Le conte a mi amigo....

Eu ia contar uma introdução bem longa que tinha escrito, mas ia tirar o mistério das minhas próximas histórias. Já adianto que minha sexualidade sempre foi muito aberta e eu curto de tudo. Gosto de mulheres, homens, crossdressers, transexuais. Olha, não são todas nem todos, tenho meus gostos e sou bem exigente...
Mulheres: com uma bunda linda, cintura e peitos, cara de puta ou angelical... sou bem chato, mas de preferência, uma bunda enorme e usando fio dental, me deixa doidão, e daí? haha.
Homens: mais velhos que eu (maduros), corpo normal e um pouco mais altos que eu, o tamanho da rola não importa, mas sim o sexo que rola e o que ele propõe e dispõe.

Pra entrar nessa história, quando fiz 18 anos, tinha um amigo muito próximo, pra quem eu contava tudo. Eu guardava aquilo que queria contar pra alguém (além da minha mãe saber que eu era bi e que gostava de me vestir de mulher — se isso interessar, conto em outra história). Queria contar pra alguém de confiança, poder compartilhar experiências, ter apoio, me sentir compreendido, etc., etc.
Um fim de semana antes de sair pra balada, tava com meu amigo na casa dele e falei que precisava conversar sobre uma parada muito importante com ele. Na hora ele falou — haha, você é gay?.. Eu sabia que ele ia dizer isso, porque é a típica idiotice que um amigo fala quando você quer contar algo sério. Eu respondi (lembro dessa conversa como se fosse um filme na minha cabeça):
Eu — Fala sério, mano, senta aí que preciso falar com você, espero que entenda o que vou dizer...
Ele — Sim, pode contar comigo, fala... (com cara de preocupado)
Eu — Olha, o que vou te falar não tem nada a ver com você. Tô te contando pra você não entender errado e pensar besteira. É uma parada de anos, desde minha adolescência, e você é meu melhor amigo. Não quero esconder nada de você, e aqui as coisas têm que ser transparentes... (fiz uma pausa e...)
Ele, sorrindo com cara de honesto, não de zoeira, me fala — Mano, Tudo bem, você é gay?
Eu — Não, gay não, bissexual...
Ele — Sério? Valeu por confiar em mim, de verdade? Não acredito que você me contou algo tão importante e tão íntimo, e que tem essa confiança toda em mim. Por isso você é meu melhor amigo. Ele veio e me abraçou.
Abraçando ele, falei — Valeu, você é um cara foda.

A gente sentou de novo e continuou conversando. Ele me perguntou com quantos caras eu já tinha ficado e tal... Falei que com vários e que só era passivo com eles, que gostava deles mais velhos. E também falei que era cross com os homens. Ele perguntou o que era, e eu expliquei: que com os homens eu gostava de ser bem feminina, me vestia totalmente de mulher, peruca, maquiagem, roupa, salto, etc... E que estava saindo com um homem e tal...

Ele me agradeceu de novo pela confiança que eu depositei nele, e nunca me discriminou. Continuamos sendo melhores amigos e ele nunca me olhou de lado...

— Essa história, usem como introdução pra uma aventura que queria contar pra vocês, e que vou contar no próximo post...

1 comentários - Le conte a mi amigo....

bien ahi loco, que valor y que chabon que tenes a tu lado. un buen tipo si los hay. me gustaria hacer la misma, pero sinceramente no se bien que onda.. es por momentos qe me pinta el morbo, me clavo una tanga, toallita toda la gilada y nada.. vestirme completamente de mina no me va .. creo jajaja.. pero essa sensacion de no se clavarme la tanguita roja, y salir no se a hacer mandados sin que nadie sepa y me vean como uno mas me pone de la cabezaaaaaaa jajajaja me vuelve loco.. me gustaria conocerte loco, mandame mp si queres.
Viste, un amigo de fierro posta!. Cualqueir consejo que necesites mandame un mensaje, esta todo mas que bien!!!!!!!!! 🙂