Minha ajudante erótica (Agora é ela quem fala)

(FALA ELA)

Olá, amigos da web, confesso que já faz um tempão que sou fã de contos eróticos e, uns dias atrás, quando tava visitando esse site, encontro uma história que conta o que eu tô vivendo, porque tenho que admitir que eu sou: "Viviana, a ajudante erótica".

No começo, fiquei puta com o fato de "Luis" ter postado na web algo que eu achava que era só nosso, mas pensando um pouco, acabei gostando da ideia, porque nossa identidade tá protegida pelos apelidos que ele usou e, além disso, é uma delícia o tesão de saber que todo mundo pode ficar sabendo, mas ninguém se dá por achado.

Vou contar os detalhes que o Luis não contou.

Eu chego na casa dele por pedido direto da esposa, que já não aguentava mais a puta exigência de sexo que "Luis" tava fazendo.

A forma como a gente se conheceu vai ser assunto de outro conto mais pra frente.

"Mary" me contou que "Luis" tinha virado um "viciado em sexo total", uma mudança que levou ela a um esquema de comportamento que o Luis resumiu no conto anterior: "ela é daquelas mulheres que não precisam de sexo pra se sentir amadas", mas com medo de outra mulher se intrometer e, por consequência, perder o marido amado, foi que ela decidiu procurar uma garota que topasse assumir a tarefa de "acalmar ele", mas mantendo ele dentro do casamento.

Fechado o trato, chego na casa dele como a suposta "Ajudante" que eles precisavam, escondendo minha verdadeira missão (Seduzir e satisfazer "Luis" por completo).

A questão é que "Luis" é realmente apaixonado pela esposa, acho até que é obcecado, tanto que demorou dois (02) anos pra reparar em mim, por mais que eu me insinuasse e até quase me jogasse, mas não conseguia que ele me visse como mulher.

Então fiquei fazendo dois meses! de trabalho doméstico, claro que muito bem pago, porque esse era o trato com a Mary.

Até que um belo dia, quando já ia desistir e largar o desafio, finalmente aconteceu.

Bem cedinho, quando fui abrir a porta pra ele, A porta, enquanto me dá "Bom Dia", percebo que os olhos dele se fixam nos meus peitos, que quase pulam do sutiã push-up que os aperta e levanta. Vejo neles (os olhos dele) o brilho do desejo.

Já mordeu a isca!, pensei, e foi o que aconteceu.

Depois, tudo aconteceu como ele conta. (ver relato: "Viviana, minha ajudante erótica").

Mas ele não contou o que ganhou de presente de Natal.

........

Bato na porta e abro com a taça de champanhe na mão, vestida só com uns brincos de pérola pequenos e um pouco de Chanel N° 5.

Entrego a taça dele e, pegando-o pela mão, arrasto ele para dentro e começo a beijá-lo desesperadamente. Ele tá preocupado em não derrubar o champanhe. Minhas mãos percorrem o corpo dele e terminam no pau dele, já duro. Peguei ele de surpresa, mas ele se recupera rápido e responde aos meus beijos. Pedindo um respiro, ele bebe o champanhe de um gole só e deixa a taça cair. Agora com as mãos livres, ele me apalpa toda, parando especialmente nos meus peitos e mamilos, que estão duríssimos.

Minha mão tá naquela vara linda dele, que pede pra ser solta aos berros. Eu solto e, me abaixando, coloco ele inteiro na minha boca, de uma só vez, até o talo. Tenho orgulho de ser expert em "garganta profunda", valeu a pena o que tive que fazer pra chegar à perfeição. Por isso adoro fazer isso no meu homem, recebendo e dando sensações gostosas pra ele.

Ele ainda tá de pé na entrada do quarto, com o pau totalmente enfiado na minha garganta, enquanto uma das minhas mãos brinca com meu clitóris, que tá durinho, com uns dois centímetros. Meus dedos brincam sem parar com ele e me levam a gozar um orgasmo lento e longo, o que não me impede de continuar chupando a rola dele. O vai e vem lento e profundo é constante, enquanto minha língua percorre todo o comprimento da vara dele e chega a massagear os ovos peludos dele.

Paro o boquete só quando sinto que ele vai soltar a carga de esperma. Me afasto um pouco e, tirando Minha mão no meu clitóris começo a masturbá-lo enquanto meus lábios brincam com a glande inchada dele, que tá roxa e brilhando de tão inflamada que está. Minha ação faz ele gozar um orgasmo poderoso, eu recebo cada jato na minha boca gulosa, engolindo o néctar delicioso sem perder uma gota. Termino espremendo o pau dele, tirando o último resto de porra e, com ajuda da minha língua, deixo limpo e seco.

Aí é quando pego ele pela mão e levo pra cama, onde termino de despir ele, percorrendo o corpo bem cuidado com meus lábios e língua. Ele tem um físico bonito apesar dos 42 anos, me diz que sempre manteve essa forma graças ao gosto por esportes e vida saudável.

Quando chego no púbis dele, me deparo com a moita de pelos, que não curto nem um pouco. Vou contar pra vocês que desde o dia em que meu púbis começou a crescer (12 anos) eu mantenho tudo bem depilado, só com uma linha fina de pelinhos pequenos. Pinto eles de cores diferentes, só pra mudar o visual. Acho chato ficar mais de um mês com a mesma cor.

Aí é quando decido me dedicar ao púbis do "Luis".

Pergunto, pegando os pelos dele entre meus dedos:

- Americano, brasileiro ou total?

Ele me olha intrigado e sem entender nada, me pergunta:

- O que você quer dizer?

- Seu novo corte de cabelo, como você quer: americano, brasileiro ou total?

- Deixaria na sua escolha, porque não sei a diferença. Mas acho que não devia fazer, porque talvez a "Mary" ache suspeito eu aparecer do nada com o púbis arrumado.

- Acho que ia ficar melhor brasileiro, igual ao meu. E quanto à "Mary", não se preocupa porque tenho permissão dela pra fazer o que quiser com você.

Já imaginam a cara do "Luis" quando ouviu isso. Aí é quando vou contando os detalhes do acordo que tenho com a "Mary", enquanto começo a cortar os pelos compridos dele e depilar com cera. Depois disso, Fica com um corte lindo "à brasileira". Corte que complemento com uma depilação perfeita dos testículos e períneo, deixando a virilha dele macia como "cu de bebê".

Faço ele posar na frente do espelho e observar o novo visual. Ao se ver refletido, mostra que aprovou, porque fica bem nele, já que com o púbis limpo, a pica dele fica à mostra, exibindo seus 22 centímetros de comprimento e quase 4 de diâmetro. Parece que cresceu, e olhando bem, merece ser classificada como "Uma Senhora Pica".

Olhar pra ela com tanta atenção, junto com a massagem com creme hidratante que faço, desperta ele do torpor, e aproveito pra dar uma leve mamada. "Luis" agradece a atenção e diz que quer meter no meu cu.

- Perfeito, meu amor! Mas antes, lubrifica pra mim.

Ao dizer isso, me deito de bruços no carpete, abro as pernas e coloco o cu pra cima, deixando livre o caminho pra língua deliciosa dele.

Ele direciona a língua gulosa pro meu ânus rosado e ansioso, que começa a pulsar recebendo as carícias. Brinca com cada uma das dobras do meu esfíncter, as sensações são deliciosas, milhares de pequenos choques elétricos começam no meu cu e percorrem todas as minhas nádegas, sobem pela coluna até a raiz dos cabelos da minha cabeça, arrepiando eles, descem pelos meus seios, eriçando meus mamilos e terminam o percurso no meu clitóris, que desafia saindo de entre meus lábios vaginais.

Meus dedos brincam com mamilos e clitóris, aumentando ainda mais a carga erógena, enquanto a língua dele percorre cada cantinho do meu cu, lubrificando, ao mesmo tempo que faz pressão na entrada, dilatando e penetrando o máximo que consegue.

As mãos dele mantêm minhas nádegas bem abertas, que vibram a cada lambida.

Meu segundo orgasmo vem incontrolável e eu aproveito com a língua dele bem dentro do meu cu. Os orgasmos que tive com "Luis" são realmente apoteóticos. Sinto que com ele me liberto de qualquer vergonha e só me dedico a gozar e gozá-lo. Adoro fazer amor com "Luis", me sinto muito bem com ele.

Dos orgasmos que ele me faz ter, prefiro os que acontecem quando ele me excita pelo cu. Ele já me confessou que sente o mesmo, diz que a diferença é por causa do apertado e quentinho, além do tesão do proibido.

Termino meu orgasmo e, sem demora, me preparo pra ser comida pelo cu.

Fico de costas pra ele, de joelhos no chão, entre as pernas abertas dele. Devagar vou flexionando meus joelhos, levando meu cu ansioso até a cabeça fenomenal dele. Com a mão livre, aponto o pau dele na entrada do meu cu e faço pressão, com a firme intenção de enfiar tudo de uma vez, mas não é fácil. Falta mais lubrificação.

Sem sair do lugar, levanto um pouco mais a bunda e direciono o pau dele pra minha buceta molhada, que recebe gostosa aquele pica enorme. Enfio até o fundo e me distraio brincando com ele dentro de mim, até deixar ele todo melado dos meus sucos vaginais. Com muita pena, tiro e levo ele pro destino certo.

"Luis" aumenta a lubrificação cuspindo um pouco na ponta da glande dele, o que facilita a entrada dos primeiros centímetros. Ele me puxa um pouco, passa mais cuspe e a gente retoma a tarefa. Agora entra mais dois centímetros. Ele me puxa de novo e coloca mais saliva. Continuamos assim até que a cabeçona toda entra, e eu paro, aproveitando a sensação de tê-la dentro de mim. A sensação de preenchimento incomoda um pouco, mas o tesão de sentir a cabeça pulsando dentro do meu cu é muito mais gostoso. É só questão de focar no prazer e esquecer o resto.

As mãos dele continuam percorrendo minhas nádegas, cintura e costas, me dando um massagem deliciosa.

Depois de alguns instantes, quando me acalmo, retomo a tarefa e meu cu deixa o resto da vara passar até o fundo.

A lubrificação ajuda pra caralho. Consigo enfiar os 22 centímetros de carne dele, sinto a virilha depilada dele batendo na minha bunda, enquanto a cabeça terrível dele invade sem piedade o mais escuro do meu corpo. Agora começa meu verdadeiro prazer e tenho certeza que vou surpreendê-lo com: "A especialidade da casa".

Deixem-me gozar essa deliciosa penetração, enquanto conto a origem do meu gosto especial por sexo em geral: Fiz meu ensino médio (colegial) num colégio de freiras dinamarquesas. No nosso último ano, a aula de Educação Familiar ficou a cargo da Irmã Ingrid, uma dinamarquesa linda de uns 25 anos (Tinha acabado de entrar na ordem, depois de ficar viúva após um casamento bem curto). Ela dedicou o ano inteiro a deixar bem claro o quanto errada estava a afirmação: "A PORTA DE ENTRADA DO CORAÇÃO DE UM HOMEM É O ESTÔMAGO". Ela dizia que essa sentença errava o alvo por uns 20 centímetros, já que a verdadeira entrada do coração de um homem era o pinto dele.

Assim, os temas das nossas aulas foram: "O Sexo foi dado pelo Criador, vamos gozar ele", "Ele Goza, eu também", "O Pinto é lindo, ame ele", "Gosto do meu clitóris, logo existo", "A Arte de Chupar", "O Cu, esse amigo desconhecido", "A Buceta, supervalorizada?", "O Proibido, existe?", etc. Além disso, fazíamos exercícios físicos pra fortalecer nossos músculos esquecidos, com rotinas como: "O Lapisinho", "Balística", "Pressão e Sucção", etc.

Graças aos ensinamentos sábios dela, adquiri uma nova visão do sexo, elevando ele a uma arte. Assim como todas as minhas outras colegas de sala.

Gostaria de contar com mais detalhes sobre a Irmã Ingrid, mas acho que vai ser outra hora. Agora deixem-me continuar comendo o "Luis".

Ainda estou com a vara dele no fundo do meu reto e começo com "Movimento 1: pra fora e pra dentro", com uma cadência de 20 bpm (batidas por minuto) e percorrendo todo o comprimento da vara dele, sem tirar.

Passo vários minutos nesse Movimento. e mudo para o "Movimento 2: giro e contragiro", uma vez com a rola no fundo, dou um giro lento nos meus quadris no sentido horário e outro anti-horário, puxo o pau, sem tirá-lo.

"Luis" está gozando com cada foda que eu dou, nunca pensou que seria assim, tem um espetáculo fabuloso na frente dele, vê como entra e sai o pênis dele dentro de mim, a visão desse espetáculo faz ele gozar como nunca. A ejaculação dele não dá sinais de aparecer, será por causa das "Gotas do amor" que coloquei no champanhe dele?

Com movimentos hábeis de quadril, faço o pau dele agir no meu ponto G, que está a mil, sinto como meu terceiro orgasmo está nascendo do fundo da minha buceta e passo para o "Movimento 3: aperto e saio", com tudo dentro e depois do giro e contragiro, ajusto meu cu na rola do "Luis" e assim apertada, tiro ela, a pressão que exerço no pênis dele aumenta o estímulo no meu ponto G, aumentando ainda mais as sensações que me fazem explodir no meu terceiro orgasmo da tarde, enquanto "Luis" ainda mantém a rola dura e sem gozar.

Não paro durante cada uma das minhas descargas de prazer, quando ficam mais espaçadas e suaves, me deixo cair, exausta, mantendo a rola dele bem dentro de mim, sentindo o esperma dele inundar todos os cantos do meu cu dolorido.

Quando me recupero um pouco, me viro girando em cima do pau dele, ficando de frente para ele sentada no colo dele. Envolvo o pescoço dele com meus braços, enquanto minha boca procura a boca dele e nos damos beijos de ternura pós-coito genuína.

Percebo ele meio estranho e pergunto se algo o preocupa.

- Tô preocupado que ainda não gozei, nunca aguentei tanto tempo. Será que tem algo errado comigo?

- Bobo, se você tivesse uma doença que te faz durar mais, isso te incomodaria?

Ele pensa um pouco e, olhando maliciosamente, responde.

- Não! Claro que não!

- Então, o que te preocupa?

- Sei lá, só tava te contando o incomum do fato.

- Te entendo e pra você não se preocupar mais, vou te dizer que com o champanhe, Te dei um pouco de "Gotas do Love" pra tomar.
- "Gotas do Love", o que é isso?
- Um preparado de ervas da minha terra (Iquitos) que permite manter uma ereção por muito tempo sem gozar e, o mais importante, sem causar dano algum ao coração (diferente de outras drogas).
- Sério? Pois é verdade, funciona, que maravilha!

Mais calmo agora, ele decide continuar aproveitando, livre da preocupação de me decepcionar.

Assim, enquanto ainda estou enfiada nele, ele me levanta no colo e me deita de costas no tapete. Coloca minhas pernas nos ombros dele e começa a me comer devagar. Enquanto isso, fala comigo baixinho e suave, me dando beijinhos no rosto, pescoço e peitos.

Com a confiança de saber que o medo de falhar foi embora, ele mostra ser um artista da cama, tem um movimento de cintura endiabrado, penetra até o fundo e se retira devagar, fica na entrada e dá três pequenas enfiadas e depois empurra até o fundo. Essa combinação é deliciosa, as ondas de prazer do meu último orgasmo ainda não desapareceram e já renascem de novo. Não resisto e deixo vir um quarto e um quinto incontroláveis.

Meus espasmos de prazer agem direto no pau duro dele, levando-o a uma excitação tão grande que finalmente goza incontrolavelmente dentro de mim, deixando o esperma quente bem lá no fundo.

Nós nos deixamos cair de lado, ainda abraçados e deitados no tapete, nos deixando levar pelo gosto do momento.

Depois de alguns minutos, ainda com ele dentro de mim, acordo do torpor e o incentivo a tomar um banho juntos.

Ele aceita de bom grado, porque tanto exercício nos fez suar como porcos.

Ele tira devagar o pau do meu cu dolorido, enquanto eu aperto meu esfíncter para não deixar escapar nem uma gotinha do meu troféu.

Nos levantamos e vamos para o banheiro, onde nos espera a banheira de hidromassagem, cheia de água morna e com sais aromáticos.

Aproveitamos um bom banho de imersão, que nos permite conversar e nos conhecer um pouco mais. Cada momento que passa me permite conhecer a qualidade de homem que é o "Luis" e tô gostando cada vez mais dele.

Saímos do banheiro e comemos um pouco do bar que tem no quarto, enquanto recuperamos as forças.

Ainda não deu meio-dia, então temos tempo pra mais uns "agarros".

Tô há muitos dias sem provar uma piroca tão boa quanto a que tenho à disposição.

....

Quando dá seis da tarde, deixo ele ir, totalmente exausto e literalmente seco, mas isso sim com um sorriso de orelha a orelha, que não larga ele até o dia seguinte quando volto ao trabalho.

Eu tô com minha buceta e cu na carne viva, ele me comeu sem parar o dia inteiro, faz tempo que não tinha sexo bom, então ele me comeu sem piedade, eu tô mais que feliz, agradecida.

É assim que "Luis" e eu curtimos nosso melhor Natal.

Abraços.

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