HISTÓRIAS REAIS - CAPÍTULO XVI.
Cristina (Parte 2).
Desde aquele dia do reencontro, Cristina me ligou todos, absolutamente todos os dias, até que finalmente depois de quase dez dias de ligações, decidimos nos ver de novo.
Naquelas conversas telefônicas ela se abriu completamente, me contando uma série de detalhes da vida dela que eu não conhecia direito. Soube que o peso dela aumentou vinte e três quilos em vinte anos; o tamanho do sutiã, aqueles maravilhosos 92 centímetros, hoje tinham virado 110; que ela tinha dificuldade de se sentir confortável com o corpo novo e não achava roupa adequada… Aos poucos ela foi se abandonando e isso fez com que as amigas fossem se afastando, e ela não só se isolou delas, mas de qualquer tipo de relação. E entrou num círculo vicioso, uma coisa puxava a outra, e foi assim que, até nosso último encontro, ela estava há séculos sem transar, já tinha até perdido a conta.
Para essa ocasião, convidei ela pro meu apartamento. Era o lugar ideal pra ter intimidade, conversar à vontade, fazer um jantar legal… e sexo.
— Te espero sexta em casa, tô pensando em preparar um jantar que você não vai esquecer — propus na quarta por telefone.
— Adorei a ideia, mas já tenho vários motivos pra não te esquecer.
— Ótimo, a gente vai acrescentar mais algum… Te espero às nove. — ela anotou o endereço e a gente se despediu.
Na quinta, durante o almoço com meus dois colegas, contei a história que a gente tinha tido com a Cristina e falei do encontro que a gente ia ter no dia seguinte, sem esconder que tava pedindo conselhos, ideias, pra fazer da noite seguinte uma noite especial.
— Para de frescura, Juancito — pula o Ricardo —, a gorda quer dar e não tá ligando pra mais nada. Deixa um par de vinhos à mão e não gasta mais grana com bobagem…
— Calma, Richard, não seja assim, coitadinha — interrompe o Manuel —, a coitadinha tá mal e merece o melhor…
— Sim, claro, a melhor trepada — insiste o Ricardo.
— Gente — esclarecendo —, se eu tô comentando isso é porque eu me importo. Raramente conto pra vocês das minas que eu fico por aí, a não ser que tenha sido algo muito louco, mas isso me importa de verdade…
— Você tá namorando, bolado? — perguntou Ricardo.
— Não, otário. A gordinha me deixa com muito tesão, daí pra namorar tem anos-luz, mas não vou negar que eu gosto dessa gatinha… E se vocês vão continuar de palhaçada, a gente para por aqui. Quero ouvir ideias. — fui terminante.
— Tá bom — começou Ricardo —, falando sério, meu conselho é que antes de tudo você tome duas Viagras… Não vai que o negócio caia no meio da noite…
— Que idiota! — continuou Manuel. — Sério, não acho que tenha nada de novo, tá tudo inventado… Prepara um jantar legal, isso as gatinhas adoram, põe uma mesa bonita, com velas, flores, vinho bom, pouca luz, música suave, e o que mais?
— A putinha, que originais, hein!
Naquela sexta eu tinha tudo pronto: a casa em ordem perfeita, a mesa impecável com toalha e um candelabro com três velas, a música pronta e um salmão que junto com o “cosecha tardía” esperava na geladeira.
Eu tava colocando música enquanto espiava pela janela da sacada como a gata do prédio da frente recebia o namorado quando tocou a campainha. Era ela. Pedi pro porteiro deixar ela entrar e pouco depois ela tava tocando a campainha lá em cima. Os nove andares que me separam do térreo me deram tempo pra servir umas taças de champanhe pra recebê-la. Grande foi minha surpresa ao abrir a porta com as taças na mão… ela estava linda; toda de preto com um vestido decotado e saia até os joelhos, uns sapatos bem simples com saltos altíssimos que melhoravam muito a forma das pernas robustas dela, cobertas por meias também pretas semitransparentes, pouca maquiagem, um penteado esplêndido e dois brincos gigantes pendurados nas orelhas.
Simplesmente “oi” nos dissemos antes de nos beijarmos com um selinho nos lábios.
Ela entrou, deixou a bolsa descuidadamente sobre uma poltrona e sem pegar a taça que eu Ofereci ficou estática, parada no centro da sala percorrendo lentamente com o olhar cada canto, a mesa, as almofadas... Deixei as taças sobre um móvel e me aproximei dela, que estava de costas. Ela virou para mim e, curvando os ombros, disse:
-- Não esperava isso... Você é o máximo...
Abracei-a pela cintura e nos demos um longo beijo nos lábios.
-- É muito menos do que você merece, mas tem mais...
-- Você realmente tem um apartamento lindo. E muito bom gosto. De onde é isso? – perguntou, apontando para uma grande tapeçaria pendurada na parede sobre o sofá grande.
-- Trouxe do sul, os mapuches fazem em tear.
-- Está linda.
-- Não é pra menos; acho que com o que paguei, a tribo inteira foi passar um mês de férias em Paris... – e explodiu em risadas –
-- Que exagerado...
-- Vem, vamos, pega as taças e me acompanha na cozinha que tenho algo gostoso pra preparar.
Enquanto conversávamos e esvaziávamos a garrafa de champanhe, preparei o salmão com um molho suave de ervas. Quando estava pronto, pedi que ela trouxesse o vinho da geladeira e fomos para a mesa. Sem entrar em detalhes, conto que ela adorou a comida e a decoração da mesa a deixou impressionada. De sobremesa, servi simplesmente uma taça gelada e a convidei para tomar café na varanda. Pedi que me esperasse lá enquanto o preparava. Enquanto isso, via como ela se sentava na cadeira de balanço e, de pernas cruzadas, balançava suavemente.
Levei o café e me sentei em frente a ela. Não sei se de tanto balançar ou intencionalmente, sua saia havia subido consideravelmente, a ponto de, com as pernas cruzadas, eu poder ver como a liga da meia prendia-se às suas coxas carnudas, quase onde começa a bunda.
-- Você não está confortável aí, vem aqui do meu lado – ela me convidou.
Sentei-me ao lado dela e, enquanto uma mão segurava a xícara, ela deixou a outra repousar na minha virilha. A calça de linho, a ausência de cueca e suas carícias na coxa fizeram com que começasse uma ereção incipiente. Deixei meu café sobre a mesa, virei um Me aproximei dela, passando a mão por baixo da saia e nos beijamos.
— Vamos lá dentro — ela pediu.
— Vamos.
— Levamos os cafés?
— Prefiro um uísque, e você?
— Óbvio! Eu sirvo…
Enquanto fechava a janela e corria as cortinas, ela foi buscar gelo. Estava de costas para mim, enchendo os copos, quando me aproximei por trás, encostei meu volume na bunda dela, a abracei e beijei seu pescoço.
— Que lindo você é… — ela disse, virando-se, me oferecendo meu copo e um beijo.
— Você também é linda.
— Mas gorda — apontando o próprio corpo com as duas mãos.
— Não comece com besteiras — pedi.
— Vai me convidar para dormir? — perguntou, fazendo graça, se jogando no sofá grande.
— Claro! Mas tenho outros planos antes… Vamos tomar esse uisquinho tranquilos, temos a noite toda pela frente.
— Sim, mas olha, não quero pegar a bebedeira do outro dia, hein?
Ela estava sentada de tal forma que sua perna direita cruzada sobre a outra deixava metade da bunda à vista e um peito começava a aparecer pelo decote. Não aguentei e me joguei sobre ela para beijar aquele peito. Ela se entregou completamente, oferecendo todo seu corpo volumoso aos meus instintos mais baixos. Acariciei por cima do vestido todo o contorno de sua cintura larga, para depois avançar por baixo da saia, acariciando sua virilha, sentindo o calor de sua buceta. Ela não parava de acariciar meu membro por cima da calça. Pude sentir a umidade de sua vagina molhando a calcinha. Pedi que se despisse enquanto eu fazia o mesmo, me deleitando com seu corpo gordo e seus peitos gigantes, coroados por um par de mamilos rosados enormes, embora duros.
Já completamente nua, ela descobriu a ereção do meu pau, pegou-o com as duas mãos, masturbou um pouco e, ajoelhando-se, o introduziu inteiro na boca, chupando como uma ventosa; sentia como com a língua ela o pressionava contra o céu da boca, depois soltava, tirava, engolia de novo e repetia… Vem, fica aqui – pedi, apontando para o sofá e sugerindo que ela ficasse de quatro.
– Me come pelo cu – ela pediu, esticando o braço para pegar a bolsa e tirar dela um consolo brutal. – Meu amigo cuida da minha buceta…
Ela babou a silicone daquele membro de borracha para introduzi-lo na vagina, enquanto eu fazia o mesmo no seu cu. Uma verdadeira sinfonia de suspiros, gritos e exclamações de prazer harmonizava a cena. Eu bombava com meu pau no seu ânus no mesmo ritmo que ela fazia com o de plástico na sua vagina…
– Vou molhar as almofadas, não consigo segurar…
Imediatamente ela tirou o consolo e, junto com ele, uma catarata de fluidos jorrou da sua vagina, encharcando o sofá. Ela se penetrou de novo e, após outra rápida masturbação, a situação se repetiu…
– Ai, meu Deus, que prazer! – disse ela, gemendo enquanto continuava recebendo pau no cu.
– Vou gozar – avisei.
– Deixa eu tomar o leite…
Rapidamente tirei do cu, ela se virou de costas e aproximei meu pau do rosto dela para me masturbar por alguns segundos, o suficiente para chegar lá e gozar com um jato forte de porra grossa e quente na sua boca. Ela saboreou, experimentou, degustou como uma sommelier de esperma e engoliu, depois mostrou a boca aberta com a língua para fora, limpa de qualquer traço de gozo…
– Sabe o que é ruim de transar? – ela me perguntou. – É que acaba – respondeu a si mesma. – Se pudesse, estaria transando com você sem parar pelo resto da vida, é a coisa mais maravilhosa do mundo – continuou, aumentando minha autoestima.
– Sim, mas aquilo que você trouxe…
– É a única satisfação que tenho há anos, até te reencontrar…
– Haha! Não consigo te imaginar entrando numa sex shop pra comprar isso…
– Tá louco? Nunca faria isso! Comprei pela internet me passando por um cara.
– Agora faz sentido…
Assim, nua e molhada como estava, ela pegou seu copo e pediu:
– Me toca, por favor, não para de me acariciar…
Aceitei. Com muito prazer, comecei pelos seus seios. Ela deixou o copo de lado no chão e se entregou relaxada às minhas carícias. Coloquei uma mão debaixo da teta para levantá-la e apontar o mamilo para minha boca. Lambi, beijei e mordisquei, sentindo ele ir ficando duro e ereto. Eu teria ficado a noite toda me divertindo com seus peitos, mas havia mais. Sua barriga macia e fofinha me parecia muito sensual e fui para lá, percorrendo toda sua imensidão com minhas carícias. Seu umbigo era fundo e atraía meus dedos como um buraco negro, mas muito perto dali começava a crescer seus pelos pubianos e mais abaixo, sua buceta. Continuei por ali, ela estava completamente relaxada, parecia dormir, se não fosse que ao me aproximar de sua boceta, ela abriu as pernas bem abertas, entregando-a para satisfazer meus desejos. E os dela.
Separei seus lábios para revelar uma linda buceta rosada e úmida, com uma caverna profunda e escura. Enquanto com dois dedos mantinha a porta aberta, com a outra mão massageei seu clitóris, que começou a crescer timidamente enquanto a abertura de sua vagina pulsava no ritmo que sua excitação crescia... e minha ereção.
Foi então que apoiei a cabeça do pau ereto sobre seu clitóris. Acordando bruscamente de seu torpor, ela o empurrou para dentro com um suspiro...
— Ahhhh!!! — gemeu.
Bombeiei por um bom tempo, sentindo meu membro acariciar suas zonas mais erógenas e profundas do interior da caverna vaginal; ela gozou mais algumas vezes sem que eu tivesse tirado. Não queria desperdiçar a oportunidade e perder aquela posição que tanto me excitava, então peguei suas pernas pesadas, porém graciosas, por trás das coxas, levantei-as para ter uma penetração anal melhor e, num piscar de olhos, tirei da boceta para penetrar de uma vez seu cu já bem dilatado pelo desejo. Ela ajudou na penetração separando as nádegas com ambas as mãos e, quando já estava segura de retê-la no ânus, começou a se masturbar com frenesi enquanto ela implorava para que eu não tirasse. Ela gozou muito antes de mim, me entregando uma fonte de fluidos vaginais quentes que encharcaram meu ventre. Os líquidos lubrificaram ainda mais a área, tornando aquela uma transa suave. Dessa vez eu gozei dentro, mas não tirei, deixei meu membro comprimido pelo esfínter relaxar dentro de seu ânus. Quando finalmente decidi tirar, sua boca foi direto para meu pau, que mais parecia um pedaço gordo de carne, molhado, cremoso e frouxo, que ela com seus lábios e língua procedeu a limpar cuidadosamente.
O pouco que restou da noite dedicamos a nos embebedar livremente, sem a pressão de ter que transar de novo, nem dirigir, nem viajar, nem nada, e assim, completamente bêbados, adormecemos de conchinha.
Cristina (Parte 2).
Desde aquele dia do reencontro, Cristina me ligou todos, absolutamente todos os dias, até que finalmente depois de quase dez dias de ligações, decidimos nos ver de novo.
Naquelas conversas telefônicas ela se abriu completamente, me contando uma série de detalhes da vida dela que eu não conhecia direito. Soube que o peso dela aumentou vinte e três quilos em vinte anos; o tamanho do sutiã, aqueles maravilhosos 92 centímetros, hoje tinham virado 110; que ela tinha dificuldade de se sentir confortável com o corpo novo e não achava roupa adequada… Aos poucos ela foi se abandonando e isso fez com que as amigas fossem se afastando, e ela não só se isolou delas, mas de qualquer tipo de relação. E entrou num círculo vicioso, uma coisa puxava a outra, e foi assim que, até nosso último encontro, ela estava há séculos sem transar, já tinha até perdido a conta.
Para essa ocasião, convidei ela pro meu apartamento. Era o lugar ideal pra ter intimidade, conversar à vontade, fazer um jantar legal… e sexo.
— Te espero sexta em casa, tô pensando em preparar um jantar que você não vai esquecer — propus na quarta por telefone.
— Adorei a ideia, mas já tenho vários motivos pra não te esquecer.
— Ótimo, a gente vai acrescentar mais algum… Te espero às nove. — ela anotou o endereço e a gente se despediu.
Na quinta, durante o almoço com meus dois colegas, contei a história que a gente tinha tido com a Cristina e falei do encontro que a gente ia ter no dia seguinte, sem esconder que tava pedindo conselhos, ideias, pra fazer da noite seguinte uma noite especial.
— Para de frescura, Juancito — pula o Ricardo —, a gorda quer dar e não tá ligando pra mais nada. Deixa um par de vinhos à mão e não gasta mais grana com bobagem…
— Calma, Richard, não seja assim, coitadinha — interrompe o Manuel —, a coitadinha tá mal e merece o melhor…
— Sim, claro, a melhor trepada — insiste o Ricardo.
— Gente — esclarecendo —, se eu tô comentando isso é porque eu me importo. Raramente conto pra vocês das minas que eu fico por aí, a não ser que tenha sido algo muito louco, mas isso me importa de verdade…
— Você tá namorando, bolado? — perguntou Ricardo.
— Não, otário. A gordinha me deixa com muito tesão, daí pra namorar tem anos-luz, mas não vou negar que eu gosto dessa gatinha… E se vocês vão continuar de palhaçada, a gente para por aqui. Quero ouvir ideias. — fui terminante.
— Tá bom — começou Ricardo —, falando sério, meu conselho é que antes de tudo você tome duas Viagras… Não vai que o negócio caia no meio da noite…
— Que idiota! — continuou Manuel. — Sério, não acho que tenha nada de novo, tá tudo inventado… Prepara um jantar legal, isso as gatinhas adoram, põe uma mesa bonita, com velas, flores, vinho bom, pouca luz, música suave, e o que mais?
— A putinha, que originais, hein!
Naquela sexta eu tinha tudo pronto: a casa em ordem perfeita, a mesa impecável com toalha e um candelabro com três velas, a música pronta e um salmão que junto com o “cosecha tardía” esperava na geladeira.
Eu tava colocando música enquanto espiava pela janela da sacada como a gata do prédio da frente recebia o namorado quando tocou a campainha. Era ela. Pedi pro porteiro deixar ela entrar e pouco depois ela tava tocando a campainha lá em cima. Os nove andares que me separam do térreo me deram tempo pra servir umas taças de champanhe pra recebê-la. Grande foi minha surpresa ao abrir a porta com as taças na mão… ela estava linda; toda de preto com um vestido decotado e saia até os joelhos, uns sapatos bem simples com saltos altíssimos que melhoravam muito a forma das pernas robustas dela, cobertas por meias também pretas semitransparentes, pouca maquiagem, um penteado esplêndido e dois brincos gigantes pendurados nas orelhas.
Simplesmente “oi” nos dissemos antes de nos beijarmos com um selinho nos lábios.
Ela entrou, deixou a bolsa descuidadamente sobre uma poltrona e sem pegar a taça que eu Ofereci ficou estática, parada no centro da sala percorrendo lentamente com o olhar cada canto, a mesa, as almofadas... Deixei as taças sobre um móvel e me aproximei dela, que estava de costas. Ela virou para mim e, curvando os ombros, disse:
-- Não esperava isso... Você é o máximo...
Abracei-a pela cintura e nos demos um longo beijo nos lábios.
-- É muito menos do que você merece, mas tem mais...
-- Você realmente tem um apartamento lindo. E muito bom gosto. De onde é isso? – perguntou, apontando para uma grande tapeçaria pendurada na parede sobre o sofá grande.
-- Trouxe do sul, os mapuches fazem em tear.
-- Está linda.
-- Não é pra menos; acho que com o que paguei, a tribo inteira foi passar um mês de férias em Paris... – e explodiu em risadas –
-- Que exagerado...
-- Vem, vamos, pega as taças e me acompanha na cozinha que tenho algo gostoso pra preparar.
Enquanto conversávamos e esvaziávamos a garrafa de champanhe, preparei o salmão com um molho suave de ervas. Quando estava pronto, pedi que ela trouxesse o vinho da geladeira e fomos para a mesa. Sem entrar em detalhes, conto que ela adorou a comida e a decoração da mesa a deixou impressionada. De sobremesa, servi simplesmente uma taça gelada e a convidei para tomar café na varanda. Pedi que me esperasse lá enquanto o preparava. Enquanto isso, via como ela se sentava na cadeira de balanço e, de pernas cruzadas, balançava suavemente.
Levei o café e me sentei em frente a ela. Não sei se de tanto balançar ou intencionalmente, sua saia havia subido consideravelmente, a ponto de, com as pernas cruzadas, eu poder ver como a liga da meia prendia-se às suas coxas carnudas, quase onde começa a bunda.
-- Você não está confortável aí, vem aqui do meu lado – ela me convidou.
Sentei-me ao lado dela e, enquanto uma mão segurava a xícara, ela deixou a outra repousar na minha virilha. A calça de linho, a ausência de cueca e suas carícias na coxa fizeram com que começasse uma ereção incipiente. Deixei meu café sobre a mesa, virei um Me aproximei dela, passando a mão por baixo da saia e nos beijamos.
— Vamos lá dentro — ela pediu.
— Vamos.
— Levamos os cafés?
— Prefiro um uísque, e você?
— Óbvio! Eu sirvo…
Enquanto fechava a janela e corria as cortinas, ela foi buscar gelo. Estava de costas para mim, enchendo os copos, quando me aproximei por trás, encostei meu volume na bunda dela, a abracei e beijei seu pescoço.
— Que lindo você é… — ela disse, virando-se, me oferecendo meu copo e um beijo.
— Você também é linda.
— Mas gorda — apontando o próprio corpo com as duas mãos.
— Não comece com besteiras — pedi.
— Vai me convidar para dormir? — perguntou, fazendo graça, se jogando no sofá grande.
— Claro! Mas tenho outros planos antes… Vamos tomar esse uisquinho tranquilos, temos a noite toda pela frente.
— Sim, mas olha, não quero pegar a bebedeira do outro dia, hein?
Ela estava sentada de tal forma que sua perna direita cruzada sobre a outra deixava metade da bunda à vista e um peito começava a aparecer pelo decote. Não aguentei e me joguei sobre ela para beijar aquele peito. Ela se entregou completamente, oferecendo todo seu corpo volumoso aos meus instintos mais baixos. Acariciei por cima do vestido todo o contorno de sua cintura larga, para depois avançar por baixo da saia, acariciando sua virilha, sentindo o calor de sua buceta. Ela não parava de acariciar meu membro por cima da calça. Pude sentir a umidade de sua vagina molhando a calcinha. Pedi que se despisse enquanto eu fazia o mesmo, me deleitando com seu corpo gordo e seus peitos gigantes, coroados por um par de mamilos rosados enormes, embora duros.
Já completamente nua, ela descobriu a ereção do meu pau, pegou-o com as duas mãos, masturbou um pouco e, ajoelhando-se, o introduziu inteiro na boca, chupando como uma ventosa; sentia como com a língua ela o pressionava contra o céu da boca, depois soltava, tirava, engolia de novo e repetia… Vem, fica aqui – pedi, apontando para o sofá e sugerindo que ela ficasse de quatro.
– Me come pelo cu – ela pediu, esticando o braço para pegar a bolsa e tirar dela um consolo brutal. – Meu amigo cuida da minha buceta…
Ela babou a silicone daquele membro de borracha para introduzi-lo na vagina, enquanto eu fazia o mesmo no seu cu. Uma verdadeira sinfonia de suspiros, gritos e exclamações de prazer harmonizava a cena. Eu bombava com meu pau no seu ânus no mesmo ritmo que ela fazia com o de plástico na sua vagina…
– Vou molhar as almofadas, não consigo segurar…
Imediatamente ela tirou o consolo e, junto com ele, uma catarata de fluidos jorrou da sua vagina, encharcando o sofá. Ela se penetrou de novo e, após outra rápida masturbação, a situação se repetiu…
– Ai, meu Deus, que prazer! – disse ela, gemendo enquanto continuava recebendo pau no cu.
– Vou gozar – avisei.
– Deixa eu tomar o leite…
Rapidamente tirei do cu, ela se virou de costas e aproximei meu pau do rosto dela para me masturbar por alguns segundos, o suficiente para chegar lá e gozar com um jato forte de porra grossa e quente na sua boca. Ela saboreou, experimentou, degustou como uma sommelier de esperma e engoliu, depois mostrou a boca aberta com a língua para fora, limpa de qualquer traço de gozo…
– Sabe o que é ruim de transar? – ela me perguntou. – É que acaba – respondeu a si mesma. – Se pudesse, estaria transando com você sem parar pelo resto da vida, é a coisa mais maravilhosa do mundo – continuou, aumentando minha autoestima.
– Sim, mas aquilo que você trouxe…
– É a única satisfação que tenho há anos, até te reencontrar…
– Haha! Não consigo te imaginar entrando numa sex shop pra comprar isso…
– Tá louco? Nunca faria isso! Comprei pela internet me passando por um cara.
– Agora faz sentido…
Assim, nua e molhada como estava, ela pegou seu copo e pediu:
– Me toca, por favor, não para de me acariciar…
Aceitei. Com muito prazer, comecei pelos seus seios. Ela deixou o copo de lado no chão e se entregou relaxada às minhas carícias. Coloquei uma mão debaixo da teta para levantá-la e apontar o mamilo para minha boca. Lambi, beijei e mordisquei, sentindo ele ir ficando duro e ereto. Eu teria ficado a noite toda me divertindo com seus peitos, mas havia mais. Sua barriga macia e fofinha me parecia muito sensual e fui para lá, percorrendo toda sua imensidão com minhas carícias. Seu umbigo era fundo e atraía meus dedos como um buraco negro, mas muito perto dali começava a crescer seus pelos pubianos e mais abaixo, sua buceta. Continuei por ali, ela estava completamente relaxada, parecia dormir, se não fosse que ao me aproximar de sua boceta, ela abriu as pernas bem abertas, entregando-a para satisfazer meus desejos. E os dela.
Separei seus lábios para revelar uma linda buceta rosada e úmida, com uma caverna profunda e escura. Enquanto com dois dedos mantinha a porta aberta, com a outra mão massageei seu clitóris, que começou a crescer timidamente enquanto a abertura de sua vagina pulsava no ritmo que sua excitação crescia... e minha ereção.
Foi então que apoiei a cabeça do pau ereto sobre seu clitóris. Acordando bruscamente de seu torpor, ela o empurrou para dentro com um suspiro...
— Ahhhh!!! — gemeu.
Bombeiei por um bom tempo, sentindo meu membro acariciar suas zonas mais erógenas e profundas do interior da caverna vaginal; ela gozou mais algumas vezes sem que eu tivesse tirado. Não queria desperdiçar a oportunidade e perder aquela posição que tanto me excitava, então peguei suas pernas pesadas, porém graciosas, por trás das coxas, levantei-as para ter uma penetração anal melhor e, num piscar de olhos, tirei da boceta para penetrar de uma vez seu cu já bem dilatado pelo desejo. Ela ajudou na penetração separando as nádegas com ambas as mãos e, quando já estava segura de retê-la no ânus, começou a se masturbar com frenesi enquanto ela implorava para que eu não tirasse. Ela gozou muito antes de mim, me entregando uma fonte de fluidos vaginais quentes que encharcaram meu ventre. Os líquidos lubrificaram ainda mais a área, tornando aquela uma transa suave. Dessa vez eu gozei dentro, mas não tirei, deixei meu membro comprimido pelo esfínter relaxar dentro de seu ânus. Quando finalmente decidi tirar, sua boca foi direto para meu pau, que mais parecia um pedaço gordo de carne, molhado, cremoso e frouxo, que ela com seus lábios e língua procedeu a limpar cuidadosamente.
O pouco que restou da noite dedicamos a nos embebedar livremente, sem a pressão de ter que transar de novo, nem dirigir, nem viajar, nem nada, e assim, completamente bêbados, adormecemos de conchinha.
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