Conheci meu namorado numa festa, nunca nenhum garoto tinha me tratado com tanto respeito nem carinho, a vida dá voltas e a minha deu várias. Aqui vou contar pra vocês.
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Luis era o homem da minha vida. Atencioso, simpático, elegante, um vencedor nos negócios além de ser muito boa pessoa.
Conheci ele numa festa na casa de uns amigos em comum, verdade seja dita, a gente conversou a noite toda e no final da noite ele pediu meu telefone pra me ligar outra hora. O cara me encantou, daqueles que você conhece e não consegue parar de pensar como é possível que estivesse solteiro.
Passei uma semana ruim porque Luis não me ligou. Quase morri quando na sexta à noite vi um número desconhecido na tela do meu iPhone.
- Alô?
- Fátima?
- Sim, sou eu.
- Beleza? É o Luis.
- Oi, Luis. Beleza?
- Bem, obrigado. Te liguei pra ver o que você ia fazer hoje à noite. Ia sair com minha prima, sabe, coisas de família, mas no fim dei uma desculpa pra ver se os planetas se alinhassem e eu pudesse te ver.
- Então, verdade seja dita, já tinha combinado com minhas amigas a essa hora. Mas a gente pode dar um jeito. Meia-noite, se quiser, pode passar me buscar no Ribelino's e aí vou com você tomar alguma coisa.
- Perfeito pra mim.
Como era de se esperar, naquela noite contei pra todas que o cara da festa ia me buscar. Só tinha cotovelada, sorriso e aceno quando Luis entrou meio perdido na balada. Depois de nos achar e dos beijos de praxe, saí como a rainha da noite na cara das minhas amigas com o cara mais gostoso que eu já tinha encontrado.
Ia adorar dizer que naquela noite descobri o intelecto e a sensibilidade do Luis, mas não. Naquela noite a gente bebeu, dançou, riu e não transou porque Luis não propôs. Ele me deixou em casa às sete da manhã. Não fez menção de subir, então diante dessa frustração Já tinha um dedo na minha buceta dentro do elevador subindo pro meu apartamento. Fui perdendo roupa pela casa até chegar na minha cama, onde me masturbei com gosto e gozei feito uma louca. Tava realmente com muito tesão. O Luis tinha me deixado no limite.
Desde que terminei com o Alberto, nunca tinha sentido tanta necessidade de homem. Teve alguns, mas depois de 10 anos de namoro com o maconheiro do Alberto, era estranho me ver nua e de pernas abertas na frente de um desconhecido, ou de quatro com alguém me segurando pelos quadris de um jeito diferente do que ele fazia. Não que eu não gostasse, claro. Na verdade, nos últimos meses fui eu quem chamou mais de um conhecido pra passar uma noite selvagem — a gente tem suas necessidades —, mas não era algo que me enlouquecesse. Simplesmente não entendo essas minas que baseiam a vida sexual em um monte de rolo de uma noite. Nesse caso, naquela noite, não... naquela noite eu sabia que teria adorado.
Continuei vendo o Luis por quatro meses. A gente tinha de tudo: desde noites de bebida e farra até encontros pseudo-cultos onde falávamos sobre tudo. Nesses jantares, como eu disse, conversávamos sobre tudo — desde nossos amigos, nossas famílias, onde cada um já conhecia o nome do outro, e até sobre sexo. Cheguei a comentar que gostava de ser um pouco submissa, e ele, entre risadas, disse que gostava de dominar. A gente estava ficando muito amigo, mas eu queria mais e ele não dava o próximo passo. Em algumas ocasiões, me perguntei se ele só queria uma amiga e não uma namorada, que era o que eu queria ser. Éramos uma espécie de casal não oficial e não consumado, que saía junto na maioria das vezes, já tínhamos nos apresentado aos amigos e tudo parecia perfeito.
De dia também fazíamos coisas, como andar de bicicleta no parque, fazer trilhas na serra ou até ajudá-lo algumas vezes na ONG dele, distribuindo comida em áreas carentes. A coisa ia crescendo cada dia mais. A gente se via mais. Éramos tipo namorados sem sexo, bom, sem sexo por parte dele, porque pra mim era só fechar a porta de casa e imaginar ele entre minhas pernas. Eu me masturbo desde pequena, e com força. No começo usava o dedo, depois experimentei com canetas, o cabo do pente veio depois e, desde que descobri, sou viciada em paus de borracha. Sempre fui de me masturbar muito, como já disse, mas naquela época o Luis me deixava pirada.
Chegou maio e, com ele, o tempo bom.
- Oi
- Oi, Luis.
- Teria a fim de fazer uma loucura?
- Claro, o que vamos beber dessa vez? – lembrando do encontro de uns fins de semana atrás, quando experimentamos absinto e rimos pra caralho.
- Não, é sério. Tenho que ver um cliente amanhã cedo em Logroño e me dá raiva ir até lá e voltar. Que tal a gente ir, pegar uns quartos de hotel e passar o fim de semana lá?
- Quem?
- Você e eu, bobinha.
- Pois me parece uma ideia excelente.
Fiquei nas nuvens. O Luis às vezes saía de Madrid durante a semana a trabalho, mas sempre ia sozinho; dessa vez eu ia com ele. Liguei de volta.
- Desculpa, Luis.
- Imagina.
- Onde a gente vai ficar?
- Numa casa rural em San Millán de la Cogolla.
- E como chama?
- Por quê?
- Por curiosidade e pra ver se tem site.
- La Morada de la Cogolla.
Me despedi, abri meu notebook e liguei.
- La Morada, pois não?
- Oi, ligo porque vamos passar o fim de semana aí. Temos reservas no nome de Luis Paramo.
- Sim, dois quartos.
- Então, preciso de um favor. O Luis e eu estamos passando por uma crise, e eu quero dar um jeito nisso. O senhor poderia fazer o seguinte? Vou pagar um dos quartos. Quando a gente chegar, diz que só tem um quarto e que houve um engano. As reservas eram para dois, mas só tinha um quarto.
- A verdade, senhora, a senhora me coloca numa saia justa.
- Olha, vamos fazer o seguinte. Eu pago os dois agora com cartão e, quando chegarmos, você cobra do Luis de novo o quarto que a gente usar.
No fim, consegui. Poderoso cavalheiro quase sempre é o dinheiro.
O Luis me pegou na saída do escritório e a gente rumou pra Burgos, onde paramos no famoso Landa pra comer a famosa morcela. Dirigimos até San Millán de la Cogolla e de lá pro hotel. Um lugar lindo, cheio de charme. Passamos na recepção. O Luis ficou puto ao saber que só tínhamos um quarto, reclamou o quanto pôde, eu amenizei a situação e finalmente entramos no nosso primeiro quarto. Era lindo.
- Pô, cara, cama de casal. Desculpa, Fátima. Você vai pensar que eu planejei isso - ele disse com toda sinceridade.
- Relaxa, bobinho, a gente já tem intimidade. Não vai acontecer nada por dormirmos no mesmo quarto um par de noites.
Naquela mesma noite, jantamos num restaurante lindo. Baseado em shots e drinks, a gente acabou tarde e mal, chegamos no quarto e o Luis entrou no banheiro. Saiu minutos depois com um pijama listrado e uma camiseta de Tarifa, tava realmente gostoso. Eu me troquei o mais rápido possível e saí do banheiro com uma camisola que deixava bem claras minhas tetas lindas e quase não cobria minha bunda, tinha pegado emprestado da minha amiga Almu, que garantiu que com ela ninguém resistia. O Luis já tava dormindo quando eu cheguei.
Desesperada, me deitei do lado dele e, vendo que ele tava apagado, fiz o mesmo e dormi depois de cogitar bater uma punheta pra acordá-lo com meus gritos de prazer.
Quando acordei, o Luis tinha ido embora. Da camisola, saía minha teta direita e ela tava enrolada na minha cintura, deixando à mostra toda a minha bundona "coberta" por uma fio dental de renda. Fiquei vermelha e excitada ao mesmo tempo. Ele tinha me visto assim, tenho certeza, enquanto se trocava e saía, ele tinha que ter me visto. Vendo ele do jeito que tava, praticamente pelado. Não consegui evitar me masturbar de leve pensando nele.
O Luis voltou pouco antes do almoço e eu já tava arrumada. Ele me levou pra comer num churrasco medieval, depois pra conhecer as cidades da região e, por fim, me levou pra jantar num restaurante magnífico com estrela Michelin, dentro de uma linda vinícola.
- Ontem nem um boa noite
- Ha ha ha, desculpa, tava morto e bêbado. Também sou um cretino, consigo colocar uma gostosa como você na minha cama e apago.
- Então hoje à noite vamos ver se a gente conversa um pouco, pelo menos.
- Ha ha ha, "pelo menos" ela diz – e piscou um olho pra mim.
A gente tava exausto pra caralho, então depois de dois drinks voltamos pro hotel. Depois que ele saiu do banheiro de pijama listrado, eu saí com meu camisolinho curto. Dessa vez o Luis me deu uma olhada e assobiou. Ele tinha ligado a TV, tava passando um filme do Hitchcock, eu me enfiei na cama e aos poucos apoiei minha cabeça no peito dele. O Luis acariciava minha cabeça com muito carinho e eu comecei a passar a mão no peito dele. Devagar, comecei a parar nos mamilos dele, brincando com eles como quem não quer nada. O pau dele claramente crescia dentro da calça enquanto eu continuava tocando com minhas unhas e trocando umas frases sobre o filme. Comecei a tocar a barriga dele, roçando disfarçadamente no pau dele, aquilo tava cada vez maior e, num movimento da barriga dele, a cabecinha saiu pra fora do elástico. Meses esperando pra ver aquilo e ali estava.
Com o pau dele atravessando metade da barriga, minhas mãos começaram a acariciar o pau dele como se fosse parte da barriga. O Luis suspirou, mas não disse nada. Comecei a tocar mais diretamente, quando baixei a cabeça e dei uns beijinhos, e em seguida meti na boca. O Luis não disse nada quando comecei a chupar devagar, com carinho, suave. Alternava minha língua com meus lábios, enfiava até o fundo e depois segurava aquele babaca com meus lábios. Eu tinha chupado paus suficientes na faculdade pra saber o que um homem gosta. Luis baixou a mão, afastou minha calcinha fio dental e começou a tocar minha buceta. Quase gozei ali mesmo. Depois de um tempo esfregando e eu chupando, Luis abaixou a cabeça e meteu ela entre minhas pernas, começando a brincar com a língua e me levando ao sétimo céu. Acabamos sem perceber num 69 gostoso, onde eu chupava o pau e os ovos dele e ele lambia toda minha racha, do clitóris ao meu cu. Luis tirou o pau da minha boca, deslizou pra baixo de mim e, erguendo meu quadril, começou a passar o pau duro na minha racha sem meter.
- Mete, fode-me, Luis.
E Luis meteu. Por um momento, todas as minhas punhetas se tornaram realidade, aquele pau era mais do que eu tinha imaginado e agora estava nas minhas entranhas.
Luis martelava minha xota com suspiros e bufadas enquanto eu, com a calcinha ainda de lado, a camisola na cintura e os peitos balançando depois de terem escapado do tecido, gemia como uma possessa e gritava o nome dele entre suspiros.
Tirei ele de dentro e me virei. Luis tinha tirado a camiseta, deixando à mostra um corpo lindo, e tinha o pijama logo abaixo dos ovos. Eu me deitei, abri as pernas e esperei uma nova estocada. Arqueei as costas quando ele já estava dentro. Luis agarrou meus peitos pela primeira vez. Eu ofegava como uma possessa.
- Me beija, Luis, ninguém nunca tinha me fodido sem me beijar antes.
- Ninguém nunca tinha me chupado sem me beijar antes – nós dois rimos enquanto Luis me beijava com paixão, diminuindo o ritmo por um momento.
Fodemos como loucos até que Luis tirou o pau de repente e, se sacudindo, gozou nos meus peitos e barriga, me provocando um terceiro orgasmo ao sentir aquele líquido viscoso cair em mim.
Não falamos muito naquela noite, sorrimos um pro outro, nos beijamos, mas não falamos muito.
Já era dia quando Luis me penetrou de novo quando voltei do banheiro. nua. Foi uma foda mais curta, mas igualmente apaixonada. A gente se olhou nos olhos durante toda a transa e gozamos juntos pela primeira vez de muitas.
A viagem de volta pra Madrid a gente fez fazendo planos. De repente tudo tinha acelerado, eu queria que a gente se visse no dia seguinte, que eu conhecesse os pais dele, as irmãs e a prima, com quem ele tinha uma relação muito próxima.
As coisas foram muito rápidas, em poucas semanas passamos de foder feito coelhos em todo momento e lugar, pra nos mudarmos pra morar juntos.
A família dele era incrível. A mãe e as irmãs dele foram muito cúmplices comigo, o pai, embora mantendo distância, foi encantador e a prima Rosário, bom, a prima Rosário. Rosário era realmente feia, gordinha e pouco simpática ou sociável. Tinha ficado órfã muito nova e foi criada pela família do Luís. Tinha se casado há alguns anos, mas foi abandonada pelo marido depois de um escândalo que a família não conseguiu entender direito, então teve que voltar pra casa dos tios. Mais um homem, pelo que a mãe dele me contou.
- Bom, a pobre coitada que nunca teve sorte com homens de repente começou a se ver com alguém, depois nos apresentou o Juan Pablo, não falei nada mas fiquei surpresa quando descobri que as datas desde que o Juan Pablo dizia estar vendo a Rosário não batiam com as ausências dela, mas enfim, também não pensei muito nisso. Depois o que você já sabe, eles casam, ela pega o Juan Pablo com outro e ele manda ela de volta pra cá.
- Que pesado, coitada.
- Não sofre não, ela não pareceu se importar muito - me disse minha "sogra".
Os meses passavam e a vida seguia cada vez mais intensa. Luís era incrível, uma joia. Um cavalheiro na rua, um gigolô na cama e um homem comprometido em casa. Culto, cada dia mais simpático e boa pessoa.
Minha família tinha aceitado ele e a dele, exceto a prima Rosário que vivia meio ausente, também me aceitou.
A gente tinha acabado de completar nosso segundo aniversário como namorados quando o Luis teve que sair mais uma vez pra uma viagem relâmpago pra ver um cliente. Dessa vez pra Alicante. Desde a viagem que a gente estreou, não viajamos mais nesse esquema. Realmente o Luis tinha razão, a gente se via todo dia e podia aproveitar nossas viagens pra curtir 100%, sem perder uma manhã com trampo.
Naquela sexta eu não trabalhava, então fiquei arrumando umas coisas que estavam sempre largadas por aí. Já tava há mais de duas horas organizando armários quando encontrei uma caixa com DVD virgem. Pensei em jogar fora, mas depois sentei pra ver se não era nada importante. Liguei meu Mac e enfiei o primeiro na entrada. Pouca coisa, filmes, e nenhum bom. Segundo DVD, nada demais, documentos, do trabalho, imaginei. Terceiro DVD, fotos e vídeos. Abri a primeira foto. Uma mina pelada, e não, não era pornografia, era uma foto real, feita pelo Luis, imaginei. Não devia fazer aquilo, mas comecei a passar as fotos.
Algumas eram fotos de muito tempo atrás, mas outras nem tanto. O filho da puta do Luis tinha tirado fotos de um monte de minas antes, durante e depois de foder, e até gravava uns vídeos. Não posso dizer que fiquei chocada, já era grandinha pra ver essas coisas e entender o contexto, e ele nem me conhecia naquela época. Passei a mão na minha entreperna. Não conseguia parar de passar fotos, vídeos, abrir e fechar pastas, ir de uma garota pra outra enquanto com a mão eu torturava minha buceta. Gozei bem na hora que abri uma pasta chamada "Ro", acho que os gemidos pararam quando abri o primeiro vídeo e vi a gostosa da Rosario sendo fodida pelo meu namorado. O próprio primo dela, o puto do próprio primo, ou seja, meu cara. Achei que ia ter um treco, achei que ia morrer, mas mesmo assim não consegui evitar passar a hora seguinte olhando e reolhando fotos, vídeos e mais fotos e mais vídeos. O Luis comia a prima dele, pelo que dava pra ver pela data de criação dos arquivos, há anos. Não eram vídeos bobinhos, nem de longe. Menos. Luis e eu fodíamos como animais, mas a parada do Luis com a Rosario era uma coisa contra a natureza. E não pela natureza da relação deles, mas pela maldade, o tesão, a intensidade e a criatividade do sexo deles.
Rosario nua valia tanto quanto vestida, ou seja, nada. Quadril largo, peitos minúsculos, uma bunda que parecia uma praça de touros, uma buceta sem requinte, bem carnuda, e uma barriga que não dá pra chamar de lisa. Mas quando ela via a pica do Luis, do meu Luis, na frente dela, virava uma máquina de amar, fazendo todo tipo de ação e movimento como se fosse uma ninfa. Não tinha nada que eles tivessem deixado de fora naqueles vídeos. Ele metia no cu dela, amarrava ela, enfiava grandes paus de borracha em todos os buracos dela, furava a boca dela, ela chupava os ovos dele, ele gozava na cara dela, ela mijava na cara dele, ele pendurava ela com cordas na viga de madeira da casa de campo dos pais dele, comia o cu dela. Resumindo, dava "gosto de ver". Doía pra caralho ver como a Rosario aproveitava cada movimento de quadril do meu amado, mas doía ainda mais ver na tela a cara de prazer que o Luis fazia toda vez que regava com o esperma dele o corpo da minha prima política.
Passei a tarde em choque. Na verdade, não precisava ser muito esperta pra entender que aquele amante secreto da minha "prima" era meu próprio namorado, e que provavelmente o relacionamento da Rosario com o ex dela tinha acabado porque eles foram pegos.
Uma ideia passou pela minha cabeça quando, revendo os vídeos, percebi que aquela cama onde a Rosario recebia aos gritos a pica do primo dela era muito parecida com a cama onde o Luis me comeu pela primeira vez. Não consegui me segurar e liguei pra minha "sogra":
- Patricia, desculpa incomodar. A Rosario tá aí? Queria perguntar onde ela comprou uns sapatos que ela usou outro dia.
- Não, Fátima, desculpa. Ela viajou e só volta amanhã - era verdade. O Luis aproveitava as viagens dela pra continuar fodendo a prima. O filho da puta não tinha largado ela quando eu apareci. a vida dela.
Passei a noite em claro, não conseguia acreditar no que tava acontecendo comigo. Não só tava sendo corna, mas o filho da puta do meu namorado era um porco que tava comendo a prima dele, e pior, do jeito mais sujo e selvagem que alguém podia imaginar.
Pensei em fazer um escândalo quando ele chegasse, mas tava completamente apaixonada por ele e não queria perder ele. Fiquei o dia inteiro em dúvida se mandava ele tomar no cu ou tentava fazer ele largar aquela puta. Não era nenhuma santinha na cama, mas com certeza precisava dar uns passos e queria que o Luis fosse só meu.
Guardei todos os DVDs onde tinha encontrado eles.
Esperei pacientemente a tarde toda até o Luis voltar. Ele parecia cansado. Em outras circunstâncias, eu culparia a semana longa de trabalho e a viagem de ida e volta, mas sabia muito bem que ele tava moído porque não tinha dormido nada, só fudendo a florzinha da prima dele.
Ele nem tinha sentado no sofá depois do beijo de praxe quando eu me deitei do lado dele, puxei o pau dele pra fora da calça e meti na minha boca. O Luis se surpreendeu, mas deixou rolar. Chupei como se fosse proibido, com uma mão subindo e descendo aquele pau e com a outra passando as unhas nos ovos dele. Ele gozou na minha boca, na cara e no cabelo, uivando de prazer.
— Vai me deixar assim? — falei, ronronando.
— Deixa eu descansar, amor.
— Não posso — falei, me afastando dele, me deitando no outro apoio de braço do sofá, abrindo as pernas, tirando a calcinha e começando a esfregar a buceta. Não levei nem cinco minutos e já tava toda molhada, gemendo igual uma possessa, beliscando meus pezinhos duros.
— Adoro te ver, mas podia esperar um pouco.
— Quero que você me veja — falei, enquanto com a mão livre comecei a tocar meu cu, aguentei me masturbando por mais de 15 minutos, tendo orgasmo atrás de orgasmo, e já com meu dedo dentro do rabo, entrando e saindo. endiabladamente - Você gosta de porco?.
- Deixa eu te foder - ele disse enquanto se jogava em cima de mim, Luis já tinha o pau dele como um totem e apontou pra minha buceta, onde entrou num movimento só. Eu comecei a rebolar e gemer por um bom tempo. Ele tava me comendo muito forte e eu sentia aquele pau batendo direto no meu colo do útero, eu tava tendo um orgasmo atrás do outro, minha cabeça jogada pra trás e meus peitos duros como pedra, meus bicos parecendo dois obeliscos que Luis chupava um por um. Quando vi que ele ia gozar, meti minha mão entre nossas pernas e peguei o pau dele, guiando pra minha entrada de trás – devagar, amor, quero sentir ele dentro.
- Mas Fátima, por que agora?
- Sei lá, passei o fim de semana inteiro vendo filmes e alguma coisa me excitou e eu quis sentir ele por onde nunca senti.
Luis foi enfiando devagar no meu cu bem dolorido. Não parou até ter ele inteiro dentro e só quando meu interior se acostumou e depois de um tempo ele começou a bombar. Não me deixava louca, mas meus gemidos, gritos, suspiros e comentários mostravam que eu tava gostando, não podia ser menos que a gostosa da prima dele. Ele gozou como um touro dentro de mim, enchendo meu cu de porra que ao longo da tarde foi escorrendo do meu esfíncter como um jorro constante, algo que me enlouqueceu e me fez lembrar da foda que eu tinha levado cada vez que um pouco caía pelas minhas pernas.
Nos meses seguintes, me dediquei a descobrir o que mais dava pra fazer na cama. Todo dia eu passava meia hora vendo vídeos pornô extremo onde via as coisas que podia fazer pra satisfazer meu homem. Eu me masturbava vendo eles e depois, quando colocava em prática, lembrando deles. Foram meses bem puxados porque, embora no final eu curtisse cada um, no começo era estranho me pedirem pra jogar cera nos bicos, prendedores no clitóris, plugs anals especiais super gays, que o Luis metesse o pau dele na minha buceta além de outro treco no mesmo buraco ou que mijasse na minha boca. Nunca teria imaginado, mas às vezes eu esperava ele algemada e de quatro na cama ou de pernas abertas com um vibrador no cu pra ele ocupar o lugar vazio. A gente tinha um sexo intenso, excitante, sacana, sem vergonha e, acima de tudo, inalcançável pra puta da Rosario. Eu tinha chegado à posição de "em igualdade de condições, eu tinha um corpaço e ela não".
O Luis continuava com as viagens dele pelo menos uma vez por mês, eu sabia muito bem que nas sextas à noite, enquanto eu tava me moendo de cabeça, a puta da "Rosario" tava sendo empalada pelo meu homem e era realmente foda, mas eu sempre esperava ele de pernas abertas, pronta pra dar um all-in pra ver quem era melhor na cama.
Eu dei de presente pro Luis um porta-ternos caríssimo da loja do espião. A mala tinha a peculiaridade de ter quatro câmeras, uma de cada lado, que gravavam 48 horas de vídeo (de qualidade bem baixa) sem parar. O dono da loja justificou o preço pela grande memória, pela bateria potente e, principalmente, porque nada disso era detectado nem por dentro nem por fora da mala; o Luis nunca saberia que tava carregando uma câmera na bagagem dele. As câmeras detectavam movimento e só gravavam as cenas onde houvesse movimento; se não tivesse, as câmeras ficavam cegas, economizando memória e bateria.
Como dá pra imaginar, o Luis começou a levar a mala nas viagens dele sem suspeitar que os movimentos dele seriam vistos pela namorada oficial na volta da viagem.
Depois da primeira viagem dele, saí do trabalho bem cedo com a desculpa de ir ao médico. Cheguei em casa, baixei o vídeo no meu notebook. O vídeo era curioso de ver, porque mostrava o Luis entrando no nosso quarto, pegando a mala, levando até o carro e fechando a porta do porta-malas. A câmera parava de gravar. O porta-malas abria, ele colocava uma segunda mala dentro, e fechava. O porta-malas se abria, passava pelo hotel da vez, era deixada no porta-malas do quarto, via os dois pombinhos se pegando até sair dela. A câmera desligava. O vídeo voltava à vida com os dois entrando no quarto, se comendo de boca e se despindo um ao outro. Rosário descia na pica do primo e enfiava até o fundo, Luis se contorcia de prazer. O vídeo não parava de gravar enquanto um chupava o outro, ou ela ficava de quatro e ele, sem lubrificação nenhuma, metia no cu, ou quando ela secava a porra da buceta recém-gozada e passava nos peitos pequenos e feios dela.
- me dá forte, Luis
- abre mais as pernas
- você me mata de prazer
- você que me mata.
- nunca para de me foder, meu amor.
- vou te foder a vida toda.
- me fode em Madri de vez em quando.
- sabe que isso é impossível.
- me dá sem piedade, me fode viva.
Naquela noite, me deixei sodomizar como uma puta pelo filho da puta do meu namorado. Ele me levou ao êxtase assim que meteu, e ao sétimo céu depois de mais de uma hora bombando meu cu e torcendo meus mamilos. Terminei a noite dando um chupão no cu dele, que ele adorava quando era a Rosário que fazia. Ele gozou na minha cara enquanto eu, de boca aberta e de joelhos, esperava a porra na minha boca.
Já estávamos há cinco anos juntos e realmente nada podia ser mais maravilhoso. A gente se amava, se dava super bem, curtia a companhia um do outro, na cama éramos duas máquinas perfeitamente lubrificadas. Tudo era perfeito, exceto que esse filho da puta continuava comendo a prima dele.
Às vezes, nos almoços em família, os dois sumiam por um tempo, eu sabia muito bem que enquanto eu conversava animadamente com minhas cunhadas na mesa, a filha da puta tava chupando ele no banheiro, sinceramente nunca deram bandeira nem eu deveria ter descoberto se já não soubesse, mas Comia minha alma ver eles voltando pra mesa um depois do outro.
A verdade é que eu não aguentava mais aquela situação e achava que aquilo já tinha que acabar de uma vez. Luis me falou que em duas semanas ia viajar pra Burgos. Entrando no e-mail dele, descobri que ia ficar no Landa.
Tinha pensado em pedir um favor pra Patricia, a mãe do Luis, pra me acompanhar até Burgos pra ver um hotel que queria a opinião dela, porque a gente tinha uma surpresa pra dar, mas era segredo. Minha ideia era ir no hotel, conseguir uma chave do quarto, custasse o que custasse, e depois que eles voltassem do jantar, quando já estivessem lá, meter a minha sogra pra pegar os dois na cama. O escândalo ia fazer a coisa mudar.
Tava quase indo buscar ela quando um pingo de sanidade passou pela minha cabeça. Se eu aparecesse no hotel e pegasse a filha dela dando o cu pra sobrinha, tinha certeza que duas coisas iam rolar: primeiro, a velha ia ter um troço, e segundo, Luis ia me largar, não sei se por vergonha ou ódio, mas ia me largar. Não podia ser tão sem noção de achar que por serem pegos a coisa ia mudar.
Cancelei a viagem e deixei a vida seguir seu rumo.
Sei que é difícil de entender, mas me acostumei que meu agora marido come a prima dele. Nunca entendi o motivo. Não sei se a coisa começou porque ele sentia pena, porque é um porco, porque ela deu o que outra não soube dar até eu chegar, ou se ele sentia atração por outras coisas. Não sei, mas o fato é que ao longo dos anos aceitei com humilhação que Luis uma vez por mês sai de Madrid pra uma reunião de trabalho que com certeza podia ser durante a semana e pratica mil e uma aberrações com a prima. Às vezes até faço a mala dele no porta-ternos e passo a semana seguinte me masturbando vendo como aquela filha da puta come meu filho da puta. Às vezes é até cômico pensar nas frases que eles falam enquanto transam, porque já não têm idade pra esse tipo de Comentários, isso sim, nem a paixão dela nem a nossa diminuíram. Rosário, os encontros com o marido são a trepada do mês dela, e da minha parte, porque ainda tenho uma competição aberta até agora e tenho que vencer ela todo mês. Às vezes pensei em pagar na mesma moeda, mas sinceramente. Pra quê? O suposto ia me comer melhor que o Luís? Acho que não.
Tô morrendo de curiosidade pra ver o que o Luís vai fazer a partir do ano que vem, quando se aposentar… já conto pra vocês.
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Luis era o homem da minha vida. Atencioso, simpático, elegante, um vencedor nos negócios além de ser muito boa pessoa.
Conheci ele numa festa na casa de uns amigos em comum, verdade seja dita, a gente conversou a noite toda e no final da noite ele pediu meu telefone pra me ligar outra hora. O cara me encantou, daqueles que você conhece e não consegue parar de pensar como é possível que estivesse solteiro.
Passei uma semana ruim porque Luis não me ligou. Quase morri quando na sexta à noite vi um número desconhecido na tela do meu iPhone.
- Alô?
- Fátima?
- Sim, sou eu.
- Beleza? É o Luis.
- Oi, Luis. Beleza?
- Bem, obrigado. Te liguei pra ver o que você ia fazer hoje à noite. Ia sair com minha prima, sabe, coisas de família, mas no fim dei uma desculpa pra ver se os planetas se alinhassem e eu pudesse te ver.
- Então, verdade seja dita, já tinha combinado com minhas amigas a essa hora. Mas a gente pode dar um jeito. Meia-noite, se quiser, pode passar me buscar no Ribelino's e aí vou com você tomar alguma coisa.
- Perfeito pra mim.
Como era de se esperar, naquela noite contei pra todas que o cara da festa ia me buscar. Só tinha cotovelada, sorriso e aceno quando Luis entrou meio perdido na balada. Depois de nos achar e dos beijos de praxe, saí como a rainha da noite na cara das minhas amigas com o cara mais gostoso que eu já tinha encontrado.
Ia adorar dizer que naquela noite descobri o intelecto e a sensibilidade do Luis, mas não. Naquela noite a gente bebeu, dançou, riu e não transou porque Luis não propôs. Ele me deixou em casa às sete da manhã. Não fez menção de subir, então diante dessa frustração Já tinha um dedo na minha buceta dentro do elevador subindo pro meu apartamento. Fui perdendo roupa pela casa até chegar na minha cama, onde me masturbei com gosto e gozei feito uma louca. Tava realmente com muito tesão. O Luis tinha me deixado no limite.
Desde que terminei com o Alberto, nunca tinha sentido tanta necessidade de homem. Teve alguns, mas depois de 10 anos de namoro com o maconheiro do Alberto, era estranho me ver nua e de pernas abertas na frente de um desconhecido, ou de quatro com alguém me segurando pelos quadris de um jeito diferente do que ele fazia. Não que eu não gostasse, claro. Na verdade, nos últimos meses fui eu quem chamou mais de um conhecido pra passar uma noite selvagem — a gente tem suas necessidades —, mas não era algo que me enlouquecesse. Simplesmente não entendo essas minas que baseiam a vida sexual em um monte de rolo de uma noite. Nesse caso, naquela noite, não... naquela noite eu sabia que teria adorado.
Continuei vendo o Luis por quatro meses. A gente tinha de tudo: desde noites de bebida e farra até encontros pseudo-cultos onde falávamos sobre tudo. Nesses jantares, como eu disse, conversávamos sobre tudo — desde nossos amigos, nossas famílias, onde cada um já conhecia o nome do outro, e até sobre sexo. Cheguei a comentar que gostava de ser um pouco submissa, e ele, entre risadas, disse que gostava de dominar. A gente estava ficando muito amigo, mas eu queria mais e ele não dava o próximo passo. Em algumas ocasiões, me perguntei se ele só queria uma amiga e não uma namorada, que era o que eu queria ser. Éramos uma espécie de casal não oficial e não consumado, que saía junto na maioria das vezes, já tínhamos nos apresentado aos amigos e tudo parecia perfeito.
De dia também fazíamos coisas, como andar de bicicleta no parque, fazer trilhas na serra ou até ajudá-lo algumas vezes na ONG dele, distribuindo comida em áreas carentes. A coisa ia crescendo cada dia mais. A gente se via mais. Éramos tipo namorados sem sexo, bom, sem sexo por parte dele, porque pra mim era só fechar a porta de casa e imaginar ele entre minhas pernas. Eu me masturbo desde pequena, e com força. No começo usava o dedo, depois experimentei com canetas, o cabo do pente veio depois e, desde que descobri, sou viciada em paus de borracha. Sempre fui de me masturbar muito, como já disse, mas naquela época o Luis me deixava pirada.
Chegou maio e, com ele, o tempo bom.
- Oi
- Oi, Luis.
- Teria a fim de fazer uma loucura?
- Claro, o que vamos beber dessa vez? – lembrando do encontro de uns fins de semana atrás, quando experimentamos absinto e rimos pra caralho.
- Não, é sério. Tenho que ver um cliente amanhã cedo em Logroño e me dá raiva ir até lá e voltar. Que tal a gente ir, pegar uns quartos de hotel e passar o fim de semana lá?
- Quem?
- Você e eu, bobinha.
- Pois me parece uma ideia excelente.
Fiquei nas nuvens. O Luis às vezes saía de Madrid durante a semana a trabalho, mas sempre ia sozinho; dessa vez eu ia com ele. Liguei de volta.
- Desculpa, Luis.
- Imagina.
- Onde a gente vai ficar?
- Numa casa rural em San Millán de la Cogolla.
- E como chama?
- Por quê?
- Por curiosidade e pra ver se tem site.
- La Morada de la Cogolla.
Me despedi, abri meu notebook e liguei.
- La Morada, pois não?
- Oi, ligo porque vamos passar o fim de semana aí. Temos reservas no nome de Luis Paramo.
- Sim, dois quartos.
- Então, preciso de um favor. O Luis e eu estamos passando por uma crise, e eu quero dar um jeito nisso. O senhor poderia fazer o seguinte? Vou pagar um dos quartos. Quando a gente chegar, diz que só tem um quarto e que houve um engano. As reservas eram para dois, mas só tinha um quarto.
- A verdade, senhora, a senhora me coloca numa saia justa.
- Olha, vamos fazer o seguinte. Eu pago os dois agora com cartão e, quando chegarmos, você cobra do Luis de novo o quarto que a gente usar.
No fim, consegui. Poderoso cavalheiro quase sempre é o dinheiro.
O Luis me pegou na saída do escritório e a gente rumou pra Burgos, onde paramos no famoso Landa pra comer a famosa morcela. Dirigimos até San Millán de la Cogolla e de lá pro hotel. Um lugar lindo, cheio de charme. Passamos na recepção. O Luis ficou puto ao saber que só tínhamos um quarto, reclamou o quanto pôde, eu amenizei a situação e finalmente entramos no nosso primeiro quarto. Era lindo.
- Pô, cara, cama de casal. Desculpa, Fátima. Você vai pensar que eu planejei isso - ele disse com toda sinceridade.
- Relaxa, bobinho, a gente já tem intimidade. Não vai acontecer nada por dormirmos no mesmo quarto um par de noites.
Naquela mesma noite, jantamos num restaurante lindo. Baseado em shots e drinks, a gente acabou tarde e mal, chegamos no quarto e o Luis entrou no banheiro. Saiu minutos depois com um pijama listrado e uma camiseta de Tarifa, tava realmente gostoso. Eu me troquei o mais rápido possível e saí do banheiro com uma camisola que deixava bem claras minhas tetas lindas e quase não cobria minha bunda, tinha pegado emprestado da minha amiga Almu, que garantiu que com ela ninguém resistia. O Luis já tava dormindo quando eu cheguei.
Desesperada, me deitei do lado dele e, vendo que ele tava apagado, fiz o mesmo e dormi depois de cogitar bater uma punheta pra acordá-lo com meus gritos de prazer.
Quando acordei, o Luis tinha ido embora. Da camisola, saía minha teta direita e ela tava enrolada na minha cintura, deixando à mostra toda a minha bundona "coberta" por uma fio dental de renda. Fiquei vermelha e excitada ao mesmo tempo. Ele tinha me visto assim, tenho certeza, enquanto se trocava e saía, ele tinha que ter me visto. Vendo ele do jeito que tava, praticamente pelado. Não consegui evitar me masturbar de leve pensando nele.
O Luis voltou pouco antes do almoço e eu já tava arrumada. Ele me levou pra comer num churrasco medieval, depois pra conhecer as cidades da região e, por fim, me levou pra jantar num restaurante magnífico com estrela Michelin, dentro de uma linda vinícola.
- Ontem nem um boa noite
- Ha ha ha, desculpa, tava morto e bêbado. Também sou um cretino, consigo colocar uma gostosa como você na minha cama e apago.
- Então hoje à noite vamos ver se a gente conversa um pouco, pelo menos.
- Ha ha ha, "pelo menos" ela diz – e piscou um olho pra mim.
A gente tava exausto pra caralho, então depois de dois drinks voltamos pro hotel. Depois que ele saiu do banheiro de pijama listrado, eu saí com meu camisolinho curto. Dessa vez o Luis me deu uma olhada e assobiou. Ele tinha ligado a TV, tava passando um filme do Hitchcock, eu me enfiei na cama e aos poucos apoiei minha cabeça no peito dele. O Luis acariciava minha cabeça com muito carinho e eu comecei a passar a mão no peito dele. Devagar, comecei a parar nos mamilos dele, brincando com eles como quem não quer nada. O pau dele claramente crescia dentro da calça enquanto eu continuava tocando com minhas unhas e trocando umas frases sobre o filme. Comecei a tocar a barriga dele, roçando disfarçadamente no pau dele, aquilo tava cada vez maior e, num movimento da barriga dele, a cabecinha saiu pra fora do elástico. Meses esperando pra ver aquilo e ali estava.
Com o pau dele atravessando metade da barriga, minhas mãos começaram a acariciar o pau dele como se fosse parte da barriga. O Luis suspirou, mas não disse nada. Comecei a tocar mais diretamente, quando baixei a cabeça e dei uns beijinhos, e em seguida meti na boca. O Luis não disse nada quando comecei a chupar devagar, com carinho, suave. Alternava minha língua com meus lábios, enfiava até o fundo e depois segurava aquele babaca com meus lábios. Eu tinha chupado paus suficientes na faculdade pra saber o que um homem gosta. Luis baixou a mão, afastou minha calcinha fio dental e começou a tocar minha buceta. Quase gozei ali mesmo. Depois de um tempo esfregando e eu chupando, Luis abaixou a cabeça e meteu ela entre minhas pernas, começando a brincar com a língua e me levando ao sétimo céu. Acabamos sem perceber num 69 gostoso, onde eu chupava o pau e os ovos dele e ele lambia toda minha racha, do clitóris ao meu cu. Luis tirou o pau da minha boca, deslizou pra baixo de mim e, erguendo meu quadril, começou a passar o pau duro na minha racha sem meter.
- Mete, fode-me, Luis.
E Luis meteu. Por um momento, todas as minhas punhetas se tornaram realidade, aquele pau era mais do que eu tinha imaginado e agora estava nas minhas entranhas.
Luis martelava minha xota com suspiros e bufadas enquanto eu, com a calcinha ainda de lado, a camisola na cintura e os peitos balançando depois de terem escapado do tecido, gemia como uma possessa e gritava o nome dele entre suspiros.
Tirei ele de dentro e me virei. Luis tinha tirado a camiseta, deixando à mostra um corpo lindo, e tinha o pijama logo abaixo dos ovos. Eu me deitei, abri as pernas e esperei uma nova estocada. Arqueei as costas quando ele já estava dentro. Luis agarrou meus peitos pela primeira vez. Eu ofegava como uma possessa.
- Me beija, Luis, ninguém nunca tinha me fodido sem me beijar antes.
- Ninguém nunca tinha me chupado sem me beijar antes – nós dois rimos enquanto Luis me beijava com paixão, diminuindo o ritmo por um momento.
Fodemos como loucos até que Luis tirou o pau de repente e, se sacudindo, gozou nos meus peitos e barriga, me provocando um terceiro orgasmo ao sentir aquele líquido viscoso cair em mim.
Não falamos muito naquela noite, sorrimos um pro outro, nos beijamos, mas não falamos muito.
Já era dia quando Luis me penetrou de novo quando voltei do banheiro. nua. Foi uma foda mais curta, mas igualmente apaixonada. A gente se olhou nos olhos durante toda a transa e gozamos juntos pela primeira vez de muitas.
A viagem de volta pra Madrid a gente fez fazendo planos. De repente tudo tinha acelerado, eu queria que a gente se visse no dia seguinte, que eu conhecesse os pais dele, as irmãs e a prima, com quem ele tinha uma relação muito próxima.
As coisas foram muito rápidas, em poucas semanas passamos de foder feito coelhos em todo momento e lugar, pra nos mudarmos pra morar juntos.
A família dele era incrível. A mãe e as irmãs dele foram muito cúmplices comigo, o pai, embora mantendo distância, foi encantador e a prima Rosário, bom, a prima Rosário. Rosário era realmente feia, gordinha e pouco simpática ou sociável. Tinha ficado órfã muito nova e foi criada pela família do Luís. Tinha se casado há alguns anos, mas foi abandonada pelo marido depois de um escândalo que a família não conseguiu entender direito, então teve que voltar pra casa dos tios. Mais um homem, pelo que a mãe dele me contou.
- Bom, a pobre coitada que nunca teve sorte com homens de repente começou a se ver com alguém, depois nos apresentou o Juan Pablo, não falei nada mas fiquei surpresa quando descobri que as datas desde que o Juan Pablo dizia estar vendo a Rosário não batiam com as ausências dela, mas enfim, também não pensei muito nisso. Depois o que você já sabe, eles casam, ela pega o Juan Pablo com outro e ele manda ela de volta pra cá.
- Que pesado, coitada.
- Não sofre não, ela não pareceu se importar muito - me disse minha "sogra".
Os meses passavam e a vida seguia cada vez mais intensa. Luís era incrível, uma joia. Um cavalheiro na rua, um gigolô na cama e um homem comprometido em casa. Culto, cada dia mais simpático e boa pessoa.
Minha família tinha aceitado ele e a dele, exceto a prima Rosário que vivia meio ausente, também me aceitou.
A gente tinha acabado de completar nosso segundo aniversário como namorados quando o Luis teve que sair mais uma vez pra uma viagem relâmpago pra ver um cliente. Dessa vez pra Alicante. Desde a viagem que a gente estreou, não viajamos mais nesse esquema. Realmente o Luis tinha razão, a gente se via todo dia e podia aproveitar nossas viagens pra curtir 100%, sem perder uma manhã com trampo.
Naquela sexta eu não trabalhava, então fiquei arrumando umas coisas que estavam sempre largadas por aí. Já tava há mais de duas horas organizando armários quando encontrei uma caixa com DVD virgem. Pensei em jogar fora, mas depois sentei pra ver se não era nada importante. Liguei meu Mac e enfiei o primeiro na entrada. Pouca coisa, filmes, e nenhum bom. Segundo DVD, nada demais, documentos, do trabalho, imaginei. Terceiro DVD, fotos e vídeos. Abri a primeira foto. Uma mina pelada, e não, não era pornografia, era uma foto real, feita pelo Luis, imaginei. Não devia fazer aquilo, mas comecei a passar as fotos.
Algumas eram fotos de muito tempo atrás, mas outras nem tanto. O filho da puta do Luis tinha tirado fotos de um monte de minas antes, durante e depois de foder, e até gravava uns vídeos. Não posso dizer que fiquei chocada, já era grandinha pra ver essas coisas e entender o contexto, e ele nem me conhecia naquela época. Passei a mão na minha entreperna. Não conseguia parar de passar fotos, vídeos, abrir e fechar pastas, ir de uma garota pra outra enquanto com a mão eu torturava minha buceta. Gozei bem na hora que abri uma pasta chamada "Ro", acho que os gemidos pararam quando abri o primeiro vídeo e vi a gostosa da Rosario sendo fodida pelo meu namorado. O próprio primo dela, o puto do próprio primo, ou seja, meu cara. Achei que ia ter um treco, achei que ia morrer, mas mesmo assim não consegui evitar passar a hora seguinte olhando e reolhando fotos, vídeos e mais fotos e mais vídeos. O Luis comia a prima dele, pelo que dava pra ver pela data de criação dos arquivos, há anos. Não eram vídeos bobinhos, nem de longe. Menos. Luis e eu fodíamos como animais, mas a parada do Luis com a Rosario era uma coisa contra a natureza. E não pela natureza da relação deles, mas pela maldade, o tesão, a intensidade e a criatividade do sexo deles.
Rosario nua valia tanto quanto vestida, ou seja, nada. Quadril largo, peitos minúsculos, uma bunda que parecia uma praça de touros, uma buceta sem requinte, bem carnuda, e uma barriga que não dá pra chamar de lisa. Mas quando ela via a pica do Luis, do meu Luis, na frente dela, virava uma máquina de amar, fazendo todo tipo de ação e movimento como se fosse uma ninfa. Não tinha nada que eles tivessem deixado de fora naqueles vídeos. Ele metia no cu dela, amarrava ela, enfiava grandes paus de borracha em todos os buracos dela, furava a boca dela, ela chupava os ovos dele, ele gozava na cara dela, ela mijava na cara dele, ele pendurava ela com cordas na viga de madeira da casa de campo dos pais dele, comia o cu dela. Resumindo, dava "gosto de ver". Doía pra caralho ver como a Rosario aproveitava cada movimento de quadril do meu amado, mas doía ainda mais ver na tela a cara de prazer que o Luis fazia toda vez que regava com o esperma dele o corpo da minha prima política.
Passei a tarde em choque. Na verdade, não precisava ser muito esperta pra entender que aquele amante secreto da minha "prima" era meu próprio namorado, e que provavelmente o relacionamento da Rosario com o ex dela tinha acabado porque eles foram pegos.
Uma ideia passou pela minha cabeça quando, revendo os vídeos, percebi que aquela cama onde a Rosario recebia aos gritos a pica do primo dela era muito parecida com a cama onde o Luis me comeu pela primeira vez. Não consegui me segurar e liguei pra minha "sogra":
- Patricia, desculpa incomodar. A Rosario tá aí? Queria perguntar onde ela comprou uns sapatos que ela usou outro dia.
- Não, Fátima, desculpa. Ela viajou e só volta amanhã - era verdade. O Luis aproveitava as viagens dela pra continuar fodendo a prima. O filho da puta não tinha largado ela quando eu apareci. a vida dela.
Passei a noite em claro, não conseguia acreditar no que tava acontecendo comigo. Não só tava sendo corna, mas o filho da puta do meu namorado era um porco que tava comendo a prima dele, e pior, do jeito mais sujo e selvagem que alguém podia imaginar.
Pensei em fazer um escândalo quando ele chegasse, mas tava completamente apaixonada por ele e não queria perder ele. Fiquei o dia inteiro em dúvida se mandava ele tomar no cu ou tentava fazer ele largar aquela puta. Não era nenhuma santinha na cama, mas com certeza precisava dar uns passos e queria que o Luis fosse só meu.
Guardei todos os DVDs onde tinha encontrado eles.
Esperei pacientemente a tarde toda até o Luis voltar. Ele parecia cansado. Em outras circunstâncias, eu culparia a semana longa de trabalho e a viagem de ida e volta, mas sabia muito bem que ele tava moído porque não tinha dormido nada, só fudendo a florzinha da prima dele.
Ele nem tinha sentado no sofá depois do beijo de praxe quando eu me deitei do lado dele, puxei o pau dele pra fora da calça e meti na minha boca. O Luis se surpreendeu, mas deixou rolar. Chupei como se fosse proibido, com uma mão subindo e descendo aquele pau e com a outra passando as unhas nos ovos dele. Ele gozou na minha boca, na cara e no cabelo, uivando de prazer.
— Vai me deixar assim? — falei, ronronando.
— Deixa eu descansar, amor.
— Não posso — falei, me afastando dele, me deitando no outro apoio de braço do sofá, abrindo as pernas, tirando a calcinha e começando a esfregar a buceta. Não levei nem cinco minutos e já tava toda molhada, gemendo igual uma possessa, beliscando meus pezinhos duros.
— Adoro te ver, mas podia esperar um pouco.
— Quero que você me veja — falei, enquanto com a mão livre comecei a tocar meu cu, aguentei me masturbando por mais de 15 minutos, tendo orgasmo atrás de orgasmo, e já com meu dedo dentro do rabo, entrando e saindo. endiabladamente - Você gosta de porco?.
- Deixa eu te foder - ele disse enquanto se jogava em cima de mim, Luis já tinha o pau dele como um totem e apontou pra minha buceta, onde entrou num movimento só. Eu comecei a rebolar e gemer por um bom tempo. Ele tava me comendo muito forte e eu sentia aquele pau batendo direto no meu colo do útero, eu tava tendo um orgasmo atrás do outro, minha cabeça jogada pra trás e meus peitos duros como pedra, meus bicos parecendo dois obeliscos que Luis chupava um por um. Quando vi que ele ia gozar, meti minha mão entre nossas pernas e peguei o pau dele, guiando pra minha entrada de trás – devagar, amor, quero sentir ele dentro.
- Mas Fátima, por que agora?
- Sei lá, passei o fim de semana inteiro vendo filmes e alguma coisa me excitou e eu quis sentir ele por onde nunca senti.
Luis foi enfiando devagar no meu cu bem dolorido. Não parou até ter ele inteiro dentro e só quando meu interior se acostumou e depois de um tempo ele começou a bombar. Não me deixava louca, mas meus gemidos, gritos, suspiros e comentários mostravam que eu tava gostando, não podia ser menos que a gostosa da prima dele. Ele gozou como um touro dentro de mim, enchendo meu cu de porra que ao longo da tarde foi escorrendo do meu esfíncter como um jorro constante, algo que me enlouqueceu e me fez lembrar da foda que eu tinha levado cada vez que um pouco caía pelas minhas pernas.
Nos meses seguintes, me dediquei a descobrir o que mais dava pra fazer na cama. Todo dia eu passava meia hora vendo vídeos pornô extremo onde via as coisas que podia fazer pra satisfazer meu homem. Eu me masturbava vendo eles e depois, quando colocava em prática, lembrando deles. Foram meses bem puxados porque, embora no final eu curtisse cada um, no começo era estranho me pedirem pra jogar cera nos bicos, prendedores no clitóris, plugs anals especiais super gays, que o Luis metesse o pau dele na minha buceta além de outro treco no mesmo buraco ou que mijasse na minha boca. Nunca teria imaginado, mas às vezes eu esperava ele algemada e de quatro na cama ou de pernas abertas com um vibrador no cu pra ele ocupar o lugar vazio. A gente tinha um sexo intenso, excitante, sacana, sem vergonha e, acima de tudo, inalcançável pra puta da Rosario. Eu tinha chegado à posição de "em igualdade de condições, eu tinha um corpaço e ela não".
O Luis continuava com as viagens dele pelo menos uma vez por mês, eu sabia muito bem que nas sextas à noite, enquanto eu tava me moendo de cabeça, a puta da "Rosario" tava sendo empalada pelo meu homem e era realmente foda, mas eu sempre esperava ele de pernas abertas, pronta pra dar um all-in pra ver quem era melhor na cama.
Eu dei de presente pro Luis um porta-ternos caríssimo da loja do espião. A mala tinha a peculiaridade de ter quatro câmeras, uma de cada lado, que gravavam 48 horas de vídeo (de qualidade bem baixa) sem parar. O dono da loja justificou o preço pela grande memória, pela bateria potente e, principalmente, porque nada disso era detectado nem por dentro nem por fora da mala; o Luis nunca saberia que tava carregando uma câmera na bagagem dele. As câmeras detectavam movimento e só gravavam as cenas onde houvesse movimento; se não tivesse, as câmeras ficavam cegas, economizando memória e bateria.
Como dá pra imaginar, o Luis começou a levar a mala nas viagens dele sem suspeitar que os movimentos dele seriam vistos pela namorada oficial na volta da viagem.
Depois da primeira viagem dele, saí do trabalho bem cedo com a desculpa de ir ao médico. Cheguei em casa, baixei o vídeo no meu notebook. O vídeo era curioso de ver, porque mostrava o Luis entrando no nosso quarto, pegando a mala, levando até o carro e fechando a porta do porta-malas. A câmera parava de gravar. O porta-malas abria, ele colocava uma segunda mala dentro, e fechava. O porta-malas se abria, passava pelo hotel da vez, era deixada no porta-malas do quarto, via os dois pombinhos se pegando até sair dela. A câmera desligava. O vídeo voltava à vida com os dois entrando no quarto, se comendo de boca e se despindo um ao outro. Rosário descia na pica do primo e enfiava até o fundo, Luis se contorcia de prazer. O vídeo não parava de gravar enquanto um chupava o outro, ou ela ficava de quatro e ele, sem lubrificação nenhuma, metia no cu, ou quando ela secava a porra da buceta recém-gozada e passava nos peitos pequenos e feios dela.
- me dá forte, Luis
- abre mais as pernas
- você me mata de prazer
- você que me mata.
- nunca para de me foder, meu amor.
- vou te foder a vida toda.
- me fode em Madri de vez em quando.
- sabe que isso é impossível.
- me dá sem piedade, me fode viva.
Naquela noite, me deixei sodomizar como uma puta pelo filho da puta do meu namorado. Ele me levou ao êxtase assim que meteu, e ao sétimo céu depois de mais de uma hora bombando meu cu e torcendo meus mamilos. Terminei a noite dando um chupão no cu dele, que ele adorava quando era a Rosário que fazia. Ele gozou na minha cara enquanto eu, de boca aberta e de joelhos, esperava a porra na minha boca.
Já estávamos há cinco anos juntos e realmente nada podia ser mais maravilhoso. A gente se amava, se dava super bem, curtia a companhia um do outro, na cama éramos duas máquinas perfeitamente lubrificadas. Tudo era perfeito, exceto que esse filho da puta continuava comendo a prima dele.
Às vezes, nos almoços em família, os dois sumiam por um tempo, eu sabia muito bem que enquanto eu conversava animadamente com minhas cunhadas na mesa, a filha da puta tava chupando ele no banheiro, sinceramente nunca deram bandeira nem eu deveria ter descoberto se já não soubesse, mas Comia minha alma ver eles voltando pra mesa um depois do outro.
A verdade é que eu não aguentava mais aquela situação e achava que aquilo já tinha que acabar de uma vez. Luis me falou que em duas semanas ia viajar pra Burgos. Entrando no e-mail dele, descobri que ia ficar no Landa.
Tinha pensado em pedir um favor pra Patricia, a mãe do Luis, pra me acompanhar até Burgos pra ver um hotel que queria a opinião dela, porque a gente tinha uma surpresa pra dar, mas era segredo. Minha ideia era ir no hotel, conseguir uma chave do quarto, custasse o que custasse, e depois que eles voltassem do jantar, quando já estivessem lá, meter a minha sogra pra pegar os dois na cama. O escândalo ia fazer a coisa mudar.
Tava quase indo buscar ela quando um pingo de sanidade passou pela minha cabeça. Se eu aparecesse no hotel e pegasse a filha dela dando o cu pra sobrinha, tinha certeza que duas coisas iam rolar: primeiro, a velha ia ter um troço, e segundo, Luis ia me largar, não sei se por vergonha ou ódio, mas ia me largar. Não podia ser tão sem noção de achar que por serem pegos a coisa ia mudar.
Cancelei a viagem e deixei a vida seguir seu rumo.
Sei que é difícil de entender, mas me acostumei que meu agora marido come a prima dele. Nunca entendi o motivo. Não sei se a coisa começou porque ele sentia pena, porque é um porco, porque ela deu o que outra não soube dar até eu chegar, ou se ele sentia atração por outras coisas. Não sei, mas o fato é que ao longo dos anos aceitei com humilhação que Luis uma vez por mês sai de Madrid pra uma reunião de trabalho que com certeza podia ser durante a semana e pratica mil e uma aberrações com a prima. Às vezes até faço a mala dele no porta-ternos e passo a semana seguinte me masturbando vendo como aquela filha da puta come meu filho da puta. Às vezes é até cômico pensar nas frases que eles falam enquanto transam, porque já não têm idade pra esse tipo de Comentários, isso sim, nem a paixão dela nem a nossa diminuíram. Rosário, os encontros com o marido são a trepada do mês dela, e da minha parte, porque ainda tenho uma competição aberta até agora e tenho que vencer ela todo mês. Às vezes pensei em pagar na mesma moeda, mas sinceramente. Pra quê? O suposto ia me comer melhor que o Luís? Acho que não.
Tô morrendo de curiosidade pra ver o que o Luís vai fazer a partir do ano que vem, quando se aposentar… já conto pra vocês.
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