Eram 10 horas da noite de sexta-feira, eu tava indo pra casa. Essa noite ia ter que ir a pé, porque o carro tava no mecânico. A semana tinha sido uma merda, e pra piorar, uma tempestade forte tava começando. Em só 5 dias, minha equipe perdeu dois dos clientes mais importantes da empresa.
Eu tava vestindo uma minissaia vermelha perigosa que batia debaixo da bunda, e tava tão molhada que dava pra ver a mini tanga vermelha separando minhas nádegas e deixando as curvas do meu rabo ainda mais gostosas. Também tava com uma blusa preta de manga curta e decote em V que deixava meus peitos quase à mostra, na altura do mamilo. Eu tinha tirado o casaco porque já tava encharcado.
Tava indo pra casa quando, ao virar a esquina, trombei com um senhor baixinho, meio careca, com a roupa suja e rasgada de preparar massa de cimento e subir em andaime. Esse pedreiro me perguntou as horas, e eu respondi que eram 10 e pouco. Quando tentei seguir meu caminho, senti alguém me segurar forte pelos braços. Quando ia gritar, uma mão suja e pesada tapou minha boca. De repente, me vi num quarto escuro, quente e úmido. Consegui distinguir a figura de 6 pedreiros.
No quarto, dava pra sentir uma mistura de cheiros de suor, sexo e umidade. Um deles acendeu uma lamparina pequena e se aproximou de mim. Era moreno, de olhos quase pretos, gordo e meio careca, vestindo uma camiseta cinza e rasgada. Ele chegou perto e disse: "Já te vimos passando por aqui muitas vezes, e não quisemos perder a chance de te conhecer. Sua bunda é tão grande que todos nós queremos esfregar o pau nessas nalgas."
O quarto era úmido e quente, com paredes de tijolo vermelho e teto baixo. Era tipo um porão, e o silêncio me fez perceber que ninguém poderia me ajudar, por mais que eu gritasse. Eu comecei a ficar com medo, quando o homem baixinho se aproximou de mim e disse: Ela era a mulher mais gostosa e sexy que eu já tinha visto, e começou a lamber minha cara, igual um cachorro no cio. De repente, outro se aproximou de mim, esse tinha um corpo atlético, pele branca e olhos escuros. Não parecia peão de obra, mas me encarou nos olhos e me deu medo; ele me pegou pelo pescoço e arrancou a blusa do meu corpo, eu usava um sutiã vermelho de renda que destacava muito meus peitos, como se fossem duas esferas perfeitas.
Todos começaram a rir, eu não dizia nada, só observava. Quando outro homem se aproximou de mim, esse cara era muito magro e muito alto, tinha a pele com um tom bronzeado cinzento e uns olhos verdes grandes que me deixavam muito nervosa, ele tinha um olhar interessante e penetrante, e cheirava muito a suor, mas era um cheiro excitante e perigoso.
De repente, ele tirou a camisa azul xadrez que vestia, se abaixou, chegou perto de mim e me mordeu devagar, cada um dos meus peitos, e os acariciou com a língua com força. Essa mistura de medo e excitação me confundia. Eu não conseguia entender o que sentia. Outro homem, bem moreno e de altura média, começou a tirar a calça jeans, depois a camisa xadrez azul, até ficar completamente nu. Ele se colocou atrás de mim e encostou o pau na minha bunda, pude sentir o calor do membro, assim como pude sentir ele ficando excitado, porque esfregava ele com força no meu rabo. O pau dele era pequeno, mas muito grosso, tipo um pepino, tinha uma cor rosa e da ponta saía um tipo de líquido viscoso e transparente. Ele pegou minha saia e arrebentou o zíper, ela caiu no chão, deixando à mostra minha bunda grande e carnuda, vestida com uma calcinha fio-dental minúscula, vermelha e grossa de renda que grudava no meu rabo como se o levantasse e o arredondasse. Depois, ele me disse no ouvido: "você vai gostar do que vamos fazer com você", e lentamente pegou meus peitos com as mãos, apertava e acariciava, enquanto esfregava o pau excitado na minha bunda.
O homem que não parecia peão de obra voltou a aproximar, e lentamente desabotoo meu sutiã, e assim que tiro ele, de uma sacola de compras pego um gelo e começo a passar nos meus mamilos. Meus mamilos eram rosadinhos e se destacavam nas minhas tetas brancas, pareciam dois kisses num sorvete de baunilha, tinham um cheiro gostoso de porra quente. E começaram a endurecer e a ficar excitados com o gelo. Eu me sentia mais sensível, e até o roçar do ar me excitava.
Um último homem se aproximou de mim, achei que já tinha visto ele antes, estava nu, tinha a pele morena, olhos pretos, nariz grande e cheirava muito a álcool, e a um perfume de menta com suor. Me jogou no chão e foi assim que pude ver o pau dele, era de uma cor mulata, estava totalmente duro, me pareceu muito comprido e fino, e os ovos dele eram tão grandes quanto peras, começou a bater na minha cara com ele como se estivesse me dando tapas. Me jogou no chão e disse: Vira, foxy. Assim que eu estava deitada no chão, começou a beijar meus quadris, com as mãos fazia círculos na minha pele, e mordiscava minhas nádegas. Pegou uma faca e cortou minha mini calcinha fio dental, ele curtia o perigo de uma faca encostada na minha pele, primeiro fez um buraco na altura da buceta e começou a me cheirar e a me chupar por ali, depois cortou a calcinha pelos lados, e continuou rasgando ela no meu corpo até que ficou toda destruída.
Da minha buceta saía um cheiro gostoso de sexo quente e um lubrificante branquelo e viscoso. Eu tinha a impressão de que não ia mais aguentar o prazer que sentia. Ele se levantou e me ajoelhou nua. Dava pra ver minhas tetas grandes, como melões, eu continuava me sentindo muito confusa, não sabia se conseguia continuar resistindo, ou ceder livremente aos desejos dele. Começaram a se despir e a murmurar entre eles. O baixinho se aproximou nu de mim e colocou o pau na minha boca bruscamente.
O pau era grosso e médio, era macio e estava muito duro, era de cor branquinha, e assim que estava na minha boca ele começou a empurrar minha cabeça bruscamente pra frente e pra trás. Depois começou a gritando igual a bicho no ato de foder, e os outros continuavam murmurando algo que eu não conseguia ouvir. O gordo careca tirou o baixinho e ficou na minha frente, eu pensei que ele queria que eu chupasse o pau dele, mas ele disse: Chupa minhas bolas, puta.
Ele enfiou minha cabeça entre as pernas dele e eu comecei a chupar e lamber as bolas dele com a língua, tinha um cheiro muito forte e ruim de sexo, mas as bolas dele eram quentes e carnudas, eram bem grandes e o pau dele era muito pequeno e fino, tanto que eu comecei a ficar excitada e já não precisavam mais me obrigar a fazer o que eles queriam. O que parecia pedreiro, o magro e o moreno, também pelados, me pegaram pelas mãos e quase me arrastando me jogaram numa cama velha de ferro que tinha no quarto, abriram minhas pernas e braços, e me amarraram na cama.
Entre eles diziam que eu já não resistia, que eu tava adorando, e eles tinham razão, eu tava encharcada de lubrificante e toda excitada. Os três subiram na cama e começaram a bater punheta, o magro tinha um pau bem grandão e grosso, e o que parecia pedreiro tinha um de tamanho e grossura médios, pareciam cogumelinhos rosados, estavam bem quentes e duros. Dava pra ver na cara deles uma expressão de prazer, aos poucos começaram a gozar em cima de mim, eu tava banhada de porra, o cheiro de porra e de sexo era muito forte. Me excitava o calor do sêmen, e me excitava mais ainda como ele ia escorrendo dos mamilos pros peitos, pelas pernas, pela barriga e como ia escorrendo pra dentro da minha buceta, onde eu sentia ele quente. Depois, com as mãos, começaram a me apalpar e a esfregar o sêmen no meu corpo inteiro. Eles tocavam meus peitos, minha cintura, meus quadris, minha bunda e minha buceta. Pareciam meio cansados, e levantaram da cama.
O moreno chegou perto, me pegou pelo pescoço e começou a me beijar selvagemente, na boca, no pescoço, e foi descendo devagar pelos peitos, pelos mamilos, pela minha cintura, pela monte de Vênus, até chegar no meu clitóris.
Ele começou a me chupar e acariciar, no quarto Sentia um cheiro forte da minha buceta, o que deixava eles mais excitados, parecia uma orgia de bichos no cio. Eu também senti outro cheiro, o da buceta deles, era forte e ao mesmo tempo ácido, uma mistura de cheiro de porra quente, com suor, com sexo, e lubrificante. Eu sentia cada vez mais calor, comecei a gemer de prazer e um deles falou: Você gosta disso, sua puta.
Sem perceber, comecei a pedir mais, ele me chupava cada vez mais forte, mais intensamente, mas ao mesmo tempo com cuidado. Com os lábios, ele sugava meu clitóris e com a língua massageava. Meus gemidos estavam cada vez mais altos, então decidiram tampar minha boca. Senti desespero e quis fugir.
De repente, senti umas mãos grandes, pesadas e bem ásperas apalpando minha bunda, e senti uns dedões entrando na minha buceta. Eles faziam um movimento que começou a me excitar, o calor daqueles dedos e o jeito que me tocavam me deixaram ainda mais molhada. Fechei os olhos e quis gritar, mas não de dor, e sim de prazer.
Não gritei porque algo dentro de mim ainda me dava medo. Aquelas mãos eram do gordo e do baixinho. O moreno continuava me beijando, e ao mesmo tempo falava: Quero meter isso na sua buceta. Ele sentou entre minhas pernas e começou a meter com força e furiosamente, e balançava o corpo contra o meu, empurrando com os peitos. Comecei a sentir ele gozando dentro de mim, eu estava muito excitada, mas o nervosismo e o medo me impediam de aproveitar de verdade, até que o moreno ficou muito cansado e tirou o pau de dentro de mim e me soltou.
O magro deitou no chão e gritou: Monta, puta. Subi em cima dele, ele me penetrou e me abraçou, senti as mãos dele me apalpando, me acariciando com força e abrindo minha bunda. O baixinho se ajoelhou atrás de mim e começou a chupar e beijar meu cu. Eu sentia a língua dele me molhando ainda mais, e entrando no meu cu. Era uma excitação constante, mas eu não chegava ao orgasmo. O baixinho estava me penetrando pelo cu, no começo senti um pouco de dor, mas... foi desaparecendo enquanto minha buceta ficava mais lubrificada. Nós três nos movíamos no mesmo ritmo e gemíamos de prazer. Os dois homens me apalpavam com movimentos suaves e circulares. Me seguravam pela cintura e se empurravam pra dentro de mim. Eu já tava quase gozando quando eles gozaram dentro de mim e pararam, tirando os paus. Era tanto esperma e lubrificante que escorria um líquido branco e viscoso da minha buceta e do meu cu.
Eu ainda tava excitada, me deitaram de barriga pra cima enquanto um deles me penetrava por trás. O moreno ficou debaixo de mim, e eu montei no pau dele, enfiando no meu cu. O que não parecia pedreiro sentou na minha barriga e começou a me penetrar pela buceta. A pressão dos dois paus me excitava ainda mais, eu comecei a gritar e gemer, meu clitóris tava tão duro que dava pra ver, e o roçar na barriga do que não parecia pedreiro me deixava mais louca.
O gordo ficou de pé na minha cara e enfiou o pau na minha boca, e comecei a chupar até ele gozar. E senti de novo aquele gosto forte de lubrificante, os outros dois homens continuavam me comendo, me apalpavam e me beijavam, chupavam meus peitos e meus bicos.
O cara que eu tava chupando começou a gozar, enquanto gritava: Engole tudo, puta. Eu tava adorando, quando comecei a sentir algo quente no meu corpo, senti o orgasmo chegando, eu tava gozando, minha buceta se contraía e apertava mais os paus que me comiam.
Minha barriga tremia enquanto eu gozava, o gordo tirou o pau da minha boca, e o moreno começou a gozar, foi tão forte que senti um jato de esperma entrando no meu cu. O que não parecia pedreiro me segurou pela cintura e começou a me puxar pra ele. Na cara dele dava pra ver o prazer que ele tava sentindo ao gozar dentro de mim, e ele começou a gritar e a me mover mais rápido e mais forte. Eu, que pensei que já tinha chegado no clímax, fiquei excitada de novo.
Esse cara me agarrava pelas coxas e me puxava pra ele, senti o pau dele tocando o fundo da minha buceta. minha barriga. Eu me aqueci de novo, e agora minha excitação era mais intensa, minha barriga se contraía mais rápido e mais forte; ele sentia como minha buceta pulsava e ficava cada vez mais excitado. Começou a gemer igual um cachorro no cio, os outros homens olhavam pra gente espantados, de eu conseguir ficar tão quente e excitada por tanto tempo. Senti a vista escurecer, e senti como se minha barriga explodisse num grito de prazer que soltei quando cheguei ao orgasmo. Assim que tava no clímax, a gente não conseguia parar, ficava cada vez mais intenso, até que finalmente terminamos. Nós dois soltamos um suspiro de prazer, eu tava mais satisfeita do que nunca. A selvageria, a vulgaridade, o perigo e o medo que aqueles homens representavam me libertaram e me fizeram sentir mais mulher do que nunca, me senti desejada, usada, e ao mesmo tempo, consegui realizar todos os meus desejos. Eu já tava muito cansada. Me deitaram na cama e me amarraram nela, sem pensar, eu dormi.
Quando acordei, tava nua, ainda amarrada, tentei me levantar, mas o moreno e o magrelo estavam em cima de mim. Nessa hora, os outros acordaram.
O gordo falou: "Que foi, putinha, andava solta ontem à noite?" Eu disse que precisava ir embora antes do amanhecer. E o baixinho falou: "Deita, rabuda, que você ainda tem que me chupar." Eu continuava de braços e pernas abertos, amarrada em cada canto da minha cabeça. Eu tava deitada olhando pro teto, o baixinho colocou o pau na minha cara e começou a enfiar na minha boca. Dava pra sentir na garganta aquele gosto entre doce e amargo do gozo que ele ia esporrando. Quando terminou, ele saiu, o moreno se ajoelhou pra eu chupar ele, mas eu recusei. Avisei que se eles não me chupassem, eu não chupava ninguém. Então o que não parecia pedreiro começou a me chupar.
Ele colocou meu clitóris entre os lábios dele e começou a me chupar. E um por um, fui chupando cada um até eles gozarem na minha boca. O que tava me chupando não quis que eu chupasse ele, parecia Tava muito cansada. O cheiro de sexo ainda tava no ar. Me soltaram, comecei a me vestir, peguei minha bolsa e minha jaqueta e, ao sair, percebi que o dia tava começando a clarear.
Olhei pro relógio e vi que eram 5h30 da manhã. Andei rápido até em casa, entrei sem fazer barulho, todo mundo tava dormindo. Deitei na minha cama e apaguei, até as 8 da manhã, quando o despertador tocou.
Eu tava vestindo uma minissaia vermelha perigosa que batia debaixo da bunda, e tava tão molhada que dava pra ver a mini tanga vermelha separando minhas nádegas e deixando as curvas do meu rabo ainda mais gostosas. Também tava com uma blusa preta de manga curta e decote em V que deixava meus peitos quase à mostra, na altura do mamilo. Eu tinha tirado o casaco porque já tava encharcado.
Tava indo pra casa quando, ao virar a esquina, trombei com um senhor baixinho, meio careca, com a roupa suja e rasgada de preparar massa de cimento e subir em andaime. Esse pedreiro me perguntou as horas, e eu respondi que eram 10 e pouco. Quando tentei seguir meu caminho, senti alguém me segurar forte pelos braços. Quando ia gritar, uma mão suja e pesada tapou minha boca. De repente, me vi num quarto escuro, quente e úmido. Consegui distinguir a figura de 6 pedreiros.
No quarto, dava pra sentir uma mistura de cheiros de suor, sexo e umidade. Um deles acendeu uma lamparina pequena e se aproximou de mim. Era moreno, de olhos quase pretos, gordo e meio careca, vestindo uma camiseta cinza e rasgada. Ele chegou perto e disse: "Já te vimos passando por aqui muitas vezes, e não quisemos perder a chance de te conhecer. Sua bunda é tão grande que todos nós queremos esfregar o pau nessas nalgas."
O quarto era úmido e quente, com paredes de tijolo vermelho e teto baixo. Era tipo um porão, e o silêncio me fez perceber que ninguém poderia me ajudar, por mais que eu gritasse. Eu comecei a ficar com medo, quando o homem baixinho se aproximou de mim e disse: Ela era a mulher mais gostosa e sexy que eu já tinha visto, e começou a lamber minha cara, igual um cachorro no cio. De repente, outro se aproximou de mim, esse tinha um corpo atlético, pele branca e olhos escuros. Não parecia peão de obra, mas me encarou nos olhos e me deu medo; ele me pegou pelo pescoço e arrancou a blusa do meu corpo, eu usava um sutiã vermelho de renda que destacava muito meus peitos, como se fossem duas esferas perfeitas.
Todos começaram a rir, eu não dizia nada, só observava. Quando outro homem se aproximou de mim, esse cara era muito magro e muito alto, tinha a pele com um tom bronzeado cinzento e uns olhos verdes grandes que me deixavam muito nervosa, ele tinha um olhar interessante e penetrante, e cheirava muito a suor, mas era um cheiro excitante e perigoso.
De repente, ele tirou a camisa azul xadrez que vestia, se abaixou, chegou perto de mim e me mordeu devagar, cada um dos meus peitos, e os acariciou com a língua com força. Essa mistura de medo e excitação me confundia. Eu não conseguia entender o que sentia. Outro homem, bem moreno e de altura média, começou a tirar a calça jeans, depois a camisa xadrez azul, até ficar completamente nu. Ele se colocou atrás de mim e encostou o pau na minha bunda, pude sentir o calor do membro, assim como pude sentir ele ficando excitado, porque esfregava ele com força no meu rabo. O pau dele era pequeno, mas muito grosso, tipo um pepino, tinha uma cor rosa e da ponta saía um tipo de líquido viscoso e transparente. Ele pegou minha saia e arrebentou o zíper, ela caiu no chão, deixando à mostra minha bunda grande e carnuda, vestida com uma calcinha fio-dental minúscula, vermelha e grossa de renda que grudava no meu rabo como se o levantasse e o arredondasse. Depois, ele me disse no ouvido: "você vai gostar do que vamos fazer com você", e lentamente pegou meus peitos com as mãos, apertava e acariciava, enquanto esfregava o pau excitado na minha bunda.
O homem que não parecia peão de obra voltou a aproximar, e lentamente desabotoo meu sutiã, e assim que tiro ele, de uma sacola de compras pego um gelo e começo a passar nos meus mamilos. Meus mamilos eram rosadinhos e se destacavam nas minhas tetas brancas, pareciam dois kisses num sorvete de baunilha, tinham um cheiro gostoso de porra quente. E começaram a endurecer e a ficar excitados com o gelo. Eu me sentia mais sensível, e até o roçar do ar me excitava.
Um último homem se aproximou de mim, achei que já tinha visto ele antes, estava nu, tinha a pele morena, olhos pretos, nariz grande e cheirava muito a álcool, e a um perfume de menta com suor. Me jogou no chão e foi assim que pude ver o pau dele, era de uma cor mulata, estava totalmente duro, me pareceu muito comprido e fino, e os ovos dele eram tão grandes quanto peras, começou a bater na minha cara com ele como se estivesse me dando tapas. Me jogou no chão e disse: Vira, foxy. Assim que eu estava deitada no chão, começou a beijar meus quadris, com as mãos fazia círculos na minha pele, e mordiscava minhas nádegas. Pegou uma faca e cortou minha mini calcinha fio dental, ele curtia o perigo de uma faca encostada na minha pele, primeiro fez um buraco na altura da buceta e começou a me cheirar e a me chupar por ali, depois cortou a calcinha pelos lados, e continuou rasgando ela no meu corpo até que ficou toda destruída.
Da minha buceta saía um cheiro gostoso de sexo quente e um lubrificante branquelo e viscoso. Eu tinha a impressão de que não ia mais aguentar o prazer que sentia. Ele se levantou e me ajoelhou nua. Dava pra ver minhas tetas grandes, como melões, eu continuava me sentindo muito confusa, não sabia se conseguia continuar resistindo, ou ceder livremente aos desejos dele. Começaram a se despir e a murmurar entre eles. O baixinho se aproximou nu de mim e colocou o pau na minha boca bruscamente.
O pau era grosso e médio, era macio e estava muito duro, era de cor branquinha, e assim que estava na minha boca ele começou a empurrar minha cabeça bruscamente pra frente e pra trás. Depois começou a gritando igual a bicho no ato de foder, e os outros continuavam murmurando algo que eu não conseguia ouvir. O gordo careca tirou o baixinho e ficou na minha frente, eu pensei que ele queria que eu chupasse o pau dele, mas ele disse: Chupa minhas bolas, puta.
Ele enfiou minha cabeça entre as pernas dele e eu comecei a chupar e lamber as bolas dele com a língua, tinha um cheiro muito forte e ruim de sexo, mas as bolas dele eram quentes e carnudas, eram bem grandes e o pau dele era muito pequeno e fino, tanto que eu comecei a ficar excitada e já não precisavam mais me obrigar a fazer o que eles queriam. O que parecia pedreiro, o magro e o moreno, também pelados, me pegaram pelas mãos e quase me arrastando me jogaram numa cama velha de ferro que tinha no quarto, abriram minhas pernas e braços, e me amarraram na cama.
Entre eles diziam que eu já não resistia, que eu tava adorando, e eles tinham razão, eu tava encharcada de lubrificante e toda excitada. Os três subiram na cama e começaram a bater punheta, o magro tinha um pau bem grandão e grosso, e o que parecia pedreiro tinha um de tamanho e grossura médios, pareciam cogumelinhos rosados, estavam bem quentes e duros. Dava pra ver na cara deles uma expressão de prazer, aos poucos começaram a gozar em cima de mim, eu tava banhada de porra, o cheiro de porra e de sexo era muito forte. Me excitava o calor do sêmen, e me excitava mais ainda como ele ia escorrendo dos mamilos pros peitos, pelas pernas, pela barriga e como ia escorrendo pra dentro da minha buceta, onde eu sentia ele quente. Depois, com as mãos, começaram a me apalpar e a esfregar o sêmen no meu corpo inteiro. Eles tocavam meus peitos, minha cintura, meus quadris, minha bunda e minha buceta. Pareciam meio cansados, e levantaram da cama.
O moreno chegou perto, me pegou pelo pescoço e começou a me beijar selvagemente, na boca, no pescoço, e foi descendo devagar pelos peitos, pelos mamilos, pela minha cintura, pela monte de Vênus, até chegar no meu clitóris.
Ele começou a me chupar e acariciar, no quarto Sentia um cheiro forte da minha buceta, o que deixava eles mais excitados, parecia uma orgia de bichos no cio. Eu também senti outro cheiro, o da buceta deles, era forte e ao mesmo tempo ácido, uma mistura de cheiro de porra quente, com suor, com sexo, e lubrificante. Eu sentia cada vez mais calor, comecei a gemer de prazer e um deles falou: Você gosta disso, sua puta.
Sem perceber, comecei a pedir mais, ele me chupava cada vez mais forte, mais intensamente, mas ao mesmo tempo com cuidado. Com os lábios, ele sugava meu clitóris e com a língua massageava. Meus gemidos estavam cada vez mais altos, então decidiram tampar minha boca. Senti desespero e quis fugir.
De repente, senti umas mãos grandes, pesadas e bem ásperas apalpando minha bunda, e senti uns dedões entrando na minha buceta. Eles faziam um movimento que começou a me excitar, o calor daqueles dedos e o jeito que me tocavam me deixaram ainda mais molhada. Fechei os olhos e quis gritar, mas não de dor, e sim de prazer.
Não gritei porque algo dentro de mim ainda me dava medo. Aquelas mãos eram do gordo e do baixinho. O moreno continuava me beijando, e ao mesmo tempo falava: Quero meter isso na sua buceta. Ele sentou entre minhas pernas e começou a meter com força e furiosamente, e balançava o corpo contra o meu, empurrando com os peitos. Comecei a sentir ele gozando dentro de mim, eu estava muito excitada, mas o nervosismo e o medo me impediam de aproveitar de verdade, até que o moreno ficou muito cansado e tirou o pau de dentro de mim e me soltou.
O magro deitou no chão e gritou: Monta, puta. Subi em cima dele, ele me penetrou e me abraçou, senti as mãos dele me apalpando, me acariciando com força e abrindo minha bunda. O baixinho se ajoelhou atrás de mim e começou a chupar e beijar meu cu. Eu sentia a língua dele me molhando ainda mais, e entrando no meu cu. Era uma excitação constante, mas eu não chegava ao orgasmo. O baixinho estava me penetrando pelo cu, no começo senti um pouco de dor, mas... foi desaparecendo enquanto minha buceta ficava mais lubrificada. Nós três nos movíamos no mesmo ritmo e gemíamos de prazer. Os dois homens me apalpavam com movimentos suaves e circulares. Me seguravam pela cintura e se empurravam pra dentro de mim. Eu já tava quase gozando quando eles gozaram dentro de mim e pararam, tirando os paus. Era tanto esperma e lubrificante que escorria um líquido branco e viscoso da minha buceta e do meu cu.
Eu ainda tava excitada, me deitaram de barriga pra cima enquanto um deles me penetrava por trás. O moreno ficou debaixo de mim, e eu montei no pau dele, enfiando no meu cu. O que não parecia pedreiro sentou na minha barriga e começou a me penetrar pela buceta. A pressão dos dois paus me excitava ainda mais, eu comecei a gritar e gemer, meu clitóris tava tão duro que dava pra ver, e o roçar na barriga do que não parecia pedreiro me deixava mais louca.
O gordo ficou de pé na minha cara e enfiou o pau na minha boca, e comecei a chupar até ele gozar. E senti de novo aquele gosto forte de lubrificante, os outros dois homens continuavam me comendo, me apalpavam e me beijavam, chupavam meus peitos e meus bicos.
O cara que eu tava chupando começou a gozar, enquanto gritava: Engole tudo, puta. Eu tava adorando, quando comecei a sentir algo quente no meu corpo, senti o orgasmo chegando, eu tava gozando, minha buceta se contraía e apertava mais os paus que me comiam.
Minha barriga tremia enquanto eu gozava, o gordo tirou o pau da minha boca, e o moreno começou a gozar, foi tão forte que senti um jato de esperma entrando no meu cu. O que não parecia pedreiro me segurou pela cintura e começou a me puxar pra ele. Na cara dele dava pra ver o prazer que ele tava sentindo ao gozar dentro de mim, e ele começou a gritar e a me mover mais rápido e mais forte. Eu, que pensei que já tinha chegado no clímax, fiquei excitada de novo.
Esse cara me agarrava pelas coxas e me puxava pra ele, senti o pau dele tocando o fundo da minha buceta. minha barriga. Eu me aqueci de novo, e agora minha excitação era mais intensa, minha barriga se contraía mais rápido e mais forte; ele sentia como minha buceta pulsava e ficava cada vez mais excitado. Começou a gemer igual um cachorro no cio, os outros homens olhavam pra gente espantados, de eu conseguir ficar tão quente e excitada por tanto tempo. Senti a vista escurecer, e senti como se minha barriga explodisse num grito de prazer que soltei quando cheguei ao orgasmo. Assim que tava no clímax, a gente não conseguia parar, ficava cada vez mais intenso, até que finalmente terminamos. Nós dois soltamos um suspiro de prazer, eu tava mais satisfeita do que nunca. A selvageria, a vulgaridade, o perigo e o medo que aqueles homens representavam me libertaram e me fizeram sentir mais mulher do que nunca, me senti desejada, usada, e ao mesmo tempo, consegui realizar todos os meus desejos. Eu já tava muito cansada. Me deitaram na cama e me amarraram nela, sem pensar, eu dormi.
Quando acordei, tava nua, ainda amarrada, tentei me levantar, mas o moreno e o magrelo estavam em cima de mim. Nessa hora, os outros acordaram.
O gordo falou: "Que foi, putinha, andava solta ontem à noite?" Eu disse que precisava ir embora antes do amanhecer. E o baixinho falou: "Deita, rabuda, que você ainda tem que me chupar." Eu continuava de braços e pernas abertos, amarrada em cada canto da minha cabeça. Eu tava deitada olhando pro teto, o baixinho colocou o pau na minha cara e começou a enfiar na minha boca. Dava pra sentir na garganta aquele gosto entre doce e amargo do gozo que ele ia esporrando. Quando terminou, ele saiu, o moreno se ajoelhou pra eu chupar ele, mas eu recusei. Avisei que se eles não me chupassem, eu não chupava ninguém. Então o que não parecia pedreiro começou a me chupar.
Ele colocou meu clitóris entre os lábios dele e começou a me chupar. E um por um, fui chupando cada um até eles gozarem na minha boca. O que tava me chupando não quis que eu chupasse ele, parecia Tava muito cansada. O cheiro de sexo ainda tava no ar. Me soltaram, comecei a me vestir, peguei minha bolsa e minha jaqueta e, ao sair, percebi que o dia tava começando a clarear.
Olhei pro relógio e vi que eram 5h30 da manhã. Andei rápido até em casa, entrei sem fazer barulho, todo mundo tava dormindo. Deitei na minha cama e apaguei, até as 8 da manhã, quando o despertador tocou.
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