Esta secretária e mãe de família vai ter que obedecer todas as ordens do seu jovem chefe se quiser continuar mantendo a estabilidade da família.
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No dia seguinte, Juan decide enfrentar o Marcos e, assim que chega na empresa, aparece no escritório do chefe cheio de ódio...
(Juan) "Eu sei o que você fez ontem quando me chamou, você é um animal, um bastardo, te odeio, com certeza minha mãe é vítima de chantagem, vou te denunciar agora mesmo, seu filho da puta covarde."
(Marcos) "Hahaha, olha só, olha só... sobre sua mãe, é o seguinte: seu pai se ajoelhou na frente do meu pai pra ele contratar ela como secretária, e agora é ela que fica de joelhos na minha frente, hehehe. Ela não sabe fazer nada, como você acha que ganha o salário dela? Tem um corpo de matar, uma bunda perfeita e uns peitões enormes, parece um bom acordo pra mim: eu pago um salário bem generoso e o corpo dela fica à minha disposição total, não acha justo? Sei que você tem que pagar as parcelas do seu carro, e ela tá feliz em trabalhar pra mim. Além disso, que merda é essa de me denunciar? Cê acha que eu não sei quem fodeu meu carro? E se eu for te denunciar? Como você acha que ia acabar? Pensa bem. Como você se atreve a vir pro meu escritório com ameaças? Sabe que eu posso mandar você, sua mãe e seu pai pra rua sem a menor dificuldade? Me pede desculpas agora, senão é exatamente isso que eu vou fazer."
(Juan) "Eu não..."
(Marcos) "Além disso, tenho uns vídeos muito gostosos da sua mãe fazendo umas coisinhas como a que você viu ontem. Que tal se esses vídeos caírem na internet? Ou se eu espalhar entre nossos velhos amigos e colegas do colégio? Prefere isso, seu otário? Agora você sabe qual é o trabalho da sua mãe: ela é minha secretária gostosa, me faz boquetes e cubanas toda manhã, e eu como ela sempre que tenho vontade e gozo onde quero. Seus pais trabalham pra você viver dignamente, e esse é o agradecimento? É o teu jeito de agradecer? Graças a mim, vocês três têm salários bons nesses tempos de crise, e é assim que me agradece? Muito bem, então me diz que você tá feliz em saber como sua mãe ganha o salário dela, me diz que ela tá feliz em ser minha secretária putinha, que adora engolir todo meu esperma e que eu como ela de quatro quando dá na minha telha. Se não falar, hoje é o último dia de trabalho pra você e pra toda sua família, e amanhã os vídeos vão estar na mão de muita gente. Juro que não tô brincando.
(Juan) "Eu... você é um filho da puta... tá bom, obrigado por deixar minha mãe trabalhar pra você."
(Marcos) "E?"
(Juan) "... E tô feliz que minha mãe te faça boquetes e cubanas todo dia."
(Marcos) "E?"
(Juan) "... E minha mãe é feliz sendo sua secretária putinha. Obrigado também da parte dela."
(Marcos) "Muito bom. Além disso, de quem é a buceta da sua mãe?"
(Juan) "Sua, seu corno."
(Marcos) "Hahaha, isso aí. Mas espera, não vai não, ainda não terminei."
Nesse momento, Marcos pega o telefone e chama os pais dele pra irem ao escritório. Juan fica aterrorizado, não sabe o que Marcos pretende fazer. Quando os dois chegam, ficam perplexos ao ver o filho deles também ali.
Nesse momento, Marcos diz:
(Marcos) "Chamei a família toda porque o Juan tem algo pra falar pra vocês. Hoje de manhã ele chegou aqui pra me agradecer pelo jeito que eu trato a mãe dele, né Juan? Fala pro seu pai que você tá muito feliz com o trabalho que sua mãe faz pra mim."
(Juan) "Ah... sim, vim aqui pra agradecer ele. Tô feliz que a mamãe trabalhe aqui e seja secretária dele."
(Esteban) "Eu também quero te agradecer, Marcos. Tô muito feliz."
(Marcos) "Imagina, imagina, não é nada demais. Não precisa me agradecer por tão pouco. Agora, Débora, vem cá. Quero que você faça o que faz toda manhã pra me animar. Vamos, na frente deles. Não fica com vergonha, deixa eles verem como você ganha o seu salário."
(Débora) "O quê...? O quê?"
(Marcos) "Vamos, Débora, faz pra mim, eu realmente preciso, desde ontem não recebo um bem feito como você sabe, não me diga que te incomoda fazer na frente deles, basicamente eu te pago pra isso também."
(Débora) "Mas... eu... ai, meu Deus, eu não sei se..."
(Marcos) "João, acabei de te falar como sua mãe faz pra mim muito bem, é uma das que melhor faz na empresa. Débora, por favor, seu filho e seu marido me agradecem, e você não vai fazer sua especialidade na frente deles? João, Estêvão, vocês não têm nada a dizer?"
(Estêvão) "Ah... não sei do que você tá falando, mas... Débora, não é certo deixar seu chefe esperando; se ele te pede algo, você tem que fazer, né? Se eu deixar o Dom Pedro esperando, ele vai ficar puto."
Débora pensa consigo mesma que não acredita que Dom Pedro pediria pra ele fazer um boquete no marido dela.
(Marcos) "E você, João, não vai falar nada? Não quer que sua mãe ajude o chefe de vocês a relaxar?"
(João) "Mãe, eu... não sei o que dizer, você..."
(Marcos) "Mas é tão difícil assim preparar um café pra mim?"
(Débora) "Ah... o quê... um café, você queria um café, já vou, já vou, desculpa."
(Marcos) "Como os cafés deles me despertam, nada melhor pra começar bem o dia, são uma maravilha, sabiam? Adoro tomar um toda manhã. Bom, obrigado por virem, vocês podem ir trabalhar enquanto a Débora continua com a especialidade dela. Gosto de aproveitar em particular e com calma, né, Débora, hahaha?"
Estêvão agradece de novo e vai embora, enquanto João olha com ódio pra Marcos, que acabou de montar um show pra humilhar a mãe dele na frente da família.
Ele também sabe que, assim que sair daquele escritório, a mãe dele vai se ajoelhar na frente dele pra fazer um boquete — era isso que ele chamava de "a especialidade dela".
Débora olha pro filho, envergonhada, esperando que ele vá embora pra não vê-la ajoelhada na frente do amigo, e vê Marcos sorrindo debochado, sabendo que vai aproveitar um boquete daqui a pouco.
João Ele tá cheio de raiva mas não pode fazer nada, dá um tchau pra mãe dele, finge cumprimentar o Marcos também e sai do escritório fechando a porta, mas bem antes de fechar consegue ouvir o que o Marcos fala pra mãe dele:
(Marcos) "Agora vem aqui, foxy, quero que você me faça um bom boquete com essa boca de chupadora que você tem, hahaha. E depois, quero te foder de quatro, sua puta."
(Débora) "Como quiser, minha boca e minha buceta estão à sua disposição."
Depois de chupar e engolir a ração diária de porra, Débora se levanta do chão e vai pegar uns papéis que o Marcos pediu, ele aproveita pra ligar pro Juan.
(Juan) "Alô?"
(Marcos) "Juan, quero que você saiba que sua mãe acabou de tomar a ração de vitaminas dela direto do meu pau, hahaha. Também queria te avisar que, por causa das suas ameaças, decidi que vou experimentar algo novo com sua mãe. Quando você voltar pra casa, quero que saiba que sua mãe vai ter voltado com o cu arrebentado, porque vou comer ela por trás até o fim do expediente de hoje, hahaha."
Marcos desligou antes que o Juan pudesse falar qualquer coisa, e ele, com o telefone ainda na mão, só conseguiu começar a chorar.
Débora voltou pro escritório 15 minutos depois com os papéis. Assim que o Marcos pediu pra ela trancar a porta por dentro, ela já sabia o que ia rolar, mas dessa vez seria diferente.
(Marcos) "Secretária puta, vou meter no seu cu."
(Débora) "Mas, não, você disse..."
(Marcos) "Eu não disse nada, falei que no primeiro dia não ia te dar o cu, não que nunca fosse dar. Tira a blusa e deixa a saia e os saltos, depois vem aqui."
Débora obedeceu e, quando se aproximou, o Marcos fez ela se agarrar na mesa e se inclinar na frente dele. Nessa posição, Débora olhava pra porta e não conseguia ver o que rolava atrás dela. Sentiu o pau duro do Marcos bater contra as nádegas dela.
(Débora) "Não me machuca, por favor."
(Marcos) "Fica tranquila que vou devagar, vou lubrificar bem."
Marcos se ajoelhou, deixando a cara dele na altura... escassos centímetros das nádegas da mãe do Juan.
Debora sentiu as mãos de Marcos separarem suas nádegas pra deixar o cu dela exposto e ele começar a lamber sem o menor pudor. Debora deixou rolar e não falou nada até sentir Marcos mordiscando suas nádegas. Pediu pro chefe não deixar marcas que seriam difíceis de explicar caso o marido visse. Por sorte, Marcos obedeceu e se contentou em continuar lambendo o cu dela, a língua cada vez mais forçando pra entrar. Depois, ele se levantou e enfiou os dedos na boca de Debora.
(Marcos) “Chupa bem, assim vai doer menos”
Aí Marcos começou a brincar com os dedos perto do cu de Debora, apertando de pouco em pouco, enfiando a ponta do dedo indicador, bem devagar, lentamente, com cuidado.
A mãe nem percebeu, mas num dado momento Marcos já tinha um dedo inteiro enfiado na bunda da mulher.
(Marcos) “Acho que chegou a hora de estrear essa bunda”
Debora abriu um pouco mais as pernas e manteve as mãos firmes na borda da mesa.
Logo sentiu a ponta da pica de Marcos no cu dela. Tava tão nervosa que até sentiu o líquido pré-gozo molhar o cu quando o chefe apontou bem a ferramenta no buraquinho.
Como Marcos esperava, ele empurrou de leve o pau pra penetrar na bunda apertada dela, mas quase não conseguiu nada. Debora sentiu as mãos do cara segurarem seus quadris e empurrar de novo, dessa vez com mais força, o suficiente pra encher parcialmente o cu dela com o instrumento quente e pulsante. Debora soltou um gritinho ao sentir vários centímetros de carne dura afundando no rabo dela.
(Marcos) “Mais um pouco, ainda falta bastante”
Debora cravou os dedos na mesa. Tava doendo, mas não tanto quanto imaginava.
Uma estocada, outra, outra, mais outra e na quinta tentativa sentiu os pelos pubianos do chefe contra as nádegas, sinal inequívoco de que que toda a carne do chefe dela estava alojada dentro do cu dela.
Depois de resistir de boca fechada aquelas investidas e aguentar a dor, a mulher se deixou cair pra frente sentindo o frio da madeira da mesa contra os peitos dela esmagados nela.
(Marcos) "Já sabia que essa buceta de cu podia engolir ela inteira, vou deixar ela dentro um pouco pra seu cu se acostumar com meu pau"
Debora sentiu o chefe dela se jogar em cima dela sem tirar o pau do cu, mantendo ele dentro, podia sentir as pulsações do membro dentro dela, o calor dele, a grossura dele.
Depois de uns minutos de adaptação, Marcos começou a meter com força no cu apertado da mãe do Juan.
As respirações dos dois ficaram cada vez mais ofegantes e logo Debora parou de sentir dor, só um leve ardor, um incômodo, mas suportável. Marcos passou a mão direita por baixo de Debora e começou a brincar com a buceta dela enquanto continuava metendo por trás sem piedade.
(Marcos) "Você tá aguentando como uma campeã, hahaha, já sabia que esse cu dava pra meter forte, você tá ganhando um aumento de salário, toma pau, toma pau, seu cu engole tudo."
Marcos não aguentou muito mais e gozou soltando uma grande descarga de esperma grosso e quente na cavidade anal da secretária dele, que era a primeira vez que sentia algo assim e, por mais difícil que fosse a situação, não era totalmente desagradável pra ela.
Debora arrumou a roupa e se ajeitou pra ninguém suspeitar do que tinha acontecido naquela sala antes de sair.
(Debora) "Então você vai aumentar meu salário?"
(Marcos) "Como?"
(Debora) "Há pouco você disse que eu tava ganhando"
(Marcos) "Hahaha, você fala enquanto eu metia no seu cu, né? Vejo que você tá aprendendo. Tá bom, vou te dar uma porcentagem por comissão, quanto mais contratos você conseguir fechar, mais dinheiro você ganha"
(Debora) "Mas como eu vou conseguir que..."
(Marcos) "Calma, com o tempo você vai saber. Agora... Pode ir embora"
Quando chego em casa, noto que meu filho está estranho, como se me olhasse de um jeito diferente. Ela não imaginava que o filho não conseguia pensar em outra coisa senão na ligação do Marcos e em como ele tinha dito que a mãe dele voltaria pra casa com a buceta toda arrebentada. Cada vez que olhava pra mãe, não conseguia parar de imaginá-la de quatro, com aquele filho da puta martelando ela por trás — dava vontade de vomitar.
Nos dias seguintes, Marcos recebeu vários clientes de outras empresas no escritório dele. Juan vê eles entrarem no escritório do Marcos acompanhados pela mãe dele e, em várias ocasiões, percebe como aqueles homens lançam olhares lascivos pra ela, cravam os olhos na bunda dela, que sempre está enfiada em vestidos ou saias bem curtas e apertadas, e no decote muito pronunciado.
Muitas vezes, Marcos convida os clientes pra almoçar junto com a secretária. Sempre que passam juntos pela mesa do Juan, Marcos aproveita pra passar a mão no cu da mãe dele de forma obscena, sob o olhar dos clientes que os acompanham.
Praticamente trata a mãe como um troféu, como uma puta vulgar. Um dia, enquanto Marcos está no escritório com um cliente, Juan vê chegar um cara não muito mais velho que eles e o vê falar com a mãe dele. Então ela se levanta da mesa e vai até o escritório do Marcos.
Pouco depois, o cara — provavelmente um cliente esperando pra entrar no escritório do Marcos — se aproxima de Juan e diz:
(Cliente) "Percebi que você tava de olho na secretária. Me falaram que o Marcos tinha uma secretária gostosa, mas eu não imaginava que ela fosse tão boa de cama. Parece uma puta. Ouvi uns boatos de que nesse departamento todo mundo come ela. É verdade?"
(Juan) "Não! Quem disse isso?"
(Cliente) "Bem, eu sei que o Marcos, quando sai pra almoçar com os colegas ou com outros clientes como eu, sempre vai acompanhado por ela. E vários me disseram que, se você colocar a mão debaixo da saia dela ou passar a mão nas pernas, ela... Não fala nada, dizem que ela nunca usa calcinha, que praticamente é só pedir e ela já se entrega na hora pra dar, não sei se é verdade, por isso pedi confirmação, já que hoje vou almoçar com eles e, sinceramente, espero pelo menos receber um boquete, ela tem uma boca que parece implorar: ME COME ATÉ A GARGANTA, hahaha, cê não acha?
Naquele momento, a mãe dele sai do escritório do Marcos e diz:
(Débora) "O Marcos está livre, pode entrar no escritório dele, venha, vou acompanhar você."
João está suando, agitado com o que acabou de ouvir e também porque a mãe dele não faz nada pra evitar que todo mundo olhe pras tetas dela ou pro rabo dela, na verdade parece que nem percebe, ou se percebe, não liga.
Minutos depois, a porta se abre, Marcos com a mãe dele e o cliente se aproximam do João, e Marcos diz:
(Marcos) "Joãozão, meu parceiro, vamos almoçar, até mais."
Por quase uma hora, João não consegue pensar em outra coisa e sente umas pontadas fortes no estômago pensando no que deve estar rolando nesse almoço.
Quando vê os três voltando, Marcos entra no escritório dele e a mãe vai pro banheiro, o cliente, porém, antes de entrar no escritório do Marcos, para um instante, se aproxima do João e diz:
(Cliente) "Os boatos estavam certos, amigão, ela é uma puta mesmo, na ida, no carro, deu um boquete no Marcos enquanto ele dirigia e na volta deu um boquete em mim, mas isso não é o melhor, no banheiro do restaurante, cê não vai acreditar, deu pra nós dois ao mesmo tempo, hahaha, deixamos os buracos dela bem larguinhos, pode crer, essa puta dá pra todo mundo, até pros caras vinte anos mais novos que ela, é a coroa mais puta que já conheci na vida, devia meter umas boas rolas nela também, amigão."
Naquele momento, a mãe dele sai do banheiro e percebe que o filho e o cliente estavam olhando pra ela, como se estivessem falando dela. Envergonhada, ela vai embora. Na mesa dele, o cliente pisca o olho pro Juan como despedida e vai pra sala do Marcos sem desconfiar que aquele moleque é filho da secretária.
Juan não sabe o que pensar, queria que o que aquele cara falou fosse mentira, mas por outro lado acredita nele. Juan não sabe o que pensar, mas na real tudo que ele disse é verdade: a mãe dele levou pica de montão nos banheiros daquele restaurante.
Quando o cliente sai da sala do Marcos, ele chega perto do Juan.
(Cliente) "Bom, já vou indo. Vou vir mais vezes almoçar aqui. Com essa secretária, não é à toa que o Marcos fecha contrato com tanta gente. A gente ia assinar um contrato de 10 mil euros, mas o Marcos me garantiu que se eu assinasse por 15 mil, a secretária dele me daria 25 boquetes, hahaha. Não deu pra resistir, valeu, garoto. Até a próxima."
Naquele momento, Juan lembrou que uns dias antes a mãe dele tinha comentado em casa sobre um bônus de lucro que ela receberia quanto mais clientes a empresa fechasse. Agora ele entendia como a mãe dele, que era só uma secretária simples, conseguia fazer os clientes assinarem: ela colocava os buracos dela à disposição.
Cada dia que passa fica mais difícil pro Juan, que vê a mãe cada vez mais afundada no abismo da perversão e não sabe muito bem o que fazer nem como agir. A sala do Marcos tá sempre cheia de gente, e a ideia de que praticamente todos os homens que entraram naquele escritório comeram a mãe dele deixa ele louco.
Ele sofre pra caralho ao ver que o pai dele é o único idiota que parece não perceber nada. Como é possível que o pai dele não note? A mulher dele virou a puta de todo mundo, se veste de um jeito escandaloso, não usa calcinha, rebola igual uma vagabunda, e o pai dele não acha nada estranho.
Mas, claro, o pior ainda estava por vir...
Um dos funcionários mais antigos tinha se aposentado depois de 40 anos de serviço na empresa, e por isso os diretores organizaram uma grande festa pra ele. O salão de um hotel, ele tinha convidado todos os colegas dele. Juan, o pai dele, a mãe dele, Marcos, Pedro e muitos outros funcionários iriam aparecer naquela despedida.
Uns dois dias antes da festa, Marcos chama Débora no escritório dele:
(Marcos) "Te chamei pra falar uma coisa sobre a festa. Como você sabe, todos os funcionários foram convidados, incluindo você e sua família toda. Bom, pensei que você, como minha secretária pessoal, tem que vir comigo e não com seu marido e seu filho. Por isso, vou passar pessoalmente pra te buscar pra gente chegar junto no hotel. Tem alguma objeção?"
(Débora) "Mas, eu realmente pensei que..."
(Marcos) "Pensando de novo? Pra que você foi contratada?"
(Débora) "Pra chupar e dar."
(Marcos) "Exato. Suas ideias não me importam. O que me interessa em você?"
(Débora) "Minha boca, minha buceta e meu cu."
(Marcos) "Muito bem. Então tá decidido, nada a objetar. Agora, sobre sua roupa: você comprou muita coisa nos últimos meses graças ao salário que tão generosamente te faço ganhar, muita roupa pra se adaptar ao seu trabalho. Mas pra festa, eu tomei a liberdade de te dar um presente eu mesmo. Pega esse pacote. Dentro tá o vestido que quero que você use durante a festa. Agora volta pra sua mesa, tenho que trabalhar."
Débora sai do escritório desconcertada. Não sabe se agradece pelo presente ou se fica com medo do que pode ter dentro. Prefere não dizer nada.
Naquela mesma noite, em casa, durante o jantar, ela conta pra família que vai pra festa com o chefe Marcos porque ele pediu assim. Esteban não fica muito feliz, mas sabe que se é uma ordem do chefe, não pode fazer nada, então se rende e aceita a situação.
Juan, por outro lado, está furioso. Ele sabe que Marcos come a mãe dele todo dia e tem medo de que algo possa acontecer durante a festa. Na verdade, ele está convencido, sabendo que agora ela vai com ele.
O dia da festa chega e tudo funciona normal no escritório. Chega a hora de ir pra festa. Esteban e Juan... Tão prontos pra sair, a campainha toca, é o Marcos. Esteban abre a porta e eles entram na sala.
Marcos senta no sofá junto com o Juan, enquanto o Esteban sobe pro andar de cima pra avisar a esposa que o Marcos já chegou.
Enquanto isso, a Débora ainda tá no banheiro, terminando de se maquiar na frente do espelho. O vestido dela é de matar, muito mais escandaloso do que os (já escandalosamente obscenos) que ela usa quando vai trabalhar. É um vestido vermelho de algodão elástico, justinho no corpo, que não deixa nada pra imaginação.
Incluso no vestido tem um sutiã escondido, sem elástico nas costas, que aperta os peitos dela, que já são grandes por natureza. Mas com esse vestido, eles parecem ainda maiores, e o decote é bem pronunciado, quase até o umbigo.
O vestido tem mangas compridas e, por baixo, vai até o final da bunda, nada mais.
Praticamente a Débora tá com quase todas as pernas de fora, é um espetáculo.
O vestido é tão apertado que dá pra ver perfeitamente o corpo todo dela como se ela estivesse pelada. Quem vê percebe na hora que ela não tá de calcinha, porque não tem nenhuma marca de elástico, e o sutiã também parece que não existe.
Os peitos dela, empurrados pra cima, parecem irreais até pra uma adolescente, tão firmes, grandes e empinados. Por último, um par de saltos vermelhos de 15 cm, com os quais ela já andou um bom tempo pra se acostumar, porque parece quase impossível não perder o equilíbrio a cada passo com eles.
(Esteban) "Amor, cê tá pronta? Sai do banheiro, seu chefe veio te buscar, não faz ele esperar."
(Débora) "Só um minuto, já tô pronta. O que cê acha?"
(Esteban) "Mas... o que é isso que cê tá vestindo? Cê tá louca?"
(Débora) "Qual é o problema? Cê vive reclamando, já te falei um milhão de vezes, sou a secretária do chefe e meu jeito de vestir é como um cartão de visitas pra empresa. Não vamos brigar de novo, por favor."
(Esteban) "Mas... não... Você não tem nada por baixo do vestido, dá pra ver perfeitamente. Você não pensa no seu filho, que vai te ver vestida assim? Se não for por mim, faça pelo menos por ele."
(Débora) "Eu sempre penso no meu filho, é por ele que me visto assim, pra manter meu emprego e meu salário. Bom, agora desce lá e fala pro Marcos que já tô pronta e que vou descer daqui a pouco, não vamos discutir mais."
Naquele mesmo instante, Marcos e Juan conversam sentados na sala de estar:
(Marcos) "Então, Juan, cê tá pronto pra se divertir essa noite? Vai ser uma festa da porra, você vai ver."
(Juan) "Por que você fica nos atormentando assim? Por que faz isso com a minha mãe? Por que não deixou ela vir com a gente?"
(Marcos) "Ah, mas você já sabe muito bem por que ela tem que vir comigo. Vamos, me fala."
(Juan) "O que eu tenho que falar? Ela é sua secretária, mas..."
(Marcos) "Não, não é por esse motivo. Agora me diz por que ela vem comigo pra festa e não com a família dela. Vamos."
(Juan) "Porque ela é... sua secretária gostosa."
(Marcos) "Se explica melhor, ou vou ter que te lembrar que você tá falando da sua mãe?"
(Juan) "Porque minha mãe... é sua puta."
(Marcos) "Exato, Juan. Parece que a gente se entende melhor do que eu esperava. Sua mãe é minha puta e essa noite eu vou foder ela uma vez atrás da outra como ela merece, e ela mesma vai me pedir pra gozar na boquinha de puta dela."
(Juan) "Você é um filho da puta..."
(Marcos) "Vamos, Juan, não fala isso. Acho que você não quer que eu fique puto e faça todo mundo na festa comer sua mãe pelo cu, né? Olha, seu pai tá descendo e eu tô ouvindo o som de uns saltos, minha raposa... perdão, sua mãe tá chegando, hahaha."
Quando Juan vê a mãe descendo as escadas vestida daquele jeito, quase tem um ataque cardíaco. Ele percebe na hora que ela não tá de calcinha e o vestido é curto pra caralho, quase dá pra ver a bunda dela. Como é possível que Marcos tenha transformado a mãe dele numa puta daquele jeito? Como é possível que a mãe dele tenha aceitado tudo isso?
(Marcos) "Uau, sua roupa... É maravilhosa, Débora. Hoje à noite todos os olhos vão estar em você, você está linda e, por sorte, seu acompanhante hoje sou eu. Vou ser a inveja de todos."
(Débora) "Obrigada, fico feliz que você gostou."
(Marcos) "João, não é que sua mãe está muito gostosa?"
(João) "Sim, ela está muito bonita."
(Marcos) "Bom, agora vamos ou vamos chegar tarde. Vocês, a gente se vê direto lá."
(Estêvão) "Até logo."
(Débora) "Até logo. Tchau, João, querido. Te vejo na festa."
(João) "Sim, mãe. A gente se vê na festa."
Quando Marcos e sua secretária entram no carro, a saia de Débora sobe tanto que quase dá pra ver o pelo da buceta.
(Débora) "Foi muito constrangedor pra mim sair de casa vestida assim na frente da minha família. Você podia ter escolhido outro vestido."
(Marcos) "Como? Vestida de puta, que nem uma vagabunda? Mas é isso que você é, não é? Aliás, já que você é minha putinha, me faz logo um boquete bem gostoso."
(Débora) "Agora? Aqui? Mas ainda estamos na frente da minha casa. Meus parentes ou os vizinhos podem nos ver."
(Marcos) "Melhor, mais excitante, hahaha. Não reclama e obedece minhas ordens. Começa a chupar, raposinha."
(Débora) "Tá bom."
Débora se inclina sobre ele, abre o zíper da calça dele e começa a fazer um boquete. Ela já nem lembra quantas vezes teve aquela rola dentro da boca. Marcos está olhando para a casa dela. Nesse momento, Estêvão e João saem de casa e vão em direção ao carro que está estacionado bem na frente do de Marcos. João vê o carro de Marcos e a mãe dele, mas não consegue vê-la direito. Ele percebe na hora que a mãe está fazendo um boquete no Marcos, enquanto Estêvão, que também nota que o carro de Marcos ainda está ali, não entende por que ela está curvada e não dá pra vê-la.
Marcos, sempre calmo, abre a janela e diz:
(Marcos) "A gente ia sair, mas Débora perdeu um brinco e deve ter caído debaixo do meu banco."
(Estêvão) "Vou ajudar ela."
Estêvão está... Distante, a uns cinquenta metros, ele começa a se aproximar do carro com o filho Juan o seguindo, mas tentando impedi-lo.
(Juan) "Vamos, pai, a mãe vai achar, vamos embora ou vamos nos atrasar"
(Esteban) "Calma, filho, vai ser só um momento. Sobe no carro e me espera"
Marcos sussurra no ouvido da sua secretária:
(Marcos) "Se você não se apressar em me fazer gozar, seu marido vai te ver com meu pau na sua boca. Você não quer isso, né, raposinha?"
Naquele momento, o coração de Débora batia forte e, sabendo que não tinha outra saída, ela tenta de todo jeito excitar Marcos ao máximo.
Então, ela desliza dois dedos na sua buceta e começa a se masturbar furiosamente, deixando Marcos ver. Ela alterna o ritmo rápido do boquete com frases excitantes:
(Débora) "Quero engolir seu leite, sou sua raposinha. Por favor, fode minha boca mais forte, inunda minha garganta com seu gozo, tô com sede e quero beber seu semen, tô muito puta hoje à noite, tô com muita vontade de foder, vou fazer tudo que você mandar."
(Marcos) "Ohhhh, siiiim, continua. E o seu filho? Ele também tá se aproximando, te excita quando te chamo de puta na frente dele, né? Diz que você tá disposta a beber meu leite todo dia com ele por perto."
(Débora) "Sim, me excita ser tratada como uma puta com meu filho por perto. Sou só uma raposinha madura, gostosa e sedenta de pau jovem. Sou uma puta de 43 anos que adora chupar pau e foder todo dia com um amigo do filho. A partir de agora, todo dia vou andar rebolando a bunda na frente dele e mostrar meus peitos na cara dele antes de foder com você, assim ele vai saber que a mãe dele é uma puta, a puta do chefe dele, do amigo dele, e depois vou dar um beijo na testa dele, mesmo com o gozo do amigo ainda na minha boca."
(Marcos) "Ohhhhh Deus, vou gozaaaar"
(Débora) "Sim, goza na minha boca agora, me dá minhas vitaminas. Hoje à noite preciso de energia pra ser uma boa puta. Todo mundo vai saber durante a festa que eu sou Sua putinha.
Marcos não aguenta mais e, motivado pelas sacanagens que saem da boca de Débora, se esvazia completamente na boca da mulher, que como uma bomba de drenagem engole toda a porra o mais rápido possível, não desperdiça nem uma gota, sobe o zíper de Marcos bem na hora de se levantar. Ela vê o marido a poucos centímetros da janela, aterrorizada, finge ter encontrado o brinco naquele exato momento e o mostra ao marido.
Então Marcos faz um gesto pra ela, Débora entende que ele quer que ela cumpra o que prometeu, sai, se aproxima do filho e o cumprimenta com um beijo nas bochechas.
Juan sabe que a mãe acabou de dar um boquete no chefe dele, mas não consegue evitar que ela dê um beijo nele e depois outro no pai dele. Então ela entra de novo no carro e, naquele momento, todos vão pra festa, cada casal no seu carro.
A festa acontece num hotel de luxo da cidade, de propriedade de Pedro, que colocou o espaço à disposição do seu querido e fiel funcionário que acabou de se aposentar. Os convidados entram numa grande sala de reuniões onde tem umas 20 mesas preparadas para o aperitivo.
Tem pelo menos 200 pessoas, e todo mundo olha pra entrada quando Marcos e a secretária chegam. Ele está impecavelmente vestido, com a barba feita, parece ainda mais novo do que é. Débora está do lado dele com o vestido vermelho escandalosamente apertado, o decote profundíssimo e aqueles saltos incrivelmente altos.
Débora também parece muito mais nova, a mãe natureza deu a ela um corpo realmente incrível, e qualquer um pensaria que ela tem 10 anos a menos do que realmente tem. Mas ainda assim, dá pra perceber na hora o contraste entre os dois, são um casal muito improvável. Praticamente atrás deles, todo mundo vê o marido Esteban e o filho Juan entrarem.
A festa segue seu rumo, Marcos é um dos que mais está se divertindo, se exibindo na frente de todos os convidados por ter ao lado uma Mulher tão desejada e gostosa como a Débora, ela por sua vez só fica sorrindo que nem uma idiota o tempo todo.
Enquanto isso, Esteban e Juan tentam curtir a noite cada um na sua, mas de vez em quando dão uns olhares pra Débora, que sem dúvida é o centro das atenções na festa. Tem muita comida e bebida rolando, e o Marcos faz questão de encher a taça dela toda vez que oferece uma bebida. Na verdade, logo nem precisa mais insistir: a Débora não tá acostumada com esse tipo de evento, e no segundo copo já tá meio bêbada, então não reclama quando o Marcos oferece um terceiro copo de vinho.
Depois do terceiro, ela perde um pouco a lucidez e começa a se soltar cada vez mais na frente de todos os convidados. Após o aperitivo, geral se junta pra jantar no salão principal, que tem um monte de mesas redondas arrumadas igual em casamento.
Claro que na mesa principal sentam os chefes, incluindo o Pedro e o Marcos, e claro a Débora sentada entre o Pedro e o convidado de honra. O Marcos não deixou ela sentar com a família dela.
Durante o jantar, o Pedro começa a passar a mão na coxa dela por baixo da mesa. A Débora tá meio alterada pelo vinho que tomou, mas ainda assim percebe o que tá rolando e pede pro Pedro parar.
(Pedro) "Não vem com essa de santinha não, meu filho me contou tudo. Já sabe, filho de peixe, peixinho é. Quando ele pediu pra você ser minha secretária, não imaginei que ia te transformar na putinha dele tão fácil. Sem dúvida, meu garoto tem talento, hahaha. Me irrita ter que abrir mão dos seus serviços, mas nunca consegui negar nenhum capricho do meu filho. Você é o brinquedo novo dele. Fica tranquila, quando ele se cansar de você, pode voltar a ser minha secretária. Aí não vai precisar 'engolir' tanta coisa, eu já tô na idade e não tenho a energia do meu filho."
A Débora ficou incrédula enquanto o Pedro falava. Ele sabia de tudo e não só não tinha feito nada, como... Também queria se aproveitar dela. Enquanto falava, Pedro tinha deslizado a mão pela parte interna das coxas dela e, como ela não estava de calcinha, não teve dificuldade nenhuma pra enfiar dois dedos na buceta dela. Ao sentir, Débora deu um pulo, mas não reclamou nem tirou a mão de Pedro, só se deixou fazer.
Pedro mostrou bastante habilidade e não demorou pra fazer Débora gozar. Ela teve que se cobrir com o guardanapo pra ninguém ver o rosto dela durante o orgasmo. Pouco depois chegou o segundo prato e ela sentiu outra mão na coxa dela. Pra surpresa dela, não era a mão de Pedro, mas sim do cara que tinha se retirado e em homenagem a quem a festa era. Ela ia reclamar com aquele homem quando Pedro falou pra ela...
(Pedro) "Quero que pro nosso convidado essa festa seja inesquecível."
(Débora) "Não tô entendendo o que..."
(Pedro) "Faz uma boa punheta pra ele. Ele é viúvo há 15 anos. Acho que sentir sua mãozinha no pau dele vai ser um bom presente de despedida."
Débora obedece. O vinho acabou de anular as poucas defesas que restavam nela e ela já não nega nada. Com a mão por baixo da toalha de mesa, ela abaixa o zíper daquele homem que ela só tinha visto um par de vezes na vida toda, procura o pau dele e tira pra fora. Não demora muito pra ficar duro e, disfarçadamente, Débora move a mão pra cima e pra baixo. Faz devagar pra não chamar atenção. Por sorte, aquele cara não tem muita resistência e não demora pra sujar a mão de Débora.
(Pedro) "Olha, seu marido e seu filho estão olhando pra gente. Acena pra eles com a mão que você usou pra bater punheta pro meu funcionário."
Com a mão ainda suja de porra, Débora acena pra família dela, que responde ao aceno e continua comendo.
Depois, enquanto os garçons servem a sobremesa, ela consegue ler algo nos lábios do Marcos, que está sentado na frente dela. Pelo que ela entende, o chefe dela quer que ela finja que o guardanapo dela caiu debaixo da mesa. Ela tem que se ajoelhar pra pegar e beijar o pau dele. debaixo da mesa, sem ser vista.
Débora está visivelmente afetada pelo álcool e também meio excitada depois do orgasmo que a mão de Pedro tinha provocado nela. Ela deixa cair o guardanapo debaixo da mesa e se abaixa para pegá-lo.
Esteban viu toda a cena e não entende por que sua esposa ainda está debaixo da mesa. Juan, por sua vez, está sentado ao lado do pai e também foi espectador do que aconteceu, mas, infelizmente para ele, sabe o que está rolando debaixo da mesa.
Depois de beijar a pica do Marcos por debaixo da mesa, Débora se senta de novo com a toalha na mão, pedindo desculpas por ter demorado tanto para encontrá-la. Tanto Pedro quanto o homem que recebeu a punheta dão risada; eles sabem perfeitamente por que a mulher demorou tanto para emergir de debaixo da mesa. Pedro pisca para o filho.
(Pedro) — “Que filho da puta safado que eu tenho, né? Acho que o que mais excita ele é saber que seu marido e seu filho estão aqui enquanto você se ajoelhava na frente da pica dele.”
Depois do jantar, tem um baile no salão do hotel. Todos os homens que estão dançando pedem ao Marcos para trocar de par para poderem dançar com a sua secretária gostosa, e ele topa. Não só isso, ele adora ver o Juan assistindo a mãe passar de mão em mão pelo salão.
Nesse momento, além do filho, Esteban também vê claramente como todos que dançam com a esposa se agarram no corpo dela com muito gosto, esfregam, apalpam. Tem uns que até se atrevem a pegar na bunda dela, outros apertam ela contra o corpo pra sentir aqueles peitos grandes e duros. Algum ainda esfrega o pau na bunda dela durante as danças latinas.
Para Esteban, o pior é que a mulher não faz nada pra evitar. Parece até que ela gosta, pela cara de idiota que não sai do rosto dela.
Juan parece estar petrificado ao ver a mãe sendo tratada como uma puta por todo mundo na festa. Em um momento... Parece que ele perde ela de vista e, por mais que procure, não a encontra, é como se ela tivesse desaparecido.
Parece que o pai dela não notou a ausência da mãe, mas ele continua procurando por ela em todo lugar sem muito sucesso, não entende onde ela está nem onde pode ter se metido.
Procurando pela mãe, ele chega a um corredor onde ficam os banheiros e vê que a fila para o lavatório está cada vez maior. Ele vai ao banheiro feminino e pergunta às senhoras que saem de lá se viram a mãe dele. Não precisa dar muitas descrições, já que quem não a conhece sabe perfeitamente de quem Juan está falando quando diz: "Ela está vestindo um vestido vermelho". Mas todas dizem que não, ninguém parece tê-la visto.
Naquele momento, ele percebe que a fila não é só para o banheiro feminino, mas também para o masculino, algo estranho já que nos banheiros masculinos geralmente não tem fila. Ele entra na fila e, quando chega perto da porta, descobre que os banheiros são dois. Um parece não funcionar, na verdade tem uma placa pendurada na porta que diz "Fora de serviço, desculpe o transtorno", enquanto no outro, ao lado, há um fluxo contínuo de pessoas entrando e saindo.
Quando está chegando a vez de Juan, ele sente alguém puxar seu braço. É Marcos.
(Marcos) "Se eu fosse você, não entrava e segurava a vontade de mijar."
(Juan) "Por quê?"
(Marcos) "Vem comigo lá fora que eu te explico."
(Juan) "Hum... tá bom."
Marcos e Juan saem para o jardim do hotel...
(Marcos) "Aqui estamos bem, ninguém vai nos ouvir. Sabe por que de repente todo mundo tá indo no banheiro agora? Haha, fica tranquilo que eu te conto: porque eu espalhei que tem um buraco na parede do banheiro. Se você enfiar a pica nesse buraco, do outro lado da parede, no banheiro ao lado com a placa de fora de serviço, tem uma puta que chupa sua pica e engole tudo. E claro, acho que você já sabe quem é a puta que tá naquele banheiro, né?"
(Juan) Não... Não acredito em você.... Você não podia ter feito isso, além disso, minha mãe nunca faria..."
(Marcos) "Nunca faria o quê? Chupar pica? Acho que você já viu ela no escritório no dia que te liguei, e hoje à noite, quando ela desceu do carro pra dar um beijinho em vocês, ela ainda tinha meu gozo na boca, hahaha"
(Juan) "Não acredito em você, seu filho da puta, é impossível..."
(Marcos) "Hahaha, mas não acha divertido? Pois pra mim e pro resto dos convidados, sim, é muito bom ter uma puta naquele banheiro. Aquela puta da sua mãe tá chupando pica sem parar, é só olhar a fila, ainda tem muito chão pela frente, hahaha"
(Juan) "Mas... você é um filho de uma puta!"
(Marcos) "Ei, baixa essa bola, Juanito. Além disso, até que se prove o contrário, tá claro que você é o filho da puta, hahaha. Bom, pelo menos me agradece, se não fosse por mim, sua mãe estaria chupando o seu pau agora também, hahaha. Agora vai procurar seu pai, que com certeza tá atrás da mulher dele, e diz que sua mãe foi dar uma volta porque bebeu demais hoje à noite. Mas claro, não conta que o que ela bebeu foi gozo de homem, hahaha"
(Juan) "Como você pôde..."
(Marcos) "A verdade é que foi muito fácil dessa vez. Ela tava tonta, então eu levei ela pro banheiro, coloquei ela pra dentro, e depois só precisei sair e enfiar a pica no buraco. Sua mãe é uma ótima funcionária e aprende rápido, sabe qual é o trabalho dela. Então, sem eu falar nada, assim que ela viu meu pau aparecendo no buraco, começou a mamar. Com as outras picas foi a mesma coisa: pica que vê entrar no buraco, pica que chupa até secar, hahaha"
Juan está em choque, incapaz de acreditar que sua mãe está ali, a poucos metros dele, de joelhos num banheiro, chupando todos os desconhecidos que enfiam o pau por um buraco na parede.
Nesse exato momento, Esteban também se aproxima:
(Esteban) "Cadê sua mãe? Faz uns 20 minutos que não vejo ela"
(Juan) "Pai, eu vi ela... Antes, tava lá fora no jardim pra respirar um ar puro, cê sabe que ela não tem costume de beber e o vinho subiu um pouco à cabeça dela, não se preocupa, ela volta logo".
(Marcos) "É, não se preocupa, talvez ela tenha bebido muito 'sêmen'", isso ele fala bem baixinho e, embora Juan ouça, o pai dele não consegue escutar, "quero dizer, sem parar, claramente ela não tá acostumada a beber tanto, né?"
(Esteban) "É, verdade, ela quase não sai de casa e quase nunca bebe álcool".
(Marcos) "Agora, se me dá licença, Esteban, tenho que resolver um problema. Acabou de chegar meu irmãozinho Luis com um grupo de amigos. Ele não sabia que hoje o hotel tava fechado pra essa festa".
Marcos cumprimenta os dois e vai até o grupo de adolescentes que acabou de entrar no hotel...
(Marcos) "O que cês tão fazendo aqui? Tem uma festa privada da empresa, o hotel tá fechado. Vão pra casa com seus amigos, Luis".
(Luis) "Ah, pô, eu não sabia, desculpa. A gente tava voltando do cinema e só passamos pra comer alguma coisa porque a essa hora todos os restaurantes já tão fechando, e em uns dois lugares que fomos falaram que a cozinha já tinha fechado. Olha, a gente come alguma coisa rapidinho e depois vaza, ok?"
(Marcos) "Hum... ok, mas vão pra cozinha, não fiquem andando pelo salão".
E assim Luis e os amigos vão pra cozinha do hotel pra comer alguma coisa.
Um deles precisa lavar as mãos e vai pro banheiro. Não encontra nenhuma buceta naquele momento, porque todos os convidados da festa que sabem o que rola naquele banheiro já receberam várias mamadas e tão todos satisfeitos.
Quando o garoto entra no banheiro, vê na hora o buraco na parede e logo percebe que é um gloryhole. É um moleque bem novo, mas na idade dele já viu um monte de vídeo pornô e passa o dia batendo punheta.
Ele não confia muito e, pensando que pode ser uma pegadinha... Olha pelo buraco, não enxerga muito bem do outro lado, mas dá pra ver uma mulher vestida de vermelho. Consegue ver a cara dela, e ela tá toda suja de algo que parece porra. Então, sem pensar duas vezes, enfia o pau no buraco e logo uma boca começa a chupar. Depois de uns minutos, ele goza na garganta dela e sente a mulher do outro lado continuar chupando até engolir a última gota. Na hora, lógico, ele corre pra cozinha pra contar pra todos os amigos.
(Garoto #1) "Ei, caras, vocês não vão acreditar: no banheiro tem um buraco na parede igual ao do filme pornô que a gente viu na casa do José. E adivinha? Enfiei meu pau no buraco na hora e do outro lado uma mulher me fez um boquete. Foi foda."
(Garoto #2) "Para de falar merda."
(Garoto #3) "Pode ser que um homem que te chupou, hahaha."
(Luis) "Para de contar mentira, como é que vai ter um glory hole nesse hotel? Você é idiota."
(Garoto #1) "Juro pela buceta, vem comigo ver se não acredita."
Todos os caras vão pro banheiro. Quando entram, veem um lavabo fechado com a placa pendurada e do outro lado um disponível.
Um por um, entram no banheiro e veem o buraco na parede, percebendo que o amigo tava certo: é um gloryhole de verdade.
Luis é o primeiro a se arriscar e enfiar o pau no buraco. Na hora, sente o calor gostoso de uma boca e uma língua percorrendo o tronco do pau dele.
(Luis) "Porra, seus filhos da puta, tão me chupando!"
(Garoto #3) "Porra, então agora vou eu."
E é isso: todos passam pelo buraco. Depois que cada um recebeu o boquete correspondente, o mais esperto de todos, percebendo que não tem mais ninguém no booty além deles, diz:
(Garoto #3) "Caras, tô sozinho, não tem mais ninguém por aqui. Vamos descobrir quem tá atrás dessa porta."
(Garoto #1) "É, claro, vamos. Pior que pode mandar a gente tomar no cu, hahaha, mas quem sabe a gente se diverte um pouco. pouco mais..."
E assim eles abrem a porta e veem uma mulher de uns 40 anos vestida como uma verdadeira puta, com um vestido vermelho, de joelhos no chão, olhando pra eles... aterrorizada, com a cara manchada de porra, a maquiagem borrada e o batom também, parece meio fora de si, como se estivesse tonta ou bêbada.
(Luis) "Parece bêbada"
(Cara #2) "Porra embriaga?"
(Cara #1) "Pergunta pra sua mãe, hahaha"
Enquanto isso, Juan não sabe o que dizer pro pai pra esconder o motivo pelo qual a mãe ainda não voltou. Ele decide ir ao banheiro pra ver se ela ainda tá lá, com a leve esperança de que Marcos tivesse mentindo e que a mãe não estivesse naquele banheiro dando boquetes.
Quando chega, vê aterrorizado que na porta de entrada do banheiro está Luis com dois amigos dele, rindo que nem uns loucos.
(Juan) "Luis... o que você tá fazendo aqui?"
(Luis) "O que a gente tá fazendo? Hahaha, a gente descobriu que no banheiro tem uma gostosa do caralho, provavelmente a esposa de algum convidado, dando boquete pra todo mundo, hahaha"
Naquele momento, Juan entende que Marcos não tava mentindo.
(Juan) "Mas... como..."
(Cara #3) "Luis, quem é esse, você conhece?"
(Luis) "É um ex-colega de classe do Marcos, chama Juan. Agora trabalha pra ele, pelo que sei."
(Cara #3) "Quem é aquela puta no banheiro, você sabe? É uma puta incrível, parece uma estrela pornô."
(Juan) "Não... não sei quem é."
(Cara #2) "Ela tem uma bunda perfeita e um par de peitões enormes, só em filme de sacanagem eu vi mina com um corpo tão gostoso assim, parece uma boneca inflável."
(Juan) "Como... como vocês conseguiram ver ela? A porta do banheiro do lado não tá trancada?"
(Cara #2) "Trancada? Hahaha, a porta tava aberta. Se quiser, pode entrar. A gente comeu aquela puta de quatro e a mina não parava de mamar pelo buraco, hahaha. Eu e todos meus amigos comemos aquela gostosa, tem uma fome de pica que você não imagina"
(Juan) "Como assim... fodida? Mas o que você tá dizendo?"
(Cara #3) "Claro, a gente comeu ela direitinho."
(Juan) "Mas... como assim, vocês todos comeram ela e ela não falou nada?"
(Cara #2) "Porra, mano, por que essas perguntas? Que porra te importa? Ela é uma puta, gosta de dar, o marido dela não dá o que ela precisa e o pobre idiota tá com uns chifres de campeão, qual é o problema?"
(Juan) "Mas... como... e por que você tá falando do marido dela?"
(Cara #3) "Acho que essa puta não é puta profissional, não. Deve ser a esposa de algum funcionário que tava entediada na festa e resolveu se divertir, hahaha."
(Luis) "Essa coroa gostosa tá de vestido vermelho bem curtinho e justo, sem calcinha, tá realmente faminta de rola. Se você ficar atrás dela, dá pra meter de quatro e se agarrar naquelas tetonas. Se quiser, pode até gozar dentro da buceta dela, ela não fala nada, hahaha, que puta. Mas claro, talvez ela não reclame porque sempre tem uma pica na boca dela."
(Cara #2) "Hahaha, mas gemidinhos ela solta, a putinha. Acho que hoje à noite ela já tomou uns litros de porra. Não sei como vai explicar pro marido quando voltar pra sala. Com certeza o otário não faz ideia da gostosa que tem como esposa. Pela sua cara, vejo que você não tá acreditando. A gente tá aqui vigiando porque nosso parceiro tá dando uma revisada nela lá dentro. Entra e dá uma olhada."
(Luis) "Vamos, Juan, bora pra dentro."
Luis e Juan entraram e a primeira coisa que viram foi a bunda do amigo, que tava de joelhos dentro do banheiro com a placa pendurada na porta. Dava pra ver dois pés de cada lado do cara, com uns sapatos vermelhos de salto. A mulher tava claramente de quatro.
O moleque segurava ela pela cintura e tava metendo com gosto. O cara que tava comendo a Débora viu Luis e Juan entrarem, mas ela... Eu estava dentro do banheiro e do lado de fora só estavam a bunda e as pernas dela, então não via nada.
(Cara #1) “E aí, galera, se chegarem mais perto dá pra ver como a buceta dessa puta tá chupando meu pau, olha só como ela rebola a raba, a vaca”
Juan estava pálido e nem piscou quando ouviu o cara dizer
(Cara #1) “Tomaaaaaa, tô enchendo o tanque dessa puta, hahaha”
Aquele moleque gozou dentro da mãe dele a poucos metros de distância.
(Luis) “Vamo, é tua vez”
(Juan) “Não, não, eu não quero…”
(Luis) “Qual é, mano? Tem namorada? Então tá, cê que perde, vou dar mais uma surra nessa vadia.”
Luis ocupou o lugar do amigo, que acenou pra Juan e foi embora. Juan viu Luis se posicionar atrás da mãe dele e abaixar as calças, ficou de pé e disse:
(Luis) “Ei, vadia, ajoelha e chupa”
(Débora) “Sim, chefe”
(Luis) “Chefe? Hahaha, fala o que quiser, mas chupa”
Juan continuava paralisado, sem se mexer do lugar, não sabia o que fazer nem como agir, como tirar a mãe daquela situação sem que os moleques percebessem que a comedora era a mãe dele. Ele conseguia ver parte do que rolava no banheiro, e da posição dele, a mãe dele via que tinha alguém, mas não quem era.
Juan deixou cair várias lágrimas quando viu a mãe pegar o pau de Luis com uma mão e começar a lamber.
(Luis) “Vamo, porque antes você já engoliu ele inteiro”
Luis agarrou a cabeça da mãe de Juan e enfiou o pau até o fundo da garganta dela, ela quase engasgou, mas não parou de chupar.
Depois ele sentou no vaso com o pau apontando pro teto, a mãe de Juan se virou, pegou o pau dele e começou a sentar devagar. Naquele momento, a mãe dele estava de costas pro Juan. Os outros moleques entraram e viram que o amigo Luis estava dando outra surra na mulher.
(Cara 2) “Mas não fica aí, cara, daqui não dá pra ver direito e cê perde o show” Chico agarrou Juan pelo ombro e se aproximaram até ficar atrás da pia, a mãe de Juan estava de costas e não podia vê-los.
Quando Débora teve a pica do Luis dentro, começou a se esfregar nele por conta própria, Luis chupava as tetas de Débora, parecia um bebê mamando.
Luis, ainda chupando as tetas de Débora, não parava de furar ela, segurava sua cintura linda e fina e a subia e descia, ajudando ela a enfiar melhor. Para desgraça de Juan, a mãe dele gozou, começou a gemer e tremer.
(Luis) "Tô fazendo essa puta gozar"
(Chico 3) "Goza você também, assim ficam quites, hahaha"
(Luis) "Porra, porra, já vem, siiiiiim, toma prêmio, vai pra casa bem cheia, alguém quer mais ou vamos embora?"
(Chico 2) "Vamos nessa buceta, vou foder o cu dela"
Luis trocou de lugar com o amigo, Juan estava como uma estátua, meio viajando, na mesma posição em que Luis tinha fodido a mãe de Juan. O garoto apontou pro cu de Débora, que estava em cima dele, depois de mirar a estaca no buraco, agarrou ela pela cintura e sem cerimônia fez ela sentar de uma vez. Débora deu um grito seco, mas só um. O garoto começou a subir e descer ela, fodendo o cu dela.
(Chico 2) "Esse buraco é bem apertado, ela deu um grito mas entrou com muita facilidade, dá pra ver que esse cu já foi usado mais vezes"
Aquelas palavras fizeram Juan lembrar da ligação do Marcos e suas palavras:
"Vou arrebentar o cu da sua mãe"
O moleque dava umas estocadas brutais, puxava o cabelo dela, batia na bunda dela, mordia as tetas dela e os amigos dele incentivavam.
(Luis) "Vai, arrebenta o cu dela"
(Chico 1) "Enche o cu dela"
A mãe de Juan quicava e quicava naquela pica que a sodomizava sem parar até o garoto parar, deixou ela sentada nas coxas dele e gozou no buraco apertado dela, cada dia um pouco menos apertado, aliás. 2) “Puf, me deixou seco, beleza, já podemos ir, kkkk”
Os moleques saem do banheiro seguidos pelo Juan, que está sem vontade nenhuma, só segue eles depois de ter visto a mãe dele sendo fodida de quatro, com a boca cheia de pau e sendo sodomizada, a poucos metros do banheiro o Juan vê o Marcos aparecer, que estava procurando o irmão dele.
(Marcos) “Luis, o que você ainda tá fazendo aqui? Não te falei pra comer algo rápido com seus amigos e depois vazar?”
(Luis) “Desculpa, Marcos, é que…”
(Moleque #3) “Eu vou te dizer por que ainda estamos aqui. A gente descobriu por acaso que no banheiro tinha uma gostosa, provavelmente a esposa de algum funcionário dando boquete, e aí passamos pra receber o nosso também. Fizemos algo de errado?”
(Marcos) “Ah, kkkk, caralho, vocês descobriram que aqui tem uma gostosa, hein? Ouviu, Juan? Eles também ganharam um boquete.”
(Moleque #3) “Hmm, na verdade… a gente abriu a porta pra ver quem era e vimos que era uma coroa de uns 40 anos. Ela não falou nada, não abriu a boca pra nada, só pra chupar pau, kkkk, aí a gente comeu ela todinha. Espero que não tenha feito nada errado, se tiver, eu assumo toda a responsabilidade, fui eu que abri a porta.”
(Marcos) “Fica de boa, cara, sem problemas. Então a puta deixou vocês comerem ela todos? Ouviu, Juan? A gostosa não resistiu nada, kkkk.”
(Luis) “Mas o Juan nos viu no banheiro comendo ela, na verdade ele até deu no cu dela.”
(Marcos) “Kkkkk, porra, então vocês deram no cu dela também e você tava na frente, Juan? Kkkk, a festa foi melhor do que eu imaginava. E me diz, Juan, você contou pra eles quem era aquela puta?”
(Moleque #3) “Ele disse que não sabia.”
(Marcos) “Foi isso que você disse, Juan? Vai, fala, diz pra eles quem é aquela gostosa. Conta ou eu conto, como preferir.”
(Juan) “Eu… eu disse que ela é uma puta, paga pra fazer…” Boquetes e foda
(Marcos) "Hahaha, cê tá certo, verdade é assim mesmo, ela é só uma puta paga pra chupar e foder, esse é o trabalho dela e bom, pelo visto a bunda também entra no acordo, hahaha, bem dito Juan, ela ainda é inexperiente mas com o tempo vai virar uma puta de primeira, certeza. E me digam aí, caras, curtiram?"
(Cara #1) "Nunca conheci uma boqueteira tão boa, essa rabuda parece que nasceu pra chupar pica"
(Cara #2) "Ela tem dois peitões enormes, foi a melhor cubana que já peguei na vida"
(Cara #3) "Ela tem uma bunda linda e a buceta dela é bem grande, dá pra ver que tá acostumada a receber muita pica, gozou que nem uma porca quando enfiei meu pau nela"
(Luis) "Sim, confirmo, ela é uma puta de verdade, te falo irmão que a gente cuidou pra ela voltar pra casa com todos os buracos cheios."
(Marcos) "Hahaha, bom, fico feliz em saber disso, putas como ela é assim que devem terminar o expediente, com os buracos bem cheios de porra, mas agora vocês têm que agradecer ao Juan, foi ele quem escolheu essa puta"
(Luis) "Porra, mas ele não quis comer ela"
(Marcos) "Hahaha, isso é porque o Juanzinho é um cavalheiro, ele não fode com putas"
(Cara #3) "Bem feito Juan, você escolheu uma rabuda de primeira, a mais gostosa que já vi"
(Marcos) "E você Juan, o que diz?"
(Juan) "Valeu caras, fico feliz que vocês se divertiram com essa rabuda"
(Cara #3) "E se a gente quiser ver ela de novo? É contigo que a gente fala, Juan?"
(Juan) "Eu... não sei se..."
(Marcos) "Juan, não seja assim, todo mundo merece aproveitar essa rabuda"
(Juan) "Eu... sim, se vocês quiserem ver essa puta de novo, posso contratar ela outra vez, sem problema"
(Cara #3) "Uau, valeu, conheço um monte de caras que pagariam felizes pra comer uma MILF dessas"
(Marcos) "Seus amigos vão ter essa oportunidade, fica tranquilo, hahaha, daqui uns dias é o aniversário do meu irmão, quem sabe não rola uma... Surpresa, hahaha, beleza, agora vazem, a festa tá quase acabando e eu e o Juan temos que mandar a puta pra casa dela.
Os caras vão embora, e o Juan também, porque não quer que a mãe dele veja ele ali.
Uns minutos depois, o Marcos e a Debora voltam pra sala e na hora o Esteban chega nela:
(Esteban) "Finalmente... mas cadê você? Tava preocupado... tá se sentindo bem?"
(Debora) "Tô sim, tô bem, não se preocupa"
(Esteban) "Cê tá com um cheiro forte no bafo quando fala, amor, vomitou?"
(Debora) "É, um pouco. Me leva pra casa, por favor"
(Marcos) "Ah, sim, com tudo que ela bebeu é melhor mesmo, leva tua mulher pra casa, Esteban, a gente se vê na empresa, boa noite"
(Esteban) "Boa noite"
Esteban, Debora e Juan tão saindo do hotel, e o Marcos se despede deles assim:
(Marcos) "Boa noite, Juan, da próxima vez fica mais de olho na sua mãe pra ela não encher a cara igual hoje, espero que tenha se divertido na festa
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No dia seguinte, Juan decide enfrentar o Marcos e, assim que chega na empresa, aparece no escritório do chefe cheio de ódio...
(Juan) "Eu sei o que você fez ontem quando me chamou, você é um animal, um bastardo, te odeio, com certeza minha mãe é vítima de chantagem, vou te denunciar agora mesmo, seu filho da puta covarde."
(Marcos) "Hahaha, olha só, olha só... sobre sua mãe, é o seguinte: seu pai se ajoelhou na frente do meu pai pra ele contratar ela como secretária, e agora é ela que fica de joelhos na minha frente, hehehe. Ela não sabe fazer nada, como você acha que ganha o salário dela? Tem um corpo de matar, uma bunda perfeita e uns peitões enormes, parece um bom acordo pra mim: eu pago um salário bem generoso e o corpo dela fica à minha disposição total, não acha justo? Sei que você tem que pagar as parcelas do seu carro, e ela tá feliz em trabalhar pra mim. Além disso, que merda é essa de me denunciar? Cê acha que eu não sei quem fodeu meu carro? E se eu for te denunciar? Como você acha que ia acabar? Pensa bem. Como você se atreve a vir pro meu escritório com ameaças? Sabe que eu posso mandar você, sua mãe e seu pai pra rua sem a menor dificuldade? Me pede desculpas agora, senão é exatamente isso que eu vou fazer."
(Juan) "Eu não..."
(Marcos) "Além disso, tenho uns vídeos muito gostosos da sua mãe fazendo umas coisinhas como a que você viu ontem. Que tal se esses vídeos caírem na internet? Ou se eu espalhar entre nossos velhos amigos e colegas do colégio? Prefere isso, seu otário? Agora você sabe qual é o trabalho da sua mãe: ela é minha secretária gostosa, me faz boquetes e cubanas toda manhã, e eu como ela sempre que tenho vontade e gozo onde quero. Seus pais trabalham pra você viver dignamente, e esse é o agradecimento? É o teu jeito de agradecer? Graças a mim, vocês três têm salários bons nesses tempos de crise, e é assim que me agradece? Muito bem, então me diz que você tá feliz em saber como sua mãe ganha o salário dela, me diz que ela tá feliz em ser minha secretária putinha, que adora engolir todo meu esperma e que eu como ela de quatro quando dá na minha telha. Se não falar, hoje é o último dia de trabalho pra você e pra toda sua família, e amanhã os vídeos vão estar na mão de muita gente. Juro que não tô brincando.
(Juan) "Eu... você é um filho da puta... tá bom, obrigado por deixar minha mãe trabalhar pra você."
(Marcos) "E?"
(Juan) "... E tô feliz que minha mãe te faça boquetes e cubanas todo dia."
(Marcos) "E?"
(Juan) "... E minha mãe é feliz sendo sua secretária putinha. Obrigado também da parte dela."
(Marcos) "Muito bom. Além disso, de quem é a buceta da sua mãe?"
(Juan) "Sua, seu corno."
(Marcos) "Hahaha, isso aí. Mas espera, não vai não, ainda não terminei."
Nesse momento, Marcos pega o telefone e chama os pais dele pra irem ao escritório. Juan fica aterrorizado, não sabe o que Marcos pretende fazer. Quando os dois chegam, ficam perplexos ao ver o filho deles também ali.
Nesse momento, Marcos diz:
(Marcos) "Chamei a família toda porque o Juan tem algo pra falar pra vocês. Hoje de manhã ele chegou aqui pra me agradecer pelo jeito que eu trato a mãe dele, né Juan? Fala pro seu pai que você tá muito feliz com o trabalho que sua mãe faz pra mim."
(Juan) "Ah... sim, vim aqui pra agradecer ele. Tô feliz que a mamãe trabalhe aqui e seja secretária dele."
(Esteban) "Eu também quero te agradecer, Marcos. Tô muito feliz."
(Marcos) "Imagina, imagina, não é nada demais. Não precisa me agradecer por tão pouco. Agora, Débora, vem cá. Quero que você faça o que faz toda manhã pra me animar. Vamos, na frente deles. Não fica com vergonha, deixa eles verem como você ganha o seu salário."
(Débora) "O quê...? O quê?"
(Marcos) "Vamos, Débora, faz pra mim, eu realmente preciso, desde ontem não recebo um bem feito como você sabe, não me diga que te incomoda fazer na frente deles, basicamente eu te pago pra isso também."
(Débora) "Mas... eu... ai, meu Deus, eu não sei se..."
(Marcos) "João, acabei de te falar como sua mãe faz pra mim muito bem, é uma das que melhor faz na empresa. Débora, por favor, seu filho e seu marido me agradecem, e você não vai fazer sua especialidade na frente deles? João, Estêvão, vocês não têm nada a dizer?"
(Estêvão) "Ah... não sei do que você tá falando, mas... Débora, não é certo deixar seu chefe esperando; se ele te pede algo, você tem que fazer, né? Se eu deixar o Dom Pedro esperando, ele vai ficar puto."
Débora pensa consigo mesma que não acredita que Dom Pedro pediria pra ele fazer um boquete no marido dela.
(Marcos) "E você, João, não vai falar nada? Não quer que sua mãe ajude o chefe de vocês a relaxar?"
(João) "Mãe, eu... não sei o que dizer, você..."
(Marcos) "Mas é tão difícil assim preparar um café pra mim?"
(Débora) "Ah... o quê... um café, você queria um café, já vou, já vou, desculpa."
(Marcos) "Como os cafés deles me despertam, nada melhor pra começar bem o dia, são uma maravilha, sabiam? Adoro tomar um toda manhã. Bom, obrigado por virem, vocês podem ir trabalhar enquanto a Débora continua com a especialidade dela. Gosto de aproveitar em particular e com calma, né, Débora, hahaha?"
Estêvão agradece de novo e vai embora, enquanto João olha com ódio pra Marcos, que acabou de montar um show pra humilhar a mãe dele na frente da família.
Ele também sabe que, assim que sair daquele escritório, a mãe dele vai se ajoelhar na frente dele pra fazer um boquete — era isso que ele chamava de "a especialidade dela".
Débora olha pro filho, envergonhada, esperando que ele vá embora pra não vê-la ajoelhada na frente do amigo, e vê Marcos sorrindo debochado, sabendo que vai aproveitar um boquete daqui a pouco.
João Ele tá cheio de raiva mas não pode fazer nada, dá um tchau pra mãe dele, finge cumprimentar o Marcos também e sai do escritório fechando a porta, mas bem antes de fechar consegue ouvir o que o Marcos fala pra mãe dele:
(Marcos) "Agora vem aqui, foxy, quero que você me faça um bom boquete com essa boca de chupadora que você tem, hahaha. E depois, quero te foder de quatro, sua puta."
(Débora) "Como quiser, minha boca e minha buceta estão à sua disposição."
Depois de chupar e engolir a ração diária de porra, Débora se levanta do chão e vai pegar uns papéis que o Marcos pediu, ele aproveita pra ligar pro Juan.
(Juan) "Alô?"
(Marcos) "Juan, quero que você saiba que sua mãe acabou de tomar a ração de vitaminas dela direto do meu pau, hahaha. Também queria te avisar que, por causa das suas ameaças, decidi que vou experimentar algo novo com sua mãe. Quando você voltar pra casa, quero que saiba que sua mãe vai ter voltado com o cu arrebentado, porque vou comer ela por trás até o fim do expediente de hoje, hahaha."
Marcos desligou antes que o Juan pudesse falar qualquer coisa, e ele, com o telefone ainda na mão, só conseguiu começar a chorar.
Débora voltou pro escritório 15 minutos depois com os papéis. Assim que o Marcos pediu pra ela trancar a porta por dentro, ela já sabia o que ia rolar, mas dessa vez seria diferente.
(Marcos) "Secretária puta, vou meter no seu cu."
(Débora) "Mas, não, você disse..."
(Marcos) "Eu não disse nada, falei que no primeiro dia não ia te dar o cu, não que nunca fosse dar. Tira a blusa e deixa a saia e os saltos, depois vem aqui."
Débora obedeceu e, quando se aproximou, o Marcos fez ela se agarrar na mesa e se inclinar na frente dele. Nessa posição, Débora olhava pra porta e não conseguia ver o que rolava atrás dela. Sentiu o pau duro do Marcos bater contra as nádegas dela.
(Débora) "Não me machuca, por favor."
(Marcos) "Fica tranquila que vou devagar, vou lubrificar bem."
Marcos se ajoelhou, deixando a cara dele na altura... escassos centímetros das nádegas da mãe do Juan.
Debora sentiu as mãos de Marcos separarem suas nádegas pra deixar o cu dela exposto e ele começar a lamber sem o menor pudor. Debora deixou rolar e não falou nada até sentir Marcos mordiscando suas nádegas. Pediu pro chefe não deixar marcas que seriam difíceis de explicar caso o marido visse. Por sorte, Marcos obedeceu e se contentou em continuar lambendo o cu dela, a língua cada vez mais forçando pra entrar. Depois, ele se levantou e enfiou os dedos na boca de Debora.
(Marcos) “Chupa bem, assim vai doer menos”
Aí Marcos começou a brincar com os dedos perto do cu de Debora, apertando de pouco em pouco, enfiando a ponta do dedo indicador, bem devagar, lentamente, com cuidado.
A mãe nem percebeu, mas num dado momento Marcos já tinha um dedo inteiro enfiado na bunda da mulher.
(Marcos) “Acho que chegou a hora de estrear essa bunda”
Debora abriu um pouco mais as pernas e manteve as mãos firmes na borda da mesa.
Logo sentiu a ponta da pica de Marcos no cu dela. Tava tão nervosa que até sentiu o líquido pré-gozo molhar o cu quando o chefe apontou bem a ferramenta no buraquinho.
Como Marcos esperava, ele empurrou de leve o pau pra penetrar na bunda apertada dela, mas quase não conseguiu nada. Debora sentiu as mãos do cara segurarem seus quadris e empurrar de novo, dessa vez com mais força, o suficiente pra encher parcialmente o cu dela com o instrumento quente e pulsante. Debora soltou um gritinho ao sentir vários centímetros de carne dura afundando no rabo dela.
(Marcos) “Mais um pouco, ainda falta bastante”
Debora cravou os dedos na mesa. Tava doendo, mas não tanto quanto imaginava.
Uma estocada, outra, outra, mais outra e na quinta tentativa sentiu os pelos pubianos do chefe contra as nádegas, sinal inequívoco de que que toda a carne do chefe dela estava alojada dentro do cu dela.
Depois de resistir de boca fechada aquelas investidas e aguentar a dor, a mulher se deixou cair pra frente sentindo o frio da madeira da mesa contra os peitos dela esmagados nela.
(Marcos) "Já sabia que essa buceta de cu podia engolir ela inteira, vou deixar ela dentro um pouco pra seu cu se acostumar com meu pau"
Debora sentiu o chefe dela se jogar em cima dela sem tirar o pau do cu, mantendo ele dentro, podia sentir as pulsações do membro dentro dela, o calor dele, a grossura dele.
Depois de uns minutos de adaptação, Marcos começou a meter com força no cu apertado da mãe do Juan.
As respirações dos dois ficaram cada vez mais ofegantes e logo Debora parou de sentir dor, só um leve ardor, um incômodo, mas suportável. Marcos passou a mão direita por baixo de Debora e começou a brincar com a buceta dela enquanto continuava metendo por trás sem piedade.
(Marcos) "Você tá aguentando como uma campeã, hahaha, já sabia que esse cu dava pra meter forte, você tá ganhando um aumento de salário, toma pau, toma pau, seu cu engole tudo."
Marcos não aguentou muito mais e gozou soltando uma grande descarga de esperma grosso e quente na cavidade anal da secretária dele, que era a primeira vez que sentia algo assim e, por mais difícil que fosse a situação, não era totalmente desagradável pra ela.
Debora arrumou a roupa e se ajeitou pra ninguém suspeitar do que tinha acontecido naquela sala antes de sair.
(Debora) "Então você vai aumentar meu salário?"
(Marcos) "Como?"
(Debora) "Há pouco você disse que eu tava ganhando"
(Marcos) "Hahaha, você fala enquanto eu metia no seu cu, né? Vejo que você tá aprendendo. Tá bom, vou te dar uma porcentagem por comissão, quanto mais contratos você conseguir fechar, mais dinheiro você ganha"
(Debora) "Mas como eu vou conseguir que..."
(Marcos) "Calma, com o tempo você vai saber. Agora... Pode ir embora"
Quando chego em casa, noto que meu filho está estranho, como se me olhasse de um jeito diferente. Ela não imaginava que o filho não conseguia pensar em outra coisa senão na ligação do Marcos e em como ele tinha dito que a mãe dele voltaria pra casa com a buceta toda arrebentada. Cada vez que olhava pra mãe, não conseguia parar de imaginá-la de quatro, com aquele filho da puta martelando ela por trás — dava vontade de vomitar.
Nos dias seguintes, Marcos recebeu vários clientes de outras empresas no escritório dele. Juan vê eles entrarem no escritório do Marcos acompanhados pela mãe dele e, em várias ocasiões, percebe como aqueles homens lançam olhares lascivos pra ela, cravam os olhos na bunda dela, que sempre está enfiada em vestidos ou saias bem curtas e apertadas, e no decote muito pronunciado.
Muitas vezes, Marcos convida os clientes pra almoçar junto com a secretária. Sempre que passam juntos pela mesa do Juan, Marcos aproveita pra passar a mão no cu da mãe dele de forma obscena, sob o olhar dos clientes que os acompanham.
Praticamente trata a mãe como um troféu, como uma puta vulgar. Um dia, enquanto Marcos está no escritório com um cliente, Juan vê chegar um cara não muito mais velho que eles e o vê falar com a mãe dele. Então ela se levanta da mesa e vai até o escritório do Marcos.
Pouco depois, o cara — provavelmente um cliente esperando pra entrar no escritório do Marcos — se aproxima de Juan e diz:
(Cliente) "Percebi que você tava de olho na secretária. Me falaram que o Marcos tinha uma secretária gostosa, mas eu não imaginava que ela fosse tão boa de cama. Parece uma puta. Ouvi uns boatos de que nesse departamento todo mundo come ela. É verdade?"
(Juan) "Não! Quem disse isso?"
(Cliente) "Bem, eu sei que o Marcos, quando sai pra almoçar com os colegas ou com outros clientes como eu, sempre vai acompanhado por ela. E vários me disseram que, se você colocar a mão debaixo da saia dela ou passar a mão nas pernas, ela... Não fala nada, dizem que ela nunca usa calcinha, que praticamente é só pedir e ela já se entrega na hora pra dar, não sei se é verdade, por isso pedi confirmação, já que hoje vou almoçar com eles e, sinceramente, espero pelo menos receber um boquete, ela tem uma boca que parece implorar: ME COME ATÉ A GARGANTA, hahaha, cê não acha?
Naquele momento, a mãe dele sai do escritório do Marcos e diz:
(Débora) "O Marcos está livre, pode entrar no escritório dele, venha, vou acompanhar você."
João está suando, agitado com o que acabou de ouvir e também porque a mãe dele não faz nada pra evitar que todo mundo olhe pras tetas dela ou pro rabo dela, na verdade parece que nem percebe, ou se percebe, não liga.
Minutos depois, a porta se abre, Marcos com a mãe dele e o cliente se aproximam do João, e Marcos diz:
(Marcos) "Joãozão, meu parceiro, vamos almoçar, até mais."
Por quase uma hora, João não consegue pensar em outra coisa e sente umas pontadas fortes no estômago pensando no que deve estar rolando nesse almoço.
Quando vê os três voltando, Marcos entra no escritório dele e a mãe vai pro banheiro, o cliente, porém, antes de entrar no escritório do Marcos, para um instante, se aproxima do João e diz:
(Cliente) "Os boatos estavam certos, amigão, ela é uma puta mesmo, na ida, no carro, deu um boquete no Marcos enquanto ele dirigia e na volta deu um boquete em mim, mas isso não é o melhor, no banheiro do restaurante, cê não vai acreditar, deu pra nós dois ao mesmo tempo, hahaha, deixamos os buracos dela bem larguinhos, pode crer, essa puta dá pra todo mundo, até pros caras vinte anos mais novos que ela, é a coroa mais puta que já conheci na vida, devia meter umas boas rolas nela também, amigão."
Naquele momento, a mãe dele sai do banheiro e percebe que o filho e o cliente estavam olhando pra ela, como se estivessem falando dela. Envergonhada, ela vai embora. Na mesa dele, o cliente pisca o olho pro Juan como despedida e vai pra sala do Marcos sem desconfiar que aquele moleque é filho da secretária.
Juan não sabe o que pensar, queria que o que aquele cara falou fosse mentira, mas por outro lado acredita nele. Juan não sabe o que pensar, mas na real tudo que ele disse é verdade: a mãe dele levou pica de montão nos banheiros daquele restaurante.
Quando o cliente sai da sala do Marcos, ele chega perto do Juan.
(Cliente) "Bom, já vou indo. Vou vir mais vezes almoçar aqui. Com essa secretária, não é à toa que o Marcos fecha contrato com tanta gente. A gente ia assinar um contrato de 10 mil euros, mas o Marcos me garantiu que se eu assinasse por 15 mil, a secretária dele me daria 25 boquetes, hahaha. Não deu pra resistir, valeu, garoto. Até a próxima."
Naquele momento, Juan lembrou que uns dias antes a mãe dele tinha comentado em casa sobre um bônus de lucro que ela receberia quanto mais clientes a empresa fechasse. Agora ele entendia como a mãe dele, que era só uma secretária simples, conseguia fazer os clientes assinarem: ela colocava os buracos dela à disposição.
Cada dia que passa fica mais difícil pro Juan, que vê a mãe cada vez mais afundada no abismo da perversão e não sabe muito bem o que fazer nem como agir. A sala do Marcos tá sempre cheia de gente, e a ideia de que praticamente todos os homens que entraram naquele escritório comeram a mãe dele deixa ele louco.
Ele sofre pra caralho ao ver que o pai dele é o único idiota que parece não perceber nada. Como é possível que o pai dele não note? A mulher dele virou a puta de todo mundo, se veste de um jeito escandaloso, não usa calcinha, rebola igual uma vagabunda, e o pai dele não acha nada estranho.
Mas, claro, o pior ainda estava por vir...
Um dos funcionários mais antigos tinha se aposentado depois de 40 anos de serviço na empresa, e por isso os diretores organizaram uma grande festa pra ele. O salão de um hotel, ele tinha convidado todos os colegas dele. Juan, o pai dele, a mãe dele, Marcos, Pedro e muitos outros funcionários iriam aparecer naquela despedida.
Uns dois dias antes da festa, Marcos chama Débora no escritório dele:
(Marcos) "Te chamei pra falar uma coisa sobre a festa. Como você sabe, todos os funcionários foram convidados, incluindo você e sua família toda. Bom, pensei que você, como minha secretária pessoal, tem que vir comigo e não com seu marido e seu filho. Por isso, vou passar pessoalmente pra te buscar pra gente chegar junto no hotel. Tem alguma objeção?"
(Débora) "Mas, eu realmente pensei que..."
(Marcos) "Pensando de novo? Pra que você foi contratada?"
(Débora) "Pra chupar e dar."
(Marcos) "Exato. Suas ideias não me importam. O que me interessa em você?"
(Débora) "Minha boca, minha buceta e meu cu."
(Marcos) "Muito bem. Então tá decidido, nada a objetar. Agora, sobre sua roupa: você comprou muita coisa nos últimos meses graças ao salário que tão generosamente te faço ganhar, muita roupa pra se adaptar ao seu trabalho. Mas pra festa, eu tomei a liberdade de te dar um presente eu mesmo. Pega esse pacote. Dentro tá o vestido que quero que você use durante a festa. Agora volta pra sua mesa, tenho que trabalhar."
Débora sai do escritório desconcertada. Não sabe se agradece pelo presente ou se fica com medo do que pode ter dentro. Prefere não dizer nada.
Naquela mesma noite, em casa, durante o jantar, ela conta pra família que vai pra festa com o chefe Marcos porque ele pediu assim. Esteban não fica muito feliz, mas sabe que se é uma ordem do chefe, não pode fazer nada, então se rende e aceita a situação.
Juan, por outro lado, está furioso. Ele sabe que Marcos come a mãe dele todo dia e tem medo de que algo possa acontecer durante a festa. Na verdade, ele está convencido, sabendo que agora ela vai com ele.
O dia da festa chega e tudo funciona normal no escritório. Chega a hora de ir pra festa. Esteban e Juan... Tão prontos pra sair, a campainha toca, é o Marcos. Esteban abre a porta e eles entram na sala.
Marcos senta no sofá junto com o Juan, enquanto o Esteban sobe pro andar de cima pra avisar a esposa que o Marcos já chegou.
Enquanto isso, a Débora ainda tá no banheiro, terminando de se maquiar na frente do espelho. O vestido dela é de matar, muito mais escandaloso do que os (já escandalosamente obscenos) que ela usa quando vai trabalhar. É um vestido vermelho de algodão elástico, justinho no corpo, que não deixa nada pra imaginação.
Incluso no vestido tem um sutiã escondido, sem elástico nas costas, que aperta os peitos dela, que já são grandes por natureza. Mas com esse vestido, eles parecem ainda maiores, e o decote é bem pronunciado, quase até o umbigo.
O vestido tem mangas compridas e, por baixo, vai até o final da bunda, nada mais.
Praticamente a Débora tá com quase todas as pernas de fora, é um espetáculo.
O vestido é tão apertado que dá pra ver perfeitamente o corpo todo dela como se ela estivesse pelada. Quem vê percebe na hora que ela não tá de calcinha, porque não tem nenhuma marca de elástico, e o sutiã também parece que não existe.
Os peitos dela, empurrados pra cima, parecem irreais até pra uma adolescente, tão firmes, grandes e empinados. Por último, um par de saltos vermelhos de 15 cm, com os quais ela já andou um bom tempo pra se acostumar, porque parece quase impossível não perder o equilíbrio a cada passo com eles.
(Esteban) "Amor, cê tá pronta? Sai do banheiro, seu chefe veio te buscar, não faz ele esperar."
(Débora) "Só um minuto, já tô pronta. O que cê acha?"
(Esteban) "Mas... o que é isso que cê tá vestindo? Cê tá louca?"
(Débora) "Qual é o problema? Cê vive reclamando, já te falei um milhão de vezes, sou a secretária do chefe e meu jeito de vestir é como um cartão de visitas pra empresa. Não vamos brigar de novo, por favor."
(Esteban) "Mas... não... Você não tem nada por baixo do vestido, dá pra ver perfeitamente. Você não pensa no seu filho, que vai te ver vestida assim? Se não for por mim, faça pelo menos por ele."
(Débora) "Eu sempre penso no meu filho, é por ele que me visto assim, pra manter meu emprego e meu salário. Bom, agora desce lá e fala pro Marcos que já tô pronta e que vou descer daqui a pouco, não vamos discutir mais."
Naquele mesmo instante, Marcos e Juan conversam sentados na sala de estar:
(Marcos) "Então, Juan, cê tá pronto pra se divertir essa noite? Vai ser uma festa da porra, você vai ver."
(Juan) "Por que você fica nos atormentando assim? Por que faz isso com a minha mãe? Por que não deixou ela vir com a gente?"
(Marcos) "Ah, mas você já sabe muito bem por que ela tem que vir comigo. Vamos, me fala."
(Juan) "O que eu tenho que falar? Ela é sua secretária, mas..."
(Marcos) "Não, não é por esse motivo. Agora me diz por que ela vem comigo pra festa e não com a família dela. Vamos."
(Juan) "Porque ela é... sua secretária gostosa."
(Marcos) "Se explica melhor, ou vou ter que te lembrar que você tá falando da sua mãe?"
(Juan) "Porque minha mãe... é sua puta."
(Marcos) "Exato, Juan. Parece que a gente se entende melhor do que eu esperava. Sua mãe é minha puta e essa noite eu vou foder ela uma vez atrás da outra como ela merece, e ela mesma vai me pedir pra gozar na boquinha de puta dela."
(Juan) "Você é um filho da puta..."
(Marcos) "Vamos, Juan, não fala isso. Acho que você não quer que eu fique puto e faça todo mundo na festa comer sua mãe pelo cu, né? Olha, seu pai tá descendo e eu tô ouvindo o som de uns saltos, minha raposa... perdão, sua mãe tá chegando, hahaha."
Quando Juan vê a mãe descendo as escadas vestida daquele jeito, quase tem um ataque cardíaco. Ele percebe na hora que ela não tá de calcinha e o vestido é curto pra caralho, quase dá pra ver a bunda dela. Como é possível que Marcos tenha transformado a mãe dele numa puta daquele jeito? Como é possível que a mãe dele tenha aceitado tudo isso?
(Marcos) "Uau, sua roupa... É maravilhosa, Débora. Hoje à noite todos os olhos vão estar em você, você está linda e, por sorte, seu acompanhante hoje sou eu. Vou ser a inveja de todos."
(Débora) "Obrigada, fico feliz que você gostou."
(Marcos) "João, não é que sua mãe está muito gostosa?"
(João) "Sim, ela está muito bonita."
(Marcos) "Bom, agora vamos ou vamos chegar tarde. Vocês, a gente se vê direto lá."
(Estêvão) "Até logo."
(Débora) "Até logo. Tchau, João, querido. Te vejo na festa."
(João) "Sim, mãe. A gente se vê na festa."
Quando Marcos e sua secretária entram no carro, a saia de Débora sobe tanto que quase dá pra ver o pelo da buceta.
(Débora) "Foi muito constrangedor pra mim sair de casa vestida assim na frente da minha família. Você podia ter escolhido outro vestido."
(Marcos) "Como? Vestida de puta, que nem uma vagabunda? Mas é isso que você é, não é? Aliás, já que você é minha putinha, me faz logo um boquete bem gostoso."
(Débora) "Agora? Aqui? Mas ainda estamos na frente da minha casa. Meus parentes ou os vizinhos podem nos ver."
(Marcos) "Melhor, mais excitante, hahaha. Não reclama e obedece minhas ordens. Começa a chupar, raposinha."
(Débora) "Tá bom."
Débora se inclina sobre ele, abre o zíper da calça dele e começa a fazer um boquete. Ela já nem lembra quantas vezes teve aquela rola dentro da boca. Marcos está olhando para a casa dela. Nesse momento, Estêvão e João saem de casa e vão em direção ao carro que está estacionado bem na frente do de Marcos. João vê o carro de Marcos e a mãe dele, mas não consegue vê-la direito. Ele percebe na hora que a mãe está fazendo um boquete no Marcos, enquanto Estêvão, que também nota que o carro de Marcos ainda está ali, não entende por que ela está curvada e não dá pra vê-la.
Marcos, sempre calmo, abre a janela e diz:
(Marcos) "A gente ia sair, mas Débora perdeu um brinco e deve ter caído debaixo do meu banco."
(Estêvão) "Vou ajudar ela."
Estêvão está... Distante, a uns cinquenta metros, ele começa a se aproximar do carro com o filho Juan o seguindo, mas tentando impedi-lo.
(Juan) "Vamos, pai, a mãe vai achar, vamos embora ou vamos nos atrasar"
(Esteban) "Calma, filho, vai ser só um momento. Sobe no carro e me espera"
Marcos sussurra no ouvido da sua secretária:
(Marcos) "Se você não se apressar em me fazer gozar, seu marido vai te ver com meu pau na sua boca. Você não quer isso, né, raposinha?"
Naquele momento, o coração de Débora batia forte e, sabendo que não tinha outra saída, ela tenta de todo jeito excitar Marcos ao máximo.
Então, ela desliza dois dedos na sua buceta e começa a se masturbar furiosamente, deixando Marcos ver. Ela alterna o ritmo rápido do boquete com frases excitantes:
(Débora) "Quero engolir seu leite, sou sua raposinha. Por favor, fode minha boca mais forte, inunda minha garganta com seu gozo, tô com sede e quero beber seu semen, tô muito puta hoje à noite, tô com muita vontade de foder, vou fazer tudo que você mandar."
(Marcos) "Ohhhh, siiiim, continua. E o seu filho? Ele também tá se aproximando, te excita quando te chamo de puta na frente dele, né? Diz que você tá disposta a beber meu leite todo dia com ele por perto."
(Débora) "Sim, me excita ser tratada como uma puta com meu filho por perto. Sou só uma raposinha madura, gostosa e sedenta de pau jovem. Sou uma puta de 43 anos que adora chupar pau e foder todo dia com um amigo do filho. A partir de agora, todo dia vou andar rebolando a bunda na frente dele e mostrar meus peitos na cara dele antes de foder com você, assim ele vai saber que a mãe dele é uma puta, a puta do chefe dele, do amigo dele, e depois vou dar um beijo na testa dele, mesmo com o gozo do amigo ainda na minha boca."
(Marcos) "Ohhhhh Deus, vou gozaaaar"
(Débora) "Sim, goza na minha boca agora, me dá minhas vitaminas. Hoje à noite preciso de energia pra ser uma boa puta. Todo mundo vai saber durante a festa que eu sou Sua putinha.
Marcos não aguenta mais e, motivado pelas sacanagens que saem da boca de Débora, se esvazia completamente na boca da mulher, que como uma bomba de drenagem engole toda a porra o mais rápido possível, não desperdiça nem uma gota, sobe o zíper de Marcos bem na hora de se levantar. Ela vê o marido a poucos centímetros da janela, aterrorizada, finge ter encontrado o brinco naquele exato momento e o mostra ao marido.
Então Marcos faz um gesto pra ela, Débora entende que ele quer que ela cumpra o que prometeu, sai, se aproxima do filho e o cumprimenta com um beijo nas bochechas.
Juan sabe que a mãe acabou de dar um boquete no chefe dele, mas não consegue evitar que ela dê um beijo nele e depois outro no pai dele. Então ela entra de novo no carro e, naquele momento, todos vão pra festa, cada casal no seu carro.
A festa acontece num hotel de luxo da cidade, de propriedade de Pedro, que colocou o espaço à disposição do seu querido e fiel funcionário que acabou de se aposentar. Os convidados entram numa grande sala de reuniões onde tem umas 20 mesas preparadas para o aperitivo.
Tem pelo menos 200 pessoas, e todo mundo olha pra entrada quando Marcos e a secretária chegam. Ele está impecavelmente vestido, com a barba feita, parece ainda mais novo do que é. Débora está do lado dele com o vestido vermelho escandalosamente apertado, o decote profundíssimo e aqueles saltos incrivelmente altos.
Débora também parece muito mais nova, a mãe natureza deu a ela um corpo realmente incrível, e qualquer um pensaria que ela tem 10 anos a menos do que realmente tem. Mas ainda assim, dá pra perceber na hora o contraste entre os dois, são um casal muito improvável. Praticamente atrás deles, todo mundo vê o marido Esteban e o filho Juan entrarem.
A festa segue seu rumo, Marcos é um dos que mais está se divertindo, se exibindo na frente de todos os convidados por ter ao lado uma Mulher tão desejada e gostosa como a Débora, ela por sua vez só fica sorrindo que nem uma idiota o tempo todo.
Enquanto isso, Esteban e Juan tentam curtir a noite cada um na sua, mas de vez em quando dão uns olhares pra Débora, que sem dúvida é o centro das atenções na festa. Tem muita comida e bebida rolando, e o Marcos faz questão de encher a taça dela toda vez que oferece uma bebida. Na verdade, logo nem precisa mais insistir: a Débora não tá acostumada com esse tipo de evento, e no segundo copo já tá meio bêbada, então não reclama quando o Marcos oferece um terceiro copo de vinho.
Depois do terceiro, ela perde um pouco a lucidez e começa a se soltar cada vez mais na frente de todos os convidados. Após o aperitivo, geral se junta pra jantar no salão principal, que tem um monte de mesas redondas arrumadas igual em casamento.
Claro que na mesa principal sentam os chefes, incluindo o Pedro e o Marcos, e claro a Débora sentada entre o Pedro e o convidado de honra. O Marcos não deixou ela sentar com a família dela.
Durante o jantar, o Pedro começa a passar a mão na coxa dela por baixo da mesa. A Débora tá meio alterada pelo vinho que tomou, mas ainda assim percebe o que tá rolando e pede pro Pedro parar.
(Pedro) "Não vem com essa de santinha não, meu filho me contou tudo. Já sabe, filho de peixe, peixinho é. Quando ele pediu pra você ser minha secretária, não imaginei que ia te transformar na putinha dele tão fácil. Sem dúvida, meu garoto tem talento, hahaha. Me irrita ter que abrir mão dos seus serviços, mas nunca consegui negar nenhum capricho do meu filho. Você é o brinquedo novo dele. Fica tranquila, quando ele se cansar de você, pode voltar a ser minha secretária. Aí não vai precisar 'engolir' tanta coisa, eu já tô na idade e não tenho a energia do meu filho."
A Débora ficou incrédula enquanto o Pedro falava. Ele sabia de tudo e não só não tinha feito nada, como... Também queria se aproveitar dela. Enquanto falava, Pedro tinha deslizado a mão pela parte interna das coxas dela e, como ela não estava de calcinha, não teve dificuldade nenhuma pra enfiar dois dedos na buceta dela. Ao sentir, Débora deu um pulo, mas não reclamou nem tirou a mão de Pedro, só se deixou fazer.
Pedro mostrou bastante habilidade e não demorou pra fazer Débora gozar. Ela teve que se cobrir com o guardanapo pra ninguém ver o rosto dela durante o orgasmo. Pouco depois chegou o segundo prato e ela sentiu outra mão na coxa dela. Pra surpresa dela, não era a mão de Pedro, mas sim do cara que tinha se retirado e em homenagem a quem a festa era. Ela ia reclamar com aquele homem quando Pedro falou pra ela...
(Pedro) "Quero que pro nosso convidado essa festa seja inesquecível."
(Débora) "Não tô entendendo o que..."
(Pedro) "Faz uma boa punheta pra ele. Ele é viúvo há 15 anos. Acho que sentir sua mãozinha no pau dele vai ser um bom presente de despedida."
Débora obedece. O vinho acabou de anular as poucas defesas que restavam nela e ela já não nega nada. Com a mão por baixo da toalha de mesa, ela abaixa o zíper daquele homem que ela só tinha visto um par de vezes na vida toda, procura o pau dele e tira pra fora. Não demora muito pra ficar duro e, disfarçadamente, Débora move a mão pra cima e pra baixo. Faz devagar pra não chamar atenção. Por sorte, aquele cara não tem muita resistência e não demora pra sujar a mão de Débora.
(Pedro) "Olha, seu marido e seu filho estão olhando pra gente. Acena pra eles com a mão que você usou pra bater punheta pro meu funcionário."
Com a mão ainda suja de porra, Débora acena pra família dela, que responde ao aceno e continua comendo.
Depois, enquanto os garçons servem a sobremesa, ela consegue ler algo nos lábios do Marcos, que está sentado na frente dela. Pelo que ela entende, o chefe dela quer que ela finja que o guardanapo dela caiu debaixo da mesa. Ela tem que se ajoelhar pra pegar e beijar o pau dele. debaixo da mesa, sem ser vista.
Débora está visivelmente afetada pelo álcool e também meio excitada depois do orgasmo que a mão de Pedro tinha provocado nela. Ela deixa cair o guardanapo debaixo da mesa e se abaixa para pegá-lo.
Esteban viu toda a cena e não entende por que sua esposa ainda está debaixo da mesa. Juan, por sua vez, está sentado ao lado do pai e também foi espectador do que aconteceu, mas, infelizmente para ele, sabe o que está rolando debaixo da mesa.
Depois de beijar a pica do Marcos por debaixo da mesa, Débora se senta de novo com a toalha na mão, pedindo desculpas por ter demorado tanto para encontrá-la. Tanto Pedro quanto o homem que recebeu a punheta dão risada; eles sabem perfeitamente por que a mulher demorou tanto para emergir de debaixo da mesa. Pedro pisca para o filho.
(Pedro) — “Que filho da puta safado que eu tenho, né? Acho que o que mais excita ele é saber que seu marido e seu filho estão aqui enquanto você se ajoelhava na frente da pica dele.”
Depois do jantar, tem um baile no salão do hotel. Todos os homens que estão dançando pedem ao Marcos para trocar de par para poderem dançar com a sua secretária gostosa, e ele topa. Não só isso, ele adora ver o Juan assistindo a mãe passar de mão em mão pelo salão.
Nesse momento, além do filho, Esteban também vê claramente como todos que dançam com a esposa se agarram no corpo dela com muito gosto, esfregam, apalpam. Tem uns que até se atrevem a pegar na bunda dela, outros apertam ela contra o corpo pra sentir aqueles peitos grandes e duros. Algum ainda esfrega o pau na bunda dela durante as danças latinas.
Para Esteban, o pior é que a mulher não faz nada pra evitar. Parece até que ela gosta, pela cara de idiota que não sai do rosto dela.
Juan parece estar petrificado ao ver a mãe sendo tratada como uma puta por todo mundo na festa. Em um momento... Parece que ele perde ela de vista e, por mais que procure, não a encontra, é como se ela tivesse desaparecido.
Parece que o pai dela não notou a ausência da mãe, mas ele continua procurando por ela em todo lugar sem muito sucesso, não entende onde ela está nem onde pode ter se metido.
Procurando pela mãe, ele chega a um corredor onde ficam os banheiros e vê que a fila para o lavatório está cada vez maior. Ele vai ao banheiro feminino e pergunta às senhoras que saem de lá se viram a mãe dele. Não precisa dar muitas descrições, já que quem não a conhece sabe perfeitamente de quem Juan está falando quando diz: "Ela está vestindo um vestido vermelho". Mas todas dizem que não, ninguém parece tê-la visto.
Naquele momento, ele percebe que a fila não é só para o banheiro feminino, mas também para o masculino, algo estranho já que nos banheiros masculinos geralmente não tem fila. Ele entra na fila e, quando chega perto da porta, descobre que os banheiros são dois. Um parece não funcionar, na verdade tem uma placa pendurada na porta que diz "Fora de serviço, desculpe o transtorno", enquanto no outro, ao lado, há um fluxo contínuo de pessoas entrando e saindo.
Quando está chegando a vez de Juan, ele sente alguém puxar seu braço. É Marcos.
(Marcos) "Se eu fosse você, não entrava e segurava a vontade de mijar."
(Juan) "Por quê?"
(Marcos) "Vem comigo lá fora que eu te explico."
(Juan) "Hum... tá bom."
Marcos e Juan saem para o jardim do hotel...
(Marcos) "Aqui estamos bem, ninguém vai nos ouvir. Sabe por que de repente todo mundo tá indo no banheiro agora? Haha, fica tranquilo que eu te conto: porque eu espalhei que tem um buraco na parede do banheiro. Se você enfiar a pica nesse buraco, do outro lado da parede, no banheiro ao lado com a placa de fora de serviço, tem uma puta que chupa sua pica e engole tudo. E claro, acho que você já sabe quem é a puta que tá naquele banheiro, né?"
(Juan) Não... Não acredito em você.... Você não podia ter feito isso, além disso, minha mãe nunca faria..."
(Marcos) "Nunca faria o quê? Chupar pica? Acho que você já viu ela no escritório no dia que te liguei, e hoje à noite, quando ela desceu do carro pra dar um beijinho em vocês, ela ainda tinha meu gozo na boca, hahaha"
(Juan) "Não acredito em você, seu filho da puta, é impossível..."
(Marcos) "Hahaha, mas não acha divertido? Pois pra mim e pro resto dos convidados, sim, é muito bom ter uma puta naquele banheiro. Aquela puta da sua mãe tá chupando pica sem parar, é só olhar a fila, ainda tem muito chão pela frente, hahaha"
(Juan) "Mas... você é um filho de uma puta!"
(Marcos) "Ei, baixa essa bola, Juanito. Além disso, até que se prove o contrário, tá claro que você é o filho da puta, hahaha. Bom, pelo menos me agradece, se não fosse por mim, sua mãe estaria chupando o seu pau agora também, hahaha. Agora vai procurar seu pai, que com certeza tá atrás da mulher dele, e diz que sua mãe foi dar uma volta porque bebeu demais hoje à noite. Mas claro, não conta que o que ela bebeu foi gozo de homem, hahaha"
(Juan) "Como você pôde..."
(Marcos) "A verdade é que foi muito fácil dessa vez. Ela tava tonta, então eu levei ela pro banheiro, coloquei ela pra dentro, e depois só precisei sair e enfiar a pica no buraco. Sua mãe é uma ótima funcionária e aprende rápido, sabe qual é o trabalho dela. Então, sem eu falar nada, assim que ela viu meu pau aparecendo no buraco, começou a mamar. Com as outras picas foi a mesma coisa: pica que vê entrar no buraco, pica que chupa até secar, hahaha"
Juan está em choque, incapaz de acreditar que sua mãe está ali, a poucos metros dele, de joelhos num banheiro, chupando todos os desconhecidos que enfiam o pau por um buraco na parede.
Nesse exato momento, Esteban também se aproxima:
(Esteban) "Cadê sua mãe? Faz uns 20 minutos que não vejo ela"
(Juan) "Pai, eu vi ela... Antes, tava lá fora no jardim pra respirar um ar puro, cê sabe que ela não tem costume de beber e o vinho subiu um pouco à cabeça dela, não se preocupa, ela volta logo".
(Marcos) "É, não se preocupa, talvez ela tenha bebido muito 'sêmen'", isso ele fala bem baixinho e, embora Juan ouça, o pai dele não consegue escutar, "quero dizer, sem parar, claramente ela não tá acostumada a beber tanto, né?"
(Esteban) "É, verdade, ela quase não sai de casa e quase nunca bebe álcool".
(Marcos) "Agora, se me dá licença, Esteban, tenho que resolver um problema. Acabou de chegar meu irmãozinho Luis com um grupo de amigos. Ele não sabia que hoje o hotel tava fechado pra essa festa".
Marcos cumprimenta os dois e vai até o grupo de adolescentes que acabou de entrar no hotel...
(Marcos) "O que cês tão fazendo aqui? Tem uma festa privada da empresa, o hotel tá fechado. Vão pra casa com seus amigos, Luis".
(Luis) "Ah, pô, eu não sabia, desculpa. A gente tava voltando do cinema e só passamos pra comer alguma coisa porque a essa hora todos os restaurantes já tão fechando, e em uns dois lugares que fomos falaram que a cozinha já tinha fechado. Olha, a gente come alguma coisa rapidinho e depois vaza, ok?"
(Marcos) "Hum... ok, mas vão pra cozinha, não fiquem andando pelo salão".
E assim Luis e os amigos vão pra cozinha do hotel pra comer alguma coisa.
Um deles precisa lavar as mãos e vai pro banheiro. Não encontra nenhuma buceta naquele momento, porque todos os convidados da festa que sabem o que rola naquele banheiro já receberam várias mamadas e tão todos satisfeitos.
Quando o garoto entra no banheiro, vê na hora o buraco na parede e logo percebe que é um gloryhole. É um moleque bem novo, mas na idade dele já viu um monte de vídeo pornô e passa o dia batendo punheta.
Ele não confia muito e, pensando que pode ser uma pegadinha... Olha pelo buraco, não enxerga muito bem do outro lado, mas dá pra ver uma mulher vestida de vermelho. Consegue ver a cara dela, e ela tá toda suja de algo que parece porra. Então, sem pensar duas vezes, enfia o pau no buraco e logo uma boca começa a chupar. Depois de uns minutos, ele goza na garganta dela e sente a mulher do outro lado continuar chupando até engolir a última gota. Na hora, lógico, ele corre pra cozinha pra contar pra todos os amigos.
(Garoto #1) "Ei, caras, vocês não vão acreditar: no banheiro tem um buraco na parede igual ao do filme pornô que a gente viu na casa do José. E adivinha? Enfiei meu pau no buraco na hora e do outro lado uma mulher me fez um boquete. Foi foda."
(Garoto #2) "Para de falar merda."
(Garoto #3) "Pode ser que um homem que te chupou, hahaha."
(Luis) "Para de contar mentira, como é que vai ter um glory hole nesse hotel? Você é idiota."
(Garoto #1) "Juro pela buceta, vem comigo ver se não acredita."
Todos os caras vão pro banheiro. Quando entram, veem um lavabo fechado com a placa pendurada e do outro lado um disponível.
Um por um, entram no banheiro e veem o buraco na parede, percebendo que o amigo tava certo: é um gloryhole de verdade.
Luis é o primeiro a se arriscar e enfiar o pau no buraco. Na hora, sente o calor gostoso de uma boca e uma língua percorrendo o tronco do pau dele.
(Luis) "Porra, seus filhos da puta, tão me chupando!"
(Garoto #3) "Porra, então agora vou eu."
E é isso: todos passam pelo buraco. Depois que cada um recebeu o boquete correspondente, o mais esperto de todos, percebendo que não tem mais ninguém no booty além deles, diz:
(Garoto #3) "Caras, tô sozinho, não tem mais ninguém por aqui. Vamos descobrir quem tá atrás dessa porta."
(Garoto #1) "É, claro, vamos. Pior que pode mandar a gente tomar no cu, hahaha, mas quem sabe a gente se diverte um pouco. pouco mais..."
E assim eles abrem a porta e veem uma mulher de uns 40 anos vestida como uma verdadeira puta, com um vestido vermelho, de joelhos no chão, olhando pra eles... aterrorizada, com a cara manchada de porra, a maquiagem borrada e o batom também, parece meio fora de si, como se estivesse tonta ou bêbada.
(Luis) "Parece bêbada"
(Cara #2) "Porra embriaga?"
(Cara #1) "Pergunta pra sua mãe, hahaha"
Enquanto isso, Juan não sabe o que dizer pro pai pra esconder o motivo pelo qual a mãe ainda não voltou. Ele decide ir ao banheiro pra ver se ela ainda tá lá, com a leve esperança de que Marcos tivesse mentindo e que a mãe não estivesse naquele banheiro dando boquetes.
Quando chega, vê aterrorizado que na porta de entrada do banheiro está Luis com dois amigos dele, rindo que nem uns loucos.
(Juan) "Luis... o que você tá fazendo aqui?"
(Luis) "O que a gente tá fazendo? Hahaha, a gente descobriu que no banheiro tem uma gostosa do caralho, provavelmente a esposa de algum convidado, dando boquete pra todo mundo, hahaha"
Naquele momento, Juan entende que Marcos não tava mentindo.
(Juan) "Mas... como..."
(Cara #3) "Luis, quem é esse, você conhece?"
(Luis) "É um ex-colega de classe do Marcos, chama Juan. Agora trabalha pra ele, pelo que sei."
(Cara #3) "Quem é aquela puta no banheiro, você sabe? É uma puta incrível, parece uma estrela pornô."
(Juan) "Não... não sei quem é."
(Cara #2) "Ela tem uma bunda perfeita e um par de peitões enormes, só em filme de sacanagem eu vi mina com um corpo tão gostoso assim, parece uma boneca inflável."
(Juan) "Como... como vocês conseguiram ver ela? A porta do banheiro do lado não tá trancada?"
(Cara #2) "Trancada? Hahaha, a porta tava aberta. Se quiser, pode entrar. A gente comeu aquela puta de quatro e a mina não parava de mamar pelo buraco, hahaha. Eu e todos meus amigos comemos aquela gostosa, tem uma fome de pica que você não imagina"
(Juan) "Como assim... fodida? Mas o que você tá dizendo?"
(Cara #3) "Claro, a gente comeu ela direitinho."
(Juan) "Mas... como assim, vocês todos comeram ela e ela não falou nada?"
(Cara #2) "Porra, mano, por que essas perguntas? Que porra te importa? Ela é uma puta, gosta de dar, o marido dela não dá o que ela precisa e o pobre idiota tá com uns chifres de campeão, qual é o problema?"
(Juan) "Mas... como... e por que você tá falando do marido dela?"
(Cara #3) "Acho que essa puta não é puta profissional, não. Deve ser a esposa de algum funcionário que tava entediada na festa e resolveu se divertir, hahaha."
(Luis) "Essa coroa gostosa tá de vestido vermelho bem curtinho e justo, sem calcinha, tá realmente faminta de rola. Se você ficar atrás dela, dá pra meter de quatro e se agarrar naquelas tetonas. Se quiser, pode até gozar dentro da buceta dela, ela não fala nada, hahaha, que puta. Mas claro, talvez ela não reclame porque sempre tem uma pica na boca dela."
(Cara #2) "Hahaha, mas gemidinhos ela solta, a putinha. Acho que hoje à noite ela já tomou uns litros de porra. Não sei como vai explicar pro marido quando voltar pra sala. Com certeza o otário não faz ideia da gostosa que tem como esposa. Pela sua cara, vejo que você não tá acreditando. A gente tá aqui vigiando porque nosso parceiro tá dando uma revisada nela lá dentro. Entra e dá uma olhada."
(Luis) "Vamos, Juan, bora pra dentro."
Luis e Juan entraram e a primeira coisa que viram foi a bunda do amigo, que tava de joelhos dentro do banheiro com a placa pendurada na porta. Dava pra ver dois pés de cada lado do cara, com uns sapatos vermelhos de salto. A mulher tava claramente de quatro.
O moleque segurava ela pela cintura e tava metendo com gosto. O cara que tava comendo a Débora viu Luis e Juan entrarem, mas ela... Eu estava dentro do banheiro e do lado de fora só estavam a bunda e as pernas dela, então não via nada.
(Cara #1) “E aí, galera, se chegarem mais perto dá pra ver como a buceta dessa puta tá chupando meu pau, olha só como ela rebola a raba, a vaca”
Juan estava pálido e nem piscou quando ouviu o cara dizer
(Cara #1) “Tomaaaaaa, tô enchendo o tanque dessa puta, hahaha”
Aquele moleque gozou dentro da mãe dele a poucos metros de distância.
(Luis) “Vamo, é tua vez”
(Juan) “Não, não, eu não quero…”
(Luis) “Qual é, mano? Tem namorada? Então tá, cê que perde, vou dar mais uma surra nessa vadia.”
Luis ocupou o lugar do amigo, que acenou pra Juan e foi embora. Juan viu Luis se posicionar atrás da mãe dele e abaixar as calças, ficou de pé e disse:
(Luis) “Ei, vadia, ajoelha e chupa”
(Débora) “Sim, chefe”
(Luis) “Chefe? Hahaha, fala o que quiser, mas chupa”
Juan continuava paralisado, sem se mexer do lugar, não sabia o que fazer nem como agir, como tirar a mãe daquela situação sem que os moleques percebessem que a comedora era a mãe dele. Ele conseguia ver parte do que rolava no banheiro, e da posição dele, a mãe dele via que tinha alguém, mas não quem era.
Juan deixou cair várias lágrimas quando viu a mãe pegar o pau de Luis com uma mão e começar a lamber.
(Luis) “Vamo, porque antes você já engoliu ele inteiro”
Luis agarrou a cabeça da mãe de Juan e enfiou o pau até o fundo da garganta dela, ela quase engasgou, mas não parou de chupar.
Depois ele sentou no vaso com o pau apontando pro teto, a mãe de Juan se virou, pegou o pau dele e começou a sentar devagar. Naquele momento, a mãe dele estava de costas pro Juan. Os outros moleques entraram e viram que o amigo Luis estava dando outra surra na mulher.
(Cara 2) “Mas não fica aí, cara, daqui não dá pra ver direito e cê perde o show” Chico agarrou Juan pelo ombro e se aproximaram até ficar atrás da pia, a mãe de Juan estava de costas e não podia vê-los.
Quando Débora teve a pica do Luis dentro, começou a se esfregar nele por conta própria, Luis chupava as tetas de Débora, parecia um bebê mamando.
Luis, ainda chupando as tetas de Débora, não parava de furar ela, segurava sua cintura linda e fina e a subia e descia, ajudando ela a enfiar melhor. Para desgraça de Juan, a mãe dele gozou, começou a gemer e tremer.
(Luis) "Tô fazendo essa puta gozar"
(Chico 3) "Goza você também, assim ficam quites, hahaha"
(Luis) "Porra, porra, já vem, siiiiiim, toma prêmio, vai pra casa bem cheia, alguém quer mais ou vamos embora?"
(Chico 2) "Vamos nessa buceta, vou foder o cu dela"
Luis trocou de lugar com o amigo, Juan estava como uma estátua, meio viajando, na mesma posição em que Luis tinha fodido a mãe de Juan. O garoto apontou pro cu de Débora, que estava em cima dele, depois de mirar a estaca no buraco, agarrou ela pela cintura e sem cerimônia fez ela sentar de uma vez. Débora deu um grito seco, mas só um. O garoto começou a subir e descer ela, fodendo o cu dela.
(Chico 2) "Esse buraco é bem apertado, ela deu um grito mas entrou com muita facilidade, dá pra ver que esse cu já foi usado mais vezes"
Aquelas palavras fizeram Juan lembrar da ligação do Marcos e suas palavras:
"Vou arrebentar o cu da sua mãe"
O moleque dava umas estocadas brutais, puxava o cabelo dela, batia na bunda dela, mordia as tetas dela e os amigos dele incentivavam.
(Luis) "Vai, arrebenta o cu dela"
(Chico 1) "Enche o cu dela"
A mãe de Juan quicava e quicava naquela pica que a sodomizava sem parar até o garoto parar, deixou ela sentada nas coxas dele e gozou no buraco apertado dela, cada dia um pouco menos apertado, aliás. 2) “Puf, me deixou seco, beleza, já podemos ir, kkkk”
Os moleques saem do banheiro seguidos pelo Juan, que está sem vontade nenhuma, só segue eles depois de ter visto a mãe dele sendo fodida de quatro, com a boca cheia de pau e sendo sodomizada, a poucos metros do banheiro o Juan vê o Marcos aparecer, que estava procurando o irmão dele.
(Marcos) “Luis, o que você ainda tá fazendo aqui? Não te falei pra comer algo rápido com seus amigos e depois vazar?”
(Luis) “Desculpa, Marcos, é que…”
(Moleque #3) “Eu vou te dizer por que ainda estamos aqui. A gente descobriu por acaso que no banheiro tinha uma gostosa, provavelmente a esposa de algum funcionário dando boquete, e aí passamos pra receber o nosso também. Fizemos algo de errado?”
(Marcos) “Ah, kkkk, caralho, vocês descobriram que aqui tem uma gostosa, hein? Ouviu, Juan? Eles também ganharam um boquete.”
(Moleque #3) “Hmm, na verdade… a gente abriu a porta pra ver quem era e vimos que era uma coroa de uns 40 anos. Ela não falou nada, não abriu a boca pra nada, só pra chupar pau, kkkk, aí a gente comeu ela todinha. Espero que não tenha feito nada errado, se tiver, eu assumo toda a responsabilidade, fui eu que abri a porta.”
(Marcos) “Fica de boa, cara, sem problemas. Então a puta deixou vocês comerem ela todos? Ouviu, Juan? A gostosa não resistiu nada, kkkk.”
(Luis) “Mas o Juan nos viu no banheiro comendo ela, na verdade ele até deu no cu dela.”
(Marcos) “Kkkkk, porra, então vocês deram no cu dela também e você tava na frente, Juan? Kkkk, a festa foi melhor do que eu imaginava. E me diz, Juan, você contou pra eles quem era aquela puta?”
(Moleque #3) “Ele disse que não sabia.”
(Marcos) “Foi isso que você disse, Juan? Vai, fala, diz pra eles quem é aquela gostosa. Conta ou eu conto, como preferir.”
(Juan) “Eu… eu disse que ela é uma puta, paga pra fazer…” Boquetes e foda
(Marcos) "Hahaha, cê tá certo, verdade é assim mesmo, ela é só uma puta paga pra chupar e foder, esse é o trabalho dela e bom, pelo visto a bunda também entra no acordo, hahaha, bem dito Juan, ela ainda é inexperiente mas com o tempo vai virar uma puta de primeira, certeza. E me digam aí, caras, curtiram?"
(Cara #1) "Nunca conheci uma boqueteira tão boa, essa rabuda parece que nasceu pra chupar pica"
(Cara #2) "Ela tem dois peitões enormes, foi a melhor cubana que já peguei na vida"
(Cara #3) "Ela tem uma bunda linda e a buceta dela é bem grande, dá pra ver que tá acostumada a receber muita pica, gozou que nem uma porca quando enfiei meu pau nela"
(Luis) "Sim, confirmo, ela é uma puta de verdade, te falo irmão que a gente cuidou pra ela voltar pra casa com todos os buracos cheios."
(Marcos) "Hahaha, bom, fico feliz em saber disso, putas como ela é assim que devem terminar o expediente, com os buracos bem cheios de porra, mas agora vocês têm que agradecer ao Juan, foi ele quem escolheu essa puta"
(Luis) "Porra, mas ele não quis comer ela"
(Marcos) "Hahaha, isso é porque o Juanzinho é um cavalheiro, ele não fode com putas"
(Cara #3) "Bem feito Juan, você escolheu uma rabuda de primeira, a mais gostosa que já vi"
(Marcos) "E você Juan, o que diz?"
(Juan) "Valeu caras, fico feliz que vocês se divertiram com essa rabuda"
(Cara #3) "E se a gente quiser ver ela de novo? É contigo que a gente fala, Juan?"
(Juan) "Eu... não sei se..."
(Marcos) "Juan, não seja assim, todo mundo merece aproveitar essa rabuda"
(Juan) "Eu... sim, se vocês quiserem ver essa puta de novo, posso contratar ela outra vez, sem problema"
(Cara #3) "Uau, valeu, conheço um monte de caras que pagariam felizes pra comer uma MILF dessas"
(Marcos) "Seus amigos vão ter essa oportunidade, fica tranquilo, hahaha, daqui uns dias é o aniversário do meu irmão, quem sabe não rola uma... Surpresa, hahaha, beleza, agora vazem, a festa tá quase acabando e eu e o Juan temos que mandar a puta pra casa dela.
Os caras vão embora, e o Juan também, porque não quer que a mãe dele veja ele ali.
Uns minutos depois, o Marcos e a Debora voltam pra sala e na hora o Esteban chega nela:
(Esteban) "Finalmente... mas cadê você? Tava preocupado... tá se sentindo bem?"
(Debora) "Tô sim, tô bem, não se preocupa"
(Esteban) "Cê tá com um cheiro forte no bafo quando fala, amor, vomitou?"
(Debora) "É, um pouco. Me leva pra casa, por favor"
(Marcos) "Ah, sim, com tudo que ela bebeu é melhor mesmo, leva tua mulher pra casa, Esteban, a gente se vê na empresa, boa noite"
(Esteban) "Boa noite"
Esteban, Debora e Juan tão saindo do hotel, e o Marcos se despede deles assim:
(Marcos) "Boa noite, Juan, da próxima vez fica mais de olho na sua mãe pra ela não encher a cara igual hoje, espero que tenha se divertido na festa
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