Uma mãe de família começa a trabalhar na mesma empresa onde trabalham o marido e o filho. Logo ela vai entender que, pra manter o emprego e a estabilidade da família, vai ter que se esforçar muito na empresa... ela e seus buracos.
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Estamos no verão, a escola acabou de terminar e os garotos se formaram com sucesso. Juan e Marcos saem com o mesmo grupo de amigos, onde Marcos é o líder. Ele é um dos caras mais ricos da cidade e poderia ter estudado na escola mais elitista do país, mas os pais dele achavam que faria bem ele se misturar com garotos de classe social mais baixa, pra ele não viver achando que todo mundo tem uma vida tão confortável quanto a dele.
Ele sempre organiza megafestas na casa dele, troca de carro todo mês e sai com quantas garotas quiser, já que nenhuma resiste a ele. Por isso, todos os moleques, inclusive os amigos, o invejam, mas pelo menos podem aproveitar a amizade dele e o que vem junto com ser amigo de um cara com tanta grana.
Juan, por outro lado, nem carro tem. É um garoto gentil, muito inteligente, mas toda vez que se interessa por uma garota, inevitavelmente Marcos a conquista na frente do nariz dele. Juan tem muitas qualidades, mas nenhuma consegue competir com a qualidade mais importante de Marcos: a conta bancária dele. Juan sofre muito com essa situação, mas sabe que os pais dele, embora tenham uma condição financeira boa, não podem se comparar com os de Marcos. Então ele decide arrumar um emprego como garçom pra poder pagar, pelo menos, um carro usado, comprado parcelado.
Débora é uma mulher linda de 43 anos, com pernas finas, uma bunda perfeita, cabelos longos, lindos olhos verdes e, acima de tudo, o que mais chama a atenção nela à primeira vista: uns peitos enormes e firmes.
Ela é dona de casa, nunca trabalhou fora do lar e, por isso, não conhece muita gente nem tem muitas amigas. Além disso, o filho dela, Juan... Praticamente ela também não convida muita gente pra casa, nem o marido dela, então o círculo social dela é bem limitado.
Juan, desde que começou a ganhar um dinheirinho como garçom, mudou o estilo de vida. Agora tem um carrinho usado só dele, sai quase toda noite com a turma de amigos, enquanto antes não podia, porque no máximo conseguia sair um dia por semana. Assim, ele acha que tem mais chance de ficar com uma mina do grupo por quem tá apaixonado há meses.
O único problema é que agora ele tem menos tempo pra estudar pro vestibular, e ele sabe que essa prova é muito importante pro futuro dele, porque se não passar, vai ter que continuar num trampo modesto de garçom.
Os pais dele sabem que é muito importante pra ele trabalhar como garçom, porque o salário permite pagar o carro e sair com os amigos, mas conseguem convencer o Juan a largar o emprego pra dedicar mais tempo aos estudos.
Esteban tem uma ideia: ele pode pedir pro chefe dele, Pedro, contratar a Débora como funcionária. Assim, com dois salários, eles conseguem pagar as prestações do carro do filho, e ele não precisa sacrificar a vida social pra estudar.
Quando Pedro recebe o pedido do Esteban, ele observa com atenção, mas ao perceber que a Débora nunca trabalhou na vida e não tem nenhuma experiência, responde que não tem nenhum interesse em contratar ela.
Pedro fala pro Esteban que sente muito, mas que logicamente, ainda mais nesses tempos de crise com tanta gente qualificada procurando emprego, não pode contratar uma pessoa sem nenhum preparo ou experiência profissional.
Esteban diz pro chefe que lamenta ouvir isso, mas entende. A esposa dele, Débora, tá no escritório, então, mesmo que não vá contratar ela, Esteban insiste em apresentar ela pro chefe. Assim que ela entra no escritório, ao ver ela, Pedro mudou de ideia. Imediatamente depois de dar sua opinião, Débora se apresenta e agradece pelo emprego. O marido dela comunica que, infelizmente, Pedro não vai contratá-la, mas ele diz que pensou melhor: pelos anos de trabalho que Esteban dedicou à empresa e por ser um bom funcionário, vai fazer esse favor e contratar Débora como sua secretária pessoal a partir do dia seguinte. Pouco depois, Esteban e sua esposa saem da multinacional com o contrato já assinado.
Os pais chegam em casa felizes e logo contam a boa notícia ao filho. Juan não vai precisar devolver o carro — com o salário da mãe (bem mais alto que o do pai), ele pode ficar com ele e ainda sair com os amigos sem problemas.
Juan fica super feliz, já que vai poder manter a mesma vida de antes, mas com a comodidade de não precisar mais trabalhar no bar onde era garçom.
Esteban também está feliz, mas não consegue entender direito a mudança repentina de opinião do chefe, muito menos por que sua esposa, sem nenhuma experiência, vai ganhar bem mais que ele. Já Débora está encantada: finalmente pode sair de casa e ver caras diferentes. Depois de tantos anos fazendo a mesma coisa, estava cansada de uma vida monótona e entediante.
No dia seguinte, no primeiro dia de trabalho, Débora se veste como costuma ficar em casa: calças confortáveis, tênis e um suéter.
Quando Pedro a vê, chama ela para o escritório para discutir em particular as funções dela.
(Pedro) — Bem, Débora, senta aí que a gente precisa discutir uma coisa. Quero ser honesto com você: é melhor você saber o verdadeiro motivo pelo qual te contratei. Você nunca fez nada, não tem experiência profissional nem ensino superior, então ninguém ia te oferecer emprego. Isso você precisa ter bem claro na sua cabeça. Você trabalha aqui porque eu quis, mas não por sentir pena do seu filho, nem porque seu marido foi um grande funcionário, mas sim porque preciso de uma secretária gostosa. que me acompanhe nos meus compromissos de trabalho. Portanto, você não tem nenhuma tarefa específica, só precisa sorrir e me trazer café, nada mais.
Como você vê, estou pedindo muito pouco pelo alto salário que vai receber. Por isso mesmo, só exijo uma coisa: quero que você se vista apropriadamente, com minissaia, meia arrastão à mostra, lingerie sexy, salto agulha, blusa desabotoada com um decotão, bem maquiada e bem perfumada. Entendeu?
(Débora) "Como você ousa me propor uma coisa dessas? Sou uma mãe de família, seu sem-vergonha, não sou nenhuma garota de enfeite e muito menos vou ficar desfilando por aqui como se fosse uma coelhinha da Playboy. Não tenho a menor intenção de fazer o que você está pedindo!"
(Pedro) "Tenha muito cuidado e lembre-se de que seu marido trabalha para mim. Acho que você pode abrir mão do seu salário, mas não acredito que consiga abrir mão também do salário do seu marido. Você me decepcionou. Te ofereci uma oportunidade de ouro, um salário enorme praticamente por não fazer nada, algo pelo que muita gente mataria hoje em dia. Mas, como quiser, agora pode ir embora."
Débora vai embora furiosa, ainda não acredita no que Pedro propôs a ela. Quando chega em casa, pronta pra contar tudo, encontra o marido e o filho, que prepararam tudo pra celebrar o novo contrato dela: petiscos, espumante, música, etc.
Quando entra em casa, os dois a abraçam. Ela não tem coragem de contar a verdade.
Passam a tarde toda comemorando. Esteban imagina tudo o que poderão fazer com dois salários. Já João está muito feliz por sua mãe estar trazendo um salário tão bom pra casa. Agora não só ele consegue pagar todas as prestações do carro tranquilamente, como também pode sair com os amigos, convidar a garota de quem ele tanto gosta pra sair e muitas outras coisas que antes ele nem podia bancar.
Ela não sabe o que dizer, parece estar vivendo um pesadelo. Sabe que a felicidade da família depende dela e sabe que vai ter que pedir perdão ao Pedro. pedir pra ela recontratar ela, aquela noite ela não consegue dormir.
Na manhã seguinte, ela decide ir trabalhar com o marido e aparece no escritório do Pedro.
(Débora) "Bom dia. Ontem à noite pensei na sua proposta e decidi aceitar. Ontem fiquei perplexa, me desculpa pela reação."
(Pedro) "Não é tão fácil assim, agora já estamos fazendo outras entrevistas, a oferta era só pra ontem, você devia ter pensado melhor."
(Débora) "Não, por favor, eu preciso desse emprego, vou fazer o que o senhor disse, eu juro."
(Pedro) "Ah, sem dúvida que vai, mas se coloca no meu lugar, como é que eu confio numa pessoa assim? Ofereço um emprego seguro e bem pago e é assim que me agradece? Depois de assinar o contrato, como vou ter certeza que você vai fazer o que diz?"
(Débora) "Eu juro, vou fazer o que o senhor quiser, esse emprego é muito importante pra mim e pra minha família."
(Pedro) "Seu chilique ontem me deixou de mau humor; mesmo se eu mudar de ideia, o acordo vai mudar, te ofereço o mesmo trabalho, mas metade do dinheiro. Aceita?"
(Débora) "Eu imploro, minha família já fez gastos que dependem desse salário, a felicidade do meu filho e o futuro dele estão em jogo, por favor, a gente precisa do mesmo valor... eu estaria disposta a fazer outras coisas, se o senhor só me disser..."
(Pedro) "O que você quer dizer com outras coisas? Tá me dizendo que se eu garantir o mesmo dinheiro, você também aceitaria outras condições? É isso que tá me dizendo?"
(Débora) "Ah, meu Deus, não sei o que mais o senhor pode pedir, mas eu preciso desse emprego, por favor."
(Pedro) "Tá bom, o contrato ainda tá aqui, na minha mesa, só falta minha assinatura, me dá um motivo pra assinar."
(Débora) "O que isso significa? O que eu tenho que fazer?"
(Pedro) "Me surpreenda."
(Débora) "Ah, meu Deus, eu não sei... faço café? Foi o que o senhor disse ontem, que eu só precisava trazer o café."
(Pedro) "Não só o café, a verdade."
(Débora) "Ah... também tenho que sorrir?"
(Pedro) "Por Claro, você tem que estar sempre sorrindo. Mas não, isso não é...
(Débora) "O que mais? Tenho que me vestir sexy, como você disse ontem? Tá bom, vou fazer, a partir de amanhã vou vir vestida como você mandou, juro."
(Pedro) "Você vai vir aqui, com seu marido presente, vestida como uma secretária gostosa?"
(Débora) "Sim, se é isso que você quer pra gente assinar o contrato de novo."
(Pedro) "Quero uma demonstração, agora."
(Débora) "Agora? Mas não tô com roupa sexy agora. Tô de suéter e saia longa."
(Pedro) "Tira a calcinha, quero ver ela aqui na minha mesa e você assina o contrato na hora."
(Débora) "O QUÊ? Você tá me pedindo pra tirar a calcinha e deixar na sua mesa? Entendi direito?"
(Pedro) "Entendeu muito bem. E faz rápido, não temos muito tempo."
(Débora) "Mas, quem você pensa que é? Eu não sou uma puta, não vou..."
(Pedro) "Entendi, não continua falando, não tenho mais tempo a perder, já tá tudo dito, pode ir embora."
Em questão de segundos, Débora pensa na situação, no que significaria não assinar o contrato, na possibilidade de Pedro demitir também o Esteban, em tudo que aquilo implicaria...
(Débora) "Não, espera, vou tirar agora mesmo, tá bom, mas só isso."
(Pedro) "Bem feito. Agora vira de costas, quero ver sua bunda. Isso. Levanta a saia devagar."
(Débora) "Mas o que você tá me fazendo fazer... Isso é vergonhoso."
(Pedro) "Quer trabalhar? Então faz o que eu mando, não vou repetir de novo, levanta a saia... levanta mais..."
(Débora) "Por que você tá fazendo isso comigo? É humilhante, minha bunda já tá quase toda de fora, se eu levantar a saia mais cinco centímetros vai dar pra ver a buceta."
(Pedro) "Hahaha, a buceta, que delicada você é, exatamente. Agora você sabe que tipo de saia tem que usar aqui."
(Débora) "O que você tá dizendo? Eu não posso vir trabalhar vestida desse jeito, o que vou falar pro meu marido? E pro meu filho? Quando me virem saindo de casa vestida assim. (Pedro) "Fala a verdade, você se veste assim porque é como tem que se vestir pra ganhar o salário, um salário muito generoso, por sinal. Agora você é minha secretária, lembre-se: sapatos de salto alto, meias à mostra e blusas desabotoadas. Seus peitos têm que estar sempre à vista."
(Débora) "Mas eu não tenho esse tipo de roupa."
(Pedro) "Agora você tem dinheiro suficiente pra comprar, não acha? Agora, amadurece. Tenho que trabalhar. Até amanhã."
Pedro tira o contrato da gaveta, assina, faz Débora assinar, e ela abaixa a saia e sai do escritório ainda atordoada.
Em vez de ir pra casa, vai fazer compras nas butiques do centro. Se tem que se vestir como uma secretária gostosa, quer fazer isso com roupas de classe.
Ela se sente humilhada quando os vendedores das lojas a veem escolher roupas tão obscenas pra uma mulher de mais de 40 anos.
Depois de comprar dúzias de minissaias, meias de vários tipos, blusas, lingerie sexy e saltos altos, volta pra casa com o coração cheio de mágoa.
No dia seguinte, João acorda cedo, tem que estudar pra prova e vai pra cozinha tomar café. Depois chega o pai dele, que tem alguns minutos pra comer antes de ir trabalhar.
(João) "Bom dia. Mamãe ainda não desceu? Tomara que não se atrase no primeiro dia de trabalho, hein."
(Estêvão) "Oi, João. Sua mãe descansou pouco e mal, talvez esteja um pouco nervosa. Nunca trabalhou e pra ela isso é uma experiência nova. Nesse momento ela tá terminando de se arrumar, ela já sabe que não pode chegar atrasada."
Enquanto isso, Débora acaba de terminar de tomar um banho e, tremendo, começa a se vestir como o novo chefe mandou: calcinha, sutiã e meias de renda.
Todas as saias que comprou são pequenas. Ela tem que tomar muito cuidado ao se mexer e ao se sentar, senão quer mostrar a calcinha. Veste uma preta que parece mais um cinto do que uma saia, é bem curtíssima e apertada; uma blusa Blanca bem justa, com o primeiro botão desabotoado.
Sapatos pretos de salto e um batom vermelho intenso. Quando se olha no espelho, se sente um lixo, parece uma puta. Ela nunca tinha se vestido daquele jeito, nem quando era jovem. Se sente completamente desconfortável, mas precisa aparentar normalidade, principalmente na presença do marido e do filho. Precisa fazer isso pela família. O salário dela é bom demais para largar, e além disso, a grana que vai receber por se vestir assim e sorrir não é tão ruim, afinal.
Quando Juan e Esteban ouvem o som dos saltos se aproximando da cozinha, ficam surpresos. Não lembram da última vez que Débora usou salto. Quando veem a figura dela entrando na cozinha vestida daquele jeito, tão gostosa, quase escandalosa, ficam de olhos arregalados.
(Juan) "Oi, mãe. Mas... vai trabalhar vestida assim?"
(Débora) "Por quê? O que foi? Agora sou secretária do chefe, represento a imagem da empresa. Na prática, sou tipo um cartão de visitas."
(Esteban) "O que isso significa? O que exatamente você tem que fazer? Entendi que era só uma secretária como qualquer outra."
(Débora) "Não, não sou só uma secretária, querido. É complicado."
(Esteban) "Hmm... não entendo. Acho que vou falar com o chefe. Mas essas roupas? Nunca te vi assim."
(Débora) "Essa é minha nova forma de me vestir. Ontem saí pra fazer compras depois de assinar o contrato. Agora ganho bem e posso gastar um pouco comigo, né? Bom, vamos, não podemos nos atrasar."
Terminado o café da manhã, depois de um silêncio constrangedor, Esteban e Débora vão trabalhar, enquanto Juan observa a mãe com muita preocupação. Ele a vê andando com dificuldade naqueles sapatos de salto alto, e a cada passo, as tetonas dela quase escapam da blusa. Além disso, dá pra ver claramente que por baixo da saia ela está usando meia arrastão.
Assim que chega no escritório, Débora se apresenta imediatamente ao novo chefe para mostrar como ela está vestida e ele a recebe com grande satisfação.
(Pedro) "Oi Débora, muito bem, agora você está vestida como deve, esse é seu uniforme, me traz um café e depois vai pro seu lugar esperar novas instruções"
Débora vai até a máquina de café enquanto o marido entra no escritório do chefe.
(Esteban) "Bom dia, Pedro, eu queria cumprimentar você e pedir esclarecimentos sobre o novo trabalho da minha esposa, eu pedi se podia contratá-la, mas não me referia... não sabia que ela ia trabalhar vestida assim todo dia no escritório"
(Pedro) "Qual é, você não tá feliz que sua esposa agora tem um bom trabalho com um bom salário? Não acha boas condições?"
(Esteban) "Sim, claro que tô feliz, mas..."
(Pedro) "Espera, agora mesmo ela foi pegar um café. Quer um?"
(Esteban) "Não, muito obrigado"
Nesse momento, Débora chega com o café, rebolando nos saltos altos, entrega a xícara pro chefe e tá quase saindo quando ele manda ela parar e, enquanto olha pro decote dela com o marido sentado na frente dele, Pedro diz:
(Pedro) "Débora, você tá feliz de trabalhar pra mim? Tá satisfeita com o trabalho que eu te ofereço e com o salário que você recebe?"
(Débora) "Ah, sim, tô muito feliz, obrigada. Você foi muito generoso ao me oferecer esse trabalho"
(Pedro) "Ah, tenho certeza que você vai ganhar seu salário com juros, agora pode ir e você, Esteban, pode voltar pro seu escritório, tenham um bom dia"
Esteban vai embora enquanto vê com raiva a esposa balançando a bunda na frente do chefe, que nunca perde a chance de dar uma olhada no decote e na raba dela.
Por vários dias, o tempo no escritório passa assim, com Esteban puto ao ver a mulher sempre sorrindo enquanto o chefe fica cada vez mais à vontade com ela, quase sempre almoçam juntos, ele aparece com ela na frente de toda a diretoria como se ela fosse o troféu dele.
Enquanto isso, Marcos se tornou o executivo mais... Jovem da empresa: "Que sorte ser filho do presidente."
Isso faz com que ele seja ainda mais arrogante e presunçoso quando sai com todos os amigos dele, que mal têm um emprego modesto como o que o Juan tinha. Naquela mesma noite, Juan tinha um encontro com a garota por quem estava apaixonado há tempos. Ele vai até a casa dela e vê o carro novo do Marcos estacionado perto da casa da moça.
Ele entende na hora o que aconteceu e, puto, pega uma pedra pontuda do chão e rasga toda a capota de lona do conversível do Marcos, achando que ele nunca vai imaginar quem foi. Vai pra casa arrasado, sem saber que, pela janela da casa da garota, o Marcos viu a cena perfeitamente.
No dia seguinte, na empresa, Marcos tem seu primeiro dia de trabalho e se reúne com o pai e todos os diretores na sala de reuniões. Quando vê o pai acompanhado daquela secretária gostosa e curvilínea, descobre que ela é a mãe do Juan, o colega idiota que na noite anterior fodeu o carro dele. Ele decide se vingar e, depois da reunião, fala com o pai.
(Marcos): "Pai, vi que você tem uma secretária gostosa, parabéns. Olha, queria te perguntar... Como gerente júnior, posso ter uma secretária também?"
(Pedro): "Hahaha, claro, filho, do jeito que quiser."
(Marcos): "Hum... pra ser sincero, queria a sua secretária..."
(Pedro): "O quê? Mas por que ela? Não prefere uma mina mais nova, da sua idade?"
(Marcos): "Não, a verdade é que eu gosto dela, se pra você não for problema."
(Pedro): "Claro que é problema, faz só uns dias que eu tinha escolhido ela pra mim... mas se você insiste, vou mandar ela se mudar pro seu escritório, eu arrumo outra."
Marcos ri debochado. É uma oportunidade boa demais pra se vingar do rival no amor: pegar a mãe dele como secretária. Parece que o destino tá do lado dele.
Quando o chefe fala pra Débora que, a partir daquele momento, ela não seria mais secretária dele e passaria Ao ser de outro dos executivos, ela fica perplexa, mas feliz, porque o novo chefe dela está no andar de cima. Assim, ela e o marido ficariam em lugares diferentes, e ter que usar roupas tão ousadas e agir de forma sexy não seria tão constrangedor. Além disso, quem sabe, talvez o novo chefe não peça esse tipo de coisa.
Ao se apresentar no escritório do Marcos, ela não esperava encontrar um chefe tão jovem.
(Débora) "Oi, sou a Débora, sua nova secretária."
(Marcos) "E eu sou o Marcos, seu novo chefe. Pode me tratar por 'você' sem problemas, já que vamos trabalhar juntos."
(Débora) "Tudo bem, embora sinceramente seja um pouco estranho trabalhar para alguém que poderia ter a idade do meu filho. Estou à sua inteira disposição e farei tudo o que o senhor pedir, já que não tenho experiência nesse trabalho."
(Marcos) "À minha disposição, hein? Bom, estava procurando uma secretária como você. Que calcinha você está usando agora?"
(Débora) "Calcinha? Mas... acho que não entendi o que..."
(Marcos) "Você mesma disse que vai fazer tudo o que eu pedir, não foi? Então responda. Quer ganhar seu salário, né?"
(Débora) "Sim, sim, quero, claro, mas é que não entendo o que minha calcinha tem a ver com..."
(Marcos) "Você não tem que entender nada. Eu sou seu chefe, você é minha funcionária. Eu faço uma pergunta e você responde. É simples assim, não precisa ter experiência pra entender."
(Débora) "É que me dá vergonha. Esse não é um assunto pra se tratar com estranhos, muito menos com um rapaz tão novo."
(Marcos) "Eu não sou um rapaz novo, sou seu chefe, sabe? E agora me responda."
(Débora) "Bom... no momento estou usando uma calcinha fio dental de renda vermelha e um sutiã de renda da mesma cor."
(Marcos) "Uau, menos mal que você estava com vergonha da pergunta, e no fim vem trabalhar de fio dental. Deixa eu ver, vamos."
(Débora) "Ver? Você acha que vou levantar minha saia na sua frente?"
(Marcos) "Você vai... O que eu vou te falar, meu pai é o seu Pedro, já me falou da sua entrevista de emprego, então não vem com frescura. Além disso, não quero que você levante a saia, quero ver sua calcinha fio dental de perto. Tira ela agora e me dá."
Débora está morrendo de vergonha. O novo chefe dela é filho do Pedro e, pelo que está ouvindo, é tão porco quanto o pai. Por outro lado, ela também não tem muitas opções.
(Débora) "Mas como? Não, não posso, não consigo..."
(Marcos) "Tira agora. Ou sua carreira termina aqui antes de começar."
(Débora) "Não, não, por favor. Vou tirar minha calcinha fio dental agora mesmo, já vou te entregar."
Débora enfia as mãos por baixo da saia curta e, morrendo de vergonha, abaixa a calcinha para entregar ao novo chefe.
(Marcos) "Hmm, tem um cheiro gostoso, sabia? Acho que vou ficar com ela."
(Débora) "O que isso significa? Você não vê que estou usando uma saia muito curta? Já estou envergonhada o bastante de me vestir assim por ordem do seu pai. A cada passo que dou, dá pra ver a borda da meia-calça, e quando sento e cruzo as pernas, minha calcinha fica à mostra para todo mundo. Agora não posso ficar sem calcinha, todo mundo vai perceber que não estou usando nada por baixo da saia."
(Marcos) "Você é minha secretária, certo? Então, de agora em diante, você nunca mais vai usar calcinha. Tem que se apresentar aqui sempre com a buceta de fora. Entendeu? Se não gostar, fala na hora que eu chamo o RH para rescindir seu contrato."
(Débora) "Ai, meu Deus, o que você está me pedindo... ok, aceito. A partir de agora, nunca mais vou usar calcinha. Espero que não vá me pedir outras coisas assim."
(Marcos) "Mas fala. Quero ouvir você dizer para eu entender que está tudo claro. Fala que a partir de agora você vai vir com a buceta de fora."
Débora, olhando para o chão de cabeça baixa, repete:
(Débora) "Vou vir trabalhar todo dia com a buceta de fora."
(Marcos) "Lembra que aqui quem manda sou eu. Se ainda quiser esse emprego... trabalho, você tem que fazer tudo que eu mandar, combinado? Repete"
(Débora) "Sim, sim, vou fazer tudo que você pedir. Posso ir pra minha mesa agora?"
(Marcos) "Claro, pode ir agora e quando andar, mexe essa bunda gostosa que você tem, todo mundo tem que ficar de olho, hahaha"
Uma lágrima escorre pela bochecha de Débora, ela nunca imaginaria que seu novo chefe seria ainda mais sádico que o anterior. Mas esse emprego é muito importante pra ela, e ela faria qualquer coisa pra mantê-lo.
Desde aquele dia, Débora vai trabalhar com o marido sem calcinha, até que Esteban, enquanto ela entra no carro uma manhã, percebe que por baixo da minissaia a mulher dele não tá usando nada.
(Esteban) "O que você tá fazendo! Não basta se vestir de um jeito escandaloso, agora nem calcinha você coloca mais? Não sei o que aconteceu com você e não sei o que tá escondendo de mim, mas de agora em diante acabou o trabalho. Volta pra casa, pra ser dona de casa como antes."
(Débora) "Como você ousa me dar ordens? Agora eu ganho muito mais que você e não tem nenhum direito de me dizer o que devo ou não fazer, vou trabalhar vestida do jeito que eu quiser, se não quer me ver vestida assim, fica você em casa, pelo menos enquanto meu salário for maior que o seu."
Essa conversa se estende até chegarem na empresa, onde os dois são separados, cada um no seu próprio escritório.
Débora está muito triste, não só é obrigada a se humilhar daquele jeito, mas também tem que se sentir ofendida pelo marido.
A manhã inteira ela responde distraída pro chefe, só consegue pensar na briga com o marido Esteban.
Depois que Marcos a chama várias vezes sem resposta, ele diz:
(Marcos) "Débora, você passou a manhã toda distraída, e isso tá atrasando meu trabalho. Faz um café pra mim e depois se concentra, ok?"
Débora faz o café e quando leva a xícara pro chefe, por causa do nervosismo e da falta de atenção, tropeça e a xícara de café derrama inteira na calça do Marcos.
(Marcos) "Que porra você tá fazendo? Viu a merda que arrumou?"
(Débora) "Desculpa, sinto muito mesmo, tô com a cabeça em outro lugar hoje de manhã, vou limpar agora já."
(Marcos) "Limpa agora, daqui a vinte minutos tenho uma reunião super importante e não posso aparecer assim."
(Débora) "Tira a calça que eu lavo a mancha."
(Marcos) "Aff, tá bom, olha, você me molhou inteiro, até minha cueca tá encharcada."
(Débora) "Sinto muito, Marcos."
(Marcos) "Sentir não adianta nada, você me deixou todo sujo de café e ainda tava fervendo, limpa minha cueca também."
(Débora) "Tá bem, tira ela também, vejo o que dá pra fazer."
(Marcos) "Me ajuda a tirar a roupa, fica de joelhos na minha frente e puxa enquanto eu abro o cinto."
(Débora) "Sinto muito, juro."
(Marcos) "Olha, olha o que você fez, me queimei quase até a pica, tinha que te mandar embora agora mesmo, você só tá aqui pra me trazer um café e ainda faz merda."
(Débora) "Não, por favor, me perdoa, não fiz de propósito."
(Marcos) "Olha o que você fez, minha pica tá vermelha, você me queimou com o maldito café até as bolas, já que tá de joelhos na minha frente, me faz um boquete, aí eu ignoro essa bagunça e você mantém seu emprego."
Ao ouvir isso, Débora se levantou na hora...
(Débora) "Como você ousa, seu porco nojento, vou te denunciar, quem você pensa que eu sou?"
(Marcos) "Hahaha, no outro dia quando você me deu sua calcinha fio dental pra manter o emprego, deixou bem claro quem você é."
(Débora) "Vou te denunciar agora mesmo, vou falar com o presidente."
(Marcos) "Hahaha, e o que você acha que ele vai dizer? O presidente é meu pai, por que você acha que te contratei? Se for chorar no escritório dele, ele provavelmente vai pedir pra você fazer um boquete nele primeiro, hahaha."
(Débora) "Vou Polícia, seu filho da puta?"
(Marcos) "A polícia? Com que provas? Vai ser sua palavra contra a minha. Tô vendo que você não quer fazer o que eu mando. Tá demitida."
Débora pensou nas palavras de Marcos. Era claro que ele tinha razão sobre o pai dele e provavelmente também sobre a polícia. Ela não tinha provas. Além disso, pensou de novo no que significaria perder o emprego.
(Débora) "Não, por favor, você não pode me demitir. Vou esquecer o que você disse e vamos fingir que nada aconteceu aqui. Vou limpar sua calça e depois..."
(Marcos) "Eu não vou esquecer nada. E se você quer manter seu emprego, vou te dizer pela última vez: ajoelha e me faz um bom boquete com essa boca gostosa que você tem, ou não só você, mas seu marido também vai ser demitido. Entendeu, puta?"
(Débora) "Você não pode fazer isso."
(Marcos) "Posso fazer o que der na minha telha. Você tem um contrato de experiência. Digo que não tô satisfeito com seu trabalho e mando a puta pra rua. E se eu falar com meu pai, ele também demite seu marido. Vai ter que indenizar pelos anos trabalhados, mas não vai ser muita grana. E na idade dele, com o mercado do jeito que tá, cê acha que vai ser fácil arrumar outro trampo tão bem pago?"
O cérebro de Débora funcionava a mil. Não sabia como tinha se metido naquela situação, como a vida dela tinha dado essa virada, como a alegria de sair de casa e trabalhar estava virando um pesadelo. Mas, de novo, aquele moleque tinha razão. Agora não era só o emprego dela que tava em jogo, mas o do marido também. O que ia acontecer se os dois fossem pra rua?
(Débora) "Por favor, não, não faz isso. Eu vou te chupar, mas por favor, que ninguém nunca fique sabendo disso."
Débora tinha falado sem pensar. Não queria ter dito aquilo, na verdade, mas sabia que a única alternativa era a família dela acabar na rua.
O pesadelo em que a vida dela tinha se transformado com Pedro não tinha acabado. Na verdade, agora ela tava afundada num ainda maior com Marcos. Ela não vê outra opção a não ser dar um boquete no chefe se não quiser perder o emprego.
Ela se ajoelha na frente dele, e esse simples gesto já é o suficiente pra rola do Marcos ficar dura na hora, sabendo o que está por vir.
(Marcos) "Pega aqui, vê como tá dura"
Marcos não precisou repetir, e a Débora levou a mão até a rola e segurou. Pra cobrir ela inteira, precisaria das duas mãos. Na vida dela, só tinha visto de perto umas duas picas antes da do marido. O pau do Marcos tava muito duro e quente.
Por instinto, Débora começou a mover a mão pra cima e pra baixo. Marcos tava no paraíso, olhando a mãe do Juan batendo uma punheta pra ele, e sorriu ao pensar no que o filho faria se visse o que tava rolando. Assim ele aprende a não destruir os carros dos outros, pensou consigo.
(Marcos) "Agora enfia na boca"
Marcos sentiu o bafo da Débora na rola quando ela enfiou a cabeçona grossa do pau dele na boca. Débora passou a língua na glande do Marcos, enquanto segurava a rola pela base com as duas mãos.
(Marcos) "Ummm, que boquinha"
Marcos, com os olhos semicerrados, curtia o espetáculo. Não só tava recebendo um boquete, como quem tava chupando era a mãe do Juan, o filho da puta que tinha fodido o carro dele.
A boca da Débora chupava e sugava a ponta da rola, enquanto a mão dela subia e descia pelo tronco duro. Marcos gemia cada vez mais alto.
Marcos tirou a rola da boca da Débora e bateu com ela nas bochechas dela.
(Marcos) "Não seja gulosa, chupa minhas bolas um pouco. Ainda não quero gozar, e se você continuar chupando assim, não vou aguentar muito tempo"
Débora, com lágrimas nos olhos, focou nas bolas do chefe. Lambeu, chupou e mordiscou elas por vários minutos, até o Marcos falar:
"Agora quero que você engula ele inteiro"
(Débora) "Não sei se consigo"
(Marcos) "Se eu falo pra você engolir inteiro, você engole inteiro e pronto ponto"
Débora, com as duas mãos apoiadas no chão, aproximou a boca do pau do Marcos e foi enfiando ele na boca aos poucos, primeiro a cabeça, depois um pouco mais, um pouco mais, até que a ponta do pau do Marcos roçou a campainha da Débora. Ainda faltavam uns centímetros e a boca dela já estava cheia.
Marcos, vendo que Débora não conseguia engolir mais, aproveitou pra segurar a cabeça dela com as duas mãos e empurrar o pau até o fundo da garganta, enquanto começou a foder a boca dela com fúria.
Débora começou a ter ânsia e tentou se afastar pra trás, mas não conseguiu. Marcos segurava ela firme. Ela achou que ia se afogar, mas logo a garganta da Débora se acostumou com o pau que a invadia.
Marcos começou a xingar ela com um tom cada vez mais vulgar.
(Marcos) "Continua assim, chupa meu pau, agora esse é seu novo trabalho. Entendeu, puta? Me responde: qual é o seu trabalho a partir de agora?"
Marcos tirou o pau da boca da Débora. Ela tossiu e se recuperou da fodida que a boca dela tinha levado, mas não respondeu. Marcos bateu com força no rosto da Débora com o pau e disse:
(Marcos) "Seu trabalho é chupar meu pau toda manhã. Repete ou vai pra rua."
Nesse ponto, Débora só podia obedecer. Depois de ter chupado o pau do Marcos, não podia perder o emprego por não falar o que ele queria ouvir.
(Débora) "Chupar seu pau. De agora em diante, meu trabalho vai ser te fazer um boquete toda manhã."
(Marcos) "Isso mesmo, puta. Você é minha secretária gostosa, né?"
(Débora) "Sim, sou sua secretária puta."
(Marcos) "Hahaha, vejo que você tá entendendo."
O efeito do boquete e da conversa extremamente excitante levaram Marcos quase ao orgasmo. Ele enfiou o pau de novo na boca quente da Débora, que continuou mamando sem reclamar.
Em poucos segundos, Marcos começou a ficar tenso e a gemer entrecortado. Pouco antes de gozar, apertou a cabeça dela. ainda mais forte contra o pau dele, logo um espasmo, dois, três, cada espasmo era um jato de porra que Marcos soltava dentro da boca da mãe do Juan, obrigando ela a engolir toda a porra dele.
Assim que terminou de despejar todo o esperma na garganta dela, ele fala
(Marcos) "Muito bem, rabuda, agora limpa minha calça, que tenho que ir pra reunião"
Antes de Débora se levantar do chão, Marcos agarra os peitos dela e, quando ela fica de pé, dá um tapa forte na bunda dela e diz...
(Marcos) "Você tem um corpo de puta de verdade, quando eu voltar da reunião vou te foder bem gostoso, como você merece, agora você é minha puta, à minha disposição total. Entendeu?"
(Débora) "Como assim? Não vou repetir isso, pensei que a gente tinha combinado que seria só dessa vez"
(Marcos) "Só uma vez? hahaha, você vai me chupar sempre que eu quiser se quiser manter seu emprego, e é melhor você ser tão boa fudendo quanto chupando, disso depende seu trampo"
Isso já tinha ido longe demais, Débora não estava disposta a se tornar a puta daquele moleque em tempo integral, a família dela e ela iam se virar, mas aquilo era demais, ela estava pronta pra sair do escritório mas...
(Marcos) "Além disso, não depende mais só do seu emprego e do do seu marido"
(Débora) "O que você quer dizer?"
(Marcos) "Dois anos atrás teve uns roubos na empresa, instalaram câmeras nos escritórios da diretoria, que é onde ficam as coisas mais importantes, só meu pai tem acesso a essas gravações e logicamente só vê se tiver algum problema. O que você acha se, além de mandar você e seu marido embora, a gente postar na rede da empresa o que acabou de acontecer nesse escritório? Quem sabe até pode dar um erro e vazar pra internet"
O pânico tomou conta de Débora
(Débora) "Se isso acontecer, todo mundo vai saber que você me chantageou, que me forçou"
(Marcos) "Infelizmente as gravações são só de vídeo, sem áudio Nelas só vai dar pra ver como você se ajoelha e começa a chupar a pica do seu chefe. O que seu marido ia achar disso? Agora vou te falar de novo: quando eu voltar da reunião, vou te foder gostoso, como você merece. Agora você é minha putinha, à minha disposição total. Entendeu?
Abatida e desconsolada, Débora estava presa...
(Débora) "Sim, sou sua putinha e pode me foder sempre que quiser."
(Marcos) "Assim é melhor. Vejo que já estamos nos entendendo. Quando eu voltar, quero você pronta e pelada pra fazer seu trabalho."
(Débora) "Mas... e se alguém entrar e me ver aqui nua?"
(Marcos) "Fica tranquila que vou trancar a porta. Ninguém vai entrar aqui. Além disso, ninguém vai sentir sua falta. Afinal, você só tá aqui pra me trazer café, chupar e foder."
Débora teve tempo pra pensar durante a reunião do Marcos, mas infelizmente não lhe ocorreu nada que pudesse tirá-la daquela situação. Só restava se resignar ao inevitável: ela ia se tornar a putinha do chefe.
Quando Marcos voltou da reunião, encontrou a secretária nua no escritório, como ele tinha mandado. Se Débora já tinha um corpaço vestida, pelada era ainda melhor: dois peitões bem grandes e firmes pra idade dela, e uma buceta com uma fina linha de pelos.
(Marcos) "Senta na mesa e abre as pernas. Quero provar essa bucetinha."
Débora obedeceu sem reclamar. Sentou na beirada da mesa do chefe enquanto ele se abaixava entre as pernas dela e encostava a boca no clitóris, começando a mordiscar com delicadeza. A língua de Marcos fazia círculos enquanto Débora se agarrava com força na borda da mesa e olhava fixo pro teto do escritório.
Marcos levou as mãos pra cima, agarrando os peitos dela e apertando os bicos. Começou a puxar com força, e rapidamente eles ficaram duros, enquanto a língua dele penetrava mais fundo dentro de Débora.
(Marcos) "Vou fazer você gozar. secretária putinha"
Marcos continuava trabalhando a buceta da Débora sem parar, não só com a língua, mas também com as mãos, enfiando dois dedos dentro dela e mexendo pra lá e pra cá.
Débora estava prestes a gozar, Marcos trabalhava a buceta dela com maestria e, por mais que tentasse evitar, estava prestes a explodir. Ela gozou mordendo os lábios até quase sangrar, não queria dar ao chefe a satisfação do orgasmo.
(Marcos) "Agora fica de quatro no tapete que vou te foder igual uma cadela e me pede pra te comer"
Débora obedeceu, mas não pediu pra Marcos comer ela.
(Marcos) "Me pede pra te comer ou vou levantar as persianas e abrir a porta pra todo mundo no escritório te ver nua e de quatro aqui"
Débora, morrendo de medo com aquilo...
(Débora) "Por favor, chefe, me fode, enfia em mim"
(Marcos) "Agora mesmo, putinha"
Marcos tirou a roupa da cintura pra baixo e ficou atrás da Débora.
(Débora) "Por favor, coloca camisinha"
(Marcos) "Hahaha, nada disso, eu como puta no pelo"
Débora sentiu o pau dele encostar na bunda dela e o Marcos procurando a entrada da bucetinha dela. Na hora, ele começou a abrir caminho dentro dela, primeiro devagar e com cuidado, mas não demorou muito pra enfiar até o fundo, fazendo a Débora soltar um grito com a estocada forte que a pegou de surpresa.
Marcos fazia um vai e vem cheio de energia e vigor, próprio da juventude dele.
(Marcos) "UFFF, que bucetinha gostosa, vou usar ela todo dia"
Ao mesmo tempo que falava aquilo, não parava de meter selvagemente, tirando o pau quase por completo e, depois, agarrando com força os quadris da Débora, enfiando de novo até o fundo.
As sacudidas eram brutais, e os peitões da pobre secretária balançavam violentamente pra frente e pra trás no ritmo da penetração.
Marcos começou a dar tapas na bunda dela.
(Marcos) "Eu sei que você adora isso, putinha sei que tu gosta de saber que um garotão tá te comendo gostoso, vou meter também no teu cu”
(Débora) “Não, por favor, pelo amor de Deus, no cu não”
(Marcos) “Hahaha, tá bom, vou ser um chefe bonzinho e hoje não vou te comer no cu”
Marcos começou a meter com toda a força que tinha, Débora só pensava na possibilidade de alguém entrar de surpresa no escritório e pegar os dois transando igual cachorros, a pica do Marcos partia Débora ao meio, Marcos começou a gemer e bufar.
(Marcos) “Já vou gozar, já vou gozar, tomaaa”
Marcos se esvaziou dentro da secretária, que sentia o líquido quente dentro dela, tentava se jogar pra frente mas o garoto segurava firme a cintura dela e não pensava em soltar até ter depositado a última gota de porra dentro da mãe do João.
Marcos se levanta e senta na cadeira, Débora também se levanta e pega a roupa pra se vestir, mas Marcos fala…
(Marcos) “O que cê tá fazendo?”
(Débora) “Me vestir, achei que…”
(Marcos) “Você não tá aqui pra pensar, qual é o seu trabalho?”
(Débora) “Chupar e foder”
(Marcos) “Exato, e ainda falta uma hora pra acabar seu expediente, então me dá 5 minutos e sobe em cima de mim”
5 minutos depois Marcos já tava fodendo Débora de novo, ela quicava na pica do Marcos e a cadeira do escritório rangia como se fosse quebrar com o peso dos dois corpos, nessa posição Marcos brincava com os peitos de Débora, que adorava chupar, lamber e apertar, mostrando a força Marcos agarrou a bunda de Débora e se levantou com ela montada, fodendo ela em pé desse jeito, ela não podia fazer nada além de se agarrar no Marcos pra não cair e ele fazia todo o trabalho, descendo e subindo ela, fazendo a pica sair e entrar nela.
Quando ele tava perto de gozar, Marcos colocou Débora no chão, mandou ela se ajoelhar e meteu a pica na boca dela, descarregando pela terceira vez naquela manhã direto na garganta dela. estômago.
Quando o expediente chega ao fim, Débora volta pra casa de carro com o marido como de costume, claro que disfarça e não fala uma palavra sequer sobre o que rolou durante o dia.
Depois de vários dias, Débora se tornou o objeto sexual de Marcos. Toda manhã, depois de preparar o café, ela é obrigada a se ajoelhar debaixo da mesa e fazer um boquete gostoso enquanto ele toma o café. Marcos adora gozar dentro da boca de Débora e ver ela engolir tudo, sempre diz:
(Marcos) "Já tomamos café da manhã os dois, eu meu café e você a porra, hahaha"
Depois, durante o dia, é comum Marcos chamar ela no escritório pra foder em todas as posições possíveis. Ele adora especialmente meter de quatro ou deixar ela montar nele no chão. Quando ele chama ela e manda trancar a porta com o ferrolho, ela já sabe que tem que abrir a blusa e mostrar os peitos.
Marcos é apaixonado por aquelas tetonas enormes, adora sacudi-las enquanto fode e mordiscar os biquinhos rosados. Às vezes ele manda ela tirar tudo, outras vezes só a parte de cima. Como ela nunca usa calcinha, Marcos só precisa levantar a saia dela e já pode furar sem problema, mas sempre quer ver os peitos, isso é exigência. Ele adora ver eles balançando enquanto penetra.
Muitas vezes ele goza na cara dela, nos peitos ou direto dentro da boca. Por sorte, ele não gozou mais dentro da buceta da Débora, mas mesmo assim ela começou a tomar pílula porque não quer correr risco.
Marcos adora humilhar ela e muitas vezes manda ela sair do escritório com a cara suja de porra. Às vezes o marido pergunta no carro o que aconteceu com o batom dela, e ela dá alguma desculpa esfarrapada, já que não pode contar que quase todo dia o batom borra porque ela tá chupando a pica do chefe.
O acaso quis que que em poucas semanas Juan reprovou a prova pra entrar na universidade e, tristemente, confessa seu fracasso pros pais.
Esteban e Debora tentam animá-lo, e enquanto a mãe diz que ele pode tentar de novo no ano seguinte, o pai fala que, enquanto isso, o "amigo" Marcos pode arrumar um trampo pra ele na empresa também. Debora não tá presente quando Esteban propõe isso pro filho, então ainda não sabe que o tarado do chefe dela também é amigo do filho.
No dia seguinte, Juan se candidata como funcionário, e quando Marcos descobre a candidatura de Juan, assina o contrato dele na hora. Ele não acredita na sorte que teve do acaso fazer com que Juan precisasse trabalhar e aparecesse bem ali. Agora Marcos vai poder curtir a vingança dele por completo.
Agora os três membros da família trabalham juntos na mesma empresa, e Juan tá bem feliz, apesar de ter reprovado no vestibular. Claro que ele ainda não sabe que a mãe dele é a secretária puta do Marcos...
No primeiro dia de trabalho de Juan, Marcos chama ele pro escritório. Quando Juan entra na sala do novo chefe, vê Marcos sentado na cadeira dele atrás da mesa e se senta na frente dele, do outro lado da mesa, como Marcos pediu.
Quando Juan se aproxima, sente um movimento embaixo da mesa, mas não consegue ver o que tá rolando até finalmente sentar e enxergar, por uma fresta na decoração da mesa, a figura de uma mulher usando uma saia bem bem curta e a bunda praticamente de fora. Ela tá de joelhos na frente de Marcos. Logicamente, não é difícil imaginar o que a mulher tá fazendo debaixo daquela mesa.
Juan acha que isso explica por que Marcos não levantou pra cumprimentá-lo quando ele entrou no escritório e também a expressão estranha na cara dele. Juan não acredita no que tá acontecendo: o antigo colega de escola que agora é o novo chefe dele... ligou para o escritório dele bem na hora em que uma mulher está fazendo um boquete nele.
(Marcos) "Oi Juan, olha, te liguei aqui no meu escritório pra te dar as boas-vindas na nossa empresa. Eu sei que rolou uns mal-entendidos entre a gente, principalmente com as minas, mas espero que a gente possa continuar sendo bons amigos e sair de boa em grupo, igual quando a gente ia pro colégio. Além disso, quero que você saiba que fui eu quem te contratou, principalmente pela amizade que a gente tem. Nessa empresa também trabalham seus pais, é legal ver uma família tão unida. Seu pai é um trabalhador incansável e sua mãe é uma mulher talentosa. Ela tem uma habilidade manual excelente e aprendeu rápido tudo que precisa fazer na empresa. Sabe se virar e é muito competente, tem talentos escondidos e ainda se dedica pra caralho, melhorando cada dia mais. Você precisa saber que eu sempre cuido dela pra que o trabalho dela seja agradável, até neste exato momento."
Enquanto Marcos fala essas palavras, Débora percebe que ele está falando com o filho dela, mas não consegue parar de chupar a pica do chefe. Sair de debaixo da mesa seria muito pior do que ficar ali naquele momento. Juan, por sua vez, não prestou muita atenção no que Marcos disse.
Já que está distraído pensando no que está rolando debaixo da mesa, também não entendeu o significado oculto do discurso do novo chefe nem as indiretas sobre a boca e os lábios da mãe dele e os talentos escondidos dela.
Quando Marcos não está olhando, Juan aproveita pra espiar a mulher pela fresta. Vê a cabeça dela se movendo rapidamente na pica de Marcos. Ela está de quatro e ele percebe que por baixo da saia ela não está de calcinha, dá até pra ver a buceta dela totalmente exposta.
Juan percebe que Marcos está com as duas mãos debaixo da mesa, na cabeça dela, provavelmente pra acelerar o boquete, e se pergunta se o inimigo dele vai ser capaz de gozar na boca dela enquanto isso. Continue conversando com ele.
A curiosidade logo é satisfeita, em poucos segundos ele vê Marcos mudar radicalmente a expressão, num sinal claro de que está gozando na boca da misteriosa dama debaixo da mesa, que pelo visto tá engolindo tudo, puta safada, pensa o pobre do Juan sem saber quem é aquela mulher.
(Marcos) "E te digo uma coisa em segredo, quem sabe, se trabalhar direito, você sobe de cargo e a gente te arruma sua própria secretária. Se tiver sorte, vai pegar uma secretária gostosa que te faça um boquete toda manhã e você pode foder ela quando quiser, sem problema, hahaha. Bom, já falei tudo que queria, pode ir agora, e repito como tô feliz de ter você na empresa, tenho certeza que vai curtir muito seu tempo aqui com a gente."
Quando Juan sai do escritório, fica por perto pra descobrir quem é a mulher misteriosa, a curiosidade é grande demais. Marcos imagina a intenção do Juan e, de fato, espera que ele esteja lá fora esperando, já que tudo faz parte do plano dele.
Sabendo que Débora não faz ideia de que o filho tá esperando do lado de fora do escritório, ele diz:
(Débora) "Eu não sabia que meu filho era seu colega, nunca conheci o grupo de amigos dele, ele quase nunca trazia ninguém pra casa. Por que você chamou ele pro escritório enquanto eu tava te chupando? Você é louco?"
(Marcos) "Hahaha, sim, eu e Juan somos amigos e colegas há uns 5 anos, estudamos juntos. Fica tranquila, ele não viu nada, não sabe que a puta da mãe dele engoliu minha gozada na frente dele. Agora sai e traz um pacote de papel pra impressora, valeu."
Débora sai do escritório pela mesma porta por onde o filho tinha saído segundos antes e vê Juan a poucos metros, olhando pra ela horrorizado.
(Débora) "Ah, oi Juan, o que você tá fazendo aqui?"
(Juan) "Nada, o Marcos me chamou no escritório dele. E você... tava fazendo o quê... onde você tava...?"
(Débora) "Eu tava no escritório do... Marcos, sou sua secretária, sabe?
(Juan) "Acabei de sair do escritório dele agora há pouco e não te vi..."
(Débora) "Não sei, não sei o que te dizer, agora me desculpa, tenho muito trabalho, a gente se vê depois, querido."
Enquanto Débora vai embora, Juan está assimilando com horror que sua mãe era a mulher misteriosa que estava fazendo um boquete no Marcos enquanto ele falava com ele, a mesma que não teve problemas em engolir toda a porra do chefe dele. Ele ainda consegue ver sua mãe andando pelo corredor, se aproxima de uma estante para pegar um monte de papéis e, ao fazer isso, sua saia minúscula deixa toda a bunda dela à mostra. Ele já sabia que sua mãe ia trabalhar com uma saia bem curta, mas agora vê que ela nem está de calcinha.
Depois ela se vira com o pacote de folhas na mão e entra de novo no escritório do Marcos, fechando a porta atrás de si. A última imagem que Juan vê é o olhar do Marcos cravado na bunda da mãe dele...
O dia de trabalho foi interminável para Juan, que está completamente atordoado pela descoberta de saber que sua mãe é a secretária gostosa do Marcos, o cara que ele mais odeia no mundo, principalmente depois de ver o carro dele na casa da sua namorada.
Ele sabe também que Marcos deve saber que aquela mulher é a mãe dele, por isso comentou aquela história de família unida trabalhando na mesma empresa e tudo aquilo sobre os talentos dela, as habilidades manuais dela. Juan está aterrorizado e confuso.
No final do expediente, eles voltam para casa separados: Juan no carro dele e os pais juntos no carro do pai. Durante o jantar, Juan não tem coragem de olhar nos olhos da mãe. Quando o pai pergunta como foi o dia dela, ela responde com naturalidade que não fez nada diferente dos outros dias, só fez o trabalho típico de secretária.
No dia seguinte, Juan decide enfrentar o Marcos e, assim que chega na empresa, se apresenta no escritório do chefe cheio de ódio...
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Estamos no verão, a escola acabou de terminar e os garotos se formaram com sucesso. Juan e Marcos saem com o mesmo grupo de amigos, onde Marcos é o líder. Ele é um dos caras mais ricos da cidade e poderia ter estudado na escola mais elitista do país, mas os pais dele achavam que faria bem ele se misturar com garotos de classe social mais baixa, pra ele não viver achando que todo mundo tem uma vida tão confortável quanto a dele.
Ele sempre organiza megafestas na casa dele, troca de carro todo mês e sai com quantas garotas quiser, já que nenhuma resiste a ele. Por isso, todos os moleques, inclusive os amigos, o invejam, mas pelo menos podem aproveitar a amizade dele e o que vem junto com ser amigo de um cara com tanta grana.
Juan, por outro lado, nem carro tem. É um garoto gentil, muito inteligente, mas toda vez que se interessa por uma garota, inevitavelmente Marcos a conquista na frente do nariz dele. Juan tem muitas qualidades, mas nenhuma consegue competir com a qualidade mais importante de Marcos: a conta bancária dele. Juan sofre muito com essa situação, mas sabe que os pais dele, embora tenham uma condição financeira boa, não podem se comparar com os de Marcos. Então ele decide arrumar um emprego como garçom pra poder pagar, pelo menos, um carro usado, comprado parcelado.
Débora é uma mulher linda de 43 anos, com pernas finas, uma bunda perfeita, cabelos longos, lindos olhos verdes e, acima de tudo, o que mais chama a atenção nela à primeira vista: uns peitos enormes e firmes.
Ela é dona de casa, nunca trabalhou fora do lar e, por isso, não conhece muita gente nem tem muitas amigas. Além disso, o filho dela, Juan... Praticamente ela também não convida muita gente pra casa, nem o marido dela, então o círculo social dela é bem limitado.
Juan, desde que começou a ganhar um dinheirinho como garçom, mudou o estilo de vida. Agora tem um carrinho usado só dele, sai quase toda noite com a turma de amigos, enquanto antes não podia, porque no máximo conseguia sair um dia por semana. Assim, ele acha que tem mais chance de ficar com uma mina do grupo por quem tá apaixonado há meses.
O único problema é que agora ele tem menos tempo pra estudar pro vestibular, e ele sabe que essa prova é muito importante pro futuro dele, porque se não passar, vai ter que continuar num trampo modesto de garçom.
Os pais dele sabem que é muito importante pra ele trabalhar como garçom, porque o salário permite pagar o carro e sair com os amigos, mas conseguem convencer o Juan a largar o emprego pra dedicar mais tempo aos estudos.
Esteban tem uma ideia: ele pode pedir pro chefe dele, Pedro, contratar a Débora como funcionária. Assim, com dois salários, eles conseguem pagar as prestações do carro do filho, e ele não precisa sacrificar a vida social pra estudar.
Quando Pedro recebe o pedido do Esteban, ele observa com atenção, mas ao perceber que a Débora nunca trabalhou na vida e não tem nenhuma experiência, responde que não tem nenhum interesse em contratar ela.
Pedro fala pro Esteban que sente muito, mas que logicamente, ainda mais nesses tempos de crise com tanta gente qualificada procurando emprego, não pode contratar uma pessoa sem nenhum preparo ou experiência profissional.
Esteban diz pro chefe que lamenta ouvir isso, mas entende. A esposa dele, Débora, tá no escritório, então, mesmo que não vá contratar ela, Esteban insiste em apresentar ela pro chefe. Assim que ela entra no escritório, ao ver ela, Pedro mudou de ideia. Imediatamente depois de dar sua opinião, Débora se apresenta e agradece pelo emprego. O marido dela comunica que, infelizmente, Pedro não vai contratá-la, mas ele diz que pensou melhor: pelos anos de trabalho que Esteban dedicou à empresa e por ser um bom funcionário, vai fazer esse favor e contratar Débora como sua secretária pessoal a partir do dia seguinte. Pouco depois, Esteban e sua esposa saem da multinacional com o contrato já assinado.
Os pais chegam em casa felizes e logo contam a boa notícia ao filho. Juan não vai precisar devolver o carro — com o salário da mãe (bem mais alto que o do pai), ele pode ficar com ele e ainda sair com os amigos sem problemas.
Juan fica super feliz, já que vai poder manter a mesma vida de antes, mas com a comodidade de não precisar mais trabalhar no bar onde era garçom.
Esteban também está feliz, mas não consegue entender direito a mudança repentina de opinião do chefe, muito menos por que sua esposa, sem nenhuma experiência, vai ganhar bem mais que ele. Já Débora está encantada: finalmente pode sair de casa e ver caras diferentes. Depois de tantos anos fazendo a mesma coisa, estava cansada de uma vida monótona e entediante.
No dia seguinte, no primeiro dia de trabalho, Débora se veste como costuma ficar em casa: calças confortáveis, tênis e um suéter.
Quando Pedro a vê, chama ela para o escritório para discutir em particular as funções dela.
(Pedro) — Bem, Débora, senta aí que a gente precisa discutir uma coisa. Quero ser honesto com você: é melhor você saber o verdadeiro motivo pelo qual te contratei. Você nunca fez nada, não tem experiência profissional nem ensino superior, então ninguém ia te oferecer emprego. Isso você precisa ter bem claro na sua cabeça. Você trabalha aqui porque eu quis, mas não por sentir pena do seu filho, nem porque seu marido foi um grande funcionário, mas sim porque preciso de uma secretária gostosa. que me acompanhe nos meus compromissos de trabalho. Portanto, você não tem nenhuma tarefa específica, só precisa sorrir e me trazer café, nada mais.
Como você vê, estou pedindo muito pouco pelo alto salário que vai receber. Por isso mesmo, só exijo uma coisa: quero que você se vista apropriadamente, com minissaia, meia arrastão à mostra, lingerie sexy, salto agulha, blusa desabotoada com um decotão, bem maquiada e bem perfumada. Entendeu?
(Débora) "Como você ousa me propor uma coisa dessas? Sou uma mãe de família, seu sem-vergonha, não sou nenhuma garota de enfeite e muito menos vou ficar desfilando por aqui como se fosse uma coelhinha da Playboy. Não tenho a menor intenção de fazer o que você está pedindo!"
(Pedro) "Tenha muito cuidado e lembre-se de que seu marido trabalha para mim. Acho que você pode abrir mão do seu salário, mas não acredito que consiga abrir mão também do salário do seu marido. Você me decepcionou. Te ofereci uma oportunidade de ouro, um salário enorme praticamente por não fazer nada, algo pelo que muita gente mataria hoje em dia. Mas, como quiser, agora pode ir embora."
Débora vai embora furiosa, ainda não acredita no que Pedro propôs a ela. Quando chega em casa, pronta pra contar tudo, encontra o marido e o filho, que prepararam tudo pra celebrar o novo contrato dela: petiscos, espumante, música, etc.
Quando entra em casa, os dois a abraçam. Ela não tem coragem de contar a verdade.
Passam a tarde toda comemorando. Esteban imagina tudo o que poderão fazer com dois salários. Já João está muito feliz por sua mãe estar trazendo um salário tão bom pra casa. Agora não só ele consegue pagar todas as prestações do carro tranquilamente, como também pode sair com os amigos, convidar a garota de quem ele tanto gosta pra sair e muitas outras coisas que antes ele nem podia bancar.
Ela não sabe o que dizer, parece estar vivendo um pesadelo. Sabe que a felicidade da família depende dela e sabe que vai ter que pedir perdão ao Pedro. pedir pra ela recontratar ela, aquela noite ela não consegue dormir.
Na manhã seguinte, ela decide ir trabalhar com o marido e aparece no escritório do Pedro.
(Débora) "Bom dia. Ontem à noite pensei na sua proposta e decidi aceitar. Ontem fiquei perplexa, me desculpa pela reação."
(Pedro) "Não é tão fácil assim, agora já estamos fazendo outras entrevistas, a oferta era só pra ontem, você devia ter pensado melhor."
(Débora) "Não, por favor, eu preciso desse emprego, vou fazer o que o senhor disse, eu juro."
(Pedro) "Ah, sem dúvida que vai, mas se coloca no meu lugar, como é que eu confio numa pessoa assim? Ofereço um emprego seguro e bem pago e é assim que me agradece? Depois de assinar o contrato, como vou ter certeza que você vai fazer o que diz?"
(Débora) "Eu juro, vou fazer o que o senhor quiser, esse emprego é muito importante pra mim e pra minha família."
(Pedro) "Seu chilique ontem me deixou de mau humor; mesmo se eu mudar de ideia, o acordo vai mudar, te ofereço o mesmo trabalho, mas metade do dinheiro. Aceita?"
(Débora) "Eu imploro, minha família já fez gastos que dependem desse salário, a felicidade do meu filho e o futuro dele estão em jogo, por favor, a gente precisa do mesmo valor... eu estaria disposta a fazer outras coisas, se o senhor só me disser..."
(Pedro) "O que você quer dizer com outras coisas? Tá me dizendo que se eu garantir o mesmo dinheiro, você também aceitaria outras condições? É isso que tá me dizendo?"
(Débora) "Ah, meu Deus, não sei o que mais o senhor pode pedir, mas eu preciso desse emprego, por favor."
(Pedro) "Tá bom, o contrato ainda tá aqui, na minha mesa, só falta minha assinatura, me dá um motivo pra assinar."
(Débora) "O que isso significa? O que eu tenho que fazer?"
(Pedro) "Me surpreenda."
(Débora) "Ah, meu Deus, eu não sei... faço café? Foi o que o senhor disse ontem, que eu só precisava trazer o café."
(Pedro) "Não só o café, a verdade."
(Débora) "Ah... também tenho que sorrir?"
(Pedro) "Por Claro, você tem que estar sempre sorrindo. Mas não, isso não é...
(Débora) "O que mais? Tenho que me vestir sexy, como você disse ontem? Tá bom, vou fazer, a partir de amanhã vou vir vestida como você mandou, juro."
(Pedro) "Você vai vir aqui, com seu marido presente, vestida como uma secretária gostosa?"
(Débora) "Sim, se é isso que você quer pra gente assinar o contrato de novo."
(Pedro) "Quero uma demonstração, agora."
(Débora) "Agora? Mas não tô com roupa sexy agora. Tô de suéter e saia longa."
(Pedro) "Tira a calcinha, quero ver ela aqui na minha mesa e você assina o contrato na hora."
(Débora) "O QUÊ? Você tá me pedindo pra tirar a calcinha e deixar na sua mesa? Entendi direito?"
(Pedro) "Entendeu muito bem. E faz rápido, não temos muito tempo."
(Débora) "Mas, quem você pensa que é? Eu não sou uma puta, não vou..."
(Pedro) "Entendi, não continua falando, não tenho mais tempo a perder, já tá tudo dito, pode ir embora."
Em questão de segundos, Débora pensa na situação, no que significaria não assinar o contrato, na possibilidade de Pedro demitir também o Esteban, em tudo que aquilo implicaria...
(Débora) "Não, espera, vou tirar agora mesmo, tá bom, mas só isso."
(Pedro) "Bem feito. Agora vira de costas, quero ver sua bunda. Isso. Levanta a saia devagar."
(Débora) "Mas o que você tá me fazendo fazer... Isso é vergonhoso."
(Pedro) "Quer trabalhar? Então faz o que eu mando, não vou repetir de novo, levanta a saia... levanta mais..."
(Débora) "Por que você tá fazendo isso comigo? É humilhante, minha bunda já tá quase toda de fora, se eu levantar a saia mais cinco centímetros vai dar pra ver a buceta."
(Pedro) "Hahaha, a buceta, que delicada você é, exatamente. Agora você sabe que tipo de saia tem que usar aqui."
(Débora) "O que você tá dizendo? Eu não posso vir trabalhar vestida desse jeito, o que vou falar pro meu marido? E pro meu filho? Quando me virem saindo de casa vestida assim. (Pedro) "Fala a verdade, você se veste assim porque é como tem que se vestir pra ganhar o salário, um salário muito generoso, por sinal. Agora você é minha secretária, lembre-se: sapatos de salto alto, meias à mostra e blusas desabotoadas. Seus peitos têm que estar sempre à vista."
(Débora) "Mas eu não tenho esse tipo de roupa."
(Pedro) "Agora você tem dinheiro suficiente pra comprar, não acha? Agora, amadurece. Tenho que trabalhar. Até amanhã."
Pedro tira o contrato da gaveta, assina, faz Débora assinar, e ela abaixa a saia e sai do escritório ainda atordoada.
Em vez de ir pra casa, vai fazer compras nas butiques do centro. Se tem que se vestir como uma secretária gostosa, quer fazer isso com roupas de classe.
Ela se sente humilhada quando os vendedores das lojas a veem escolher roupas tão obscenas pra uma mulher de mais de 40 anos.
Depois de comprar dúzias de minissaias, meias de vários tipos, blusas, lingerie sexy e saltos altos, volta pra casa com o coração cheio de mágoa.
No dia seguinte, João acorda cedo, tem que estudar pra prova e vai pra cozinha tomar café. Depois chega o pai dele, que tem alguns minutos pra comer antes de ir trabalhar.
(João) "Bom dia. Mamãe ainda não desceu? Tomara que não se atrase no primeiro dia de trabalho, hein."
(Estêvão) "Oi, João. Sua mãe descansou pouco e mal, talvez esteja um pouco nervosa. Nunca trabalhou e pra ela isso é uma experiência nova. Nesse momento ela tá terminando de se arrumar, ela já sabe que não pode chegar atrasada."
Enquanto isso, Débora acaba de terminar de tomar um banho e, tremendo, começa a se vestir como o novo chefe mandou: calcinha, sutiã e meias de renda.
Todas as saias que comprou são pequenas. Ela tem que tomar muito cuidado ao se mexer e ao se sentar, senão quer mostrar a calcinha. Veste uma preta que parece mais um cinto do que uma saia, é bem curtíssima e apertada; uma blusa Blanca bem justa, com o primeiro botão desabotoado.
Sapatos pretos de salto e um batom vermelho intenso. Quando se olha no espelho, se sente um lixo, parece uma puta. Ela nunca tinha se vestido daquele jeito, nem quando era jovem. Se sente completamente desconfortável, mas precisa aparentar normalidade, principalmente na presença do marido e do filho. Precisa fazer isso pela família. O salário dela é bom demais para largar, e além disso, a grana que vai receber por se vestir assim e sorrir não é tão ruim, afinal.
Quando Juan e Esteban ouvem o som dos saltos se aproximando da cozinha, ficam surpresos. Não lembram da última vez que Débora usou salto. Quando veem a figura dela entrando na cozinha vestida daquele jeito, tão gostosa, quase escandalosa, ficam de olhos arregalados.
(Juan) "Oi, mãe. Mas... vai trabalhar vestida assim?"
(Débora) "Por quê? O que foi? Agora sou secretária do chefe, represento a imagem da empresa. Na prática, sou tipo um cartão de visitas."
(Esteban) "O que isso significa? O que exatamente você tem que fazer? Entendi que era só uma secretária como qualquer outra."
(Débora) "Não, não sou só uma secretária, querido. É complicado."
(Esteban) "Hmm... não entendo. Acho que vou falar com o chefe. Mas essas roupas? Nunca te vi assim."
(Débora) "Essa é minha nova forma de me vestir. Ontem saí pra fazer compras depois de assinar o contrato. Agora ganho bem e posso gastar um pouco comigo, né? Bom, vamos, não podemos nos atrasar."
Terminado o café da manhã, depois de um silêncio constrangedor, Esteban e Débora vão trabalhar, enquanto Juan observa a mãe com muita preocupação. Ele a vê andando com dificuldade naqueles sapatos de salto alto, e a cada passo, as tetonas dela quase escapam da blusa. Além disso, dá pra ver claramente que por baixo da saia ela está usando meia arrastão.
Assim que chega no escritório, Débora se apresenta imediatamente ao novo chefe para mostrar como ela está vestida e ele a recebe com grande satisfação.
(Pedro) "Oi Débora, muito bem, agora você está vestida como deve, esse é seu uniforme, me traz um café e depois vai pro seu lugar esperar novas instruções"
Débora vai até a máquina de café enquanto o marido entra no escritório do chefe.
(Esteban) "Bom dia, Pedro, eu queria cumprimentar você e pedir esclarecimentos sobre o novo trabalho da minha esposa, eu pedi se podia contratá-la, mas não me referia... não sabia que ela ia trabalhar vestida assim todo dia no escritório"
(Pedro) "Qual é, você não tá feliz que sua esposa agora tem um bom trabalho com um bom salário? Não acha boas condições?"
(Esteban) "Sim, claro que tô feliz, mas..."
(Pedro) "Espera, agora mesmo ela foi pegar um café. Quer um?"
(Esteban) "Não, muito obrigado"
Nesse momento, Débora chega com o café, rebolando nos saltos altos, entrega a xícara pro chefe e tá quase saindo quando ele manda ela parar e, enquanto olha pro decote dela com o marido sentado na frente dele, Pedro diz:
(Pedro) "Débora, você tá feliz de trabalhar pra mim? Tá satisfeita com o trabalho que eu te ofereço e com o salário que você recebe?"
(Débora) "Ah, sim, tô muito feliz, obrigada. Você foi muito generoso ao me oferecer esse trabalho"
(Pedro) "Ah, tenho certeza que você vai ganhar seu salário com juros, agora pode ir e você, Esteban, pode voltar pro seu escritório, tenham um bom dia"
Esteban vai embora enquanto vê com raiva a esposa balançando a bunda na frente do chefe, que nunca perde a chance de dar uma olhada no decote e na raba dela.
Por vários dias, o tempo no escritório passa assim, com Esteban puto ao ver a mulher sempre sorrindo enquanto o chefe fica cada vez mais à vontade com ela, quase sempre almoçam juntos, ele aparece com ela na frente de toda a diretoria como se ela fosse o troféu dele.
Enquanto isso, Marcos se tornou o executivo mais... Jovem da empresa: "Que sorte ser filho do presidente."
Isso faz com que ele seja ainda mais arrogante e presunçoso quando sai com todos os amigos dele, que mal têm um emprego modesto como o que o Juan tinha. Naquela mesma noite, Juan tinha um encontro com a garota por quem estava apaixonado há tempos. Ele vai até a casa dela e vê o carro novo do Marcos estacionado perto da casa da moça.
Ele entende na hora o que aconteceu e, puto, pega uma pedra pontuda do chão e rasga toda a capota de lona do conversível do Marcos, achando que ele nunca vai imaginar quem foi. Vai pra casa arrasado, sem saber que, pela janela da casa da garota, o Marcos viu a cena perfeitamente.
No dia seguinte, na empresa, Marcos tem seu primeiro dia de trabalho e se reúne com o pai e todos os diretores na sala de reuniões. Quando vê o pai acompanhado daquela secretária gostosa e curvilínea, descobre que ela é a mãe do Juan, o colega idiota que na noite anterior fodeu o carro dele. Ele decide se vingar e, depois da reunião, fala com o pai.
(Marcos): "Pai, vi que você tem uma secretária gostosa, parabéns. Olha, queria te perguntar... Como gerente júnior, posso ter uma secretária também?"
(Pedro): "Hahaha, claro, filho, do jeito que quiser."
(Marcos): "Hum... pra ser sincero, queria a sua secretária..."
(Pedro): "O quê? Mas por que ela? Não prefere uma mina mais nova, da sua idade?"
(Marcos): "Não, a verdade é que eu gosto dela, se pra você não for problema."
(Pedro): "Claro que é problema, faz só uns dias que eu tinha escolhido ela pra mim... mas se você insiste, vou mandar ela se mudar pro seu escritório, eu arrumo outra."
Marcos ri debochado. É uma oportunidade boa demais pra se vingar do rival no amor: pegar a mãe dele como secretária. Parece que o destino tá do lado dele.
Quando o chefe fala pra Débora que, a partir daquele momento, ela não seria mais secretária dele e passaria Ao ser de outro dos executivos, ela fica perplexa, mas feliz, porque o novo chefe dela está no andar de cima. Assim, ela e o marido ficariam em lugares diferentes, e ter que usar roupas tão ousadas e agir de forma sexy não seria tão constrangedor. Além disso, quem sabe, talvez o novo chefe não peça esse tipo de coisa.
Ao se apresentar no escritório do Marcos, ela não esperava encontrar um chefe tão jovem.
(Débora) "Oi, sou a Débora, sua nova secretária."
(Marcos) "E eu sou o Marcos, seu novo chefe. Pode me tratar por 'você' sem problemas, já que vamos trabalhar juntos."
(Débora) "Tudo bem, embora sinceramente seja um pouco estranho trabalhar para alguém que poderia ter a idade do meu filho. Estou à sua inteira disposição e farei tudo o que o senhor pedir, já que não tenho experiência nesse trabalho."
(Marcos) "À minha disposição, hein? Bom, estava procurando uma secretária como você. Que calcinha você está usando agora?"
(Débora) "Calcinha? Mas... acho que não entendi o que..."
(Marcos) "Você mesma disse que vai fazer tudo o que eu pedir, não foi? Então responda. Quer ganhar seu salário, né?"
(Débora) "Sim, sim, quero, claro, mas é que não entendo o que minha calcinha tem a ver com..."
(Marcos) "Você não tem que entender nada. Eu sou seu chefe, você é minha funcionária. Eu faço uma pergunta e você responde. É simples assim, não precisa ter experiência pra entender."
(Débora) "É que me dá vergonha. Esse não é um assunto pra se tratar com estranhos, muito menos com um rapaz tão novo."
(Marcos) "Eu não sou um rapaz novo, sou seu chefe, sabe? E agora me responda."
(Débora) "Bom... no momento estou usando uma calcinha fio dental de renda vermelha e um sutiã de renda da mesma cor."
(Marcos) "Uau, menos mal que você estava com vergonha da pergunta, e no fim vem trabalhar de fio dental. Deixa eu ver, vamos."
(Débora) "Ver? Você acha que vou levantar minha saia na sua frente?"
(Marcos) "Você vai... O que eu vou te falar, meu pai é o seu Pedro, já me falou da sua entrevista de emprego, então não vem com frescura. Além disso, não quero que você levante a saia, quero ver sua calcinha fio dental de perto. Tira ela agora e me dá."
Débora está morrendo de vergonha. O novo chefe dela é filho do Pedro e, pelo que está ouvindo, é tão porco quanto o pai. Por outro lado, ela também não tem muitas opções.
(Débora) "Mas como? Não, não posso, não consigo..."
(Marcos) "Tira agora. Ou sua carreira termina aqui antes de começar."
(Débora) "Não, não, por favor. Vou tirar minha calcinha fio dental agora mesmo, já vou te entregar."
Débora enfia as mãos por baixo da saia curta e, morrendo de vergonha, abaixa a calcinha para entregar ao novo chefe.
(Marcos) "Hmm, tem um cheiro gostoso, sabia? Acho que vou ficar com ela."
(Débora) "O que isso significa? Você não vê que estou usando uma saia muito curta? Já estou envergonhada o bastante de me vestir assim por ordem do seu pai. A cada passo que dou, dá pra ver a borda da meia-calça, e quando sento e cruzo as pernas, minha calcinha fica à mostra para todo mundo. Agora não posso ficar sem calcinha, todo mundo vai perceber que não estou usando nada por baixo da saia."
(Marcos) "Você é minha secretária, certo? Então, de agora em diante, você nunca mais vai usar calcinha. Tem que se apresentar aqui sempre com a buceta de fora. Entendeu? Se não gostar, fala na hora que eu chamo o RH para rescindir seu contrato."
(Débora) "Ai, meu Deus, o que você está me pedindo... ok, aceito. A partir de agora, nunca mais vou usar calcinha. Espero que não vá me pedir outras coisas assim."
(Marcos) "Mas fala. Quero ouvir você dizer para eu entender que está tudo claro. Fala que a partir de agora você vai vir com a buceta de fora."
Débora, olhando para o chão de cabeça baixa, repete:
(Débora) "Vou vir trabalhar todo dia com a buceta de fora."
(Marcos) "Lembra que aqui quem manda sou eu. Se ainda quiser esse emprego... trabalho, você tem que fazer tudo que eu mandar, combinado? Repete"
(Débora) "Sim, sim, vou fazer tudo que você pedir. Posso ir pra minha mesa agora?"
(Marcos) "Claro, pode ir agora e quando andar, mexe essa bunda gostosa que você tem, todo mundo tem que ficar de olho, hahaha"
Uma lágrima escorre pela bochecha de Débora, ela nunca imaginaria que seu novo chefe seria ainda mais sádico que o anterior. Mas esse emprego é muito importante pra ela, e ela faria qualquer coisa pra mantê-lo.
Desde aquele dia, Débora vai trabalhar com o marido sem calcinha, até que Esteban, enquanto ela entra no carro uma manhã, percebe que por baixo da minissaia a mulher dele não tá usando nada.
(Esteban) "O que você tá fazendo! Não basta se vestir de um jeito escandaloso, agora nem calcinha você coloca mais? Não sei o que aconteceu com você e não sei o que tá escondendo de mim, mas de agora em diante acabou o trabalho. Volta pra casa, pra ser dona de casa como antes."
(Débora) "Como você ousa me dar ordens? Agora eu ganho muito mais que você e não tem nenhum direito de me dizer o que devo ou não fazer, vou trabalhar vestida do jeito que eu quiser, se não quer me ver vestida assim, fica você em casa, pelo menos enquanto meu salário for maior que o seu."
Essa conversa se estende até chegarem na empresa, onde os dois são separados, cada um no seu próprio escritório.
Débora está muito triste, não só é obrigada a se humilhar daquele jeito, mas também tem que se sentir ofendida pelo marido.
A manhã inteira ela responde distraída pro chefe, só consegue pensar na briga com o marido Esteban.
Depois que Marcos a chama várias vezes sem resposta, ele diz:
(Marcos) "Débora, você passou a manhã toda distraída, e isso tá atrasando meu trabalho. Faz um café pra mim e depois se concentra, ok?"
Débora faz o café e quando leva a xícara pro chefe, por causa do nervosismo e da falta de atenção, tropeça e a xícara de café derrama inteira na calça do Marcos.
(Marcos) "Que porra você tá fazendo? Viu a merda que arrumou?"
(Débora) "Desculpa, sinto muito mesmo, tô com a cabeça em outro lugar hoje de manhã, vou limpar agora já."
(Marcos) "Limpa agora, daqui a vinte minutos tenho uma reunião super importante e não posso aparecer assim."
(Débora) "Tira a calça que eu lavo a mancha."
(Marcos) "Aff, tá bom, olha, você me molhou inteiro, até minha cueca tá encharcada."
(Débora) "Sinto muito, Marcos."
(Marcos) "Sentir não adianta nada, você me deixou todo sujo de café e ainda tava fervendo, limpa minha cueca também."
(Débora) "Tá bem, tira ela também, vejo o que dá pra fazer."
(Marcos) "Me ajuda a tirar a roupa, fica de joelhos na minha frente e puxa enquanto eu abro o cinto."
(Débora) "Sinto muito, juro."
(Marcos) "Olha, olha o que você fez, me queimei quase até a pica, tinha que te mandar embora agora mesmo, você só tá aqui pra me trazer um café e ainda faz merda."
(Débora) "Não, por favor, me perdoa, não fiz de propósito."
(Marcos) "Olha o que você fez, minha pica tá vermelha, você me queimou com o maldito café até as bolas, já que tá de joelhos na minha frente, me faz um boquete, aí eu ignoro essa bagunça e você mantém seu emprego."
Ao ouvir isso, Débora se levantou na hora...
(Débora) "Como você ousa, seu porco nojento, vou te denunciar, quem você pensa que eu sou?"
(Marcos) "Hahaha, no outro dia quando você me deu sua calcinha fio dental pra manter o emprego, deixou bem claro quem você é."
(Débora) "Vou te denunciar agora mesmo, vou falar com o presidente."
(Marcos) "Hahaha, e o que você acha que ele vai dizer? O presidente é meu pai, por que você acha que te contratei? Se for chorar no escritório dele, ele provavelmente vai pedir pra você fazer um boquete nele primeiro, hahaha."
(Débora) "Vou Polícia, seu filho da puta?"
(Marcos) "A polícia? Com que provas? Vai ser sua palavra contra a minha. Tô vendo que você não quer fazer o que eu mando. Tá demitida."
Débora pensou nas palavras de Marcos. Era claro que ele tinha razão sobre o pai dele e provavelmente também sobre a polícia. Ela não tinha provas. Além disso, pensou de novo no que significaria perder o emprego.
(Débora) "Não, por favor, você não pode me demitir. Vou esquecer o que você disse e vamos fingir que nada aconteceu aqui. Vou limpar sua calça e depois..."
(Marcos) "Eu não vou esquecer nada. E se você quer manter seu emprego, vou te dizer pela última vez: ajoelha e me faz um bom boquete com essa boca gostosa que você tem, ou não só você, mas seu marido também vai ser demitido. Entendeu, puta?"
(Débora) "Você não pode fazer isso."
(Marcos) "Posso fazer o que der na minha telha. Você tem um contrato de experiência. Digo que não tô satisfeito com seu trabalho e mando a puta pra rua. E se eu falar com meu pai, ele também demite seu marido. Vai ter que indenizar pelos anos trabalhados, mas não vai ser muita grana. E na idade dele, com o mercado do jeito que tá, cê acha que vai ser fácil arrumar outro trampo tão bem pago?"
O cérebro de Débora funcionava a mil. Não sabia como tinha se metido naquela situação, como a vida dela tinha dado essa virada, como a alegria de sair de casa e trabalhar estava virando um pesadelo. Mas, de novo, aquele moleque tinha razão. Agora não era só o emprego dela que tava em jogo, mas o do marido também. O que ia acontecer se os dois fossem pra rua?
(Débora) "Por favor, não, não faz isso. Eu vou te chupar, mas por favor, que ninguém nunca fique sabendo disso."
Débora tinha falado sem pensar. Não queria ter dito aquilo, na verdade, mas sabia que a única alternativa era a família dela acabar na rua.
O pesadelo em que a vida dela tinha se transformado com Pedro não tinha acabado. Na verdade, agora ela tava afundada num ainda maior com Marcos. Ela não vê outra opção a não ser dar um boquete no chefe se não quiser perder o emprego.
Ela se ajoelha na frente dele, e esse simples gesto já é o suficiente pra rola do Marcos ficar dura na hora, sabendo o que está por vir.
(Marcos) "Pega aqui, vê como tá dura"
Marcos não precisou repetir, e a Débora levou a mão até a rola e segurou. Pra cobrir ela inteira, precisaria das duas mãos. Na vida dela, só tinha visto de perto umas duas picas antes da do marido. O pau do Marcos tava muito duro e quente.
Por instinto, Débora começou a mover a mão pra cima e pra baixo. Marcos tava no paraíso, olhando a mãe do Juan batendo uma punheta pra ele, e sorriu ao pensar no que o filho faria se visse o que tava rolando. Assim ele aprende a não destruir os carros dos outros, pensou consigo.
(Marcos) "Agora enfia na boca"
Marcos sentiu o bafo da Débora na rola quando ela enfiou a cabeçona grossa do pau dele na boca. Débora passou a língua na glande do Marcos, enquanto segurava a rola pela base com as duas mãos.
(Marcos) "Ummm, que boquinha"
Marcos, com os olhos semicerrados, curtia o espetáculo. Não só tava recebendo um boquete, como quem tava chupando era a mãe do Juan, o filho da puta que tinha fodido o carro dele.
A boca da Débora chupava e sugava a ponta da rola, enquanto a mão dela subia e descia pelo tronco duro. Marcos gemia cada vez mais alto.
Marcos tirou a rola da boca da Débora e bateu com ela nas bochechas dela.
(Marcos) "Não seja gulosa, chupa minhas bolas um pouco. Ainda não quero gozar, e se você continuar chupando assim, não vou aguentar muito tempo"
Débora, com lágrimas nos olhos, focou nas bolas do chefe. Lambeu, chupou e mordiscou elas por vários minutos, até o Marcos falar:
"Agora quero que você engula ele inteiro"
(Débora) "Não sei se consigo"
(Marcos) "Se eu falo pra você engolir inteiro, você engole inteiro e pronto ponto"
Débora, com as duas mãos apoiadas no chão, aproximou a boca do pau do Marcos e foi enfiando ele na boca aos poucos, primeiro a cabeça, depois um pouco mais, um pouco mais, até que a ponta do pau do Marcos roçou a campainha da Débora. Ainda faltavam uns centímetros e a boca dela já estava cheia.
Marcos, vendo que Débora não conseguia engolir mais, aproveitou pra segurar a cabeça dela com as duas mãos e empurrar o pau até o fundo da garganta, enquanto começou a foder a boca dela com fúria.
Débora começou a ter ânsia e tentou se afastar pra trás, mas não conseguiu. Marcos segurava ela firme. Ela achou que ia se afogar, mas logo a garganta da Débora se acostumou com o pau que a invadia.
Marcos começou a xingar ela com um tom cada vez mais vulgar.
(Marcos) "Continua assim, chupa meu pau, agora esse é seu novo trabalho. Entendeu, puta? Me responde: qual é o seu trabalho a partir de agora?"
Marcos tirou o pau da boca da Débora. Ela tossiu e se recuperou da fodida que a boca dela tinha levado, mas não respondeu. Marcos bateu com força no rosto da Débora com o pau e disse:
(Marcos) "Seu trabalho é chupar meu pau toda manhã. Repete ou vai pra rua."
Nesse ponto, Débora só podia obedecer. Depois de ter chupado o pau do Marcos, não podia perder o emprego por não falar o que ele queria ouvir.
(Débora) "Chupar seu pau. De agora em diante, meu trabalho vai ser te fazer um boquete toda manhã."
(Marcos) "Isso mesmo, puta. Você é minha secretária gostosa, né?"
(Débora) "Sim, sou sua secretária puta."
(Marcos) "Hahaha, vejo que você tá entendendo."
O efeito do boquete e da conversa extremamente excitante levaram Marcos quase ao orgasmo. Ele enfiou o pau de novo na boca quente da Débora, que continuou mamando sem reclamar.
Em poucos segundos, Marcos começou a ficar tenso e a gemer entrecortado. Pouco antes de gozar, apertou a cabeça dela. ainda mais forte contra o pau dele, logo um espasmo, dois, três, cada espasmo era um jato de porra que Marcos soltava dentro da boca da mãe do Juan, obrigando ela a engolir toda a porra dele.
Assim que terminou de despejar todo o esperma na garganta dela, ele fala
(Marcos) "Muito bem, rabuda, agora limpa minha calça, que tenho que ir pra reunião"
Antes de Débora se levantar do chão, Marcos agarra os peitos dela e, quando ela fica de pé, dá um tapa forte na bunda dela e diz...
(Marcos) "Você tem um corpo de puta de verdade, quando eu voltar da reunião vou te foder bem gostoso, como você merece, agora você é minha puta, à minha disposição total. Entendeu?"
(Débora) "Como assim? Não vou repetir isso, pensei que a gente tinha combinado que seria só dessa vez"
(Marcos) "Só uma vez? hahaha, você vai me chupar sempre que eu quiser se quiser manter seu emprego, e é melhor você ser tão boa fudendo quanto chupando, disso depende seu trampo"
Isso já tinha ido longe demais, Débora não estava disposta a se tornar a puta daquele moleque em tempo integral, a família dela e ela iam se virar, mas aquilo era demais, ela estava pronta pra sair do escritório mas...
(Marcos) "Além disso, não depende mais só do seu emprego e do do seu marido"
(Débora) "O que você quer dizer?"
(Marcos) "Dois anos atrás teve uns roubos na empresa, instalaram câmeras nos escritórios da diretoria, que é onde ficam as coisas mais importantes, só meu pai tem acesso a essas gravações e logicamente só vê se tiver algum problema. O que você acha se, além de mandar você e seu marido embora, a gente postar na rede da empresa o que acabou de acontecer nesse escritório? Quem sabe até pode dar um erro e vazar pra internet"
O pânico tomou conta de Débora
(Débora) "Se isso acontecer, todo mundo vai saber que você me chantageou, que me forçou"
(Marcos) "Infelizmente as gravações são só de vídeo, sem áudio Nelas só vai dar pra ver como você se ajoelha e começa a chupar a pica do seu chefe. O que seu marido ia achar disso? Agora vou te falar de novo: quando eu voltar da reunião, vou te foder gostoso, como você merece. Agora você é minha putinha, à minha disposição total. Entendeu?
Abatida e desconsolada, Débora estava presa...
(Débora) "Sim, sou sua putinha e pode me foder sempre que quiser."
(Marcos) "Assim é melhor. Vejo que já estamos nos entendendo. Quando eu voltar, quero você pronta e pelada pra fazer seu trabalho."
(Débora) "Mas... e se alguém entrar e me ver aqui nua?"
(Marcos) "Fica tranquila que vou trancar a porta. Ninguém vai entrar aqui. Além disso, ninguém vai sentir sua falta. Afinal, você só tá aqui pra me trazer café, chupar e foder."
Débora teve tempo pra pensar durante a reunião do Marcos, mas infelizmente não lhe ocorreu nada que pudesse tirá-la daquela situação. Só restava se resignar ao inevitável: ela ia se tornar a putinha do chefe.
Quando Marcos voltou da reunião, encontrou a secretária nua no escritório, como ele tinha mandado. Se Débora já tinha um corpaço vestida, pelada era ainda melhor: dois peitões bem grandes e firmes pra idade dela, e uma buceta com uma fina linha de pelos.
(Marcos) "Senta na mesa e abre as pernas. Quero provar essa bucetinha."
Débora obedeceu sem reclamar. Sentou na beirada da mesa do chefe enquanto ele se abaixava entre as pernas dela e encostava a boca no clitóris, começando a mordiscar com delicadeza. A língua de Marcos fazia círculos enquanto Débora se agarrava com força na borda da mesa e olhava fixo pro teto do escritório.
Marcos levou as mãos pra cima, agarrando os peitos dela e apertando os bicos. Começou a puxar com força, e rapidamente eles ficaram duros, enquanto a língua dele penetrava mais fundo dentro de Débora.
(Marcos) "Vou fazer você gozar. secretária putinha"
Marcos continuava trabalhando a buceta da Débora sem parar, não só com a língua, mas também com as mãos, enfiando dois dedos dentro dela e mexendo pra lá e pra cá.
Débora estava prestes a gozar, Marcos trabalhava a buceta dela com maestria e, por mais que tentasse evitar, estava prestes a explodir. Ela gozou mordendo os lábios até quase sangrar, não queria dar ao chefe a satisfação do orgasmo.
(Marcos) "Agora fica de quatro no tapete que vou te foder igual uma cadela e me pede pra te comer"
Débora obedeceu, mas não pediu pra Marcos comer ela.
(Marcos) "Me pede pra te comer ou vou levantar as persianas e abrir a porta pra todo mundo no escritório te ver nua e de quatro aqui"
Débora, morrendo de medo com aquilo...
(Débora) "Por favor, chefe, me fode, enfia em mim"
(Marcos) "Agora mesmo, putinha"
Marcos tirou a roupa da cintura pra baixo e ficou atrás da Débora.
(Débora) "Por favor, coloca camisinha"
(Marcos) "Hahaha, nada disso, eu como puta no pelo"
Débora sentiu o pau dele encostar na bunda dela e o Marcos procurando a entrada da bucetinha dela. Na hora, ele começou a abrir caminho dentro dela, primeiro devagar e com cuidado, mas não demorou muito pra enfiar até o fundo, fazendo a Débora soltar um grito com a estocada forte que a pegou de surpresa.
Marcos fazia um vai e vem cheio de energia e vigor, próprio da juventude dele.
(Marcos) "UFFF, que bucetinha gostosa, vou usar ela todo dia"
Ao mesmo tempo que falava aquilo, não parava de meter selvagemente, tirando o pau quase por completo e, depois, agarrando com força os quadris da Débora, enfiando de novo até o fundo.
As sacudidas eram brutais, e os peitões da pobre secretária balançavam violentamente pra frente e pra trás no ritmo da penetração.
Marcos começou a dar tapas na bunda dela.
(Marcos) "Eu sei que você adora isso, putinha sei que tu gosta de saber que um garotão tá te comendo gostoso, vou meter também no teu cu”
(Débora) “Não, por favor, pelo amor de Deus, no cu não”
(Marcos) “Hahaha, tá bom, vou ser um chefe bonzinho e hoje não vou te comer no cu”
Marcos começou a meter com toda a força que tinha, Débora só pensava na possibilidade de alguém entrar de surpresa no escritório e pegar os dois transando igual cachorros, a pica do Marcos partia Débora ao meio, Marcos começou a gemer e bufar.
(Marcos) “Já vou gozar, já vou gozar, tomaaa”
Marcos se esvaziou dentro da secretária, que sentia o líquido quente dentro dela, tentava se jogar pra frente mas o garoto segurava firme a cintura dela e não pensava em soltar até ter depositado a última gota de porra dentro da mãe do João.
Marcos se levanta e senta na cadeira, Débora também se levanta e pega a roupa pra se vestir, mas Marcos fala…
(Marcos) “O que cê tá fazendo?”
(Débora) “Me vestir, achei que…”
(Marcos) “Você não tá aqui pra pensar, qual é o seu trabalho?”
(Débora) “Chupar e foder”
(Marcos) “Exato, e ainda falta uma hora pra acabar seu expediente, então me dá 5 minutos e sobe em cima de mim”
5 minutos depois Marcos já tava fodendo Débora de novo, ela quicava na pica do Marcos e a cadeira do escritório rangia como se fosse quebrar com o peso dos dois corpos, nessa posição Marcos brincava com os peitos de Débora, que adorava chupar, lamber e apertar, mostrando a força Marcos agarrou a bunda de Débora e se levantou com ela montada, fodendo ela em pé desse jeito, ela não podia fazer nada além de se agarrar no Marcos pra não cair e ele fazia todo o trabalho, descendo e subindo ela, fazendo a pica sair e entrar nela.
Quando ele tava perto de gozar, Marcos colocou Débora no chão, mandou ela se ajoelhar e meteu a pica na boca dela, descarregando pela terceira vez naquela manhã direto na garganta dela. estômago.
Quando o expediente chega ao fim, Débora volta pra casa de carro com o marido como de costume, claro que disfarça e não fala uma palavra sequer sobre o que rolou durante o dia.
Depois de vários dias, Débora se tornou o objeto sexual de Marcos. Toda manhã, depois de preparar o café, ela é obrigada a se ajoelhar debaixo da mesa e fazer um boquete gostoso enquanto ele toma o café. Marcos adora gozar dentro da boca de Débora e ver ela engolir tudo, sempre diz:
(Marcos) "Já tomamos café da manhã os dois, eu meu café e você a porra, hahaha"
Depois, durante o dia, é comum Marcos chamar ela no escritório pra foder em todas as posições possíveis. Ele adora especialmente meter de quatro ou deixar ela montar nele no chão. Quando ele chama ela e manda trancar a porta com o ferrolho, ela já sabe que tem que abrir a blusa e mostrar os peitos.
Marcos é apaixonado por aquelas tetonas enormes, adora sacudi-las enquanto fode e mordiscar os biquinhos rosados. Às vezes ele manda ela tirar tudo, outras vezes só a parte de cima. Como ela nunca usa calcinha, Marcos só precisa levantar a saia dela e já pode furar sem problema, mas sempre quer ver os peitos, isso é exigência. Ele adora ver eles balançando enquanto penetra.
Muitas vezes ele goza na cara dela, nos peitos ou direto dentro da boca. Por sorte, ele não gozou mais dentro da buceta da Débora, mas mesmo assim ela começou a tomar pílula porque não quer correr risco.
Marcos adora humilhar ela e muitas vezes manda ela sair do escritório com a cara suja de porra. Às vezes o marido pergunta no carro o que aconteceu com o batom dela, e ela dá alguma desculpa esfarrapada, já que não pode contar que quase todo dia o batom borra porque ela tá chupando a pica do chefe.
O acaso quis que que em poucas semanas Juan reprovou a prova pra entrar na universidade e, tristemente, confessa seu fracasso pros pais.
Esteban e Debora tentam animá-lo, e enquanto a mãe diz que ele pode tentar de novo no ano seguinte, o pai fala que, enquanto isso, o "amigo" Marcos pode arrumar um trampo pra ele na empresa também. Debora não tá presente quando Esteban propõe isso pro filho, então ainda não sabe que o tarado do chefe dela também é amigo do filho.
No dia seguinte, Juan se candidata como funcionário, e quando Marcos descobre a candidatura de Juan, assina o contrato dele na hora. Ele não acredita na sorte que teve do acaso fazer com que Juan precisasse trabalhar e aparecesse bem ali. Agora Marcos vai poder curtir a vingança dele por completo.
Agora os três membros da família trabalham juntos na mesma empresa, e Juan tá bem feliz, apesar de ter reprovado no vestibular. Claro que ele ainda não sabe que a mãe dele é a secretária puta do Marcos...
No primeiro dia de trabalho de Juan, Marcos chama ele pro escritório. Quando Juan entra na sala do novo chefe, vê Marcos sentado na cadeira dele atrás da mesa e se senta na frente dele, do outro lado da mesa, como Marcos pediu.
Quando Juan se aproxima, sente um movimento embaixo da mesa, mas não consegue ver o que tá rolando até finalmente sentar e enxergar, por uma fresta na decoração da mesa, a figura de uma mulher usando uma saia bem bem curta e a bunda praticamente de fora. Ela tá de joelhos na frente de Marcos. Logicamente, não é difícil imaginar o que a mulher tá fazendo debaixo daquela mesa.
Juan acha que isso explica por que Marcos não levantou pra cumprimentá-lo quando ele entrou no escritório e também a expressão estranha na cara dele. Juan não acredita no que tá acontecendo: o antigo colega de escola que agora é o novo chefe dele... ligou para o escritório dele bem na hora em que uma mulher está fazendo um boquete nele.
(Marcos) "Oi Juan, olha, te liguei aqui no meu escritório pra te dar as boas-vindas na nossa empresa. Eu sei que rolou uns mal-entendidos entre a gente, principalmente com as minas, mas espero que a gente possa continuar sendo bons amigos e sair de boa em grupo, igual quando a gente ia pro colégio. Além disso, quero que você saiba que fui eu quem te contratou, principalmente pela amizade que a gente tem. Nessa empresa também trabalham seus pais, é legal ver uma família tão unida. Seu pai é um trabalhador incansável e sua mãe é uma mulher talentosa. Ela tem uma habilidade manual excelente e aprendeu rápido tudo que precisa fazer na empresa. Sabe se virar e é muito competente, tem talentos escondidos e ainda se dedica pra caralho, melhorando cada dia mais. Você precisa saber que eu sempre cuido dela pra que o trabalho dela seja agradável, até neste exato momento."
Enquanto Marcos fala essas palavras, Débora percebe que ele está falando com o filho dela, mas não consegue parar de chupar a pica do chefe. Sair de debaixo da mesa seria muito pior do que ficar ali naquele momento. Juan, por sua vez, não prestou muita atenção no que Marcos disse.
Já que está distraído pensando no que está rolando debaixo da mesa, também não entendeu o significado oculto do discurso do novo chefe nem as indiretas sobre a boca e os lábios da mãe dele e os talentos escondidos dela.
Quando Marcos não está olhando, Juan aproveita pra espiar a mulher pela fresta. Vê a cabeça dela se movendo rapidamente na pica de Marcos. Ela está de quatro e ele percebe que por baixo da saia ela não está de calcinha, dá até pra ver a buceta dela totalmente exposta.
Juan percebe que Marcos está com as duas mãos debaixo da mesa, na cabeça dela, provavelmente pra acelerar o boquete, e se pergunta se o inimigo dele vai ser capaz de gozar na boca dela enquanto isso. Continue conversando com ele.
A curiosidade logo é satisfeita, em poucos segundos ele vê Marcos mudar radicalmente a expressão, num sinal claro de que está gozando na boca da misteriosa dama debaixo da mesa, que pelo visto tá engolindo tudo, puta safada, pensa o pobre do Juan sem saber quem é aquela mulher.
(Marcos) "E te digo uma coisa em segredo, quem sabe, se trabalhar direito, você sobe de cargo e a gente te arruma sua própria secretária. Se tiver sorte, vai pegar uma secretária gostosa que te faça um boquete toda manhã e você pode foder ela quando quiser, sem problema, hahaha. Bom, já falei tudo que queria, pode ir agora, e repito como tô feliz de ter você na empresa, tenho certeza que vai curtir muito seu tempo aqui com a gente."
Quando Juan sai do escritório, fica por perto pra descobrir quem é a mulher misteriosa, a curiosidade é grande demais. Marcos imagina a intenção do Juan e, de fato, espera que ele esteja lá fora esperando, já que tudo faz parte do plano dele.
Sabendo que Débora não faz ideia de que o filho tá esperando do lado de fora do escritório, ele diz:
(Débora) "Eu não sabia que meu filho era seu colega, nunca conheci o grupo de amigos dele, ele quase nunca trazia ninguém pra casa. Por que você chamou ele pro escritório enquanto eu tava te chupando? Você é louco?"
(Marcos) "Hahaha, sim, eu e Juan somos amigos e colegas há uns 5 anos, estudamos juntos. Fica tranquila, ele não viu nada, não sabe que a puta da mãe dele engoliu minha gozada na frente dele. Agora sai e traz um pacote de papel pra impressora, valeu."
Débora sai do escritório pela mesma porta por onde o filho tinha saído segundos antes e vê Juan a poucos metros, olhando pra ela horrorizado.
(Débora) "Ah, oi Juan, o que você tá fazendo aqui?"
(Juan) "Nada, o Marcos me chamou no escritório dele. E você... tava fazendo o quê... onde você tava...?"
(Débora) "Eu tava no escritório do... Marcos, sou sua secretária, sabe?
(Juan) "Acabei de sair do escritório dele agora há pouco e não te vi..."
(Débora) "Não sei, não sei o que te dizer, agora me desculpa, tenho muito trabalho, a gente se vê depois, querido."
Enquanto Débora vai embora, Juan está assimilando com horror que sua mãe era a mulher misteriosa que estava fazendo um boquete no Marcos enquanto ele falava com ele, a mesma que não teve problemas em engolir toda a porra do chefe dele. Ele ainda consegue ver sua mãe andando pelo corredor, se aproxima de uma estante para pegar um monte de papéis e, ao fazer isso, sua saia minúscula deixa toda a bunda dela à mostra. Ele já sabia que sua mãe ia trabalhar com uma saia bem curta, mas agora vê que ela nem está de calcinha.
Depois ela se vira com o pacote de folhas na mão e entra de novo no escritório do Marcos, fechando a porta atrás de si. A última imagem que Juan vê é o olhar do Marcos cravado na bunda da mãe dele...
O dia de trabalho foi interminável para Juan, que está completamente atordoado pela descoberta de saber que sua mãe é a secretária gostosa do Marcos, o cara que ele mais odeia no mundo, principalmente depois de ver o carro dele na casa da sua namorada.
Ele sabe também que Marcos deve saber que aquela mulher é a mãe dele, por isso comentou aquela história de família unida trabalhando na mesma empresa e tudo aquilo sobre os talentos dela, as habilidades manuais dela. Juan está aterrorizado e confuso.
No final do expediente, eles voltam para casa separados: Juan no carro dele e os pais juntos no carro do pai. Durante o jantar, Juan não tem coragem de olhar nos olhos da mãe. Quando o pai pergunta como foi o dia dela, ela responde com naturalidade que não fez nada diferente dos outros dias, só fez o trabalho típico de secretária.
No dia seguinte, Juan decide enfrentar o Marcos e, assim que chega na empresa, se apresenta no escritório do chefe cheio de ódio...
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