo o pau na minha boca com movimentos fortes e secos, e gozou soltando jatos de cum lá dentro. O segundo vagabundo sugava meus mamilos com força enquanto minha buceta se enchia do cum dele, que de novo era muito abundante. Senti o calor intenso dele dentro de mim. Aquele velho filho da puta era uma máquina de fazer porra. E por último, o novato, entre gritos de "vou gozar, vou gozar", segurando meu cu com força com as mãos, inundou meu rabo com o semen dele. Quando os três saíram dos meus buracos, jorros, gotas de porra e dos meus fluidos escorriam por todo lado. Ali de quatro, caía no chão porra da minha boca, do meu cu e da minha buceta, junto com os líquidos da minha gozada, que também tinha sido abundante como nunca. E eu caí exausta no chão, por cima de tudo. todo aquele sexo.

Meu tutor Ivan fez um gesto e os três vagabundos se vestiram rápido e sumiram.

Quando me recuperei, estava exausta. Me levantei esperando que meu tutor me deixasse pra ser fodida por ele outra hora, já que não aguentava mais.

Ele mandou eu chegar perto e eu pensei que não ia ser assim, mas quando me aproximei dele, vi as enormes manchas de porra que tinha em cima da mesa.

Ele estendeu a mão e me deu meu cheque.

— Obrigada, Ivan.

— Não, obrigado a você, Bel.

Depois de me vestir, ia sair do escritório quando ele falou:

— Bel?

— Sim? Ivan.

— O que você achou de tudo isso?

— Bom, que vou adorar ser sua putinha. — Mandei um beijo com a mão e desapareci no elevador.

3 comentários - El viaje de niña a puta

fl22lf
que linda putita la nena como me calento