Jovens Namorando e o Assalto

Os Jovens Namorados e o Assalto

Isso começa com um casal de jovens e como uma garota de 18 anos, inexperiente no sexo, virgem e com uma ingenuidade muito particular, após um fato terrível, acaba se transformando de uma garota virgem e inexperiente em uma verdadeira puta inconsciente. Vou descrever os personagens: Alex é um jovem de 19 anos, corpo normal, com um aspecto muito atraente, já que todas as garotas buscavam sua chance com ele, mas a única que teve sorte foi sua atual namorada, que é a segunda e principal participante desta história. Ela se chama Aldana, uma garota de 18 anos, com um desenvolvimento corporal bastante acelerado, com uns peitos bem grandes para sua idade, uma altura justa para uma cinturinha pequena que termina num quadril bem pronunciado, finalizando numa bunda linda, redonda, empinada e dura. Tem cabelo liso até os ombros, de cor preta, e olhos azuis. Ela sempre gostou de se vestir de forma sexy, com calças justas e calcinhas minúsculas, sempre saía na rua com roupas leves que realçavam sua figura incrível. Alex sempre tinha que lidar com os olhares tarados dos homens que a viam passar na rua. Eles eram de famílias que não eram ricas, mas também não faltava nada, digamos que viviam bem confortáveis economicamente, podendo se dar certos luxos ou mimos de vez em quando. Esse conforto econômico permitiu que ambas as famílias tivessem uma casa de fim de semana cada uma. A diferença é que a família do Alex tinha a casa na praia, e a família da Aldana tinha a casa numa zona rural, para descansar. Enfim, a família dela tinha planos de comprar outra casa na praia, mas por enquanto tinham essa até conseguirem se organizar. Chegou o verão, o fim das aulas e as tão esperadas férias para os dois jovens, então decidiram, com o dinheiro que ambos tinham disponível, já que queriam férias só entre eles dois e também independentes, sem ajuda dos pais, mas como... Eram dois jovens em idade de estudos, ambos recebiam dinheiro dos pais e assim conseguiram economizar para as férias. Como não haviam juntado o suficiente para ir ao litoral, conformaram-se em ir para a casa de fim de semana da família dela. Então compraram as passagens e prepararam tudo para partir em dois dias. Estavam muito felizes, afinal seriam suas primeiras férias juntos e sozinhos. Quarenta e oito horas antes já tinham tudo pronto para partir rumo às primeiras férias como casal. O tempo passou rápido e o dia da partida chegou, apesar da ansiedade dos dois. Já estavam na rodoviária para embarcar rumo às tão aguardadas férias românticas. Sobem no ônibus e partem para a cidade onde ficava a casa de fim de semana. Ao chegarem na rodoviária local, pegam um ônibus urbano e descem a alguns metros da casa. Caminhavam abraçados, com as mochilas nas costas, mas muito felizes por terem esse tempo só para eles, para ficarem juntos. Quando estavam chegando na casa, em uma das casas vizinhas, encontram uns vizinhos relaxando em cadeiras de praia na varanda. Olhando para o jovem casal, disseram:
– Nossa, papai, olha só um casalzinho de férias.
– É, faz tempo que não vemos ninguém vindo pra cá. Acho melhor avisá-los dos perigos que andam rolando nessa cidade – disse o marido da mulher.
Eles, ao ouvirem, pararam e a mulher falou com eles:
– Gente, vocês precisam ter muito, muito cuidado, especialmente à noite. Porque faz mais de um ano que anda rondando uma gangue de bandidos que assaltam quem vem passar férias aqui. E além de roubar, estupram as mulheres se forem atraentes, como essa moça tão linda aqui. Vocês precisam ter extremo cuidado, porque são os primeiros turistas em muito tempo. Antes vinham gente nos fins de semana, feriados prolongados e outras datas turísticas, mas agora quase ninguém vem porque o boato se... propago. –Ai, meu Deus, que horror. Disse Aldana, horrorizada com o que esse casal estava contando –Meu Deus, é terrível, mas esses degenerados não vão ousar botar um dedo na minha namorada ou vão ter que lidar comigo. Disse Alex, bancando o valentão para impressionar sua garota –Pois é, você tem que ter muito cuidado, são três homens muito corpulentos e além disso estão armados com facas. Disse o marido para Alex –Ai, meu Deus, Alex, por favor não banc o valentão, olha se eles te machucam, você não precisa provar nada para mim, eu sei que você me ama e eu te amo mais, minha vida. Disse Aldana, assustada –Bom, gente, nós queríamos avisar vocês para que tenham cuidado, qualquer coisa estamos aqui, meu nome é Mariel e ele é meu marido Carlos. –Obrigada por nos alertar, vamos ficar precavidos de agora em diante, muito obrigada. Disse Aldana –Não, muito obrigado a você, devíamos avisar porque você é muito linda e com certeza fariam algo com você. Disse Don Carlos, dando um elogio para Aldana, ela sorri para ele e continuaram caminhando para a casa, um pouco assustados, chegando na esquina onde estava aquela casa, naquela esquina estavam bebendo cervejas três caras de má índole, eram bem corpulentos, entre eles havia um negro muito grandão, quando o casal passou ao lado deles não economizaram em elogios grosseiros para Aldanita e seu bumbum e seus seios proeminentes –Uau, gata, toda essa bundinha é sua, mamãe, e o que dizer desses peitos, mamãe, como eu te faria gritar e gemer, minha vida, temos três termos para subir sua temperatura e aumentar sua umidade, minha vida, como eu te comeria até secar minhas bolas, que linda, que gostosa. Alex estava que explodia de raiva por esses atrevidos que nem respeito tiveram com ela, de que ela estava com o namorado, quis ir encarar eles, mas Aldana o segurou, dizendo que aqueles três o deixariam no hospital e dando um beijo terno nos lábios dele, abraçando-o, entraram na casa sem saber que esses caras eram os assaltantes, lá fora os três se olharam e um que parecia o líder disse –Bom, rapazes, já temos o lugar para o próximo assalto e parece que vamos nos divertir pra caralho também hahahaha. Eles riam entre si e continuaram bebendo, brindando com as garrafas de cerveja enquanto o casal entrava com as malas e se enfiava dentro de casa, fechando a porta. Aquele dia não deu pra curtir nada, passaram o tempo arrumando as coisas e as roupas das malas e depois saíram pra comprar mantimentos. E aqueles caras já não estavam mais lá, então Aldana ficou um pouco mais tranquila de que não iam falar coisas que fariam Alex ficar com ciúmes e querer encarar eles, acabando apanhando feio. Chegaram num supermercado, compraram e saíram com as sacolas que pesavam bastante, e Alex carregou todas, mesmo ela querendo ajudar, ele se opôs com cavalheirismo, cuidou de carregar as sacolas. Chegaram em casa, arrumaram tudo nos armários e na geladeira e descansaram um pouco antes de preparar o jantar. Prepararam o jantar e depois de jantar lavaram tudo e foram ver um filme na sala, já que essa casa tinha muitos confortos como TV, DVD e TV a cabo. Depois de ver o filme, foram abraçados pra cama. Na cama, já não aguentando mais, Alex quis possuir a namorada de uma vez, mas ela, tensa, disse: — Ai, amor, desculpa, sei que você quer muito e os dois esperamos tanto pra poder ficar sozinhos e poder fazer isso, mas tô meio tensa com o que os vizinhos nos contaram. Disse Aldana. — Mas, amor, você não tem com o que se preocupar, estamos seguros. E Aldana, vendo o namorado tão ansioso, teve pena dele e o abraçou, beijando-o e abrindo suas pernas torneadas, colocou sua buceta sobre o volume do namorado. Ele começou a acariciar todo o corpo delicioso da namorada e, decidido, se despiu e começou a despi-la. E após uma penetração dolorosa, acabou ficando com a pureza da namorada que, depois do rompimento do hímen e da penetração completa de sua vulvinha ardente e apertada, começou a soltar gemidos de prazer ao sentir o membro do namorado, de tamanho padrão, entrando e saindo de sua vagina, dando os... primeiros prazeres sexuais até que ambos chegaram ao orgasmo, desabaram na cama se comendo de beijos e dizendo o quanto se amavam, e assim lentamente adormeceram apertadinhos juntos e nus, com beijinhos no meio, dormiram. No outro dia, desfrutaram de um café da manhã gostoso, conversando sobre como foi lindo o que aconteceu na noite anterior e tudo o que ambos sentiram, e o quanto mais apaixonados acordaram um pelo outro. Tudo era perfeito. Depois do café, foram caminhar juntos pelo vilarejo, adentraram a área mais rural do lugar, encontraram um local lindo onde havia um lago alimentado pela água de um rio próximo. Almoçaram juntos à beira do lago, entraram na água e brincaram juntos. Tudo era perfeito, mas o destino sempre é cruel. Passaram o dia todo na praia, voltaram cansados, então ambos tomaram banho separadamente, prepararam o jantar e dormiram após mais uma transa. No dia seguinte, quase a mesma rotina: tentavam aproveitar o dia plenamente juntos, queriam explorar o máximo possível daquele vilarejo, mas voltaram para a hora do almoço. Almoçaram em casa e depois tiraram uma sesta reparadora, porque naquele dia planejavam ir à área central do vilarejo para conhecer as boates e pubs da região. Jantaram leve, tomaram banho, se vestiram e se aprontaram para sair ao centro. Enquanto faziam os últimos retoques na roupa, perfume etc., não perceberam que alguém observava seus movimentos de fora, pela janela. Quando já estavam prontos, decidiram partir, e aí começou seu inferno: mal abriram a porta, nem chegaram a pisar fora, quando quatro caras grandões encapuzados se jogaram sobre eles, entraram na casa, forçando os dois a voltarem para dentro. E já dentro de casa, o inferno começou. Lá dentro, empurraram Alex, sentaram-no à força em uma cadeira, enquanto os outros seguravam Aldana, taparam sua boca e a levaram para um quarto. E aí Alex se levanta e tenta defender sua namorada. levando um soco no estômago que o fez sentar de novo todo dobrado de dor. Três entraram no quarto com Aldana e tiraram os passamontanhas, e ela viu que eram os caras que bebiam na esquina da sua casa e falavam obscenidades pra ela.
– Agora a gente mostra a cara porque quer que você saiba quem vai te dar o melhor sexo da sua vida, putinha. Você vai virar uma puta gulosa.
Disse um, abrindo o zíper da calça e tirando um pau enorme.
– Agora ajoelha e me chupa, puta.
– Nãaao, nem fudendo! Me solta! – gritou Aldana.
– Ah, tá de rebelde, é? Vem cá, puta, vem! Eu vou te ensinar a obedecer.
Disse, agarrando-a pelos cabelos. Colocando os passamontanhas, levaram-na pra sala, onde estava o que faltava, que estava imobilizando Alex. O que a puxava pelos cabelos a soltou na frente da cadeira onde seu namorado estava preso. O cara disse:
– Então não vai obedecer, é? Bom, quem vai se fuder mais é o seu namoradinho, o viadinho.
Disse o cara, se aproximando de Alex e começando a bater no rosto e na barriga dele. Já tinham feito sangrar seus lábios.
– Nãaao! Deixa ele! Por favooor! Deixa ele! Snif, snif, snif… – chorava Aldana.
E de repente ela disse:
– Tá bom, eu vou obedecer, mas não machuquem ele, por favor.
Disse, se levantando e indo em direção ao quarto de novo. E um deles falou:
– Aonde vai, puta? Vem pra cá, caralho!
– Como assim? – disse ela.
– É, agora, por ser rebelde, você vai fazer tudo na frente do seu namoradinho.
– Não, por favor, isso não! Por favor, não! – disse ela, tentando evitar que a fizessem fazer tudo na frente do Alex.
– Bom, puta, você disse que vai obedecer.
Disse, dando um soco no rosto de Alex.
– Tá bom, tá bom! – disse ela, se aproximando do que a puxara pelos cabelos e se ajoelhando na frente dele, ficando com o rosto a centímetros do volume na calça. Ela abre o zíper, mete a mãozinha e tira o pau enorme, completamente duro, e abre sua boquinha, começando a enfiar o pau. Fazia tudo desajeitadamente, porque nunca tinha chupado um pau, nem mesmo o do namorado.
– Assim não, puta! Usa a língua e… engula ele disse, empurrando a cabeça dela e enfiando o pau mais fundo na sua boca. Ele já tinha metido metade desses 25x8cm, fazendo-a tossir e engasgar, mas ela começou a mover a língua ao redor do pau e já estava avançando com um pouco mais de facilidade – ¡Mmmmm! ¡Mmmmm! ¡Mmmmm!. Aldana reclamava com aquela pica enfiada na sua boca – Mmmmm Siii, que boquinha de puta, como você aprende rápido, puta, chupa, puta, vai, chupa que depois eu te fodo até você ficar viciada nesse pau, puta. Disse o cara que a obrigava a mamar – filhos da puta, deixem ela em paz. Disse Alex tentando se levantar, mas outro golpe o deixou fora de combate novamente - ¡Mmmmm!¡Mmmmm!¡Mmmmm!. Aldana reclamava, sentindo que o cara ia gozar na sua boca – Ahhhhhhh Siiii Putaaaa Tomaaaa Tomaaaaa Miiii Leiteee Putaaaa Siiii Tomaaaa Ahhhhh. O cara gemeu, descarregando seus ovos na boca de Aldana, e toda a porra começou a transbordar pelos lados dos seus lábios, saindo o que ela não conseguia engolir. E algo estranho aconteceu: quando ela tirou o pau da boca, começou a lamber todo o tronco - Siiii puta, me limpa o pau, siii. Ela estava limpando sem que tivessem ordenado, não sabia se foi por instinto ou se estava excitada. O primeiro a ser mamado e espremido se jogou em uma das poltronas, e outro tomou seu lugar. Ela pegou o pau e começou a lamber, e aí ela vê uma lágrima escorrer pela bochecha de Alex, e quase parte sua alma ao ver seu namorado amado sofrer assim, e diz – Perdão, amor, me perdoa, mas não quero que te façam nada, eu nunca me perdoaria se algo acontecesse com você porque eu não obedeci. Disse, voltando seu rosto para o pau para lambe-lo novamente como uma verdadeira puta. Depois cuspiu na cabeça e, abrindo a boca, começou a chupar o segundo pau. Era uma imagem para enlouquecer: ajoelhada com o pau na boca e a bunda levantada, com a legging branca a ponto de estourar. E o cara que tinha o pau na sua boca a pegou pela cabeça e começou a foder sua boca, e ela reclamava e ele dava engasgos - Mmmmm! Mmmmm! Mmmmm! Mmmmm!. E esse não demorou nem dez minutos de chupada para gozar, mas em vez de acabar dentro da boca, quando estava prestes a gozar, ele tirou o pau da boca dela e mirou na cara, soltando um jorro abundante e potente de esperma que atingiu em cheio o rosto de Aldana, que gemeu - Uhhhhhh! Ohhhhh! Ohhhhh! Ohhhhh! - Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh!. – Olha só, ela tá gostando, a putinha safada, tá adorando a porra na cara, você gosta de porra, sua puta de merda, toma, toma, toma. Ele dizia, jogando jatos e mais jatos de sêmen no rosto dela. Já tinham dominado ela, aliás, enquanto ele jogava porra na cara, ela levava uma mãozinha até a buceta e se esfregava por cima da legging e da calcinha. Por sorte, Alex não percebeu, mas a namorada dele estava muito excitada com todo esse abuso sexual, e não demoraria muito para que esses quatro caras a comessem com uns paus que ela nunca tinha visto e experimentado, já que essas picas eram o dobro do tamanho da de Alex, e isso mudaria completamente o comportamento dessa jovem tão apetitosa. Ela já tinha feito dois dos quatro caras gozarem, e ainda faltavam dois, e ela esperava ansiosa. Até agora, os dois paus que recebeu na boquinha eram enormes, e a atitude de puta já dava para ver a olho nu, já que ela estava de quatro no chão, com as mãos apoiadas no chão, e levantava cada vez mais a bunda empinada, que parecia querer estourar a legging branca e justíssima que estava usando. O último a esvaziar na cara toda dela se posicionou onde estava o primeiro, e os dois restantes se aproximaram de onde Aldana estava. Um ficou de frente para a cara dela, com a vergonha perto da boca, e como Alex estava arrasado com o que sua amada namorada estava vivendo, não viu que tudo tinha deixado de ser abuso, porque quando colocaram um pau daquele tamanho perto da boquinha da namoradinha, ela automaticamente mordeu o lábio inferior e lambeu os lábios enquanto abria bem a boquinha para chupar como uma putinha obediente. Ela sente como o cara... o que está atrás dela começa a baixar seu legging e puxar de lado o minúscuo fio dental para esfregar com dois dedos a fenda de sua buceta encharcada, dizendo –"Ei, olha como essa putinha tá toda molhada, parece que já quer pica, né, puta? Me diz que você quer uma pica na sua buceta de vagabunda." Ele falava pra Aldana, que estava ofegante como uma putinha no cio, mas não soltava uma palavra. –"Fala, puta! Porque eu vou enfiar até o fundo do seu cu, vadia! Puta de pau e ainda a gente te arrebenta toda, manda seu corno de namorado pro hospital." O cara gritou, deixando a garota pálida. Ela olhou pro namorado, com a cara abatida e destruída, e só disse pra ele –"Perdão, amor, é pra evitar algo pior. Lembra que, aconteça o que acontecer, só importa que eu te amo e nunca vou deixar nada te acontecer." Terminou de dizer isso pro namorado, virou os ombros olhando pro que estava atrás dela e, com a melhor cara de puta, falou –"Mmmmm, sim, papai, preciso de uma pica boa na minha buceta, mete em mim. Me faz de putinha, me come." Ao terminar de dizer isso, olhando nos olhos dele, mordeu o lábio inferior. E, poucos segundos depois de falar, sentiu a cabeça grossa de uma pica enorme posando na entrada de sua vagina, prestes a entrar no mais profundo de sua buceta novinha. A expressão no rosto de Aldana foi simples e clara: começaram a foder ela pra valer. Seus olhos arregalados e a boca totalmente aberta soltaram um –"Auuuuuuu! Wauuuuu! Ayyyyyyyy! Ayyyyyyyy! Ayyyyyyyy! Ayyyyyyyy! Ayyyyyyyy! Meu Deeeus, é enormeeee! Ayyyyyyyy! Ayyyyyyyy! Ayyyyyyyy! Ayyyyyyyy! Ayyyyyyyy!" Enquanto sentia aquela pica enorme de 25x8cm avançando centímetro a centímetro dentro de sua vagina estreita e delicada. Era uma imagem muito obscena: ela de quatro, com o legging baixado até os tornozelos, o fio dental puxado pro lado e aquela pica enorme perfurando sua buceta juvenil. Assim continuou, metendo por enquanto devagar, e quando chegou na metade da... A cock Aldana já começava a gemer como uma verdadeira puta – Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Oh! Isso, assim, que gostoso que é, siiiim, assim siiim, me come assim, dá ela pra mim! Siiim, me dá ela todinha! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh! Ahhhhhh!. E foi aí que o cara que estava fudendo ela perdeu o controle e de uma só vez enfiou até o fundo a metade da pica que ainda faltava entrar, foi quando Aldana soltou um grito agudíssimo de dor e acho que de prazer também – Uauuuuuuu! Uiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Ai, Deus, assim nãoooo, devagaaaar, doeeeei, aiii, doeeeei muuuito, é enormeeee! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiii!. E ficou por longos minutos com a pica toda enfiada na sua buceta de puta, até que a vagina se adaptou perfeitamente à grossura daquela pica enorme e grossa, e ela mesma começou a se mexer para enfiar e tirar devagar, para aproveitar por completo, e se pôs a gemer como uma puta quando sentiu que o cara começou a se mover, penetrando firme e constante, estavam dando uma foda com todas as letras – Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Deus meeeeu, me come siiim, me dá assim siiim, me enfia ela inteira siiim, me fode todinha! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh!. Gemia Aldana enquanto sentia um prazer nunca antes sentido, quando aquela pica descomunal entrava toda para sair quase completa e se enfiar com força dentro da sua buceta, até que as bolas do cara batiam na sua bunda dura e empinada. Estiveram fodendo por quase 20 minutos, Aldana enfiava a outra pica na boca para não gemer tanto e o namorado não perceber totalmente que sua namoradinha estava gozando uma violação que não passava de uma deliciosa foda, já que ela estava se acabando de prazer como uma puta no cio. Ele já tinha aumentado o ritmo, a pica entrava em alta velocidade dentro da sua buceta, e a rola que ela tinha na boca não... podia abafar seus uivos de puta –Auuuuuu! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! Siii Diooos Miooo Siiii Ahiiii Maaas Asiiii Me fodeeee Asiiii Me fodeeee Todaaaa ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh!. O pior foi quando o cara que tava fudendo ela estava quase gozando e o pior foi quando o cara enfiou bem fundo e soltou jatos e jatos de porra dentro da buceta enchendo ela por completo Aldana ao sentir como a enchia de porra teve um orgasmo estremecedor que a fulminou -¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! Dioooos Siiiii Queeee Ricooooo Siiiii Asiiiii Me encheeee Deee Leiteeee Aaaa Bucetaaa ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh!. Gemeu até desabar no chão destruída por um orgasmo tão potente o cara manteve a pica dentro da sua vagina para depois bombear e tirar de uma vez fazendo Aldana soltar um gritinho de dor –Auuuuu Ayyyyyy Diooos Guauuu Diooos Miooo Ayyyyyyy. E enquanto ela levantava o rosto tentando recuperar o fôlego outro dos caras se posicionou na frente da sua cara se masturbando para em poucos minutos jogar um jato potente de esperma na sua cara -¡Uhhhhhhh! ¡Ohhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Uh Dioos! ¡Ohhhhhh! ¡Ahhhhhh!. Gemeu Aldana ao sentir a porra atingindo seu rosto outro também começou a se masturbar mas antes de gozar se colocou atrás dela se abaixou um pouco e a enfiou na buceta ¡Ohhhhhh! ¡Ohhhhhh! ¡Ohhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! Dioooos Miooooo Noooo Chegaaa ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh!. Gemeu fingindo resistência mas ela mesma mexia a bunda fodendo junto com o cara -¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Nooo Poooor Favoooor Nooooo Noooo Meeee Fodeeee Asiiiii Meeee Vaaas Maaataaar! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh! ¡Ahhhhhh!. –Deixem ela por favor não humilhem mais por favor levem tudo mas deixem ela em paz. Gritou Alex iludido pensando que a namorada estava sofrendo quando a já bem puta estava gozando como uma porca enquanto o cara que a estava comendo, que parecia ser o líder da gangue, a perfurava com aquela terrível metida e tirada, fazendo-a chorar de prazer - Ahhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhh! Deus Santoooo Jáaaa Chegaaa Acaba comigooo Jáaaa Vocêêê Tá Me Matandoooo Não Aguuento Maaais Deeeus Jáaaa Me Encheeu Jáaaa Ahhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhh! Ahhhhhhhhhhh!. Gritava Aldana desesperada, porque o cara estava a matando, sim, mas de prazer, ela não aguentava mais, aquela pica estava a deixando louca, o cara estava a meter a todo vapor, quando se ouve um som alto como um "Prop, Prop, Prop", que era o som dos potentes jatos de porra que o cara disparou com força dentro da buceta de Aldana, fazendo-a revirar os olhos e ficar ofegante com a boca bem aberta, tentando pegar ar - Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ohhhhhhh! Ohhhhhhh! Ohhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh!. Gemeu ela, destruída por mais um orgasmo dos tantos que teve, que nem sequer a permitia emitir palavra alguma. Ele ficou um tempo penetrando-a lentamente e depois a tirou, mal a cabeça saiu da buceta de Aldana, um grande mar de porra começou a sair, e era um coquetel de sêmen de todos que a tinham comido. Depois o cara diz a Aldana – Bom, gata, agora sim pode-se dizer que você é uma verdadeira puta, tem a buceta totalmente arrombada e cheia de porra de macho, de machos de verdade, agora sim pode se gabar de puta que você é. Em seguida, o cara olha para Alex e diz – Olha, Cornélio, não fique assim, levanta essa cara e anima, quem saiu ganhando foi você, cara, a deixamos como uma puta que você vai ter que saber satisfazer, porque ela vai pedir pica toda hora, e se não souber satisfazê-la, vai te pôr uns chifres tão grandes que vai quebrar a cervical de carregá-los na cabeça, hahahahaha. Depois, guardando a pica, olha para os companheiros e diz – Rapaziada, estamos em Dívida com esses caras, como gratidão pela foda de hoje, não vamos roubá-los. Deixem todas as suas coisas. E ele tirou do bolso do casaco e deu à Aldana todo o dinheiro que haviam roubado, e foram embora. Aldana, assim que eles saíram, ajeitou seu thong, puxou a legging e desamarrou o Alex, que tinha ficado preso a uma cadeira. Depois o abraçou e disse: — Perdoa-me, amor, perdoa-me. Não tive opção, era isso ou eles te machucarem. Por favor, me perdoa, fiz isso por você. — Eu sei, gostosa, eu sei. — Ele disse, dando um beijo em seus lábios, sentindo o cheiro de sêmen na boca da namorada. E tão idiota foi que acreditou que ela tinha feito tudo para que não o machucassem, sem perceber que sua namorada tinha gozado como uma verdadeira puta, como esses brutos a foderam até irritar toda a buceta, e gozaram dentro, enchendo-a de sêmen de pelo menos três ou quatro caras diferentes. Ela engoliu a porra de todos, chupou os paus enormes, se formou com louvor, recebendo o doutorado em puta engolidora de porra. Depois disso, Aldana foi ao banheiro, tomou um banho e foram para a cama. Aldana estava com um conjunto muito sexy, apesar de ter a buceta dolorida. Ela sentia pena do namorado, seu amorzinho, como ela o chamava. Não puderam desfrutar sua primeira relação sexual juntos, então, animada, ela o procurou devagar e delicadamente, até ficar montada sobre o namorado. Ela puxou o thong para o lado e, com uma mão, começou a puxar a cueca do Alex até libertar seu pau de tamanho regular. Quando o libertou, começou a se mover lentamente, até que a cabeça roçou toda a fenda da buceta. Tão sensível que ficou, ela estava toda melada, como se estivesse super excitada com o pau do namorado, mas na verdade estava muito sensível por causa das picas enormes que recebeu antes, e como a foderam com paus descomunais. Esses filhos da puta tinham arrancado sua virgindade a picas, transformando-a em uma puta viciada. Quando enfiou o membro do namorado, gritou, parecia que ele estava enfiando um pau de cavalo. mas era que a buceta dela ficou muito sensível e Alex não conseguiu contra o fogo imparável do corpo da namorada, ele gozou em menos de dez minutos, deixando ela toda quente pedindo mais pau e assim dormiram abraçados. Na manhã seguinte acordaram muito felizes, especialmente Aldana, que tinham transado muito gostoso, tomaram banho juntos e foderam de novo, mas Aldana não sentiu a mesma coisa que na noite anterior, como se o encanto de receber uma ou várias rolas de grande calibre a deixasse louca. Ela se vestiu com um shorts de legging que parecia mais uma tatuagem do que uma peça de roupa, com um top pequeno que destacava seus peitinhos pequenos e sua barriguinha lisa. Tomaram café juntos, depois Alex foi fazer as tarefas e Aldana disse que daria uma volta pelos arredores. Alex avisou para ela não se afastar muito e os dois saíram, cada um para um lado diferente. Aldana ia caminhando balançando a bunda redonda e empinada, quando estava chegando na casa de Don Carlos e Dona Mariel, viu no quintal atrás da casa uma sombra que vinha e ia. Curiosa, ela entrou, contornou a casa e quando chegou naquele setor encontrou Don Carlos se balançando na sua cadeira de balanço.

—Oi, Don Carlos, como está? — cumprimentou Aldana com sua voz doce.

Ao velho quase saltaram os olhos ao ver o corpão da garota.

—Oi, Aldanita, como está, menina? Que linda você amanheceu hoje.

—Ai, obrigada, Don Carlos, é muito gentil. Sabe de uma coisa? Posso te contar algo? — perguntou Aldana com sua voz doce e inocente.

—Opa, vamos ver, vem aqui, senta aqui, menina, me conta tudo. — disse o velho fazendo sinal para ela sentar no seu colo.

Aldana, entre puta e inocente, se ajeita e senta sobre as pernas de Don Carlos, apoiando toda sua bunda redonda e dura de jovem no volume do velho. Ela estava prestes a começar seu relato quando sentiu algo de grande tamanho e muita grossura se levantando para fazer pressão contra suas nádegas durinhas, incrustando-se na racha do seu cuzinho, fazendo-a sentir um formigamento na sua caverninha, molhando sua buceta.

—Sabe, Don Carlos... ontem à noite sofremos um assalto, nos abordaram quando saíamos para passear pelo povoado. Disse Aldana com voz de menininha inocente – E o que aconteceu, gostosa? Perguntou Don Carlos dando uma cutucada intencional na bunda da garota – Mmmm Ai, Ai, Ai, o senhor não sabe que ontem à noite eu fui estuprada por pelo menos quatro homens. Disse a menina. O velho confirma que o que escutava na noite anterior eram gemidos e não foi o namorado quem os arrancou dela. Ao sentir o ataque sorrateiro do velho contra seu bumbum, ela continuou seu relato movendo o traseiro, esfregando toda a pica do velho ao redor da linha do cu que devorava o tecido do shorts junto com sua calcinha minúscula. Aldana estava encharcada, virou a cabeça olhando para o velho e disse: – Don Carlos, se quiser, eu mostro o que me fizeram. Disse a menina, movendo forte sua bunda contra a masculinidade de seu vizinho casual. – Bom, menina, vamos ver, gostosa. Mostra sim, mostra pra mim. Dizia o velho, dando cutucadas na bunda – ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! Mmmmm Siiim Seeem Sente Muuuito Gostosooo Siiim ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh!. Dizia Aldana já gemendo, gozando com a pica do velho atacando sua bunda linda, então ela começou a dar uns pulinhos sobre a pica, soltando gemidos que denunciavam a enorme tesão que carregava em seu corpo – ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! Deeeus Queee Gostosooo Siiim Assim Dooon Carlooos Assim ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh!. Depois ela apertou sua bunda contra o enorme volume de Don Carlos como querendo perfurar o shorts e enfiá-la toda. Estava muito quente e, ao senti-la tão grossa e grande, ficou pior, estava descontrolada e muito puta. Esses filhos da puta a tinham enlouquecido e aquela menina inocente perdeu sua inocência para se tornar uma tremenda puta viciada. Então ela se levanta de cima do velho, olha para ele e diz com voz de menina – Don Carlos, vamos ver, tire seu pintinho assim eu mostro como começaram. Disse ela – Não, Aldi, não me diga pintinho, diga tire sua cock. Ele a corrigiu. Morbosamente o velho. – Ah, bom, seu Carlos, vamos ver, tire seu pau pra fora, quero ver seu pau grande e grosso. Disse Aldana com voz de cachorra, fingindo ser uma puta inocente. O velho desabotoou a calça, baixou o zíper e, metendo a mão, apresentou aos olhos de Aldana uma enorme e grossa rola de 25x9 cm. Aldana quase ficou de olhos saltados ao ver um pau tão grande, muito maior do que os que a tinham comido na noite passada. – Uau, que pau enorme você tem, seu Carlos! Mmmmm, seu pau é muito lindo, seu Carlos. Disse, já voando de tesão. Timidamente, foi aproximando a mão, mas antes de agarrá-lo, levantou-se e começou a puxar o shortinho para baixo até que ficou nos tornozelos e, movendo seus pezinhos, terminou de tirá-lo, deixando à vista do velho sua bunda linda, de calcinha, comendo o tecido ao máximo. Ajoelhou-se novamente entre as pernas do velho e, desta vez, conseguiu agarrar aquele mastro descomunal, que não dava para envolver com sua mãozinha delicada e pequena. Ela o encarava fixamente com uma cara de tesão tremenda. O velho mal podia acreditar ao ter uma garota tão gostosa agarrada no seu pau como uma carrapata. Aldana começou a mover sua mãozinha pequena e delicada sobre o mastro enorme do velho, começando a punhetá-lo. E de repente, Aldana olhou nos olhos do velho, que não conseguia acreditar no que estava acontecendo, e continuou seu relato com o pau enorme do velho na mão. – Sabe o que fizeram comigo, seu Carlos? Perguntou Aldana com voz de bebê. – O que fizeram, gostosa? Conta aí, vamos, conta. Disse o velho, curioso. – Bom, todos tiraram seus paus, e eram enormes. Me obrigaram a chupá-los. Como eu resisti no começo, ameaçaram machucar o Alex, e eu tive que ceder. Me ajoelhei assim como estou agora e joguei minha cabeça assim. Disse Aldana, jogando a cabeça contra o pau do velho, enfiando-o na boca e começando a chupar. Ela se esforçava para engolir tudo, mas não conseguia; não tinha muita prática, mas já tinha aprendido rápido, pois movia sua linguinha em volta da cabeça do pau... O pau do velho Don Carlos não conseguia acreditar no que estava acontecendo, ele a observava enquanto Aldana devorava sua rola, só a tirava da boca para percorrê-la com a língua por toda a extensão, comia a cabeça enquanto olhava para o velho com um olhar felino – Mmmmm Siiiii Papiiii, o senhor gosta, Don Carlos? Gosta de como eu chupo? – perguntava a jovem muito excitada. – Sim, preciosa, santo Deus, como você chupa, é uma deusa. – dizia o velho. – Você gosta da minha putinha de pau? – perguntou o velho, depois se arrependeu de chamá-la de putinha com medo de ofendê-la, mas a resposta de Aldana o deixou mudo. – Mmmmm Siiii Meee Encantaaaa Papiiii Meee Encantaaa Quierooo Quee Meee Cojaaas Depoiiis Deee Chuupááá Elaaa Mmmm Siiii Comooo Meee Gustaaaa Seuuu Pauuu Papiiiii. – dizia Aldana muito excitada e fora de controle, ela tinha virado viciada em paus grandes e não conseguia controlar, e mal terminou de dizer isso começou a chupar sem descanso, tirava e se jogava para comer as bolas do velho como uma verdadeira putinha gulosa. Pensar que antes ela só tinha olhos para o namorado e agora queria devorar todos os paus enormes que cruzassem seu caminho. Ela dava cabeçadas no pau do velho tentando engolir tudo, movia a língua em volta, a rola começou a ser chupada rápido, de repente o velho começou a exalar e gemer – Uhhhhh!!! Aaaahhhhhh!!! Aaaahhhhhh!!! Aaaahhhhhh!!! Ai, Deus do céééu!!! Aaaahhhhhh!!! Aaaahhhhhh!!! Aaaahhhhhh!!! – gritava Don Carlos quando as bochechas de Aldana começaram a inchar e uma enorme quantidade de porra começou a escorrer pelo canto de seus lábios e ela, com lambidas, metia de volta dentro da boca para engolir, bebeu toda a porra do velho, limpou a rola – Mmmm papi, que porra, meu Deus, preciso de um macho como você para me ensinar tudo que devo saber sobre sexo, quer que eu seja sua aluna obediente? – perguntava Aldana indo até ele com a carinha de putinha e a boca cheia de sêmen. – Sim, será um prazer educar você, minha princesinha. Quer sentar no colo do tio Carlos? – ele dizia. O velho Aldana olhava para ele como se dissesse "Quero sentar em cima do seu pau" – Claro que sim, mas tio, não gosto de como soa 'papi Carlos', gosto mais. Ela diz, se preparando para sentar em cima do velho. Aldana senta de costas no colo do senhor Carlos com apenas o minúscuo fio dental cinza bem enterrado no meio da bunda, começou a se mover, rebolando para frente e para trás, sentindo o enorme cacete de 25x9cm raspando e percorrendo toda a extensão do meio da boceta. Aldana começou a gemer desesperada, estava muito excitada – Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ufffff, siiiim! Sente, sinta como minha boceta fica molhada pelo seu pau, quero transar, senhor Carlos, quero que você me coma! Me come, papi! Quero transar assim no pelo, sem camisinha, quero transar até receber toda ela, siiiim, papiiii, quero transar até me encher de porra de macho! Ufffff, siiiim, senhor Carlos, quero que você seja meu macho, quero ser sua mulher, quero que você seja meu homem, meu macho, o pai dos meus filhos! Depois de transar com você, meu namorado vai ser o maior corno do planeta! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! – Ela gemia, confessando sua devoção pelo mastro do velho. Puxou o fio dental para o lado e, gritando e gemendo, sentenciou – Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Chegou a hora, é o momento, me faça sua! Nem mesmo os 4 machos pirocudos que me comeram em todos os meus buracos me fizeram sentir o que sinto por você! Me come agora! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! – Ela dizia entre gemidos, acomodando o enorme pau no seu meio e começando a descer lentamente. Quando Aldana sentiu a cabeça grossa do pau entrar na sua bocetinha apertada, quando Aldana sentiu que a glande grossa começava a penetrar sua boceta quente, ela, completamente excitada, se deixou cair, enfiando ele por completo com todo o peso do seu corpo, começando a gritar e ofegar como uma louca de dor e prazer – Uyyyyyyy! Ayyyyyyyyy! Ayyyyyyyyy! Ayyyyyyyyy! Ayyyyyyyyy! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ahhhhhhhh! Ay... Deeeeus, é enormeeee, siiiim, assim, me fodeeee, assim, papaiii, siiiim! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! ¡Ahhhhhhhh! Aldana gritava e gemía de puro prazer, sentindo-se completamente empalada quando a pica do velho Carlos chegou mais fundo do que qualquer outra já havia chegado antes. Ela ficou um tempo quieta, sentindo a cabeça gorda daquela rola grossa e enorme já pressionando a entrada do seu colo do útero. Aldana ficou recontra excitada e, mordendo o lábio inferior, soltou um suspiro, confessando ao Seu Carlos tudo o que sentia.

– Mmmmmm, siiiim, papaiii, ai, Seu Carlos, como ela está dura, por Deus, sabe, sua pica é meu vício, de todas que provei é a minha favorita. – Aldana dizia, começando a se mover em cima do velho vizinho.

Aldana ficou toda molhada, permitindo que aquela pica entrasse e saísse da sua buceta com total facilidade. O velho a fodia livremente; na verdade, ele estava estupefato – quem estava fodendo era ela, e como Aldana gemía ao se mover em cima do Seu Carlos.

– ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! Deeeus, siiim, assim, siiim, assim, papaiii, assim, me fodeeee, assim, teee sinto taaao fundooo, Deeeus, você está taaao dentro de mim que meee deixa toda quente! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! ¡Aaaahhhhhh! – Aldana dizia entre gemidos, enquanto continuava movendo os quadris, enterrando sozinha a pica do velho até o mais profundo do seu ser. A pica do Seu Carlos havia chegado mais longe do que qualquer homem havia chegado nela.

– ¡Uuuuhhhhhh! ¡Uiii! ¡Aiiiiii! ¡Aiiiiii! ¡Aiiiiii! ¡Aiiiiii! Deeeus, siiim, papitooo, siiim, assim, Deeeus, assim, queee delíciaa, siiim, queee delícia queee seee senteee, siiim, queee delícia seee senteee, papitoooo, siiim, maaais, mete maaais! ¡Aiiiiii! ¡Aiiiiii! ¡Aiiiiii! ¡Aiiiiii! ¡Aiiiiii! – Aldana gritava de prazer e dor ao sentir como aquela pica já queria entrar dentro do seu útero, e ela não parava de se mexer, queria mais, muito mais. E, de repente, seus olhos se abriram como... Platos ficando com a boca bem aberta, a grossa cabeça da enorme pica de Don Carlos entrou no colo do útero, arrancando o orgasmo mais intenso de toda sua curta vida - Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Deeeus Siiim Assim Acaboooo Papaiiii Acaboooo Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy! Ayyyyyy!. Gritava enquanto sua bucetinha terna e juvenil começava a expelir grandes quantidades de um líquido espesso, facilitando a entrada e saída daquela enorme rola na sua xota. A enorme pica entrava e saía em grande velocidade pelos movimentos de quadril tão fortes que Aldana dava. Aquela grossa e enorme rola avançava arrasando em sua delicada e juvenil buceta, arrancando sons gemidos altos - Aaaahhhhhhhhh! Aaaahhhhhhhhh! Aaaahhhhhhhhh! Aaaahhhhhhhhh! Aaaahhhhhhhhh! Deeeus Siiim Assim Siiim Assim Papaiii Assim Me comeee Aaaahhhhhhhhh! Aaaahhhhhhhhh! Aaaahhhhhhhhh! Aaaahhhhhhhhh! Gemia Aldana como uma puta no cio. De repente, olha para a casa onde estava com seu namorado e vê Alex entrando na casa e, como se o tesão saísse dela, começou a aumentar a velocidade da foda, dizendo comentários que nunca diria antes. Zombava do seu namorado, gemendo como uma verdadeira puta enquanto era comida pelo velho, dizia fora de si pela tesão - Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Siiim Dooon Carloooos Assim Me encheee Deee Leiteee Quee Aiiii Estááá Chegandooo Meuuu Namoradooo Veiooo Ooo Cornooo Me encheee Não Querooo Ir emboraaa Sem Seuu Leiteee Deee Machooo Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! O velho não queria continuar passivo na foda da garota, então a agarrou pela cintura e, colocando sua boca no ouvido, já completamente excitado, o velho disse o seguinte a Aldana: - Quer leitinho, putinha? Disse lambendo a orelha da jovem. Aldana, se mexendo entre gemidos, respondeu - Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Siiim Papaiii Siiim Querooo Leitinhooo Siiim Me comeee e Me dááá Tudo Papiiiii! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! – gemeu a putinha. – Você quer a minha ou a do corno do seu namorado? – perguntou de novo o Don Carlos, lambendo a orelha da Aldana e apertando os peitos dela. – Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Deus, não! A do corno, não! Quero a sua, papiii! Quero todo o seu leite! Me enche! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! Aaaahhhhhh! – Então toma, mas primeiro eu vou rasgar essa sua buceta de puta a pirocadas! – respondeu o Don Carlos, começando a enfiar sem piedade, enterrando o pau até o fundo. – Aaaayyyyyyyyyyyy! Aaaayyyyyyyyyyyy! Aaaayyyyyyyyyyyy! Aaaayyyyyyyyyyyy! Aaaayyyyyyyyyyyy! Deus, sim, papiii! Me parte, papiii! Me parte toda! Aaaayyyyyyyyyyyy! Aaaayyyyyyyyyyyy! Aaaayyyyyyyyyyyy! Aaaayyyyyyyyyyyy! Aaaayyyyyyyyyyyy! – gritava a Aldana, fora de si, e ela estava gozando enquanto o velho a destruía a pirocadas, quando sentiu ele enfiar fundo e a cabeça do pau enorme abrir caminho pelo colo do útero, começando a soltar jatos e jatos de porra. Ele estava a inseminando. A Aldana começou a gritar e gemer, entrando num orgasmo poderoso. – Aaaaahhhhhhhhhhhhhh! Aaaaahhhhhhhhhhhhhh! Aaaaahhhhhhhhhhhhhh! Aaaaahhhhhhhhhhhhhh! Deus, sim! Assim! Acaba comigo, papiii! Assim! Acaba dentro de mim! Que eu tô gozando! Enche minha buceta de leite! Aaaaahhhhhhhhhhhhhh! Aaaaahhhhhhhhhhhhhh! Aaaaahhhhhhhhhhhhhh! Aaaaahhhhhhhhhhhhhh! – gemeu presa num orgasmo sem igual; nunca tinha gozado assim na vida. Ela continuou se mexendo enquanto via sua buceta transbordar de porra de macho. Mal ele terminou de gozar e o pau amoleceu dentro da buceta dela, ela começou a se levantar e, quando o pau saiu da sua vagina, litros de sêmen saíram de dentro. Ela esfregou a buceta pra não deixar a porra vazar, mas isso a deixou perto de outro orgasmo, sua buceta ficou muito sensível depois dessa foda. Ela se virou, nua como estava, e devorou a boca do velho enquanto o beijava. Com uma mão, agarrou o pau enorme dele e começou a masturbá-lo.
— Te amo, papi. Vou vir sempre para você me comer. Te amo, te adoro, papi.
Disse ela, beijando-o e enfiando a língua. Puxou o shorts de legging para cima e, antes de ir, ajoelhou-se e chupou seu pau até fazê-lo gozar na sua boca, engolindo toda a porra. Depois, continuou chupando até limpá-lo por completo. O velho a levou até o banheiro, onde ela fez bochechos com enxaguante bucal para tirar o hálito de pau e porra antes de voltar para casa. Despediu-se de Don Carlos abraçando-o e beijando-o como se o velho fosse o garoto mais gostoso que já tinha transado. Enfiava a língua enquanto ele agarrava sua bunda, e ela se derretia em seus braços. Depois se separaram, e ela saiu, indo em direção à casa, para o reencontro com seu namorado, a quem cumprimentou com um beijo terno nos lábios — depois de ter transado com o velho vizinho até se esgotar. E isso era só o começo.Jovens Namorando e o AssaltoContinua...

6 comentários - Jovens Namorando e o Assalto

Muy buena vía querido estar hay pero no ser el atado ahahhaha
muy buena historia la verdad excelente y tiene pinta de que sigue dale para adelante