O que aconteceu daí em diante é muito complicado de explicar em detalhes, teve longas conversas com a Mabel, nos momentos livres quando não vinham clientes, justificativas, comentários, etc., etc.
Claro que virou costume que nos dias em que ela estreava no clube, de manhã, o Marcos vinha no bar pra tomar uns mates, mesmo com o Sebastião ali, fã dele, claro que não desconfiava de nada. Chegaram ao ponto da loucura de se apalpar pelas costas do meu filho. Um dia a gente tinha que ir instalar um lustre na casa de uma vizinha que pediu o favor, normalmente essas coisas eu fazia, mas nesse dia me fiz de meio doente e mandei o Seba. Assim que ele saiu do local, eles saíram correndo pro fundo e ficaram transando mais de uma hora, eu de vigia. Antes ela tinha me pedido.
A Mabel já não usava mais jeans pra trabalhar, só vestidinhos bem soltinhos e por baixo ia pelada. Quando o Marcos vinha, ela dava um jeito de deixar ele meter a mão. Eu também fiz uma vez, quer dizer, ela deixou, então tinha um clima entre nós de cumplicidade e tesão o tempo todo. O Marcos vivia excitado, o safado, sempre com o pau duro pra minha nora.
Tudo ia normal, eles trepando duas ou três vezes por semana. Eu entrava numa dessas, com certeza, e recebia meu pagamento: um boquete bem dado ou uma bela de uma rabuda, com isso já ficava nas nuvens. Eu, na minha idade, comendo aquela gostosa. Era pagamento suficiente pra ser o vigia, o segurança e o que mais pedissem.
Um dia que o Seba viajou, a Mabel me pediu se a gente podia cuidar do meu neto, porque o Marcos queria passar a noite toda junto. Claro que eu disse que sim, só pedi em troca que me esperassem de manhã e me deixassem participar do sexo matinal. Naquela tarde, a Mabel me disse: "Hoje ele vai fazer de namorado, disse que traz champanhe e que eu espere com roupa adequada. Então já tenho tudo preparado, Rober, tenho até liga, que comprei quando casei e só usei naquela noite. Vou estar feita uma puta, hahahaha". A gente riu junto. Disse que vai trazer champanhe e mais alguma surpresa.
Roberto; o que será que ele vai te trazer?
Mabel; alguma dessas besteiras que vocês homens gostam, espero um consolo preto, com certeza, hahaha
Roberto; você acha?
Mabel; e o que mais ele poderia me trazer de surpresa, a não ser um brilhante, hahaha
Naquela noite dormi pouco, na verdade acordei umas 3 da manhã, era noite de verão, tava calor, coloquei um short e chinelo, e saí de casa fazendo o menor barulho possível, fui direto pra casa do meu filho.
Tava tudo trancado, com chave, até o portão de entrada, mesmo eu tendo chave, não tinha levado, então só estiquei o pescoço pra ver e dava pra ver luz na cozinha, nessa hora, pensei, que estranho, será que tão transando ainda, se esse cara veio umas 11 da noite? Fui embora, intrigado.
Na manhã seguinte, levantei mais cedo que o normal, cheguei no negócio. Não abri, eram 8 da manhã e a gente abre às 8:30, então fui pro fundo, abri as portas com minha chave, tentando fazer o menor barulho possível, não tinha motivo pra me esconder, fui pro quarto, e aí a surpresa.
Na cama estavam completamente pelados, dormindo, Mabel, Marcos, e José, o 6 do time, sim, como vocês estão lendo, não eram dois, eram três, fiquei com uma raiva tão grande que queria matar eles, me senti como um jovem recém-traído, porque comigo, por que, se eu já participei com eles, ajudo eles, que filhas da puta, me senti traído, fiquei paralisado sem saber o que fazer, comecei a entender algo quando José virou um pouco, que filho da puta, que corpo, e que pau, era ainda maior que o do Marcos, que eu já achava que era um cavalo. Era um Adônis, o desgraçado. Físico invejável. E muito mais alto que o Marcos.
Nada, fiz café, coloquei num termo, e fui abrir a ferragem, eles continuavam dormindo, devem ter transado até de madrugada com certeza, por sorte, abri o negócio, os clientes não me deram sossego, a manhã toda ocupada, só clareou agora. Um pouco tipo 11 horas, e ainda nada da Mabel, nem notícias. Coloquei o famoso cartazinho "já volto" e fui lá pro fundo.
Dava pra sentir que eles conversavam animadamente. Entrei, cumprimentei, e o Marcos me disse:
Marcos: "Ô Roberto, vem aqui que vou te apresentar o José... você precisa conhecer ele, é o 6 de..."
Roberto: "É, sim, já percebi quem é. Muito prazer, você tá putão."
Marcos: "A gente tava contando ontem à noite pro José como você é foda, ele não acreditava, hahaha. Vai lá, faz uns mates, Rober. A gente tem que ir, mas a dama não quer que a gente deixe ela assim, é terrível. Não bastou o que rolou ontem à noite, pelo visto, hahahahaha."
Roberto: "Fiquem tranquilos, tem bastante gente no negócio hoje, tenho que atender. Fiquem à vontade. O que eu ia falar mesmo?"
Mabel: "Já vou te ajudar, papai." (Pela primeira vez na vida, me chamou de papai, não de Rober ou Roberto.)
Roberto: "Tá, fica tranquila que eu me viro. Já era o pai do cuck perfeito."
Saí, mas eles ficaram. Ela depois me contou que chupou ele de novo, pela décima vez na noite, principalmente o José. "Você não sabe o que é aquela pica dura, Robert? É terrível o cara, não cansa de te foder. Que divinos que são. Claro, 23 e 24 anos, o que você quer? Me enlouqueceram a noite toda, Rober. Pelo menos eu aguento. Perdi a conta de quantas vezes gozei. Os dois meteram na minha pussy. Você não sabe o que é sentir. Meteram no meu cu também, a pica do José é um tronco, e ele colocou tudo. Que delícia. Vou ter que trocar o colchão, nesses dias eu acabei com ele, hahahaha. Ah, depois me ajuda a tirar ele pra fora pra ventilar. Tô louca, Rober? Como eu adoro sentir quando enfiam. Esses caras nunca cansam. O José também, uma maquininha. E agora ele é meu novo machinho. Vou ter que me cuidar mais fisicamente, porque você viu como eles são? Parecem adônis, durões. Será que eu virei muito puta? Como minha vida mudou... papai."
Um pouco puto, perguntei como ela deixou ele trazer outro parceiro, e que... Quer, apareceu assim, os dois juntos, o outro também achei lindo, então convidei eles pra entrar. Ele começou a me beijar e o outro só olhando, me deixou louca com os chupões. José chegou por trás, e quando me dei conta, já tava quase enfiado no meu cu com a pica dura que me matava, então perdi a linha. E bom, o resto você já conhece, a gente transou sem parar até umas 4 da manhã. Depois ele disse que agora que vai pra Itália, queria que os amigos íntimos dele cuidassem de mim, e começou com o mais íntimo, que é o José. Ele não quer que eu meta chifre nele com alguém que não seja de confiança. Além disso, o porco quer me ver dando pela internet com algum companheiro de time. Não é um maluco, Rober?
Faz dois meses que o Marcos tá na Itália, ainda não estreou no time principal. Quem estreou com José e Ariel foi a Mabel, que agora atende os dois juntos quase sempre. Ela diz que tanto o José quanto o Ariel deixam ela louca. Tô chegando a duas conclusões:
1: que a Mabel realmente virou uma louca, uma puta, e divina — cada dia mais gostosa.
2: que a loja de ferragens é a subsede do clube dos meus amores. E meu filho vai ser corno a vida toda.
Fim.
Claro que virou costume que nos dias em que ela estreava no clube, de manhã, o Marcos vinha no bar pra tomar uns mates, mesmo com o Sebastião ali, fã dele, claro que não desconfiava de nada. Chegaram ao ponto da loucura de se apalpar pelas costas do meu filho. Um dia a gente tinha que ir instalar um lustre na casa de uma vizinha que pediu o favor, normalmente essas coisas eu fazia, mas nesse dia me fiz de meio doente e mandei o Seba. Assim que ele saiu do local, eles saíram correndo pro fundo e ficaram transando mais de uma hora, eu de vigia. Antes ela tinha me pedido.
A Mabel já não usava mais jeans pra trabalhar, só vestidinhos bem soltinhos e por baixo ia pelada. Quando o Marcos vinha, ela dava um jeito de deixar ele meter a mão. Eu também fiz uma vez, quer dizer, ela deixou, então tinha um clima entre nós de cumplicidade e tesão o tempo todo. O Marcos vivia excitado, o safado, sempre com o pau duro pra minha nora.
Tudo ia normal, eles trepando duas ou três vezes por semana. Eu entrava numa dessas, com certeza, e recebia meu pagamento: um boquete bem dado ou uma bela de uma rabuda, com isso já ficava nas nuvens. Eu, na minha idade, comendo aquela gostosa. Era pagamento suficiente pra ser o vigia, o segurança e o que mais pedissem.
Um dia que o Seba viajou, a Mabel me pediu se a gente podia cuidar do meu neto, porque o Marcos queria passar a noite toda junto. Claro que eu disse que sim, só pedi em troca que me esperassem de manhã e me deixassem participar do sexo matinal. Naquela tarde, a Mabel me disse: "Hoje ele vai fazer de namorado, disse que traz champanhe e que eu espere com roupa adequada. Então já tenho tudo preparado, Rober, tenho até liga, que comprei quando casei e só usei naquela noite. Vou estar feita uma puta, hahahaha". A gente riu junto. Disse que vai trazer champanhe e mais alguma surpresa.
Roberto; o que será que ele vai te trazer?
Mabel; alguma dessas besteiras que vocês homens gostam, espero um consolo preto, com certeza, hahaha
Roberto; você acha?
Mabel; e o que mais ele poderia me trazer de surpresa, a não ser um brilhante, hahaha
Naquela noite dormi pouco, na verdade acordei umas 3 da manhã, era noite de verão, tava calor, coloquei um short e chinelo, e saí de casa fazendo o menor barulho possível, fui direto pra casa do meu filho.
Tava tudo trancado, com chave, até o portão de entrada, mesmo eu tendo chave, não tinha levado, então só estiquei o pescoço pra ver e dava pra ver luz na cozinha, nessa hora, pensei, que estranho, será que tão transando ainda, se esse cara veio umas 11 da noite? Fui embora, intrigado.
Na manhã seguinte, levantei mais cedo que o normal, cheguei no negócio. Não abri, eram 8 da manhã e a gente abre às 8:30, então fui pro fundo, abri as portas com minha chave, tentando fazer o menor barulho possível, não tinha motivo pra me esconder, fui pro quarto, e aí a surpresa.
Na cama estavam completamente pelados, dormindo, Mabel, Marcos, e José, o 6 do time, sim, como vocês estão lendo, não eram dois, eram três, fiquei com uma raiva tão grande que queria matar eles, me senti como um jovem recém-traído, porque comigo, por que, se eu já participei com eles, ajudo eles, que filhas da puta, me senti traído, fiquei paralisado sem saber o que fazer, comecei a entender algo quando José virou um pouco, que filho da puta, que corpo, e que pau, era ainda maior que o do Marcos, que eu já achava que era um cavalo. Era um Adônis, o desgraçado. Físico invejável. E muito mais alto que o Marcos.
Nada, fiz café, coloquei num termo, e fui abrir a ferragem, eles continuavam dormindo, devem ter transado até de madrugada com certeza, por sorte, abri o negócio, os clientes não me deram sossego, a manhã toda ocupada, só clareou agora. Um pouco tipo 11 horas, e ainda nada da Mabel, nem notícias. Coloquei o famoso cartazinho "já volto" e fui lá pro fundo.
Dava pra sentir que eles conversavam animadamente. Entrei, cumprimentei, e o Marcos me disse:
Marcos: "Ô Roberto, vem aqui que vou te apresentar o José... você precisa conhecer ele, é o 6 de..."
Roberto: "É, sim, já percebi quem é. Muito prazer, você tá putão."
Marcos: "A gente tava contando ontem à noite pro José como você é foda, ele não acreditava, hahaha. Vai lá, faz uns mates, Rober. A gente tem que ir, mas a dama não quer que a gente deixe ela assim, é terrível. Não bastou o que rolou ontem à noite, pelo visto, hahahahaha."
Roberto: "Fiquem tranquilos, tem bastante gente no negócio hoje, tenho que atender. Fiquem à vontade. O que eu ia falar mesmo?"
Mabel: "Já vou te ajudar, papai." (Pela primeira vez na vida, me chamou de papai, não de Rober ou Roberto.)
Roberto: "Tá, fica tranquila que eu me viro. Já era o pai do cuck perfeito."
Saí, mas eles ficaram. Ela depois me contou que chupou ele de novo, pela décima vez na noite, principalmente o José. "Você não sabe o que é aquela pica dura, Robert? É terrível o cara, não cansa de te foder. Que divinos que são. Claro, 23 e 24 anos, o que você quer? Me enlouqueceram a noite toda, Rober. Pelo menos eu aguento. Perdi a conta de quantas vezes gozei. Os dois meteram na minha pussy. Você não sabe o que é sentir. Meteram no meu cu também, a pica do José é um tronco, e ele colocou tudo. Que delícia. Vou ter que trocar o colchão, nesses dias eu acabei com ele, hahahaha. Ah, depois me ajuda a tirar ele pra fora pra ventilar. Tô louca, Rober? Como eu adoro sentir quando enfiam. Esses caras nunca cansam. O José também, uma maquininha. E agora ele é meu novo machinho. Vou ter que me cuidar mais fisicamente, porque você viu como eles são? Parecem adônis, durões. Será que eu virei muito puta? Como minha vida mudou... papai."
Um pouco puto, perguntei como ela deixou ele trazer outro parceiro, e que... Quer, apareceu assim, os dois juntos, o outro também achei lindo, então convidei eles pra entrar. Ele começou a me beijar e o outro só olhando, me deixou louca com os chupões. José chegou por trás, e quando me dei conta, já tava quase enfiado no meu cu com a pica dura que me matava, então perdi a linha. E bom, o resto você já conhece, a gente transou sem parar até umas 4 da manhã. Depois ele disse que agora que vai pra Itália, queria que os amigos íntimos dele cuidassem de mim, e começou com o mais íntimo, que é o José. Ele não quer que eu meta chifre nele com alguém que não seja de confiança. Além disso, o porco quer me ver dando pela internet com algum companheiro de time. Não é um maluco, Rober?
Faz dois meses que o Marcos tá na Itália, ainda não estreou no time principal. Quem estreou com José e Ariel foi a Mabel, que agora atende os dois juntos quase sempre. Ela diz que tanto o José quanto o Ariel deixam ela louca. Tô chegando a duas conclusões:
1: que a Mabel realmente virou uma louca, uma puta, e divina — cada dia mais gostosa.
2: que a loja de ferragens é a subsede do clube dos meus amores. E meu filho vai ser corno a vida toda.
Fim.
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