Opa!! Muito obrigada por todo o apoio, comentários, pontos, seguidores (fotos xD)
Aqui vai o próximo capítulo, espero que curtam tanto quanto os anteriores.
Praticamente saí do quarto com um sorriso que não consegui tirar até voltarmos pra sala de jantar. Sentei do lado do Daniel e até ele me perguntou por que eu tava tão feliz. Dei uma olhada cúmplice pra Lorena e ela piscou pra mim de um jeito que ninguém percebeu. Também reparei na Holy, que tava comendo um pedaço de bolo como se nada tivesse acontecido.
O entardecer tava chegando. Nos despedimos da família da Lorena pra ir pra casa. Deixei o Daniel dirigir porque eu tava muito... em choque pra prestar atenção na estrada. As experiências que eu tinha tido ainda estavam muito frescas, e já que as únicas protagonistas foram mãe e filha, eu me senti meio insatisfeita.
Nos bancos de trás, a Laura dormia no colo da Kim. Aquela visão me pareceu especial, fofa e sexy, porque a Laura ainda tava de biquíni. Lembrei que a Lorena disse que entre minhas filhas e eu podia rolar um tipo de relação incestuosa, e naquele momento não me pareceu uma ideia ruim. Esperava que o pensamento não durasse mais de um dia, porque não tava planejando meter a cara entre as pernas de nenhuma das minhas meninas.
Por outro lado, tinha um garanhão do meu lado. O Daniel tava tão gostoso na piscina que só de olhar já era um banquete pros meus olhos. A Lorena me aconselhou a levar ele pra cama e eu ia fazer isso assim que chegássemos em casa. Era culpa da minha amiga eu me sentir tão tesuda, e se eu me concentrasse ainda sentia o movimento dos lábios dela sobre os meus.
Chegamos em casa e assim que entrei no banheiro, tomei um banho de água fria pra tentar esfriar o corpo e diminuir as batidas do meu coração, que parecia que ia pular do peito de tanta ansiedade pra ser destruída na cama.
Assim que consegui meu objetivo com o água. Saí enrolada só com uma toalha. Kim já estava entrando no banho na sequência. Laura tinha ido direto pra cama dela continuar dormindo.
Entrei no quarto da minha filha. Nadar tinha deixado ela tão exausta que se meteu entre os lençóis sem nem tirar o biquíni. Talvez estivesse desconfortável com aquele conjuntinho minúsculo mal cobrindo o triângulo da buceta dela, e os peitos.
Fui pro quarto esperar o Daniel, que tinha ficado revisando as velas do meu carro porque falharam o trajeto inteiro. Era foda e gostoso ter um homem como ele em casa.
Ainda enrolada na toalha, sentei na cama. Peguei na caixinha onde guardava meu dildo e tirei um vidrinho de lubrificante anal. Fazia tantos anos que alguém tinha metido por trás em mim que já não tinha tanta certeza se ia doer ou não.
Esqueci de falar pra Kim não me incomodar, mas dadas as circunstâncias, ela devia entender que uma porta fechada, com um casal dentro, era sinal claro de não perturbar.
Meu amigo Daniel entrou depois de um tempo. Tinha tomado um banho pra tirar a graxa do corpo. Os fios molhados grudavam no rosto dele e faziam ele parecer meio que um modelo da Calvin Klein.
— Uau! O que tá rolando aqui? — foi a pergunta idiota dele.
Pisquei um olho e apontei com o dedo pra ele chegar perto. Ele veio, enquanto tirava a camisa. Se inclinou sobre mim. As mãos dele acariciaram minhas pernas e depois desataram o nó da minha toalha.
Meus dedos deslizaram por cada relevo dos músculos dos braços dele. Gemi um pouco quando ele me beijou no pescoço e mordeu de leve com os dentes. Enquanto fazia isso, minha mente vagou nas lembranças da Lorena e da filha dela. Minha excitação aumentou pra caralho, como se fossem um tipo de gatilho.
Enrolei ele com minhas coxas e, enquanto ele beijava meus peitos, eu acariciava a bunda dele com meus pés. Era tão bom ter o corpo pesado e musculoso de um homem em cima de mim. Ele enterrou o dedos no meu cabelo e puxou de leve. A sensação foi extremamente prazerosa. Falei pra ele puxar mais forte.
Dos meus peitos, ele desceu pela minha barriga marcando um caminho com a língua. Chegou bem na minha buceta e, quando chegou lá, devorou tudo com a boca. Arqueei minhas costas como se tivesse levado um choque. Uma onda de sensações antigas atravessou meu corpo. Dava pra sentir a língua dele entrando em mim, mordendo de leve e depois fazendo pressão com a boca.
Mas aconteceu uma coisa estranha. Enquanto ele tava naquela luta, eu não parava de pensar na Lorena e na Holy... Porra, será que eu tinha gostado tanto assim de ver uma mãe dando boquete na própria filha?
Daniel parou e se levantou só pra tirar a calça. Quando abaixou, o pau dele ficou exposto, totalmente duro. Me surpreendi ao ver aquilo, como se nunca tivesse visto um antes. Debaixo do membro, balançavam um par de bolas enormes.
Meus instintos foram mais fortes que minha repressão e eu desci da cama. Me ajoelhei e, antes que ele pudesse protestar, peguei o pau dele com meus lábios. Sentia falta daquela sensação de abrir a boca ao máximo, de brincar com a língua, de sujar ele de saliva e de brincar com as bolas dele com a mão.
Arranquei um gemido dele. Comecei a me mexer mais rápido, feito uma bebê faminta. Senti minha buceta ficar ainda mais molhada. A saliva escorria pelos cantos da minha boca. Chupar era uma sensação relaxante, como se eu pudesse ficar ali por horas. Enquanto fechava os olhos, Daniel acariciava minha cabeça com muita ternura.
Tirei a boca do pau dele e beijei os ovos dele, afundando o rosto neles. Eram grandes, cheios de uma porra deliciosa que eu queria agora mesmo. Ele pegou o pau dele com as mãos e deu uns tapinhas no meu rosto. Era tão gostoso.
A gente girou um pouco pra ele poder me ver no espelho da parede. Era uma imagem excitante pra caralho. Eu, ajoelhada perto daquele homem, com o pau dele nas minhas mãos. Era contraditório porque eu queria continuar brincando com ele e, ao mesmo tempo, queria que já terminasse dentro da minha boca.
—Aposto que você não consegue fazer uma garganta profunda.
—Aposto que consigo — falei e me preparei. Abri a boca o máximo que pude. Tentei relaxar e, aos poucos, enfiei o pau dele. Centímetro por centímetro, cada pedaço entrou até a garganta.
Daniel parecia ter enlouquecido com aquilo. De repente, ouvi o clique de uma câmera e vi que era ele tirando fotos com o celular. Me senti uma espécie de atriz pornô e chupei com ainda mais vontade. Tirei o pau dele por uns segundos e abri a boca. Ele tirou outra foto. A rola inteira estava coberta de saliva. Enfiei de novo na boca. Mais fotos chovendo. Engoli até meus lábios tocarem a base e me senti orgulhosa do que estava fazendo.
Ele mexeu o pau. Faltava ar, mas era tão gostoso. Brinquei com as bolas dele enquanto continuava no serviço.
Aí ele tirou o pau. Ia gozar bem em cima de mim.
E então a porta se abriu. Ficamos congelados. Laura estava ali, de olhos arregalados, me vendo — a própria mãe dela — segurando o pau de Daniel com as mãos.
—Laura, vem aqui! — disse Kim, que entrou no quarto sem saber o que estava rolando. Bem na hora que minha segunda filha apareceu, o bonito do Daniel resolveu gozar e todo o esperma dele espirrou na minha cara. Saiu porra pra caralho, tanto que o líquido quente escorreu pelo meu rosto e pelos meus peitos.
Kim caiu na gargalhada. Pegou a Laura, que estava chocada, pelo braço e a levou embora.
Porra, pensei. Meu primeiro banho de porra e minhas filhas estavam lá para me flagrar. Frustração? Cadê?
Limpando os restos de sêmen do rosto, saí enrolada numa toalha pra tentar explicar. Explicar o quê? Sei lá. Tava tão envergonhada que sentia o rosto queimando.
Bati na porta e minha filha mais velha apareceu.
—Vocês não sabem bater na porta?
—Mãe, a casa não é lugar pra fazer essas coisas — disse com um sarcasmo evidente.
Kim passou a mão no meu pescoço e pegou um pouco de porra que ainda estava lá. Olhou por um segundo e depois lambeu. meteu na boca.
—É tasty.
A ação dela me pareceu excitante e eu mesma toquei meu pescoço. Parece que uma boa quantidade de porra tinha ficado ali.
—Legal. Porra desperdiçada.
—Ha! — minha filha pegou mais um pouquinho e passou na língua. Eu fiz o mesmo. Ri, parecíamos duas garotas comendo um sorvete.
—Que delícia, ainda tá quente.
—Eu adoro porra, engolir e levar gozada no cu. Mmm. — me confessou Kim como se tivesse confessando que gostava de donuts. Ver ela brincando com o dedinho sujo de cum foi… foda.
—Bom, frustração total.
—Já, mãe. Para de chorar.
—Nem pensar. Vou com o Daniel comprar ingredientes pro jantar.
—-----------------------------------------------Kim —---------------------------------------------
Quando soube que minha mãe ia sair, uma série de pensamentos sujos e excitantes passaram pela minha cabeça. Também achei engraçado ver minha própria mãe manchada de porra, e tenho que dizer que esse Daniel é uma fonte e tanto.
Assim que ouvi o carro saindo, me virei pra Laura, que tava jogando no meu computador. Sorri por dentro e tirei a saia, ficando só de calcinha fio dental. Me excitava muito a garota me ver de lingerie, mesmo que não fizesse efeito nela.
—Tá bem?
—Acho que não vou ver nossa mãe do mesmo jeito.
—Todo adulto é tarado. Ou pelo menos a maioria. Vou te mostrar.
Fiquei atrás dela e digitei no computador o nome de um site pornô conhecido. Acho que já tá na hora da minha irmãzinha aprender quantas possibilidades a Internet dá. Ela geralmente fica procurando informação pra tarefa, música, filme e livro. Era uma nerd total. Uma nerd muito gostosa e inocente. Eu tava doida pra provar ela. Além disso, tinha certeza que nunca tinha visto nada xxx.
Assim que o site abriu, vi a Laura grudar mais na tela. O site tava organizado por categorias, várias delas.
—Aqui tem Muitos vídeos. Escolhe um se quiser ver.
Tinha a seção “adolescente”, “japonês”, “amador”, “milf”, “anal”, “esposa”, “gostosa”, “lésbica”.
Laura passou o cursor e clicou em anal. Apareceram vários vídeos e eu sugeri um. O vídeo era um clássico, de uma mulher de quatro na cama. O homem se aproximava com o pau dele, enorme como o de todo ator pornô, e lentamente começava a enfiar no cu da mulher.
— Não dói?
— Não muito — respondi —. Quando fizeram comigo, doeu pra caralho, mas depois de um tempo fica uma delícia.
Os gemidos da mulher encheram o quarto. Laura assistia fascinada enquanto o homem furava o cu da parceira. No final, ele tirava o pau e todo o sêmen escorria nas nádegas da mulher.
— Escolhe outra categoria.
Dessa vez ela escolheu “paus grandes”. Fiquei surpreso que aquilo chamou a atenção dela. Na tela apareceram vídeos cujas miniaturas eram de homens negros, todos armados com paus enormes que pareciam irreais. Laura riu de um jeito encantador.
Eu abri um onde mostrava um negro se masturbando. Não aparecia nenhuma mulher.
— Olha essas bolas — falei pra Laura —. São imensas.
— Parece um cavalo.
— Haha! E não te dá vontade?
— Não. Que nojo. Prefiro um pouco menores.
— Humm. Isso é o que você diz agora.
O negro se masturbava o pauzão. Durou quase quinze minutos até que uma fonte de esperma jorrou da cabeça. O líquido gostoso escorreu por todo o tronco e cobriu as bolas dele. Laura riu e vi que estava toda corada.
— Nham — falei rindo.
Ela abriu outro. Nesse, dois negros com membros respeitáveis faziam dupla penetração numa loira coitada. Os gritos eram mais de dor do que de prazer.
— Bom, nela tá doendo mesmo — observou Laura.
Mudamos de categoria e exploramos a seção “sexo oral”. Eu já tava a mil por ver pornô com minha irmã. Me aproximei da bochecha dela e dei um beijinho. Laura não reagiu porque tava vidrada no vídeo onde uma A mulher tava mamando. Aproveitei a distração pra passar a mão nos ombros da mina.
Queria levar ela pra cama o mais rápido possível.
— Cê topa fazer de novo aquela parada da banana? — sussurrei.
— Sim…
Ela mal sussurrou, mas aquilo me deixou muito feliz. Desci rapidinho pra cozinha e peguei a banana mais grandona que achei. Subi pro quarto e me joguei na cama. Laura ainda tava vidrada nos vídeos, toda maravilhada, como se um mundo novo tivesse se aberto na frente dela.
— Vem.
— Espera. Olha, Kim.
— O que é?
No vídeo, o cara gozava uma porrada de porra na boca da mulher.
— Parece a mãe — disse minha irmãzinha, e eu concordei. Ficamos hipnotizadas naquele vídeo até que, de repente, ouvi o carro voltando. Ela tinha voltado das compras, e eu xinguei minha puta sorte, porque com ela aqui não ia dar pra levar minha própria irmã pra cama.
Mesmo assim, não desperdicei os poucos segundos que tinha antes de mamãe pedir ajuda pra janta. Rapidão me coloquei na frente da Laura e juntei minha boca com a dela. Acho que a mina já tava esperando, porque a língua molhada dela entrou rápido entre meus lábios e a gente se beijou com uma paixão sem freio. Tudo dentro de mim tremia.
Minha mão foi pras pernas dela. A pele era tão lisinha, tipo seda, e subi por cima do shortinho até a entradinha dela. Acariciei por cima da roupa. Laura se desgrudou de mim rindo, porque tava fazendo cócegas nela.
— Kim, Laura! Venham me ajudar com as sacolas.
— Já vamos!
Laura e eu rimos do que a gente tava fazendo. Me virei e abaixei os cacheteros pra mina admirar minha bunda. Ela não pensou duas vezes e me deu um tapa forte.
Depois eu separei minhas nádegas pra mostrar minhas partes mais escondidas. Esperava por um pouco de atenção e consegui quando senti o dedinho da minha irmã se enfiando no meu cu.
— Au! Não tão forte.
Laura saiu correndo do quarto porque sabia que mamãe ficava puta se não ajudassem. com a cozinha. Eu tive que ficar um tempinho me limpando o suor de tão gostosa que eu tava. Mesmo tendo durado pouco, foi excitante demais. Me vesti e desci pra cozinha pronta pra ajudar a cozinhar pra que tudo acabasse logo. Queria que a noite chegasse pra poder brincar mais
com minha irmãzinha.
************
Ufa, o que acharam? As aventuras dessas minas tão ficando cada vez mais interessantes. Espero que tenham curtido e se divertido. A gente se vê na próxima 🙂
Aqui vai o próximo capítulo, espero que curtam tanto quanto os anteriores.
Praticamente saí do quarto com um sorriso que não consegui tirar até voltarmos pra sala de jantar. Sentei do lado do Daniel e até ele me perguntou por que eu tava tão feliz. Dei uma olhada cúmplice pra Lorena e ela piscou pra mim de um jeito que ninguém percebeu. Também reparei na Holy, que tava comendo um pedaço de bolo como se nada tivesse acontecido.
O entardecer tava chegando. Nos despedimos da família da Lorena pra ir pra casa. Deixei o Daniel dirigir porque eu tava muito... em choque pra prestar atenção na estrada. As experiências que eu tinha tido ainda estavam muito frescas, e já que as únicas protagonistas foram mãe e filha, eu me senti meio insatisfeita.
Nos bancos de trás, a Laura dormia no colo da Kim. Aquela visão me pareceu especial, fofa e sexy, porque a Laura ainda tava de biquíni. Lembrei que a Lorena disse que entre minhas filhas e eu podia rolar um tipo de relação incestuosa, e naquele momento não me pareceu uma ideia ruim. Esperava que o pensamento não durasse mais de um dia, porque não tava planejando meter a cara entre as pernas de nenhuma das minhas meninas.
Por outro lado, tinha um garanhão do meu lado. O Daniel tava tão gostoso na piscina que só de olhar já era um banquete pros meus olhos. A Lorena me aconselhou a levar ele pra cama e eu ia fazer isso assim que chegássemos em casa. Era culpa da minha amiga eu me sentir tão tesuda, e se eu me concentrasse ainda sentia o movimento dos lábios dela sobre os meus.
Chegamos em casa e assim que entrei no banheiro, tomei um banho de água fria pra tentar esfriar o corpo e diminuir as batidas do meu coração, que parecia que ia pular do peito de tanta ansiedade pra ser destruída na cama.
Assim que consegui meu objetivo com o água. Saí enrolada só com uma toalha. Kim já estava entrando no banho na sequência. Laura tinha ido direto pra cama dela continuar dormindo.
Entrei no quarto da minha filha. Nadar tinha deixado ela tão exausta que se meteu entre os lençóis sem nem tirar o biquíni. Talvez estivesse desconfortável com aquele conjuntinho minúsculo mal cobrindo o triângulo da buceta dela, e os peitos.
Fui pro quarto esperar o Daniel, que tinha ficado revisando as velas do meu carro porque falharam o trajeto inteiro. Era foda e gostoso ter um homem como ele em casa.
Ainda enrolada na toalha, sentei na cama. Peguei na caixinha onde guardava meu dildo e tirei um vidrinho de lubrificante anal. Fazia tantos anos que alguém tinha metido por trás em mim que já não tinha tanta certeza se ia doer ou não.
Esqueci de falar pra Kim não me incomodar, mas dadas as circunstâncias, ela devia entender que uma porta fechada, com um casal dentro, era sinal claro de não perturbar.
Meu amigo Daniel entrou depois de um tempo. Tinha tomado um banho pra tirar a graxa do corpo. Os fios molhados grudavam no rosto dele e faziam ele parecer meio que um modelo da Calvin Klein.
— Uau! O que tá rolando aqui? — foi a pergunta idiota dele.
Pisquei um olho e apontei com o dedo pra ele chegar perto. Ele veio, enquanto tirava a camisa. Se inclinou sobre mim. As mãos dele acariciaram minhas pernas e depois desataram o nó da minha toalha.
Meus dedos deslizaram por cada relevo dos músculos dos braços dele. Gemi um pouco quando ele me beijou no pescoço e mordeu de leve com os dentes. Enquanto fazia isso, minha mente vagou nas lembranças da Lorena e da filha dela. Minha excitação aumentou pra caralho, como se fossem um tipo de gatilho.
Enrolei ele com minhas coxas e, enquanto ele beijava meus peitos, eu acariciava a bunda dele com meus pés. Era tão bom ter o corpo pesado e musculoso de um homem em cima de mim. Ele enterrou o dedos no meu cabelo e puxou de leve. A sensação foi extremamente prazerosa. Falei pra ele puxar mais forte.
Dos meus peitos, ele desceu pela minha barriga marcando um caminho com a língua. Chegou bem na minha buceta e, quando chegou lá, devorou tudo com a boca. Arqueei minhas costas como se tivesse levado um choque. Uma onda de sensações antigas atravessou meu corpo. Dava pra sentir a língua dele entrando em mim, mordendo de leve e depois fazendo pressão com a boca.
Mas aconteceu uma coisa estranha. Enquanto ele tava naquela luta, eu não parava de pensar na Lorena e na Holy... Porra, será que eu tinha gostado tanto assim de ver uma mãe dando boquete na própria filha?
Daniel parou e se levantou só pra tirar a calça. Quando abaixou, o pau dele ficou exposto, totalmente duro. Me surpreendi ao ver aquilo, como se nunca tivesse visto um antes. Debaixo do membro, balançavam um par de bolas enormes.
Meus instintos foram mais fortes que minha repressão e eu desci da cama. Me ajoelhei e, antes que ele pudesse protestar, peguei o pau dele com meus lábios. Sentia falta daquela sensação de abrir a boca ao máximo, de brincar com a língua, de sujar ele de saliva e de brincar com as bolas dele com a mão.
Arranquei um gemido dele. Comecei a me mexer mais rápido, feito uma bebê faminta. Senti minha buceta ficar ainda mais molhada. A saliva escorria pelos cantos da minha boca. Chupar era uma sensação relaxante, como se eu pudesse ficar ali por horas. Enquanto fechava os olhos, Daniel acariciava minha cabeça com muita ternura.
Tirei a boca do pau dele e beijei os ovos dele, afundando o rosto neles. Eram grandes, cheios de uma porra deliciosa que eu queria agora mesmo. Ele pegou o pau dele com as mãos e deu uns tapinhas no meu rosto. Era tão gostoso.
A gente girou um pouco pra ele poder me ver no espelho da parede. Era uma imagem excitante pra caralho. Eu, ajoelhada perto daquele homem, com o pau dele nas minhas mãos. Era contraditório porque eu queria continuar brincando com ele e, ao mesmo tempo, queria que já terminasse dentro da minha boca.
—Aposto que você não consegue fazer uma garganta profunda.
—Aposto que consigo — falei e me preparei. Abri a boca o máximo que pude. Tentei relaxar e, aos poucos, enfiei o pau dele. Centímetro por centímetro, cada pedaço entrou até a garganta.
Daniel parecia ter enlouquecido com aquilo. De repente, ouvi o clique de uma câmera e vi que era ele tirando fotos com o celular. Me senti uma espécie de atriz pornô e chupei com ainda mais vontade. Tirei o pau dele por uns segundos e abri a boca. Ele tirou outra foto. A rola inteira estava coberta de saliva. Enfiei de novo na boca. Mais fotos chovendo. Engoli até meus lábios tocarem a base e me senti orgulhosa do que estava fazendo.
Ele mexeu o pau. Faltava ar, mas era tão gostoso. Brinquei com as bolas dele enquanto continuava no serviço.
Aí ele tirou o pau. Ia gozar bem em cima de mim.
E então a porta se abriu. Ficamos congelados. Laura estava ali, de olhos arregalados, me vendo — a própria mãe dela — segurando o pau de Daniel com as mãos.
—Laura, vem aqui! — disse Kim, que entrou no quarto sem saber o que estava rolando. Bem na hora que minha segunda filha apareceu, o bonito do Daniel resolveu gozar e todo o esperma dele espirrou na minha cara. Saiu porra pra caralho, tanto que o líquido quente escorreu pelo meu rosto e pelos meus peitos.
Kim caiu na gargalhada. Pegou a Laura, que estava chocada, pelo braço e a levou embora.
Porra, pensei. Meu primeiro banho de porra e minhas filhas estavam lá para me flagrar. Frustração? Cadê?
Limpando os restos de sêmen do rosto, saí enrolada numa toalha pra tentar explicar. Explicar o quê? Sei lá. Tava tão envergonhada que sentia o rosto queimando.
Bati na porta e minha filha mais velha apareceu.
—Vocês não sabem bater na porta?
—Mãe, a casa não é lugar pra fazer essas coisas — disse com um sarcasmo evidente.
Kim passou a mão no meu pescoço e pegou um pouco de porra que ainda estava lá. Olhou por um segundo e depois lambeu. meteu na boca.
—É tasty.
A ação dela me pareceu excitante e eu mesma toquei meu pescoço. Parece que uma boa quantidade de porra tinha ficado ali.
—Legal. Porra desperdiçada.
—Ha! — minha filha pegou mais um pouquinho e passou na língua. Eu fiz o mesmo. Ri, parecíamos duas garotas comendo um sorvete.
—Que delícia, ainda tá quente.
—Eu adoro porra, engolir e levar gozada no cu. Mmm. — me confessou Kim como se tivesse confessando que gostava de donuts. Ver ela brincando com o dedinho sujo de cum foi… foda.
—Bom, frustração total.
—Já, mãe. Para de chorar.
—Nem pensar. Vou com o Daniel comprar ingredientes pro jantar.
—-----------------------------------------------Kim —---------------------------------------------
Quando soube que minha mãe ia sair, uma série de pensamentos sujos e excitantes passaram pela minha cabeça. Também achei engraçado ver minha própria mãe manchada de porra, e tenho que dizer que esse Daniel é uma fonte e tanto.
Assim que ouvi o carro saindo, me virei pra Laura, que tava jogando no meu computador. Sorri por dentro e tirei a saia, ficando só de calcinha fio dental. Me excitava muito a garota me ver de lingerie, mesmo que não fizesse efeito nela.
—Tá bem?
—Acho que não vou ver nossa mãe do mesmo jeito.
—Todo adulto é tarado. Ou pelo menos a maioria. Vou te mostrar.
Fiquei atrás dela e digitei no computador o nome de um site pornô conhecido. Acho que já tá na hora da minha irmãzinha aprender quantas possibilidades a Internet dá. Ela geralmente fica procurando informação pra tarefa, música, filme e livro. Era uma nerd total. Uma nerd muito gostosa e inocente. Eu tava doida pra provar ela. Além disso, tinha certeza que nunca tinha visto nada xxx.
Assim que o site abriu, vi a Laura grudar mais na tela. O site tava organizado por categorias, várias delas.
—Aqui tem Muitos vídeos. Escolhe um se quiser ver.
Tinha a seção “adolescente”, “japonês”, “amador”, “milf”, “anal”, “esposa”, “gostosa”, “lésbica”.
Laura passou o cursor e clicou em anal. Apareceram vários vídeos e eu sugeri um. O vídeo era um clássico, de uma mulher de quatro na cama. O homem se aproximava com o pau dele, enorme como o de todo ator pornô, e lentamente começava a enfiar no cu da mulher.
— Não dói?
— Não muito — respondi —. Quando fizeram comigo, doeu pra caralho, mas depois de um tempo fica uma delícia.
Os gemidos da mulher encheram o quarto. Laura assistia fascinada enquanto o homem furava o cu da parceira. No final, ele tirava o pau e todo o sêmen escorria nas nádegas da mulher.
— Escolhe outra categoria.
Dessa vez ela escolheu “paus grandes”. Fiquei surpreso que aquilo chamou a atenção dela. Na tela apareceram vídeos cujas miniaturas eram de homens negros, todos armados com paus enormes que pareciam irreais. Laura riu de um jeito encantador.
Eu abri um onde mostrava um negro se masturbando. Não aparecia nenhuma mulher.
— Olha essas bolas — falei pra Laura —. São imensas.
— Parece um cavalo.
— Haha! E não te dá vontade?
— Não. Que nojo. Prefiro um pouco menores.
— Humm. Isso é o que você diz agora.
O negro se masturbava o pauzão. Durou quase quinze minutos até que uma fonte de esperma jorrou da cabeça. O líquido gostoso escorreu por todo o tronco e cobriu as bolas dele. Laura riu e vi que estava toda corada.
— Nham — falei rindo.
Ela abriu outro. Nesse, dois negros com membros respeitáveis faziam dupla penetração numa loira coitada. Os gritos eram mais de dor do que de prazer.
— Bom, nela tá doendo mesmo — observou Laura.
Mudamos de categoria e exploramos a seção “sexo oral”. Eu já tava a mil por ver pornô com minha irmã. Me aproximei da bochecha dela e dei um beijinho. Laura não reagiu porque tava vidrada no vídeo onde uma A mulher tava mamando. Aproveitei a distração pra passar a mão nos ombros da mina.
Queria levar ela pra cama o mais rápido possível.
— Cê topa fazer de novo aquela parada da banana? — sussurrei.
— Sim…
Ela mal sussurrou, mas aquilo me deixou muito feliz. Desci rapidinho pra cozinha e peguei a banana mais grandona que achei. Subi pro quarto e me joguei na cama. Laura ainda tava vidrada nos vídeos, toda maravilhada, como se um mundo novo tivesse se aberto na frente dela.
— Vem.
— Espera. Olha, Kim.
— O que é?
No vídeo, o cara gozava uma porrada de porra na boca da mulher.
— Parece a mãe — disse minha irmãzinha, e eu concordei. Ficamos hipnotizadas naquele vídeo até que, de repente, ouvi o carro voltando. Ela tinha voltado das compras, e eu xinguei minha puta sorte, porque com ela aqui não ia dar pra levar minha própria irmã pra cama.
Mesmo assim, não desperdicei os poucos segundos que tinha antes de mamãe pedir ajuda pra janta. Rapidão me coloquei na frente da Laura e juntei minha boca com a dela. Acho que a mina já tava esperando, porque a língua molhada dela entrou rápido entre meus lábios e a gente se beijou com uma paixão sem freio. Tudo dentro de mim tremia.
Minha mão foi pras pernas dela. A pele era tão lisinha, tipo seda, e subi por cima do shortinho até a entradinha dela. Acariciei por cima da roupa. Laura se desgrudou de mim rindo, porque tava fazendo cócegas nela.
— Kim, Laura! Venham me ajudar com as sacolas.
— Já vamos!
Laura e eu rimos do que a gente tava fazendo. Me virei e abaixei os cacheteros pra mina admirar minha bunda. Ela não pensou duas vezes e me deu um tapa forte.
Depois eu separei minhas nádegas pra mostrar minhas partes mais escondidas. Esperava por um pouco de atenção e consegui quando senti o dedinho da minha irmã se enfiando no meu cu.
— Au! Não tão forte.
Laura saiu correndo do quarto porque sabia que mamãe ficava puta se não ajudassem. com a cozinha. Eu tive que ficar um tempinho me limpando o suor de tão gostosa que eu tava. Mesmo tendo durado pouco, foi excitante demais. Me vesti e desci pra cozinha pronta pra ajudar a cozinhar pra que tudo acabasse logo. Queria que a noite chegasse pra poder brincar mais
com minha irmãzinha.
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Ufa, o que acharam? As aventuras dessas minas tão ficando cada vez mais interessantes. Espero que tenham curtido e se divertido. A gente se vê na próxima 🙂
17 comentários - Minhas filhas e eu: família muito carinhosa cap 6
Espero tengas el 7 pronto
Excelente como ya es costumbre al leer tus relatos, a los que personalmente etiqueto como LITERATURA ERÓTICA, son tan buenos que me sumerjo en ellos y me dejo llevar por tu imaginación, tu morbo, su sensualidad y sexualidad con lo que los ilustras produciendo en tus lectores maravillosas erecciones y una que otra paja para liberar nuestras tensiones.
Van puntos (+10)
Gracias por existir...