Embora eu já quase tivesse me acostumado com as viagens dela, a última ausência tava me parecendo muito longa. Eu tava com uns dias de folga e resolvi ir pra Costa pra surpreendê-la e, sinceramente, ainda não sei quem dos dois ficou mais surpreso.
Acho que sou liberal quanto à minha sexualidade, gosto de compartilhar e experimentar coisas novas, mas o que vivi naquela noite no hotel dele, embora excitante, ainda me surpreende. Sei que dentro de cada pessoa existe um lado homossexual escondido, mas nunca tinha dado vazão ao meu como naquela noite, sem preconceitos e me deixando levar por todas as sensações que me invadiam.
Cheguei em Costa no fim da tarde e fui direto para o hotel dele. Ele ainda não tinha chegado, então o efeito surpresa estava garantido. Na recepção, pedi a chave, que me deram sem hesitar, e solicitei que, quando ele chegasse, não avisassem da minha presença.
Fiquei quase uma hora na banheira, tomando um bom banho relaxante, com sais e muita espuma. Suavizei minha pele com um bom hidratante, cujo cheiro na minha pele com certeza ele ia adorar. Umas gotas de perfume discreto, mas bem colocadas atrás das orelhas, no meu colo, pulsos, sobre a minha buceta, nas minhas curvas e nos meus tornozelos. Queria excitá-lo envolvendo-o na minha fragrância, aquela mistura do meu próprio cheiro corporal com o meu perfume...
Me vesti para a ocasião com um conjunto de duas peças sugestivo, nada sofisticado. Cor escolhida: cinza pérola. Uma mistura de lycra e seda brocada estampada com umas flores delicadas. Corpete de alças finas, justinho nas formas dos meus peitos e na minha cintura, e uma calcinha combinando, daquelas altas na perna e abaixo do meu umbigo...
Esperei ele deitada na cama e, enquanto ele não chegava, fiquei me admirando... meus braços finos, minhas mãos delicadas de dedos longos e elegantes, meu colo, a lisura dos meus peitos redondos, proporcionados no tamanho e a auréola dos meus mamilos bem definida. A curva da minha cintura, a covinha do meu umbigo e o contorno dos meus quadris formando um conjunto quase perfeito. Minhas pernas longas, meus joelhos um pouco ossudos. Minhas coxas firmes, minhas curvas suaves, minhas panturrilhas, meus tornozelos finos e meus pés bem cuidados, unhas cortadas e pintadas de vinho.
Baixei um pouco minha calcinha e observei minha buceta de pelos lindos e crespos, aparados, minha virilha depilada. Toquei os lábios da minha xereca raspados, tão macios que pediam para ser beijados e tão gostosos ao toque que comecei a acariciá-los. O cheiro do meu perfume se espalhava pelo quarto todo e me embriagava.
Parei de me tocar, surpresa com o barulho da porta se abrindo. Era ele, ouvi sua voz e sua risada. Parecia estar falando com alguém e o escutei entrando no quarto pelo corredor. Ele trazia no braço o paletó bem arrumado e com o outro abraçava pela cintura uma loira desconhecida, pelo menos pra mim, porque eles pareciam se tratar com intimidade, enquanto ele sorria pra ela e a conduzia pro quarto, sussurrando coisas no ouvido dela. Ela ria e o apalpava, tentando tirar a gravata dele e desabotoar a camisa.
Os dois ficaram surpresos ao me ver ali, mas longe de fazer uma cena melosa de ciúmes e, pra meu espanto, ele a colocou de costas pra mim e, me olhando com provocação, começou a abraçá-la e a despí-la. Ela entrava na brincadeira e aceitava os pedidos dele, se deixando apalpar, virando-se pra me olhar descarada, safada e cheia de tesão. Eu conhecia os gostos dele e ele não tinha escolhido nela exatamente a inteligência. Ela parecia tirada de um bordel, mas de um com classe, com certo charme, ele não colocaria na cama dele uma piranha qualquer.
Deitada na cama e diante daquele espetáculo, voltei a me tocar. Eu abria e fechava as pernas, apertando minha buceta entre as coxas, passava a mão nos meus peitos e umedecia meus lábios, lambendo eles e mordendo com os dentes. Por cima da minha calcinha, comecei a me masturbar devagar enquanto ela o despia. Ela tirou a gravata dele sem desfazer o nó e a camisa, botão por botão, beijando o peito que ia deixando à mostra. Enfiou uma das pernas entre as dele, apalpando a virilha e as coxas. A calça dele já começava a empinar na altura do pau. Não sei se era mais as carícias dela que o excitavam ou me ver deitada na cama, me tocando para ele.
Quase nus os dois, ela se posicionou atrás dele, acariciando a bunda dele e beijando suas costas. Ele me chamou e, estendendo um dos braços, me ofereceu a mão, que segurei com as minhas. Ele me puxou para perto e, me beijando com gosto, colocou minhas mãos no pau dele por cima da calça. Senti ele duro, abaixei o zíper e não consegui evitar enfiar minhas mãos dentro e acariciar o falo dele, que me chamava. Aquilo o excitava, a pele dele se arrepiou, os abdominais ficaram tensos e os mamilos endureceram, respondendo com mordidas no meu pescoço e nos meus peitos por cima do sutiã, enquanto as mãos dele apertavam minhas nádegas e me puxavam para perto.
Ela por trás e eu na frente dele, o envolvemos com nossos braços e pernas, que se entrelaçaram. Nós duas o despimos completamente e o levamos até a cama, colocando-o como espectador das nossas carícias. Ela estava nua, só tinha deixado as meias com liga preta, e eu ainda estava de calcinha. Ela tinha um corpo magro, peitos pequenos, e o loiro do púbis quase se perdia na pele leitosa. Ficamos as duas de pé e nos deixamos levar pelas carícias que nossas mãos deslizavam pelos nossos corpos. Ela tirou da bolsa um brinquedo e, fazendo-o vibrar, passou pelo corpo dela e pelo meu. Pegou um dos meus seios e o aproximou da boca para beijar. Chupava o mamilo e beliscava o outro com os dedos. Eu enfiava minhas mãos entre as pernas dela, acariciando as coxas e roçando a bucetinha virgem dela, que já tinha começado a ficar molhada. Nós nos tocávamos e apalpávamos, alternando as carícias das nossas mãos com as do brinquedo dela, uma na outra, diante do olhar atento dele.
Ele continuava deitado na cama, de barriga pra cima, com as pernas abertas, uma dobrada e a outra esticada no colchão, nos olhando enquanto não parava de tocar o pau dele, já bem excitado. Acariciava de cima pra baixo, apertando suavemente entre as mãos, se masturbando sem pressa, se deliciando na ponta que roçava. com o polegar da mão dele, muito, muito excitado....
Fui pra cama e, de quatro, subi até a boceta dela, que pedia pra eu chupar, me ajoelhando sobre ele. Ela se deitou debaixo da minha, deitada na cama, e com a língua foi lambendo e acariciando minha bunda com as mãos. O prazer me fazia desejar o pau dele, que coloquei entre meus lábios, beijando. Eu acariciava de cima a baixo, passando a língua na ponta rosada. Molhei com minha própria saliva, espalhando com lambidas. Ele acariciava o peito com uma mão e, com a outra apoiada na minha cabeça, guiava meus movimentos, apertando minha cabeça, marcando o ritmo do boquete...
Me excitava ter o pau dele duro na minha boca e me excitava o jeito que ela, enfiada entre minhas pernas, percorria com a língua minha buceta molhada, movendo por toda a extensão da minha boceta em todas as direções e em círculos ao redor do meu clitóris, que já tava inchado. Ela separava minhas nádegas e percorria a racha da minha bunda com os dedos, que passava do meu cu até meu púbis, acariciando os lábios da minha buceta que transbordavam de prazer.
Ela largou minha entreperna e foi pra cima dele, colocando a boceta na cara dele. Ele brincava com a língua e os dedos na bucetinha delicada e quase angelical dela, enquanto nós duas nos dedicávamos por completo à satisfação e prazer dele. A quase desesperação que tomava conta dele fazia ele chupar a boceta dela com avidez, mexer a língua rápido em todas as direções e saborear os lábios vaginais, mordiscando, chupando o clitóris dela até fazê-la gritar. Ele agarrava a bunda dela e separava pra percorrer a racha do cu com a língua brincalhona, enfiava os dedos alternadamente no cu e na buceta dela, metendo e tirando, dando tapinhas na bunda.
Ele se sentou na cama, deixando ela de quatro, abriu a boceta dela e meteu, enfiando e tirando o pau olímpico dele. Voltei a me tocar, vendo como eles trepavam, pensando que eu também ia ser possuída daquele jeito. Ela gozou na hora, o que pareceu decepcionar ele. Ele veio até mim e, me beijando, se colocou por cima, pressionando o pau dele na minha barriga. Tava inchado, duro, molhado, quase explodindo. Ele roçava e esfregava no meu púbis, pressionava a ponta nua e escorregadia no meu clitóris, apertando com força. Mordia meus lóbulos das orelhas, soltava o hálito quente no meu pescoço, eu tremia quase me dobrando na cama, ele me fazia gritar e isso o excitava... ele aproximava a boceta dele da minha boca, me provocando a chupar e tirava sem deixar eu quase saborear. Essa brincadeira de querer e não querer tinha deixado a gente louco, desesperado...
Ele pediu pra deixar ele brincar com o pau dele no meu cu. De boa, virei de costas e ele, me segurando pela cintura, aproximou a ponta do pau dele, deixando escapar umas gotas de porra com que lubrificou a racha do meu cu, espalhando com o próprio pau dele seguro entre as mãos, apertando a base e segurando as bolas dele. Senti meu esfíncter se abrir e ele enfiar a ponta, devagar, pouco a pouco, e depois, toda a imensidão da virilidade dele com movimentos lentos mas profundos. Ouvi ele murmurar e me dizer entre gemidos como tava sentindo gostoso e como tava aproveitando. Senti uma pressão enorme nos meus intestinos e a dor me dava prazer. Falei que ia gozar e ele, se jogando nas minhas costas e chegando perto do meu ouvido, implorou pra eu aguentar, pra não fazer ainda...
Nossos gemidos tinham deixado ela excitada de novo, e ela se masturbava enquanto nos observava sentada numa poltrona, com as pernas abertas, apertando o vibrador entre os peitos, depois enfiando na buceta, mexendo lá dentro, tirando e metendo de novo enquanto nos via trepando daquele jeito até gozar....
Quase no limite do orgasmo mais sagrado, ele tirou o pau do meu cu, me virou e me deitou de barriga pra cima na cama, pegou uma das minhas pernas e levantou no braço dele, deixando meu tornozelo na altura do ombro, e com muita força e de uma só enfiada, o pau dele me atravessou. Ele metia e tirava, deslizando na minha lubrificação, me comendo uma vez atrás da outra, me sacudindo até me levar ao orgasmo.... mmmmmmm .... meu corpo tremeu, os músculos dele se tensionaram, e meus gritos e os espasmos sem controle da minha buceta apertando o pau dele fizeram ele gozar e me inundar com o esperma dele, que senti quente e ardendo nas minhas entranhas.....
Deussssssssssss, eu gritei ofegante....
Suados, ficamos um tempo parados, com o pau dele ainda dentro de mim, sentindo as últimas contrações e tremores dos nossos corpos. Ela se vestiu e, chegando perto da cama, me deu um selinho nos lábios e se despediu dele beijando o pau dele até a próxima vez que voltasse pra Costa.
- Onde você aprendeu essas coisas? - ela me perguntou sorrindo...
- Ainda tenho muito que aprender - respondi....
- Quer que eu te mostre um par delas enquanto a gente toma banho?... e, pegando na minha mão, me levou com ele pro banheiro e me enfiou no chuveiro.....
Acho que sou liberal quanto à minha sexualidade, gosto de compartilhar e experimentar coisas novas, mas o que vivi naquela noite no hotel dele, embora excitante, ainda me surpreende. Sei que dentro de cada pessoa existe um lado homossexual escondido, mas nunca tinha dado vazão ao meu como naquela noite, sem preconceitos e me deixando levar por todas as sensações que me invadiam.Cheguei em Costa no fim da tarde e fui direto para o hotel dele. Ele ainda não tinha chegado, então o efeito surpresa estava garantido. Na recepção, pedi a chave, que me deram sem hesitar, e solicitei que, quando ele chegasse, não avisassem da minha presença.
Fiquei quase uma hora na banheira, tomando um bom banho relaxante, com sais e muita espuma. Suavizei minha pele com um bom hidratante, cujo cheiro na minha pele com certeza ele ia adorar. Umas gotas de perfume discreto, mas bem colocadas atrás das orelhas, no meu colo, pulsos, sobre a minha buceta, nas minhas curvas e nos meus tornozelos. Queria excitá-lo envolvendo-o na minha fragrância, aquela mistura do meu próprio cheiro corporal com o meu perfume...
Me vesti para a ocasião com um conjunto de duas peças sugestivo, nada sofisticado. Cor escolhida: cinza pérola. Uma mistura de lycra e seda brocada estampada com umas flores delicadas. Corpete de alças finas, justinho nas formas dos meus peitos e na minha cintura, e uma calcinha combinando, daquelas altas na perna e abaixo do meu umbigo...
Esperei ele deitada na cama e, enquanto ele não chegava, fiquei me admirando... meus braços finos, minhas mãos delicadas de dedos longos e elegantes, meu colo, a lisura dos meus peitos redondos, proporcionados no tamanho e a auréola dos meus mamilos bem definida. A curva da minha cintura, a covinha do meu umbigo e o contorno dos meus quadris formando um conjunto quase perfeito. Minhas pernas longas, meus joelhos um pouco ossudos. Minhas coxas firmes, minhas curvas suaves, minhas panturrilhas, meus tornozelos finos e meus pés bem cuidados, unhas cortadas e pintadas de vinho.Baixei um pouco minha calcinha e observei minha buceta de pelos lindos e crespos, aparados, minha virilha depilada. Toquei os lábios da minha xereca raspados, tão macios que pediam para ser beijados e tão gostosos ao toque que comecei a acariciá-los. O cheiro do meu perfume se espalhava pelo quarto todo e me embriagava.
Parei de me tocar, surpresa com o barulho da porta se abrindo. Era ele, ouvi sua voz e sua risada. Parecia estar falando com alguém e o escutei entrando no quarto pelo corredor. Ele trazia no braço o paletó bem arrumado e com o outro abraçava pela cintura uma loira desconhecida, pelo menos pra mim, porque eles pareciam se tratar com intimidade, enquanto ele sorria pra ela e a conduzia pro quarto, sussurrando coisas no ouvido dela. Ela ria e o apalpava, tentando tirar a gravata dele e desabotoar a camisa.
Os dois ficaram surpresos ao me ver ali, mas longe de fazer uma cena melosa de ciúmes e, pra meu espanto, ele a colocou de costas pra mim e, me olhando com provocação, começou a abraçá-la e a despí-la. Ela entrava na brincadeira e aceitava os pedidos dele, se deixando apalpar, virando-se pra me olhar descarada, safada e cheia de tesão. Eu conhecia os gostos dele e ele não tinha escolhido nela exatamente a inteligência. Ela parecia tirada de um bordel, mas de um com classe, com certo charme, ele não colocaria na cama dele uma piranha qualquer.
Deitada na cama e diante daquele espetáculo, voltei a me tocar. Eu abria e fechava as pernas, apertando minha buceta entre as coxas, passava a mão nos meus peitos e umedecia meus lábios, lambendo eles e mordendo com os dentes. Por cima da minha calcinha, comecei a me masturbar devagar enquanto ela o despia. Ela tirou a gravata dele sem desfazer o nó e a camisa, botão por botão, beijando o peito que ia deixando à mostra. Enfiou uma das pernas entre as dele, apalpando a virilha e as coxas. A calça dele já começava a empinar na altura do pau. Não sei se era mais as carícias dela que o excitavam ou me ver deitada na cama, me tocando para ele.
Quase nus os dois, ela se posicionou atrás dele, acariciando a bunda dele e beijando suas costas. Ele me chamou e, estendendo um dos braços, me ofereceu a mão, que segurei com as minhas. Ele me puxou para perto e, me beijando com gosto, colocou minhas mãos no pau dele por cima da calça. Senti ele duro, abaixei o zíper e não consegui evitar enfiar minhas mãos dentro e acariciar o falo dele, que me chamava. Aquilo o excitava, a pele dele se arrepiou, os abdominais ficaram tensos e os mamilos endureceram, respondendo com mordidas no meu pescoço e nos meus peitos por cima do sutiã, enquanto as mãos dele apertavam minhas nádegas e me puxavam para perto.Ela por trás e eu na frente dele, o envolvemos com nossos braços e pernas, que se entrelaçaram. Nós duas o despimos completamente e o levamos até a cama, colocando-o como espectador das nossas carícias. Ela estava nua, só tinha deixado as meias com liga preta, e eu ainda estava de calcinha. Ela tinha um corpo magro, peitos pequenos, e o loiro do púbis quase se perdia na pele leitosa. Ficamos as duas de pé e nos deixamos levar pelas carícias que nossas mãos deslizavam pelos nossos corpos. Ela tirou da bolsa um brinquedo e, fazendo-o vibrar, passou pelo corpo dela e pelo meu. Pegou um dos meus seios e o aproximou da boca para beijar. Chupava o mamilo e beliscava o outro com os dedos. Eu enfiava minhas mãos entre as pernas dela, acariciando as coxas e roçando a bucetinha virgem dela, que já tinha começado a ficar molhada. Nós nos tocávamos e apalpávamos, alternando as carícias das nossas mãos com as do brinquedo dela, uma na outra, diante do olhar atento dele.
Ele continuava deitado na cama, de barriga pra cima, com as pernas abertas, uma dobrada e a outra esticada no colchão, nos olhando enquanto não parava de tocar o pau dele, já bem excitado. Acariciava de cima pra baixo, apertando suavemente entre as mãos, se masturbando sem pressa, se deliciando na ponta que roçava. com o polegar da mão dele, muito, muito excitado....
Fui pra cama e, de quatro, subi até a boceta dela, que pedia pra eu chupar, me ajoelhando sobre ele. Ela se deitou debaixo da minha, deitada na cama, e com a língua foi lambendo e acariciando minha bunda com as mãos. O prazer me fazia desejar o pau dele, que coloquei entre meus lábios, beijando. Eu acariciava de cima a baixo, passando a língua na ponta rosada. Molhei com minha própria saliva, espalhando com lambidas. Ele acariciava o peito com uma mão e, com a outra apoiada na minha cabeça, guiava meus movimentos, apertando minha cabeça, marcando o ritmo do boquete...Me excitava ter o pau dele duro na minha boca e me excitava o jeito que ela, enfiada entre minhas pernas, percorria com a língua minha buceta molhada, movendo por toda a extensão da minha boceta em todas as direções e em círculos ao redor do meu clitóris, que já tava inchado. Ela separava minhas nádegas e percorria a racha da minha bunda com os dedos, que passava do meu cu até meu púbis, acariciando os lábios da minha buceta que transbordavam de prazer.
Ela largou minha entreperna e foi pra cima dele, colocando a boceta na cara dele. Ele brincava com a língua e os dedos na bucetinha delicada e quase angelical dela, enquanto nós duas nos dedicávamos por completo à satisfação e prazer dele. A quase desesperação que tomava conta dele fazia ele chupar a boceta dela com avidez, mexer a língua rápido em todas as direções e saborear os lábios vaginais, mordiscando, chupando o clitóris dela até fazê-la gritar. Ele agarrava a bunda dela e separava pra percorrer a racha do cu com a língua brincalhona, enfiava os dedos alternadamente no cu e na buceta dela, metendo e tirando, dando tapinhas na bunda.
Ele se sentou na cama, deixando ela de quatro, abriu a boceta dela e meteu, enfiando e tirando o pau olímpico dele. Voltei a me tocar, vendo como eles trepavam, pensando que eu também ia ser possuída daquele jeito. Ela gozou na hora, o que pareceu decepcionar ele. Ele veio até mim e, me beijando, se colocou por cima, pressionando o pau dele na minha barriga. Tava inchado, duro, molhado, quase explodindo. Ele roçava e esfregava no meu púbis, pressionava a ponta nua e escorregadia no meu clitóris, apertando com força. Mordia meus lóbulos das orelhas, soltava o hálito quente no meu pescoço, eu tremia quase me dobrando na cama, ele me fazia gritar e isso o excitava... ele aproximava a boceta dele da minha boca, me provocando a chupar e tirava sem deixar eu quase saborear. Essa brincadeira de querer e não querer tinha deixado a gente louco, desesperado...Ele pediu pra deixar ele brincar com o pau dele no meu cu. De boa, virei de costas e ele, me segurando pela cintura, aproximou a ponta do pau dele, deixando escapar umas gotas de porra com que lubrificou a racha do meu cu, espalhando com o próprio pau dele seguro entre as mãos, apertando a base e segurando as bolas dele. Senti meu esfíncter se abrir e ele enfiar a ponta, devagar, pouco a pouco, e depois, toda a imensidão da virilidade dele com movimentos lentos mas profundos. Ouvi ele murmurar e me dizer entre gemidos como tava sentindo gostoso e como tava aproveitando. Senti uma pressão enorme nos meus intestinos e a dor me dava prazer. Falei que ia gozar e ele, se jogando nas minhas costas e chegando perto do meu ouvido, implorou pra eu aguentar, pra não fazer ainda...
Nossos gemidos tinham deixado ela excitada de novo, e ela se masturbava enquanto nos observava sentada numa poltrona, com as pernas abertas, apertando o vibrador entre os peitos, depois enfiando na buceta, mexendo lá dentro, tirando e metendo de novo enquanto nos via trepando daquele jeito até gozar....Quase no limite do orgasmo mais sagrado, ele tirou o pau do meu cu, me virou e me deitou de barriga pra cima na cama, pegou uma das minhas pernas e levantou no braço dele, deixando meu tornozelo na altura do ombro, e com muita força e de uma só enfiada, o pau dele me atravessou. Ele metia e tirava, deslizando na minha lubrificação, me comendo uma vez atrás da outra, me sacudindo até me levar ao orgasmo.... mmmmmmm .... meu corpo tremeu, os músculos dele se tensionaram, e meus gritos e os espasmos sem controle da minha buceta apertando o pau dele fizeram ele gozar e me inundar com o esperma dele, que senti quente e ardendo nas minhas entranhas.....
Deussssssssssss, eu gritei ofegante....
Suados, ficamos um tempo parados, com o pau dele ainda dentro de mim, sentindo as últimas contrações e tremores dos nossos corpos. Ela se vestiu e, chegando perto da cama, me deu um selinho nos lábios e se despediu dele beijando o pau dele até a próxima vez que voltasse pra Costa.
- Onde você aprendeu essas coisas? - ela me perguntou sorrindo...
- Ainda tenho muito que aprender - respondi....
- Quer que eu te mostre um par delas enquanto a gente toma banho?... e, pegando na minha mão, me levou com ele pro banheiro e me enfiou no chuveiro.....
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