Surpresas Inesperadas

Minha relação com minha parceira já dura uns 3 anos. No plano sentimental, no dia a dia, na comunicação, tudo é incrível, mas no sexo eu sempre tive a sensação de que faltava alguma coisa.

Minha opinião começou a mudar justamente com a chegada do verão e das férias. Aproveitando meu aniversário, fomos para um hotel que já conhecíamos e no qual nos sentíamos muito à vontade. Pra começar, a primeira surpresa: o hotel decidiu recompensar nossa fidelidade com uma suíte. Eu já tinha planejado algumas fantasias para realizar durante nossa estadia, mas naquele momento minha imaginação começou a voar para limites ainda não explorados.

A suíte era sensacional, com um amplo jacuzzi, uma cama enorme, duas varandas e vários espelhos. Meus desejos não demoraram a aparecer, e logo que chegamos nos fundimos num sexo intenso que nos relaxou por algumas horas. O resto do dia passou sem surpresas: nadamos na piscina e pegamos sol, bem de boa. Isso não impediu que, antes do jantar, a gente transasse de novo.

Quando a noite chegou, começamos a curtir os shows do hotel, muito divertidos e chamativos pra quem estava lá. Enquanto isso, eu tinha reparado numa loira com um corpo incrível. Comentei com minha parceira, meio brincando, se ela topava fazer um ménage com a loira, e ela concordou num tom de zoação. Ela sempre foi meio fria e reservada nesses assuntos, então seguimos sem nada interessante... até que depois a coisa começou a esquentar de verdade. A gente tinha combinado alguns jogos eróticos pra se divertir de madrugada. Não sei se foi o sol ou as doses um pouco exageradas de álcool, mas o fato é que ela estava mais fogosa do que o normal.

Ela tem 1,65m, 50kg, peitos bem formados (embora não sejam grandes) e uma bunda espetacular. Naquela noite, ela começou a explorar todos os seus encantos: dançou pra mim, brincou e começou a me chupar com uma vontade incrível. A cabeça dela se movia num ritmo frenético, e a língua dela brincava com todo o meu pau. A excitação dela... A mamada fez eu gozar e manchar ela por todo o corpo (ela nunca quis provar meu porra), e mesmo o prazer tendo sido extremo, não evitou que eu me sentisse culpado, já que ela não tinha recebido nada. Mas eu não estava disposto a deixá-la ir dormir sem aproveitar. Quase sem descanso, me masturbei enquanto chupava toda a sua bucetinha depilada. Ela ficou excitada rapidamente, ajudada pela minha língua e minha brincadeira com seu clitóris. Em poucos minutos, meu pau estava de novo no ponto máximo. Ela ofegava como uma puta, e isso me deixava louco. Como ela estava assim, decidi tentar enfiar um dedo no seu cu, algo que ela quase sempre recusou e nunca passamos disso. Para minha alegria, ela não recusou, e meu dedo entrou devagarinho no seu bum. Para tentar não doer, não parei de chupar sua buceta, para que tudo continuasse. Enquanto eu a penetrava nos dois lugares com os dedos, ela não aguentou mais e me pediu para foder ela. Sem reclamar, aceitei e, depois de alguns minutos, explodi, deixando sua buceta cheia de minha porra. Embora minha ilusão sempre tenha sido comê-la pelo cu, não tentei, pois para mim já tinha sido suficiente naquele dia. Dormimos logo depois para aproveitar no dia seguinte.

O dia estava perfeito para pegar sol, e minha mente pensava em como o sexo da noite passada tinha sido incrível. Eu estava feliz, pois sabia que tinha feito um esforço por mim e só pensava em estar com ela da melhor forma possível.

O dia todo tinha passado, só pegamos sol, lemos um pouco e nada mais. Não teve sexo, pois o dia anterior tinha sido exaustivo.

No show do hotel, vi novamente aquela mulher loira que me tinha excitado. Dava para ver perfeitamente que ela não usava sutiã, e sua saia curta começou a me deixar com muito tesão. Na minha cabeça, eu imaginava como foderia ela. Sua aparência denunciava que era estrangeira, sueca ou alemã. Nessa fantasia eu estava quando minha parceira me disse no ouvido:

"Disfarça um pouco, que vai dar para perceber."

Surpreso, olhei para ela e, tentando disfarçar, perguntei: que se refería

Não faça de bobo, dá pra ver o pau marcando, hein? Aposto que você queria comer aquela gringa – ela me disse

Ri um pouco nervoso e excitado

Continuamos falando sobre aquela mulher, no grupo dela tinha um cara que minha namorada tinha achado gostoso, começamos a conversar sobre como a gente ia foder eles e o que faríamos, isso junto com umas pegadas no meu pau fizeram o show ficar invisível. Tão excitado, peguei ela pelo braço e levei pra uma área meio escondida onde aproveitei pra passar a mão por todo lado, estava disposto a comer ela ali mesmo, mas ela me parou e disse:

Não vai tão rápido, a noite é longa

Lá estava eu, com um tesão da porra e sem poder aliviar o que estava sentindo, meio puto da vida voltamos pro show, não entendia porque paramos mas algo no rosto dela me fazia ver que tinha alguma surpresa guardada. Não parei de pensar no tempo que ainda ficaríamos ali, no que íamos fazer e no que ela tinha guardado pra mim, ela sabendo disso se aproveitava e toda vez que me olhava ria de mim e aumentava meu sofrimento com algum comentário picante, finalmente tudo acabou e pudemos ir pro nosso quarto, eu caminhava rápido com a ansiedade de quem sabe que vai receber algo incrível.

Quando entramos no quarto não esperei mais e a fiz minha, beijei, toquei, masturbei… mas aí ela me freou de novo e disse que estava com vontade de beber alguma coisa e que por favor fosse ao bar lá embaixo comprar, sem entender direito me apressei pra comprar o que ela queria pra poder foder que nem loucos.

Os passos pareciam quilômetros, cada degrau a torre eiffel e cada segundo de espera era como uma perda de tempo de prazer. Finalmente cheguei no quarto e não estava disposto a adiar mais aquilo, ela bebeu e começou como no dia anterior, estava possuída como por uma musa do sexo, eu seguia seus movimentos, os dois estávamos ofegantes pois nos masturbávamos mutuamente, parou um segundo e me pediu uma coisa estranha, Ele me disse que ia vendar meus olhos e que íamos fazer algo novo, mas que eu tinha que aceitar ou recusar antes de saber o que era. Sem hesitar, porque confiava nela, aceitei. Ela me fez ver que talvez fosse algo que eu não gostasse, mas eu sabia perfeitamente que ela não me decepcionaria. Ela me vendeu os olhos e sussurrou no meu ouvido:

"Aí vai seu presente de aniversário, aproveite porque só hoje você vai ter, depois tem que devolver."

Eu não sabia o que poderia ser, imaginava brinquedos eróticos, mas a última frase me deixou confuso. Após uma espera de vários segundos, meu pau foi introduzido em uma boca. Os movimentos eram curtos e lentos. Ouvi a voz da minha namorada perguntando se eu estava gostando, acho que minha expressão de prazer respondeu por mim, pois não respondi e ela não perguntou de novo.

Meu pau continuava sendo chupado pela minha namorada e eu estava ficando impaciente, pois nada era diferente do habitual. Mas então uma mão, cujo toque eu não reconheci, começou a me tocar no peito e a me acariciar. Surpreso, perguntei, e minha namorada respondeu que não era nada, que era ela. Mas eu não acreditei. Comecei a notar uns peitos em cima de mim que eram visivelmente maiores que os da minha parceira. Uma mistura de confusão, excitação, prazer e dúvidas se juntou. No entanto, não disse nada e comecei a aproveitar aqueles peitos. O fato de não ver nada aumentou todas as sensações. Eu brincava com aquelas tetas desconhecidas enquanto minha namorada aumentava o ritmo do boquete. Pedi para ver aquela outra mulher, mas ela se recusou, dizendo que ainda tinha mais. A desconhecida me beijava e lambia meu corpo, esfregava seus peitos grandes no meu rosto e eu fiquei quase no clímax. Minha namorada, muito tagarela, parou de brincar com meu pau e as duas começaram a me beijar e me excitar de uma maneira incrível e um pouco cruel, pois não podia aproveitar ao máximo, já que mal me deixavam tocar, e o que eu tocava era da minha parceira. A desconhecida continuava sendo isso para mim.

De repente, minha namorada parou de brincar comigo e perdi o rastro dela. Eu não me preocupei. pois a outra se encarregou de que eu não sentisse falta, pouco tempo depois ouvi a garota gemendo no fundo, ri porque pensei que ela estava brincando com um vibrador, então ouvi dela: vou tirar sua venda porque agora tudo está no lugar, a desconhecida tirou aquilo devagar e quando me virei para ver minha mulher, percebi que estava um pouco enganado, os gemidos da minha namorada eram produzidos por um homem que eu não conhecia, só pude ver que aquela pessoa estava no hotel, furioso ia me levantar quando ela me disse:

Não fique bravo, é só uma fantasia, olha pra ver quem está ao seu lado.

Pude comprovar que aquela desconocida era a mulher que tanto me excitou no show nos dias anteriores, ela me olhava sorridente e me convidou para tocá-la.

Você tem o que desejava, essa vadia que tanto te deixava de pau duro e eu quando quiser esta noite e sempre, te amo e espero que saiba aproveitar seu presente.

Superado pela situação pensei um momento e disse:

Eu também te amo e obrigado pelo presente

Nos olhamos e rimos, e então comecei a brincar com meu presente, ela era melhor do que imaginava, seus peitos eram incríveis e ela era uma vadia de primeira, sabia me excitar o tempo todo, nos tocamos de todas as formas possíveis, enfiei meus dedos nela, lambi seu corpo, cheguei até a masturbá-la com uma banana, enfim estava aproveitando ao máximo, da minha parceira eu até tinha me esquecido em parte porque ela continuava fodendo como uma louca gritando alto pela situação e pelo pau que a possuía, aquilo não media menos de uns 20 cm de comprimento, além de ser grosso.

Com meu presente continuei brincando até que num inglês meio confuso para mim ela pediu que eu a comesse, para aumentar a excitação me aproximei do lado da minha parceira e seu homem naquele momento para foder ao lado, enquanto metia no meu presente minha mulher pedia que eu a beijasse e me pediu que naquela noite a chamasse de vadia ou adjetivos similares.

Não podia acreditar, estava fodendo com umas mulher dos sonhos enquanto minha parceira me beijava ao lado e também era penetrada por outra pessoa. Depois de um tempo transando com aquela desconhecida, decidi realizar minha fantasia mais preciada: comer o cu. Queria meter no cuzinho dela e deixar cheio de porra, mas foi quando minha parceira me interrompeu e disse:

"Não, essa parte é minha. Você vai ser quem me desvirgina o bumbum, e eu serei a primeira que você fode por ali."

Impressionado, olhei para ela. Mesmo tendo uma mulher linda na minha frente, eu queria que fosse minha parceira com quem realizaria minha fantasia.

Peguei ela, afastando-a daquele homem, beijei-a e ao mesmo tempo enfiei um dedo no seu cu. Naquele momento, disse que de todos na sala, ela era a mais safada, tarada e puta que havia. Sem pensar duas vezes, comecei a introduzir meu pau no seu cuzinho. Ela gemeu de dor, mas não me pediu para parar, e depois de uma pequena resistência, com uma enfiada forte, entrei todo. Ela gritou de dor, mas não parei, continuei mais forte e duro. Seus gestos e gemidos já eram de prazer, e ela pedia para não parar e que continuasse. Os outros dois não perderam a chance e estavam se pegando pesado também. Eu, feliz da vida, continuei metendo com força até finalmente gozar dentro dela. Ela caiu no sofá exausta, mas com cara de satisfação e me dizendo que me amava.

Aquilo não acabou ali. Naquela noite, fizemos dupla penetração, os dois homens gozaram em cima da minha namorada, eu gozei na boca do meu presente...

Enfim, algo incrível e impossível de esquecer. Agora minha vida é plena e continuo com minha parceira. Nunca repetimos aquilo, pois meu presente era só para aquela noite, mas eu a amo loucamente. Aliás, mais tarde soube que aquelas duas pessoas que transaram conosco eram Jane e Mark, amigos que vieram da Irlanda. Minha parceira os convenceu, pois já os conhecia - minha mulher é diretora de marketing e eles se conheceram em um assunto de negócios.

Espero que todo mundo consiga sentir um dia o que eu senti.

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