Entramos na casa dela, assim que entrei já percebi o clima familiar, brinquedos de criança. Não quis perguntar pra não deixar ela desconfortável, no fim das contas, ela é uma mulher, eu sou um homem, e a gente queria se divertir.
— Senta no sofá e me espera — ela falou assim que a gente entrou, e foi direto por um corredor, era uma casa normal, então enquanto ela tava do outro lado do corredor, a gente conversava e ria; sempre tento dar um clima.
Com uma garrafa de sidra ou champanhe (não lembro o que era) na mão e com uma camisola transparente, justa e de fio dental, ela veio na minha direção, sentou em cima de mim e enquanto começou a se mexer pra esquentar a gente, bebia direto do bico da garrafa, me deu um pouco e a gente começou a se apertar, enquanto eu apertava a bunda dela com as duas mãos. Já tava bem quente, mas meio bêbado, o que complicava minha ereção XD, joguei ela no sofá e chupei por uns segundos a buceta e os peitos dela, sentia a respiração dela acelerada, os nervos e o tesão. Levantei e peguei ela pelas mãos, falando "fica sentada", então quando ela levantou o corpo do sofá, se deparou com minha pica dura, me agarrou pela bunda e enfiou a pica toda na boca, chupando por uns segundos vendo a cara de puta que ela fazia, saboreando e suspirando forte; era óbvio que ela tava gostando, que tava com tesão, e que precisava dar pra um cara como eu.
Joguei ela de volta no sofá e coloquei a camisinha, coloquei as pernas dela nos meus ombros e me joguei nela, expondo e abrindo mais a buceta dela pra minha pica (não sou dotado, tenho pica normal), estiquei a língua e a gente começou a se beijar de língua bem pornô 😛, e devagar eu roçava a pica na buceta dela, senti ela toda molhada, enfiei a cabeça e me mexia devagar, ela tentava alcançar alguma parte do meu corpo pra me puxar pra dentro, eu evitava porque quanto mais tesuda a mulher que tô, mais eu gosto, mais me excito, mais curto esses jogos e melhor vou foder. Enfiei até o fundo e deixei ali, de repente comecei a bombar num ritmo moderado, mas o mais fundo que dava, roçando minha pélvis no clitóris dela pra dar ainda mais prazer. Fodi ela assim sem parar, nos beijando e falando besteiras um pro outro. Ela começou a respirar mais forte, me agarrando pelas costas com as mãos, aumentando a velocidade aos poucos. Os lábios dela se separaram dos meus e ela começou a gemer de prazer, gozando em mim. Ela me empurrou e eu fiquei surpreso... Me fez sentar no sofá e tirou a camisinha, ajoelhando entre minhas pernas. Começou a me punhetar, colocando a boca e chupando (uma punheta/boquete). Quando eu falei "mais devagar" com voz de êxtase, ela soltou meu pau e enfiou na boca dela, chupando devagar, sem dar chance pra sensibilidade do pau quando você tá gozando. Deixou todo o gozo na boca dela, me olhou, e cuspiu num lenço.
Ficamos sentados lá por uns segundos e, quando fui embora, ela disse: "Anota meu telefone... como você me comeu bem, cara."
Transamos mais umas vezes, até que ela começou a namorar justamente com o careca filho da puta da balada.
— Senta no sofá e me espera — ela falou assim que a gente entrou, e foi direto por um corredor, era uma casa normal, então enquanto ela tava do outro lado do corredor, a gente conversava e ria; sempre tento dar um clima.
Com uma garrafa de sidra ou champanhe (não lembro o que era) na mão e com uma camisola transparente, justa e de fio dental, ela veio na minha direção, sentou em cima de mim e enquanto começou a se mexer pra esquentar a gente, bebia direto do bico da garrafa, me deu um pouco e a gente começou a se apertar, enquanto eu apertava a bunda dela com as duas mãos. Já tava bem quente, mas meio bêbado, o que complicava minha ereção XD, joguei ela no sofá e chupei por uns segundos a buceta e os peitos dela, sentia a respiração dela acelerada, os nervos e o tesão. Levantei e peguei ela pelas mãos, falando "fica sentada", então quando ela levantou o corpo do sofá, se deparou com minha pica dura, me agarrou pela bunda e enfiou a pica toda na boca, chupando por uns segundos vendo a cara de puta que ela fazia, saboreando e suspirando forte; era óbvio que ela tava gostando, que tava com tesão, e que precisava dar pra um cara como eu.
Joguei ela de volta no sofá e coloquei a camisinha, coloquei as pernas dela nos meus ombros e me joguei nela, expondo e abrindo mais a buceta dela pra minha pica (não sou dotado, tenho pica normal), estiquei a língua e a gente começou a se beijar de língua bem pornô 😛, e devagar eu roçava a pica na buceta dela, senti ela toda molhada, enfiei a cabeça e me mexia devagar, ela tentava alcançar alguma parte do meu corpo pra me puxar pra dentro, eu evitava porque quanto mais tesuda a mulher que tô, mais eu gosto, mais me excito, mais curto esses jogos e melhor vou foder. Enfiei até o fundo e deixei ali, de repente comecei a bombar num ritmo moderado, mas o mais fundo que dava, roçando minha pélvis no clitóris dela pra dar ainda mais prazer. Fodi ela assim sem parar, nos beijando e falando besteiras um pro outro. Ela começou a respirar mais forte, me agarrando pelas costas com as mãos, aumentando a velocidade aos poucos. Os lábios dela se separaram dos meus e ela começou a gemer de prazer, gozando em mim. Ela me empurrou e eu fiquei surpreso... Me fez sentar no sofá e tirou a camisinha, ajoelhando entre minhas pernas. Começou a me punhetar, colocando a boca e chupando (uma punheta/boquete). Quando eu falei "mais devagar" com voz de êxtase, ela soltou meu pau e enfiou na boca dela, chupando devagar, sem dar chance pra sensibilidade do pau quando você tá gozando. Deixou todo o gozo na boca dela, me olhou, e cuspiu num lenço.
Ficamos sentados lá por uns segundos e, quando fui embora, ela disse: "Anota meu telefone... como você me comeu bem, cara."
Transamos mais umas vezes, até que ela começou a namorar justamente com o careca filho da puta da balada.
2 comentários - No baile - coroa - Final
Y cuento vivencias como seguro todos las tenemos, anecdotas que me acuerdo. Nada mas!