Acho que ao visitar esta história, vocês estão como eu, tarados e decididos a experimentar emoções diferentes das que se veem na vida social.
Minha esposa Mary, mulher poderosamente sensual, provocante e de corpo excelente. Ela é baixinha, mas tem umas curvas mais que perfeitas para satisfazer o olhar de qualquer homem, principalmente do latino que, como todo mundo sabe, curte corpos curvilíneos, desenhados e rebolativos (ritmados), e não aqueles corpos retos, sem movimento sensual e duros. Pra um homem, um corpo bom faz a roupa ficar curva por baixo do tecido, e uma mulher que usa a vestimenta pra exibir o corpo é uma mulher de atitude. O balançar dos quadris de Mary, a exibição orgulhosa dos peitos sob decotes ousados e a sua provocação natural são o símbolo mais feminino dela.
Mary, como já disse, tem um corpo delicioso e talvez pareça repetitivo com as outras histórias que vocês leram, mas nesse caso, posso garantir que a descrição dela é verdadeira.
Tudo aconteceu depois de completarmos três anos de casados. Qualquer leitor desta seção que é casado sabe que hoje em dia o apetite sexual dentro dos casamentos acaba perigosa e rapidamente, o que leva o homem ou a mulher a terem sonhos com mais e variadas fantasias sexuais. A mulher é mais reservada, e isso a gente entende, já que é da natureza dela; por ser mais reservada, ela guarda em silêncio suas fantasias e até chega a negá-las na frente do parceiro. O homem tende mais a falar sobre suas fantasias e propô-las à mulher.
Por isso, Mary, sendo uma mulher deliciosamente gostosa, despertou desde o namoro um desejo sexual em mim que até podia beirar a luxúria, já que o corpo dela me incitava a desejá-lo e vê-lo exibido em roupas atraentes no começo e, cada dia mais, reduzindo o tamanho delas até quase querer vê-la exuberantemente provocante: minissaias, decotes, saltos altos, fio dental, e praticamente proibir ela usar sutiã e meia nas pernas, de um jeito que, ao usar minissaia, sinta a liberdade de não levar nada por baixo que limite a visão das suas roupas íntimas.
Mary se acostumou a se vestir assim e, além disso, ao sair comigo pra vários lugares, viu que é normal ver várias mulheres vestidas desse jeito, o que fez com que até ela procurasse um jeito de se vestir mais ousada que as outras mulheres.
O tesão de vê-la mais ousada e até se exibir entre o povo nasceu de um dia que a vi sentada, na frente de uns quatro caras jovens no restaurante, ela de minissaia e um decotão. Quando voltei do banheiro, consegui ver por baixo da minissaia dela, a calcinha fio dental à mostra, destacando o branco do tecido. Ela não se importava de exibir, talvez por não perceber ou porque gostava. Senti uns ciúmes do caralho, mas também um desejo bestial.
O tesão de senti-la com outro homem nasceu quando um dia, nos pegando gostoso no carro depois de sair de uma balada, na minha mente não sumia a imagem dela dançando com um amigo que encontrou lá, e com quem dançou algumas vezes, roçando os corpos de vez em quando, gerando em mim um sentimento de ódio, ciúme e voyeurismo. Naquela noite, Mary e eu transamos deliciosamente no carro, dentro de um estacionamento, e o prazer do sexo revolucionava nossos instintos e nossas fantasias, fazendo a gente gritar de prazer. Da minha parte, cometi o "erro" de falar pra ela no momento em que sentia o máximo prazer — Mary, meu amor, que bunda você tem, é uma delícia... já vejo por que você enlouquece todo mundo — e aí minha querida esposa, se revirando de prazer no banco de trás do carro, sentada de frente pra mim e com o olhar virado pra trás, se enroscava com os braços no meu pescoço, balançando o cabelo curto (que por sinal é algo que me excita pra caralho, porque solta um ar de puta que me faz gozar majestosamente). Mary me respondeu, talvez por desejo ou por prazer — Ah, sim — Você acha que eu enlouqueço os homens? – respondi eu, encharcado de suor sexual – Não me diga que você não percebe que seu corpo enlouquece todo mundo – eu dizia enquanto a penetração ficava cada vez mais acelerada – Acho que todo mundo que te vê quer te comer sem parar, meter os paus deles na sua buceta e te dar uma trepada dos sonhos. Mary, com os olhos vidrados de prazer, balançava a cabeça de um lado pro outro sem me olhar e, entre gemidos, respondia – não seja louco, só quero ser sua, sou sua mulher e você meu homem, só quero seu pau dentro de mim, ahhhh – mas a própria natureza do desafio e do prazer de dominá-la e fazer o que eu quisesse me fazia insistir, e ela negar, criando talvez uma situação de prazer pelo domínio. Naquele momento, estávamos os dois prestes a explodir numa loucura, quando de repente, eu sentado no banco de trás, virei ela de costas pra mim, de um jeito que ela montasse em mim me dando a bunda no meu pau – Aí aconteceu algo estranho: tê-la assim me deu um tesão danado, porque ao vê-la refletida no espelho retrovisor do carro, tive a sensação de que era outro que estava comendo ela, já que só via parte do rosto e dos peitos dela, gemendo de prazer, sem que eu me visse no espelho. Não sei se ela percebeu a mesma coisa, mas os movimentos dela ficaram sem parar, galopando em cima de mim, até que, perto de explodir, Mary começou a dizer – Meu amor, que pau gostoso você tem, você me faz feliz e ainda mais aqui, no seu carro, fora da minha casa, ahhh, me come mais, me dá até cansar, me dá até eu chegar em casa escorrendo do seu leite – eu peguei as palavras dela como se não fossem pra mim, já que, como casados que éramos naquele momento, os dois deveríamos chegar na mesma casa (não sei se ela pensou o mesmo, mas eu aproveitei e comecei a falar como se eu fosse outro) – Isso mesmo, putinha, me dá toda a sua buceta, deixa eu encher ela todinha de mim, pra quando você chegar na sua casa, não saber o que dizer e a emoção te pegar de novo. surgir quando te perguntarem de onde você vem - Mary ficou pensativa, como se duvidasse do que eu dizia e ao mesmo tempo como se estivesse se sentindo outra - Hummm, que gostosa, ... mas o que você acha que eles podem me dizer? - ao que respondi sutilmente, já mais excitado - Não sei, Mary, mas talvez seu marido te chame a atenção por chegar tarde, bêbada e com cheiro de sexo - Mary, já entrando no jogo, respondeu excitada - Eles não podem me dizer nada, já que sabem que eu adoro sexo, pirocas e que faria tudo pra transar com quem me quiser - Eu, já no limite de aguentar, não me contive e enchi ela de beijos nas costas, agarrando os peitos dela, enquanto ela apoiava as duas mãos nos encostos dos bancos da frente, pra me enfiar de frente e dizer - Gostou de mim hoje, querido, porque você me comeu incrivelmente, e só espero que meu marido não perceba que você me comeu, mas principalmente, que eu gosto de andar de puta procurando mais pirocas pra entrar em mim - eu já estava com a cabeça jogada pra trás, prestes a explodir, quando de repente fiz minha última pergunta - Assiiim, Mary, assiiiiim, ohhhh, que puta você é (e me ocorreu fazer a pergunta mais forte) assiiim e por falar nisso, Mary... você só aceitou sair comigo sem saber meu nome - ao que ela respondeu selvagemente - Claro, amor, pra transar não importa quem você é, mas sabe... eu vi sua credencial e sei que você se chama... Eduardo!!! - ao dizer isso, gozei como nunca, já que esse não é meu nome e ela, cheia de desejo, me chamou por outro nome, causando em mim tudo de incontrolável. Ela, por sua vez, começou a girar e subir e descer ritmicamente pra espremer com a buceta dela toda a minha piroca que entrava em erupção dentro dela. Os movimentos dela eram selvagens e consegui ver que o rosto dela se contorcia de prazer, sem deixar de se olhar no espelho, até que ela se retorceu, jogando a cabeça pra trás, me oferecendo todos os peitos dela nas minhas mãos que a abraçavam por trás. A partir daí, todos os nossos encontros sexuais a gente fazia desse jeito. maneira, imaginando a gente com outros e outras alcançando orgasmos incríveis e abundantes.
Como eu comentava no começo, o desejo sexual como casal formal acaba e só renasce quando sabemos que nossa parceira não está tão segura com a gente e que, pelo contrário, causa emoção e desejo entre outros.
Por isso, comecei a comprar roupas pra Mary, cada vez mais jovens, na moda e provocantes, além de lingerie sexy que despertasse em mim desejo ao senti-la vestida assim por dentro.
Depois de semanas transando assim, imaginando loucuras, decidi um dia que a gente fosse cair na farra por aí, começando às três da tarde de uma sexta até não aguentar mais. Pra isso, marquei com ela no meu trabalho naquela hora, às três, que é quando saio pra almoçar, mas eu não voltaria mais, porque ia embora com a Mary.
Quando deu três horas da tarde daquele dia, minha esposa Mary chegou no meu escritório, causando estrago na minha mente e nos olhos dos meus colegas de trabalho. Ela chegou com uma minissaia azul royal, tecido pêssego (daquelas que colam no corpo de um jeito sensual). O design da minissaia era meio vergonhoso, porque era tão pequena que mal cobria as redondezas da bunda dela. Era um conjunto completo, e a parte de cima cobria os peitos deixando um decote generoso, já que o vestido só se segurava na parte superior por uma fitinha que rodeava o pescoço dela. O cabelo arrumado pra ocasião e uma maquiagem que destacava a boquinha linda dela, o nariz empinado e aqueles olhos sedutores que lançam olhares de desejo. Ela usava um par de saltos altíssimos e o mais impactante: não usava meia nas pernas.
Quando entrou no meu escritório particular, sentou, deixando na minha frente um panorama gostoso, porque a minissaia dela subia naturalmente ao sentar, exibindo as pernas totalmente e mostrando entre elas uma peça bem branquinha (a calcinha fio dental), fazendo com que eu não parasse de olhar. Os peitos dela apareciam sem sutiã e convidavam a olhar com atenção, já que provocavam por mostrar algo mais de si, pelo decote tão pronunciado. Numa ocasião em que ela se inclinou rapidamente pra ajustar o tênis direito, consegui admirar o mamilo ereto livremente quando o tecido se esticou, deixando aquela vista maravilhosa.
Quando perguntei como ela tinha chegado, me excitou ainda mais ao dizer que tinha decidido pegar um micro-ônibus (transporte pequeno no México, van em alguns países sul-americanos), o que me deixou tarado, porque nesses transportes tudo se vê e tudo se tenta. Já imagino o motorista vendo ela subir e os passageiros vendo ela sentar.
Já estava juntando minhas coisas e Mary começou a me contar algo que me deixou pensativo.
— Meu amor, agora que a gente for comer, não quero que me leve a um restaurante formal. Como é sexta, que tal me levar a um boteco (restaurante onde cobram a bebida, mas não a comida, então é comum o pessoal sair de lá bêbado).
Outra coisa que me deixou pensativo foi que Mary me disse que ia na frente pra reservar o lugar e que eu chegasse depois.
— E isso por quê, meu amor? — perguntei, inquieto. — É que deixa eu te dizer que hoje me sinto outra, como se quisesse quebrar as regras e por isso quero fazer mais coisas hoje. — Ela saiu sorrindo e, ao pegar o elevador, virou e me sorriu.
Quinze minutos depois, saí correndo pro BAR ANTONIOS, e quando cheguei, demorei pra encontrá-la. Quando vi ela sentada, fui na direção dela, que já tinha tomado dois copos, pelo que vi na mesa. Ao me aproximar mais, consegui ver uma brancura que brilhava debaixo da mesa, já que as pernas cruzadas não conseguiam esconder a calcinha fio dental, por causa da minissaia tão curta. Não sei se ela percebia, mas não escondia aquela situação, e na frente dela, uma mesa de oito caras bebia e comia admirando minha mulher. Não falei nada, embora por dentro sentisse um nó no estômago de ciúme que aquilo me causava. Naqueles momentos, realmente Esqueci daqueles que tanto fantasiávamos na cama, imaginando ela com outros.
Quatro da tarde daquela sexta e começamos a comer. Já eram oito da noite e a gente continuava, não mais comendo, mas bebendo. Mary já estava claramente acalorada pelo vinho dentro dela e eu um pouco mais solto por causa da situação. Mary mais aberta e, depois de tanta conversa sobre mil coisas, começou a se abrir pra mim.
— Ai, meu amor, você não sabe como tenho me sentido ultimamente. Temos cinco dias sem fazer nada de coisa alguma por causa das suas reuniões no trabalho, e tô fervendo por dentro. Hoje vim vestida assim pra você me fazer amor do seu jeito. Ou você não tinha se perguntado por que eu vim assim?
— Na verdade, sim, me perguntei o porquê da roupa, principalmente porque tá muito provocante e não consigo imaginar como você passou no transporte.
— Uiii, se eu te contar tudo que passei. Desde que saí de casa, nenhum homem ficou calado, me falaram um monte de coisas, mas o que passou do limite foi o motorista do micro-ônibus. Quando eu desci, ele também desceu e, chegando perto de mim, disse: "Moça, não sei se meus olhos foram premiados hoje, mas quem não tá tranquilo sou eu, vendo você tão puta, e mesmo calado, grita por dentro que já quer meu pau dentro de você. É só falar e já desço todo o passageiro."
— E o que você fez, amor? Porque esse filho da puta passou do limite — falei.
— Só me virei e, sem falar nada, fui embora. E, mesmo ele gritando não sei o quê, eu segui meu caminho.
— E como você tá se sentindo, amor? Porque eu tô fervendo de tesão. É que você vem... não sei como te dizer... você vem diferente... você vem... gostosa pra caralho... não sei, mas você vem...
— Vou muito puta, é isso que você quer dizer, né? — ela disse na lata. Eu fiquei calado, como se procurasse uma resposta, só olhando pra ela.
— A verdade é que hoje quero me sentir diferente, ser outra, fazer outras coisas, não sei, ser uma puta — ao dizer isso, meu sangue gelou, porque a gente sempre fantasiou isso, mas... Sentir ela assim me incomodava e ao mesmo tempo me excitava. Já eram nove da noite, e os drinks já tinham feito efeito em nós, então numa dessas a Mary me perguntou:
— Ei, meu amor, qual é a sua fantasia? Alguma que só te esquenta? — e eu respondi na hora, sem pensar nas consequências.
— Bom, olha, sempre quis te ver provocante, putona, como se você não ligasse pra mais nada além de se satisfazer, num lugar público, onde você fizesse safadezas sem que eu percebesse.
Ela completou minha fantasia, dizendo: — Sabe, amor, algo parecido eu já pensei, mas sabe como? Quando você faz amor comigo, imagino que a gente tá num lugar cheio de gente, onde tudo é possível, e o que não é, a gente inventa pra conseguir. Lá, você vê minas gostosas e bem dotadas, e de vez em quando dá um jeito de apalpar elas, tocar ou piscar o olho como se eu não tivesse vendo. E eu, do meu lado, flerto com uns caras sem você perceber.
Eu sorri e a gente continuou bebendo, mas com o passar das horas, fui ao banheiro e, na volta, a Mary sentada, não percebia que a minissaia dela tava bem pra cima, mostrando toda a beleza das pernas e parte da calcinha fio dental. Ao sentar, sem falar nada, eu apreciava de onde tava sentado a buceta dela, coberta pelo tecido fino da calcinha, o que me excitou pra caralho, com alguns pelinhos da periquita à mostra. Eu já tava todo tarado e sugeri pra Mary irmos pra uma pista de dança.
Ela topou, e quando a gente tava indo pro lugar, ela, com uns drinks na cabeça, levantou a minissaia até a cintura, mostrando a calcinha fio dental. Na hora, pegou ela pelas duas pontas e balançou pra cima, enfiando o tecido no meio da rachinha, esfregando, e o olhar semicerrado dela me deliciava, enquanto a língua brincava passando pelos lábios.
A Mary e eu já não aguentávamos mais, e eu tirei a pica da calça enquanto dirigia. A Mary continuava enfiando o tecido no meio da rachinha, e eu exibindo meu pedaço de carne. A Mary se... Ela venceu e se abaixou, me dando um boquete infernal enquanto eu dirigia pela avenida. Ela se deitou de bruços no banco, deixando a bunda dela de fora, me deixando enfiar meus dedos na buceta e no cuzinho dela enquanto ela chupava meu pau com profissionalismo. Eu enfiava até o fundo da garganta dela, e babando tudo, ela passava a língua, depois enrolava e sugava com fome. Em cada parada, eu fingia que não estava rolando nada, porque os carros do lado olhavam, e Mary, escondida embaixo, mas sem tirar aquele pau da boca.
Consegui fazer Mary gozar, porque minha posição no volante não me deixava fazer muito, mas o suficiente pra ela ficar toda excitada. Quando chegamos na MARAKA (salão de dança variada), Mary ficou frustrada por aquela siririca ter ficado incompleta.
Enquanto estávamos estacionados esperando o manobrista chegar, Mary saiu do carro e, pela janela, me disse:
— Amor, eu compro meu ingresso, e pra continuar nosso jogo, te espero lá dentro, me procura, hein.
O manobrista demorou uns dez minutos pra se livrar, e quando chegou, eu entreguei o carro. Quando fui pra bilheteria, qual não foi minha surpresa ao ver que as mulheres entravam de graça e os homens tinham que pagar ingresso, então fiz fila pra comprar o meu. Isso me atrasou mais de vinte minutos, o que, somado, já me dava meia hora fora e Mary dentro.
Consegui entrar finalmente e demorei pra achar Mary, porque ela tava dançando o salsa da Celia Cruz que tava bombando. Como não achei mesa, fiquei no balcão esperando a música acabar; não posso negar que senti um ciúme do caralho vendo ela dançar com um desconhecido.
Mas a música não acabava e ela continuava dançando. Quase meia hora depois, o cara encerrou aquela sessão e foram pro outro lado da pista, então tive que levantar pra ir atrás dela. Quando cheguei nela, ela tava sentada numa mesa com dois caras e uma mina. Quando me viu, e antes de que eu me sentasse, ela se levantou e, vindo na minha direção, fez um sinal para eu segui-la. Fui atrás e, longe daqueles caras, ela cochichou no meu ouvido: — Oi, amor, você demorou pra chegar. Olha, não achei mesa, mas aqueles caras me convidaram pra sentar e ainda me pagaram uns drinks, que por sinal já tão fazendo efeito, porque eles tão bebendo outra coisa diferente do que a gente tomou antes. Já tô no segundo copo e você não aparecia. Que tal a gente fingir que não se conhece, mas você fica de olho em mim enquanto eu tô com eles? Age como se eu tivesse chamado sua atenção e não tira os olhos de mim, pra eles verem que você tá de olho. O que acha? — Não gostei da ideia, Mary. Você veio comigo pra se divertir, não com eles. — Mary se adiantou e disse: — Olha, amor, hoje a noite vai ser diferente. Vamos ver, como você disse que queria me ver? Gostosa, provocante, puta, não foi? Então vamos brincar com isso. Você me protege e eu te fodo do jeito que você gosta.
Sem esperar resposta, ela voltou pro lugar, sentou do lado daqueles caras de aparência comum, pegou o copo e deu um gole, cruzou a perna e me olhou por cima da borda do copo.
Eu, sem dizer nada, pedi mais uma dose e fiquei admirando ela. Sentia um ciúme do caralho, mas fui me acalmando enquanto me acostumava a vê-la só conversando e dançando com aqueles babacas. Mais de uma vez, do meu ângulo, consegui ver a calcinha fio dental quando a minissaia subia, e, por causa do jogo de luzes, não dava pra ver os peitos nus dela quando ela se abaixava pra arrumar os sapatos. Não sei se aqueles caras viram os peitos e os mamilos por estarem mais perto, mas o que eu vi foi que eles tavam se deliciando com o que a Mary mostrava.
Bateu duas da manhã e tanto eu quanto a Mary, cada um no seu canto, já estávamos bêbados, dava pra ver pelas nossas atitudes. Mary levantou pra ir ao banheiro e, no caminho até mim, cambaleava, mas quando chegou do meu lado, me deu um sorriso idiota e, me abraçando, me deu um beijo na a boca e se aproximando do meu ouvido, ela disse: "Ei, meu amor, me veio um jogo que vai desafiar nós dois... você topa...?"
Quando virei o rosto, vi que os casais ao meu lado e os garçons estavam me encarando. Nunca pensei que estavam me olhando por causa de uma mulher se aproximar de mim e me tratar daquele jeito, já que não sabiam que ela era minha esposa. Enfim, perguntei à Mary o que ela estava pensando agora, e ela, com a língua enrolada pelo álcool, me disse, dando outro beijo em mim.
"Sabe, meu amor, você sempre me disse que todo mundo quer me comer e me foder até cansar, né? Então, tava pensando o que você faria se eu, vestida assim, do jeito que tô, fosse com eles até o fim da festa. Com certeza eles me dariam uma carona pra casa, não acha?"
Na real, não aceitei, e dando por encerrado esse jogo, falei pra ela vir comigo. Ela fez uma cara de desgosto e disse: "Vou ao banheiro, volto pra pegar minhas coisas e a gente vai embora."
No momento em que ela foi ao banheiro, o garçom me perguntou as horas, e eu falei que já eram 2h40 da manhã. Pensei em tomar mais um drink e pedi antes de ir embora, e me serviram. Esqueci do tempo, mas confiando que Mary voltaria pro meu lugar, virei as costas pra pista pra beber meu copo. Terminei ele e, estranhando, virei pra mesa onde minha esposa estava. Não tinha ninguém, e me levantei pra perguntar ao garçom sobre as pessoas que estavam sentadas ali.
"Eles foram embora há cinco minutos." Mary tinha ido com aqueles caras. "Fodeu", pensei comigo. Saí do lugar e, pra minha surpresa, meu carro não ligava, até que depois de uma hora consegui dar partida. Saí dando voltas que nem um louco, pensando onde Mary estava. Nisso, já eram cinco da manhã e pensei que ela já devia estar em casa. Fui pra lá e, ao entrar, sim, minha esposa estava lá. Tinha acabado de sair do banho, porque o cabelo estava molhado, mas já estava com uma lingerie sensual.
Quando me viu, sorriu e disse, toda provocante: "Amor, por que você demorou? Já cansei de esperar por você, não aguento mais essa putaria. Ela veio até mim e, me abraçando, me beijou de um jeito ardente, querendo devorar minha língua com os lábios dela, e a buceta dela fervia de tesão. Ela só disse: — Agora quem manda sou eu, pra você não estragar nossa fantasia e a gente não ficar na dúvida. Surpreso, perguntei o que ela queria dizer, e Mary respondeu sensual: — Sua fantasia de me ver com outros, já esqueceu? Por isso forcei a barra pra aqueles caras me trazerem pra casa enquanto você ficava em outro lugar, e eu com eles no carro, vestida do jeito que tava, pra ver se você aguentava. — Eu, com raiva e desejo, perguntei: — E aí, que horas esses filhos da puta foram embora ou onde te largaram? — Mary só respondeu: — Olha, amor, só imagina que esses caras me trouxeram pra casa, tá bom? E aos poucos vou te contar tudo.
Eu, puto da vida, me deixei levar pelas carícias da minha esposa e fomos até a porta da frente, onde Mary disse: — Sabe que sempre tive a fantasia de a gente transar na porta de casa, você e eu vendados de madrugada, correndo o risco de alguém passar e nos ver? — A ideia me excitou, e na hora começamos aquele ritual de putaria, nos rolando entre desejo, bebedeira e adrenalina pura. Abrimos a porta de casa e fomos até o portão da garagem, onde Mary deixou ele mais aberto do que fechado. Na hora, ela colocou uma venda grossa nos meus olhos, e fez o mesmo depois.
Enquanto a gente se beijava, Mary perguntou se eu não queria saber tudo o que rolou com aqueles caras desde que ela os viu na Maraka até aquele momento. Eu, morrendo de curiosidade, falei que sim, que contasse tudo.
— Olha, meu amor, quando cheguei, dei uma volta no lugar todo pra achar uma mesa onde a gente pudesse ficar, mas todas estavam lotadas. Dei uma volta completa e não achei nada, e um dos garçons disse que tava tudo ocupado. Aí aqueles homens que você viu me olharam e... Um deles parou e me disse pra sentar com eles pra eu não me cansar. Nunca me perguntaram se eu tava acompanhada, mas eu tava cansada e aceitei pensando em esperar por você. Como você demorou, eles me ofereceram uma dose e eu aceitei por causa do calor que tava lá dentro. Eles não me perguntavam se eu tava esperando alguém ou se tava com alguém, mas continuavam me servindo bebidas. Como vi que você tava demorando pra chegar, não recusei quando um deles me chamou pra dançar. Pensei que seria mais fácil pra você me ver dançando do que sentada ali com estranhos. Aceitei e a música foi rolando até que consegui te ver. Quando tava indo na sua direção, me deu uma ideia safada. Fingir que era uma estranha pra você, e pros outros verem que sorte você tinha, já que ao me aproximar ia te dar um beijão. Ninguém sabe que somos casados e isso dá um tesão. Mary continuava me contando tudo enquanto eu acariciava a bunda linda dela, os dois de olhos vendados e a um metro do portão da garagem aberta. Pra isso, enquanto tava com eles, não pense que não te via e adorava te ver puto porque sabia que suas fantasias eram só isso e que você não ia gostar de me ver com outros, né? Eu tava esquentando e enquanto beijava ela e chegava na buceta dela, pra fazer um boquete completo e delicioso, pedi pra ela continuar.
Mary continuou apimentando o assunto - Como pensei que isso te faria desistir de me dizer que quer me ver com outros, resolvi fazer algo que ia te botar à prova. Ir com eles na saída e pedir pra me darem uma carona até em casa. Quando fui ao banheiro, um deles me alcançou e disse que a conta já tava paga e que já fôssemos embora, então não passei mais por você. Enquanto decidia se ia com eles ou com você, pensei que a noite tava acabando e eu precisava realizar meu sonho e minha maior sacanagem, então resolvi ir com eles pedindo pra me deixarem aqui, enquanto dava uma paquerada pra ver os impulsos deles. Fiz isso sabendo que você ia ficar puto comigo. Quando a gente tava no carro, que por sinal Na frente iam o motorista e a mina dele, e atrás o outro cara e eu. Me falaram onde iam me largar e fui indicando o caminho. No trajeto, não parei de mostrar minhas pernas pro cara do meu lado. Enquanto a Mary contava tudo, eu já tava metendo nela de quatro, feito uma putinha, ela bufava de prazer mas não parava de me contar tudo.
Ela continuou me contando — tava com tanto tesão que levei um susto quando virei e vi o cara com o pau pra fora da calça, se masturbando na surdina. Fiz que não vi e continuei olhando pra fora do carro. Num sinal, virei de novo e vi o pau dele durasso, com uma cabeça enorme na ponta, muito maior que o seu, e pra falar a verdade, fiquei nervosa de ter ele do meu lado e eu com um tesão danado. Fingi que tava dormindo e senti aquele pau roçando na minha mão. Continuei fingindo e comecei a sussurrar seu nome pra eles acharem que eu tava mesmo dormindo. Aí senti umas mãos me virando de lado, deixando eu inclinada na frente dele. Não reagi, e de repente senti aquele pedaço de carne nos meus lábios e não tive outra opção a não ser chupar. No começo, fazia como se tivesse dormindo, mas depois meti a cara, chupando tudo até as bolas, segurando com as duas mãos. Nunca imaginei outro pau nas minhas mãos e na minha boca, e foi realmente sensacional.
Eu, por minha vez, metia nela cheio de tesão, pensando que a história dela era só fantasia. Mary continuou — Aí, depois de um tempão, o motorista parou o carro e eu, sem saber por quê, continuei chupando o pau daquele estranho com força até ele gozar na minha boca. Nunca imaginei isso, mas já fiz, amor. O desejo me venceu. Quando levantei, a gente tava estacionado aqui na frente de casa.
De olhos vendados, a Mary de repente se afastou de mim e, quando tentei tocá-la, ela disse, sem eu ver nada:
"Você não!"
Nua, ela disse que tava entre as pernas de um homem enquanto ele começava a acariciar o corpo todo dela. Eu não via nada e só me deixava levar pelas palavras dela. Ela me dizia que sentia como o pau dele ficava duro na frente dela, e que ia se ajoelhar entre aquelas pernas, e me indicou, enquanto eu me tocava, que estava abaixando o zíper dele, e que ia pegar o pau dele pra começar a masturbar bem devagar, olhando nos olhos dele enquanto perguntava sorrindo se ele tava gostando... Depois de masturbar ele suavemente por uns minutos, minha esposa "infiel" e complacente (dentro da minha imaginação, já que eu não via nada), me indicou que ia tirar da bolsa um vidrinho com óleo que ia passar com as duas mãos no pau dele bem duro, pra fazer ele gozar ainda mais, segundo ela me dizia...
Naquele momento, ela me disse, mas como se estivesse falando com outro, que a aliança de casamento era só uma tradição, colocando debochadamente o dedo com a aliança bem na ponta do pau dele enquanto masturbava com a outra mão... Como se insinuasse que ele gozasse no símbolo do nosso feliz casamento...
"Eu imaginava" que o homem que a Mary tinha na frente dela não podia acreditar na sorte dele, já que aquela prometia ser a melhor buceta da vida dele. E obviamente o fato dela ser uma mulher casada dava mais gosto à aventura, porque ele sabia que ela tava arriscando o casamento dela só pra ter o pau dele, ou pelo menos era o que eu achava...
Depois de um tempo, ela não se contentou em me contar que tava pegando no pau dele e que foi aproximando aos poucos o rosto e a boca pra, finalmente, chupar ele com uma lambida só da base até a ponta e de volta pros ovos, nos quais se entreteve um tempinho beijando e colocando na boca enquanto continuava masturbando ele devagar, dizendo que ele tinha um pau gostoso... Daí, com beijinhos de volta pra cabeçona do pau grosso dele, na qual brincava com a ponta da língua já que, segundo ela me disse, ele era tão grande que não cabia na boca dela.
Ao ouvir isso, passavam pela minha mente imagens da minha esposa completamente nua, exceto pelos saltos altos dela, ajoelhada entre as pernas de um cara que nem tinha tirado a roupa e só tinha o pauzão de fora, pra Mary se satisfazer chupando ele.
Quando ele já não aguentava mais, segundo Mary me contou depois de ter chupado a rola como só uma esposa sabe fazer, ela tirou a roupa dele, deitou ele do meu lado no banco da rua e montou nele pra sentar devagarinho no pau dele bem duro, o tempo todo olhando fixo nos olhos dele e sorrindo enquanto me dizia que isso a gente sempre pensou e imaginou...
Ela me falava enquanto eu não parava de me masturbar, que subia e descia devagar naquele pau grosso e duro que tanto a fazia gozar enquanto ele apalpava grosseiramente as bundas firmes dela e as pernas bem abertas...
Ela me explicava que agarrava os próprios peitos e, sem tirar os olhos dele um segundo, se aproximava devagar da boca dele pra lamber o próprio mamilo, pra depois oferecer sorrindo pra ele chupar, ele lambeu sem deixar um centímetro seco e mordiscava os mamilos dela, enquanto ela não parava de sentar devagar, cravando cada vez mais naquela estaca que tava abrindo ela como ninguém nunca tinha feito, acariciando os ovos dele e rindo de felicidade enquanto abria a própria bunda.
Eu continuava vendado mas a realidade nas palavras da Mary me deixava excitadíssimo, imaginando como aquele cara, que ela tinha conhecido umas horas antes, gozava, ofegando de prazer com o pau bem dentro da minha amada esposa, enchendo ela de porra enquanto eu ouvia Mary dizer que o pau dele era maior e mais gostoso que o meu...
Enquanto ela me contava isso, ria de mim, dizendo que meu pau era uma bobagem comparado com o pauzão grosso daquele estranho.
"O que eu tenho perdido..." Disse Mary, enquanto apertava forte meus ovos na mão dela até ver que eu tava sentindo dor.
"Esse filho da puta me comeu mais gostoso que você porque tem o pau muito maior e mais grosso..." Isso sim é rola!" "E você é um otário por ter me dito que sua fantasia era que outro filho da puta me comesse... e você deve lembrar que eu sempre dizia que era só sua, e que o que você falava, só falava pra se excitar e eu... nunca quis, mas era tanta sua insistência que aos poucos essa ideia idiota sua foi entrando na minha cabeça, e sem querer, fui sentindo um certo prazer só de me imaginar com outro e por isso, olha você agora, outro filho da puta tá me comendo e agora você é um otário por deixar outros me comerem!" Ao me dizer isso, cuspiu na minha cara tirando sarro de mim e, pra falar a verdade, me surpreendi com a atitude dela, mesmo eu estando de olhos vendados...
"Ele sim me fez sentir mulher! Diferente de você, um merda!" "Olha só você, aí sentado no chão, de olhos vendados, batendo uma enquanto um filho da puta me fode gostoso... ahhhh... uuummmm sente o cheiro de como ele me fode!"
Quando Mary viu que eu tava de pau duro, me empurrou pra longe dela, e, segundo ela disse, se deitou no chão de pernas abertas e, rindo de mim, me mandou chupar bem a buceta dela onde tinham acabado de comer, até deixar limpinha...
Eu, de olhos vendados, e entrando na "brincadeira", obedeci na hora, me ajoelhando entre as pernas dela, e comecei, sentindo uma sensação que me virou do avesso... a buceta dela tava toda molhada e os sucos tinham um gosto diferente, então fiquei parado, como se tentasse adivinhar o que era aquilo tudo. Mary, ao me ver parar, perguntou na hora - Não para, ou já percebeu que tão me comendo de verdade? - ... Ela se contorcia e não parava de dizer entre gemidos que naquele "buraco" que eu tava chupando tinha acabado de estar a piroca grossa de um homem de verdade, cuspindo porra e enchendo ela de leite...
"Vai, gostosa... Come a porra dele... Assim..."
Ela falava toda excitada, sentindo minha língua entrando nela. Quando começou a gozar, se contorcia gritando que eu era um cara que não servia pra nada, e que ela ela tinha sido uma puta porque eu tinha forçado ela a isso e que depois de pensar muito, ela se animou, e agora não se arrepende, porque com ele ela transou mais gostoso do que comigo, e porque ela sabia que era isso que eu queria... Que ela fosse uma puta toda vez que estivesse com outro.
Depois, ela me disse que ia continuar dando pra ele quando ela quisesse, e que mesmo que ela já tivesse compromissos comigo, ela ia me deixar na mão se ele ou eles chamassem ela...
Disse que eu tinha culpa, por ter deixado ela transar com outro, agora ela já tinha gostado... e que eu tinha que aguentar!
" Nunca tinha sentado num pau tão grande e tão gostoso quanto o dele... De qualquer forma... Você não se importa que comam a sua esposa, né?... Pois agora você não vai mais comer! " " Além disso, você nunca teve uma broxa como a dele! " " Quem dera você ter pelo menos metade da rola que ele tem... Você não é nem metade do homem que ele é! Entendeu, otário... de agora em diante você nunca mais vai poder me comer como ele... Nunca! corno babão! " Parecia que ela gostava da ideia de, sendo uma mulher casada, sair pra transar com outro homem enquanto o marido esperava em casa, já que ela estava me avisando que seria assim daqui pra frente.
Bom, isso foi só no sábado passado, e depois dessa situação estranha, já que nunca vi nada do que acontecia, e só me deixava levar pelo que Mary dizia.
Desde então, nossas relações sexuais ficaram meio diferentes, cheias de calor e prazer que fazem ambos explodirmos em extremos inesperados, já que Mary desde então me diz quando transamos que ela voltou a ver uma vez por semana mais ou menos aquele cara, e que às vezes, quando eu estou viajando, ela fica a noite inteira com ele pra voltar pra casa, bem comida, só na tarde do dia seguinte. Até que ela foi uma semana inteira com ele e os amigos dele pra uma casa de campo, lá em Valle de Bravo.
Lembro que numa ocasião, comprou uns biquínis tipo fio dental (que nunca quis usar quando ia pra praia comigo) e só me avisou que ia ter eles pra quando a gente saísse, mas nas vezes que saímos, ela nunca levou, e quando a gente transa, ela me diz que só usa quando tô viajando e sai com os amantes dela.
Quando tô prestes a viajar, ela aproveita a noite anterior pra experimentar esses biquínis fio dental na frente do espelho, sabendo que eu tô olhando pra ela e pras bundas deliciosas dela, e me pergunta de um jeito provocante:
"Você acha que agora que você vai viajar, e eu for pra praia com meu amigo, ele vai gostar se eu usar isso na praia na frente dos amigos dele? Quero que ele me exiba pra eles a semana toda. Imagina, vou ser a única mulher lá!" "Enquanto ele vai me ter pra se divertir a semana toda, você só vai ter sua mão pra bater punheta no hotel agora na sua viagem. Pobre otário!"
Quando a gente tá se pegando e prestes a me comer, antes de eu viajar, a Mary me diz que quando tá com o amante dela, ela é sempre muito carinhosa com ele enquanto conta como gosta de me humilhar, e que quando tá no quarto com ele, ela fala:
"Adoro botar chifre no corno do meu marido! Ele acha que eu conto minhas fantasias sexuais quando a gente transa, pensando que faço isso pra excitar ele, e ele se imagina que tô com alguém... Se o idiota soubesse que muitas vezes eu venho aqui pra você me dar pica sem ele saber... Que se foda o corno! Quem mandou ele ficar enfiando na minha cabeça ideia de eu ficar com outro e me emprestar, né meu rei?" "Quero botar uns chifrões no babaca! Me deixa bem comida pro idiota, pra quando ele chegar, ele lamber seu esperma!
Me come gostoso com essa pica enorme, meu amor! Pra você deixar minha bunda maior e ele não sentir a pica dele quando o corno meter em mim... Não quero que ele esqueça nunca que você me comeu... Você sim sabe me dar pica! Me come, papai... Assim... Quero que ele perceba que Estou bem usada por você, e que você deixou ela bem aberta e bem fodida pra esposa dele. Quero que toda vez que ele me comer pelo resto da vida, ele perceba que o pau dele já ficou pequeno pra esse buraco que você tá me fazendo! Por ficar emprestando a esposa dele!
Isso ela me diz enquanto enfio até o fundo meu pedaço de carne na buceta dela, e pelo menos eu acho que tudo isso ela fala porque sempre fiquei excitado com a ideia de outros comedores comendo ela direto.
Quando ela vê que eu tô excitadíssimo, me pergunta se quero que ela conte mais das "fantasias" dela, e eu aceito o plano. Ela começa a me contar que às vezes o amante dela manda ela me ligar de algum quarto de hotel enquanto ele tá comendo ela pelo cu, só pra ela me dizer que me ama ou inventar que vai chegar tarde porque encontrou umas amigas. Ele adora ver minha esposa infiel tentando se controlar enquanto fala ao telefone com o corno manso do marido, só pra dar satisfação e deixar ele tranquilo...
"Se o idiota soubesse", ele diz, rindo. "Ele nem imagina que enquanto ouve a voz doce da amada esposa dizendo que o ama pelo telefone, a puta tá de joelhos no chão de um quarto de hotel, oferecendo aquele rabo bem empinado e abrindo as nádegas pra enfiarem o pau sem piedade por trás."
Mary me conta que depois, quando ela desliga o telefone, ele tira o pau do cu dela e dá as últimas punhetadas pra gozar na boca e na cara da minha esposa adúltera, lambuzando ela toda de porra, até o anel de casamento, enquanto os dois riem de mim.
Eu adoro comer ela ainda quente, pensando que outro já comeu ela... Ela me diz que adora chegar em casa pingando porra de outro homem pelas pernas pra eu lamber tudo e depois meter nela. A gente tá de acordo.
Quando enfio o pau nela, pensando que outro já comeu, sinto um prazer do caralho, como se tivessem deixado ela bem aberta e bem cheia de gozo.
Ela me disse:
"Assim, papai... Me come no sêmen dele... Enfia teu pau na gozada dele... Sente como ele me deixou? Ele me comeu gostoso, idiota... E gozou muito dentro de mim, várias vezes... Muito mais que você! Assim... Agora tira e deixa eu chupar o sêmen dele do teu pau... Mmm... Gosta de me ver chupando o sêmen dele do teu pau, corno? É que eu gosto muito, olha... Olha como eu como tudinho... Foi assim que eu chupei a pica enorme dele!
Enfia de novo, que eu quero que você goze na gozada dele... Quero sentir o sêmen dos dois bem misturado na minha buceta quente... Assim..." "Já tá gozando, pai? Quer misturar teu sêmen com o de um homem de verdade no buraco da sua esposa? Goza dentro de mim! Vai logo, cara, enche eu também com teu sêmen, porque quando acabar você vai comer tudinho! O teu e o dele... Assim, pai!... Quero que você goze, idiota gostoso, pra você gozar muito e ter mais pra comer!... Corno!"
Mas agora, depois de tudo, já não sei se tudo que ela diz tem fundamento, ou se ela só faz isso pra eu gozar quando a gente transa... O que vocês acham... A Mary é mulher de palavra ou não, e minha fantasia se realizou ou não?
Minha esposa Mary, mulher poderosamente sensual, provocante e de corpo excelente. Ela é baixinha, mas tem umas curvas mais que perfeitas para satisfazer o olhar de qualquer homem, principalmente do latino que, como todo mundo sabe, curte corpos curvilíneos, desenhados e rebolativos (ritmados), e não aqueles corpos retos, sem movimento sensual e duros. Pra um homem, um corpo bom faz a roupa ficar curva por baixo do tecido, e uma mulher que usa a vestimenta pra exibir o corpo é uma mulher de atitude. O balançar dos quadris de Mary, a exibição orgulhosa dos peitos sob decotes ousados e a sua provocação natural são o símbolo mais feminino dela.
Mary, como já disse, tem um corpo delicioso e talvez pareça repetitivo com as outras histórias que vocês leram, mas nesse caso, posso garantir que a descrição dela é verdadeira.
Tudo aconteceu depois de completarmos três anos de casados. Qualquer leitor desta seção que é casado sabe que hoje em dia o apetite sexual dentro dos casamentos acaba perigosa e rapidamente, o que leva o homem ou a mulher a terem sonhos com mais e variadas fantasias sexuais. A mulher é mais reservada, e isso a gente entende, já que é da natureza dela; por ser mais reservada, ela guarda em silêncio suas fantasias e até chega a negá-las na frente do parceiro. O homem tende mais a falar sobre suas fantasias e propô-las à mulher.
Por isso, Mary, sendo uma mulher deliciosamente gostosa, despertou desde o namoro um desejo sexual em mim que até podia beirar a luxúria, já que o corpo dela me incitava a desejá-lo e vê-lo exibido em roupas atraentes no começo e, cada dia mais, reduzindo o tamanho delas até quase querer vê-la exuberantemente provocante: minissaias, decotes, saltos altos, fio dental, e praticamente proibir ela usar sutiã e meia nas pernas, de um jeito que, ao usar minissaia, sinta a liberdade de não levar nada por baixo que limite a visão das suas roupas íntimas.
Mary se acostumou a se vestir assim e, além disso, ao sair comigo pra vários lugares, viu que é normal ver várias mulheres vestidas desse jeito, o que fez com que até ela procurasse um jeito de se vestir mais ousada que as outras mulheres.
O tesão de vê-la mais ousada e até se exibir entre o povo nasceu de um dia que a vi sentada, na frente de uns quatro caras jovens no restaurante, ela de minissaia e um decotão. Quando voltei do banheiro, consegui ver por baixo da minissaia dela, a calcinha fio dental à mostra, destacando o branco do tecido. Ela não se importava de exibir, talvez por não perceber ou porque gostava. Senti uns ciúmes do caralho, mas também um desejo bestial.
O tesão de senti-la com outro homem nasceu quando um dia, nos pegando gostoso no carro depois de sair de uma balada, na minha mente não sumia a imagem dela dançando com um amigo que encontrou lá, e com quem dançou algumas vezes, roçando os corpos de vez em quando, gerando em mim um sentimento de ódio, ciúme e voyeurismo. Naquela noite, Mary e eu transamos deliciosamente no carro, dentro de um estacionamento, e o prazer do sexo revolucionava nossos instintos e nossas fantasias, fazendo a gente gritar de prazer. Da minha parte, cometi o "erro" de falar pra ela no momento em que sentia o máximo prazer — Mary, meu amor, que bunda você tem, é uma delícia... já vejo por que você enlouquece todo mundo — e aí minha querida esposa, se revirando de prazer no banco de trás do carro, sentada de frente pra mim e com o olhar virado pra trás, se enroscava com os braços no meu pescoço, balançando o cabelo curto (que por sinal é algo que me excita pra caralho, porque solta um ar de puta que me faz gozar majestosamente). Mary me respondeu, talvez por desejo ou por prazer — Ah, sim — Você acha que eu enlouqueço os homens? – respondi eu, encharcado de suor sexual – Não me diga que você não percebe que seu corpo enlouquece todo mundo – eu dizia enquanto a penetração ficava cada vez mais acelerada – Acho que todo mundo que te vê quer te comer sem parar, meter os paus deles na sua buceta e te dar uma trepada dos sonhos. Mary, com os olhos vidrados de prazer, balançava a cabeça de um lado pro outro sem me olhar e, entre gemidos, respondia – não seja louco, só quero ser sua, sou sua mulher e você meu homem, só quero seu pau dentro de mim, ahhhh – mas a própria natureza do desafio e do prazer de dominá-la e fazer o que eu quisesse me fazia insistir, e ela negar, criando talvez uma situação de prazer pelo domínio. Naquele momento, estávamos os dois prestes a explodir numa loucura, quando de repente, eu sentado no banco de trás, virei ela de costas pra mim, de um jeito que ela montasse em mim me dando a bunda no meu pau – Aí aconteceu algo estranho: tê-la assim me deu um tesão danado, porque ao vê-la refletida no espelho retrovisor do carro, tive a sensação de que era outro que estava comendo ela, já que só via parte do rosto e dos peitos dela, gemendo de prazer, sem que eu me visse no espelho. Não sei se ela percebeu a mesma coisa, mas os movimentos dela ficaram sem parar, galopando em cima de mim, até que, perto de explodir, Mary começou a dizer – Meu amor, que pau gostoso você tem, você me faz feliz e ainda mais aqui, no seu carro, fora da minha casa, ahhh, me come mais, me dá até cansar, me dá até eu chegar em casa escorrendo do seu leite – eu peguei as palavras dela como se não fossem pra mim, já que, como casados que éramos naquele momento, os dois deveríamos chegar na mesma casa (não sei se ela pensou o mesmo, mas eu aproveitei e comecei a falar como se eu fosse outro) – Isso mesmo, putinha, me dá toda a sua buceta, deixa eu encher ela todinha de mim, pra quando você chegar na sua casa, não saber o que dizer e a emoção te pegar de novo. surgir quando te perguntarem de onde você vem - Mary ficou pensativa, como se duvidasse do que eu dizia e ao mesmo tempo como se estivesse se sentindo outra - Hummm, que gostosa, ... mas o que você acha que eles podem me dizer? - ao que respondi sutilmente, já mais excitado - Não sei, Mary, mas talvez seu marido te chame a atenção por chegar tarde, bêbada e com cheiro de sexo - Mary, já entrando no jogo, respondeu excitada - Eles não podem me dizer nada, já que sabem que eu adoro sexo, pirocas e que faria tudo pra transar com quem me quiser - Eu, já no limite de aguentar, não me contive e enchi ela de beijos nas costas, agarrando os peitos dela, enquanto ela apoiava as duas mãos nos encostos dos bancos da frente, pra me enfiar de frente e dizer - Gostou de mim hoje, querido, porque você me comeu incrivelmente, e só espero que meu marido não perceba que você me comeu, mas principalmente, que eu gosto de andar de puta procurando mais pirocas pra entrar em mim - eu já estava com a cabeça jogada pra trás, prestes a explodir, quando de repente fiz minha última pergunta - Assiiim, Mary, assiiiiim, ohhhh, que puta você é (e me ocorreu fazer a pergunta mais forte) assiiim e por falar nisso, Mary... você só aceitou sair comigo sem saber meu nome - ao que ela respondeu selvagemente - Claro, amor, pra transar não importa quem você é, mas sabe... eu vi sua credencial e sei que você se chama... Eduardo!!! - ao dizer isso, gozei como nunca, já que esse não é meu nome e ela, cheia de desejo, me chamou por outro nome, causando em mim tudo de incontrolável. Ela, por sua vez, começou a girar e subir e descer ritmicamente pra espremer com a buceta dela toda a minha piroca que entrava em erupção dentro dela. Os movimentos dela eram selvagens e consegui ver que o rosto dela se contorcia de prazer, sem deixar de se olhar no espelho, até que ela se retorceu, jogando a cabeça pra trás, me oferecendo todos os peitos dela nas minhas mãos que a abraçavam por trás. A partir daí, todos os nossos encontros sexuais a gente fazia desse jeito. maneira, imaginando a gente com outros e outras alcançando orgasmos incríveis e abundantes.
Como eu comentava no começo, o desejo sexual como casal formal acaba e só renasce quando sabemos que nossa parceira não está tão segura com a gente e que, pelo contrário, causa emoção e desejo entre outros.
Por isso, comecei a comprar roupas pra Mary, cada vez mais jovens, na moda e provocantes, além de lingerie sexy que despertasse em mim desejo ao senti-la vestida assim por dentro.
Depois de semanas transando assim, imaginando loucuras, decidi um dia que a gente fosse cair na farra por aí, começando às três da tarde de uma sexta até não aguentar mais. Pra isso, marquei com ela no meu trabalho naquela hora, às três, que é quando saio pra almoçar, mas eu não voltaria mais, porque ia embora com a Mary.
Quando deu três horas da tarde daquele dia, minha esposa Mary chegou no meu escritório, causando estrago na minha mente e nos olhos dos meus colegas de trabalho. Ela chegou com uma minissaia azul royal, tecido pêssego (daquelas que colam no corpo de um jeito sensual). O design da minissaia era meio vergonhoso, porque era tão pequena que mal cobria as redondezas da bunda dela. Era um conjunto completo, e a parte de cima cobria os peitos deixando um decote generoso, já que o vestido só se segurava na parte superior por uma fitinha que rodeava o pescoço dela. O cabelo arrumado pra ocasião e uma maquiagem que destacava a boquinha linda dela, o nariz empinado e aqueles olhos sedutores que lançam olhares de desejo. Ela usava um par de saltos altíssimos e o mais impactante: não usava meia nas pernas.
Quando entrou no meu escritório particular, sentou, deixando na minha frente um panorama gostoso, porque a minissaia dela subia naturalmente ao sentar, exibindo as pernas totalmente e mostrando entre elas uma peça bem branquinha (a calcinha fio dental), fazendo com que eu não parasse de olhar. Os peitos dela apareciam sem sutiã e convidavam a olhar com atenção, já que provocavam por mostrar algo mais de si, pelo decote tão pronunciado. Numa ocasião em que ela se inclinou rapidamente pra ajustar o tênis direito, consegui admirar o mamilo ereto livremente quando o tecido se esticou, deixando aquela vista maravilhosa.
Quando perguntei como ela tinha chegado, me excitou ainda mais ao dizer que tinha decidido pegar um micro-ônibus (transporte pequeno no México, van em alguns países sul-americanos), o que me deixou tarado, porque nesses transportes tudo se vê e tudo se tenta. Já imagino o motorista vendo ela subir e os passageiros vendo ela sentar.
Já estava juntando minhas coisas e Mary começou a me contar algo que me deixou pensativo.
— Meu amor, agora que a gente for comer, não quero que me leve a um restaurante formal. Como é sexta, que tal me levar a um boteco (restaurante onde cobram a bebida, mas não a comida, então é comum o pessoal sair de lá bêbado).
Outra coisa que me deixou pensativo foi que Mary me disse que ia na frente pra reservar o lugar e que eu chegasse depois.
— E isso por quê, meu amor? — perguntei, inquieto. — É que deixa eu te dizer que hoje me sinto outra, como se quisesse quebrar as regras e por isso quero fazer mais coisas hoje. — Ela saiu sorrindo e, ao pegar o elevador, virou e me sorriu.
Quinze minutos depois, saí correndo pro BAR ANTONIOS, e quando cheguei, demorei pra encontrá-la. Quando vi ela sentada, fui na direção dela, que já tinha tomado dois copos, pelo que vi na mesa. Ao me aproximar mais, consegui ver uma brancura que brilhava debaixo da mesa, já que as pernas cruzadas não conseguiam esconder a calcinha fio dental, por causa da minissaia tão curta. Não sei se ela percebia, mas não escondia aquela situação, e na frente dela, uma mesa de oito caras bebia e comia admirando minha mulher. Não falei nada, embora por dentro sentisse um nó no estômago de ciúme que aquilo me causava. Naqueles momentos, realmente Esqueci daqueles que tanto fantasiávamos na cama, imaginando ela com outros.
Quatro da tarde daquela sexta e começamos a comer. Já eram oito da noite e a gente continuava, não mais comendo, mas bebendo. Mary já estava claramente acalorada pelo vinho dentro dela e eu um pouco mais solto por causa da situação. Mary mais aberta e, depois de tanta conversa sobre mil coisas, começou a se abrir pra mim.
— Ai, meu amor, você não sabe como tenho me sentido ultimamente. Temos cinco dias sem fazer nada de coisa alguma por causa das suas reuniões no trabalho, e tô fervendo por dentro. Hoje vim vestida assim pra você me fazer amor do seu jeito. Ou você não tinha se perguntado por que eu vim assim?
— Na verdade, sim, me perguntei o porquê da roupa, principalmente porque tá muito provocante e não consigo imaginar como você passou no transporte.
— Uiii, se eu te contar tudo que passei. Desde que saí de casa, nenhum homem ficou calado, me falaram um monte de coisas, mas o que passou do limite foi o motorista do micro-ônibus. Quando eu desci, ele também desceu e, chegando perto de mim, disse: "Moça, não sei se meus olhos foram premiados hoje, mas quem não tá tranquilo sou eu, vendo você tão puta, e mesmo calado, grita por dentro que já quer meu pau dentro de você. É só falar e já desço todo o passageiro."
— E o que você fez, amor? Porque esse filho da puta passou do limite — falei.
— Só me virei e, sem falar nada, fui embora. E, mesmo ele gritando não sei o quê, eu segui meu caminho.
— E como você tá se sentindo, amor? Porque eu tô fervendo de tesão. É que você vem... não sei como te dizer... você vem diferente... você vem... gostosa pra caralho... não sei, mas você vem...
— Vou muito puta, é isso que você quer dizer, né? — ela disse na lata. Eu fiquei calado, como se procurasse uma resposta, só olhando pra ela.
— A verdade é que hoje quero me sentir diferente, ser outra, fazer outras coisas, não sei, ser uma puta — ao dizer isso, meu sangue gelou, porque a gente sempre fantasiou isso, mas... Sentir ela assim me incomodava e ao mesmo tempo me excitava. Já eram nove da noite, e os drinks já tinham feito efeito em nós, então numa dessas a Mary me perguntou:
— Ei, meu amor, qual é a sua fantasia? Alguma que só te esquenta? — e eu respondi na hora, sem pensar nas consequências.
— Bom, olha, sempre quis te ver provocante, putona, como se você não ligasse pra mais nada além de se satisfazer, num lugar público, onde você fizesse safadezas sem que eu percebesse.
Ela completou minha fantasia, dizendo: — Sabe, amor, algo parecido eu já pensei, mas sabe como? Quando você faz amor comigo, imagino que a gente tá num lugar cheio de gente, onde tudo é possível, e o que não é, a gente inventa pra conseguir. Lá, você vê minas gostosas e bem dotadas, e de vez em quando dá um jeito de apalpar elas, tocar ou piscar o olho como se eu não tivesse vendo. E eu, do meu lado, flerto com uns caras sem você perceber.
Eu sorri e a gente continuou bebendo, mas com o passar das horas, fui ao banheiro e, na volta, a Mary sentada, não percebia que a minissaia dela tava bem pra cima, mostrando toda a beleza das pernas e parte da calcinha fio dental. Ao sentar, sem falar nada, eu apreciava de onde tava sentado a buceta dela, coberta pelo tecido fino da calcinha, o que me excitou pra caralho, com alguns pelinhos da periquita à mostra. Eu já tava todo tarado e sugeri pra Mary irmos pra uma pista de dança.
Ela topou, e quando a gente tava indo pro lugar, ela, com uns drinks na cabeça, levantou a minissaia até a cintura, mostrando a calcinha fio dental. Na hora, pegou ela pelas duas pontas e balançou pra cima, enfiando o tecido no meio da rachinha, esfregando, e o olhar semicerrado dela me deliciava, enquanto a língua brincava passando pelos lábios.
A Mary e eu já não aguentávamos mais, e eu tirei a pica da calça enquanto dirigia. A Mary continuava enfiando o tecido no meio da rachinha, e eu exibindo meu pedaço de carne. A Mary se... Ela venceu e se abaixou, me dando um boquete infernal enquanto eu dirigia pela avenida. Ela se deitou de bruços no banco, deixando a bunda dela de fora, me deixando enfiar meus dedos na buceta e no cuzinho dela enquanto ela chupava meu pau com profissionalismo. Eu enfiava até o fundo da garganta dela, e babando tudo, ela passava a língua, depois enrolava e sugava com fome. Em cada parada, eu fingia que não estava rolando nada, porque os carros do lado olhavam, e Mary, escondida embaixo, mas sem tirar aquele pau da boca.
Consegui fazer Mary gozar, porque minha posição no volante não me deixava fazer muito, mas o suficiente pra ela ficar toda excitada. Quando chegamos na MARAKA (salão de dança variada), Mary ficou frustrada por aquela siririca ter ficado incompleta.
Enquanto estávamos estacionados esperando o manobrista chegar, Mary saiu do carro e, pela janela, me disse:
— Amor, eu compro meu ingresso, e pra continuar nosso jogo, te espero lá dentro, me procura, hein.
O manobrista demorou uns dez minutos pra se livrar, e quando chegou, eu entreguei o carro. Quando fui pra bilheteria, qual não foi minha surpresa ao ver que as mulheres entravam de graça e os homens tinham que pagar ingresso, então fiz fila pra comprar o meu. Isso me atrasou mais de vinte minutos, o que, somado, já me dava meia hora fora e Mary dentro.
Consegui entrar finalmente e demorei pra achar Mary, porque ela tava dançando o salsa da Celia Cruz que tava bombando. Como não achei mesa, fiquei no balcão esperando a música acabar; não posso negar que senti um ciúme do caralho vendo ela dançar com um desconhecido.
Mas a música não acabava e ela continuava dançando. Quase meia hora depois, o cara encerrou aquela sessão e foram pro outro lado da pista, então tive que levantar pra ir atrás dela. Quando cheguei nela, ela tava sentada numa mesa com dois caras e uma mina. Quando me viu, e antes de que eu me sentasse, ela se levantou e, vindo na minha direção, fez um sinal para eu segui-la. Fui atrás e, longe daqueles caras, ela cochichou no meu ouvido: — Oi, amor, você demorou pra chegar. Olha, não achei mesa, mas aqueles caras me convidaram pra sentar e ainda me pagaram uns drinks, que por sinal já tão fazendo efeito, porque eles tão bebendo outra coisa diferente do que a gente tomou antes. Já tô no segundo copo e você não aparecia. Que tal a gente fingir que não se conhece, mas você fica de olho em mim enquanto eu tô com eles? Age como se eu tivesse chamado sua atenção e não tira os olhos de mim, pra eles verem que você tá de olho. O que acha? — Não gostei da ideia, Mary. Você veio comigo pra se divertir, não com eles. — Mary se adiantou e disse: — Olha, amor, hoje a noite vai ser diferente. Vamos ver, como você disse que queria me ver? Gostosa, provocante, puta, não foi? Então vamos brincar com isso. Você me protege e eu te fodo do jeito que você gosta.
Sem esperar resposta, ela voltou pro lugar, sentou do lado daqueles caras de aparência comum, pegou o copo e deu um gole, cruzou a perna e me olhou por cima da borda do copo.
Eu, sem dizer nada, pedi mais uma dose e fiquei admirando ela. Sentia um ciúme do caralho, mas fui me acalmando enquanto me acostumava a vê-la só conversando e dançando com aqueles babacas. Mais de uma vez, do meu ângulo, consegui ver a calcinha fio dental quando a minissaia subia, e, por causa do jogo de luzes, não dava pra ver os peitos nus dela quando ela se abaixava pra arrumar os sapatos. Não sei se aqueles caras viram os peitos e os mamilos por estarem mais perto, mas o que eu vi foi que eles tavam se deliciando com o que a Mary mostrava.
Bateu duas da manhã e tanto eu quanto a Mary, cada um no seu canto, já estávamos bêbados, dava pra ver pelas nossas atitudes. Mary levantou pra ir ao banheiro e, no caminho até mim, cambaleava, mas quando chegou do meu lado, me deu um sorriso idiota e, me abraçando, me deu um beijo na a boca e se aproximando do meu ouvido, ela disse: "Ei, meu amor, me veio um jogo que vai desafiar nós dois... você topa...?"
Quando virei o rosto, vi que os casais ao meu lado e os garçons estavam me encarando. Nunca pensei que estavam me olhando por causa de uma mulher se aproximar de mim e me tratar daquele jeito, já que não sabiam que ela era minha esposa. Enfim, perguntei à Mary o que ela estava pensando agora, e ela, com a língua enrolada pelo álcool, me disse, dando outro beijo em mim.
"Sabe, meu amor, você sempre me disse que todo mundo quer me comer e me foder até cansar, né? Então, tava pensando o que você faria se eu, vestida assim, do jeito que tô, fosse com eles até o fim da festa. Com certeza eles me dariam uma carona pra casa, não acha?"
Na real, não aceitei, e dando por encerrado esse jogo, falei pra ela vir comigo. Ela fez uma cara de desgosto e disse: "Vou ao banheiro, volto pra pegar minhas coisas e a gente vai embora."
No momento em que ela foi ao banheiro, o garçom me perguntou as horas, e eu falei que já eram 2h40 da manhã. Pensei em tomar mais um drink e pedi antes de ir embora, e me serviram. Esqueci do tempo, mas confiando que Mary voltaria pro meu lugar, virei as costas pra pista pra beber meu copo. Terminei ele e, estranhando, virei pra mesa onde minha esposa estava. Não tinha ninguém, e me levantei pra perguntar ao garçom sobre as pessoas que estavam sentadas ali.
"Eles foram embora há cinco minutos." Mary tinha ido com aqueles caras. "Fodeu", pensei comigo. Saí do lugar e, pra minha surpresa, meu carro não ligava, até que depois de uma hora consegui dar partida. Saí dando voltas que nem um louco, pensando onde Mary estava. Nisso, já eram cinco da manhã e pensei que ela já devia estar em casa. Fui pra lá e, ao entrar, sim, minha esposa estava lá. Tinha acabado de sair do banho, porque o cabelo estava molhado, mas já estava com uma lingerie sensual.
Quando me viu, sorriu e disse, toda provocante: "Amor, por que você demorou? Já cansei de esperar por você, não aguento mais essa putaria. Ela veio até mim e, me abraçando, me beijou de um jeito ardente, querendo devorar minha língua com os lábios dela, e a buceta dela fervia de tesão. Ela só disse: — Agora quem manda sou eu, pra você não estragar nossa fantasia e a gente não ficar na dúvida. Surpreso, perguntei o que ela queria dizer, e Mary respondeu sensual: — Sua fantasia de me ver com outros, já esqueceu? Por isso forcei a barra pra aqueles caras me trazerem pra casa enquanto você ficava em outro lugar, e eu com eles no carro, vestida do jeito que tava, pra ver se você aguentava. — Eu, com raiva e desejo, perguntei: — E aí, que horas esses filhos da puta foram embora ou onde te largaram? — Mary só respondeu: — Olha, amor, só imagina que esses caras me trouxeram pra casa, tá bom? E aos poucos vou te contar tudo.
Eu, puto da vida, me deixei levar pelas carícias da minha esposa e fomos até a porta da frente, onde Mary disse: — Sabe que sempre tive a fantasia de a gente transar na porta de casa, você e eu vendados de madrugada, correndo o risco de alguém passar e nos ver? — A ideia me excitou, e na hora começamos aquele ritual de putaria, nos rolando entre desejo, bebedeira e adrenalina pura. Abrimos a porta de casa e fomos até o portão da garagem, onde Mary deixou ele mais aberto do que fechado. Na hora, ela colocou uma venda grossa nos meus olhos, e fez o mesmo depois.
Enquanto a gente se beijava, Mary perguntou se eu não queria saber tudo o que rolou com aqueles caras desde que ela os viu na Maraka até aquele momento. Eu, morrendo de curiosidade, falei que sim, que contasse tudo.
— Olha, meu amor, quando cheguei, dei uma volta no lugar todo pra achar uma mesa onde a gente pudesse ficar, mas todas estavam lotadas. Dei uma volta completa e não achei nada, e um dos garçons disse que tava tudo ocupado. Aí aqueles homens que você viu me olharam e... Um deles parou e me disse pra sentar com eles pra eu não me cansar. Nunca me perguntaram se eu tava acompanhada, mas eu tava cansada e aceitei pensando em esperar por você. Como você demorou, eles me ofereceram uma dose e eu aceitei por causa do calor que tava lá dentro. Eles não me perguntavam se eu tava esperando alguém ou se tava com alguém, mas continuavam me servindo bebidas. Como vi que você tava demorando pra chegar, não recusei quando um deles me chamou pra dançar. Pensei que seria mais fácil pra você me ver dançando do que sentada ali com estranhos. Aceitei e a música foi rolando até que consegui te ver. Quando tava indo na sua direção, me deu uma ideia safada. Fingir que era uma estranha pra você, e pros outros verem que sorte você tinha, já que ao me aproximar ia te dar um beijão. Ninguém sabe que somos casados e isso dá um tesão. Mary continuava me contando tudo enquanto eu acariciava a bunda linda dela, os dois de olhos vendados e a um metro do portão da garagem aberta. Pra isso, enquanto tava com eles, não pense que não te via e adorava te ver puto porque sabia que suas fantasias eram só isso e que você não ia gostar de me ver com outros, né? Eu tava esquentando e enquanto beijava ela e chegava na buceta dela, pra fazer um boquete completo e delicioso, pedi pra ela continuar.
Mary continuou apimentando o assunto - Como pensei que isso te faria desistir de me dizer que quer me ver com outros, resolvi fazer algo que ia te botar à prova. Ir com eles na saída e pedir pra me darem uma carona até em casa. Quando fui ao banheiro, um deles me alcançou e disse que a conta já tava paga e que já fôssemos embora, então não passei mais por você. Enquanto decidia se ia com eles ou com você, pensei que a noite tava acabando e eu precisava realizar meu sonho e minha maior sacanagem, então resolvi ir com eles pedindo pra me deixarem aqui, enquanto dava uma paquerada pra ver os impulsos deles. Fiz isso sabendo que você ia ficar puto comigo. Quando a gente tava no carro, que por sinal Na frente iam o motorista e a mina dele, e atrás o outro cara e eu. Me falaram onde iam me largar e fui indicando o caminho. No trajeto, não parei de mostrar minhas pernas pro cara do meu lado. Enquanto a Mary contava tudo, eu já tava metendo nela de quatro, feito uma putinha, ela bufava de prazer mas não parava de me contar tudo.
Ela continuou me contando — tava com tanto tesão que levei um susto quando virei e vi o cara com o pau pra fora da calça, se masturbando na surdina. Fiz que não vi e continuei olhando pra fora do carro. Num sinal, virei de novo e vi o pau dele durasso, com uma cabeça enorme na ponta, muito maior que o seu, e pra falar a verdade, fiquei nervosa de ter ele do meu lado e eu com um tesão danado. Fingi que tava dormindo e senti aquele pau roçando na minha mão. Continuei fingindo e comecei a sussurrar seu nome pra eles acharem que eu tava mesmo dormindo. Aí senti umas mãos me virando de lado, deixando eu inclinada na frente dele. Não reagi, e de repente senti aquele pedaço de carne nos meus lábios e não tive outra opção a não ser chupar. No começo, fazia como se tivesse dormindo, mas depois meti a cara, chupando tudo até as bolas, segurando com as duas mãos. Nunca imaginei outro pau nas minhas mãos e na minha boca, e foi realmente sensacional.
Eu, por minha vez, metia nela cheio de tesão, pensando que a história dela era só fantasia. Mary continuou — Aí, depois de um tempão, o motorista parou o carro e eu, sem saber por quê, continuei chupando o pau daquele estranho com força até ele gozar na minha boca. Nunca imaginei isso, mas já fiz, amor. O desejo me venceu. Quando levantei, a gente tava estacionado aqui na frente de casa.
De olhos vendados, a Mary de repente se afastou de mim e, quando tentei tocá-la, ela disse, sem eu ver nada:
"Você não!"
Nua, ela disse que tava entre as pernas de um homem enquanto ele começava a acariciar o corpo todo dela. Eu não via nada e só me deixava levar pelas palavras dela. Ela me dizia que sentia como o pau dele ficava duro na frente dela, e que ia se ajoelhar entre aquelas pernas, e me indicou, enquanto eu me tocava, que estava abaixando o zíper dele, e que ia pegar o pau dele pra começar a masturbar bem devagar, olhando nos olhos dele enquanto perguntava sorrindo se ele tava gostando... Depois de masturbar ele suavemente por uns minutos, minha esposa "infiel" e complacente (dentro da minha imaginação, já que eu não via nada), me indicou que ia tirar da bolsa um vidrinho com óleo que ia passar com as duas mãos no pau dele bem duro, pra fazer ele gozar ainda mais, segundo ela me dizia...
Naquele momento, ela me disse, mas como se estivesse falando com outro, que a aliança de casamento era só uma tradição, colocando debochadamente o dedo com a aliança bem na ponta do pau dele enquanto masturbava com a outra mão... Como se insinuasse que ele gozasse no símbolo do nosso feliz casamento...
"Eu imaginava" que o homem que a Mary tinha na frente dela não podia acreditar na sorte dele, já que aquela prometia ser a melhor buceta da vida dele. E obviamente o fato dela ser uma mulher casada dava mais gosto à aventura, porque ele sabia que ela tava arriscando o casamento dela só pra ter o pau dele, ou pelo menos era o que eu achava...
Depois de um tempo, ela não se contentou em me contar que tava pegando no pau dele e que foi aproximando aos poucos o rosto e a boca pra, finalmente, chupar ele com uma lambida só da base até a ponta e de volta pros ovos, nos quais se entreteve um tempinho beijando e colocando na boca enquanto continuava masturbando ele devagar, dizendo que ele tinha um pau gostoso... Daí, com beijinhos de volta pra cabeçona do pau grosso dele, na qual brincava com a ponta da língua já que, segundo ela me disse, ele era tão grande que não cabia na boca dela.
Ao ouvir isso, passavam pela minha mente imagens da minha esposa completamente nua, exceto pelos saltos altos dela, ajoelhada entre as pernas de um cara que nem tinha tirado a roupa e só tinha o pauzão de fora, pra Mary se satisfazer chupando ele.
Quando ele já não aguentava mais, segundo Mary me contou depois de ter chupado a rola como só uma esposa sabe fazer, ela tirou a roupa dele, deitou ele do meu lado no banco da rua e montou nele pra sentar devagarinho no pau dele bem duro, o tempo todo olhando fixo nos olhos dele e sorrindo enquanto me dizia que isso a gente sempre pensou e imaginou...
Ela me falava enquanto eu não parava de me masturbar, que subia e descia devagar naquele pau grosso e duro que tanto a fazia gozar enquanto ele apalpava grosseiramente as bundas firmes dela e as pernas bem abertas...
Ela me explicava que agarrava os próprios peitos e, sem tirar os olhos dele um segundo, se aproximava devagar da boca dele pra lamber o próprio mamilo, pra depois oferecer sorrindo pra ele chupar, ele lambeu sem deixar um centímetro seco e mordiscava os mamilos dela, enquanto ela não parava de sentar devagar, cravando cada vez mais naquela estaca que tava abrindo ela como ninguém nunca tinha feito, acariciando os ovos dele e rindo de felicidade enquanto abria a própria bunda.
Eu continuava vendado mas a realidade nas palavras da Mary me deixava excitadíssimo, imaginando como aquele cara, que ela tinha conhecido umas horas antes, gozava, ofegando de prazer com o pau bem dentro da minha amada esposa, enchendo ela de porra enquanto eu ouvia Mary dizer que o pau dele era maior e mais gostoso que o meu...
Enquanto ela me contava isso, ria de mim, dizendo que meu pau era uma bobagem comparado com o pauzão grosso daquele estranho.
"O que eu tenho perdido..." Disse Mary, enquanto apertava forte meus ovos na mão dela até ver que eu tava sentindo dor.
"Esse filho da puta me comeu mais gostoso que você porque tem o pau muito maior e mais grosso..." Isso sim é rola!" "E você é um otário por ter me dito que sua fantasia era que outro filho da puta me comesse... e você deve lembrar que eu sempre dizia que era só sua, e que o que você falava, só falava pra se excitar e eu... nunca quis, mas era tanta sua insistência que aos poucos essa ideia idiota sua foi entrando na minha cabeça, e sem querer, fui sentindo um certo prazer só de me imaginar com outro e por isso, olha você agora, outro filho da puta tá me comendo e agora você é um otário por deixar outros me comerem!" Ao me dizer isso, cuspiu na minha cara tirando sarro de mim e, pra falar a verdade, me surpreendi com a atitude dela, mesmo eu estando de olhos vendados...
"Ele sim me fez sentir mulher! Diferente de você, um merda!" "Olha só você, aí sentado no chão, de olhos vendados, batendo uma enquanto um filho da puta me fode gostoso... ahhhh... uuummmm sente o cheiro de como ele me fode!"
Quando Mary viu que eu tava de pau duro, me empurrou pra longe dela, e, segundo ela disse, se deitou no chão de pernas abertas e, rindo de mim, me mandou chupar bem a buceta dela onde tinham acabado de comer, até deixar limpinha...
Eu, de olhos vendados, e entrando na "brincadeira", obedeci na hora, me ajoelhando entre as pernas dela, e comecei, sentindo uma sensação que me virou do avesso... a buceta dela tava toda molhada e os sucos tinham um gosto diferente, então fiquei parado, como se tentasse adivinhar o que era aquilo tudo. Mary, ao me ver parar, perguntou na hora - Não para, ou já percebeu que tão me comendo de verdade? - ... Ela se contorcia e não parava de dizer entre gemidos que naquele "buraco" que eu tava chupando tinha acabado de estar a piroca grossa de um homem de verdade, cuspindo porra e enchendo ela de leite...
"Vai, gostosa... Come a porra dele... Assim..."
Ela falava toda excitada, sentindo minha língua entrando nela. Quando começou a gozar, se contorcia gritando que eu era um cara que não servia pra nada, e que ela ela tinha sido uma puta porque eu tinha forçado ela a isso e que depois de pensar muito, ela se animou, e agora não se arrepende, porque com ele ela transou mais gostoso do que comigo, e porque ela sabia que era isso que eu queria... Que ela fosse uma puta toda vez que estivesse com outro.
Depois, ela me disse que ia continuar dando pra ele quando ela quisesse, e que mesmo que ela já tivesse compromissos comigo, ela ia me deixar na mão se ele ou eles chamassem ela...
Disse que eu tinha culpa, por ter deixado ela transar com outro, agora ela já tinha gostado... e que eu tinha que aguentar!
" Nunca tinha sentado num pau tão grande e tão gostoso quanto o dele... De qualquer forma... Você não se importa que comam a sua esposa, né?... Pois agora você não vai mais comer! " " Além disso, você nunca teve uma broxa como a dele! " " Quem dera você ter pelo menos metade da rola que ele tem... Você não é nem metade do homem que ele é! Entendeu, otário... de agora em diante você nunca mais vai poder me comer como ele... Nunca! corno babão! " Parecia que ela gostava da ideia de, sendo uma mulher casada, sair pra transar com outro homem enquanto o marido esperava em casa, já que ela estava me avisando que seria assim daqui pra frente.
Bom, isso foi só no sábado passado, e depois dessa situação estranha, já que nunca vi nada do que acontecia, e só me deixava levar pelo que Mary dizia.
Desde então, nossas relações sexuais ficaram meio diferentes, cheias de calor e prazer que fazem ambos explodirmos em extremos inesperados, já que Mary desde então me diz quando transamos que ela voltou a ver uma vez por semana mais ou menos aquele cara, e que às vezes, quando eu estou viajando, ela fica a noite inteira com ele pra voltar pra casa, bem comida, só na tarde do dia seguinte. Até que ela foi uma semana inteira com ele e os amigos dele pra uma casa de campo, lá em Valle de Bravo.
Lembro que numa ocasião, comprou uns biquínis tipo fio dental (que nunca quis usar quando ia pra praia comigo) e só me avisou que ia ter eles pra quando a gente saísse, mas nas vezes que saímos, ela nunca levou, e quando a gente transa, ela me diz que só usa quando tô viajando e sai com os amantes dela.
Quando tô prestes a viajar, ela aproveita a noite anterior pra experimentar esses biquínis fio dental na frente do espelho, sabendo que eu tô olhando pra ela e pras bundas deliciosas dela, e me pergunta de um jeito provocante:
"Você acha que agora que você vai viajar, e eu for pra praia com meu amigo, ele vai gostar se eu usar isso na praia na frente dos amigos dele? Quero que ele me exiba pra eles a semana toda. Imagina, vou ser a única mulher lá!" "Enquanto ele vai me ter pra se divertir a semana toda, você só vai ter sua mão pra bater punheta no hotel agora na sua viagem. Pobre otário!"
Quando a gente tá se pegando e prestes a me comer, antes de eu viajar, a Mary me diz que quando tá com o amante dela, ela é sempre muito carinhosa com ele enquanto conta como gosta de me humilhar, e que quando tá no quarto com ele, ela fala:
"Adoro botar chifre no corno do meu marido! Ele acha que eu conto minhas fantasias sexuais quando a gente transa, pensando que faço isso pra excitar ele, e ele se imagina que tô com alguém... Se o idiota soubesse que muitas vezes eu venho aqui pra você me dar pica sem ele saber... Que se foda o corno! Quem mandou ele ficar enfiando na minha cabeça ideia de eu ficar com outro e me emprestar, né meu rei?" "Quero botar uns chifrões no babaca! Me deixa bem comida pro idiota, pra quando ele chegar, ele lamber seu esperma!
Me come gostoso com essa pica enorme, meu amor! Pra você deixar minha bunda maior e ele não sentir a pica dele quando o corno meter em mim... Não quero que ele esqueça nunca que você me comeu... Você sim sabe me dar pica! Me come, papai... Assim... Quero que ele perceba que Estou bem usada por você, e que você deixou ela bem aberta e bem fodida pra esposa dele. Quero que toda vez que ele me comer pelo resto da vida, ele perceba que o pau dele já ficou pequeno pra esse buraco que você tá me fazendo! Por ficar emprestando a esposa dele!
Isso ela me diz enquanto enfio até o fundo meu pedaço de carne na buceta dela, e pelo menos eu acho que tudo isso ela fala porque sempre fiquei excitado com a ideia de outros comedores comendo ela direto.
Quando ela vê que eu tô excitadíssimo, me pergunta se quero que ela conte mais das "fantasias" dela, e eu aceito o plano. Ela começa a me contar que às vezes o amante dela manda ela me ligar de algum quarto de hotel enquanto ele tá comendo ela pelo cu, só pra ela me dizer que me ama ou inventar que vai chegar tarde porque encontrou umas amigas. Ele adora ver minha esposa infiel tentando se controlar enquanto fala ao telefone com o corno manso do marido, só pra dar satisfação e deixar ele tranquilo...
"Se o idiota soubesse", ele diz, rindo. "Ele nem imagina que enquanto ouve a voz doce da amada esposa dizendo que o ama pelo telefone, a puta tá de joelhos no chão de um quarto de hotel, oferecendo aquele rabo bem empinado e abrindo as nádegas pra enfiarem o pau sem piedade por trás."
Mary me conta que depois, quando ela desliga o telefone, ele tira o pau do cu dela e dá as últimas punhetadas pra gozar na boca e na cara da minha esposa adúltera, lambuzando ela toda de porra, até o anel de casamento, enquanto os dois riem de mim.
Eu adoro comer ela ainda quente, pensando que outro já comeu ela... Ela me diz que adora chegar em casa pingando porra de outro homem pelas pernas pra eu lamber tudo e depois meter nela. A gente tá de acordo.
Quando enfio o pau nela, pensando que outro já comeu, sinto um prazer do caralho, como se tivessem deixado ela bem aberta e bem cheia de gozo.
Ela me disse:
"Assim, papai... Me come no sêmen dele... Enfia teu pau na gozada dele... Sente como ele me deixou? Ele me comeu gostoso, idiota... E gozou muito dentro de mim, várias vezes... Muito mais que você! Assim... Agora tira e deixa eu chupar o sêmen dele do teu pau... Mmm... Gosta de me ver chupando o sêmen dele do teu pau, corno? É que eu gosto muito, olha... Olha como eu como tudinho... Foi assim que eu chupei a pica enorme dele!
Enfia de novo, que eu quero que você goze na gozada dele... Quero sentir o sêmen dos dois bem misturado na minha buceta quente... Assim..." "Já tá gozando, pai? Quer misturar teu sêmen com o de um homem de verdade no buraco da sua esposa? Goza dentro de mim! Vai logo, cara, enche eu também com teu sêmen, porque quando acabar você vai comer tudinho! O teu e o dele... Assim, pai!... Quero que você goze, idiota gostoso, pra você gozar muito e ter mais pra comer!... Corno!"
Mas agora, depois de tudo, já não sei se tudo que ela diz tem fundamento, ou se ela só faz isso pra eu gozar quando a gente transa... O que vocês acham... A Mary é mulher de palavra ou não, e minha fantasia se realizou ou não?
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