Minha namorada e o velhinho do hotel

Olá, antes de começar com o conto, quero deixar claro que ele não é de minha autoria, é uma história que eu curti e quero compartilhar com vocês...Olá pra todo mundo! Depois de anos lendo os contos, resolvemos contar umas histórias que rolaram com a gente durante esses anos de namoro e agora casamento.

Essa história começa com a Alma e o Juan, hoje na casa dos trinta, quase quarenta, mas que começamos a brincar lá pelos vinte. Depois de mais de 20 anos juntos, já passamos por tanta coisa que vamos começar a contar várias.

A Alma é um pouco gordinha, mas muito gostosa e sensual. É uma mulher que fica com tesão rapidinho e, embora no começo fosse bem envergonhada, com o tempo se soltou e hoje em dia não tem quem a segure. Eu sou um cara normal, com os anos peguei uns quilinhos a mais, mas ainda sou bonitão, hahaha.

Conheci a Alma em baladas, começamos a sair e, mesmo faltando uns meses pra ela fazer 18, isso não impediu que num fim de semana que meus pais viajaram ela viesse e a gente já curtisse nossos corpos. Fizemos de tudo, menos o love. Ela vinha de uma família super tradicional e custava a se soltar com medo de eu largar ela depois.

O primeiro dia que a gente transou, nós dois nunca vamos esquecer. Eu tava doente e ela veio me ver. Ia almoçar com a família e antes decidiu passar na minha casa pra dar uma olhada. Meus pais aproveitaram que ela tava lá pra ir no hipermercado fazer umas compras. Não sei se foi pelo tesão, pelo tanto que ela tava gostosa vestida ou pelos remédios, mas acabamos transando na minha cama. No calor do momento, fizemos sem camisinha e ela não parava de falar: "Nem pense em gozar dentro, pelo amor de Deus!". Aí, num ato de coragem, falei que tudo bem, mas que queria gozar na boca dela. E foi assim. Até hoje a gente ri quando lembro de gozar e ela se vestir rapidinho porque tava atrasada pro almoço em família.

Com o tempo, você vai experimentando mil coisas: por trás, pela frente, gozar na boca e na cara dela era normal. Ela adora quando eu gozo na boca dela. Dizem que a monotonia é chata, e é assim mesmo. sim, a gente sempre experimentava coisas novas, ou pelo menos tentava. Chegamos a fazer na cozinha da casa dela enquanto a mãe dela tomava banho. Ela chegou num ponto que ficava super tesuda com o risco de ser pega, embora nunca, ou pelo menos a gente acha, fomos pegos.

Mas beleza, vamos à história. Saindo da rotina, decidimos passar um fim de semana fora de casa. Era inverno e resolvemos ir pra Segóvia. Pegamos hotel pro sábado e domingo à noite, já que ninguém entrava no trabalho até segunda às 14h.

Eram 14h de sábado quando passei pra buscá-la no trabalho e fomos pro destino. Chegamos no hotel umas 17h45, mais ou menos, depois de nos perdermos no caminho e dentro da cidade procurando o hotel. Assim que chegamos no quarto, tomados pela excitação, a gente transou ali mesmo. Foi uma rapidinha, tipo novidade, um banho e conhecer a cidade. Depois do passeio, um jantar típico segoviano e pra cama, porque entre o frio na rua e o cansaço da viagem, a gente tava morto.

Domingo de manhã, acordamos brincalhões e metemos uma rapidinha no chuveiro, tomando café da manhã já com um copinho de porra no quarto. Nos vestimos e descemos pra tomar café pra ganhar energia pro roteiro turístico. O dia inteiro pra cima e pra baixo vendo as maravilhas que essa cidade e seus arredores têm. A princípio íamos jantar algo rápido por aí, mas na última hora decidimos ir jantar num restaurante (ainda bem, foi aí que tudo começou). Jantar bom e, justo no último prato, o pobre garçom deixou cair um dos pratos, com tanta má sorte que foi parar em cima dela, enchendo ela de óleo e comida. Depois dos pedidos de desculpas e um desconto considerável na conta, fomos pro hotel. Acho que a gente era uma das quatro únicas ocupadas naquela noite, já que era domingo e quase não tinha ninguém.

Chegamos no quarto e ela começou a tirar a roupa. A verdade é que com o novo conjunto de lingerie... Ela estava de dar água na boca, mas naquele momento era mais importante que ela tomasse um banho pra tirar o cheiro de comida e o óleo da cabeça e das costas. Só que quando ela ia entrar no chuveiro, a luz apagou. A gente pensou que era brincadeira um do outro, mas não, não tinha luz no quarto inteiro. Saímos pro corredor e vimos que lá tinha luz, então era problema nosso mesmo. Ligamos pra recepção, e eles disseram que mandariam o cara da manutenção, pra gente esperar de 5 a 10 minutos se desse. Não passou nem 5 minutos e bateram na porta. O homem, uns 60 anos, entrou iluminando o quarto com uma lanterna potente, quase parecia dia. Até então, nem eu nem ela tínhamos ligado pro fato de que ela estava só coberta com uma toalha de banho curta. O homem, depois das perguntas de sempre sobre como foi o defeito, percebeu a toalha dela e não tirou mais o olho, disfarçadamente. Ele revistou o quarto todo até chegar numa tomada do outro lado do quarto. Nela, estava plugado um carregador de celular. Ele perguntou se tava ligado há muito tempo, e ela se abaixou pra ver se era o dela. Era o carregador dela mesmo. Ela disse pro homem que devia estar lá o dia inteiro. Foi aí que eu e ele, com a lanterna iluminando ela, percebemos que, de cócoras, dava pra ver a buceta toda, perfeitamente depilada. Ela não fazia ideia do show que tava dando, mas nós dois não perdíamos um detalhe. No fim, depois de mais algumas verificações, ele descobriu que era o suporte onde encaixa o cartão que liga a luz do quarto inteiro. Trocou, testou se tava funcionando, se despediu e foi embora.

Assim que o homem saiu e antes dela entrar no chuveiro, ela percebeu minha barraca armada e me perguntou por que tava daquele jeito. Peguei a mão dela e levei até o armário embutido ao lado da cama. Coloquei ela de cócoras e falei: "Olha". A cara que ela fez! Ela disse: "Ele viu tudo, né?" "Sim", respondi. Ele viu tudo e acho que foi embora com um baita tesão, o coitado. Ali já começou tudo.

A gente nunca tinha fantasiado fazer um ménage, né? Falei pra ela.

Sim, mas com ele que você quer? Ela respondeu.

Bom, aqui ninguém nos conhece, a gente tá com tesão e o cara foi embora todo esquentado, o pobre. Você tá a fim?

Sei lá, e como a gente faz? Não vamos ligar pra ele do nada assim.

Confia em mim?

Sim.

Foi aí que eu comecei a tramar. Falei pra ela entrar no chuveiro e se molhar toda, enquanto eu ligava de novo pra recepção falando a mesma merda de antes. Não passaram nem 2 minutos e o cara já tava na porta de novo.

Oi, o que foi agora? Tô vendo que tem luz. Ele disse.

Sim, mas minha namorada entrou no chuveiro e tá dando uns choquinhos. Falei.

Como assim?

É, olha, vamos entrar e deixa ela te explicar.

Entramos no banheiro e lá estava ela, molhada e coberta de novo por aquela toalhinha minúscula. De novo ele ficou olhando pra ela de boca aberta, dessa vez já babando um pouco.

Oi, seu namorado me disse que quando você toma banho dá uns choquinhos? Como é isso? Ele disse.

Sim, tô tomando banho e sinto uns choquinhos, sei lá, é estranho, de manhã não tava assim. Ela disse.

Pois é, não sei, nem ideia, supostamente o problema de antes era porque a caixa do cartão tinha quebrado, não tem nada a ver com isso do chuveiro, aparentemente.

Por que você não mostra pra ele, se o cara não se importar? Falei.

Se ele não se importar de ficar um pouquinho? Ela disse.

Aí o cara já ficou de cara, não sabia se era brincadeira ou se ele ia mesmo ver uma gatinha tomar banho na frente dele pra ver se dava choque.

Ela tirou a toalha, ficando completamente pelada na frente daquele cara, mais ou menos da idade do pai dela, e entrou no chuveiro. O coitado, nos primeiros segundos, baixou o olhar, mas depois levantou pro teto até que ela soltou uns gritinhos. Aí ele já olhou pra ela, primeiro preocupado e depois já analisando bem todas as partes do corpo dela.

Vocês notaram? — ela disse.

Não. — eu disse.

Mas como foi exatamente? — ele disse.

Não sei, tô debaixo d’água e sinto uns choquinhos com uns estralos.

Mete a mão aí pra ver se dá em você também. — eu disse.

O homem enfiou a mão enquanto ela continuava lá debaixo d’água, não senti nada, ele disse, e uns segundos depois ela gritou de novo. Ele garantiu que não tinha sentido nada, aí foi quando eu me joguei e falei pra ele por que não entrava completamente no chuveiro com ela, talvez tivesse que ter os pés em contato com a água ou algo assim. A cara que ele fez foi um poema, até minha mina falou que sim, que confiava mais num cara da manutenção do que em mim. Ele, depois de uns segundos pensando e vendo que nós dois estávamos falando a mesma coisa, suponho que pensou que não tinha nada a perder e se despiu, ficando só de cueca. Falei pra ele que se molhasse, como ia embora depois, e ele decidiu tirar a cueca, não com muita vergonha, suponho, por eu estar presente.

A verdade é que olhando pra cock dele, ela tava meio murcha e dava pra ver um bom arsenal, ele entrou de costas pra mim no chuveiro com ela e começou a cair água nos dois, a verdade é que era uma situação excitante ver ali dentro o coroa e minha namorada. Os segundos passavam e nada acontecia, de repente ela deu um grito e ele abraçou ela pra acalmar, ele não tinha sentido nada e assim nos fez saber, mas ela insistia que tinha sentido algo. O que eu notei é que aquilo já não tava mais murcho, aquilo tava bem duro e pra cima, dava pra ver um pauzão da porra, maior que o meu e um pouco mais grosso.

Comentei que se ele não sentia nada e ela continuava levando choques, talvez fosse problema dela, que ele abraçasse ela pra ver se assim ele sentia algo. A verdade é que ele me olhou estranho, mas como ela só virou as costas pra ele e abriu um pouco as pernas... Braços, ele se aproximou dela e a envolveu pela cintura. Não tinham se passado nem 20 segundos quando ela deu outro gritinho. "Faísca?", ele disse. "Não", ela respondeu, "senti uma coisa dura no meu bum e me assustei." Aí ele se assustou um pouco, mas vendo que ela se virou e olhando nos olhos dele, perguntou: "Posso?" O primeiro olhou pra mim, vendo que eu não falava nada, pegou a mão dela e levou até o pau.

Ela começou uma punhetinha leve, subindo e descendo. Ele parecia super excitado, embora mais tarde ele confessasse que, depois de sair pela primeira vez do nosso quarto após ter visto a buceta dela, teve que bater uma na sala de manutenção. Ele estava há mais de 3 meses sem fazer nada com a mulher por causa de uma doença dela, e aquilo foi demais pra ele, o que acabou sendo bom pra gente, já que ele aguentou bastante, o danado, e minha namorada teve vários orgasmos.

Ele perguntou se podia pedir algo a ela.

Ela disse que sim, "O que foi? Não tá gostando de como eu te toco?"

"Sim, adoro, você é a segunda pessoa no mundo que toca no meu pau, só minha mulher tinha tocado antes. Queria te pedir se você podia chupar um pouco."

Ela, olhando pra mim, que continuava ali só de espectador, se abaixou e, brincando com os ovos dele, começou a enfiar o pau na boca aos poucos. Acostumada com o meu, ela quase engasgou no começo — lembra que ela só tinha conhecido um cara, eu.

A verdade é que, nessa altura, eu tava com um tesão do caralho, e embora também quisesse participar da brincadeira, tinha claro que aquela noite era dela, ela quem tinha que aproveitar, e foi o que aconteceu. Ele passou de gemer a cada lambida dela a agarrar a cabeça dela e começar a foder a boca dela. Cada vez mais rápido, e às vezes ela engasgava e começava a babar pra caralho. Ele pedia desculpa e continuava — tudo isso, claro, debaixo do chuveiro que ainda caía água, pouca, mas eles continuavam sob a água. Não tinham se passado nem 5 minutos... Minutos depois de começarem aquele jogo, quando ele sugeriu se podia foder ela, ela disse que queria e, saindo do chuveiro e se secando, foram pra cama. Ela toma a pílula, sabendo que ele nunca tinha conhecido outra mulher além da dele e, mesmo sabendo que estavam correndo riscos, foderam no pelo. Só combinamos uma coisa: na hora de gozar, nada dentro nem na boca, e ele disse que tudo bem.

Começaram com ela embaixo e ele por cima, o clássico papai-e-mamãe. Foram uns minutos com umas metidas impressionantes. O cara, pra idade que tinha, era uma máquina, parecia um garoto de vinte anos. Metia com força pra caralho, dava pra ouvir o "ploc ploc" por todo o quarto. Depois, foi ela quem subiu por cima. Começou uma cavalgada digna do melhor filme de faroeste, e o cara, sinceramente, tava adorando. Não parava de agradecer pela noite. Ela se posicionou sobre o peito dele e começou a brincar com os mamilos, momento que ele aproveitou pra dar uns tapas na bunda dela e começar a meter de novo por baixo. A foda era digna de filme pornô, e foi aí que percebi que o primeiro orgasmo dela tava chegando. Ela começou a gritar que nem uma louca e se levantou de novo pra berrar que tava gozando. Sinceramente, em casa ela era mais discreta, mas era só sair de casa que ela se soltava toda. Tenho que dizer que as gozadas dela são abundantes e muitas vezes ela molha tudo. É uma coisa que eu amo nela, quando ela goza assim e eu tô chupando a buceta dela.

Pararam uns minutos pra se secar e colocar uma toalha na cama, que já tava meio encharcada. Aí eles ficaram conversando sobre como estavam se divertindo, que ele nunca imaginaria que aquilo ia acontecer, que quando viu a buceta dela ficou alucinado, mas que nunca suspeitaria que ia acabar fodendo com ela. Tudo, claro, comigo do lado. Ele não entendia como eu fazia aquilo, mas pra ele, depois de 40 anos casado e só tendo conhecido uma mulher, aquela noite parecia a melhor. Glória. Eu expliquei pra ela que era uma fantasia nossa, que sempre quisemos fazer um menage e que melhor ocasião do que aquela, em outra cidade e com alguém que provavelmente nunca mais veríamos na vida. Nisso tudo, Alma já tinha pegado na rola dele e, enquanto conversávamos, tava masturbando ele devagar. Sentados como estávamos na cama, ela desceu pro chão, ajoelhou na frente dele e começou a chupar a rola dele devagar, que não demorou nada pra endurecer de novo. Alma já tinha me comido o cu algumas vezes, mas o que eu não imaginava é que ela fosse comer o do velho. No começo, ele tentou se afastar, mas logo descobriu o prazer que é ter o cu comido enquanto brincam com sua rola. Ela chupava os ovos e o cu dele ao mesmo tempo, sem parar. Ela tava obcecada pra que o pobre homem gozasse. Ela já tinha gozado e não era justo que ele ainda não tivesse. Mas foi ele quem, dessa vez, se meteu entre as pernas da minha namorada e começou uma comida de buceta. Chupava o clitóris, mordiscava os lábios e enfiava vários dedos pra tirar e chupar. Ela tava encharcada e ele não parava de beber os fluidos dela. Era uma cena que me deixou a mil.

Alma se levantou do chão, subiu de novo na cama e ficou de quatro (minha posição favorita quando a gente transa). Ele, vendo ela, se posicionou atrás e, de uma só vez, meteu até os ovos, fazendo ela soltar um gemido alto. Se antes já se ouvia o plof plof, agora o som era indescritível. Era uma loucura ver os mais de 20 centímetros do velho sumindo dentro dela. Aquela foda não parava. A resistência que ele tinha era impressionante. Ela perguntava se ele ia gozar, e ele dizia que não, que ficasse tranquila que avisava pra tirar, mas perguntou onde ela queria que ele gozasse. Ela disse que já tinha deixado as regras claras antes de tudo: nada de gozar dentro nem na boca dela. Então ele perguntou pelos óculos que estavam na mesinha de cabeceira. Alma usava lente de contato e, quando chegava a noite pra descansar os olhos, tirava e colocava os óculos. quando ela disse que eram dele, ele perguntou se podia colocá-los e gozar na cara dela, por cima dos óculos. a esposa dele usava óculos e nunca tinha deixado ele fazer isso. Alma disse que sem problemas, e nisso a foda continuava monstra. já tinham mais de 10 minutos de mete e sai, e Alma falou pra ele brincar com a bunda dela, tentar enfiar um dedinho se quisesse. ela tava perto do segundo orgasmo e aquilo ia fazer ela gozar mais rápido. o cara, pelo visto, nunca tinha brincado antes e, sem mais, enfiou um dedo, fazendo ela gritar. ele se assustou, saiu dela e pediu mil perdões. depois de ela falar que não tinha problema e explicar como fazia, ele meteu de novo e cuspiu um pouco no cu de Alma pra primeiro enfiar um dedo e, conforme ia cedendo, enfiar um segundo dedo, e assim até enfiar três.

Alma já tava começando a ficar cansada, tanto tempo de quatro tava matando ela. eu geralmente gozava em menos de 5 minutos, e aquele cara já tava há mais de 15. mas, segundos antes de eu falar qualquer coisa, ele começou a bombar a toda velocidade, com os três dedos dentro do cu dela e aquelas estocadas. Alma começou a soprar, sinal de que finalmente tava chegando o segundo orgasmo, e foi isso mesmo. não passou nem um minuto quando ela começou, como antes, a soprar e gritar que tava gozando, e, como antes, encharcou tudo de novo. só que dessa vez ele não parou e continuou bombando por mais um minuto, exatamente o tempo que ele disse que ia gozar. ela se deitou de barriga pra cima, e eu passei os óculos pra ela. ela colocou pra ver como ele tava macetando ela a toda velocidade e começou a grunhir. soltou um forte "TO GOZANDOOOOO" e espirrou na cara e nos óculos de Alma inteiros. verdade seja dita, o cara, mesmo tendo se masturbado uma hora antes, soltou uma porrada de porra ali. a cara de Alma era digna de ser contemplada. ainda bem que tinha os óculos, senão ela não teria conseguido abrir os olhos sem atrapalhar. que nada entrasse neles.

Uns minutos depois, os dois foram pro banheiro onde tudo tinha começado e entraram juntos no chuveiro de novo, mas dessa vez pra tomar banho de verdade. Se secaram, ela vestiu uma camisola e nos despedimos dele, que não parava de agradecer pela noite — aquela noite em que os dois descobriram seus segundos parceiros.

Essa foi a primeira vez que Alma transou com alguém que não era eu. Desde então, já rolou mais coisa. Se vocês gostaram disso ou quiserem, a gente conta mais.

6 comentários - Minha namorada e o velhinho do hotel

Mi novia y el viejito del hotel


Gracias por compartir 👍
Yo comenté tu post, la mejor manera de agradecer es comentando alguno de los míos...