Relato 2 - O saxofone, a música e ela

Pode tocar A Meia Luz...?" — olhei pra quem tava falando e me deparei com uma loira gostosa, olhos azuis enormes, que pareciam dar ainda mais vida ao sorriso dela. Dava pra ver que era turista pelo jeito que falava espanhol. Respondi com outro sorriso: "Com todo prazer", e já comecei a tocar o que ela pediu.
A menina, antes de ir embora, me deu um beijinho atrás da orelha, brincando com a língua antes de sair.
Sinceramente, nem sei como o assunto surgiu, porque quando senti aquela brincadeira, tudo em mim descontrolou. Meu pau começou a crescer e um arrepio sacudiu meu corpo todo, mas não é à toa que tenho anos de estrada. Reagi e tudo terminou numa boa.
Isso aconteceu na casa noturna onde trabalho como saxofonista. Na meia-luz do lugar, pude ver que a menina, com sua minissaia, tinha um corpo harmonioso e uma bunda empinada. Não dava pra ver mais nada na penumbra enquanto ela se afastava.
Quando terminei meu set e agradeci os aplausos, desci do palquinho e um senhor se aproximou, me convidando pra sentar na mesa deles. Aceitei.
Depois das apresentações formais, a conversa rolou animada. Fiquei sabendo que quem me convidou era um médico muito conhecido da cidade, e os outros acompanhantes, dois industriais da mesma.
Tava nessa quando vi a loira se aproximar de novo. Com um sorriso pra todo mundo, ela me perguntou se eu não podia tocar mais um pouco. "Claro", respondi, porque, invariavelmente, isso sempre rende uma gorjeta ou outra.
Pedindo desculpas às senhoras, fui até o sax, seguido pela menina do pedido e algumas outras turistas do grupo dela. A do pedido se debruçou sobre o piano de Booty e me olhava com um sorriso safado, enquanto de vez em quando passava a língua entre os dentes e lambia os lábios, como se tivesse me provocando.
De lado, eu via que na mesa que tinha deixado, eles continuavam conversando animadamente. médico e a esposa dele, enquanto uma das duas senhoras também pegava um petisco.
A loirinha continuou me pedindo mais uns temas, e num momento, chegou perto da borda do palco e falou baixinho: “Você me atraiu, podemos continuar isso em outro lugar...?”, enquanto sorria e mostrava a língua de novo, só um pouquinho.
“Quando você sair, me espera na esquina, que a gente se encontra lá, tem um café e eu vou até lá”, respondi, também baixinho.
Ela piscou um olho pra mim e, ao passar, fez um carinho no meu rosto.
Depois disso, voltei a deixar o piano e, pronto pra seguir a loirinha, vejo o médico se levantar e me pedir pra chegar perto.
“Olha, Martin, estamos muito gratos pela noite que passamos e pela sua música, mas quero te pedir um favor.”
Sem fazer ideia do que seria, respondi que se estivesse ao meu alcance, com todo prazer.
“Sem dúvida que estará ao seu alcance”, ele disse, “é que minha esposa, que estudou música, ficou com vontade de aprender a tocar jazz e blues, e quem melhor do que você pra ensinar ela?”
Bom, o pedido me desconcertou, mas reagindo rápido, respondi: “Reconheço que não tenho nenhuma experiência pedagógica, mas posso ensinar como eu toco esses ritmos, e se sua esposa se sentir atraída pela música, vai conseguir criar o próprio estilo; o único problema é que, por causa dos meus compromissos, só poderia ser à tarde a partir das 18 horas”, e eles concordaram, me entregando o cartão pessoal deles e combinando pra terça à tarde pra ir na casa deles, que ficava no bairro de Palermo, numa rua onde só tem prédios de alto nível.
Depois de me despedir e cumprimentar (já pensando na holandesa que me esperava na esquina), o médico estendeu a mão com uma nota dobrada escondida, que não aceitei, embora tenha agradecido, pensando no que poderia ganhar com as aulas, sem imaginar a gratificação extra que receberia.
Antes de ir, voltei. à mesa e perguntei o nome da senhora, pra me apresentar na terça, e ela respondeu que se chamava Elisa.
Aí me retirei e fui encontrar minha turista, que depois de achá-la junto com uma amiga dela, partimos pro HOTEL dela, onde rolou um sexo a três, os protagonistas do relato anterior.

Na terça às 18 horas, toquei a campainha do prédio e me mandaram entrar num apartamento que ocupava o andar inteiro, ME INSTALANDO numa sala ampla, onde um saxofone ficava parado no suporte.

Apareceu a Elisa, vestida com uma saia acima dos joelhos e uma blusa com os três botões de cima desabotoados, deixando ver o decote dos peitos dela, maquiada bem suave, mas com os lábios bem delineados.

Quando me levantei pra cumprimentá-la, ela me deu um beijo na bochecha, e pude sentir o cheiro de um perfume embriagante.
Conversamos sobre sábado, do quanto ela gostou da minha atuação e do meu jeito de tocar, mas quando ela disse isso, senti uma segunda intenção, principalmente quando completou: se eu só tocava assim quando atuava ou também quando ensinava, o que me surpreendeu um pouco, e respondi que em todos os casos eu fazia com paixão, e ela retrucou: “Tudo....?”

Fomos nos aproximando do saxofone e sentamos no sofá, que como não foi feito pra duas pessoas, tivemos que ficar bem juntinhos.
Consegui sentir, através da saia dela, o calor do corpo dela, o que já me deixou bem excitado, mas sem querer fazer papel de idiota, me concentrei no saxofone e comecei a explicar as bases do meu sistema.

Fiz algumas demonstrações e, levantando, pedi que ela repetisse, aproveitando a chance pra corrigir a postura do corpo dela, e com licença, fui endireitando os ombros dela, ajustando os braços e, como que de passagem, roçando os dois peitões dela.

Continuamos por quase uma hora e deixei material pra ela praticar pra próxima aula. alguns exercícios, mas percebendo que ela não tinha muito interesse em aprender. A conversa foi parar na noite de sábado e, como quem não quer nada, ela trouxe à tona a turista loira que tinha me pedido o assunto, e me perguntou como tinha sido.
Com cautela e me fazendo de desentendido, respondi perguntando a que ela se referia, e ela, com um sorriso, me disse que tinha percebido que a gente tinha combinado algo para mais tarde, e que ela tinha comentado com as amigas a sorte da turista por ter sido a escolhida.
Como vi para que lado as coisas estavam indo, me arrisquei a ir um pouco mais fundo, e perguntei por que sorte e se ela teria gostado de estar no lugar da outra.
Olhando nos meus olhos, com os dela semicerrados, respondeu: "Claro que sim, qualquer mulher adoraria estar com um artista que coloca tanta paixão no que faz..."
Bom, respondi: "A música é uma arte e, como toda arte, a gente tem que colocar paixão ao fazer. A mesma coisa acontece com o amor, que também é uma arte para mim", falei, já me jogando um pouco mais fundo pra ver qual era a reação.
"E o senhor, quando faz amor, também coloca tanta paixão?", ela respondeu, com um sorriso nos lábios e semicerrando os olhos.
"Claro que sim", respondi, mas ela não me deixou terminar a frase, completando: "Que sorte deve ter a mulher que faz amor com o senhor... porque se na cama é um artista igual quando toca piano, deve ser muito bom."
Como a conversa tomou um rumo inesperado, e a gente dividia o mesmo sofá de três lugares, me aproximei um pouco mais dela e, com um sorriso nos lábios e passando a mão no braço dela, me joguei mais fundo, dizendo: "Você, Elisa, já viu a paixão que eu coloco ao tocar piano, mas não sei se você topa ver a que eu coloco ao fazer amor..."
Ela me olhou, e eu vi que um pouco de vermelho cobriu o rosto dela, mas, virando-se para mim e se aproximando, disse com uma voz um pouco mais rouca que o normal. habitual: "Claro que seria interessante ver se ele bota a mesma paixão, porque não...?"

Diante dessa resposta, eu também me aproximei e, segurando o rosto dela com minhas mãos, encostei meus lábios nos dela, que ao se tocarem, se abriram e me ofereceram sua língua quente, que buscou entrar na minha boca.

Nos beijamos com paixão, e naquele momento percebi que o marido ou alguém do pessoal da casa poderia entrar, então me afastei e, olhando nos olhos dela, falei: "Elisa, acho que é perigoso, alguém pode entrar."

"Você tem razão, Martin, mas só o pessoal da casa, porque meu marido só volta lá pelas 12, já que hoje ele está operando. Vem, me acompanha..."

Ela me pegou pela mão e me guiou por um corredor que levava aos quartos, me dando tempo pra admirar a bunda gostosa que ela tinha, e me fez entrar num deles, fechando a porta atrás de nós, ficando encostada nela.

Eu a peguei pela cintura e comecei a beijar aqueles lábios carnudos e aquela boca quente, enquanto minhas mãos desabotoavam a blusa dela e eu começava a apalpar aqueles peitos que, apesar da idade, estavam durinhos e com os mamilos rosados, empinados.

Ela devolvia com tesão meus beijos e minhas carícias, e ali mesmo levantei a saia dela e meti a mão na buceta dela, descobrindo que a calcinha fio dental e a própria buceta estavam bem molhadas. Quando coloquei a mão diretamente na buceta, ela soltou um suspiro de prazer, e eu fui descendo a calcinha dela até os tornozelos, enquanto ela tirava um pé pra abrir melhor as pernas. Ela então desceu o zíper da minha calça pra tirar meu pau, que já estava no tamanho certo pra briga.

Então, ali mesmo, contra a porta do quarto, e de pé, eu enfiei meu pau naquela buceta quente e bem depilada, o que fez ela tremer toda ao recebê-lo dentro dela, me abraçando com força e sussurrando no meu ouvido: "Vê se bota a mesma paixão do saxofone pra me foder, quero que você me faça vibrar, continua. querido, enfia bem fundo, sente como eu tô molhadinha?, me dá mais, me dá mais, quero que você jogue todo seu leite dentro de mim...ah, que delícia, como eu sinto você, continua assim, não para não...que gostoso..., quero me molhar toda por você”
“Desde sábado que te vi e senti você me tocar, queria você dentro de mim, porque faz tempo que meu marido não me come, e quando te vi, quis que fosse você, ai...como eu gozo, me dá mais um pouquinho, que já vou gozar, gato lindo, você tá me fazendo gozar igual uma louca, já tive o primeiro, continua por favor, quero repetir, vai, enfia tudo, goza dentro de mim, quero seu leite dentro de mim,....”
Num instante de lucidez, percebi que minha enfiada na buceta da Elisa fazia a gente bater na porta, e aquele barulho podia alertar a empregada, então fui empurrando ela dali, encostando na parede, segurando na bunda dela e levantando, e ela respondeu cruzando as pernas na minha cintura, pra eu penetrar melhor e mais fundo.
Elisa tava descontrolada, dava pra ver que tava há um tempão sem transar, e eu já tava quase explodindo, e falei, “já vou gozar também, me dá seu gozo, que lindo como você faz”, lembrei quando tinha chance de comer de pé, baixei a cabeça e chupei um dos peitos dela, sugando o bico junto com um pedaço da teta.
Quando ela sentiu que eu peguei no peito dela, se contorceu toda e fechando as pernas me abraçou mais forte e se sacudiu gozando de um jeito que os fluidos dela e os meus escorreram pelas nossas pernas.
Ficamos um instante os dois ofegantes, mas com meu pau ainda dentro dela, e nesse momento, ela me deu um beijo longo com a língua dentro da minha boca, e ao se separar falou “amor, quanto tempo que eu não gozava assim, me lembrou quando eu tinha um namorado e a gente fazia no portão de casa, obrigada por essa foda tão gostosa, meu bem, e é verdade, você bota a mesma paixão que quando toca sax, me deixa louca entre tantos” Suspiros.”
“Vem”, ela disse, e aí que eu percebi onde estávamos — era o quarto de casal dela, que mais parecia um salão de baile de tão grande. Quando entrei, nem tinha reparado onde a gente tava.

Ela me levou pro banheiro suite que tinha, e a gente foi se higienizar, enquanto eu aproveitava pra passar a mão nela toda e nos beijar igual adolescentes.

Ensaboei o corpo inteiro dela e, com meus dedos dentro da buceta dela, comecei a masturbá-la. Ela ajudou abrindo bem as pernas e, segurando meu cabelo, dizia: “Que sensação gostosa você me dá, enfia os dedos bem fundo, quero gozar muito contigo, continua, assim, não para, me dá mais, quero gozaaaaaaar, continuaaaaa, mais, maisssss, tô gozando, SIIIIIIIIM, oh, oh, que delíciaaaaaa.”

“Te espero na quinta pra outra aula”, ela disse quando saímos do banheiro. “Pra outra aula de saxofone?”, respondi.

“Pra outra aula, mas não só de saxofone”, ela disse, sorrindo, “já que suas aulas são integrais.”

A gente se beijou de novo antes de sair do quarto e, já arrumados, voltamos pra sala. Eu vi que os olhos da Elisa tinham um brilho especial agora, aquele que só aparece quando uma mulher tá satisfeita.

“Já que você tem meu telefone, por que não me dá o seu? Só por precaução, caso surja algum imprevisto e eu possa te avisar”, ela disse. Então passei o número pra ela, sem saber na hora o quanto isso ia ser útil — e também sem imaginar a surpresa que eu teria ao dar.

Mas essa surpresa fica pra outro relato, pra vocês todos poderem curtir o que aconteceu comigo.

Se entre as leitoras tiver alguém que queira aulas de saxofone, não hesitem em me escrever, porque as minhas são totalmente integrais, como a Elisa bem disse...

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