esse é um relato que me deixou com tesão a tarde toda no trampo... aproveitemMeu nome é Raquel e tenho 40 anos. Sou baixinha, 1,61m, pele morena, olhos cor de azeitona e, como a maioria das "baixinhas", a natureza me compensou a altura com um corpo bem torneado. Casei nova, aos 18 anos, e tenho dois filhos homens na adolescência.
Nos primeiros anos de casamento, me dediquei ao meu marido, mas quando os filhos nasceram, "me multipliquei" e, como todas nós mulheres fazemos, me tornei mãe em tempo integral, esposa, companheira e amante fogosa. Estou longe de ser uma mulher abandonada; pelo contrário, posso me definir como uma mulher muito bem cuidada, já que meu marido cumpre à risca aquele velho e vulgar ditado: "A mulher tem que estar bem comida, bem vestida e bem fodida". E eu adoro corresponder na última parte, mantendo minha forma, cuidando da pele e, especialmente, fortalecendo os músculos da pelve com os exercícios diários na academia.
Pelo que já disse, reconheço que seria muito injusto da minha parte usar o abandono como desculpa para o que decidi fazer e que vou contar a seguir.
Certa vez, ao sair da academia, encontrei uma rosa presa no limpador de para-brisa da minha caminhonete, junto com um bilhete. Li: "Você é muito linda, gostaria de te conhecer". Sorri, convencida de que era do meu marido, já que a academia fica no caminho do escritório dele e, com certeza, ele estava tirando um tempo para brincar de ser infiel comigo — algo que já tínhamos feito várias vezes, trocando e-mails como se fôssemos estranhos e, depois de um tempo de flerte online, marcávamos encontros que terminavam num motel.
No dia seguinte, ao sair da academia, encontrei uma nova flor com outro bilhete: "Juro que você me encanta, é a mulher mais gostosa que já vi, me dá uma chance de te tratar". Não dei importância, entrei na caminhonete e fui para casa. À noite, provavelmente por causa da minha indiferença aos bilhetes, meu marido tentou me envolver no jogo. ao me dizer
- Li que as mulheres milf são mais infiéis que as novinhas, o que você acha disso?
- Talvez seja porque é quando a gente passa o dia inteiro sozinha... Mas não dá pra generalizar, lembra que todo mundo é diferente e cada cabeça é um mundo.
- Não tô dando como certo o que li, só queria saber se a rotina e a solidão do seu dia a dia te fazem pensar em ter uma aventura
- Já pensei sim, mas uma coisa é pensar, outra é fazer
- E você teria?
- Olha, love, depois de tantos anos e mesmo estando satisfeita com o que a gente tem, sempre brota a vontade de conhecer algo novo... Então, sendo bem honesta com você, vou dizer que sim, eu gostaria de ter uma aventura, mas de jeito nenhum arriscaria meu casamento.
- Isso não... Tô falando de arriscar nosso casamento... Entre nós existem laços muito fortes que nos unem, o love, os filhos, muitos anos juntos... O que nos une como casal, acho que uma aventura não faria você esquecer
- Devo entender que você não se importaria se eu tivesse uma?
- Não, love, não me importaria... Mas não gostaria de saber que você me traiu, então se um dia você for infiel, seja discreta e nunca me conte.
- Combinado
Respondi aceitando que as novas regras do jogo seriam transar e calar a boca. Mas ao lembrar de todas as nossas aventuras imaginárias, perguntei
- E por que você fica tão tesudo quando imagina que eu tô com um desconhecido? Você até já disse que quer me ver na cama com outro
- Não sei, talvez seja uma perversidade masculina, só de imaginar como eles te comem, pensar em outro dentro de você te fazendo gemer de prazer e no final ver o esperma escorrendo pra fora da sua buceta me excita!
Convencida de que ele queria me distrair da rotina inventando um novo jogo com os bilhetes na minha caminhonete, resolvi fazer charme pra ele não pensar que eu tinha descoberto. Então, por três ou quatro dias, fingi desinteresse, mas ele continuou colocando flores e bilhetes no para-brisa. me diciendo o quanto gostava de mim e o desejo de me conhecer. Foi na semana seguinte que, no bilhete dele, descobri a irritação que ele tentou esconder com um certo tom de súplica ao escrever “Não seja assim, entenda que você me atrai, quero te conhecer, aceita, não tem nada a perder, por favor, mulher!”.
Sabia que ele ia se cansar da minha indiferença, então, pra evitar isso, no dia seguinte, quando desci do carro, deixei no para-brisa um bilhete dizendo “Me escreve pra gente combinar onde podemos nos ver” e coloquei meu e-mail. Quando saí do meu exercício matinal, ele tinha levado meu bilhete e deixado no lugar a rosa com a resposta dele: “Obrigado, linda, só peço a Deus que eu te agrade”. Ri ao ler, pensando que com esses métodos meu marido não convenceria mulher nenhuma, era a coisa mais idiota que já tinha lido. Quem teria a ideia de pedir a Deus pra fazer o milagre de transar com uma mulher casada?
Enquanto dirigia de volta pra casa, ri ao imaginar como seria a oração: “Senhor, peço que a Raquel me dê a bunda, quero meter o pau nela... Obrigado, Senhor”. Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi entrar na internet. Fiquei mais de uma hora navegando, só pra ficar checando meu e-mail, mas não recebi mensagem nenhuma. Só depois das 6 da tarde chegou um e-mail de um tal de “Charly Red” dizendo “Amanhã te procuro na academia pra você me conhecer”.
Era minha vez de mandar no jogo, então escrevi “Não me procura, meu marido é muito ciumento e passa pela academia todo dia. Eu te aviso quando e onde podemos nos ver”. Ri ao imaginar a cara do meu marido lendo meu e-mail, mas se ele queria brincar de infidelidade, eu faria ele sentir que eu tava disposta a ser infiel, o que com certeza ia deixá-lo muito nervoso, ainda mais quando pedi que só nos comunicássemos por e-mail, já que meu marido revisava meu celular e minhas redes sociais.
Vários dias a gente se escreveu e, como era de se esperar, começaram os e-mails carregados de intenções. sexuais, tentando fazer ele sentir que era real, escrevi: "Espera ter uma oportunidade e você vai me ter nua na cama". Ele respondeu: "Isso seria loucura, quero estar dentro de você, curtindo sua umidade ardente". E quando ele tocou no assunto de usar camisinha, eu escrevi: "Fiz laqueadura, querido, então não vou deixar você me negar o prazer de sentir seu gozo queimando minhas entranhas". Ele respondeu: "SÉRIO?!", e eu soltei uma gargalhada, imaginando com muita malícia o ciúme que estava provocando nele.
Passou mais ou menos uma semana e, um dia, ao sair da academia, enquanto caminhava até minha caminhonete, um rapaz desceu de um carro estacionado e veio na minha direção. Por instinto, me virei para entrar de novo na academia, mas ele gritou:
-Espera!
Quando notei que ele usava roupa esportiva com o logo da academia, parei. Ele se aproximou e, estendendo a mão para me cumprimentar, disse:
-Oi, gostosa, me chamo Carlos e sou seu admirador das rosas e dos bilhetes no seu carro. Charly Red é meu e-mail.
Fiquei petrificada ao perceber que não era uma brincadeira. Passei os olhos por ele: era muito jovem, talvez 20 anos, provavelmente 1,80m ou mais de altura, bonito e com um corpo de academia atraente. Senti terror, e mil ideias passaram pela minha cabeça, desde um possível sequestro ou chantagem até meu marido ter mandado ele para testar minha fidelidade. No meio da confusão, apertei a mão dele, dizendo:
-Raquel.
Ele, sem soltar minha mão, falou:
-Te convido para um café da manhã.
Tirei minha mão da dele e respondi:
-Não, hoje não. Hoje estou com pressa.
O caso é que "fugi da cena do crime" e passei a manhã pensando em todos aqueles e-mails que tinha escrito para ele, me arrependendo de ter feito aquilo... Irritada comigo mesma e com medo de que fosse um plano do meu marido, tentei esclarecer as coisas, deixando claro que, sabendo do plano dele, eu tinha tentado deixá-lo com ciúmes. Então, naquela noite, disse:
-Você mandou alguém para me seduzir para saber se eu te traio? Ela me olhou com cara de surpresa, como se perguntasse “O que essa tem?” — reação que sem dúvida me mostrou que ela não sabia de nada. Depois de alguns segundos me encarando em silêncio, respondeu perguntando:
— Você tomou alguma coisa ou que bicho te mordeu?
Eu ri e, quando ia responder, ele me interrompeu pra dizer:
— Que merda é essa que te passa na cabeça, Raquel? Não tem nada melhor pra fazer?... Quando um homem desconfia da mulher, ele encara ou manda ela pra puta que pariu. Só imbecil contrata detetive ou gigolô pra confirmar... Agora só falta você inventar que fiz teste de DNA nos moleques pra ter certeza que são meus filhos.
— Não fica assim, love, era só uma pergunta.
Bravo, ele respondeu:
— Isso não foi pergunta, Raquel, foi uma reclamação sem fundamento!
— Juro que era uma pergunta, love.
Respondi envergonhada, e ele disse:
— NÃO!... E essa é a resposta pra sua pergunta idiota.
Ficamos em silêncio vendo o jornal na TV e, quando ele se preparou pra dormir, me deu um beijo na boca e completou mais calmo:
— Entende que eu te amo, que você é a mulher da minha vida, e não uma buceta exclusiva... Não tive ciúme de você quando era novo, quando a gente se sente dono e não parceiro da outra pessoa. Então me diz se nessa altura do nosso casamento eu vou me desgastar com essas bobagens... Pelo amor de Deus, Raquel.
— Você tem razão... Te amo.
Falei e fomos dormir.
No dia seguinte, não fui pra academia e os e-mails do Carlos não demoraram, perguntando se eu tava doente ou se não queria mais vê-lo. Resolvi ser direta e escrevi:
— “Te mandei aqueles e-mails achando que era meu marido. Não considere eles verdade, foi um erro, um erro grave, e peço desculpas.”
Ele respondeu:
— “Essas coisas acontecem na internet, linda. Então vamos esquecer os e-mails e me dá uma chance de conhecer a mulher.”
— “Não, Carlos, vou ser honesta: isso não me agrada nada. Um cara como você atrás de uma mulher da minha idade me parece muito estranho e perigoso.”
— “Assim é Entendo, mas se me desse a chance de explicar pessoalmente, você entenderia. Aceita um convite pra almoçar ou jantar?"
Minha resposta foi:
— "Pra tomar café da manhã, onde eu mandar."
Ele aceitou minhas condições e foi assim que combinamos de tomar café da manhã num lugar movimentado, na hora que eu saía da academia, que é quando tem mais gente.
Quando cheguei no restaurante, ele já estava lá dentro. Levantou pra me cumprimentar e sentamos um de frente pro outro. Logo de cara, ele confessou que todo dia, quando saía da academia, eu chegava, e completou:
— "Desde a primeira vez que te vi, me senti atraído por você. Você é a mulher mais gostosa que já conheci… Eu gosto de você, Raquel, e não tem como evitar."
— "E você acha que eu também não posso fazer nada a respeito?"
— "Pode se levantar e me mandar pro inferno, mas isso só faria de você a mulher mais gostosa e grossa que já conheci."
— "Então não me dá escolha?"
— "Pode aceitar que eu gosto de você e conversar comigo."
— "Tá bom, vamos conversar."
Enquanto conversávamos, minha opinião foi mudando e meus medos sumindo. Ele era um cara muito legal… Me disse que tinha 23 anos, que estudava numa universidade particular. Percebi que a vida dele era muito ligada à família, até me mostrou uma foto da namorada. Por precaução, não comentei nada sobre minha família, nem onde morava, e muito menos mostrei fotos. Só falei minha idade, que era casada e tinha dois filhos adolescentes. Na hora de sair do restaurante, ele me acompanhou até minha caminhonete, abriu a porta pra mim e, antes de subir, tentei acabar com a loucura dele dizendo:
— "Não entendo, Carlos. Você tem uma namorada muito bonita, e tenho certeza que pode pegar qualquer garota que quiser… Sabe do que tô falando?"
— "Sei."
— "Então por que você me procura?"
— "Não sei. Você me atrai, e agora que me senti tão à vontade com você, quero continuar te vendo. Só quero que você seja minha amiga."
— "Sua 'amiguinha'?… Agora entendi. Você se acha um cara gato e acha que uma mulher madura como eu… Sou presa fácil pra levar pra cama… Mas deixa eu te dizer que você tá muito enganado.
— Não me julgue tão mal, não é disso que se trata, Raquel.
— Não insulte minha inteligência, Carlos. Quando você vê uma pessoa e sente atração, procura ela por dois motivos: pra conquistar ou pra seduzir. E eu não acredito que você queira conquistar uma mulher 20 anos mais velha que você… Então deduzo que é a segunda opção.
Ele não respondeu, só me olhou, e eu falei:
— Viu só? Tenho razão… A gente, mulher, sabe muito bem o que vocês buscam na gente. Além disso, ninguém chega na minha idade sem ter lidado com todo tipo de mentira, proposta e enganação de quem vive atrás de aventura.
Ficamos nos olhando. Ele tinha um olhar tão doce que conseguiu me deixar nervosa. Então entrei na caminhonete, fechei a porta. Ele bateu no vidro com os dedos, e quando eu abaixei, ele se soltou e perguntou meio com medo:
— Você aceitaria?
— Nem pense nisso.
— Me desculpa, não quis te ofender.
— Nenhuma mulher se ofende com isso, Carlos. Pelo contrário, quando é feito de forma respeitosa, é um elogio. Todas nós gostamos de nos sentir desejadas, e acredite, admiro sua honestidade em pedir… Mas entre isso e aceitar ir pra cama com você, tem uma diferença enorme. Vamos deixar assim, Carlos.
— Como?
— Como conhecidos da academia, tudo bem?
— Não pode ser algo a mais?
— Não, e não insista, Carlos.
Ele me deu um beijo na mão, eu sorri e fui embora. Passei a manhã pensando nele. Sabia que ele ia insistir, e não me importava, porque no fim das contas acho que todas nós, de certa forma, estamos acostumadas com isso. No entanto… Porra!.. Como explicar?... Qual mulher não gosta de ouvir que é gostosa? Qual mulher não se sente lisonjeada ao se saber desejada? O problema é que quando a gente chega aos 40 e recebe uma proposta de um cara tão atraente, o elogio vira tentação.
Claro que não estamos falando de relacionamento sério. Pelo contrário, eu tava muito ciente de que a única intenção dele era me levar pra cama. cama, mas era exatamente essa intenção que me fazia sentir jovem, sensual e desejada, sentimento que, como meu marido bem dizia, acaba sendo devorado pelo tempo, pela rotina e pelo costume.
Enquanto tomava banho e ensaboava meu corpo, minha vaidade feminina aflorou, pois pensei: "E como culpá-lo? Se sou a candidata perfeita, gostosa, com um corpo bonito, casada e discreta." Ao sair do banho, me movia nua na frente do espelho do quarto para me observar e continuar estimulando minha vaidade ao pensar: "Na verdade, estou muito bem, tenho um rosto lindo, poucas rugas, peitos bonitos, bundas redondas e firmes, barriga chapada, cintura bem delineada, pernas muito torneadas, minha pele continua macia e lisinha. É lógico que ainda provoco desejo, e o desejo move o mundo, até o amor nasce do desejo. Que homem quer uma mulher que não lhe agrada?..." E, como era de se esperar, à noite satisfiz a luxúria dos meus pensamentos vaidosos, aproveitando meu marido como se fôssemos recém-casados.
No começo, Carlos e eu nos cumprimentávamos quando eu chegava na academia e, depois de algumas semanas, ele mudou a rotina para treinar no mesmo horário. Quando terminávamos de nos exercitar, conversávamos enquanto tomávamos um suco no "Snack" da academia. E quando ele estava só de shorts, era impossível não admirar seu corpo lindo e bem definido. Com o tempo, começamos a nos cumprimentar e nos despedir com um beijo no rosto e, apesar da diferença de idade e de suas constantes investidas, às quais eu sempre recusava educadamente, acabamos nos tornando bons amigos.
Um dia, enquanto eu tomava um café com a Tânia, minha amiga de infância, por coincidência ele chegou ao restaurante, se aproximou da nossa mesa, depois de nos cumprimentar, olhou para mim, sentou ao meu lado e colocou a mão na minha perna, por cima da meia, perto do meu joelho, e disse:
- É a primeira vez que te vejo de vestido.
- Me vesti de mulher.
Respondi brincando e não fiz nada para tirar a mão dali. Os Escassos cinco minutos que ficou com a gente, não parou de acariciar suavemente meu joelho e parte da minha coxa, coisa que não me incomodou, pelo contrário, gostei, porque me fez sentir, digamos, especial pra ele. Quando ele se levantou da mesa, a Tânia me disse:
— Que gato, hein? Quem é?
— Um colega da academia.
— Vocês fazem academia na cama?
— Como assim?...
— Pois não parece, ele não conseguiu esconder o desejo e você se deixa querer bem.
— Pelo amor!... Podia ser meu filho.
— Mas não é.
— Porque esperei quatro anos sem engravidar, e só tô falando da diferença de idade.
— Mais a meu favor, você põe a experiência da maturidade e ele põe a energia da juventude... Ele deve te dar umas fodas dos sonhos... Realmente, tenho inveja, tem um rabo divino, além disso, com tanto exercício, deve ter uma ferramenta pra enlouquecer qualquer uma...
Me aproximei dela e falei baixinho:
— Fala baixo que o povo vai ouvir... Juro que não fizemos nada.
E ela, também baixinho, respondeu:
— Pois eu não acho que você seja tão santinha, mas se isso é verdade, já tá na hora de fazer alguma coisa.
— Como assim?
— Eu, se fosse você, deixava ele meter o que tem onde ele quisesse.
— Cala a boca, não fala disso.
— Se a verdade te incomoda, aprende a disfarçar.
Não respondi e mudei de assunto, mas na saída do restaurante, já no estacionamento, a Tânia voltou ao tema:
— Fala a verdade, Raquel, já comeu esse garoto?
— Claro que não.
— Mas pretende?
— Ele já pediu, mas se eu aceitar, com certeza todo mundo na academia vai ficar sabendo.
— Olha só, olha só... Então é só isso que te segura.
— Bom, não... Tem meu marido, meus filhos.
Ela riu debochando e completou:
— Raquel, Raquel, Raquel... Você tá morrendo de vontade, então como dizem os gringos: “Just do it!”, que em português correto significa “Para de se fazer de sonsa e come ele”.
— Pelo amor!
— Tô falando sério, essas coisas são como casamento, não se deve pensar demais. simplesmente se faz e depois se sorteia o que vier... Quem caralhos casaria consciente de tudo que o casamento envolve?... Você já pensou quantas de nós, digo, as quarentonas, não queriam sentir de novo a vitalidade, a firmeza e a paixão de um garoto de 20 anos?
- Não muitas
- Não seja hipócrita!... A resposta é TO-DAS!... Todas, Raquel! e você não pode negar. Não sei o motivo, mas na nossa idade a gente fica muito safada, igual umas onças no cio, a gente quer uma penetração firme, dura e prolongada. E o que nossos maridos nos dão?
- Nisso você tem razão, mas a gente tem que entender que todo mundo envelhece, não espere de um homem de quase 50 as qualidades de um novinho
- Claro que não, mas por que desperdiçar a oportunidade quando ela aparece?... Entenda, ele pode comer quem ele quiser e você já não pode mais, amiga. Você é tipo um capricho pra ele e te garanto que quando ele se cansar da sua indiferença, vai te mandar pro inferno, não vai ficar te implorando a vida toda... Além disso, quem vai ficar sabendo?, não acho que ele ou você vão publicar ou postar as fotos de vocês trepando no Facebook.... Bem dizem que "Aberta a entrada da caverna, ninguém sabe que urso entra nela" e como isso não se desgasta, não acho que seu marido vai notar
Ri da piada dela e falei
- Não seja ridícula, Tania!... Melhor a gente esquecer o assunto
- Faz o que quiser, mas te garanto que você ia se divertir mais do que ele.
Respondeu irritada e ao se despedir com um beijo na bochecha insistiu dizendo "Não perca a oportunidade, Raquel". Fui pra casa e o resto do dia passei pensando que a Tania tinha razão, eu tinha vontade de fazer mas não parava de pensar em tudo que viria depois. Os possíveis cenários "pós-infidelidade" com meu marido e meus filhos faziam o terror me dominar
Dias depois, ao sair da academia enquanto caminhávamos até nossos carros, Carlos me disse
- Amanhã não venho pra academia
- Por quê?
- O treinador mudou minha rotina e colocou um dia de Descanso uma vez por semana, mas quero te ver. Se te convidar pra tomar café, você aceita?
— Sim, mas seria umas dez horas. Primeiro tenho que cuidar do meu trio de homens que não sabem fritar um ovo, arrumar a casa, tomar banho e me vestir pra ir a um restaurante… Acho que você não vai gostar se eu for de moletom e tênis de novo.
— Podia colocar uma minissaia.
Eu ri e, com a voz sensual, falei:
— Acho que já não tenho idade pra me vestir assim, não acha?
Ele percebeu o tom da minha voz e foi direto:
— Pelo contrário, de minissaia e sem meia, juro que não ia resistir.
Não consegui evitar de paquerar e, sorrindo, perguntei:
— A quê, Carlos?
— A te levar pra um hotel… Quero te ter nua nos meus braços e te comer por horas, quero que você seja minha, quero ser seu, Raquel… Já não aguento mais viver sonhando.
— Sonhando? Com o quê, Carlos?
— Com isso!… Que você se veste toda gostosa pra eu te pedir e a gente acabar num hotel transando apaixonadamente.
— Nossa… Do que não tenho a menor dúvida é que você é teimoso.
— Por favor, Raquel, juro que tô desesperado pra te ter.
Levantei as sobrancelhas num gesto de admiração e não respondi, só dei um beijo no rosto dele, roçando os lábios, e falei:
— A gente se vê amanhã às 10 no shopping.
— Sem meia.
— Mas de calça.
Ele disse alguma coisa, mas não ouvi, porque já tinha subido na minha caminhonete. Dei partida, observando pelo retrovisor que ele ficou parado lá, me vendo ir embora, provavelmente tentando digerir minha nova recusa… Passei o dia pensando, ou melhor, duvidando da proposta dele. Meu lugar de esposa e mãe pesava mais que a grande tentação de experimentar algo novo, mas as palavras da Tania não deixavam de ser verdade quando ela disse: “…Ele não vai ficar te implorando pra sempre”. E ele ter me pedido sem rodeios me fazia supor que tinha sido a última vez.
No dia seguinte, depois de dar café da manhã e me despedir dos meus homens, entrei no banho, me maquiei, escolhi uma lingerie de renda, coloquei meia-calça e um vestido. Acima do joelho, expliquei pra senhora do serviço que ia pra uma reunião com umas amigas e fui pra garagem. Ao subir na caminhonete, tirei as meias, botei na bolsa e fui pro meu encontro convencida do que ia fazer.
Quando cheguei no shopping onde fica o restaurante que a gente escolheu, vi ele de pé do lado do carro. Senti medo, mas não ia voltar atrás, então levantei o vestido de um jeito que meus coxas ficassem de fora e estacionei. Ele chegou na minha janela e, ao ver minhas pernas sem meia, entendeu. Enfiou a mão pra acariciar minha coxa, tocando minha calcinha, e falou:
— Tenho tanto desejo de você, Raquel.
— Vamos logo, antes que eu me arrependa.
Subi no carro dele e, no caminho pro hotel, ele não parou de acariciar minhas coxas, tocando minha buceta por cima da calcinha, enquanto dizia como me queria. Ao entrar no quarto, nos beijamos fundo, saboreando as línguas e nos acariciando por cima da roupa. Eu era um feixe de nervos, igual uma adolescente prestes a perder a virgindade. Conforme as carícias e beijos aumentavam, enquanto a gente tirava a roupa, o nervosismo deu lugar à excitação, que chegou ao auge quando eu vi o corpo nu dele na minha frente. Era digno de uma escultura: o peito, o abdômen, as pernas, a bunda e, descendo pro púbis musculoso, a ereção firme do pau bem formado dele.
Ele olhou com desejo pra minha nudez, me abraçou, encostando a ereção na minha barriga, e enquanto os beijos e carícias rolavam entre nós, a luxúria fez eu esquecer de tudo e me entregar na busca do prazer de forma ardente e sem limites.
Ele me encheu de prazer com os beijos e a língua percorrendo toda a minha pele, dedicando um bom tempo a saborear meus peitos e minha buceta. Depois, deitados de lado, ele atrás de mim, falou:
— Que bunda gostosa você tem.
— Aproveita, coração, é toda sua.
Ele levantou uma das minhas pernas e eu gemi enlouquecida quando senti o pau dele se abrindo entre meus lábios. encher minha buceta. Sentia ele enorme, duro como um tronco, mas com a maciez e o calor da carne. Ao me sentir cheia daquela delícia, exclamei: “Que gostoso, Carlos!”… “É todo seu, bonequinha”, ele respondeu e começou a se mover num entra e sai enérgico que me contagiou com toda a luxúria, desejo e ansiedade de prazer dele. Ansiedade que eu mostrava com gemidos involuntários, que foram aumentando de tom, se misturando com ofegos desesperados e súplicas: “Mais rápido, mais rápido, não para, te imploro”.
Quando meus olhos começaram a tremer, revirando nas órbitas, e já não conseguia mais mantê-los abertos, apertei com minhas mãos a mão dele que estava sobre meu peito e, ofegante, disse: “Me abraça, não me solta, não me solta”. E, como se fosse uma fera ferida, soltei um gemido profundo ao sentir a intensidade de um daqueles orgasmos que a gente raramente tem na vida.
Depois, meu corpo inteiro relaxou. Ele parou os movimentos e, sem sair de dentro de mim, começou a beijar e acariciar ternamente minhas costas e ombros. Após alguns segundos, quando abri meus olhos, ele me disse com voz bem suave: “Que lindo você gozou, rainha. Você é uma mulher linda”. Eu sorri e, com voz apagada, respondi: “Você é tão carinhoso, eu adoro você, Carlos”.
Ficou muito tempo dentro de mim, em várias posições, sem que a firmeza dele diminuísse nem um pouco, me fazendo lembrar a maravilha de uma penetração profunda e prolongada, junto com o imenso prazer de ser multiorgásmica. Ele repetia sem parar como eu era linda, como me desejava, como meu corpo era bem-feito, como minha buceta era apertada e quente. E as palavras dele me faziam sentir tão mulher que eu instintivamente procurava a boca dele, pra juntar com a minha e saborear a língua dele, curtindo a paixão de misturar nossas salivas.
Foi deitada de bruços na cama, sentindo o bater do púbis dele nas minhas nádegas no ritmo gostoso das investidas fortes, quando ele disse: “Vou gozar, Raquel”. Eu sorri e respondi: “Vai, amor, me dá tudo, quero sentir”. Fica dentro de mim, me enche com teu prazer, quero que você goze igual eu gozei" — ele parou os movimentos e, entre gemidos que repetiam meu nome, esvaziou todo o sêmen no fundo da minha buceta dilatada. Ficou ofegante por um instante, eu virei a cabeça pra apoiar a bochecha no lençol e sorri satisfeita, dizendo:
— Que delícia, Carlos, não tira.
Ele se deitou sobre mim, beijou minha bochecha e sussurrou no meu ouvido:
— Você me encanta, Raquel.
Depois de um tempo, ele se deitou ao meu lado e, após vários beijos molhados na boca, me cobri com uns lenços descartáveis e, deitada de lado de frente pra ele, com voz de satisfação e safadeza, falei:
— Viu? No fim você acabou me convencendo.
— E ainda bem, porque você é uma maravilha na cama.
— Puxa-saco.
— Tô falando sério, você transa gostoso pra caralho e tem um jeito lindo de gozar.
— Disso você tem culpa... E não foi uma vez só.
— Você é incrível!
Ele respondeu, satisfeito com a própria masculinidade. Eu sorri e nos beijamos de novo. Levantei e fui ao banheiro deixar escorrer o que ele tinha deixado em mim. Quando saí, subi de novo na cama, onde ficamos pelados. Ele deitou a cabeça nas minhas coxas e, entre beijos e carícias, o tempo passou batendo papo sobre coisas bestas. Mas, como disse o poeta, "juventude, divino tesouro". Quando eu ia me levantar pra me vestir, ele beijou minhas coxas e minha xereca, e enquanto acariciava meu clitóris com o dedo, confessou:
— Nunca tinha feito sem camisinha.
— Então eu estreiei?
— Sim.
— E você gostou?
— Muito... Mas você também parece novinha, aperta gostoso demais.
Com a voz excitada pelas carícias do dedo dele na minha buceta, respondi:
— Isso é culpa da academia.
Não falamos mais nada. Nos beijamos, e ele colou a boca nos meus peitos, abriu minhas pernas e repetiu a façanha, dessa vez na posição de papai e mamãe.
Foi lindo. Enquanto ele curtia de novo o calor da minha buceta, eu acariciava o peito bonito dele e os braços fortes, observando com ternura o... Doce olhar. Quando ele esvaziou dentro de mim o pouco que tinha, uma quantidade bem menor do delicioso esperma dele, que dessa vez deixei escorrer pra fora da minha buceta pra limpar com uns lenços descartáveis, olhei meu relógio e falei:
— Que loucura, Carlos… Já estamos aqui há mais de três horas… Vamos embora.
Nos vestimos e, enquanto eu colocava as meias, ele sorriu e disse:
— Gosto mais de você sem meias… Tirou pra mim?
— Era o sinal, né?
— Sim.
— Talvez eu decida não usar outro dia.
Pisquei um olho e sorri, dei um beijo molhado nos lábios dele e, depois de arrumar meu cabelo, saímos do hotel. Quando me deixou perto da minha caminhonete, ele perguntou:
— Você viria outro dia sem meias?
— Olha, Carlos, gostei muito de você, de verdade, você é muito bom na cama, transa gostoso pra caralho. Só que a gente vive em mundos diferentes… Você queria e eu aceitei. Não tô dizendo que te fiz um favor, de jeito nenhum, porque eu também queria. De verdade, fiz com gosto, juro que adorei dormir com você, mas a real é que seria idiota eu me apaixonar por você e muito injusto você se apaixonar por mim… Não vou te pedir pra esquecer como se nada tivesse acontecido, isso não dá, mas não vamos fingir que dá pra fazer planos pro futuro quando a gente sabe muito bem que não tem futuro entre nós.
Ele interrompeu meu discurso fracassado dizendo:
— Tá bom, Raquel. Se as coisas têm que rolar, que rolem por si só.
— É o melhor… Que rolem por si só, como rolaram hoje… Te quero, Carlos.
— E eu você, você é uma grande amiga.
Sorri, dei um beijo na bochecha dele e desci do carro. Ele esperou até eu subir na minha caminhonete e dar partida. Saí do shopping e fui pra casa. Quando cheguei, o carro do meu marido já estava na garagem. Com medo, entrei pela cozinha. A empregada me cumprimentou, dizendo que os meninos ainda não tinham chegado e que meu marido estava no nosso quarto.
Subi as escadas tentando controlar meus nervos e me perguntando: como é que uma mulher encara o marido depois de uma dessas? quando o esperma quente de outro homem ainda escorre molhando a calcinha dela?. Mas como a gente diz na minha terra "O que tem que ser, tem que ser", então entrei no quarto, cumprimentei ele com um beijo na boca e enquanto contava sobre minha suposta reunião comecei a tirar as meias, esquecendo que isso é o "Grande fetiche" do meu marido. Ele me olhou com desejo e, quando terminei de tirá-las, se levantou pra me abraçar e beijar dizendo
-Você me provoca, Raquel… Sabe que quando faz isso eu tenho que te comer
Eu ri de forma sensual, ele me virou e eu me inclinei apoiando as mãos na cama, oferecendo minha bunda. Ele levantou meu vestido e eu afastei minha calcinha pra mostrar minha buceta. Quando ele aproximou o pau da minha xota, sentiu minha suposta umidade e disse
-Por isso você tirou as meias na minha frente… Dá pra ver que quer pica, amorzinho
-Sim, love, tô precisando muito, então me dá tudo
Nunca em mais de 20 anos eu tinha me preocupado com meu orgasmo. Se eu gozava, gozava e aproveitava ao máximo, e quando não, também curtia o sexo. Mas por alguma razão inexplicável, dessa vez foi a primeira que fingi ter um. E quando ele terminou, senti uma excitação perversa ao saber que estava cheia do esperma de dois homens. Ri e falei
-Vou ter que lavar minha calcinha, mas valeu a pena, você me comeu gostoso, love… Vou tomar um banho
Entramos juntos no chuveiro, mas forcei ele a sair com a desculpa da chegada dos nossos filhos. Quando fiquei sozinha debaixo da água, ensaboei minha ppk e minha buceta, me excitando ao pensar que tinha o esperma dos dois dentro do meu útero. De repente, fiquei séria e minha excitação se transformou em tristeza, lágrimas escorreram dos meus olhos.
Não doía ter sido infiel, mas sim o quanto eu me senti bem por ter sido.
Nos primeiros anos de casamento, me dediquei ao meu marido, mas quando os filhos nasceram, "me multipliquei" e, como todas nós mulheres fazemos, me tornei mãe em tempo integral, esposa, companheira e amante fogosa. Estou longe de ser uma mulher abandonada; pelo contrário, posso me definir como uma mulher muito bem cuidada, já que meu marido cumpre à risca aquele velho e vulgar ditado: "A mulher tem que estar bem comida, bem vestida e bem fodida". E eu adoro corresponder na última parte, mantendo minha forma, cuidando da pele e, especialmente, fortalecendo os músculos da pelve com os exercícios diários na academia.
Pelo que já disse, reconheço que seria muito injusto da minha parte usar o abandono como desculpa para o que decidi fazer e que vou contar a seguir.
Certa vez, ao sair da academia, encontrei uma rosa presa no limpador de para-brisa da minha caminhonete, junto com um bilhete. Li: "Você é muito linda, gostaria de te conhecer". Sorri, convencida de que era do meu marido, já que a academia fica no caminho do escritório dele e, com certeza, ele estava tirando um tempo para brincar de ser infiel comigo — algo que já tínhamos feito várias vezes, trocando e-mails como se fôssemos estranhos e, depois de um tempo de flerte online, marcávamos encontros que terminavam num motel.
No dia seguinte, ao sair da academia, encontrei uma nova flor com outro bilhete: "Juro que você me encanta, é a mulher mais gostosa que já vi, me dá uma chance de te tratar". Não dei importância, entrei na caminhonete e fui para casa. À noite, provavelmente por causa da minha indiferença aos bilhetes, meu marido tentou me envolver no jogo. ao me dizer
- Li que as mulheres milf são mais infiéis que as novinhas, o que você acha disso?
- Talvez seja porque é quando a gente passa o dia inteiro sozinha... Mas não dá pra generalizar, lembra que todo mundo é diferente e cada cabeça é um mundo.
- Não tô dando como certo o que li, só queria saber se a rotina e a solidão do seu dia a dia te fazem pensar em ter uma aventura
- Já pensei sim, mas uma coisa é pensar, outra é fazer
- E você teria?
- Olha, love, depois de tantos anos e mesmo estando satisfeita com o que a gente tem, sempre brota a vontade de conhecer algo novo... Então, sendo bem honesta com você, vou dizer que sim, eu gostaria de ter uma aventura, mas de jeito nenhum arriscaria meu casamento.
- Isso não... Tô falando de arriscar nosso casamento... Entre nós existem laços muito fortes que nos unem, o love, os filhos, muitos anos juntos... O que nos une como casal, acho que uma aventura não faria você esquecer
- Devo entender que você não se importaria se eu tivesse uma?
- Não, love, não me importaria... Mas não gostaria de saber que você me traiu, então se um dia você for infiel, seja discreta e nunca me conte.
- Combinado
Respondi aceitando que as novas regras do jogo seriam transar e calar a boca. Mas ao lembrar de todas as nossas aventuras imaginárias, perguntei
- E por que você fica tão tesudo quando imagina que eu tô com um desconhecido? Você até já disse que quer me ver na cama com outro
- Não sei, talvez seja uma perversidade masculina, só de imaginar como eles te comem, pensar em outro dentro de você te fazendo gemer de prazer e no final ver o esperma escorrendo pra fora da sua buceta me excita!
Convencida de que ele queria me distrair da rotina inventando um novo jogo com os bilhetes na minha caminhonete, resolvi fazer charme pra ele não pensar que eu tinha descoberto. Então, por três ou quatro dias, fingi desinteresse, mas ele continuou colocando flores e bilhetes no para-brisa. me diciendo o quanto gostava de mim e o desejo de me conhecer. Foi na semana seguinte que, no bilhete dele, descobri a irritação que ele tentou esconder com um certo tom de súplica ao escrever “Não seja assim, entenda que você me atrai, quero te conhecer, aceita, não tem nada a perder, por favor, mulher!”.
Sabia que ele ia se cansar da minha indiferença, então, pra evitar isso, no dia seguinte, quando desci do carro, deixei no para-brisa um bilhete dizendo “Me escreve pra gente combinar onde podemos nos ver” e coloquei meu e-mail. Quando saí do meu exercício matinal, ele tinha levado meu bilhete e deixado no lugar a rosa com a resposta dele: “Obrigado, linda, só peço a Deus que eu te agrade”. Ri ao ler, pensando que com esses métodos meu marido não convenceria mulher nenhuma, era a coisa mais idiota que já tinha lido. Quem teria a ideia de pedir a Deus pra fazer o milagre de transar com uma mulher casada?
Enquanto dirigia de volta pra casa, ri ao imaginar como seria a oração: “Senhor, peço que a Raquel me dê a bunda, quero meter o pau nela... Obrigado, Senhor”. Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi entrar na internet. Fiquei mais de uma hora navegando, só pra ficar checando meu e-mail, mas não recebi mensagem nenhuma. Só depois das 6 da tarde chegou um e-mail de um tal de “Charly Red” dizendo “Amanhã te procuro na academia pra você me conhecer”.
Era minha vez de mandar no jogo, então escrevi “Não me procura, meu marido é muito ciumento e passa pela academia todo dia. Eu te aviso quando e onde podemos nos ver”. Ri ao imaginar a cara do meu marido lendo meu e-mail, mas se ele queria brincar de infidelidade, eu faria ele sentir que eu tava disposta a ser infiel, o que com certeza ia deixá-lo muito nervoso, ainda mais quando pedi que só nos comunicássemos por e-mail, já que meu marido revisava meu celular e minhas redes sociais.
Vários dias a gente se escreveu e, como era de se esperar, começaram os e-mails carregados de intenções. sexuais, tentando fazer ele sentir que era real, escrevi: "Espera ter uma oportunidade e você vai me ter nua na cama". Ele respondeu: "Isso seria loucura, quero estar dentro de você, curtindo sua umidade ardente". E quando ele tocou no assunto de usar camisinha, eu escrevi: "Fiz laqueadura, querido, então não vou deixar você me negar o prazer de sentir seu gozo queimando minhas entranhas". Ele respondeu: "SÉRIO?!", e eu soltei uma gargalhada, imaginando com muita malícia o ciúme que estava provocando nele.
Passou mais ou menos uma semana e, um dia, ao sair da academia, enquanto caminhava até minha caminhonete, um rapaz desceu de um carro estacionado e veio na minha direção. Por instinto, me virei para entrar de novo na academia, mas ele gritou:
-Espera!
Quando notei que ele usava roupa esportiva com o logo da academia, parei. Ele se aproximou e, estendendo a mão para me cumprimentar, disse:
-Oi, gostosa, me chamo Carlos e sou seu admirador das rosas e dos bilhetes no seu carro. Charly Red é meu e-mail.
Fiquei petrificada ao perceber que não era uma brincadeira. Passei os olhos por ele: era muito jovem, talvez 20 anos, provavelmente 1,80m ou mais de altura, bonito e com um corpo de academia atraente. Senti terror, e mil ideias passaram pela minha cabeça, desde um possível sequestro ou chantagem até meu marido ter mandado ele para testar minha fidelidade. No meio da confusão, apertei a mão dele, dizendo:
-Raquel.
Ele, sem soltar minha mão, falou:
-Te convido para um café da manhã.
Tirei minha mão da dele e respondi:
-Não, hoje não. Hoje estou com pressa.
O caso é que "fugi da cena do crime" e passei a manhã pensando em todos aqueles e-mails que tinha escrito para ele, me arrependendo de ter feito aquilo... Irritada comigo mesma e com medo de que fosse um plano do meu marido, tentei esclarecer as coisas, deixando claro que, sabendo do plano dele, eu tinha tentado deixá-lo com ciúmes. Então, naquela noite, disse:
-Você mandou alguém para me seduzir para saber se eu te traio? Ela me olhou com cara de surpresa, como se perguntasse “O que essa tem?” — reação que sem dúvida me mostrou que ela não sabia de nada. Depois de alguns segundos me encarando em silêncio, respondeu perguntando:
— Você tomou alguma coisa ou que bicho te mordeu?
Eu ri e, quando ia responder, ele me interrompeu pra dizer:
— Que merda é essa que te passa na cabeça, Raquel? Não tem nada melhor pra fazer?... Quando um homem desconfia da mulher, ele encara ou manda ela pra puta que pariu. Só imbecil contrata detetive ou gigolô pra confirmar... Agora só falta você inventar que fiz teste de DNA nos moleques pra ter certeza que são meus filhos.
— Não fica assim, love, era só uma pergunta.
Bravo, ele respondeu:
— Isso não foi pergunta, Raquel, foi uma reclamação sem fundamento!
— Juro que era uma pergunta, love.
Respondi envergonhada, e ele disse:
— NÃO!... E essa é a resposta pra sua pergunta idiota.
Ficamos em silêncio vendo o jornal na TV e, quando ele se preparou pra dormir, me deu um beijo na boca e completou mais calmo:
— Entende que eu te amo, que você é a mulher da minha vida, e não uma buceta exclusiva... Não tive ciúme de você quando era novo, quando a gente se sente dono e não parceiro da outra pessoa. Então me diz se nessa altura do nosso casamento eu vou me desgastar com essas bobagens... Pelo amor de Deus, Raquel.
— Você tem razão... Te amo.
Falei e fomos dormir.
No dia seguinte, não fui pra academia e os e-mails do Carlos não demoraram, perguntando se eu tava doente ou se não queria mais vê-lo. Resolvi ser direta e escrevi:
— “Te mandei aqueles e-mails achando que era meu marido. Não considere eles verdade, foi um erro, um erro grave, e peço desculpas.”
Ele respondeu:
— “Essas coisas acontecem na internet, linda. Então vamos esquecer os e-mails e me dá uma chance de conhecer a mulher.”
— “Não, Carlos, vou ser honesta: isso não me agrada nada. Um cara como você atrás de uma mulher da minha idade me parece muito estranho e perigoso.”
— “Assim é Entendo, mas se me desse a chance de explicar pessoalmente, você entenderia. Aceita um convite pra almoçar ou jantar?"
Minha resposta foi:
— "Pra tomar café da manhã, onde eu mandar."
Ele aceitou minhas condições e foi assim que combinamos de tomar café da manhã num lugar movimentado, na hora que eu saía da academia, que é quando tem mais gente.
Quando cheguei no restaurante, ele já estava lá dentro. Levantou pra me cumprimentar e sentamos um de frente pro outro. Logo de cara, ele confessou que todo dia, quando saía da academia, eu chegava, e completou:
— "Desde a primeira vez que te vi, me senti atraído por você. Você é a mulher mais gostosa que já conheci… Eu gosto de você, Raquel, e não tem como evitar."
— "E você acha que eu também não posso fazer nada a respeito?"
— "Pode se levantar e me mandar pro inferno, mas isso só faria de você a mulher mais gostosa e grossa que já conheci."
— "Então não me dá escolha?"
— "Pode aceitar que eu gosto de você e conversar comigo."
— "Tá bom, vamos conversar."
Enquanto conversávamos, minha opinião foi mudando e meus medos sumindo. Ele era um cara muito legal… Me disse que tinha 23 anos, que estudava numa universidade particular. Percebi que a vida dele era muito ligada à família, até me mostrou uma foto da namorada. Por precaução, não comentei nada sobre minha família, nem onde morava, e muito menos mostrei fotos. Só falei minha idade, que era casada e tinha dois filhos adolescentes. Na hora de sair do restaurante, ele me acompanhou até minha caminhonete, abriu a porta pra mim e, antes de subir, tentei acabar com a loucura dele dizendo:
— "Não entendo, Carlos. Você tem uma namorada muito bonita, e tenho certeza que pode pegar qualquer garota que quiser… Sabe do que tô falando?"
— "Sei."
— "Então por que você me procura?"
— "Não sei. Você me atrai, e agora que me senti tão à vontade com você, quero continuar te vendo. Só quero que você seja minha amiga."
— "Sua 'amiguinha'?… Agora entendi. Você se acha um cara gato e acha que uma mulher madura como eu… Sou presa fácil pra levar pra cama… Mas deixa eu te dizer que você tá muito enganado.
— Não me julgue tão mal, não é disso que se trata, Raquel.
— Não insulte minha inteligência, Carlos. Quando você vê uma pessoa e sente atração, procura ela por dois motivos: pra conquistar ou pra seduzir. E eu não acredito que você queira conquistar uma mulher 20 anos mais velha que você… Então deduzo que é a segunda opção.
Ele não respondeu, só me olhou, e eu falei:
— Viu só? Tenho razão… A gente, mulher, sabe muito bem o que vocês buscam na gente. Além disso, ninguém chega na minha idade sem ter lidado com todo tipo de mentira, proposta e enganação de quem vive atrás de aventura.
Ficamos nos olhando. Ele tinha um olhar tão doce que conseguiu me deixar nervosa. Então entrei na caminhonete, fechei a porta. Ele bateu no vidro com os dedos, e quando eu abaixei, ele se soltou e perguntou meio com medo:
— Você aceitaria?
— Nem pense nisso.
— Me desculpa, não quis te ofender.
— Nenhuma mulher se ofende com isso, Carlos. Pelo contrário, quando é feito de forma respeitosa, é um elogio. Todas nós gostamos de nos sentir desejadas, e acredite, admiro sua honestidade em pedir… Mas entre isso e aceitar ir pra cama com você, tem uma diferença enorme. Vamos deixar assim, Carlos.
— Como?
— Como conhecidos da academia, tudo bem?
— Não pode ser algo a mais?
— Não, e não insista, Carlos.
Ele me deu um beijo na mão, eu sorri e fui embora. Passei a manhã pensando nele. Sabia que ele ia insistir, e não me importava, porque no fim das contas acho que todas nós, de certa forma, estamos acostumadas com isso. No entanto… Porra!.. Como explicar?... Qual mulher não gosta de ouvir que é gostosa? Qual mulher não se sente lisonjeada ao se saber desejada? O problema é que quando a gente chega aos 40 e recebe uma proposta de um cara tão atraente, o elogio vira tentação.
Claro que não estamos falando de relacionamento sério. Pelo contrário, eu tava muito ciente de que a única intenção dele era me levar pra cama. cama, mas era exatamente essa intenção que me fazia sentir jovem, sensual e desejada, sentimento que, como meu marido bem dizia, acaba sendo devorado pelo tempo, pela rotina e pelo costume.
Enquanto tomava banho e ensaboava meu corpo, minha vaidade feminina aflorou, pois pensei: "E como culpá-lo? Se sou a candidata perfeita, gostosa, com um corpo bonito, casada e discreta." Ao sair do banho, me movia nua na frente do espelho do quarto para me observar e continuar estimulando minha vaidade ao pensar: "Na verdade, estou muito bem, tenho um rosto lindo, poucas rugas, peitos bonitos, bundas redondas e firmes, barriga chapada, cintura bem delineada, pernas muito torneadas, minha pele continua macia e lisinha. É lógico que ainda provoco desejo, e o desejo move o mundo, até o amor nasce do desejo. Que homem quer uma mulher que não lhe agrada?..." E, como era de se esperar, à noite satisfiz a luxúria dos meus pensamentos vaidosos, aproveitando meu marido como se fôssemos recém-casados.
No começo, Carlos e eu nos cumprimentávamos quando eu chegava na academia e, depois de algumas semanas, ele mudou a rotina para treinar no mesmo horário. Quando terminávamos de nos exercitar, conversávamos enquanto tomávamos um suco no "Snack" da academia. E quando ele estava só de shorts, era impossível não admirar seu corpo lindo e bem definido. Com o tempo, começamos a nos cumprimentar e nos despedir com um beijo no rosto e, apesar da diferença de idade e de suas constantes investidas, às quais eu sempre recusava educadamente, acabamos nos tornando bons amigos.
Um dia, enquanto eu tomava um café com a Tânia, minha amiga de infância, por coincidência ele chegou ao restaurante, se aproximou da nossa mesa, depois de nos cumprimentar, olhou para mim, sentou ao meu lado e colocou a mão na minha perna, por cima da meia, perto do meu joelho, e disse:
- É a primeira vez que te vejo de vestido.
- Me vesti de mulher.
Respondi brincando e não fiz nada para tirar a mão dali. Os Escassos cinco minutos que ficou com a gente, não parou de acariciar suavemente meu joelho e parte da minha coxa, coisa que não me incomodou, pelo contrário, gostei, porque me fez sentir, digamos, especial pra ele. Quando ele se levantou da mesa, a Tânia me disse:
— Que gato, hein? Quem é?
— Um colega da academia.
— Vocês fazem academia na cama?
— Como assim?...
— Pois não parece, ele não conseguiu esconder o desejo e você se deixa querer bem.
— Pelo amor!... Podia ser meu filho.
— Mas não é.
— Porque esperei quatro anos sem engravidar, e só tô falando da diferença de idade.
— Mais a meu favor, você põe a experiência da maturidade e ele põe a energia da juventude... Ele deve te dar umas fodas dos sonhos... Realmente, tenho inveja, tem um rabo divino, além disso, com tanto exercício, deve ter uma ferramenta pra enlouquecer qualquer uma...
Me aproximei dela e falei baixinho:
— Fala baixo que o povo vai ouvir... Juro que não fizemos nada.
E ela, também baixinho, respondeu:
— Pois eu não acho que você seja tão santinha, mas se isso é verdade, já tá na hora de fazer alguma coisa.
— Como assim?
— Eu, se fosse você, deixava ele meter o que tem onde ele quisesse.
— Cala a boca, não fala disso.
— Se a verdade te incomoda, aprende a disfarçar.
Não respondi e mudei de assunto, mas na saída do restaurante, já no estacionamento, a Tânia voltou ao tema:
— Fala a verdade, Raquel, já comeu esse garoto?
— Claro que não.
— Mas pretende?
— Ele já pediu, mas se eu aceitar, com certeza todo mundo na academia vai ficar sabendo.
— Olha só, olha só... Então é só isso que te segura.
— Bom, não... Tem meu marido, meus filhos.
Ela riu debochando e completou:
— Raquel, Raquel, Raquel... Você tá morrendo de vontade, então como dizem os gringos: “Just do it!”, que em português correto significa “Para de se fazer de sonsa e come ele”.
— Pelo amor!
— Tô falando sério, essas coisas são como casamento, não se deve pensar demais. simplesmente se faz e depois se sorteia o que vier... Quem caralhos casaria consciente de tudo que o casamento envolve?... Você já pensou quantas de nós, digo, as quarentonas, não queriam sentir de novo a vitalidade, a firmeza e a paixão de um garoto de 20 anos?
- Não muitas
- Não seja hipócrita!... A resposta é TO-DAS!... Todas, Raquel! e você não pode negar. Não sei o motivo, mas na nossa idade a gente fica muito safada, igual umas onças no cio, a gente quer uma penetração firme, dura e prolongada. E o que nossos maridos nos dão?
- Nisso você tem razão, mas a gente tem que entender que todo mundo envelhece, não espere de um homem de quase 50 as qualidades de um novinho
- Claro que não, mas por que desperdiçar a oportunidade quando ela aparece?... Entenda, ele pode comer quem ele quiser e você já não pode mais, amiga. Você é tipo um capricho pra ele e te garanto que quando ele se cansar da sua indiferença, vai te mandar pro inferno, não vai ficar te implorando a vida toda... Além disso, quem vai ficar sabendo?, não acho que ele ou você vão publicar ou postar as fotos de vocês trepando no Facebook.... Bem dizem que "Aberta a entrada da caverna, ninguém sabe que urso entra nela" e como isso não se desgasta, não acho que seu marido vai notar
Ri da piada dela e falei
- Não seja ridícula, Tania!... Melhor a gente esquecer o assunto
- Faz o que quiser, mas te garanto que você ia se divertir mais do que ele.
Respondeu irritada e ao se despedir com um beijo na bochecha insistiu dizendo "Não perca a oportunidade, Raquel". Fui pra casa e o resto do dia passei pensando que a Tania tinha razão, eu tinha vontade de fazer mas não parava de pensar em tudo que viria depois. Os possíveis cenários "pós-infidelidade" com meu marido e meus filhos faziam o terror me dominar
Dias depois, ao sair da academia enquanto caminhávamos até nossos carros, Carlos me disse
- Amanhã não venho pra academia
- Por quê?
- O treinador mudou minha rotina e colocou um dia de Descanso uma vez por semana, mas quero te ver. Se te convidar pra tomar café, você aceita?
— Sim, mas seria umas dez horas. Primeiro tenho que cuidar do meu trio de homens que não sabem fritar um ovo, arrumar a casa, tomar banho e me vestir pra ir a um restaurante… Acho que você não vai gostar se eu for de moletom e tênis de novo.
— Podia colocar uma minissaia.
Eu ri e, com a voz sensual, falei:
— Acho que já não tenho idade pra me vestir assim, não acha?
Ele percebeu o tom da minha voz e foi direto:
— Pelo contrário, de minissaia e sem meia, juro que não ia resistir.
Não consegui evitar de paquerar e, sorrindo, perguntei:
— A quê, Carlos?
— A te levar pra um hotel… Quero te ter nua nos meus braços e te comer por horas, quero que você seja minha, quero ser seu, Raquel… Já não aguento mais viver sonhando.
— Sonhando? Com o quê, Carlos?
— Com isso!… Que você se veste toda gostosa pra eu te pedir e a gente acabar num hotel transando apaixonadamente.
— Nossa… Do que não tenho a menor dúvida é que você é teimoso.
— Por favor, Raquel, juro que tô desesperado pra te ter.
Levantei as sobrancelhas num gesto de admiração e não respondi, só dei um beijo no rosto dele, roçando os lábios, e falei:
— A gente se vê amanhã às 10 no shopping.
— Sem meia.
— Mas de calça.
Ele disse alguma coisa, mas não ouvi, porque já tinha subido na minha caminhonete. Dei partida, observando pelo retrovisor que ele ficou parado lá, me vendo ir embora, provavelmente tentando digerir minha nova recusa… Passei o dia pensando, ou melhor, duvidando da proposta dele. Meu lugar de esposa e mãe pesava mais que a grande tentação de experimentar algo novo, mas as palavras da Tania não deixavam de ser verdade quando ela disse: “…Ele não vai ficar te implorando pra sempre”. E ele ter me pedido sem rodeios me fazia supor que tinha sido a última vez.
No dia seguinte, depois de dar café da manhã e me despedir dos meus homens, entrei no banho, me maquiei, escolhi uma lingerie de renda, coloquei meia-calça e um vestido. Acima do joelho, expliquei pra senhora do serviço que ia pra uma reunião com umas amigas e fui pra garagem. Ao subir na caminhonete, tirei as meias, botei na bolsa e fui pro meu encontro convencida do que ia fazer.
Quando cheguei no shopping onde fica o restaurante que a gente escolheu, vi ele de pé do lado do carro. Senti medo, mas não ia voltar atrás, então levantei o vestido de um jeito que meus coxas ficassem de fora e estacionei. Ele chegou na minha janela e, ao ver minhas pernas sem meia, entendeu. Enfiou a mão pra acariciar minha coxa, tocando minha calcinha, e falou:
— Tenho tanto desejo de você, Raquel.
— Vamos logo, antes que eu me arrependa.
Subi no carro dele e, no caminho pro hotel, ele não parou de acariciar minhas coxas, tocando minha buceta por cima da calcinha, enquanto dizia como me queria. Ao entrar no quarto, nos beijamos fundo, saboreando as línguas e nos acariciando por cima da roupa. Eu era um feixe de nervos, igual uma adolescente prestes a perder a virgindade. Conforme as carícias e beijos aumentavam, enquanto a gente tirava a roupa, o nervosismo deu lugar à excitação, que chegou ao auge quando eu vi o corpo nu dele na minha frente. Era digno de uma escultura: o peito, o abdômen, as pernas, a bunda e, descendo pro púbis musculoso, a ereção firme do pau bem formado dele.
Ele olhou com desejo pra minha nudez, me abraçou, encostando a ereção na minha barriga, e enquanto os beijos e carícias rolavam entre nós, a luxúria fez eu esquecer de tudo e me entregar na busca do prazer de forma ardente e sem limites.
Ele me encheu de prazer com os beijos e a língua percorrendo toda a minha pele, dedicando um bom tempo a saborear meus peitos e minha buceta. Depois, deitados de lado, ele atrás de mim, falou:
— Que bunda gostosa você tem.
— Aproveita, coração, é toda sua.
Ele levantou uma das minhas pernas e eu gemi enlouquecida quando senti o pau dele se abrindo entre meus lábios. encher minha buceta. Sentia ele enorme, duro como um tronco, mas com a maciez e o calor da carne. Ao me sentir cheia daquela delícia, exclamei: “Que gostoso, Carlos!”… “É todo seu, bonequinha”, ele respondeu e começou a se mover num entra e sai enérgico que me contagiou com toda a luxúria, desejo e ansiedade de prazer dele. Ansiedade que eu mostrava com gemidos involuntários, que foram aumentando de tom, se misturando com ofegos desesperados e súplicas: “Mais rápido, mais rápido, não para, te imploro”.
Quando meus olhos começaram a tremer, revirando nas órbitas, e já não conseguia mais mantê-los abertos, apertei com minhas mãos a mão dele que estava sobre meu peito e, ofegante, disse: “Me abraça, não me solta, não me solta”. E, como se fosse uma fera ferida, soltei um gemido profundo ao sentir a intensidade de um daqueles orgasmos que a gente raramente tem na vida.
Depois, meu corpo inteiro relaxou. Ele parou os movimentos e, sem sair de dentro de mim, começou a beijar e acariciar ternamente minhas costas e ombros. Após alguns segundos, quando abri meus olhos, ele me disse com voz bem suave: “Que lindo você gozou, rainha. Você é uma mulher linda”. Eu sorri e, com voz apagada, respondi: “Você é tão carinhoso, eu adoro você, Carlos”.
Ficou muito tempo dentro de mim, em várias posições, sem que a firmeza dele diminuísse nem um pouco, me fazendo lembrar a maravilha de uma penetração profunda e prolongada, junto com o imenso prazer de ser multiorgásmica. Ele repetia sem parar como eu era linda, como me desejava, como meu corpo era bem-feito, como minha buceta era apertada e quente. E as palavras dele me faziam sentir tão mulher que eu instintivamente procurava a boca dele, pra juntar com a minha e saborear a língua dele, curtindo a paixão de misturar nossas salivas.
Foi deitada de bruços na cama, sentindo o bater do púbis dele nas minhas nádegas no ritmo gostoso das investidas fortes, quando ele disse: “Vou gozar, Raquel”. Eu sorri e respondi: “Vai, amor, me dá tudo, quero sentir”. Fica dentro de mim, me enche com teu prazer, quero que você goze igual eu gozei" — ele parou os movimentos e, entre gemidos que repetiam meu nome, esvaziou todo o sêmen no fundo da minha buceta dilatada. Ficou ofegante por um instante, eu virei a cabeça pra apoiar a bochecha no lençol e sorri satisfeita, dizendo:
— Que delícia, Carlos, não tira.
Ele se deitou sobre mim, beijou minha bochecha e sussurrou no meu ouvido:
— Você me encanta, Raquel.
Depois de um tempo, ele se deitou ao meu lado e, após vários beijos molhados na boca, me cobri com uns lenços descartáveis e, deitada de lado de frente pra ele, com voz de satisfação e safadeza, falei:
— Viu? No fim você acabou me convencendo.
— E ainda bem, porque você é uma maravilha na cama.
— Puxa-saco.
— Tô falando sério, você transa gostoso pra caralho e tem um jeito lindo de gozar.
— Disso você tem culpa... E não foi uma vez só.
— Você é incrível!
Ele respondeu, satisfeito com a própria masculinidade. Eu sorri e nos beijamos de novo. Levantei e fui ao banheiro deixar escorrer o que ele tinha deixado em mim. Quando saí, subi de novo na cama, onde ficamos pelados. Ele deitou a cabeça nas minhas coxas e, entre beijos e carícias, o tempo passou batendo papo sobre coisas bestas. Mas, como disse o poeta, "juventude, divino tesouro". Quando eu ia me levantar pra me vestir, ele beijou minhas coxas e minha xereca, e enquanto acariciava meu clitóris com o dedo, confessou:
— Nunca tinha feito sem camisinha.
— Então eu estreiei?
— Sim.
— E você gostou?
— Muito... Mas você também parece novinha, aperta gostoso demais.
Com a voz excitada pelas carícias do dedo dele na minha buceta, respondi:
— Isso é culpa da academia.
Não falamos mais nada. Nos beijamos, e ele colou a boca nos meus peitos, abriu minhas pernas e repetiu a façanha, dessa vez na posição de papai e mamãe.
Foi lindo. Enquanto ele curtia de novo o calor da minha buceta, eu acariciava o peito bonito dele e os braços fortes, observando com ternura o... Doce olhar. Quando ele esvaziou dentro de mim o pouco que tinha, uma quantidade bem menor do delicioso esperma dele, que dessa vez deixei escorrer pra fora da minha buceta pra limpar com uns lenços descartáveis, olhei meu relógio e falei:
— Que loucura, Carlos… Já estamos aqui há mais de três horas… Vamos embora.
Nos vestimos e, enquanto eu colocava as meias, ele sorriu e disse:
— Gosto mais de você sem meias… Tirou pra mim?
— Era o sinal, né?
— Sim.
— Talvez eu decida não usar outro dia.
Pisquei um olho e sorri, dei um beijo molhado nos lábios dele e, depois de arrumar meu cabelo, saímos do hotel. Quando me deixou perto da minha caminhonete, ele perguntou:
— Você viria outro dia sem meias?
— Olha, Carlos, gostei muito de você, de verdade, você é muito bom na cama, transa gostoso pra caralho. Só que a gente vive em mundos diferentes… Você queria e eu aceitei. Não tô dizendo que te fiz um favor, de jeito nenhum, porque eu também queria. De verdade, fiz com gosto, juro que adorei dormir com você, mas a real é que seria idiota eu me apaixonar por você e muito injusto você se apaixonar por mim… Não vou te pedir pra esquecer como se nada tivesse acontecido, isso não dá, mas não vamos fingir que dá pra fazer planos pro futuro quando a gente sabe muito bem que não tem futuro entre nós.
Ele interrompeu meu discurso fracassado dizendo:
— Tá bom, Raquel. Se as coisas têm que rolar, que rolem por si só.
— É o melhor… Que rolem por si só, como rolaram hoje… Te quero, Carlos.
— E eu você, você é uma grande amiga.
Sorri, dei um beijo na bochecha dele e desci do carro. Ele esperou até eu subir na minha caminhonete e dar partida. Saí do shopping e fui pra casa. Quando cheguei, o carro do meu marido já estava na garagem. Com medo, entrei pela cozinha. A empregada me cumprimentou, dizendo que os meninos ainda não tinham chegado e que meu marido estava no nosso quarto.
Subi as escadas tentando controlar meus nervos e me perguntando: como é que uma mulher encara o marido depois de uma dessas? quando o esperma quente de outro homem ainda escorre molhando a calcinha dela?. Mas como a gente diz na minha terra "O que tem que ser, tem que ser", então entrei no quarto, cumprimentei ele com um beijo na boca e enquanto contava sobre minha suposta reunião comecei a tirar as meias, esquecendo que isso é o "Grande fetiche" do meu marido. Ele me olhou com desejo e, quando terminei de tirá-las, se levantou pra me abraçar e beijar dizendo
-Você me provoca, Raquel… Sabe que quando faz isso eu tenho que te comer
Eu ri de forma sensual, ele me virou e eu me inclinei apoiando as mãos na cama, oferecendo minha bunda. Ele levantou meu vestido e eu afastei minha calcinha pra mostrar minha buceta. Quando ele aproximou o pau da minha xota, sentiu minha suposta umidade e disse
-Por isso você tirou as meias na minha frente… Dá pra ver que quer pica, amorzinho
-Sim, love, tô precisando muito, então me dá tudo
Nunca em mais de 20 anos eu tinha me preocupado com meu orgasmo. Se eu gozava, gozava e aproveitava ao máximo, e quando não, também curtia o sexo. Mas por alguma razão inexplicável, dessa vez foi a primeira que fingi ter um. E quando ele terminou, senti uma excitação perversa ao saber que estava cheia do esperma de dois homens. Ri e falei
-Vou ter que lavar minha calcinha, mas valeu a pena, você me comeu gostoso, love… Vou tomar um banho
Entramos juntos no chuveiro, mas forcei ele a sair com a desculpa da chegada dos nossos filhos. Quando fiquei sozinha debaixo da água, ensaboei minha ppk e minha buceta, me excitando ao pensar que tinha o esperma dos dois dentro do meu útero. De repente, fiquei séria e minha excitação se transformou em tristeza, lágrimas escorreram dos meus olhos.
Não doía ter sido infiel, mas sim o quanto eu me senti bem por ter sido.
2 comentários - Madura mas infiel